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Hotel do Porto Santo totalmente devorado pelo fogo, “Jornal da Madeira”, Funchal, 1 novembro 1974, p. 1, ilha da Madeira..
Hotel do Porto Santo totalmente devorado pelo fogo. Projeto de Eduardo Anahory (1917-1985) e Pedro Cid (1925-1983), 1962 Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1942-), Funchal, 1 novembro 1974, p. 1, ilha da Madeira. Porto Santo, Região Autónoma da Madeira. Hotel Porto Santo (sítio do Campo de Baixo), inaugurado em 1962, no sítio do Campo de Baixo, o Hotel Porto Santo, com um projeto arquitetónico de Eduardo Anahory (1917-1985) e de Pedro Braamcamp Cid (1925-1983). O empreendimento hoteleiro veio responder às necessidades de alojamento da ilha, numa altura em que a estrutura aeroportuária do Porto Santo já estava […]
Depoimento do Dr. José Maria Silva, “Jornal da Madeira”, Funchal, 20 maio 1974, p. 7, ilha da Madeira.
O momento político. Depoimento do Dr. José Maria Silva, Jornal da Madeira, direção de Abel Augusto da Silva (1924-1976), Funchal, 20 maio 1974, p. 7, ilha da Madeira. José Maria da Silva (1933-2001). Tendo-se matriculado no seminário do Funchal, haveria de optar pela sua transferência para a Universidade Católica Pontifícia de Salamanca e, depois, para a de Coimbra, onde viria a licenciar-se em Direito. Veio a desempenhar um excecional trabalho como consultor e advogado no Funchal, assim como na área cultural, especialmente através do Cineforum do Funchal, da organização do MAIA com Carlos Lélis Gonçalves (1932-2021), João Crisóstomo de Aguiar […]
Depoimento do Dr. José Maria Silva, “Jornal da Madeira”, Funchal, 20 maio 1974, p. 4, ilha da Madeira.
O momento político. Depoimento do Dr. José Maria Silva, Jornal da Madeira, direção de Abel Augusto da Silva (1924-1976), Funchal, 20 maio 1974, p. 4, ilha da Madeira. José Maria da Silva (1933-2001). Tendo-se matriculado no seminário do Funchal, haveria de optar pela sua transferência para a Universidade Católica Pontifícia de Salamanca e, depois, para a de Coimbra, onde viria a licenciar-se em Direito. Veio a desempenhar um excecional trabalho como consultor e advogado no Funchal, assim como na área cultural, especialmente através do Cineforum do Funchal, da organização do MAIA com Carlos Lélis Gonçalves (1932-2021), João Crisóstomo de Aguiar […]
Depoimento do Dr. José Maria Silva, “Jornal da Madeira”, Funchal, 20 maio 1974, p. 1, ilha da Madeira.
O momento político. Depoimento do Dr. José Maria Silva, Jornal da Madeira, direção de Abel Augusto da Silva (1924-1976), Funchal, 20 maio 1974, p. 1,ilha da Madeira. José Maria da Silva (1933-2001). Tendo-se matriculado no seminário do Funchal, haveria de optar pela sua transferência para a Universidade Católica Pontifícia de Salamanca e, depois, para a de Coimbra, onde viria a licenciar-se em Direito. Veio a desempenhar um excecional trabalho como consultor e advogado no Funchal, assim como na área cultural, especialmente através do Cineforum do Funchal, da organização do MAIA com Carlos Lélis Gonçalves (1932-2021), João Crisóstomo de Aguiar (1935-2023) […]
Conferência de imprensa com o tenente-coronel Carlos de Azeredo no Palácio de São Lourenço, “Jornal da Madeira”, 4 de maio de 1974, p. 12, ilha da Madeira.
Conferência de imprensa com o tenente-coronel Carlos de Azeredo no Palácio de São Lourenço. Na conferência de imprensa depois sentaram-se também os dois capitães envolvidos no frustrado pronunciamento das Caldas da Rainha, Antero Ribeiro da Silva (1945-) e José Manuel Reboredo Coutinho Viana (1946-), tal como os dois capitães do quartel-general Câmara Rodrigues e Freitas Brasão, oriundos do serviço geral e naturais da ilha da Madeira. Jornal da Madeira, direção de Abel Augusto da Silva (1924-1976), Funchal, 4 de maio de 1974, p. 12. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Carlos Manuel de Azeredo […]
Nossa Senhora e o Menino, xilogravura de Francisco Franco, Paris (?), 1923 (c.), Funchal, ilha da Madeira
Nossa Senhora e o Menino Xilogravura, 21 x 17 cm, Francisco Franco (1885-1955), Paris (?), 1923 (c.) Houve reedição da Câmara Municipal do Funchal do Natal de 1988 Exemplar do Museu Henrique e Francisco Franco (CFF 160 e n.º 237 do catálogo) Proveniente de um conjunto de desenhos, aguarelas e xilogravuras de Francisco Franco, poucos assinados, oferecidos pelos herdeiros em 1987, por certo, alguns realizados em Paris, de que o Autor nunca se desfez, representando uma fase muito especial da sua vida. Neste conjunto fazia parte um desenho de modelo vivo de Guilherme Santa Rita (1889-1918), de 1910, tal como […]
Conferência de imprensa do tenente-coronel Carlos de Azeredo no Palácio de São Lourenço, “Jornal da Madeira”, 4 de maio de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
Não é na violência que vamos construir o Portugal que desejamos Conferência de imprensa do tenente-coronel Carlos de Azeredo no Palácio de São Lourenço. Na conferência de imprensa depois sentaram-se também os dois capitães envolvidos no frustrado pronunciamento das Caldas da Rainha, Antero Ribeiro da Silva (1945-) e José Manuel Reboredo Coutinho Viana (1946-), tal como os dois capitães do quartel-general Câmara Rodrigues e Freitas Brasão, oriundos do serviço geral e naturais da ilha da Madeira., Jornal da Madeira, direção de Abel Augusto da Silva (1924-1976), Funchal, 4 de maio de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, […]
Esclarecimento sobre censura e exame prévio do Gabinete de Informação de São Lourenço, “Jornal da Madeira”, 3 de maio de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
Esclarecimento sobre censura e exame prévio do Gabinete de Informação de São Lourenço. Major Faria Leal, 1 de maio de 1974, Jornal da Madeira, direção de Abel Augusto da Silva (1924-1976), Funchal, 3 de maio de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. José Manuel dos Santos de Faria Leal (1936-2015). Proveniente do corpo de estado-maior do EME, onde ingressara a 02 ago. 73, foi colocado no Funchal como CEM/QG-CTIM, a 23 jan. 74, já então ligado ao Movimento das Forças Armadas, assumindo a liderança dos capitães da Madeira no 25 de […]
Oitavo e nono comunicados do Gabinete de Informação de São Lourenço, “Jornal da Madeira”, Funchal, 3 de maio de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
Oitavo e nono comunicados do Gabinete de Informação de São Lourenço. Apelo à participação na manifestação e informação da chegada do tenente-coronel Carlos de Azeredo, 1 e 2 de maio de 1974, Jornal da Madeira, direção de Abel Augusto da Silva (1924-1976), Funchal, 3 de maio de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. José Manuel dos Santos de Faria Leal (1936-2015). Proveniente do corpo de estado-maior do EME, onde ingressara a 02 ago. 73, foi colocado no Funchal como CEM/QG-CTIM, a 23 jan. 74, já então ligado ao Movimento das Forças […]
1º. de Maio «Dia do Trabalhador» Um dia inesquecível para o povo de Portugal, “Jornal da Madeira”, Funchal, 3 de maio de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
1º. de Maio «Dia do Trabalhador» Um dia inesquecível para o povo de Portugal Na Madeira a manifestação de regozijo perdurou pelo dia adiante. Jornal da Madeira, direção de Abel Augusto da Silva (1924-1976), Funchal, 3 de maio de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. A grande coleção oficial desta Manifestação deve ser a de Carlos Fotógrafo, Carlos da Silva Fernandes (1931-2017), que trabalhou, então para o Diário de Notícias do Funchal, mas não só e acervo que hoje se encontra no Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s. Espólio Carlos […]
Sexto e sétimo comunicados do gabinete de Informação, “Jornal da Madeira”, Funchal, 1 de maio de 1974, ilha da Madeira.
Sexto e sétimo comunicados do Gabinete de Informação de São Lourenço. Informação da nomeação para comandante militar interino do major Faria Leal até à chegada do tenente-coronel Carlos de Azeredo, já nomeado para governador militar da Madeira, 30 de abril de 1974, Jornal da Madeira, direção de Abel Augusto da Silva (1924-1976), Funchal, 1 de maio de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. José Manuel dos Santos de Faria Leal (1936-2015). Proveniente do corpo de estado-maior do EME, onde ingressara a 02 ago. 73, foi colocado no Funchal como CEM/QG-CTIM, a […]
Quinto e sexto comunicados do gabinete de Informação, “Jornal da Madeira”, Funchal, 30 de abril de 1974, ilha da Madeira.
Quinto e sexto comunicados do Gabinete de Informação de São Lourenço. Informação da partida para Lisboa a 29 abr. no voo TAP das 19.30, do comandante Farrajota Rocheta (1909-2011) por ordem da Junta de Salvação Nacional e nomeação do tenente-coronel Carlos de Azeredo para governador militar da Madeira, Major Faria Leal, 30 de abril de 1974, Jornal da Madeira, direção de Abel Augusto da Silva (1924-1976), Funchal, 1 de maio de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Novo gabinete de Informação de 29 de abril de 1974: Major Faria Leal (1936-2015), […]
Reunião de Imprensa com o Governador Militar da Madeira, “Jornal da Madeira”, Funchal, 30 de abril de 1974, ilha da Madeira.
Reunião de imprensa em São Lourenço. Reunião presidida pela governador militar Vasco Lopes da Eira com apelo à participação na manifestação do 1.º de Maio e definição de novo gabinete de informação em São Lourenço, 29 de abril de 1974. Jornal da Madeira, direção de Abel Augusto da Silva (1924-1976), Funchal, 30 de abril de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Gabinete de Informação de 29 de abril de 1974: Major Faria Leal (1936-2015), capitão madeirense Câmara Rodrigues, Dr. Quirino Spencer Salomão (1910-c. 1995) e João Borges (1936-2015) da D. T. […]
O “Pirata Azul” chegou ontem de Lisboa, “Jornal da Madeira”, Funchal, 30 de abril de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
O “Pirata Azul” chegou ontem de Lisboa. Destinado às ligações Madeira-Porto Santo Jornal da Madeira, direção de Abel Augusto da Silva (1924-1976), Funchal, 30 de abril de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. O Pirata Azul chegou à Madeira em 29 de abril de 1974, pela mão do armador José Maria Branco Júnior e então pilotado por Simplício dos Passos Gouveia. Só mais tarde é que foi adquirido pelo Governo Regional, que o manteve como meio principal de ligação marítima entre a Madeira e o Porto Santo até 1983, ano em […]
Quarto comunicado do gabinete de Informação, “Jornal da Madeira”, Funchal, 30 de abril de 1974, ilha da Madeira.
Quarto comunicado do Gabinete de Informação de São Lourenço. Destituição do Dr. João de Gouveia passando a exercer o cargo o secretário do Governo Civil Dr. Quirino Spencer Salomão (1910-c. 1995), assina o comunicado o capitão António Antero Ribeiro da Silva (1946-), 29 de abril de 1974. No comunicado, nomeado Aníbal, o que foi lapso Jornal da Madeira, direção de Abel Augusto da Silva (1924-1976), Funchal, 30 de abril de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Dr. Quirino Spencer Salomão (Mindelo, 14 mar. 1910-c. 1995). Natural da ilha de São Vicente, […]
Terceiro comunicado do gabinete de Informação, “Jornal da Madeira”, Funchal, 30 de abril de 1974, ilha da Madeira.
Terceiro comunicado do Gabinete de Informação de São Lourenço. Apelo à participação na manifestação do 1.º de Maio, Major Faria Leal, 29 de abril de 1974. Jornal da Madeira, direção de Abel Augusto da Silva (1924-1976), Funchal, 30 de abril de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. José Manuel dos Santos de Faria Leal (1936-2015). Proveniente do corpo de estado-maior do EME, onde ingressara a 02 ago. 73, foi colocado no Funchal como CEM/QG-CTIM, a 23 jan. 74, já então ligado ao Movimento das Forças Armadas, assumindo a liderança dos capitães […]
Breve passeio pela cidade dos ex-ministros do Interior e da Defesa Nacional, “Jornal da Madeira”, 28 de abril de 1974, p. 3, ilha da Madeira.
Breve passeio pela cidade. Informação dos ex-ministros do Interior e da Defesa Nacional terem sido vistos no Parque de Santa Catarina Ex-ministros da Defesa, Joaquim Moreira da Silva Cunha (1920-2014) e do Interior, César Moreira Baptista (1915-1982) Jornal da Madeira, direção de Abel Augusto da Silva (1924-1976), Funchal, 28 de abril de 1974, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira.
Visita do Arquiduque Otão de Habsburgo, “Jornal da Madeira”, Funchal, 28 de abril de 1974, p. 3, ilha da Madeira.
Visita do Arquiduque Otão de Habsburgo. (1912-2011) Informação de estar acompanhado do seu secretário particular Dr. D. Marcus de Noronha da Costa (1940-) tendo estado ambos em São Lourenço para cumprimentar o Almirante Américo Thomás e o Prof. Marcello Caetano Jornal da Madeira, direção de Abel Augusto da Silva (1924-1976), Funchal, 28 de abril de 1974, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. O arquiduque Otto (ou Otão) de Habsburgo (Reichenau an der Rax, Viena, 20 nov. 1912; Pocking, Baviera, 4 jul. 2011) era o chefe da casa dinástica de Habsburgo e o […]
Presença na Madeira do Almirante Américo Thomás e do Prof. Dr. Marcello Caetano, “Jornal da Madeira”, Funchal, 27 de abril de 1974, p. 1, ilha da Madeira
A presença na Madeira do Almirante Américo Thomás, do Prof. Dr. Marcello Caetano e de ex-membros do Governo. Informação terem ido ao aeroporto receber os ex-governantes as esposas dos governadores da Madeira Jornal da Madeira, direção de Abel Augusto da Silva (1924-1976), Funchal, 27 de abril de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Américo de Deus Rodrigues Thomaz (Lisboa, 19 nov. 1894; Cascais, 19 set. 1987) foi um dos seis filhos de António Rodrigues Tomás (1847-1928), negociante, e de Maria da Assunção Tomás (1862-1917). Ingressando na Escola Naval em 1914, logo […]
Era esperada a vinda para a Madeira do Prof. Dr. Marcello Caetano, “Jornal da Madeira”, Funchal, 28 de abril de 1974, p. 3, ilha da Madeira
Era esperada a vinda para a Madeira do Prof. Dr. Marcello Caetano. Informação de que teria ido ao aeroporto o Dr. Agostinho Cardoso (1908-1979), mas que pensamos ser lapso Jornal da Madeira, direção de Abel Augusto da Silva (1924-1976), Funchal, 26 de abril de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. José das Neves Alves Marcello Caetano (Lisboa, 27 ago. 1906; Rio de Janeiro, 26 out. 1980). Licenciado em Direito em 1927 pela Universidade de Lisboa, foi o primeiro a doutorar-se na mesma Universidade na especialidade de Ciências Politico-Económicas (1931), vindo ali […]
Sétimo comunicado do gabinete de Informação, “Diário de Notícias”, Funchal, 31 de abril de 1974, ilha da Madeira.
Sétimo comunicado do gabinete de Informação Comunicação da nomeação do major Faria Leal (1936-2015) como comandante militar interino até à chegada do tenente-coronel Carlos de Azeredo , Funchal, 30 de abril de 1974 Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 31 de abril de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. José Manuel dos Santos de Faria Leal (1936-2015). Proveniente do corpo de estado-maior do EME, onde ingressara a 02 ago. 73, foi colocado no Funchal como CEM/QG-CTIM, a 23 jan. 74, já então ligado ao Movimento das Forças Armadas, […]
Sexto comunicado do gabinete de Informação, “Diário de Notícias”, Funchal, 31 de abril de 1974, ilha da Madeira.
Sexto comunicado do gabinete de Informação Major Faria Leal (1936-2015) sobre a manifestação do 1.º de Maio, Funchal, 30 de abril de 1974 Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 31 de abril de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. José Manuel dos Santos de Faria Leal (1936-2015). Proveniente do corpo de estado-maior do EME, onde ingressara a 02 ago. 73, foi colocado no Funchal como CEM/QG-CTIM, a 23 jan. 74, já então ligado ao Movimento das Forças Armadas, assumindo a liderança dos capitães da Madeira no 25 de […]
Quarto comunicado do gabinete de Informação, “Diário de Notícias”, Funchal, 31 de abril de 1974, ilha da Madeira.
Quarto comunicado do gabinete de Informação Destituição do Dr. João de Gouveia (1912-2003) de governador substituto, major Faria Leal (1936-2015) sobre a manifestação do 1.º de Maio, Funchal, 30 de abril de 1974 Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 31 de abril de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Dr. João de Gouveia (Santa Cruz, 18 set. 1912; Funchal, 29 out. 2003), médico oftalmologista licenciado pela Universidade de Lisboa, em 28 jul. 1938, mas tendo passado, antes, pelas de Coimbra e do Porto, fez internato geral e complementar […]
Conferência de imprensa no Governo Militar da Madeira e primeiro comunicado do gabinete de Informação, “Diário de Notícias”, Funchal, 29 de abril de 1974, ilha da Madeira.
Uma conferência de imprensa no Governo Militar da Madeira e um comunicado do gabinete de Informação Abertura pelo brigadeiro Lopes da Eira e comunicado do major Faria Leal (1936-2015) sobre a manifestação do 1.º de Maio, Funchal, 29 de abril de 1974 Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 30 de abril de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. José Manuel dos Santos de Faria Leal (1936-2015). Proveniente do corpo de estado-maior do EME, onde ingressara a 02 ago. 73, foi colocado no Funchal como CEM/QG-CTIM, a 23 jan. […]
O democrata madeirense Dr. Fernando Rebelo proferiu uma comunicação na R. T. P., “Diário de Notícias”, Funchal, 4 de maio de 1974, p. 8, ilha da Madeira.
Comunicação na R. T. P. do Dr. Fernando Rebelo Antigo elemento do Movimento Democrático da Madeira de 1969, Dr. Fernando Rebelo (1919-2002) Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 4 de maio de 1974, p. 8. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. O Movimento Democrático da Madeira, fundado pelo grupo de candidatos e apoiantes da oposição democrática às eleições de 1969, sob orientação de António Loja, Fernando Rebelo e Manuel Gouveia, reivindicou logo em 1974 a sua existência como partido regional e a saída dos membros do anterior governo ainda em exercício na […]
O democrata madeirense Dr. Fernando Rebelo proferiu uma comunicação na R. T. P., “Diário de Notícias”, Funchal, 4 de maio de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
O democrata madeirense Dr. Fernando Rebelo proferiu uma comunicação sobre o actual momento político no Emissor Regional da R. T. P. Antigo elemento do Movimento Democrático da Madeira de 1969, Dr. Fernando Rebelo (1919-2002) Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 4 de maio de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. O Movimento Democrático da Madeira, fundado pelo grupo de candidatos e apoiantes da oposição democrática às eleições de 1969, sob orientação de António Loja, Fernando Rebelo e Manuel Gouveia, reivindicou logo em 1974 a sua existência como partido […]
Telegrama dos democratas madeirenses à Junta de Salvação Nacional, “Diário de Notícias”, Funchal, 29 de abril de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
Um telegrama dos democratas madeirenses ao Sr. Presidente da Junta de Salvação Nacional, Antigos elementos da Movimento Democrático da Madeira de 1969, como o Dr. Fernando Rebelo, António Loja e outros Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 30 de abril de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. O Movimento Democrático da Madeira, fundado pelo grupo de candidatos e apoiantes da oposição democrática às eleições de 1969, sob orientação de António Loja, Fernando Rebelo e Manuel Gouveia, reivindicou logo em 1974 a sua existência como partido regional e a […]
Chegada à Madeira das famílias de Américo Thomaz e de Marcello Caetano, “Diário de Notícias”, Funchal, 30 de abril de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
Chegaram ontem à Madeira a esposa e a filha do Almirante de Américo Thomaz e a filha do Prof. Marcello Caetano, Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 30 de abril de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira.
Segundo comunicado do Gabinete de Informação do Palácio de São Lourenço, “Diário de Notícias”, Funchal, 29 de abril de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
Segundo comunicado do Gabinete de Informação do Palácio de São Lourenço Aparecimento de inscrições murais e de um panfleto contra a situação. Funchal, 28 de abril de 1974 Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 29 de abril de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. José Manuel dos Santos de Faria Leal (1936-2015). Proveniente do corpo de estado-maior do EME, onde ingressara a 02 ago. 73, foi colocado no Funchal como CEM/QG-CTIM, a 23 jan. 74, já então ligado ao Movimento das Forças Armadas, assumindo a liderança dos capitães […]
Primeiro comunicado do Gabinete de Informação do Palácio de São Lourenço, “Diário de Notícias”, Funchal, 28 de abril de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
Primeiro comunicado do Gabinete de Informação do Palácio de São Lourenço Funchal, 27 de abril de 1974 Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 28 de abril de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. José Manuel dos Santos de Faria Leal (1936-2015). Proveniente do corpo de estado-maior do EME, onde ingressara a 02 ago. 73, foi colocado no Funchal como CEM/QG-CTIM, a 23 jan. 74, já então ligado ao Movimento das Forças Armadas, assumindo a liderança dos capitães da Madeira no 25 de Abril e assinando, no dia seguinte, […]
Chegou ontem ao Funchal o “Pirata Azul”, “Diário de Notícias”, Funchal, 30 de abril de 1974, p. 3, ilha da Madeira
Chegou ontem ao Funchal o “Pirata Azul” moderno e rápido navio destinado às ligações Madeira-Porto Santo Empresa José Maria Branco Júnior. Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 30 de abril de 1974, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. O Pirata Azul chegou à Madeira em 29 de abril de 1974, pela mão do armador José Maria Branco Júnior e então pilotado por Simplício dos Passos Gouveia. Só mais tarde é que foi adquirido pelo Governo Regional, que o manteve como meio principal de ligação marítima entre a Madeira e […]
O navio rápido “Pirata Azul” é esperado amanhã na Madeira, “Diário de Notícias”, Funchal, 27 de abril de 1974, p. 6, ilha da Madeira
O navio rápido “Pirata Azul” é esperado amanhã na Madeira Empresa José Maria Branco Júnior. Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 27 de abril de 1974, p. 6. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. O Pirata Azul chegou à Madeira em 1974, pela mão do armador José Maria Branco Júnior. Só mais tarde é que foi adquirido pelo Governo Regional, que o manteve como meio principal de ligação marítima entre a Madeira e o Porto Santo até 1983, ano em que foi substituído pelo Independência, um navio mais moderno e com […]
Notícia do falecimento. do Dr. Nuno de Vasconcelos Porto, “Diário de Notícias”, Funchal, 27 de abril de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
Dr. Nuno Alberto Queriol de Vasconcelos Porto (1886-1974). Notícia do falecimento. Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 27 de abril de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Dr. Nuno Alberto Queriol de Vasconcelos Porto (Lisboa, 1 abr. 1886-Funchal, 26 abr. 1974) foi um médico que veio para a ilha da Madeira quando eclodiu a epidemia da cólera em 1910, casando e radicando-se no Funchal, onde exerceu vários cargos como vogal da CMF e JGD, membro do conselho da direcção da SCM. Foi ainda médico pessoal da Carlos de Áustria.
Notícia de que “ilustres viajantes” se encontravam na Madeira, ou seja, os ex-governados apaeados com o 25 de abril de 1974, “Diário de Notícias”, Funchal, 27 de abril de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
Encontram-se na Madeira os Srs. Almirante Américo Thomaz, Professor Marcello Caetano e os antigos Ministros da Defesa e Interior. Notícia de que os ilustres viajantes tinham sido recebidos no aeroporto pelos governadores civil, militar, substituto, etc. Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 27 de abril de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Américo de Deus Rodrigues Thomaz (Lisboa, 19 nov. 1894; Cascais, 19 set. 1987) foi um dos seis filhos de António Rodrigues Tomás (1847-1928), negociante, e de Maria da Assunção Tomás (1862-1917). Ingressando na Escola Naval em […]
Armas do forte de S. João Baptista de Ajudá, campanha de 1890 e 1920 (c.), reposição de 1987, Museé d’Histoire de Ouidah, Benin.
Placa das armas do forte de S. João Baptista de Ajudá. Campanha de 1890 e 1920 (c.) Bocas-de-fogo inglesas de 1820 (c.) Alvenaria mista pintada reposta entre 1987 e 1990 sob coordenação do coronel Sousa Lobo Museé d’Histoire de Ouidah, antigo Porto Novo, Daomé. Fotografia de Volta a África. Praça Fundação Calouste Gulbenkian, Ouidah, Benin. A construção do inicial forte de São João Baptista de Ajudá, em Ouidah, antigo Porto Novo, data do final do século XVII, por determinação de D. Pedro II (1648-1706), 1680 a 1681, ao governador de São Tomé e Príncipe, então Jacinto de Figueiredo e Abreu. […]
Armas da entrada do forte de S. João Baptista de Ajudá,1890 e 1920 (c.), Museé d’Histoire de Ouidah, 1987 e 1990, Benim.
Armas da entrada do forte de S. João Baptista de Ajudá. Campanha de 1890 e 1920 (c.) Bocas-de-fogo inglesas de 1820 (c.) Museé d’Histoire de Ouidah. Alvenaria mista pintada reposta entre 1987 e 1990 sob coordenação do coronel Sousa Lobo Antigo Porto Novo, Daomé. Fotografia Volta a África. Praça Fundação Calouste Gulbenkian, Ouidah, Benin. A construção do inicial forte de São João Baptista de Ajudá, em Ouidah, antigo Porto Novo, data do final do século XVII, por determinação de D. Pedro II (1648-1706), 1680 a 1681, ao governador de São Tomé e Príncipe, então Jacinto de Figueiredo e Abreu. A […]
Monumento da entrada do forte de S. João Baptista de Ajudá, 1990, Museé d’Histoire de Ouidah, Benim.
Monumento da entrada do forte de S. João Baptista de Ajudá. Monumento de mármore de 1990 Alvenaria mista pintada reposta entre 1987 e 1990 sob coordenação do coronel Sousa Lobo Museé d’Histoire de Ouidah, Antigo Porto Novo, Daomé. Fotografia de 2020. Praça Fundação Calouste Gulbenkian, Ouidah, Benin. A construção do inicial forte de São João Baptista de Ajudá, em Ouidah, antigo Porto Novo, data do final do século XVII, por determinação de D. Pedro II (1648-1706), 1680 a 1681, ao governador de São Tomé e Príncipe, então Jacinto de Figueiredo e Abreu. A fortificação, entretanto, foi abandonada, voltando a erguer-se […]
Foi divulgada uma carta do madeirense Meneses Alves dirigida ao Ministro do Ultramar, Diário de Notícias, Funchal, 3 de agosto de 1961, p. 1, ilha da Madeira.
Última Hora Foi divulgada uma carta do madeirense Meneses Alves ao Ministro do Ultramar. Então o professor doutor Adriano José Alves Moreira (1922-2022), que não deixou de apelidar a atitude determinada por Salazar de quixotesca Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 3 de agosto de 1961, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Museé d’Histoire de Ouidah, antigo Porto Novo, Ouidah, Benin. A construção do inicial forte de São João Baptista de Ajudá, em Ouidah, antigo Porto Novo, data do final do século XVII, por determinação de D. Pedro II […]
Uma Nota Oficiosa do Ministério dos Estrangeiros, Diário de Notícias, Funchal, 3 de agosto de 1961, p. 1, ilha da Madeira.
Uma Nota Oficiosa do Ministério dos Estrangeiros. Então o Dr. Alberto Franco Nogueira (1918-1993) Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 3 de agosto de 1961, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Museé d’Histoire de Ouidah, antigo Porto Novo, Ouidah, Benin. A construção do inicial forte de São João Baptista de Ajudá, em Ouidah, antigo Porto Novo, data do final do século XVII, por determinação de D. Pedro II (1648-1706), 1680 a 1681, ao governador de São Tomé e Príncipe, então Jacinto de Figueiredo e Abreu. A fortificação, entretanto, foi […]
A mesquinhez, prepotência e cobardia do governo do Daomé fez descobrir dois heróis, um dos quais madeirense, Diário de Notícias, Funchal, 3 de agosto de 1961, p. 1, ilha da Madeira.
A mesquinhez, prepotência e cobardia do governo do Daomé fez descobrir dois heróis, um dos quais madeirense. Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 3 de agosto de 1961, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Museé d’Histoire de Ouidah, antigo Porto Novo, Ouidah, Benin. A construção do inicial forte de São João Baptista de Ajudá, em Ouidah, antigo Porto Novo, data do final do século XVII, por determinação de D. Pedro II (1648-1706), 1680 a 1681, ao governador de São Tomé e Príncipe, então Jacinto de Figueiredo e Abreu. A […]
Segundo as últimas notícias, as forças militares daquele estado resgataram o residente e o secretário do forte em chamas de São João Baptista de Ajudá, “Diário de Notícias”, Funchal, 2 de agosto de 1961, p. 3, ilha da Madeira.
Segundo as últimas notícias do Daomé as forças militares daquele estado arrancaram de entre as chamas o Residente e o Secretário do Forte de São João Baptista de Ajudá que haviam incendiado as instalações. Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 2 de agosto de 1961, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Museé d’Histoire de Ouidah, antigo Porto Novo, Ouidah, Benin. A construção do inicial forte de São João Baptista de Ajudá, em Ouidah, antigo Porto Novo, data do final do século XVII, por determinação de D. Pedro II (1648-1706), […]
O residente e o secretário do forte de São João Baptista de Ajudá encontram-se a salvo em Lagos (Nigéria), o secretário é madeirense , “Diário de Notícias”, Funchal, 2 de agosto de 1961, p. 1, ilha da Madeira.
Última hora: O Residente e o secretário encontram-se a salvo em Lagos (Nigéria). Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 2 de agosto de 1961, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Museé d’Histoire de Ouidah, antigo Porto Novo, Ouidah, Benin. A construção do inicial forte de São João Baptista de Ajudá, em Ouidah, antigo Porto Novo, data do final do século XVII, por determinação de D. Pedro II (1648-1706), 1680 a 1681, ao governador de São Tomé e Príncipe, então Jacinto de Figueiredo e Abreu. A fortificação, entretanto, foi abandonada, […]
Deixou de existir o minúsculo enclave designado por forte português de São João Baptista de Ajudá, “Diário de Notícias”, Funchal, 2 de agosto de 1961, p. 1, ilha da Madeira.
Afronta grave: deixou de existir o minúsculo enclave designado por forte português de São João Baptista de Ajudá a que o seu Residente e Secretário lançaram fogo no cumprimento do seu dever. Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 2 de agosto de 1961, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Museé d’Histoire de Ouidah, antigo Porto Novo, Ouidah, Benin. A construção do inicial forte de São João Baptista de Ajudá, em Ouidah, antigo Porto Novo, data do final do século XVII, por determinação de D. Pedro II (1648-1706), 1680 a […]
Fernando Pinto Coelho em Lisboa, 22 de dezembro de 1929, Portugal.
Fernando Pinto Coelho (1912-1999). Pormenor da fotografia Setimanistas do liceu do Funchal com o cónego Homem de Gouveia em Lisboa, em 1929 Fhoto J. Fernandes, Lisboa, Rua do Loreto, 43, 1º, Carlos Rodrigues, 22 de dezembro de 1929. Antiga coleção superintendente-chefe Nuno Homem da Costa doada ao Núcleo Museológico Lyceu do Funchal, ilha da Madeira. Fernando Pinto Coelho (Funchal, 18 abr. 1912; Coimbra, 6 dez. 1999), filho de Augusto Pinto Coelho e Maria Lídia Costa Pinto Coelho, licenciou-se e doutorou-se pela Universidade de Coimbra. Frequentou estágios em Inglaterra e tornou-se professor catedrático de Química. Durante a sua carreira académica, desempenhou […]
Fernando Homem da Costa em Lisboa, 22 de dezembro de 1929, Portugal.
Fernando Homem da Costa (1911-1997). Pormenor da fotografia Setimanistas do liceu do Funchal com o cónego Homem de Gouveia em Lisboa, em 1929 Fhoto J. Fernandes, Lisboa, Rua do Loreto, 43, 1º, Carlos Rodrigues, 22 de dezembro de 1929. Antiga coleção superintendente-chefe Nuno Homem da Costa doada ao Núcleo Museológico Lyceu do Funchal, ilha da Madeira. Fernando Homem da Costa (Funchal, 24 fev. 1911; idem, 1 jul. 1997). Oficial do Exército, desempenhou uma longa comissão de serviço em Macau, de 1938 a 1946, aí permanecendo assim durante a 2.ª Grande Guerra. Regressado a Portugal, fixaria residência na Madeira, desempenhando sucessivos […]
Cónego Homem de Gouveia com os setimanistas do liceu do Funchal em Lisboa, em 1929, Portugal
Cónego Homem de Gouveia (1869-1961). Pormenor da fotografia Setimanistas do liceu do Funchal em Lisboa, em 1929 Fhoto J. Fernandes, Lisboa, Rua do Loreto, 43, 1º, Carlos Rodrigues, 22 de dezembro de 1929. Antiga coleção superintendente-chefe Nuno Homem da Costa doada ao Núcleo Museológico Lyceu do Funchal, ilha da Madeira. António Homem de Gouveia (Ponta do Pargo, 15 dez. 1869; Funchal, 29 jul. 1961) era filho da António Homem de Gouveia e Josefina Maria de Gouveia, frequentou o Seminário Diocesano e ordenou-se presbítero a 23 de setembro de 1893. Exerceu funções em várias paróquias, iniciando a sua carreira eclesiástica como […]
Setimanistas do liceu do Funchal com o cónego Homem de Gouveia, Lisboa, 1929, Portugal.
Setimanistas do liceu do Funchal com o cónego Homem de Gouveia (1869-1961). Entre os alunos, o sobrinho, depois coronel Fernando Homem da Costa (1911-1997) Fhoto J. Fernandes, Lisboa, Rua do Loreto, 43, 1º, Carlos Rodrigues, 22 de dezembro de 1929. Antiga coleção superintendente-chefe Nuno Homem da Costa doada ao Núcleo Museológico Lyceu do Funchal, ilha da Madeira. António Homem de Gouveia (Ponta do Pargo, 15 dez. 1869; Funchal, 29 jul. 1961) era filho da António Homem de Gouveia e Josefina Maria de Gouveia, frequentou o Seminário Diocesano e ordenou-se presbítero a 23 de setembro de 1893. Exerceu funções em várias […]
Cónego Homem de Gouveia, o seu funeral, “Diário de Notícias”, 31 de julho de 1961, p. 3 ,ilha da Madeira.
Cónego Homem de Gouveia, o seu funeral (1869-1961). Celebrou as exéquias o cónego Manuel Francisco Camacho (1877-1970) e levou o luto, o sobrinho coronel Fernando Homem da Costa (1911-1997) Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 31 de julho de 1961, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. António Homem de Gouveia (Ponta do Pargo, 15 dez. 1869; Funchal, 29 jul. 1961) era filho da António Homem de Gouveia e Josefina Maria de Gouveia, frequentou o Seminário Diocesano e ordenou-se presbítero a 23 de setembro de 1893. Exerceu funções em várias […]
Cónego Homem de Gouveia, funeral, Diário de Notícias, 31 de julho de 1961, p. 1 ,ilha da Madeira.
Cónego Homem de Gouveia, funeral (1869-1961). Celebrou as exéquias o cónego Manuel Francisco Camacho (1877-1970) e levou o luto, o sobrinho coronel Fernando Homem da Costa (1911-1997) Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 31 de julho de 1961, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. António Homem de Gouveia (Ponta do Pargo, 15 dez. 1869; Funchal, 29 jul. 1961) era filho da António Homem de Gouveia e Josefina Maria de Gouveia, frequentou o Seminário Diocesano e ordenou-se presbítero a 23 de setembro de 1893. Exerceu funções em várias paróquias, iniciando […]
Legião Portuguesa, novo comandante, tenente-coronel Eleutério Valeriano Melim, Diário de Notícias, Funchal, 31 de julho de 1961, p. 1, ilha da Madeira.
Legião Portuguesa, novo comandante Tenente-coronel Eleutério Valeriano Melim (1921-2000). Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 31 de julho de 1961, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. O tenente-coronel Eleutério Valeriano Melim (Santa Cruz, 14 abr. 1921; Funchal, 15 set. 2000) substituiu o coronel Eduardo António dos Santos Pereira (Funchal, 18 jul. 1890; Lisboa, 24 jul. 1966)
Homenagem ao Coronel Eduardo António dos Santos Pereira, Diário de Notícias, Funchal, 31 de julho de 1961, p. 3, ilha da Madeira.
Homenagem ao Coronel Eduardo António dos Santos Pereira (1890-1966). Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 31 de julho de 1961, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Eduardo António dos Santos Pereira (Funchal, 18 jul. 1890; Lisboa, 24 jul. 1966) substituído então pelo tenente-coronel Eleutério Valeriano Melim (Santa Cruz, 14 abr. 1921).
Significativa homenagem ao Coronel Eduardo António dos Santos Pereira, Diário de Notícias, Funchal, 31 de julho de 1961, p. 1, ilha da Madeira.
Significativa homenagem ao Coronel Eduardo António dos Santos Pereira que desde 1937, comandava a legião Portuguesa (1890-1966). Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 31 de julho de 1961, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Eduardo António dos Santos Pereira (Funchal, 18 jul. 1890; Lisboa, 24 jul. 1966) substituído então pelo tenente-coronel Eleutério Valeriano Melim (Santa Cruz, 14 abr. 1921).
Exposição de pintura de Danilo Gouveia, Diário de Notícias, Funchal, 2 de agosto de 1961, p. 1, ilha da Madeira
Exposição de pintura de Danilo (1940-2000) Aberta no salão nobre do Teatro Municipal do Funchal com todas as principais autoridades do distrito do Funchal Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 2 de agosto de 1961, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Danilo Gouveia (1940-2000) nasceu a 12 de janeiro de 1940, no Funchal, ilha da Madeira. Fez o 7º ano do liceu do Funchal. Estudou pintura e música na Academia de Música e Belas Artes da Madeira. Estudou pintura em Lisboa e Porto. Foi desenhador topográfico, gráfico, jornalista, impressor […]
Apresentação do livro João Inocêncio Camacho de Freitas, Governador e Capitão do porto do Funchal, pelo vice-reitor da UMa, 20 de novembro de 2017, ilha da Madeira
Apresentação do livro João Inocêncio Camacho de Freitas, Governador e Capitão do porto do Funchal, Livro de João Abel de Freitas (1942-), Ed. Colibri, maio de 2017. Dr. Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional, Sílvio Fernandes, vice-reitor da Universidade e José Lino Tranquada Gomes, presidente da Assembleia Regional Lançamento na Reitoria da Universidade da Madeira, com apresentação do Dr. Marcelino de Castro (1964-), a 20 de novembro de 2017. João Inocêncio Camacho de Freitas (Ribeira Brava, 19 fev. 1899; Lisboa, 1 jul. 1969). Filho de António Freitas júnior e de Eulália Camacho de Freitas, cursou a Escola Naval, dedicando-se à […]
Chegada do tenente-coronel Carlos de Azeredo como Comandante Militar da Madeira, “Diário de Notícias”, Funchal, 4 de maio de 1974, p. 1, ilha da Madeira
No Governo Militar da Madeira o Comandante Militar teve ontem a sua primeira reunião com os representantes dos órgãos de informação local O tenente-coronel Carlos de Azeredo (1930-2021) chegara a 3 de maio de manhã e era acompanhado pelo major José Manuel Faria Leal (1936-2015), como chefe do estado-maior. Na conferência de imprensa sentaram-se depois também os dois capitães envolvidos no frustrado pronunciamento das Caldas da Rainha, Antero Ribeiro da Silva (1945-) e José Manuel Reboredo Coutinho Viana (1946-), tal como os dois capitães do quartel-general Câmara Rodrigues e Freitas Brasão, oriundos do serviço geral e naturais da ilha da […]
Reunião da Junta Geral para aquisição do Palácio da Encarnação à Diocese, in “Diário de Notícias”, Funchal, 15 de agosto de 1930, p. 1, ilha da Madeira.
O Palácio da Encarnação e a Junta Geral Reunião da Junta Geral para aquisição do Palácio à Diocese, in Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 15 de agosto de 1930, p. 1. Seminário da Encarnação / Palácio da Junta Geral, 1909 a 1927 (c.). Rua de Santa Luzia, Funchal, ilha da Madeira Em 1905, o Estado Português cedeu provisoriamente, à Diocese do Funchal, o extinto Convento de Nossa Senhora da Encarnação, para ali ser instituído o novo seminário diocesano. O bispo D. Manuel Agostinho Barreto (1835-1911) mandou demolir o antigo convento, sem que o decreto de concessão […]
Reunião da Junta Geral para apoio à transferência do Hospital da Misericórdia para os Marmeleiros, in “Diário de Notícias”, Funchal, 15 de agosto de 1930, p. 1, ilha da Madeira.
Mudança do Hospital para os Marmeleiros Reunião da Junta Geral para apoio à transferência do Hospital da Misericórdia para os Marmeleiros, in Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 14 de agosto de 1930, p. 1. Funchal, ilha da Madeira Construção da Sociedade dos Sanatórios da Madeira, de 1905, acabou por receber em meados do século, por 1930 a 1934, o antigo Hospital de Santa Isabel da Santa Casa da Misericórdia do Funchal, sendo sucessivamente aumentado.
Reunião da Junta Geral para aquisição do Palácio da Encarnação à Diocese, in “Diário de Notícias”, Funchal, 14 de agosto de 1930, p. 1, ilha da Madeira.
Uma Questão de Momento: O Palácio da Encarnação A Junta Geral do Distrito vai ocupar-se na sua sessão de hoje deste importante problema. Todos os Madeirenses devem desejar que lhe seja dada uma solução justa e inteligente. Reunião da Junta Geral para aquisição do Palácio à Diocese, in Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 14 de agosto de 1930, p. 1. Seminário da Encarnação / Palácio da Junta Geral, 1909 a 1927 (c.). Rua de Santa Luzia, Funchal, ilha da Madeira Em 1905, o Estado Português cedeu provisoriamente, à Diocese do Funchal, o extinto Convento de Nossa […]
Reunião da Junta Geral para aquisição do Palácio da Encarnação à Diocese, in “Diário da Madeira”, Funchal, 15 de agosto de 1930, p. 1, ilha da Madeira.
O Palácio da Encarnação Reunião da Junta Geral para aquisição do Palácio à Diocese, in Diário da Madeira, direção de João dos Reis Gomes (1869-1950), Funchal, 15 de agosto de 1930, p. 1. Seminário da Encarnação / Palácio da Junta Geral, 1909 a 1927 (c.). Rua de Santa Luzia, Funchal, ilha da Madeira Em 1905, o Estado Português cedeu provisoriamente, à Diocese do Funchal, o extinto Convento de Nossa Senhora da Encarnação, para ali ser instituído o novo seminário diocesano. O bispo D. Manuel Agostinho Barreto (1835-1911) mandou demolir o antigo convento, sem que o decreto de concessão lhe desse […]
Divulgação do “Documento dos Nove” ou “Documento Melo Antunes”, O Jornal, Lisboa, 8 a 14 de agosto de 1975, Portugal
Divulgação do “Documento dos Nove” ou “Documento Melo Antunes” Tentativa de saída para a Revolução. “Moderados” do MFA tomam posição de força Melo Antunes (1933-1999), Vasco Lourenço (1942-), Vítor Crespo (1932-2014) e Vítor Alves (1935-2011) O Jornal, direção de Joaquim Letria (1943-), Lisboa, 8 a 14 de agosto de 1975, Portugal A adesão da Madeira foi feita por comunicação da Comissão de Dinamização Regional ou Grupo Dinamizador do Comando Territorial Independente da Madeira após Assembleia de Delegados Regional, logo publicada como As Forças Armadas e Militarizadas da Madeira aderem ao “Documento Melo Antunes”, pub. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim […]
Esclarecimento sobre a carta aberta ao Capitão Carita publicada no “Diário da Madeira”, “Jornal da Madeira”, Funchal, 29 de agosto de 1975, p. 4, ilha da Madeira.
Comando Militar esclarece “Diário da Madeira” Carta aberta ao Senhor Capitão Carita sobre a distribuição das águas do Poço da Corrida, no Estreito de Câmara de Lobos, aberto pela operação Semilha Nova nos finais de junho desse ano de 1975,que colocavam em oposição o padre Mário Tavares (1934-2020) e o Dr. Castro Jorge (1913-2004). Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 29 de agosto de 1975, p. 4. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. O padre Mário Tavares Figueira (Estreito de Câmara de Lobos, 24 jul. 1934; Funchal, hospital Dr. Nélio […]
Atentado bombista na garagem de Helmut Winkelmayer, Jornal da Madeira, Funchal, 13 de agosto de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Na madrugada de ontem explodiram dois petardos numa garagem Garagem da Quinta Avista Navios, a São Martinho, onde habitava o cidadão austríaco Helmut Maria Winkelmayer (c. 1930-1978). Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 13 de agosto de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Helmut Maria Winkelmayer (c. 1930-1978), cidadão austríaco e figura algo incontornável pelo insólito nesses anos no Funchal, que se dedicava ao estudo e à criação de aracnídeos. Nesse ano de 1975, tinha colaborado com montagens fotográficas no livro de António Aragão (1921-2008), Os Bancos […]
As Forças Armadas da Madeira aderem ao “Documento Melo Antunes”, “Jornal da Madeira”, Funchal, 13 de agosto de 1975, p. 12, ilha da Madeira.
As Forças Armadas e Militarizadas da Madeira aderem ao “Documento Melo Antunes” Comunicação da Comissão de Dinamização Regional ou Grupo Dinamizador do Comando Territorial Independente da Madeira após Assembleia de Delegados Regional . Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 13 de agosto de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Major Ernesto Augusto de Melo Antunes (Lisboa, 2 out. 1933-Sintra, 10 ago. 1999). Filho de um militar, viveu parte da adolescência em Angola, ingressando na Escola do Exército em 1953, na arma de Artilharia, sendo colocado, em 1957, como […]
F. L. A. inicia emissões piratas nos Açores, “Jornal da Madeira”, Funchal, 7 de agosto de 1975, p. 12, ilha da Madeira.
F. L. A. inicia emissões piratas nos Açores A intitulada Frente de Libertação dos Açores, a correspondente açoriana da FLAMA, Frente de Libertação da Madeira. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 7 de agosto de 1975, p. 12. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira.
F. L. A. inicia emissões piratas nos Açores, “Jornal da Madeira”, Funchal, 7 de agosto de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
F. L. A. inicia emissões piratas nos Açores A intitulada Frente de Libertação dos Açores, a correspondente açoriana da FLAMA, Frente de Libertação da Madeira. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 7 de agosto de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira.
Madeira: Governo Clandestino na Florida?, Jornal da Madeira, Funchal, 6 de agosto de 1975, p. 12, ilha da Madeira.
Madeira: Governo Clandestino na Florida? Na mesma edição, na p. 1, anunciava-se que a Junta de Planeamento pedira a sua exoneração alegando a “situação local tendente a agudizar-se“, ou seja, o aumento da atividade separatista. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 6 de agosto de 1975, p. 12. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira.
Pedido de exoneração da Junta de Planeamento, “Jornal da Madeira”, Funchal, 6 de agosto de 1975, p. 1, ilha da Madeira
A Junta de Planeamento da Madeira pediu a sua exoneração ao Governo Major José Manuel Faria Leal (1936-2015), ex-padre Paquete de Oliveira (1936-2016), brigadeiro Carlos de Azeredo (1930-2021), Dr. João Abel de Freitas (1942-) e prof. Virgílio Pereira (1941-2021), sala do Comando Militar da Madeira. A Junta alegou a “situação local tendente a agudizar-se“, ou seja, o aumento da atividade separatista. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 6 de agosto de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de […]
Comunicação do Grupo de Dinamização Regional sobre a atividade separatista, 20 de julho de 1975, Jornal da Madeira, Funchal, 30 de junho de 1975, p. 12, ilha da Madeira.
Comunicação do Grupo de Dinamização Regional Comunicação das várias reuniões ocorridas no Comando Territorial Independente da Madeira, essencialmente, perante o recrudescimento da atividade separatista, datado de 20 de julho de 1975. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 30 de junho de 1975, p. 12. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação […]
Material, equipamento e viaturas envolvidas na operação “Semilha Nova” no Estreito de Câmara de Lobos, junho de 1975, Funchal, 2 de julho de 1975, Lisboa, Arquivo do Ministério da Defesa Nacional, Portugal.
Material, equipamento e viaturas envolvidas na operação Semilha Nova Operação ocorrida na sequência dos contactos com o padre Mário Tavares (1934-2020) da paróquia de São Tiago e prometida na sessão de dinamização cultural efetuada no salão paroquial da freguesia das Corticeiras, concelho de Câmara de Lobos a 27 de maio de 1975. Veio a envolver uma companhia operacional a 4 ofs., 5 sargs. e 120 praças em instrução; um esquadrão de Polícia Militar a 2 ofs., 2 sargs. e 66 praças em instrução; uma equipa de dinamização cultural a ação cívica a 5 oficiais, incluindo um médico, um veterinário e […]
Conclusões no aspeto das populações da operação “Semilha Nova” no Estreito de Câmara de Lobos, junho de 1975, Funchal, 2 de julho de 1975, Lisboa, Arquivo do Ministério da Defesa Nacional, Portugal.
Conclusões no aspeto das populações da operação Semilha Nova Operação ocorrida na sequência dos contactos com o padre Mário Tavares (1934-2020) da paróquia de São Tiago e prometida na sessão de dinamização cultural efetuada no salão paroquial da freguesia das Corticeiras, concelho de Câmara de Lobos a 27 de maio de 1975. Veio a envolver uma companhia operacional a 4 ofs., 5 sargs. e 120 praças em instrução; um esquadrão de Polícia Militar a 2 ofs., 2 sargs. e 66 praças em instrução; uma equipa de dinamização cultural a ação cívica a 5 oficiais, incluindo um médico, um veterinário e […]
Missão, execução e efetivos da operação “Semilha Nova” no Estreito de Câmara de Lobos, junho de 1975, Funchal, 2 de julho de 1975, Lisboa, Arquivo do Ministério da Defesa Nacional, Portugal.
Missão, execução e efetivos da operação Semilha Nova Uma companhia operacional a 4 ofs., 5 sargs. e 120 praças em instrução; um esquadrão de Polícia Militar a 2 ofs., 2 sargs. e 66 praças em instrução; uma equipa de dinamização cultural a ação cívica a 5 oficiais, incluindo um médico, um veterinário e um engenheiro, um sargento e uma praça, para além de técnicos da Junta Geral, viaturas, etc. Operação ocorrida na sequência dos contactos com o padre Mário Tavares (1934-2020) da paróquia de São Tiago e operação prometida na sessão de dinamização cultural efetuada no salão paroquial da freguesia das […]
Envio do relatório da operação “Semilha Nova”, 18 e 22 de junho de 1975, Funchal, 2 de julho de 1975, Arquivo do Ministério da Defesa Nacional, Lisboa, Portugal.
Envio da relatório da operação Semilha Nova Operação ocorrida na sequência dos contactos com o padre Mário Tavares (1934-2020) da paróquia de São Tiago e operação prometida na sessão de dinamização cultural efetuada no salão paroquial da freguesia das Corticeiras, concelho de Câmara de Lobos a 27 de maio de 1975. A operação, entretanto, fez correr inúmeros boatos no Funchal e levou a esta conferência de imprensa e, pouco depois, a uma “carta aberta ao Senhor Capitão Carita”, publicada no Diário da Madeira e, novamente, a desmentido do Comando Militar. Ofício 170/75, proc. 3.0.1 de 2 jul. 1975 da Comissão […]
Operação Semilha Nova, 18 e 22 de junho de 1975, “Jornal da Madeira”, Funchal, 27 de junho de 1975, pp. 1 e 6, Arquivo do Ministério da Defesa Nacional, Lisboa, Portugal.
Operação Semilha Nova provoca conferência de imprensa no COPMAD Operação ocorrida na sequência dos contactos com o padre Mário Tavares (1934-2020) da paróquia de São Tiago e operação prometida na sessão de dinamização cultural efetuada no salão paroquial da freguesia das Corticeiras, concelho de Câmara de Lobos a 27 de maio de 1975. A operação, entretanto, fez correr inúmeros boatos no Funchal e levou a esta conferência de imprensa e, pouco depois, a uma “carta aberta ao Senhor Capitão Carita”, publicada no Diário da Madeira e, novamente, a desmentido do Comando Militar. Texto de José António Gonçalves (1954-2005), Jornal da […]
General Carlos de Azeredo na sua residência do Porto, agosto 2020, Porto, Portugal.
General Carlos de Azeredo na sua residência do Porto. (1930-2021) Fotografia de Pedro Mar, Correio da Manhã, agosto 2020. Porto, Portugal Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo da antiga aristocracia nortenha e filho do genealogista Francisco Carlos de Azeredo Melo e Leme (1900-1988), cumprira várias comissões de serviço militar no antigo Estado Português da Índia, em Cabinda, em Angola e na Guiné, onde trabalhara com o general António de Spínola (1910-1996). Tendo vindo para o Funchal na sequência da manifestação de 1 de Maio 1974, depois do […]
Operação “Semilha Nova”, “Diário de Notícias”, Funchal, 27 de junho de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Operação Semilha Nova Anúncio da conferência de imprensa no COPMAD depois intitulada “Concretização da aliança Povo/M. F. A. pela ação cívica dos militares” Operação ocorrida na sequência dos contactos com o padre Mário Tavares (1934-2020) da paróquia de São Tiago e operação prometida na sessão de dinamização cultural efetuada no salão paroquial da freguesia das Corticeiras, concelho de Câmara de Lobos, a 27 de maio de 1975. A operação, entretanto, fez correr inúmeros boatos no Funchal e levou a esta conferência de imprensa e, pouco depois, a uma “carta aberta ao Senhor Capitão Carita”, publicada no Diário da Madeira e, […]
Concretização da aliança Povo/M. F. A. pela ação cívica dos militares, a operação “Semilha Nova”, “Diário de Notícias”, Funchal, 27 de junho de 1975, p. 8, ilha da Madeira.
Concretização da aliança Povo/M. F. A. pela ação cívica dos militares A operação Semilha Nova e a conferência de imprensa no COPMAD Operação ocorrida na sequência dos contactos com o padre Mário Tavares (1934-2020) da paróquia de São Tiago e operação prometida na sessão de dinamização cultural efetuada no salão paroquial da freguesia das Corticeiras, concelho de Câmara de Lobos a 27 de maio de 1975. A operação, entretanto, fez correr inúmeros boatos no Funchal e levou a esta conferência de imprensa e, pouco depois, a uma “carta aberta ao Senhor Capitão Carita”, publicada no Diário da Madeira e, novamente, […]
Operação Semilha Nova, 18 e 22 de junho de 1975, “Jornal da Madeira”, Funchal, 27 de junho de 1975, p. 6, ilha da Madeira.
Operação Semilha Nova provoca conferência de imprensa no COPMAD Operação ocorrida na sequência dos contactos com o padre Mário Tavares (1934-2020) da paróquia de São Tiago e operação prometida na sessão de dinamização cultural efetuada no salão paroquial da freguesia das Corticeiras, concelho de Câmara de Lobos a 27 de maio de 1975. A operação, entretanto, fez correr inúmeros boatos no Funchal e levou a esta conferência de imprensa e, pouco depois, a uma “carta aberta ao Senhor Capitão Carita”, publicada no Diário da Madeira e, novamente, a desmentido do Comando Militar. Texto de José António Gonçalves (1954-2005), Jornal da […]
Operação Semilha Nova, 18 e 22 de junho de 1975, “Jornal da Madeira”, Funchal, 27 de junho de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Operação Semilha Nova, 18 e 22 de junho de 1975 Operação ocorrida na sequência dos contactos com o padre Mário Tavares (1934-2020) da paróquia de São Tiago e operação prometida na sessão de dinamização cultural efetuada no salão paroquial da freguesia das Corticeiras, concelho de Câmara de Lobos a 27 de maio de 1975. A operação, entretanto, fez correr inúmeros boatos no Funchal e levou a esta conferência de imprensa e, pouco depois, a uma “carta aberta ao Senhor Capitão Carita”, publicada no Diário da Madeira e, novamente, a desmentido do Comando Militar. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim […]
D. Francisco Santana, Funchal, maio de 1974 , ilha da Madeira.
D. Francisco Santana (1924-1982) Funchal, maio de 1974 Diocese do Funchal, ilha da Madeira. D. Francisco Antunes Santana (Lisboa, 11 out. 1924; Funchal, 5 mar. 1982). Ordenado pelo cardeal D. Manuel Cerejeira (1888-1976), em 29 jun. 1948, veio a desempenhar um interessante trabalho com professor no seminário de Santarém e como pároco em várias freguesias de Lisboa. Diretor nacional do Apostolado do Mar desde 1960, veio a desempenhar funções de operário-monitor dos estaleiros da Lisnave, desde 1969, assim como inúmeras missões fora do país. Foi eleito bispo do Funchal a 18 mar. 1974, recebendo ordenação episcopal a 21 do mesmo […]
Missa dos 50 anos da ordenação episcopal de D. Francisco Santana, Sé do Funchal, 21 de abril de 2025, ilha da Madeira
Missa dos 50 anos da ordenação episcopal de D. Francisco Santana (1924-1982) Sé do Funchal, 21 de abril de 2025 Diocese do Funchal, ilha da Madeira. D. Francisco Antunes Santana (Lisboa, 11 out. 1924; Funchal, 5 mar. 1982). Ordenado pelo cardeal D. Manuel Cerejeira (1888-1976), em 29 jun. 1948, veio a desempenhar um interessante trabalho com professor no seminário de Santarém e como pároco em várias freguesias de Lisboa. Diretor nacional do Apostolado do Mar desde 1960, veio a desempenhar funções de operário-monitor dos estaleiros da Lisnave, desde 1969, assim como inúmeras missões fora do país. Foi eleito bispo do Funchal […]
Comemorações dos 100 anos do nascimento de D. Francisco Santana, Museu de Arte Sacra do Funchal, 11 de outubro 2024, ilha da Madeira.
Comemorações dos 100 anos do nascimento de D. Francisco Santana (1924-1982) 17 e 30, missa solene na Sé; 19 horas, mesa redonda no Museu de Arte Sacra com o cónego João Francisco Dias, Dr. Alberto João Jardim, Dr. João Henrique Silva e Dr. Graça Alves (moderadora). Cartaz de 11 de outubro 2024 com fotografia de maio de 1974. Diocese do Funchal, ilha da Madeira. D. Francisco Antunes Santana (Lisboa, 11 out. 1924; Funchal, 5 mar. 1982). Ordenado pelo cardeal D. Manuel Cerejeira (1888-1976), em 29 jun. 1948, veio a desempenhar um interessante trabalho com professor no seminário de Santarém e […]
Placa da praça D. Francisco Santana, inaugurada a a 5 de março de 1992, Funchal, ilha da Madeira
Placa da praça D. Francisco Santana (1924-1982) Base da estátua de bronze do bispo do Funchal, 77 cm.; de Ricardo Velosa (1947-), 1991, inaugurada a a 5 de março de 1992. Fotografia de 2020. Praça D. Francisco Santana, Funchal, ilha da Madeira. D. Francisco Antunes Santana (Lisboa, 11 out. 1924; Funchal, 5 mar. 1982). Ordenado pelo cardeal D. Manuel Cerejeira (1888-1976), em 29 jun. 1948, veio a desempenhar um interessante trabalho com professor no seminário de Santarém e como pároco em várias freguesias de Lisboa. Diretor nacional do Apostolado do Mar desde 1960, veio a desempenhar funções de operário-monitor dos […]
U. P. M. ocupou uma casa na Rua do Castanheiro, in “Jornal da Madeira”, Funchal, 20 de junho de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
U. P. M. ocupou uma casa, União do Povo da Madeira e a ocupação do antigo solar urbano da Rua do Castanheiro onde tinha funcionado no século anterior o Hospício Princesa Dona Amélia e depois a Comissão Distrital de Assistência Pretendia-se então instalar ali o Infantário Josina Machel (1945-1971), mítica figura da luta anti-colonial em Moçambique e que se casara em 1969 com Samora Machel (1933-1986). Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 20 de junho de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Antigo prédio do morgado António […]
Dezenas de pessoas pediram a libertação do Dr. Castro Jorge, “Diário de Notícias”, Funchal, 17 de maio de 1975, p. 4, ilha da Madeira.
Dezenas de pessoas pediram a libertação do Dr. Castro Jorge, A detenção do Dr. António de Castro Jorge (1913-2004), proprietário do Diário da Madeira, Cesário Nunes, M. Macedo de Faria e Manuel Rodrigues de Jesus ocorrera na sequência da publicação de vários artigos dados como difamatórios e independentistas. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 17 de maio de 1975, p. 4. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Dr. António Vitorino Castro Jorge (Santa Maria Maior, 1913; Funchal, 2004), filho de Luís Jorge e de Josefina António de Castro e […]
Comunicados 27 e 28 do Comando Militar, Diário de Notícias, Funchal, 16 de maio de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Comunicados 27 e 28 do Comando Militar, Detenção de António de Castro Jorge (1913-2004) proprietário do Diário da Madeira, Cesário Nunes, M. Macedo de Faria e Manuel Rodrigues de Jesus na sequência da publicação de vários artigos dados como difamatórios e independentistas. Idem, de José Manuel Figueira César de Barros e José Pedro Figueira Ferraz, que andariam a pintar inscrições nas paredes da baixa do Funchal com alusões à Independência da Madeira e atentatórias do bom nome de cidadãos nacionais. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 16 de maio de 1975, p. 1. Arquivo […]
Populares do Estreito de Câmara de Lobos pedindo a libertação do Dr. Castro Jorge, Jornal da Madeira, Funchal, 17 de maio de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Populares do Estreito de Câmara de Lobos que foram pedir a libertação do Dr. Castro Jorge, (1913-2004). A detenção havia ocorrido na sequência de vários artigos difamatórios e independentistas publicados no Diário da Madeira e objeto de comunicado do Comando Militar da Madeira. A notícia do dia anterior escreve que os populares teriam ido ao G. A. G. 2, mas a imagem é de São Lourenço. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 17 de maio de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Dr. António Vitorino Castro Jorge (Santa […]
Populares do Estreito de Câmara de Lobos foram pedir a libertação do Dr. Castro Jorge, “Jornal da Madeira”, Funchal, 16 de maio de 1975, p. 12, ilha da Madeira.
Numeroso grupo de pessoas do Estreito de Câmara de Lobos foram pedir a libertação do Dr. Castro Jorge, (1913-2004). A detenção havia ocorrido na sequência de vários artigos difamatórios e independentistas publicados no Diário da Madeira e objeto de comunicado do Comando Militar da Madeira. A notícia descreve que os populares teriam ido ao G. A. G. 2, mas os elementos em causa estariam em São Lourenço. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 16 de maio de 1975, p. 12. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Dr. António Vitorino Castro […]
Escultura de Francisco Simões, 1990, leilão “Palácio do Correio Velho”, Lisboa, 9 de julho de 2019, Portugal.
Escultura de Francisco Simões, Mármores vários embrechados, 100 cm.; 112 (com base de madeira pintada). Francisco Simões (1946-), 1990 Catálogo do Palácio do Correio Velho, leilão de Lisboa, 9 de julho de 2019, lote 202, estimado €3,000 – €6,000 e vendido por €3,000,00. Francisco Simões Santos (Porto Brandão, Almada, 1946-) concluiu, em 1965, o curso da Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa e, entre 1967 e 1968, esteve em Itália e em França, como bolseiro. Radicado na Madeira, em 1969, veio a ocupar o lugar de professor da Escola Secundária da Ribeira Brava em 1972 e, no seguinte […]
Escultor Francisco Simões no Funchal, 2019. pub. “Jornal da Madeira”, Funchal, 22 de agosto de 2025, ilha da Madeira.
Escultor Francisco Simões no Funchal, Fotografia de Joana Sousa, 2019. Pub. Jornal da Madeira, Funchal, 22 de agosto de 2025. Quinta da Alegria, São Roque, Funchal, ilha da Madeira. Francisco Simões Santos (Porto Brandão, Almada, 1946-) concluiu, em 1965, o curso da Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa e, entre 1967 e 1968, esteve em Itália e em França, como bolseiro. Radicado na Madeira, em 1969, veio a ocupar o lugar de professor da Escola Secundária da Ribeira Brava em 1972 e, no seguinte ano de 1973, passou a integrar a comissão diretiva do Museu da Quinta das […]
Reunião do Professor Francisco Simões no Porto Santo, “Jornal da Madeira”, 18 de maio de 1975, p. 12, ilha da Madeira.
Reunião do Professor Francisco Simões no Porto Santo, Como delegado M. E. C. para o serviço cívico estudantil e delegado da F. A. O. J. (Fundo de Apoio à Organização Juvenil). Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 18 de maio de 1975, p. 12. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Francisco Simões Santos (Porto Brandão, Almada, 1946-) concluiu, em 1965, o curso da Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa e, entre 1967 e 1968, esteve em Itália e em França, como bolseiro. Radicado na Madeira, em 1969, veio […]
Programa de Dinamização Cultural no Salão Paroquial da freguesia das Corticeiras, Jornal da Madeira, Funchal, 27 de maio de 1975, p. 12, ilha da Madeira
Programa de Dinamização Cultural, Sessão no Salão Paroquial da freguesia das Corticeiras, concelho de Câmara de Lobos a 27 de maio de 1975 pelas 10 horas. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 27 de maio de 1975, p. 12. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças […]
Dinamização Cultural na Camacha, “Jornal da Madeira”, Funchal, 20 de maio de 1975, p. 12, ilha da Madeira
Dinamização Cultural na Camacha, Sessão na Casa do Povo da freguesia da Camacha, concelho de Santa Cruz a 20 de maio de 1975 pelas 18 horas. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 10 de maio de 1975, p. 12. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças […]
Sessão promovida pelas Forças Armadas no adro da igreja de São Roque do Faial para dia 11 de maio, “Jornal da Madeira”, Funchal, 10 de maio de 1975, p. 12, ilha da Madeira
Sessão promovida pelas Forças Armadas, Sessão no Adro da igreja de São Roque do Faial a 11 de maio de 1975 pelas 10 horas e 30 minutos. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 10 de maio de 1975, p. 12. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das […]
Esclarecimento do Programa de Dinamização Cultural nas vésperas das eleições para a “Legislativa”, “Jornal da Madeira”, Funchal, 23 de abril de 1975, p. 3, ilha da Madeira.
Esclarecimento da Comissão Regional de Dinamização Cultural, Eleições para a Legislativa de 25 de abril de 1975. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 23 de abril de 1975, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. As primeiras […]
D. Francisco Antunes Santana, “Jornal da Madeira”, Funchal, 20 de abril de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Um ano ao Serviço do Povo de Deus da Diocese do Funchal. D. Francisco Antunes Santana (1924-1982) Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 20 de abril de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. D. Francisco Antunes Santana (Lisboa, 11 out. 1924; Funchal, 5 mar. 1982). Ordenado pelo cardeal D. Manuel Cerejeira (1888-1976), em 29 jun. 1948, veio a desempenhar um interessante trabalho com professor no seminário de Santarém e como pároco em várias freguesias de Lisboa. Diretor nacional do Apostolado do Mar desde 1960, veio a desempenhar […]
Coronel José Henrique Duarte Mendes, Vendas Novas, fevereiro de 2025, Portugal.
Coronel José Henrique Duarte Mendes . (1947-) Fotografia de Francisco Romão Pereira, Vendas Novas, fevereiro de 2025. Pub. Joana Stichini Vilela, texto, «Duarte Mendes, o capitão de Abril que ganhou o Festival da Canção em 1975: “Passei a vida toda a tentar separar as duas coisas”», in Observador, Lisboa, 15 de fevereiro de 2025. José Henrique Duarte Mendes (Lisboa, 7 ago. 1947-). Educado nas Avenidas Novas de Lisboa e relacionado com o meio musical português, foi igualmente um dos denominados “capitães de Abril“, pela sua intervenção como oficial da Escola Prática de Artilharia de Vendas Novas e envolvimento no Movimento […]
Programa de Dinamização Cultural na área da Camacha e no Sítio do Covão, Estreito de Câmara de Lobos, “Jornal da Madeira”, Funchal, 16 de abril de 1975, p. 10, ilha da Madeira.
Anúncio de duas sessões a 17 de abril de 1975, na área da Camacha, às 9 horas e destinada a professores do ensino básico, onde se projetariam filmes e, às 19 horas, na Levada do Monte, Sítio do Covão, Estreito de Câmara de Lobos. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 16 de abril de 1975, p. 10. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição […]
Notícia de que o cantor e capitão de Abril Duarte Mendes regressara de Estocolmo, “Jornal da Madeira”, Funchal, 25 de março de 1975, p. 14, ilha da Madeira,
Notícia de que o cantor e capitão de Abril Duarte Mendes regressara de Estocolmo. (1947-) Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 25 de março de 1975, p. 14. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. José Henrique Duarte Mendes (Lisboa, 7 ago. 1947-). Educado nas Avenidas Novas de Lisboa e relacionado com o meio musical português, foi igualmente um dos denominados “capitães de Abril“, pela sua intervenção como oficial da Escola Prática de Artilharia de Vendas Novas e envolvimento no Movimento das Forças Armas que derrubou o governo do Estado Novo […]
Notícia da apresentação da llha, «Jovem poesia madeirense» (I), “Jornal da Madeira”, Funchal, 25 de março de 1975, p. 13, ilha da Madeira,
llha, «Jovem poesia madeirense» Anúncio da apresentação no Pátio Artes de Maria Mendonça (1916-1997), hoje Museu de Fotografia da Madeira, pela jornalista Maria Aurora (1939-2010) e coletânea organizada por José António Gonçalves (1954-2005), a 24 de março de 1975. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 25 de março de 1975, p. 13. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Natural da vila do Nordeste, na ilha de São Miguel, Açores, onde nasceu a 16 de fevereiro de 1916, Maria da Trindade Mendonça cedo descobriu os livros e aos 16 anos já escrevia […]
Notícia da apresentação da llha, «Jovem poesia madeirense» (I), “Jornal da Madeira”, Funchal, 25 de março de 1975, p. 1, ilha da Madeira,
llha, «Jovem poesia madeirense» Anúncio da apresentação no Pátio Artes de Maria Mendonça (1916-1997), hoje Museu de Fotografia da Madeira, pela jornalista Maria Aurora (1939-2010) e coletânea organizada por José António Gonçalves (1954-2005), a 24 de março de 1975. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 25 de março de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Natural da vila do Nordeste, na ilha de São Miguel, Açores, onde nasceu a 16 de fevereiro de 1916, Maria da Trindade Mendonça cedo descobriu os livros e aos 16 anos já escrevia […]
Programa de Dinamização Cultural na escola primária do Tanque, na freguesia do Monte, “Jornal da Madeira”, Funchal, 9 de abril de 1975, p. 10, ilha da Madeira.
Programa de Dinamização Cultural, Anúncio da sessão a 10 de abril de 1975 na escola primário do Tanque, na freguesia do Monte, no Funchal, onde se projetaram filmes. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 9 de abril de 1975, p. 10. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento […]
Programa de Dinamização Cultural no Porto Santo, Jornal da Madeira, Funchal, 25 de março de 1975, p. 13, ilha da Madeira.
Programa de Dinamização Cultural, Anúncio da sessão de 25 de março de 1975 no cinema da Vila Baleira, ilha do Porto Santo, onde se projetaram filmes. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 25 de março de 1975, p. 13. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças […]
Moeda de um tostão, 100 réis, D. Manuel I, Casa da Moeda de Lisboa, 1500 (c.), Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Moeda de um tostão, 100 réis. Prata, cunhagem manual, 28 mm. D. Manuel I (1495-1521), 1500 (c.). Casa da Moeda de Lisboa, 1500 (c.). Museu Carlos Machado (MCM08254), Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O Tostão apareceu em Portugal no reinado de D. Manuel I (1495-1521), com o valor de 100 Réis, e perdurou ao longo dos tempos, variando no seu peso e módulo, sendo conhecido no período da República pelo valor facial, 10 Centavos. O nome “Tostão” surge do estrangeiro, sendo a palavra portuguesa originária da palavra francesa, “Teston“, e italiana, “Testone“, palavras que acarretam na sua interpretação […]
Lapinha do Caseiro, Francisco Ferreira, “o Caseiro”, 1890 a 1920 (c.), Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava, ilha da Madeira.
Lapinha do Caseiro. Francisco Ferreira (1848-1931), 1890 a 1920 (c.) Museu Etnográfico da Madeira (MEM), 15 dez. 2025 (trabalho de remontagem iniciado em 2021. Ribeira Brava, ilha da Madeira A mais célebre lapinha da Madeira teria sido a do Caseiro do Monte. Francisco Ferreira (1848-1931), por alcunha “o Caseiro”, dado ter sido caseiro das freiras de Santa Clara, construiu ele próprio a sua lapinha, em madeira entalhada a canivete e depois pintada com tintas que o próprio fabricava, tendo esculpido as suas primeiras imagens aos 14 anos de idade. Viria a casar com Maria Augusta Fernandes (1851-1937), natural da Calheta, […]
São Roque, escultura de oficina continental, 1790 (c.), igreja matriz de São Roque, Funchal, ilha da Madeira.
São Roque. Madeira esculpida, estofada, dourada e policromada de oficina continental, 1790 (c.) Fotografia da Paróquia de 2019 Limpeza e reabilitação Isopo – Conservação e Restauro de Obras de Arte, Lda.. Retábulo-mor da igreja matriz de São Roque. Caminho da Igreja Nova 14, Funchal, ilha da Madeira Igreja reformada pelo engenheiro e mestre das obras reais João António Vila Vicêncio (c. 1720-1796) de colaboração com o mestre entalhador Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833), que lhe sucede como mestre das obras reais, construção datada de 1802. Cronologia da freguesia e paróquia: 1579, 3 mar. – alvará régio para o bispo D. […]
Escuteiros no adro da igreja matriz de São Roque do Funchal, António Vila Vicêncio, 1790 a 1802, Funchal, ilha da Madeira
Escuteiros no adro da igreja matriz de São Roque do Funchal. Campanha de reforma António Vila Vicêncio (c. 1720-1796) e de Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833), 1790 a 1802, Fotografia do Jornal da Madeira, 10 de março de 2019 Celebração dos 440 anos da fundação da paróquia e freguesia de S. Roque do Funchal com a colaboração do agrupamento de escuteiros de S. Roque. São Roque, Funchal, ilha da Madeira. Reforma do engenheiro e mestre das obras reais João António Vila Vicêncio (c. 1720-1796) de colaboração com o mestre entalhador Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833), que lhe sucede como mestre […]
Igreja da Quinta do Lorde, dezembro 2025, Caniçal, ilha da Madeira.
Igreja da Quinta do Lorde . Projeto coordenado por José António Paradela (1937-2023), 2007 (c.) e seguintes Fotografia de 12 de dezembro 2025. Quinta do Lorde, Caniçal, ilha da Madeira. José António Bóia Paradela (Ílhavo, 30 out. 1937-idem, 21 fev. 2023), serralheiro civil e embarcadiço na pesca do bacalhau até aos 18 anos, foi depois arquiteto e bolseiro da Gulbenkian, assinando por vezes os seus textos como Ábio de Lápara, tendo trabalhado na Madeira onde foi coordenador do Plano de Ordenamento Territorial da Região Autónoma da Madeira (POTRAM), tendo sido autor da reformulação do Four Views Baía, antigo Hotel São […]
Carreiros e carros de cesto do Monte aguardando os turistas, 1990 (c.), Monte, Funchal, ilha da Madeira.
Carreiros e carros de cesto do Monte aguardando os turistas. Antiga entrada do Grande Hotel Belmonte, reforma de 1915 a 1916 e seguintes. Fotografia de 1990 (c.). Monte, Funchal, ilha da Madeira. Veículo de arrasto, de fabrico artesanal, em forma de caixa aberta retangular, com assento para duas pessoas, construído em vimes cruzados entre si, sobre duas soleiras de til. Na parte frontal ficam presas as cordas ou carreiras delgadas destinadas a dirigi-lo. O assento, com encosto, é almofadado e forrado com tecido florido. Crê-se que terão sido uma adaptação das pequenas corsas de madeira, utilizadas antigamente no transporte de […]
Igreja do Espírito Santo e Misericórdia de Vila Franca do Campo, 1786, Vila Franca do Campo, São Miguel, Açores.
Igreja do Espírito Santo e Misericórdia de Vila Franca do Campo. Portal datado de 1786. Fotografia de 2020. Vila Franca do Campo, São Miguel, Açores. Conjunto inicialmente levantado nos finais do século XV, tendo sido o primeiro edifício hospitalar dos Açores. Destruído pelo terramoto de 1522, veio a ter obras de reconstrução, consolidação e reformulação ao longo dos séculos seguintes. A Igreja é dedicada ao Espírito Santo, possuindo uma imagem do Senhor da Pedra, de grande devoção, datável dos finais do século XVI.
A Madeira é a região mais rica do País em literatura épica, Diário de Notícias, Funchal, 12 de dezembro de 2025, ilha da Madeira,
A Madeira é a região mais rica do País em literatura épica Notícia da apresentação no Funchal da Insulana de Manuel Tomás (1585-1665) pelo professor José Carlos Seabra Pereira Reedição da obra dedicada a Joam Gonçalves da Câmara (Lisboa, 1590-idem, Sacramento, 27 mar 1656), 4.º conde de Vila Nova da Calheta, pub. Joam Mevresio, Antuérpia, 1635. A primeira apresentação ocorreu no Fólio Festival Literário Internacional de Óbidos, Auditório Municipal Casa da Música, a 17 de outubro de 2025, com Annabela Rita, Cristina Trindade, Luísa Paolinelli, Rui Carita e Natércia, Eugénio Perregil, in Diário de Notícias, Funchal, 12 de dezembro de […]
Apresentação da Insulana de Manuel Tomás, Antuérpia, 1635, Casa da Música de Óbidos, 17 de outubro de 2025, Portugal
Apresentação da Insulana de Manuel Tomás (1585-1665) Reedição da obra dedicada a Joam Gonçalves da Câmara (Lisboa, 1590-idem, Sacramento, 27 mar 1656), 4.º conde de Vila Nova da Calheta, pub. Joam Mevresio, Antuérpia, 1635. Apresentação de Annabela Rita, Cristina Trindade, Luísa Paolinelli. Rui Carita e Natércia, presença de João Carita Rui Carita, “Introdução à Insulana de Manuel Tomás: O poeta Manuel Tomás e a Madeira do seu tempo”, pp. 40-55 Fólio Festival Literário Internacional de Óbidos, Auditório Municipal Casa da Música, fotografia de 17 de outubro de 2025, Portugal. Manuel Tomás (Guimarães, 10 abr. 1585; Funchal, idem, 1665). Filho do […]
Exposição “muitas vidas, um coração”, João Carlos Abreu 90 anos, Funchal, 5 de dezembro de 2025, ilha da Madeira.
Muitas vidas, um coração João Carlos Abreu 90 anos (1935; ) Exposição na Reitoria da Universidade da Madeira. Fotografia da Assembleia Legislativa Regional, 5 de dezembro de 2025. Funchal, ilha da Madeira. João Carlos Abreu (Funchal, Zona Velha, 5 dez. 1935; ), empresário da restauração com o mítico restaurante A Romana, no Largo do Corpo Santo, na então Zona Velha, depois secretário regional de Turismo e Cultura ao longo de 23 anos, entre 1985 e 2007, tornar-se-ia um personagem incontornável da cultura madeirense e abriria depois uma fundação como o seu Universo de Memórias, hoje Centro Cívico de São Pedro, […]
Exposição “muitas vidas, um coração”, João Carlos Abreu 90 anos, Funchal, 5 de dezembro de 2025, ilha da Madeira.
Muitas vidas, um coração João Carlos Abreu 90 anos (1935; ) Convite para exposição na Reitoria da Universidade da Madeira, 5 de dezembro de 2025. Funchal, ilha da Madeira. João Carlos Abreu (Funchal, Zona Velha, 5 dez. 1935; ), empresário da restauração com o mítico restaurante A Romana, no Largo do Corpo Santo, na então Zona Velha, depois secretário regional de Turismo e Cultura ao longo de 23 anos, entre 1985 e 2007, tornar-se-ia um personagem incontornável da cultura madeirense e abriria depois uma fundação como o seu Universo de Memórias, hoje Centro Cívico de São Pedro, onde depositou os […]
João Carlos Abreu aos 90 anos, Funchal, 5 de dezembro de 2025, ilha da Madeira.
João Carlos Abreu aos 90 anos (1935; ) Fotografia de dezembro de 2025. Funchal, ilha da Madeira. João Carlos Abreu (Funchal, Zona Velha, 5 dez. 1935; ), empresário da restauração com o mítico restaurante A Romana, no Largo do Corpo Santo, na então Zona Velha, depois secretário regional de Turismo e Cultura ao longo de 23 anos, entre 1985 e 2007, tornar-se-ia um personagem incontornável da cultura madeirense e abriria depois uma fundação como o seu Universo de Memórias, hoje Centro Cívico de São Pedro, onde depositou os seus arquivos. Para assinalar a data dos 90 anos foi inaugurada a […]
Rancho de romeiros de São Miguel, março de 2023, ilha de São Miguel, Açores
Rancho de romeiros de São Miguel Destaque para o jovem romeiro ao centro com o crucifixo de parede com que abre a romaria, todos levando bordão, terço, lenço e xaile. Fotografia de David Rodrigues, março de 2023. Ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. Catástrofes naturais ocorridas nos séculos XVI e XVII, com destaque nos […]
Traje de romeiro de São Miguel, 2015 (c.), exposição no Auditório Municipal da Povoação, 2 de fevereiro de 2016, ilha de São Miguel, Açores.
Traje de romeiro de São Miguel Execução caseira, 2015 (c.) Exposição itinerante Símbolos Identitários do Romeiros I – Bordões e Cevadeiras Iniciativa do Movimento de Romeiros de São Miguel e produção da Câmara Municipal de Ponta Delgada, dezembro de 2015. Povoação, Centro Cultural, de 27 de janeiro a 2 de fevereiro de 2016. Estiveram em exposição cerca de 100 bordões e cerca de 30 a 40 cevadeiras. Fotografia de Um olhar Povoacense, Centro Cultural e Auditório Municipal da Povoação, 2 de fevereiro de 2016. Câmara de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. De referir que a religiosidade em toda a […]
Trajes de romeiro de São Miguel, 2010 para 2015 (c.), exposição no Auditório Municipal da Povoação, 2 de fevereiro de 2016, ilha de São Miguel, Açores.
Trajes de romeiro de São Miguel Execução caseira, 2010 para 2015 (c.) Exposição itinerante Símbolos Identitários do Romeiros I – Bordões e Cevadeiras Iniciativa do Movimento de Romeiros de São Miguel e produção da Câmara Municipal de Ponta Delgada, dezembro de 2015. Povoação, Centro Cultural, de 27 de janeiro a 2 de fevereiro de 2016. Estiveram em exposição cerca de 100 bordões e cerca de 30 a 40 cevadeiras. Fotografia de Um olhar Povoacense, Centro Cultural e Auditório Municipal da Povoação, 2 de fevereiro de 2016. Câmara de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. De referir que a religiosidade em […]
Romeiro e terço benzido pelo papa Francisco, 2015 (c.), exposição no Auditório Municipal da Povoação, 2 de fevereiro de 2016, ilha de São Miguel, Açores.
Romeiro e terço benzido pelo papa Francisco (Jorge Mário Bergoglio, Buenos Aires, 17 dez. 1936-Roma, Vaticano, 21 de abril de 2025) Os terços dos romeiros de São Miguel (rosários de contas) são feitos com frutos do milho-do-terço ou de contas-de-rosário, nome científico: Coix lacryma-jobi L. Exposição itinerante Símbolos Identitários do Romeiros I – Bordões e Cevadeiras Iniciativa do Movimento de Romeiros de São Miguel e produção da Câmara Municipal de Ponta Delgada, dezembro de 2015. Povoação, Centro Cultural, de 27 de janeiro a 2 de fevereiro de 2016. Estiveram em exposição cerca de 100 bordões e cerca de 30 a 40 […]
Exposição itinerante Símbolos Identitários do Romeiros I – Bordões e Cevadeiras, Centro Cultural e Auditório Municipal da Povoação, 2 de fevereiro de 2016, ilha de São Miguel, Açores.
Exposição itinerante Símbolos Identitários do Romeiros I – Bordões e Cevadeiras Iniciativa do Movimento de Romeiros de São Miguel e produção da Câmara Municipal de Ponta Delgada, dezembro de 2015. Cartaz da edição da Povoação, Centro Cultural, de 27 de janeiro a 2 de fevereiro de 2016. Estiveram em exposição cerca de 100 bordões e cerca de 30 a 40 cevadeiras. Fotografia de Um olhar Povoacense, Centro Cultural e Auditório Municipal da Povoação, 2 de fevereiro de 2016. Câmara de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. De referir que a religiosidade em toda a essência do povo açoriano. Todos os […]
Bordões mais elaborados dos Romeiros de São Miguel, 1950 (c.) e seguintes, exposição itinerante no Auditório Municipal da Povoação, 2 de fevereiro de 2016, Açores
Bordões mais elaborados de romeiro Execução caseira, 1950 (c.) Exposição itinerante Símbolos Identitários do Romeiros I – Bordões e Cevadeiras Iniciativa do Movimento de Romeiros de São Miguel e produção da Câmara Municipal de Ponta Delgada, dezembro de 2015. Povoação, Centro Cultural, de 27 de janeiro a 2 de fevereiro de 2016. Estiveram em exposição cerca de 100 bordões e cerca de 30 a 40 cevadeiras. Fotografia de Um olhar Povoacense, Centro Cultural e Auditório Municipal da Povoação, 2 de fevereiro de 2016. Câmara de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. De referir que a religiosidade em toda a essência […]
Bordões dos Romeiros de São Miguel, 1950 (c.) e seguintes, exposição itinerante no Auditório Municipal da Povoação, 2 de fevereiro de 2016, Açores
Bordões de romeiro Execução caseira, 1950 (c.) Exposição itinerante Símbolos Identitários do Romeiros I – Bordões e Cevadeiras Iniciativa do Movimento de Romeiros de São Miguel e produção da Câmara Municipal de Ponta Delgada, dezembro de 2015. Povoação, Centro Cultural, de 27 de janeiro a 2 de fevereiro de 2016. Estiveram em exposição cerca de 100 bordões e cerca de 30 a 40 cevadeiras. Fotografia de Um olhar Povoacense, Centro Cultural e Auditório Municipal da Povoação, 2 de fevereiro de 2016. Câmara de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. De referir que a religiosidade em toda a essência do povo […]
Cevadeiras dos Romeiros de São Miguel, 1950 (c.), exposição itinerante no Auditório Municipal da Povoação, 2 de fevereiro de 2016, Açores
Cevadeiras dos Romeiros de São Miguel, 1950 (c.), exposição itinerante no Auditório Municipal da Povoação, 2 de fevereiro de 2016, Açores
Cevadeiras Execução caseira, 1950 (c.) Exposição itinerante Símbolos Identitários do Romeiros I – Bordões e Cevadeiras Iniciativa do Movimento de Romeiros de São Miguel e produção da Câmara Municipal de Ponta Delgada, dezembro de 2015. Povoação, Centro Cultural, de 27 de janeiro a 2 de fevereiro de 2016. Estiveram em exposição cerca de 100 bordões e cerca de 30 a 40 cevadeiras. Fotografia de Um olhar Povoacense, Centro Cultural e Auditório Municipal da Povoação, 2 de fevereiro de 2016. Câmara de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. De referir que a religiosidade em toda a essência do povo açoriano. Todos […]
Cevadeiras dos Romeiros de São Miguel, exposição itinerante de 2016, Açores
Cevadeiras Execução caseira, 1950 (c.) Exposição itinerante Símbolos Identitários do Romeiros I – Bordões e Cevadeiras Iniciativa do Movimento de Romeiros de São Miguel e produção da Câmara Municipal de Ponta Delgada, dezembro de 2015. Ribeira Grande, Museu Vivo do Franciscanismo, de 2 a 8 de janeiro de 2016; Ponta Delgada, Coliseu Micaelense, de 10 a 17 de janeiro; Nordeste, Posto de Turismo, de 19 a 25 de janeiro; Povoação, Centro Cultural, de 27 de janeiro a 2 de fevereiro; Vila Franca do Campo, Centro Cultural, de 4 a 10 de fevereiro; Lagoa, Casa da Cultura Carlos César, a partir de […]
Símbolos Identitários do Romeiros I – Bordões e Cevadeiras, cartaz de exposição, Câmara Municipal de Ponta Delgada, versão de Vila Franca do Campo, fevereiro de 2016, Açores
Símbolos Identitários do Romeiros I – Bordões e Cevadeiras Iniciativa do Movimento de Romeiros de São Miguel e produção da Câmara Municipal de Ponta Delgada, dezembro de 2015. Exposição itinerante: Vila Franca do Campo, Centro Cultural, de 5 a 11 de fevereiro; Lagoa, Casa da Cultura Carlos César, a partir de 12 de fevereiro. Estiveram em exposição cerca de 100 bordões e cerca de 30 a 40 cevadeiras. Câmara de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. De referir que a religiosidade em toda a essência do povo açoriano. Todos os anos, ranchos de homens saem à rua para honrar […]
Símbolos Identitários do Romeiros I – Bordões e Cevadeiras, cartaz de exposição, Câmara Municipal de Ponta Delgada, dezembro de 2015, Açores
Símbolos Identitários do Romeiros I – Bordões e Cevadeiras Iniciativa do Movimento de Romeiros de São Miguel e produção da Câmara Municipal de Ponta Delgada, dezembro de 2015. Exposição itinerante: Ribeira Grande, Museu Vivo do Franciscanismo, de 2 a 8 de janeiro de 2016; Ponta Delgada, Coliseu Micaelense, de 10 a 17 de janeiro; Nordeste, Posto de Turismo, de 19 a 25 de janeiro; Povoação, Centro Cultural, de 27 de janeiro a 2 de fevereiro; Vila Franca do Campo, Centro Cultural, de 4 a 10 de fevereiro; Lagoa, Casa da Cultura Carlos César, a partir de 12 de fevereiro. Estiveram […]
Rancho de romeiros de São Miguel, notícia do “Diário Açoriano”, Ponta Delgada, 8 de março de 2025, ilha de São Miguel, Açores
Rancho de romeiros de São Miguel Destaque para o jovem romeiro ao centro com o crucifixo de parede com que abre a romaria, todos levando bordão, terço, lenço e xaile. Fotografia anunciando a saída dos ranchos de romeiros do Diário Açoriano, Ponta Delgada, 8 de março de 2025. Ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. […]
Saída dos romeiros da capela da Lomba do Pomar, 3 de março de 2013, Povoação, ilha de São Miguel, Açores
Saída dos romeiros do Rancho da Povoação da capela da Lomba do Pomar Destaque para o jovem romeiro ao centro, mas sendo o crucifixo de parede com que abre a romaria levado pelo pai, todos com o terço, lenço e xaile. Trata-se, em princípio, de avô, pai e neto, todos romeiros. Fotografia de Um Olhar Povoacense, 3 de março de 2013. Lomba do Pomar, Povoação, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela […]
Varas dos romeiros no adro da capela da Lomba do Pomar, 3 de março de 2013, Povoação, ilha de São Miguel, Açores
Varas dos romeiros do Rancho da Povoação no adro da capela da Lomba do Pomar O bordão não entra como romeiro nas igrejas e capelas, ficando no chão do adro. Fotografia de Um Olhar Povoacense, 3 de março de 2013. Lomba do Pomar, Povoação, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. Catástrofes naturais ocorridas nos […]
Entrada dos romeiros na capela da Lomba do Pomar, 3 de março de 2013, Povoação, ilha de São Miguel, Açores
Entrada dos romeiros do Rancho da Povoação na capela da Lomba do Pomar Destaque para o bordão, que depois não entra nas igrejas e capelas, ficando no chão do adro, o terço, lenço e xaile. Destaque também para as mochilas ditas sacas ou cevadeiras, tapadas com os xailes, pouco percetíveis nas imagens dos romeiros tiradas de frente. Fotografia de Um Olhar Povoacense, 3 de março de 2013. Lomba do Pomar, Povoação, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um […]
Romeiros do Rancho da Povoação a cantar na Lomba do Pomar, 3 de março de 2013, Povoação, ilha de São Miguel, Açores
Entrada dos romeiros do Rancho da Povoação a cantar Destaque para o bordão, que depois não entra nas igrejas e capelas, ficando no chão do adro, o terço, lenço e xaile. Fotografia de Um Olhar Povoacense, 3 de março de 2013. Lomba do Pomar, Povoação, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. Catástrofes naturais ocorridas […]
Romeiros do Rancho da Povoação a cantar na Lomba do Pomar, 3 de março de 2013, Povoação, ilha de São Miguel, Açores
Entrada dos romeiros do Rancho da Povoação a cantar Destaque para o bordão, que depois não entra nas igrejas e capelas, ficando no chão do adro, o terço, lenço e xaile. Fotografia de Um Olhar Povoacense, 3 de março de 2013. Lomba do Pomar, Povoação, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. Catástrofes naturais ocorridas […]
Romeiros do Rancho da Vila do Nordeste, adro da igreja matriz de Nossa Senhora do Rosário, Povoação, 16 de março de 2014, ilha de São Miguel, Açores.
Romeiros do Rancho da Vila do Nordeste Destaque para o bordão, que depois não entra na igreja, ficando no chão do adro, o terço, lenço e xaile. Destaque também para as mochilas ditas sacas ou cevadeiras, tapadas com os xailes, pouco percetíveis nas imagens dos romeiros tiradas de frente Fotografia de Voz Povoacense, 16 de março de 2014. Adro da igreja matriz de Nossa Senhora do Rosário, Praça Velha, Povoação, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno […]
Romeiros do Rancho da Vila do Nordeste, adro da igreja matriz de Nossa Senhora do Rosário, Povoação, 16 de março de 2014, ilha de São Miguel, Açores.
Romeiros do Rancho da Vila do Nordeste Destaque para o bordão, que depois não entra na igreja, ficando no chão do adro, o terço, lenço e xaile Fotografia de Voz Povoacense, 16 de março de 2014. Adro da igreja matriz de Nossa Senhora do Rosário, Praça Velha, Povoação, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. […]
Rancho de romeiros de São Miguel, 17 de fevereiro de 2018, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores
Rancho de romeiros de São Miguel Destaque para o jovem romeiro ao centro com um crucifixo de parede com que abre a romaria, com o terço, lenço e xaile. Destaque também para as identificações pessoais dos romeiros com fotografia e, quase sempre, um pequeno crucifixo de remate de terço. Fotografia de Eduardo Resendes, pub. Açoriano Oriental, Ponta Delgada, 17 de fevereiro de 2018. Ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de […]
Rancho de romeiros de São Miguel na igreja de Jesus Maria e José da Várzea, 4 de abril de 2012, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores
Rancho de romeiros de São Miguel Destaque para o jovem romeiro com um crucifixo de parede com abre a romaria, com o terço, lenço e xaile. Destaque também para as mochilas ditas sacas ou cevadeiras, tapadas com os xailes, pouco percetíveis nas imagens dos romeiros tiradas de frente Adro da igreja matriz de Jesus Maria e José, construção de 1702 a 1704 e reconstrução de 1882 Fotografia de 4 de abril de 2012. Várzea, freguesia dos Ginetes, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita […]
Jovem romeiro do Rancho da Povoação, porta da igreja matriz de Nossa Senhora do Rosário, 17 de fevereiro de 2013, ilha de São Miguel, Açores.
Jovem romeiros de São Miguel do Rancho da Povoação Destaque para o crucifixo de parede com abre a romaria, o terço, lenço e xaile Fotografia de 17 de fevereiro de 2013. Adro da igreja matriz de Nossa Senhora do Rosário Praça Velha, Povoação, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. Catástrofes naturais ocorridas nos séculos […]
Romeiros do Rancho da Povoação, adro da igreja matriz de Nossa Senhora do Rosário, 17 de fevereiro de 2013, ilha de São Miguel, Açores.
Romeiros de São Miguel do Rancho da Povoação Destaque para o bordão, que depois não entra na igreja, ficando no chão do adro, o terço, lenço e xaile Fotografia de 17 de fevereiro de 2013. Adro da igreja matriz de Nossa Senhora do Rosário Praça Velha, Povoação, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. Catástrofes […]
Romeiros do Rancho da Povoação, adro da igreja matriz de Nossa Senhora do Rosário, 17 de fevereiro de 2013, ilha de São Miguel, Açores.
Romeiros de São Miguel do Rancho da Povoação Destaque para o bordão, que depois não entra na igreja, ficando no chão do adro, o terço, lenço e xaile Fotografia de 17 de fevereiro de 2013. Adro da igreja matriz de Nossa Senhora do Rosário Praça Velha, Povoação, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. Catástrofes […]
Jovem romeiro de São Miguel do Rancho da Vila Franca do Campo, 2012, ilha de São Miguel, Açores
Jovem romeiro de São Miguel do Rancho da Vila Franca do Campo Destaque para o terço, lenço e xaile utilizados no início da romagem Fotografia de março de 2012. Vila Franca do Campo, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. Catástrofes naturais ocorridas nos séculos XVI e XVII, com destaque nos terramotos de 1522 e […]
Rancho de romeiros de São Miguel, março de 2018, ilha de São Miguel, Açores.
Rancho de romeiros de São Miguel Destaque para o bordão, terço, lenço e xaile utilizados Fotografia da Agência Ecclesia, março de 2018. Ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. Catástrofes naturais ocorridas nos séculos XVI e XVII, com destaque nos terramotos de 1522 e 1563 e numa das maiores erupções vulcânicas da ilha, em 1630, […]
Romeiro de São Miguel do rancho da Povoação a cantar, Rabo de Peixe, 18 de março de 2012, ilha de São Miguel, Açores
Romeiro de São Miguel do Rancho da Povoação a cantar Destaque para o bordão, terço, lenço e xaile utilizados Fotografia de Joseph Amaral, 18 de março de 2012. Vila de Rabo de Peixe, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. Catástrofes naturais ocorridas nos séculos XVI e XVII, com destaque nos terramotos de 1522 e […]
Romeiros de São Miguel do rancho da Povoação em Rabo de Peixe, 18 de março de 2012, ilha de São Miguel, Açores
Jovem romeiro de São Miguel do Rancho da Povoação com calvário de pousar Destaque para os bordões, terços, lenços e xailes utilizados Fotografia de Joseph Amaral, 18 de março de 2012. Vila de Rabo de Peixe, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. Catástrofes naturais ocorridas nos séculos XVI e XVII, com destaque nos terramotos […]
Romeiros de São Miguel do rancho da Povoação em Rabo de Peixe, 18 de março de 2012, ilha de São Miguel, Açores
Rancho de romeiros de São Miguel da Povoação Destaque para os bordões, terços, lenços e xailes utilizados Fotografia de Joseph Amaral, 18 de março de 2012. Vila de Rabo de Peixe, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. Catástrofes naturais ocorridas nos séculos XVI e XVII, com destaque nos terramotos de 1522 e 1563 e numa […]
Romeiros de São Miguel saindo da “missa da despedida”, 17 de março de 20125, igreja matriz da Madre de Deus, Povoação, ilha de São Miguel, Açores
Rancho de romeiros de São Miguel saindo da missa da despedida Distribuição dos bordões na escada da igreja e destaque para os terços, lenços e xailes utilizados Fotografia de Joseph Amaral, 17 de março de 2012. Igreja matriz da Madre de Deus, Povoação, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. Catástrofes naturais ocorridas nos séculos […]
Jovens romeiros de São Miguel na “missa da despedida”, 7 de março de 2015, igreja da Madre de Deus da Povoação, ilha de São Miguel, Açores
Jovens romeiros de São Miguel na missa da despedida Destaque para os lenços e xailes utilizados Fotografia de Pedro Damião Peres, 7 de março de 2015. Igreja matriz da Madre de Deus, Povoação, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. Catástrofes naturais ocorridas nos séculos XVI e XVII, com destaque nos terramotos de 1522 e […]
Jovem romeiro de São Miguel com crucifixo, 7 de março de 2015, Povoação, ilha de São Miguel, Açores
Jovem romeiro de São Miguel com crucifixo Destaque para o terço, lenço e xaile. Fotografia de Pedro Damião Peres, 7 de março de 2015. Início de peregrinação de rancho de romeiros da Povoação, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. Catástrofes naturais ocorridas nos séculos XVI e XVII, com destaque nos terramotos de 1522 e […]
Início de peregrinação de rancho de romeiros de São Miguel, Povoação, 7 de março de 2015, ilha de São Miguel, Açores
Início de peregrinação de rancho de romeiros de São Miguel Destaque para os bordões, lenços e xailes utilizados pelos homens Fotografia de Pedro Damião Peres, 7 de março de 2015. Povoação, ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. Catástrofes naturais ocorridas nos séculos XVI e XVII, com destaque nos terramotos de 1522 e 1563 e […]
Romeiros de São Miguel, 5 de março de 2025, ilha de São Miguel, Açores
Romeiros de São Miguel com vaca Fotografia de 5 de março de 2025. Ilha de São Miguel, Açores A prática “Romeiros de São Miguel”, também denominada de romarias quaresmais – outrora designada por Visita às Casinhas de Nossa Senhora – constitui um fenómeno etnográfico de grande interesse, pela originalidade de certos elementos que lhe são inerentes, bem como pela sua persistência ao longo dos séculos. Catástrofes naturais ocorridas nos séculos XVI e XVII, com destaque nos terramotos de 1522 e 1563 e numa das maiores erupções vulcânicas da ilha, em 1630, são acontecimentos na origem desta prática. Com a passagem […]
João Gonçalves Zarco, bronze de Francisco Franco, 1927 a 1934, Funchal, ilha da Madeira.
João Gonçalves Zarco. (c. 1390-c. 1471). Bronze, 320 cm. Francisco Franco (1885-1955), 1927 a 1934. Pedestal do Arq. Luís Ribeiro Carvalhosa Cristino da Silva (1896-1976). Estátua que esteve exposta em Lisboa, na avenida da Liberdade em 1928, em gesso, pensamos e, no ano seguinte, na Exposição Ibero-Americana de Sevilha, onde obteve a medalha de ouro. Inaugurada no Funchal, 28 de maio de 1934. Fotografia de Nelson Veríssimo publicada quando da apresentação da reedição da Insulana de Manuel Tomás (1585-1665), pub. Joam Mevresio, Antuérpia, 1635, na Assembleia Legislativa Regional, a 9 de dezembro de 2025. Avenidas Zarco e Dr. Manuel de […]
Cristina Pinheiro na apresentação da Insulana com edição literária de Nelson Veríssimo, Funchal, Assembleia Legislativa Regional, 9 de dezembro de 2025, ilha da Madeira.
Professora doutora Cristina Pinheiro da Universidade da Madeira na apresentação da Insulana De Manuel Tomás (1585-1665) Reedição da obra dedicada a Joam Gonçalves da Câmara (Lisboa, 1590-idem, Sacramento, 27 mar 1656), 4.º conde de Vila Nova da Calheta, pub. Joam Mevresio, Antuérpia, 1635. “Isulana” é um poema épico sobre o descobrimento da Madeira, numa edição literária do historiador Nelson Veríssimo, Imprensa Académica, Funchal, dezembro de 2025. Fotografia de Rui Marote, Assembleia Legislativa Regional, 9 de dezembro de 2025, ilha da Madeira. Manuel Tomás (Guimarães, 10 abr. 1585; Funchal, idem, 1665). Filho do médico Luís Gomes de Medeiros e de D. […]
Rubina Leal na apresentação da Insulana com edição literária de Nelson Veríssimo, Funchal, Assembleia Legislativa Regional, 9 de dezembro de 2025, ilha da Madeira.
Dr.ª Rubina Leal, presidente da Assembleia, na apresentação da Insulana De Manuel Tomás (1585-1665) Mesa com os professores doutores Cristina Pinheiro, Nelson Veríssimo e Thierry Proença dos Santos Reedição da obra dedicada a Joam Gonçalves da Câmara (Lisboa, 1590-idem, Sacramento, 27 mar 1656), 4.º conde de Vila Nova da Calheta, pub. Joam Mevresio, Antuérpia, 1635. “Isulana” é um poema épico sobre o descobrimento da Madeira, numa edição literária do historiador Nelson Veríssimo, Imprensa Académica, Funchal, dezembro de 2025. Fotografia de Rui Marote, Assembleia Legislativa Regional, 9 de dezembro de 2025, ilha da Madeira. Manuel Tomás (Guimarães, 10 abr. 1585; Funchal, […]
Nelson Veríssimo na apresentação da Insulana, Funchal, Assembleia Legislativa Regional, 9 de dezembro de 2025, ilha da Madeira.
Doutor Nelson Veríssimo na apresentação da Insulana De Manuel Tomás (1585-1665) Reedição da obra dedicada a Joam Gonçalves da Câmara (Lisboa, 1590-idem, Sacramento, 27 mar 1656), 4.º conde de Vila Nova da Calheta, pub. Joam Mevresio, Antuérpia, 1635. “Isulana” é um poema épico sobre o descobrimento da Madeira, numa edição literária do historiador Nelson Veríssimo, Imprensa Académica, Funchal, dezembro de 2025. Fotografia de Rui Marote, Assembleia Legislativa Regional, 9 de dezembro de 2025, ilha da Madeira. Nelson Veríssimo nasceu no Funchal em 1955, na freguesia de São Pedro. Doutor em História pela Universidade Nova de Lisboa (1999) e Agregado em […]
Nelson Veríssimo na apresentação da Insulana, Funchal, Assembleia Legislativa Regional, 9 de dezembro de 2025, ilha da Madeira.
Doutor Nelson Veríssimo na apresentação da Insulana De Manuel Tomás (1585-1665) Reedição da obra dedicada a Joam Gonçalves da Câmara (Lisboa, 1590-idem, Sacramento, 27 mar 1656), 4.º conde de Vila Nova da Calheta, pub. Joam Mevresio, Antuérpia, 1635. “Isulana” é um poema épico sobre o descobrimento da Madeira, numa edição literária do historiador Nelson Veríssimo, Imprensa Académica, Funchal, dezembro de 2025. Com Dr.ª Rubina Leal, presidente da Assembleia e Dr. José Manuel Rodrigues, anterior presidente. Fotografia de Rui Marote, Assembleia Legislativa Regional, 9 de dezembro de 2025, ilha da Madeira. Nelson Veríssimo nasceu no Funchal em 1955, na freguesia de […]
Insulana de Manuel Tomás, 1635, edição literária de Nelson Veríssimo, Imprensa Académica, Funchal, 9 de dezembro de 2025, ilha da Madeira.
Insulana De Manuel Tomás (1585-1665) Reedição da obra dedicada a Joam Gonçalves da Câmara (Lisboa, 1590-idem, Sacramento, 27 mar 1656), 4.º conde de Vila Nova da Calheta, pub. Joam Mevresio, Antuérpia, 1635. “Isulana” é um poema épico sobre o descobrimento da Madeira, numa edição literária do historiador Nelson Veríssimo. Imprensa Académica, Funchal, dezembro de 2025. Fotografia de Rui Marote, Assembleia Legislativa, 9 de dezembro de 2025, ilha da Madeira. Manuel Tomás (Guimarães, 10 abr. 1585; Funchal, idem, 1665). Filho do médico Luís Gomes de Medeiros e de D. Gracia Vaz Barbosa, dado como cristão-novo e de um dos ramos da […]
Nelson Veríssimo na apresentação da Insulana, Funchal, Assembleia Legislativa Regional, 9 de dezembro de 2025, ilha da Madeira.
Doutor Nelson Veríssimo na apresentação da Insulana De Manuel Tomás (1585-1665) Reedição da obra dedicada a Joam Gonçalves da Câmara (Lisboa, 1590-idem, Sacramento, 27 mar 1656), 4.º conde de Vila Nova da Calheta, pub. Joam Mevresio, Antuérpia, 1635. “Isulana” é um poema épico sobre o descobrimento da Madeira, numa edição literária do historiador Nelson Veríssimo, Imprensa Académica, Funchal, dezembro de 2025. Fotografia de Rui Marote, Assembleia Legislativa Regional, 9 de dezembro de 2025, ilha da Madeira. Nelson Veríssimo nasceu no Funchal em 1955, na freguesia de São Pedro. Doutor em História pela Universidade Nova de Lisboa (1999) e Agregado em […]
Maria João Almada Cardoso, Funchal, 2020, ilha da Madeira
Arquiteta Maria João Almada Cardoso (1939-2025) Funchal, 2020, ilha da Madeira Maria João de Almada Cardoso (Funchal, 11 mar. 1939; idem, 11 dez. 2025), filha do médico e político Dr. Agostinho Gabriel de Jesus Cardoso (1908-1979) e Dona Maria do Prado Almada, (1912-2015), filha do médico Dr. João Francisco de Almada (1874-1942), foi uma profissional cuja carreira deixou marca significativa na reabilitação patrimonial, no urbanismo e na criação de equipamentos culturais de referência em Portugal continental e na Madeira. Formada em Arquitetura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa em 1973, viria a obter a aprovação profissional no então […]
Entrevista a José Eduardo Franco, Diário de Notícias, Funchal, 1 de dezembro de 2025, ilha da Madeira.
Sair do nosso lugar de conforto permite-nos ganhar mundo e potenciar ideias inovadoras Entrevista com José Eduardo Franco (Machico, 1969; -). João Filipe Pestana in Diário de Notícias, Funchal, 1 de dezembro de 2025, p. 21, ilha da Madeira. Historiador e investigador-coordenador com equiparação a Professor Catedrático da Universidade Aberta, Diretor do Centro de Estudos Globais da Universidade Aberta, Titular da Cátedra UNESCO/CIPSH de Estudos Globais e membro da Academia Portuguesa da História. Tem sido professor-visitante da Université Paris II, Pantheon-Assas e da Universidade Federal de Sergipe, Brasil. Coordena atualmente o programa de doutoramento em Estudos Globais na Universidade Aberta.
Entrevista a José Eduardo Franco, Diário de Notícias, Funchal, 1 de dezembro de 2025, ilha da Madeira.
Sair do nosso lugar de conforto permite-nos ganhar mundo e potenciar ideias inovadoras Entrevista com José Eduardo Franco (Machico, 1969; -). João Filipe Pestana in Diário de Notícias, Funchal, 1 de dezembro de 2025, p. 20, ilha da Madeira. Historiador e investigador-coordenador com equiparação a Professor Catedrático da Universidade Aberta, Diretor do Centro de Estudos Globais da Universidade Aberta, Titular da Cátedra UNESCO/CIPSH de Estudos Globais e membro da Academia Portuguesa da História. Tem sido professor-visitante da Université Paris II, Pantheon-Assas e da Universidade Federal de Sergipe, Brasil. Coordena atualmente o programa de doutoramento em Estudos Globais na Universidade Aberta.
Convite para a apresentação da Insulana de Manuel Tomás, Salão Nobre da Assembleia Legislativa Região, 9 de dezembro de 2025, ilha da Madeira
Convite para a apresentação da Insulana de Manuel Tomás (1585-1665) Reedição da obra dedicada a Joam Gonçalves da Câmara (Lisboa, 1590-idem, Sacramento, 27 mar 1656), 4.º conde de Vila Nova da Calheta, pub. Joam Mevresio, Antuérpia, 1635. “Isulana” é um poema épico sobre o descobrimento da Madeira, numa edição literária do historiador Nelson Veríssimo. Imprensa Académica, Funchal, Salão Nobre da Assembleia Legislativa Região, 9 de dezembro de 2025, ilha da Madeira. Manuel Tomás (Guimarães, 10 abr. 1585; Funchal, idem, 1665). Filho do médico Luís Gomes de Medeiros e de D. Gracia Vaz Barbosa, dado como cristão-novo e de um dos […]
Condecoração do coronel Castro Carneiro com a Ordem da Liberdade, Palácio de Belém, 28 de setembro de 2021, Portugal.
Condecoração do coronel Castro Carneiro com a Ordem da Liberdade (Porto, ago. 1945-) A Ordem da Liberdade é uma ordem honorífica portuguesa, criada a 4 de outubro de 1976, na sequência do 25 de Abril de 1974, que se destina a distinguir serviços relevantes prestados em defesa dos valores da civilização, em prol da dignificação do Homem e à causa da Liberdade, Palácio de Belém, 28 de setembro de 2021, Portugal. José Adelino Mota e Castro Carneiro (Porto, ago. 1945-) entrou para a Academia Militar em 1946 e, em out. 1967 foi promovido a alferes e enviado para Angola, tendo […]
Condecoração do coronel Castro Carneiro com a Ordem da Liberdade, Palácio de Belém, 28 de setembro de 2021, Portugal
Condecoração do coronel Castro Carneiro com a Ordem da Liberdade (Porto, ago. 1945-) A Ordem da Liberdade é uma ordem honorífica portuguesa, criada a 4 de outubro de 1976, na sequência do 25 de Abril de 1974, que se destina a distinguir serviços relevantes prestados em defesa dos valores da civilização, em prol da dignificação do Homem e à causa da Liberdade, Chancelaria das Ordens Honoríficas, A Chanceler, Manuela Ferreira Leite, Palácio de Belém, 28 de setembro de 2021. Pub. Castro Carneiro, Encontro com a minha História, Lisboa, Associação das Conquistas da Revolução, setembro de 2025, p. 227. José Adelino […]
Entrevista do coronel Castro Carneiro, capitão de Abril, ao jornal Expresso, 50 Anos do 25 de Abril, Expresso, 17 de abril de 2024, Portugal
Entrevista do coronel Castro Carneiro, capitão de Abril, ao jornal Expresso (Porto, ago. 1945-) António Manuel Correia, jornalista e Rui Duarte Silva, 50 Anos do 25 de Abril, Expresso, 17 de abril de 2024, Pub. por Castro Carneiro, Encontro com a minha História, Lisboa, Associação das Conquistas da Revolução, setembro de 2025, p. 195. José Adelino Mota e Castro Carneiro (Porto, ago. 1945-) entrou para a Academia Militar em 1946 e, em out. 1967 foi promovido a alferes e enviado para Angola, tendo sido colocado no Luvuei, tendo estado em Ninda, depois denominada de Cus de Judas (1979) pelo médico […]
Encontro com Capitão de Abril Coronel Castro Carneiro, Câmara Municipal de Vouzela, 22 e 23 de abril de 2024, Vouzela, Portugal.
Encontro com Capitão de Abril Coronel Castro Carneiro (Porto, ago. 1945-) Cartaz dos 50 Anos do 25 de Abril, Câmara Municipal de Vouzela, 22 e 23 de abril de 2024, Vouzela, Viseu, Portugal. José Adelino Mota e Castro Carneiro (Porto, ago. 1945-) entrou para a Academia Militar em 1946 e, em out. 1967 foi promovido a alferes e enviado para Angola, tendo sido colocado no Luvuei, tendo estado em Ninda, depois denominada de Cus de Judas (1979) pelo médico António Lobo Antunes (1949-), que ali esteve na companhia que era comandada pelo capitão Ernesto Augusto Melo Antunes (1933-1999). Carneiro, como […]
Assistência na apresentação do “Encontro com a minha História” de Castro Carneiro, Museu Militar do Porto, 3 de outubro de 2025, Portugal
Assistência na apresentação do Encontro com a minha História de Castro Carneiro Obra depois também apresentado na Casa do Alentejo, Lisboa, 6 de novembro de 2025, Associação Conquistas de Abril, Museu Militar do Porto, 3 de outubro de 2025, Portugal. José Adelino Mota e Castro Carneiro (Porto, ago. 1945-) entrou para a Academia Militar em 1946 e, em out. 1967 foi promovido a alferes e enviado para Angola, tendo sido colocado no Luvuei, tendo estado em Ninda, depois denominada de Cus de Judas (1979) pelo médico António Lobo Antunes (1949-), que ali esteve na companhia que era comandada pelo capitão […]
Castro Carneiro na apresentação do seu “Encontro com a minha História”, Museu Militar do Porto, 3 de outubro de 2025, Portugal
Castro Carneiro na apresentação do seu Encontro com a minha História Obra depois também apresentado na Casa do Alentejo, Lisboa, 6 de novembro de 2025, Associação Conquistas de Abril, Museu Militar do Porto, 3 de outubro de 2025, Portugal. José Adelino Mota e Castro Carneiro (Porto, ago. 1945-) entrou para a Academia Militar em 1946 e, em out. 1967 foi promovido a alferes e enviado para Angola, tendo sido colocado no Luvuei, tendo estado em Ninda, depois denominada de Cus de Judas (1979) pelo médico António Lobo Antunes (1949-), que ali esteve na companhia que era comandada pelo capitão Ernesto […]
Convite para a apresentação de “Encontro com a minha História” de Castro Carneiro, Associação Conquistas de Abril, no Museu Militar do Porto, 3 de outubro de 2025, Portugal
Convite para a apresentação de Encontro com a minha História de Castro Carneiro, Fotografia de Egídio Santos e grafismo de João Tiago Silva; depois também apresentado na Casa do Alentejo, Lisboa, 6 de novembro de 2025, Associação Conquistas de Abril, Museu Militar do Porto, 3 de outubro de 2025, Portugal. José Adelino Mota e Castro Carneiro (Porto, ago. 1945-) entrou para a Academia Militar em 1946 e, em out. 1967 foi promovido a alferes e enviado para Angola, tendo sido colocado no Luvuei, tendo estado em Ninda, depois denominada de Cus de Judas (1979) pelo médico António Lobo Antunes (1949-), […]
Mesa da apresentação de “Encontro com a minha História” de Castro Carneiro, Casa do Alentejo, 6 de novembro de 2025, Lisboa, Portugal.
Mesa da apresentação de Encontro com a minha História de Castro Carneiro, Cor. Nuno Santos Silva e major general Jorge Aires da Força Aérea Casa do Alentejo, fotografia de João Carita, 6 de novembro de 2025, Lisboa, Portugal. José Adelino Mota e Castro Carneiro (Porto, ago. 1945-) entrou para a Academia Militar em 1946 e, em out. 1967 foi promovido a alferes e enviado para Angola, tendo sido colocado no Luvuei, tendo estado em Ninda, depois denominada de Cus de Judas (1979) pelo médico António Lobo Antunes (1949-), que ali esteve na companhia que era comandada pelo capitão Ernesto Augusto […]
Mesa da apresentação de “Encontro com a minha História” de Castro Carneiro, Casa do Alentejo, 6 de novembro de 2025, Lisboa, Portugal.
Mesa da apresentação de Encontro com a minha História de Castro Carneiro, Cor. Nuno Santos Silva e major general Jorge Aires da Força Aérea Casa do Alentejo, fotografia de João Carita, 6 de novembro de 2025, Lisboa, Portugal. José Adelino Mota e Castro Carneiro (Porto, ago. 1945-) entrou para a Academia Militar em 1946 e, em out. 1967 foi promovido a alferes e enviado para Angola, tendo sido colocado no Luvuei, tendo estado em Ninda, depois denominada de Cus de Judas (1979) pelo médico António Lobo Antunes (1949-), que ali esteve na companhia que era comandada pelo capitão Ernesto Augusto […]
Mesa da apresentação de “Encontro com a minha História” de Castro Carneiro, Casa do Alentejo, 6 de novembro de 2025, Lisboa, Portugal.
Mesa da apresentação de Encontro com a minha História de Castro Carneiro, Cor. Nuno Santos Silva e major general Jorge Aires da Força Aérea Casa do Alentejo, fotografia de João Carita, 6 de novembro de 2025, Lisboa, Portugal. José Adelino Mota e Castro Carneiro (Porto, ago. 1945-) entrou para a Academia Militar em 1946 e, em out. 1967 foi promovido a alferes e enviado para Angola, tendo sido colocado no Luvuei, tendo estado em Ninda, depois denominada de Cus de Judas (1979) pelo médico António Lobo Antunes (1949-), que ali esteve na companhia que era comandada pelo capitão Ernesto Augusto […]
Mesa da apresentação de “Encontro com a minha História” de Castro Carneiro, Casa do Alentejo, 6 de novembro de 2025, Lisboa, Portugal.
Mesa da apresentação de Encontro com a minha História de Castro Carneiro, Cor. Nuno Santos Silva e major general Jorge Aires da Força Aérea Casa do Alentejo, fotografia de João Carita, 6 de novembro de 2025, Lisboa, Portugal. José Adelino Mota e Castro Carneiro (Porto, ago. 1945-) entrou para a Academia Militar em 1946 e, em out. 1967 foi promovido a alferes e enviado para Angola, tendo sido colocado no Luvuei, tendo estado em Ninda, depois denominada de Cus de Judas (1979) pelo médico António Lobo Antunes (1949-), que ali esteve na companhia que era comandada pelo capitão Ernesto Augusto […]
Convite para a apresentação de “Encontro com a minha História” de Castro Carneiro, Associação Conquistas de Abril, na Casa do Alentejo, Lisboa, 6 de novembro de 2025, Portugal
Convite para a apresentação de Encontro com a minha História de Castro Carneiro, Fotografia de Egídio Santos e grafismo de João Tiago Silva; lançamento no Museu Militar do Porto a 3 de outubro de 2025; Associação Conquistas de Abril, Casa do Alentejo, Lisboa, 6 de novembro de 2025, Portugal. José Adelino Mota e Castro Carneiro (Porto, ago. 1945-) entrou para a Academia Militar em 1946 e, em out. 1967 foi promovido a alferes e enviado para Angola, tendo sido colocado no Luvuei, tendo estado em Ninda, depois denominada de Cus de Judas (1979) pelo médico António Lobo Antunes (1949-), que […]
Encontro com a minha História, Castro Carneiro, Associação Conquistas de Abril, setembro de 2025, Portugal
Castro Carneiro, Encontro com a minha História, Associação Conquistas de Abril, setembro de 2025 Fotografia de Egídio Santos e grafismo de João Tiago Silva Lançamento no Museu Militar do Porto a 3 de outubro de 2025; Casa do Alentejo, Lisboa, 6 de novembro de 2025; José Adelino Mota e Castro Carneiro (Porto, ago. 1945-) entrou para a Academia Militar em 1946 e, em out. 1967 foi promovido a alferes e enviado para Angola, tendo sido colocado no Luvuei, tendo estado em Ninda, depois denominada de Cus de Judas (1979) pelo médico António Lobo Antunes (1949-), que ali esteve na companhia […]
Armas do conde de Canavial, reforma de 1888, antigo solar da Rua da Carreira, Funchal, ilha da Madeira
Brasão de armas do antigo Solar dos condes de Canavial Dr. João da Câmara Leme Homem de Vasconcelos (1829-1902), onde viveu a filha Maria Eugénia Canavial (1863-1945), a família Brito Gomes e que foi adquirido depois pela Ordem dos Advogados, tal como por 2024, por privado para hotel. Alvenaria mista rebocada e pintada, reforma de 1870 (c.) e seguintes, com portão rematado pelas armas de 1888, em mármores esculpido Fotografia de Rui Marote, 2021 (c.). Rua da Carreira, Funchal, ilha da Madeira O Dr. João da Câmara Leme Homem de Vasconcelos (Funchal, 22 jun. 1829-Funchal, 13 fev.1902) era filho de […]
Antigo Solar dos condes de Canavial, reforma de 1870 (c.) e seguintes, Rua da Carreira, Funchal, ilha da Madeira
Antigo Solar dos condes de Canavial Dr. João da Câmara Leme Homem de Vasconcelos (1829-1902), onde viveu a filha Maria Eugénia Canavial (1863-1945), a família Brito Gomes e que foi adquirido depois pela Ordem dos Advogados, tal como por 2024, por privado para hotel. Alvenaria mista rebocada e pintada, reforma de 1870 (c.) e seguintes, com portão rematado pelas armas de 1888, em mármores esculpido Fotografia de Rui Marote, 2021 (c.). Rua da Carreira, Funchal, ilha da Madeira O Dr. João da Câmara Leme Homem de Vasconcelos (Funchal, 22 jun. 1829-Funchal, 13 fev.1902) era filho de António Francisco Câmara Leme […]
Centro de Abate da Região, projeto geral de 2004, sucessivamente aumentado, Santo da Serra, Rochões, Machico, ilha da Madeira.
Centro de Abate da Região. CARAM. Projeto geral de 2004, sucessivamente aumentado Fotografia por drone para o CARAM de 2025. Santo da Serra, Rochões, Machico, ilha da Madeira. Com a instalação do Governo Regional, logo a 26 de novembro de 1974, os matadouros e, muito especialmente, o da Câmara Municipal do Funchal de 1940, do Campo da Barca, que passara, entretanto à tutela da Junta Geral, como Centro de Abate do Distrito Autónomo do Funchal, foram transferidos então para o Santo da Serra, tendo esse novo Centro de Abate da Região tido obras até 2004. Nesse último ano, o antigo […]
O passeio dos patos no Funchal, abril de 2020, Avenida Calouste Gulbenkian, Funchal, ilha da Madeira.
O passeio dos patos no Funchal. Pato-mudo ou pato crioulo, híbrido da variedade Cairina moschata domestica Fotografia de Rui Marote, 14 de abril de 2020. Avenida Calouste Gulbenkian, Funchal, ilha da Madeira.
Nelson Veríssimo, Funchal, dezembro de 2025, ilha da Madeira.
Nelson Veríssimo (1955-) Fotografia da Imprensa Académica na reedição da Insulana, dezembro de 2025, Funchal, ilha da Madeira. Nelson Veríssimo nasceu no Funchal em 1955, na freguesia de São Pedro. Doutor em História pela Universidade Nova de Lisboa (1999) e Agregado em História pela Universidade dos Açores (2013). Professor aposentado da Universidade da Madeira. Fundador e diretor da revista Islenha, do n.º 1 até ao n.º 30 (1987-2002). Autor de livros de História e editor de várias antologias literárias. Publicou ainda dezenas de trabalhos sobre História do Atlântico, Património Cultural, História Cultural e História da Educação em revistas, obras coletivas […]
Insulana de Manuel Tomás, 1635, edição literária de Nelson Veríssimo, Imprensa Académica, Funchal, dezembro de 2025, ilha da Madeira.
Insulana De Manuel Tomás (1585-1665) Reedição da obra dedicada a Joam Gonçalves da Câmara (Lisboa, 1590-idem, Sacramento, 27 mar 1656), 4.º conde de Vila Nova da Calheta, pub. Joam Mevresio, Antuérpia, 1635. “Isulana” é um poema épico sobre o descobrimento da Madeira, numa edição literária do historiador Nelson Veríssimo. Imprensa Académica, Funchal, dezembro de 2025, ilha da Madeira. Manuel Tomás (Guimarães, 10 abr. 1585; Funchal, idem, 1665). Filho do médico Luís Gomes de Medeiros e de D. Gracia Vaz Barbosa, dado como cristão-novo e de um dos ramos da família Abravanel, tendo os irmãos se radicado, entretanto, em Amesterdão, aparece […]
Rua do Estanco Velho, 2025, Funchal, ilha da Madeira.
Rua do Estanco Velho. Placa toponímica com gralha, 2025 Prédio com janelas ao gosto manuelino, 1580 (c.) e com reforma de 1640 a 1680. Fotografia de Rui Marote, Funchal Notícias, 2025. Rua do Estanco Velho, Funchal, ilha da Madeira. A Rua do Estanco Velho deve o seu nome a um interessante prédio onde funcionou, em princípio, o Estanco do Tabaco pelos meados do século XVII, cujo contrato, por sete anos, para o reino, ilhas e mais conquistas, exceto Índia, Brasil e lugares de África, tem a data de 16 maio 1650 e ao qual se encontrava ligado o intérprete dos […]
Antiga fábrica de vimes da Rua de Santa Maria, 1900 (c.) e seguintes, Funchal, ilha da Madeira
Antiga quinta torreada Campanha de 1900 (c.) e seguintes. Provável propriedade da família Ferraz depois utilizada para fábrica e arrecadação de vimes e outro artesanato. Fotografia de Rui Marote, “Nova unidade hoteleira vai surgir na zona velha do Funchal”, Funchal Notícias, 16 de junho de 2024. Rua de Santa Maria n.º 257, Funchal, ilha da Madeira. O grupo hoteleiro “The Old Town” vai criar uma unidade hoteleira na zona velha da cidade do Funchal, mais precisamente na antiga fabrica de vimes na Rua de Santa Maria, próximo da Barreirinha. Neste procede-se a escavações, conforme pôde constatar o repórter fotográfico do […]
Porta do prédio torreado do antigo consultório das irmãs médicas Palmira da Conceição e Henriqueta Gabriela de Sousa, 1790 (c.) e seguintes, Funchal, ilha da Madeira
Porta do prédio torreado do antigo consultório das irmãs médicas Palmira da Conceição e Henriqueta Gabriela de Sousa (1878-1928) e (1881-1951) Campanha de 1790 (c.) e seguintes. Depois da família Ramos e do estabelecimento de bordados Ramos e Madeira Sun (1946). Fotografia de Rui Marote, “Novo “Boutique Hotel” vai surgir ao lado do Hotel Orquídea“, Funchal Notícias, 9 de outubro de 2024. Rua dos Netos n.º 77, Funchal, ilha da Madeira. Nascerá em breve no antigo prédio da fabrica de bordados “Madeira Sun” na Rua dos Netos nº77, ao lado do Hotel Orquídea, um “Boutique Hotel” com 14 suites. O […]
Prédio torreado do antigo consultório das irmãs médicas Palmira da Conceição e Henriqueta Gabriela de Sousa, 1790 (c.) e seguintes, Funchal, ilha da Madeira
Prédio torreado do antigo consultório das irmãs médicas Palmira da Conceição e Henriqueta Gabriela de Sousa (1878-1928) e (1881-1951) Campanha de 1790 (c.) e seguintes. Depois da família Ramos e do estabelecimento de bordados Ramos e Madeira Sun (1946). Fotografia de Rui Marote, “Novo “Boutique Hotel” vai surgir ao lado do Hotel Orquídea“, Funchal Notícias, 9 de outubro de 2024. Rua dos Netos n.º 77, Funchal, ilha da Madeira. Nascerá em breve no antigo prédio da fabrica de bordados “Madeira Sun” na Rua dos Netos nº77, ao lado do Hotel Orquídea, um “Boutique Hotel” com 14 suites. O empresário é […]
Prédio torreado do antigo consultório das irmãs médicas Palmira da Conceição e Henriqueta Gabriela de Sousa, 1790 (c.) e seguintes, Funchal, ilha da Madeira
Prédio torreado do antigo consultório das irmãs médicas Palmira da Conceição e Henriqueta Gabriela de Sousa (1878-1928) e (1881-1951) Campanha de 1790 (c.) e seguintes. Depois da família Ramos e do estabelecimento de bordados Ramos e Madeira Sun (1946). Fotografia de Rui Marote, “Novo “Boutique Hotel” vai surgir ao lado do Hotel Orquídea“, Funchal Notícias, 9 de outubro de 2024. Rua dos Netos n.º 77 e antiga Rua do Príncipe (D. João VI, 1767-1826), Rua 5 de Outubro, Funchal, ilha da Madeira. Nascerá em breve no antigo prédio da fabrica de bordados “Madeira Sun” na Rua dos Netos nº77, ao […]
São Miguel Arcanjo, oficina continental, 1700 (c.), retábulo da nave do lado da Epístola da sé do Funchal, ilha da Madeira.
São Miguel Arcanjo. Madeira entalhada e policromada de oficina continental, 1700 (c.). Retábulo de São Miguel Arcanjo reformado pela oficina de Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833) (?), 1797 (c.). com pintura de Nicolau de Ferreira Duarte (1731-c. 1800), também de 1797 (c.) Nave do lado da Epístola. Fotografia de Nelson Veríssimo, 2023. Sé do Funchal, ilha da Madeira. A sé do Funchal, na nave oposta, possui outro altar designado por São Miguel das Almas, com o Arcanjo pintado e não em vulto, mas o que é a mesma devoção, acrescida ainda pela utilização da balança das Almas em ambas as […]
Imprensa Académica apresenta “Insulana”numa edição literária do historiador Nelson Veríssimo, Eugénio Perregil, in Diário de Notícias, Funchal, 3 de dezembro de 2025, ilha da Madeira.
Imprensa Académica apresenta “Insulana” De Manuel Tomás (1585-1665) Reedição da obra dedicada a Joam Gonçalves da Câmara (Lisboa, 1590-idem, Sacramento, 27 mar 1656), 4.º conde de Vila Nova da Calheta, pub. Joam Mevresio, Antuérpia, 1635. “Isulana” é um poema épico sobre o descobrimento da Madeira, numa edição literária do historiador Nelson Veríssimo. Eugénio Perregil, in Diário de Notícias, Funchal, 3 de dezembro de 2025, ilha da Madeira. Manuel Tomás (Guimarães, 10 abr. 1585; Funchal, idem, 1665). Filho do médico Luís Gomes de Medeiros e de D. Gracia Vaz Barbosa, dado como cristão-novo e de um dos ramos da família Abravanel, […]
Centro de Abate da Região, projeto geral de 2004 e seguintes, Santo da Serra, Machico, ilha da Madeira.
Centro de Abate da Região. CARAM. Projeto geral de 2004, sucessivamente aumentado Fotografia CARAM de 2025. Santo da Serra, Rochões, Machico, ilha da Madeira. Com a instalação do Governo Regional, logo a 26 de novembro de 1974, os matadouros e, muito especialmente, o da Câmara Municipal do Funchal de 1940, do Campo da Barca, que passara, entretanto à tutela da Junta Geral, como Centro de Abate do Distrito Autónomo do Funchal, foram transferidos então para o Santo da Serra, tendo esse novo Centro de Abate da Região tido obras até 2004. Nesse último ano, o antigo Matadouro do Campo da […]
Kigelia africana, árvore da salsicha abatida em março de 2023 na Ribeira Brava, ilha da Madeira
Kigelia africana, árvore da salsicha com frutos amadurecidos. Família das Bignoniaeceae Fotografia não identificada, pub. Luís Rocha, 16 de março de 2023, anunciando o seu abate Jardim da Guarda Florestal, Rua de São Bento, Ribeira Brava, ilha da Madeira. A Kigelia africana é uma árvore oriunda da África subsariana de médio porte, que atinge 10 a 18 metros de altura no seu ambiente natural, embora em cultivo urbano raramente atinja esse crescimento máximo. Apresenta uma tronco de casca marrom clara, às vezes escamosa, e copa larga com densidade foliar média a alta. As suas raízes adaptam-se a diferentes condições, embora prefira […]
Engenheiro Danilo Matos entre os novos membros honorários da Ordem dos Arquitetos, 29 de outubro de 2025, Sede da Ordem dos Arquitetos, Lisboa, Portugal.
Agradecimento do engenheiro Danilo Matos como membro honorário da Ordem dos Arquitetos. (1942-) Fotografia de João Carita, 29 de outubro de 2025 Auditório Nuno Teotónio Pereira, Sede da Ordem dos Arquitetos, Lisboa, Portugal O Dia Mundial da Arquitetura é celebrado todos os anos na primeira segunda-feira de outubro. Em 2025, a encerrar o mês das celebrações nacionais, o Conselho Diretivo Nacional e as Secções Regionais nomearam para outorga do Estatuto de Membro Honorário da Ordem dos Arquitectos seis arquitetos, incluindo a título póstumo, uma entidade coletiva e duas personalidades de outras áreas. Danilo Matos é natural de Santa Cruz, onde […]
Agradecimento do engenheiro Danilo Matos como membro honorário da Ordem dos Arquitetos, 29 de outubro de 2025, Sede da Ordem dos Arquitetos, Lisboa, Portugal.
Agradecimento do engenheiro Danilo Matos como membro honorário da Ordem dos Arquitetos. (1942-) Fotografia de João Carita, 29 de outubro de 2025 Auditório Nuno Teotónio Pereira, Sede da Ordem dos Arquitetos, Lisboa, Portugal O Dia Mundial da Arquitetura é celebrado todos os anos na primeira segunda-feira de outubro. Em 2025, a encerrar o mês das celebrações nacionais, o Conselho Diretivo Nacional e as Secções Regionais nomearam para outorga do Estatuto de Membro Honorário da Ordem dos Arquitectos seis arquitetos, incluindo a título póstumo, uma entidade coletiva e duas personalidades de outras áreas. Danilo Matos é natural de Santa Cruz, onde […]
Apresentação do engenheiro Danilo Matos como membro honorário da Ordem dos Arquitetos, 29 de outubro de 2025, Sede da Ordem dos Arquitetos, Lisboa, Portugal.
Apresentação do engenheiro Danilo Matos como membro honorário da Ordem dos Arquitetos. (1942-) Fotografia de João Carita, 29 de outubro de 2025 Auditório Nuno Teotónio Pereira, Sede da Ordem dos Arquitetos, Lisboa, Portugal O Dia Mundial da Arquitetura é celebrado todos os anos na primeira segunda-feira de outubro. Em 2025, a encerrar o mês das celebrações nacionais, o Conselho Diretivo Nacional e as Secções Regionais nomearam para outorga do Estatuto de Membro Honorário da Ordem dos Arquitectos seis arquitetos, incluindo a título póstumo, uma entidade coletiva e duas personalidades de outras áreas. Danilo Matos é natural de Santa Cruz, onde […]
Apresentação do engenheiro Danilo Matos como membro honorário da Ordem dos Arquitetos, 29 de outubro de 2025, Sede da Ordem dos Arquitetos, Lisboa, Portugal.
Apresentação do engenheiro Danilo Matos como membro honorário da Ordem dos Arquitetos. (1942-) Fotografia de João Carita, 29 de outubro de 2025 Auditório Nuno Teotónio Pereira, Sede da Ordem dos Arquitetos, Lisboa, Portugal O Dia Mundial da Arquitetura é celebrado todos os anos na primeira segunda-feira de outubro. Em 2025, a encerrar o mês das celebrações nacionais, o Conselho Diretivo Nacional e as Secções Regionais nomearam para outorga do Estatuto de Membro Honorário da Ordem dos Arquitectos seis arquitetos, incluindo a título póstumo, uma entidade coletiva e duas personalidades de outras áreas. Danilo Matos é natural de Santa Cruz, onde […]
Apresentação do engenheiro Danilo Matos como membro honorário da Ordem dos Arquitetos, 29 de outubro de 2025, Sede da Ordem dos Arquitetos, Lisboa, Portugal.
Apresentação do engenheiro Danilo Matos como membro honorário da Ordem dos Arquitetos. (1942-) Fotografia de João Carita, 29 de outubro de 2025 Auditório Nuno Teotónio Pereira, Sede da Ordem dos Arquitetos, Lisboa, Portugal O Dia Mundial da Arquitetura é celebrado todos os anos na primeira segunda-feira de outubro. Em 2025, a encerrar o mês das celebrações nacionais, o Conselho Diretivo Nacional e as Secções Regionais nomearam para outorga do Estatuto de Membro Honorário da Ordem dos Arquitectos seis arquitetos, incluindo a título póstumo, uma entidade coletiva e duas personalidades de outras áreas. Danilo Matos é natural de Santa Cruz, onde […]
Armas do portal de entrada de São Brás, 1829, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Armas do portal de entrada da fortaleza de São Brás. Campanha de obras da época liberal, 1829, mas com o fosso de 1567. Armas entendidas como do reinado de D. Maria II (1819-1853), sob regência do pai, rei D. Pedro IV (1798-1834) Saliente-se as armas sobre escudo redondo, geralmente utilizado pelo clero, mas também pontualmente por D. Maria I (1734-1816), como nas da Academia de Ciências, de 1779, embora D. Maria II somente tenha sido aclamada em 1834. Comando Militar de Ponta Delgada. Fotografia de 31 de agosto de 2008. Fortaleza de São Brás de Ponta Delgada, ilha de São […]
Caricatura da Série História de Cristo, 45, Crucificação, Rui Carita, 12 de maio de 2006, reunião PAAD, Vallehermoso, La Gomera, Canárias.
Caricatura da reunião PAAD, nas Canárias. Desenho da Série História de Cristo, 45, Crucificação 6 Desenho a marcador sobre papel de toalha de mesa, Rui Carita, 12 de maio de 2006 Vallehermoso, La Gomera, Canárias Conjunto de que fazem parte alguns dos elementos da reunião, como um careca, que era o Diretor DGCPC – do Governo de Canárias e era de La Gomera, o David (cabelinho grande), era do Cabildo de Gran Canária e o de barba, José Carlos, era de Lanzarote. Idem, Anunciação 3, A Caminho de Belém, Rui Carita, 1970 e 1983 e seguintes Fotografia de Pedro Cota, […]
Caricaturas da reunião PAAD em Vallehermoso, Rui Carita, 12 de maio de 2006, La Gomera, Canárias
Caricaturas da reunião PAAD, nas Canárias. Desenho a marcador sobre papel de toalha de mesa, Rui Carita, 12 de maio de 2006 Vallehermoso, La Gomera, Canárias O careca era o Diretor DGCPC – do Governo de Canárias e era de La Gomera, o David (cabelinho grande), era do Cabildo de Gran Canária e o de barba, José Carlos, era de Lanzarote. Idem, desenhos da Série História de Cristo, 45, Crucificação 6 e 3, Anunciação 3, A Caminho de Belém, Rui Carita, 1970 e 1983 e seguintes Fotografia de Pedro Cota, 30 de outubro de 2025. Coleção Pedro Cota, Angra do […]
Caricaturas da reunião PAAD em Vallehermoso, Rui Carita, 12 de maio de 2006, La Gomera, Canárias
Caricaturas da reunião PAAD, nas Canárias. Desenho a marcador sobre papel de toalha de mesa, Rui Carita, 12 de maio de 2006 Vallehermoso, La Gomera, Canárias O careca era o Diretor DGCPC – do Governo de Canárias e era de La Gomera, o David (cabelinho grande), era do Cabildo de Gran Canária e o de barba, José Carlos, era de Lanzarote. Idem, desenhos da Série História de Cristo, 45, Crucificação 6 e 3, Anunciação 3, A Caminho de Belém, Rui Carita, 1970 e 1983 e seguintes Fotografia de Pedro Cota, 30 de outubro de 2025. Coleção Pedro Cota, Angra do […]
Poios da Fajã dos Cardos, 2019, Curral das Freiras, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Poios da Fajã dos Cardos. Fotografia de Daniel Silva, 2019. Curral das Freiras, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A ampla depressão do Curral das Freiras distingue-se pela presença de uma plataforma situada a cerca de 640 metros de altitude e que corresponde ao topo de uma grande massa rochosa deslocada. Sobre os depósitos do deslizamento, desenvolveu-se a povoação. As terras do Curral foram dadas, de sesmaria, a João Ferreira e a sua mulher Branca Dias, por João Gonçalves Zarco (c. 1390-1471). O Curral Grande, como então se denominava, era, sobretudo, lugar de criação de gado. João Ferreira e Branca […]
Trabalho agrícola no Curral das Freiras, março de 2020, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Trabalho agrícola no Curral das Freiras. Fotografia de Daniel Silva, março de 2020. Curral das Freiras, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A ampla depressão do Curral das Freiras distingue-se pela presença de uma plataforma situada a cerca de 640 metros de altitude e que corresponde ao topo de uma grande massa rochosa deslocada. Sobre os depósitos do deslizamento, desenvolveu-se a povoação. As terras do Curral foram dadas, de sesmaria, a João Ferreira e a sua mulher Branca Dias, por João Gonçalves Zarco (c. 1390-1471). O Curral Grande, como então se denominava, era, sobretudo, lugar de criação de gado. João […]
Registo de casamento de Alfredo Pedro Bernes e Maria Amélia Batista na conservatória do Funchal, 3 de dezembro de 1930, Funchal, ilha da Madeira.
Registo de casamento de Alfredo Pedro Bernes e Maria Amélia Batista. Alfredo, de 19 anos de idade, gravador e morador na Rua das Maravilhas, freguesia de São Pedro do Funchal, filho de Luís António Bernes (1865-1936), também dado como gravador e de Maria Gomes Bento Bernes, doméstica e Maria Amélia, de 17 anos de idade, doméstica e moradora na Travessa do Pimenta, freguesia de Santa Maria Maior do Funchal, filha de José António Batista, padeiro e de Eufegènia de Sousa, doméstica. Conservatória do Registo Civil do Funchal, Livro de Registo de Casamentos 409, averbamento 400, o conservador João Joaquim Teixeira […]
Escadinha, tradicional lapinha madeirense, Associação Refúgio da Freira do Curral das Freiras, dezembro de 2019, Câmara de Lobos, ilha da Madeira
Escadinha, tradicional lapinha madeirense: Três degraus de madeira (simbolizam o “Pai”, o “Filho” e o “Espírito Santo”), ornamentados com vasos de trigo, alegra campo, fruta da época e, no topo, uma imagem do menino Jesus Fotografia de dezembro de 2019. Associação Refúgio da Freira do Curral das Freiras, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A freguesia do Curral das Freiras, no concelho de Câmara de Lobos, apresenta-se anualmente como “Aldeia de Natal”, onde se destaca um mega-presépio, que é visitado por milhares de madeirenses e turistas. “É um presépio que leva cerca de mês e meio a ser feito e, […]
Freguesia do Curral das Freiras, 2020, Achada do Grande Curral, Curral das Freiras, ilha da Madeira.
Freguesia do Curral das Freiras Fotografia de Visit Portugal 2020. Achada do Grande Curral, Curral das Freiras, ilha da Madeira. A paróquia do Livramento do Curral das Freiras foi criada por alvará da rainha D. Maria I (1734-1816), de 17 de março de 1790, a pedido dos moradores de Fajã dos Cardos e da Ribeira das Freiras, desmembrando-se da de Santo António. Nesta localidade, existia uma capela dedicada a Santo António, erguida na primeira metade do século XVII e pertencente ao Convento de Santa Clara. A toponímia atesta a sua memória: sítio da Capela. A construção da igreja de Nossa […]
Lápide do soldado Silvano Rodrigues Figueira, 1971, cemitério do Curral das Freiras, ilha da Madeira
Lápide do cemitério do Curral das Freiras Soldado Silvano Rodrigues Figueira, 8 fev. 1948; 6 jan. 1971. Guerras Coloniais, ditas Ultramarinas ? Fotografia de 2023. Cemitério do Livramento, Achada do Grande Curral, Curral das Freiras, ilha da Madeira. A paróquia do Curral das Freiras foi criada por alvará da rainha D. Maria I (1734-1816), de 17 de março de 1790, a pedido dos moradores de Fajã dos Cardos e da Ribeira das Freiras, desmembrando-se da de Santo António. Nesta localidade, existia uma capela dedicada a Santo António, erguida na primeira metade do século XVII e pertencente ao Convento de Santa Clara. […]
Retábulo de Santo Antão, Abade, mestre Pimenta, 1951, igreja de Nossa Senhora do Livramento do Curral das Freiras, ilha da Madeira.
Retábulo de Santo Antão Abade Mestre entalhador Pimenta, natural de Santo António e pintado por Alfredo Bernes (1911-), 1951. Encomenda do pároco padre Alfredo Aires de Freitas (1908-1992), que o colocou na nave secundária do Evangelho, mandada construir pelo padre Sardinha, seu antecessor Fotografia de 2023. Igreja de Nossa Senhora do Livramento, matriz do Curral das Freiras, Achada do Grande Curral, Curral das Freiras, ilha da Madeira. A paróquia do Curral das Freiras foi criada por alvará da rainha D. Maria I (1734-1816), de 17 de março de 1790, desmembrando-se da de Santo António. Nesta localidade, existia uma capela dedicada […]
Vitrais de Nossa Senhora de Fátima e do Sagrado Coração de Jesus, oficina Sentir a Arte, 2018, igreja de Nossa Senhora do Livramento do Curral das Freiras, ilha da Madeira
Nossa Senhora de Fátima e Sagrado Coração de Jesus Vitrais da oficina Sentir a Arte, Conservação e Restauro Lta, do Caniço, 2018. Fotografia de 2023. Igreja de Nossa Senhora do Livramento, matriz do Curral das Freiras, Achada do Grande Curral, Curral das Freiras, ilha da Madeira. A paróquia do Curral das Freiras foi criada por alvará da rainha D. Maria I (1734-1816), de 17 de março de 1790, desmembrando-se da de Santo António. Nesta localidade, existia uma capela dedicada a Santo António, erguida na primeira metade do século XVII e pertencente ao Convento de Santa Clara. A toponímia atesta a […]
Nossa Senhora de Fátima, oficina de João Ferreira Thedim (atr.), 1950 (c.), igreja de Nossa Senhora do Livramento do Curral das Freiras, ilha da Madeira.
Nossa Senhora de Fátima Madeira entalhada e policromada, oficina de João Ferreira Thedim (1892; 1971) (atr.), Coronado, Santo Tirso, 1950 (c.). Encomenda do pároco padre Alfredo Aires de Freitas (1908-1992) Antigo retábulo do Sagrado Coração de Jesus, mestre entalhador Manuel Inocêncio de Sousa, Funchal, 1916 e sucessivamente reabilitado. Fotografia de 2015. Igreja de Nossa Senhora do Livramento, matriz do Curral das Freiras, Achada do Grande Curral, Curral das Freiras, ilha da Madeira. A paróquia do Curral das Freiras foi criada por alvará da rainha D. Maria I (1734-1816), de 17 de março de 1790, desmembrando-se da de Santo António. Nesta […]
Retábulo de Nossa Senhora de Fátima, 1916 a 2018, igreja de Nossa Senhora do Livramento do Curral das Freiras, ilha da Madeira.
Retábulo de Nossa Senhora de Fátima Antigo retábulo do Sagrado Coração de Jesus, mestre entalhador Manuel Inocêncio de Sousa, Funchal, 1916 e sucessivamente reabilitado Silhar de azulejos de oficina continental de 1953. Nossa Senhora de Fátima de madeira entalhada e policromada, oficina de João Ferreira Thedim (1892; 1971), Coronado, Santo Tirso, 1950 (c.). Encomenda do pároco padre Alfredo Aires de Freitas (1908-1992) Vitrais de Santo António e de Santa Clara, oficina Sentir a Arte, Conservação e Restauro Lta, do Caniço, 2018, data provável da reabilitação e douramento do retábulo. Fotografia de 2023. Igreja de Nossa Senhora do Livramento, matriz do […]
Teto da nave da igreja de Nossa Senhora do Livramento, Alfredo Bernes, 1953, Curral das Freiras, ilha da Madeira
Teto da nave da igreja de Nossa Senhora do Livramento Óleo sobre madeira de Alfredo Bernes (1911-), 1953 Encomenda do pároco padre Alfredo Aires de Freitas (1908-1992) Fotografia de 2023. Igreja matriz do Curral das Freiras, Achada do Grande Curral, Curral das Freiras, ilha da Madeira. A paróquia do Curral das Freiras foi criada por alvará da rainha D. Maria I (1734-1816), de 17 de março de 1790, desmembrando-se da de Santo António. Nesta localidade, existia uma capela dedicada a Santo António, erguida na primeira metade do século XVII e pertencente ao Convento de Santa Clara. A toponímia atesta a […]
Teto da nave da igreja de Nossa Senhora do Livramento, Alfredo Bernes, 1953, Curral das Freiras, ilha da Madeira
Teto da nave da igreja de Nossa Senhora do Livramento Óleo sobre madeira de Alfredo Bernes (1911-), 1953 Encomenda do pároco padre Alfredo Aires de Freitas (1908-1992) Fotografia de 2023. Igreja matriz do Curral das Freiras, Achada do Grande Curral, Curral das Freiras, ilha da Madeira. A paróquia do Curral das Freiras foi criada por alvará da rainha D. Maria I (1734-1816), de 17 de março de 1790, desmembrando-se da de Santo António. Nesta localidade, existia uma capela dedicada a Santo António, erguida na primeira metade do século XVII e pertencente ao Convento de Santa Clara. A toponímia atesta a […]
Interior da capela-mor da igreja de Nossa Senhora do Livramento, teto de Alfredo Bernes (atr.), 1952, Curral das Freiras, ilha da Madeira
Interior da capela-mor da igreja de Nossa Senhora do Livramento Projeto do mestre das obras reais e entalhador Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833), 1793 e seguintes. As imagens de Santo António e de Santa Clara do retábulo-mor, talvez dos meados do XVIII, podem ter vindo da antiga capela das freiras de Santa Clara do Funchal, de 1640 (c.) e a última obra de vulto deveu-se ao entalhador Manuel Inocêncio de Sousa, entre 1916 e 1917; a pintura dos retábulos foi feita depois pelo pintor José Zeferino, popularmente conhecido por Cirilo; A pintura do teto da capela-mor foi feita por Alfredo […]
Interior da igreja de Nossa Senhora do Livramento, campanha de 1793 e seguintes, Curral das Freiras, ilha da Madeira
Interior da igreja de Nossa Senhora do Livramento Projeto do mestre das obras reais e entalhador Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833), 1793 e seguintes. As imagens de Santo António e de Santa Clara do retábulo-mor, talvez dos meados do XVIII, podem ter vindo da antiga capela das freiras de Santa Clara do Funchal, de 1640 (c.) A última obra de vulto deveu-se ao entalhador Manuel Inocêncio de Sousa, entre 1916 e 1917; a pintura dos retábulos foi feita depois pelo pintor José Zeferino, popularmente conhecido por Cirilo; Fotografia de 2023. Igreja matriz do Curral das Freiras, Achada do Grande Curral, […]
Retábulo de Nossa Senhora do Livramento da igreja matriz do Curral das Freiras, mestre Estêvão Teixeira de Nóbrega, 1793 e seguintes, ilha da Madeira
Retábulo da capela-mor da igreja de Nossa Senhora do Livramento Projeto do mestre das obras reais e entalhador Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833), 1793 e seguintes. As imagens de Santo António e de Santa Clara, talvez dos meados do XVIII, podem ter vindo da antiga capela das freiras de Santa Clara do Funchal, de 1640 (c.) A última obra de vulto deveu-se ao entalhador Manuel Inocêncio de Sousa, entre 1916 e 1917; a pintura dos retábulos foi feita depois pelo pintor José Zeferino, popularmente conhecido por Cirilo; Fotografia de Francisco Correia, 2023. Igreja matriz do Curral das Freiras, Achada do […]
Cobertura do Núcleo Museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho, 2015 a 2023, Funchal, ilha da Madeira.
Cobertura do Núcleo Museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho. Sequência da escavação dirigida pelo arqueólogo Daniel Sousa (2011 a 2022) e projeto das obras do Savoy Residence Insular. Fotografia de julho de 2023. Largo do Pelourinho, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia do Forte de São Filipe: 1572: Regimento de Fortificação determinando a Mateus Fernandes a construção de uma muralha ao longo da Ribeira de João Gomes e a construção de “estância” na foz da ribeira e na muralha da frente mar, “no calhau, junto de Nossa Senhora, abaixo da ponte da parte da cidade“, “para dela […]
Muralha do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho remontada sobre a Ribeira de Santa Luzia. 1581 e 2015, Funchal, ilha da Madeira
Muralha do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho remontada sobre a Ribeira de Santa Luzia. Sequência da escavação dirigida pelo arqueólogo Daniel Sousa (2011 a 2022) e projeto das obras do Savoy Residence Insular. Fotografia de julho de 2023. Praça da Autonomia, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia do Forte de São Filipe: 1572: Regimento de Fortificação determinando a Mateus Fernandes a construção de uma muralha ao longo da Ribeira de João Gomes e a construção de “estância” na foz da ribeira e na muralha da frente mar, “no calhau, junto de Nossa Senhora, abaixo da ponte da parte […]
Entrada do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho, 2023, Funchal, ilha da Madeira.
Núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho. Obras de reformulação da foz da Ribeira de Santa Luzia com escavações arqueológicas pontuais de emergência dirigidas pelo arqueólogo Daniel Sousa, 2011 a 2022. Projeto do Atelier RH+ ARQUITECTOS, parceria entre Roberto Castro, Hugo Gil Jesus, Cristina Perdigão e outros, 2018 (c.). Fotografia de 2023. Largo do Pelourinho, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia: 1572: Regimento de Fortificação determinando a Mateus Fernandes a construção de uma muralha ao longo da Ribeira de João Gomes e a construção de “estância” na foz da ribeira e na muralha da frente mar, “no […]
Boca de fogo naval inglesa de ferro, 1740 (c.), Núcleo museológico do Forte de São Filipe, Largo do Pelourinho, Funchal, ilha da Madeira.
Boca de fogo naval inglesa de ferro. Ferro fundido, 3,0 metros. Arsenal inglês, 1740 (c.). Monograma de George Rex 2 coroado; Jorge II de Inglaterra (Hanôver, 10 nov. 1683; subida ao trono, 11 jun. 1726; Londres, 25 de out. 1760) Exumada em contexto arqueológico dos intramuros do Forte de São Filipe (2011 a 2022), escavação dirigida pelo arqueólogo Daniel Sousa, remontada em 2023 na sequência das obras do Savoy Residence. Fotografia de 2023. Núcleo museológico do Forte de São Filipe, Largo do Pelourinho, Funchal, ilha da Madeira. As antigas fortalezas costeiras das ilhas e costas do Atlântico, mas também do […]
Transporte em rede na margem da Ribeira do Cidrão, Curral das Freiras, Vicente Gomes da Silva júnior, 1890 (c.), Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Transporte em rede na margem da Ribeira do Cidrão. Negativo simples de vidro com gelatina sal de prata, 20,3 x 25,4 cm. Vicente Gomes da Silva júnior (1857-1933), 1890 (c.). Photographia-Museu Vicente’s (VIC 487), em depósito no ABM. Curral das Freiras, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Para os visitantes da ilha, as paisagens maravilhosas do Curral das Freiras suscitavam excecional deslumbramento, refletido em numerosos livros de viagens e nas aguarelas e gravuras impressas do século XIX. Thomas Edward Bowdich (1791-1824) no seu ‘Excursions in Madeira and Porto Santo, during the autumn of 1823, while on his third voyage to […]
Freguesia do Curral das Freiras, Joaquim Augusto de Sousa, 1890 (c.), Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Freguesia do Curral das Freiras. Negativo simples de vidro com gelatina sal de prata, 16,3 x 21,3 cm. Joaquim Augusto de Sousa (1853-1905), entre 1887 e 1905 (c.), provavelmente, 1890. Photographia-Museu Vicente’s (JAS 144), em depósito no ABM. Achada do Grande Curral, Curral das Freiras, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Para os visitantes da ilha, as paisagens maravilhosas do Curral das Freiras suscitavam excecional deslumbramento, refletido em numerosos livros de viagens e nas aguarelas e gravuras impressas do século XIX. Thomas Edward Bowdich (1791-1824) no seu ‘Excursions in Madeira and Porto Santo, during the autumn of 1823, while on […]
Panorâmica da freguesia do Curral das Freiras, Joaquim Augusto de Sousa, 1890 (c.), Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Panorâmica do Curral das Freiras. Negativo simples de vidro com gelatina sal de prata, 16,3 x 21,3 cm. Joaquim Augusto de Sousa (1853-1905), entre 1887 e 1905 (c.), provavelmente, 1890. Photographia-Museu Vicente’s (JAS 143), em depósito no ABM. Curral das Freiras, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Para os visitantes da ilha, as paisagens maravilhosas do Curral das Freiras suscitavam excecional deslumbramento, refletido em numerosos livros de viagens e nas aguarelas e gravuras impressas do século XIX. Thomas Edward Bowdich (1791-1824) no seu ‘Excursions in Madeira and Porto Santo, during the autumn of 1823, while on his third voyage to […]
Inscrição da igreja de Nossa Senhora do Livramento, dedicatória de D. Maria I à Virgem do Livramento, 1793, matriz do Curral das Freiras, ilha da Madeira
Inscrição da igreja de Nossa Senhora do Livramento Projeto do mestre das obras reais António Vila Vicêncio (c. 1720-1796) de colaboração com o mestre entalhador Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833), que lhe sucede como mestre das obras reais, construção datada de 1793. Fotografia de Teresa Ferreira para o SIPA, 2018. Igreja matriz do Curral das Freiras, Achada do Grande Curral, Curral das Freiras, ilha da Madeira. A paróquia do Curral das Freiras foi criada por alvará da rainha D. Maria I (1734-1816), de 17 de março de 1790, desmembrando-se da de Santo António. Nesta localidade, existia uma capela dedicada a […]
Armas reais da igreja de Nossa Senhora do Livramento, 1793, Achada do Grande Curral, Curral das Freiras, ilha da Madeira
Armas reais da igreja de Nossa Senhora do Livramento Igreja matriz do Curral das Freiras. Projeto do mestre das obras reais António Vila Vicêncio (c. 1720-1796) de colaboração com o mestre entalhador Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833), que lhe sucede como mestre das obras reais, construção datada de 1793. Fotografia de Teresa Ferreira para o SIPA, 2018. Achada do Grande Curral, Curral das Freiras, ilha da Madeira. A paróquia do Curral das Freiras foi criada por alvará da rainha D. Maria I (1734-1816), de 17 de março de 1790, desmembrando-se da de Santo António. Nesta localidade, existia uma capela dedicada […]
Miradouro da Eira do Serradosobre o Curral das Freiras, inaugurado em 9 de maio de 1962, Santo António do Funchal, ilha da Madeira
Miradouro da Eira do Serrado sobre o Curral das Freiras. Campanha da Junta Geral do Funchal a pedido da Delegação de Turismo da Madeira, obra inaugurado em 9 de maio de 1962. Havia, entretanto, um miradouro anterior, que foi integrado na visita do presidente da República, general Francisco Higino Craveiro Lopes (1894-1964), ao arquipélago da Madeira, visitado a 2 de junho de 1955, último dia da visita Fotografia de Anabela Gomes, novembro de 2025. Santo António do Funchal, ilha da Madeira. Para os visitantes da ilha, as paisagens maravilhosas do Curral das Freiras suscitavam excecional deslumbramento, refletido em numerosos livros de […]
Brasão de armas da freguesia do Curral das Freiras, 2005, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Brasão de armas da freguesia do Curral das Freiras. Desenho da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses de 2005. Curral das Freiras, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Pelos ‘Censos de 2021’, havia 1580 habitantes no Curral das Freiras, número inferior à população do ano de 1930, no qual existiam 1920 moradores. Apesar do investimento em vias de comunicação, equipamentos de saúde, educativos, culturais e desportivos, a população residente está a diminuir. Em 2021, a taxa de analfabetismo era de 13,2%, a mais alta da Madeira. A proporção da população residente com 21 ou mais anos com ensino […]
Castanheiro do Curral das Freiras, novembro de 2025, Curral das Freiras, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Castanheiro do Curral das Freiras. Castanea sativa Miller pertence ao género Castanea e à família das Fagáceas, a mesma que integram os sobreiros e os carvalhos em geral. Considerada como a “árvore-do-pão”, o castanheiro foi uma das bases da alimentação antes da chegada da batata e a principal fonte de hidratos de carbono. Esta árvore de folha caduca consegue crescer até aos 30 a 35 metros de altura e atingir diâmetros de até 12 metros, embora o tronco se torne oco à medida que a árvore envelhece, como o célebre castanheiro do Campanário, fotografado por João Francisco Camacho (1833-1898), 1870 (c.). […]
Nossa Senhora do Livramento do Curral das Freiras em procissão, imagem de roca de 1950 (c.) e bilhete-postal de 2020 (c.), Curral das Freiras, ilha da Madeira.
Nossa Senhora do Livramento com os cordões e medalhas de ouro provenientes de ofertas dos fiéis, Imagem de roca de oficina continental, 1950 (c.). Bilhete-postal da paróquia a partir de fotografia de Nuno Gonçalves, 2020 (c.). Festa do último domingo de agosto. Igreja matriz do Curral das Freiras, Achada do Grande Curral, Curral das Freiras, ilha da Madeira. A paróquia do Curral das Freiras foi criada por alvará da rainha D. Maria I (1734-1816), de 17 de março de 1790, desmembrando-se da de Santo António. Nesta localidade, existia uma capela dedicada a Santo António, erguida na primeira metade do século […]
Retábulo de Nossa Senhora do Livramento da igreja matriz do Curral das Freiras, mestre Estêvão Teixeira de Nóbrega, 1793 e seguintes, ilha da Madeira
Retábulo da capela-mor da igreja de Nossa Senhora do Livramento Projeto do mestre das obras reais e entalhador Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833), 1793 e seguintes. As imagens de Santo António e de Santa Clara, talvez dos meados do XVIII, podem ter vindo da antiga capela das freiras de Santa Clara do Funchal, de 1640 (c.) A última obra de vulto deveu-se ao entalhador Manuel Inocêncio de Sousa, entre 1916 e 1917; a pintura dos retábulos foi feita depois pelo pintor José Zeferino, popularmente conhecido por Cirilo; Fotografia de Anabela Gomes, novembro de 2025. Igreja matriz do Curral das Freiras, […]
Igreja de Nossa Senhora do Livramento do Curral das Freiras, mestres António Vila Vicêncio e Estêvão Teixeira de Nóbrega, 1793 e seguintes, ilha da Madeira
Igreja de Nossa Senhora do Livramento Igreja matriz do Curral das Freiras. Projeto do mestre das obras reais António Vila Vicêncio (c. 1720-1796) de colaboração com o mestre entalhador Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833), que lhe sucede como mestre das obras reais, construção datada de 1793. Fotografia de Anabela Gomes, novembro de 2025. Achada do Grande Curral, Curral das Freiras, ilha da Madeira. A paróquia do Curral das Freiras foi criada por alvará da rainha D. Maria I (1734-1816), de 17 de março de 1790, desmembrando-se da de Santo António. Nesta localidade, existia uma capela dedicada a Santo António, erguida […]
Curral das Freiras, novembro de 2025, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Curral das Freiras. Fotografia de Anabela Gomes, novembro de 2025. Curral das Freiras, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A ampla depressão do Curral das Freiras distingue-se pela presença de uma plataforma situada a cerca de 640 metros de altitude e que corresponde ao topo de uma grande massa rochosa deslocada. Sobre os depósitos do deslizamento, desenvolveu-se a povoação. As terras do Curral foram dadas, de sesmaria, a João Ferreira e a sua mulher Branca Dias, por João Gonçalves Zarco (c. 1390-1471). O Curral Grande, como então se denominava, era, sobretudo, lugar de criação de gado. João Ferreira e Branca […]
85º Aniversário do Mercado dos Lavradores, Funchal, 24 de novembro de 2025, ilha da Madeira
85º Aniversário do Mercado dos Lavradores Edmundo Tavares (1892-1983), 1938 a 1940. Inauguração a 24 de novembro de 1940 Fotografia de 24 de novembro de 2025. Rua Brigadeiro Oudinot, Funchal, ilha da Madeira O Mercado dos Lavradores foi projetado pelo arquiteto Edmundo Tavares (Oeiras, 8 nov. 1892-Lisboa, 9 abr. 1983) em 1938 e inaugurado a 24 nov. 1940, pelo Dr. Augusto da Silva Branco Camacho (1907-1991), natural da Ponta do Sol, servindo de governador civil, na vigência da presidência da câmara do Funchal do Dr. Fernão Ornelas (1908-1978), presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal do Funchal de 12 jan. […]
Brinquedos de Outros Natais, exposição Escola Secundária de Jaime Moniz, 25 de novembro de 2025, Funchal, ilha da Madeira
Brinquedos de Outros Natais Coleção do arquiteto José Manuel Borges Pereira (Museu do Brinquedo do Funchal) Exposição Escola Secundária de Jaime Moniz, 25 de novembro de 2025 e 15 de janeiro de 2026. Fotografia de Mariana Pacífico, “Liceu promove viagem pela infância do século XX com exposição ‘Brinquedos de Outros Natais’, Diário de Notícias, Funchal, 25 de novembro de 2025. Museu do Lyceu, Largo Jaime Moniz, Funchal, ilha da Madeira O Museu da escola secundária Jaime Clementino de Freitas Moniz (1837-1917) acolhe a exposição temporária ‘Brinquedos de Outros Natais‘, uma mostra que promove uma verdadeira viagem pelo século XX através […]
Responsáveis da exposição Brinquedos de Outros Natais, Escola Secundária de Jaime Moniz, 25 de novembro de 2025, Funchal, ilha da Madeira
Responsáveis da exposição Brinquedos de Outros Natais Coleção do arquiteto José Manuel Borges Pereira (Museu do Brinquedo do Funchal) Exposição Escola Secundária de Jaime Moniz, 25 de novembro de 2025 e 15 de janeiro de 2026. Fotografia de Sara Ricardo, “‘Brinquedos de outros Natais’ celebra a infância do século XX”, Jornal da Madeira, Funchal, 25 de novembro de 2025. Museu do Lyceu, Largo Jaime Moniz, Funchal, ilha da Madeira O Museu da escola secundária Jaime Clementino de Freitas Moniz (1837-1917) acolhe a exposição temporária ‘Brinquedos de Outros Natais‘, uma mostra que promove uma verdadeira viagem pelo século XX através de […]
Brinquedos de Outros Natais, exposição Escola Secundária de Jaime Moniz, novembro de 2025 a janeiro de 2026, Funchal, ilha da Madeira
Brinquedos de Outros Natais Coleção do arquiteto José Manuel Borges Pereira (Museu do Brinquedo do Funchal) Cartaz de exposição Escola Secundária de Jaime Moniz, 25 de novembro de 2025 e 15 de janeiro de 2026. Museu do Lyceu, Largo Jaime Moniz, Funchal, ilha da Madeira O Museu da escola secundária Jaime Clementino de Freitas Moniz (1837-1917) acolhe a exposição temporária ‘Brinquedos de Outros Natais‘, uma mostra que promove uma verdadeira viagem pelo século XX através de brinquedos e jogos que marcaram gerações e prometem despertar memórias e emoções. Na mostra estão reunidas peças que atravessam várias décadas e revelam como […]
Vista geral de Câmara de Lobos, fotografia aérea de 2024, ilha da Madeira.
Vista geral de Câmara de Lobos Fotografia aérea da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, 2024. Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Famílias Correia e Carita, restaurante Sabores da Ilha, 15 de julho de 2015, Shopping Alegro, Amadora, Portugal
Famílias Correia e Carita no restaurante Sabores da Ilha. Manuel Correia, João Carita, Maria Correia, Rui e Joana Carita. (LM, hoje Maputo, 13 jan. 1951-Lx. 7 out. 2017) Shopping Alegro, 15 de julho de 2005. Alfragide, Amadora, Portugal
Grupo Romarias Antigas do Rochão, Camacha, 1990 (c.), Festa em Santana (?), ilha da Madeira.
Grupo Romarias Antigas do Rochão, Camacha (?) Fotografia anónima de 1990 (c.). Festa em Santana (?), ilha da Madeira. O Grupo Romarias Antigas do Rochão, Camacha, teve a sua organização a partir de setembro de 1945, embora já tivesse feito algumas apresentações antes desta data, então já a pedido do folclorista Carlos Santos (Carlos Maria dos Santos, Funchal, 22 jul. 1893; idem, 6 out. 1955) e, desde então, tem lutado para não deixar cair no esquecimento os usos e costumes, especialmente, da sua freguesia e com reconhecimento nacional e internacional. O Rochão é um sítio da freguesia da Camacha, tendo […]
Imaculado Coração de Maria, 70º Aniversário, Programa, novembro de 2025, Funchal, ilha da Madeira.
Imaculado Coração de Maria, 70º Aniversário, Programa. Honrar o Passado, Valorizar o Presente, Inspirar o Futuro. Junta de Freguesia do Imaculado Coração de Maria, novembro de 2025. Câmara Municipal do Funchal, ilha da Madeira. A paróquia do Imaculado Coração de Maria foi criada a 26 de novembro de 1954, tendo a inicial sede sido instalada provisoriamente no sítio do Pinheiro, a Norte da Rua de Santa Luzia, em terreno doado por D. Maria Teresa da Câmara Leme, dedicada pelo 28º bispo do Funchal, D. António Manuel Pereira Ribeiro (1879-1957), ao Imaculado Coração de Maria, tendo o inicial e pequeno templo […]
Então major José Manuel dos Santos Faria Leal, caricatura de Rui Carita, Funchal, julho de 1975, ilha da Madeira.
Então major José Manuel dos Santos Faria Leal. (1936-2015) Aguarela sobre papel, 41 x 29 cm. Rui Carita (1946-), Funchal, julho de 1975. Fotografia do general Alexandre Maria de Castro de Sousa Pinto (1941-), 27 de novembro de 2025, antes da entregar aos herdeiros. José Manuel dos Santos de Faria Leal (1936-2015). Proveniente do corpo de estado-maior do EME, onde ingressara a 02 ago. 73, foi colocado no Funchal como CEM/QG-CTIM, a 23 jan. 74, já então ligado ao Movimento das Forças Armadas, assumindo a liderança dos capitães da Madeira no 25 de Abril e assinando, no dia seguinte, o […]
Igreja matriz de Santo António da Raposeira, Rui Goes Ferreira, 1965 (c.), Raposeira, Fajã da Ovelha, Calheta, ilha da Madeira.
Igreja matriz de Santo António da Raposeira. Projeto arquiteto Rui Goes Ferreira(1926-1978), 1965 (c.) Primeiros trabalhos de 1962 e, finais de reforma do interior, de 1972 Raposeira, Fajã da Ovelha, Calheta, ilha da Madeira O material gráfico e os documentos relativos ao processo da obra de remodelação da capela-mor, do coro e da sacristia da Igreja da Raposeira, na Fajã da Ovelha, freguesia da Calheta, bem como do acesso à mesma igreja: peças escritas, peças desenhadas e fotografias encontram-se na Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva (PT FIMS RGF-02-02-001-0098), Porto, por legado testamentário do arquiteto.
Igreja matriz de Santo António da Raposeira, Rui Goes Ferreira, 1965 (c.), Raposeira, Fajã da Ovelha, Calheta, ilha da Madeira.
Pormenor da bambinela do coreto de Câmara de Lobos, Fábrica de Fundição de Massarelos, Porto, 1893, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Pormenor da bambinela do coreto de Câmara de Lobos. Ferro forjado pintado, Fábrica de Fundição de Massarelos, Porto, 1893. Proveniente do antigo Jardim Municipal do Funchal. Fotografia de Luís Rocha, novembro de 2020. Largo da Autonomia, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Datado de 1883, este coreto de ferro forjada e pintado de 12 colunas, foi primitivamente adquirido pela Câmara Municipal do Funchal, que o instalou no Jardim de São Francisco, hoje Jardim Municipal do Funchal. Em 1942, foi desmontado e colocado à venda em hasta pública, acabando por ser adquirido, por cinco mil escudos, em julho do mesmo ano, […]
Coreto de Câmara de Lobos, Fábrica de Fundição de Massarelos, Porto, 1893, Câmara de Lobos, ilha da Madeira
Coreto de Câmara de Lobos. Ferro forjado pintado, Fábrica de Fundição de Massarelos, Porto, 1893. Proveniente do antigo Jardim Municipal do Funchal. Fotografia de Luís Rocha, novembro de 2020. Largo da Autonomia, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Datado de 1883, este coreto de ferro forjada e pintado de 12 colunas, foi primitivamente adquirido pela Câmara Municipal do Funchal, que o instalou no Jardim de São Francisco, hoje Jardim Municipal do Funchal. Em 1942, foi desmontado e colocado à venda em hasta pública, acabando por ser adquirido, por cinco mil escudos, em julho do mesmo ano, pela Câmara Municipal de […]
Miradouro da Eira do Serrado, novembro de 2025, Freguesia de Santo António, Funchal, ilha da Madeira.
Miradouro da Eira do Serrado. Polémica se 1094 ou 1095 m. e se é Serrado ou Cerrado. Fotografia de Énia Gouveia, novembro de 2025. Freguesia de Santo António, Funchal, ilha da Madeira. O Miradouro da Eira do Serrado, na freguesia de Santo António, Funchal e sobre o Curral das Freiras, Câmara de Lobos, situa-se a uma altitude de 1095 metros e a vista pelo vale circundante é excecional. O miradouro foi mandado construir pela então Junta Geral e de acordo com pedido da Delegação do Turismo, tendo a inauguração ocorrido a 9 maio 1962. A acessibilidade automóvel a esta localidade […]
Igreja matriz de Nossa Senhora da Graça, reconstrução de 1791 e seguintes, Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Igreja matriz de Nossa Senhora da Graça. Reconstrução de António Vila Vicêncio (c. 1720-1796), 1790 (c.). Colaboração do mestre entalhador Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833). Fotografia de Nuno Andrade/Direção de Turismo da Madeira, 2020. Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Desconhece-se a data da criação da paróquia do Estreito de Câmara de Lobos, mas já existia em 1520, pois, neste ano, a Coroa pagou o vencimento do vigário. Teria sido fundada entre 1518 e 1520. É seu orago Nossa Senhora da Graça, invocação de uma capela existente nesta localidade. Em 30 de julho de 1744, na sequência do […]
Armas da Freguesia do Estreito de Câmara de Lobos, 2020 (c.), ilha da Madeira.
Armas da Freguesia do Estreito de Câmara de Lobos Desenho da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses de 2020 (c.), mas ainda não homologado. Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Esta freguesia foi elevada à categoria de vila pelo Decreto Legislativo Regional n.° 24/94/M, de 14 de setembro. Os ‘Censos de 2021’ indicam 9348 habitantes. É a segunda freguesia mais populosa do concelho de Câmara de Lobos. O Recenseamento Eleitoral, de 31-12-2024, menciona 9698 eleitores nacionais, 1 da União Europeia e 2 outros cidadãos estrangeiros residentes. Heráldica da freguesia: Armas – Escudo de vermelho, com uma montanha de […]
Dixi R12 Tourer, 1914, o primeiro automóvel a chegar ao Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Dixi R12 Tourer, 1914. Primeiro automóvel a chegar ao Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Fabricado na Alemanha pela Dix-Were Eisenack, em Turíngia, entre 1910 e 1914, teriam sido exportados cerca de 553 unidades, exportação interrompida com a primeira Grande Guerra. Fotografia do National Motor Museum, Birdwood, Austrália. Em setembro de 1914, chegou o primeiro automóvel ao Estreito, um «Dixi», registado com o n.º 57 e conduzido por Abel da Natividade Fernandes Velosa, com quatro passageiros, sendo um deles mecânico de automóveis. Então não existia a estrada que haveria de ligar o Funchal à Ribeira Brava, passando pelas […]
Vista geral do Estreito de Câmara de Lobos com os seus vinhedos, 2020 (c.), ilha da Madeira.
Vista geral do Estreito de Câmara de Lobos e dos seus vinhedos. Fotografia de Nelson Veríssimo, 2020 (c.) Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Gaspar Frutuoso, em 1584, referiu o Estreito de Câmara de Lobos como uma freguesia onde se produzia muita castanha, noz, peros «de toda a sorte muito doces», vinho e se criava gado. As terras do Estreito distinguem-se pelas diversas tonalidades que, durante o ano, as vinhas vão adquirindo. Hoje a paisagem vitícola foi invadida por prédios, denotando-se deficiente gestão territorial. Ainda assim, a cultura da vinha, para produção do vinho da Madeira, constitui importante […]
Vista geral do Estreito de Câmara de Lobos, 2020 (c.), ilha da Madeira.
Vista geral do Estreito de Câmara de Lobos. Fotografia de Nelson Veríssimo, 2020 (c.) Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Gaspar Frutuoso, em 1584, referiu o Estreito de Câmara de Lobos como uma freguesia onde se produzia muita castanha, noz, peros «de toda a sorte muito doces», vinho e se criava gado. As terras do Estreito distinguem-se pelas diversas tonalidades que, durante o ano, as vinhas vão adquirindo. Hoje a paisagem vitícola foi invadida por prédios, denotando-se deficiente gestão territorial. Ainda assim, a cultura da vinha, para produção do vinho da Madeira, constitui importante atividade agrícola. Segundo o […]
Sacrário da igreja matriz de Nossa Senhora da Graça, Manuel António de Agrela, 1760, matriz do Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Sacrário da capela-mor da igreja de Nossa Senhora da Graça. Talha da oficina do mestre entalhador Manuel António de Agrela, a expensas da confraria da Graça, 1760. Reposto na construção de António Vila Vicêncio (c. 1720-1796) , 1791 e seguintes, de colaboração com o mestre entalhador Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833). Fotografia de 2020. Matriz do Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Desconhece-se a data da criação da paróquia do Estreito de Câmara de Lobos, mas já existia em 1520, pois, neste ano, a Coroa pagou o vencimento do vigário. Teria sido fundada entre 1518 e 1520. É […]
Igreja matriz de Nossa Senhora da Graça, reconstrução de 1791 e seguintes, Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Igreja matriz de Nossa Senhora da Graça. Reconstrução de António Vila Vicêncio (c. 1720-1796) , 1791 e seguintes. Colaboração do mestre entalhador Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833). Fotografia de Anabela Gomes, 2025. Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Desconhece-se a data da criação da paróquia do Estreito de Câmara de Lobos, mas já existia em 1520, pois, neste ano, a Coroa pagou o vencimento do vigário. Teria sido fundada entre 1518 e 1520. É seu orago Nossa Senhora da Graça, invocação de uma capela existente nesta localidade. Em 30 de julho de 1744, na sequência do requerimento do […]
Capela-mor da igreja de Nossa Senhora da Graça, reposição de 1790 (c.), Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Capela-mor da igreja de Nossa Senhora da Graça. Reconstrução de António Vila Vicêncio (c. 1720-1796) , 1790 (c.). Oficina de Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833). Fotografia de 2013. Matriz do Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Desconhece-se a data da criação da paróquia do Estreito de Câmara de Lobos, mas já existia em 1520, pois, neste ano, a Coroa pagou o vencimento do vigário. Teria sido fundada entre 1518 e 1520. É seu orago Nossa Senhora da Graça, invocação de uma capela existente nesta localidade. Em 30 de julho de 1744, na sequência do requerimento do vigário e […]
Inauguração do CCI do Funchal, 15 de setembro de 2023, Campo da Barca, Funchal, ilha da Madeira.
Inauguração do CCI do Funchal. Antigo Matadouro Municipal com projeto geral dos arquitetos António Couto Martins (1887-1970) e Miguel Simões Jacobetty Rosa (1901-1970), 1938 a 1940 Fotografia de Miguel Espada, dnotícias.pt, 15 de setembro de 2023. Centro Cultural e de Investigação do Funchal, Campo da Barca, Freguesia de Santa Luzia, Funchal, ilha da Madeira. A nova vida do antigo edifício do Matadouro do Funchal No último quartel do século XX, entretanto, o Matadouro Municipal passava à tutela da Junta Geral, a 26 de novembro de 1974, já tendo sido essa questão das tutelas, entre outras, que mais de 20 anos […]
Painéis de azulejos revivalistas, cartão de Jorge Barradas, 1960 (c.), executados na Fábrica Viúva de Lamego, 1962, Tribunal da Comarca do Funchal, ilha da Madeira
Painéis de azulejos revivalistas Cartão de Jorge Nicholson Moore Barradas (1894-1971), 1960 (c.), executados na Fábrica Viúva de Lamego sob orientação de João Alves de Sá (1878-1972), 1962 (c.). Tribunal da Comarca do Funchal, projeto geral do Arq. Januário Godinho (1910-1990), 1946 e seguintes, inaugurado em 17 de julho de 1962. Fotografia de Raul Martins Perestrello (1915-1998) (atr.), Photo Perestrellos, provavelmente de 17 de julho de 1962. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, PER 4387, em depósito na DRABM Tribunal do Funchal, Rua Marquês do Funchal, Funchal, ilha da Madeira. Jorge Barradas, de seu nome completo, Jorge Nicholson Moore Barradas […]
Tapeçaria da sala de audiências do Tribunal do Funchal, cartão de Martins Barata, 1962, Funchal, ilha da Madeira
Partida da frota para a reconquista de Azamor em 1513. Armada sob o comando de D. Jaime (1478-1532), 4.º duque de Bragança com pessoal da capitania do Funchal Tapeçaria, 300 cm. x 560 cm. Cartão de Jaime Martins Barata (1899-1970), 1962. Tribunal da Comarca do Funchal, projeto geral do Arq. Januário Godinho (1910-1990), 1946 e seguintes, inaugurado em 17 de julho de 1962. Fotografia de Raul Martins Perestrello (1915-1998) (atr.), Photo Perestrellos, provavelmente de 17 de julho de 1962. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, PER 4386, em depósito na DRABM Tribunal do Funchal, Rua Marquês do Funchal, Funchal, ilha […]
Tribunal do Funchal acabado de construir, projeto de Januário Godinho, julho de 1962, Funchal, ilha da Madeira.
Traseiras do Tribunal do Funchal quando da inauguração. Projeto geral do Arq. Januário Godinho (1910-1990), 1946 e seguintes. Tribunal da Comarca do Funchal, inaugurado em 17 de julho de 1962. Fotografia noturna de Raul Martins Perestrello (1915-1998) (atr.), Photo Perestrellos, provavelmente de 17 de julho de 1962. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, PER 4394, em depósito na DRABM Rua Marquês do Funchal, Funchal, ilha da Madeira. O projeto foi entregue ao arquiteto Januário Godinho de Almeida (1910-1990) pela comissão administrativa da Câmara Municipal do Funchal da responsabilidade do Dr. Fernão de Ornelas Gonçalves (1908-1978), de 12 jan. 1935 a […]
Tribunal do Funchal acabado de construir, projeto de Januário Godinho, julho de 1962, Funchal, ilha da Madeira.
Traseiras do Tribunal do Funchal quando da inauguração. Projeto geral do Arq. Januário Godinho (1910-1990), 1946 e seguintes. Tribunal da Comarca do Funchal, inaugurado em 17 de julho de 1962. Fotografia de Raul Martins Perestrello (1915-1998) (atr.), Photo Perestrellos, julho de 1962. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, PER 4385, em depósito na DRABM Rua Francisco Franco, Funchal, ilha da Madeira. O projeto foi entregue ao arquiteto Januário Godinho de Almeida (1910-1990) pela comissão administrativa da Câmara Municipal do Funchal da responsabilidade do Dr. Fernão de Ornelas Gonçalves (1908-1978), de 12 jan. 1935 a 22 out. 1946, tendo o conjunto […]
Tribunal do Funchal acabado de construir, projeto de Januário Godinho, julho de 1962, Funchal, ilha da Madeira.
Tribunal do Funchal quando da inauguração. Projeto geral do Arq. Januário Godinho (1910-1990), 1946 e seguintes. Tribunal da Comarca do Funchal, inaugurado em 17 de julho de 1962. Fotografia de Raul Martins Perestrello (1915-1998) (atr.), Photo Perestrellos, julho de 1962. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, PER 4372, em depósito na DRABM Rua Marquês do Funchal, Funchal, ilha da Madeira. O projeto foi entregue ao arquiteto Januário Godinho de Almeida (1910-1990) pela comissão administrativa da Câmara Municipal do Funchal da responsabilidade do Dr. Fernão de Ornelas Gonçalves (1908-1978), de 12 jan. 1935 a 22 out. 1946, tendo o conjunto de […]
Tribunal do Funchal acabado de construir, projeto de Januário Godinho, julho de 1962, Funchal, ilha da Madeira.
Tribunal do Funchal quando da inauguração. Projeto geral do Arq. Januário Godinho (1910-1990), 1946 e seguintes. Tribunal da Comarca do Funchal, inaugurado em 17 de julho de 1962. Fotografia de Raul Martins Perestrello (1915-1998) (atr.), Photo Perestrellos, 1962. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, PER 4369, em depósito na DRABM Rua dos Ferreiros, Funchal, ilha da Madeira. O projeto foi entregue ao arquiteto Januário Godinho de Almeida (1910-1990) pela comissão administrativa da Câmara Municipal do Funchal da responsabilidade do Dr. Fernão de Ornelas Gonçalves (1908-1978), de 12 jan. 1935 a 22 out. 1946, tendo o conjunto de desenhos, ainda ao […]
Tribunal do Funchal em construção, projeto de Januário Godinho, 1962 (c.), Funchal, ilha da Madeira.
Tribunal do Funchal em construção. Projeto geral do Arq. Januário Godinho (1910-1990), 1946 e seguintes. Tribunal da Comarca do Funchal, inaugurado em 17 de julho de 1962. Fotografia de Raul Martins Perestrello (1915-1998) (atr.), Photo Perestrellos, 1962 (c.) Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, PER 4358, em depósito na DRABM Rua Marquês do Funchal e Rua 5 de Outubro, Funchal, ilha da Madeira. O projeto foi entregue ao arquiteto Januário Godinho de Almeida (1910-1990) pela comissão administrativa da Câmara Municipal do Funchal da responsabilidade do Dr. Fernão de Ornelas Gonçalves (1908-1978), de 12 jan. 1935 a 22 out. 1946, tendo […]
Tribunal do Funchal em obras, projeto de Januário Godinho, 1961, Rua Marquês do Funchal, Funchal, ilha da Madeira
Tribunal do Funchal em construção. Projeto geral do Arq. Januário Godinho (1910-1990), 1946 e seguintes. Tribunal da Comarca do Funchal, inaugurado em 17 de julho de 1962. Fotografia de Raul Martins Perestrello (1915-1998) (atr.), Photo Perestrellos, 1961 (c.) Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, PER 4350, em depósito na DRABM Rua Rua Marquês do Funchal, Funchal, ilha da Madeira. O projeto foi entregue ao arquiteto Januário Godinho de Almeida (1910-1990) pela comissão administrativa da Câmara Municipal do Funchal da responsabilidade do Dr. Fernão de Ornelas Gonçalves (1908-1978), de 12 jan. 1935 a 22 out. 1946, tendo o conjunto de desenhos, ainda […]
Tribunal do Funchal em obras, projeto de Januário Godinho, 1961, Rua dos Ferreiros e Rua Marquês do Funchal, Funchal, ilha da Madeira
Tribunal do Funchal em construção. Projeto geral do Arq. Januário Godinho (1910-1990), 1946 e seguintes. Tribunal da Comarca do Funchal, inaugurado em 17 de julho de 1962. Fotografia de Raul Martins Perestrello (1915-1998) (atr.), Photo Perestrellos, 1961 (c.) Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, PER 4351, em depósito na DRABM Rua dos Ferreiros e Rua Marquês do Funchal, Funchal, ilha da Madeira. O projeto foi entregue ao arquiteto Januário Godinho de Almeida (1910-1990) pela comissão administrativa da Câmara Municipal do Funchal da responsabilidade do Dr. Fernão de Ornelas Gonçalves (1908-1978), de 12 jan. 1935 a 22 out. 1946, tendo o […]
Tribunal do Funchal em obras, projeto de Januário Godinho, 1961, Rua Francisco Franco e Rua dos Ferreiros, Funchal, ilha da Madeira
Tribunal do Funchal em construção. Projeto geral do Arq. Januário Godinho (1910-1990), 1946 e seguintes. Tribunal da Comarca do Funchal, inaugurado em 17 de julho de 1962. Fotografia de Raul Martins Perestrello (1915-1998) (atr.), Photo Perestrellos, 1961 (c.) Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, PER 4350, em depósito na DRABM Rua Francisco Franco e Rua dos Ferreiros, Funchal, ilha da Madeira. O projeto foi entregue ao arquiteto Januário Godinho de Almeida (1910-1990) pela comissão administrativa da Câmara Municipal do Funchal da responsabilidade do Dr. Fernão de Ornelas Gonçalves (1908-1978), de 12 jan. 1935 a 22 out. 1946, tendo o conjunto de […]
A Justiça, bronze de Amândio de Sousa, 1994, Tribunal da Ponta do Sol, ilha da Madeira
Justiça. Bronze, 214 cm. Amândio de Sousa (1934-2021), 1994. Fotografia do Ministério da Justiça. Tribunal da Ponta do Sol, ilha da Madeira. Amândio Abreu de Sousa (Funchal, 1934-2021). Concluiu o curso de Escultura da Escola Superior de Belas Artes do Porto com a classificação final de vinte valores, tendo sido aluno de Salvador Barata Feyo (1899-1990) e de Lagoa Henriques (1923-2009). Aí conviveu com os elementos do futuro grupo “Quatro Vintes“, constituído por Ângelo de Sousa (1938-2011), Armando Alves (1935-), Jorge Pinheiro (1931-) e José Rodrigues (1936-2016), dado todos terem terminado o curso com aquela classificação, participando na dinâmica dessa […]
João Gonçalves Zarco, reprodução de óleo de Jaime Martins Barata para o paquete Funchal, Lisboa, 1961, Portugal,
João Gonçalves Zarco. 1.º Capitão do Funchal (c. 1390-1471) Óleo sobre tela, 118 cm. x 239 cm. Jaime Martins Barata (1899-1970), 1961. Trabalho que equipou o paquete Funchal, construído nos estaleiros da Dinamarca para a Companhia Insulana de Navegação e lançado ao mar a 10 de fevereiro de 1961. Fotografia do catálogo de palácio Galveias, n.º 116 Lisboa, Portugal. Jaime Martins Barata (Marvão, 7 mar. 1899-Lisboa, Campolide, 15 maio 1970). Órfão de pai bastante cedo, em 1904, a mãe, professora de instrução primária em Alpalhão, reconhecendo as suas especiais capacidades para o desenho, em 1910, consegue fixar-se com ele em […]
Partida da frota para a reconquista de Azamor em 1513, tapeçaria de Jaime Martins Barata, 1962, Tribunal da Comarca do Funchal, ilha da Madeira.
Partida da frota para a reconquista de Azamor em 1513. Armada sob o comando de D. Jaime (1478-1532), 4.º duque de Bragança com pessoal da capitania do Funchal Tapeçaria, 300 cm. x 560 cm. Jaime Martins Barata (1899-1970), 1962. Tribunal da Comarca do Funchal, projeto de Januário Godinho (1908-1978), inaugurado em 1962. Fotografia do Ministério da Justiça, 2010 Funchal, ilha da Madeira. Jaime Martins Barata (Marvão, 7 mar. 1899-Lisboa, Campolide, 15 maio 1970). Órfão de pai bastante cedo, em 1904, a mãe, professora de instrução primária em Alpalhão, reconhecendo as suas especiais capacidades para o desenho, em 1910, consegue fixar-se […]
Partida da frota para a reconquista de Azamor em 1513, tapeçaria de Jaime Martins Barata, 1962, Tribunal da Comarca do Funchal, ilha da Madeira.
Partida da frota para a reconquista de Azamor em 1513. Armada sob o comando de D. Jaime (1478-1532), 4.º duque de Bragança com pessoal da capitania do Funchal Tapeçaria, 300 cm. x 560 cm. Jaime Martins Barata (1899-1970), 1962. Tribunal da Comarca do Funchal, projeto de Januário Godinho (1908-1978), inaugurado em 1962. Fotografia de Rui Marote, 2020 Funchal, ilha da Madeira. Jaime Martins Barata (Marvão, 7 mar. 1899-Lisboa, Campolide, 15 maio 1970). Órfão de pai bastante cedo, em 1904, a mãe, professora de instrução primária em Alpalhão, reconhecendo as suas especiais capacidades para o desenho, em 1910, consegue fixar-se com […]
Partida da frota para a reconquista de Azamor em 1513, maqueta para tapeçaria de Jaime Martins Barata, 1962, Tribunal da Comarca do Funchal, ilha da Madeira.
Partida da frota para a reconquista de Azamor em 1513. Armada sob o comando de D. Jaime (1478-1532), 4.º duque de Bragança com pessoal da capitania do Funchal Maqueta para tapeçaria, 300 cm. x 560 cm. Jaime Martins Barata (1899-1970), 1962. Imagem da Tribo dos Pincéis, Tribunal da Comarca do Funchal, projeto de Januário Godinho (1908-1978), inaugurado 1962. ilha da Madeira. Jaime Martins Barata (Marvão, 7 mar. 1899-Lisboa, Campolide, 15 maio 1970). Órfão de pai bastante cedo, em 1904, a mãe, professora de instrução primária em Alpalhão, reconhecendo as suas especiais capacidades para o desenho, em 1910, consegue fixar-se com […]
Manifestação do 1.º de Maio de 1974, Avenida do Mar frente ao Palácio de São Lourenço, Funchal, ilha da Madeira.
Manifestação do 1.º de Maio de 1974 Militares na fortaleza e palácio de São Lourenço saúdam a manifestação. Fotografia de autor não identificado de que existem versões em quase todos os fotógrafos que registaram o evento, esta da coleção pessoal do então aspirante João Cabral de Miranda (1952-), depois membro da equipa regional de Dinamização Cultural e hoje juiz aposentado na Figueira da Foz. Avenida do Mar, 1 de maio de 1974. Funchal, ilha da Madeira. A grande coleção oficial desta Manifestação deve ser a de Carlos Fotógrafo, Carlos da Silva Fernandes (1931-2017), que trabalhou, então para o Diário de […]
Manifestação do 1.º de Maio de 1974, Avenida Dr. António José de Almeida, Funchal, ilha da Madeira.
Manifestação do 1.º de Maio de 1974 Militares e professores do Liceu do Funchal sobre a viatura militar que abria a manifestação. Fotografia de autor não identificado da coleção pessoal do então aspirante João Cabral de Miranda (1952-), depois membro da equipa regional de Dinamização Cultural e hoje juiz aposentado na Figueira da Foz. Avenida Dr. António José de Almeida, então Largo dos Cafés, 1 de maio de 1974. Funchal, ilha da Madeira. A grande coleção oficial desta Manifestação deve ser a de Carlos Fotógrafo, Carlos da Silva Fernandes (1931-2017), que trabalhou, então para o Diário de Notícias do Funchal, […]
Dinamização Cultural no Caniço, Diário de Notícias, Funchal, 21 de março de 1975, p. 13, ilha da Madeira.
Dinamização Cultural no Caniço. Sessão a efetuar a 22 de março pelas 20 horas na freguesia da Caniço. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 21 de março de 1975, p. 13. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, […]
Dinamização Cultural na Camacha, Diário de Notícias, Funchal, 20 de abril de 1975, p. 12, ilha da Madeira.
Dinamização Cultural na Camacha. Sessão a efetuar a 20 de abril pelas 18 horas na Casa do Povo da Camacha. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 20 de abril de 1975, p. 12. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço […]
O movimento emancipalista da Madeira, Diário de Notícias, Funchal, 11 de maio de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
O movimento emancipalista da Madeira não passa de um conjunto de agitadores sem representatividade alguma. Declarações do Ministro do Trabalho, major Costa Martins ao chegar a Lisboa. A FLAMA, no entanto, já era uma realidade. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 11 de maio de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. José Inácio da Costa Martins (1938-2010), como capitão da Força Aérea, foi responsável pelo comando das forças que tomaram o Aeroporto da Portela (Lisboa) e o Aeródromo Base nº. 1 de Lisboa no 25 […]
Campanhas de Dinamização Cultural do M. F. A. na Ribeira Brava, escola da Palmeira de Santa Cruz e Ajuda, São Martinho, Diário de Notícias, Funchal, 18 de abril de 1975, p. 3, ilha da Madeira.
Campanhas de Dinamização Cultural do M. F. A. Sessão a efetuar a 18 de abril pelas 15.30 horas no cinema da Ribeira Brava para os alunos da escola e a 19 de abril, na escola da Palmeira de Santa Cruz e, às 21 horas, na Ajuda, em São Martinho do Funchal. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 18 de abril de 1975, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de […]
Sessão promovida pelas Forças Armadas em São Roque do Faial, Diário de Notícias, Funchal, 10 de maio de 1975, p. 12, ilha da Madeira.
Sessão promovida pelas Forças Armadas em São Roque do Faial. Sessão a efetuar a 11 de maio pelas 10.30 horas no adro da igreja da freguesia de São Roque do Faial, concelho de Santana. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 10 de maio de 1975, p. 12. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas […]
Dinamização cultural no Lombo Segundo em São Roque, Diário de Notícias, Funchal, 3 de abril de 1975, p. 2, ilha da Madeira.
Dinamização cultural em São Roque. Sessão a efetuar a 6 de abril pelas 18 horas no Lombo Segundo da freguesia de São Roque. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 3 de abril de 1975, p. 2. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas […]
Conferência de imprensa da Junta de Planeamento da Madeira, Diário de Notícias, Funchal, 3 de abril de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Em fase auscultação a Junta de Planeamento da Madeira propõe uma obra multi participada. Conferência de imprensa na então Junta Geral governador militar e civil, brigadeiro Carlos Azeredo (1930-2021), Dr. Paquete de Oliveira (1936-2016), Dr. João Abel de Freitas (1942-), major José Manuel Faria Leal (1936-2015) e prof. Virgílio Pereira (1941-2021). Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 3 de abril de 1975, p. 1. Na mesma data o Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 3 de abril de 1975, p. 1, apresenta o evento de forma totalmente diferente, inclusivamente, omitindo […]
Militares vão trabalhar na Madalena do Mar, Diário de Notícias, Funchal, 26 de março de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Militares vão trabalhar na Madalena do Mar. Informação de que por decisão do governador militar e civil, brigadeiro Carlos Azeredo, com a colaboração de material da Junta Geral do Distrito, um grupo de cerca de 40 militares iriam trabalhar na preparação da ligação da asfaltagem da ligação da Tabua com a Madalena do Mar. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 26 de março de 1975, p. 1. A 15 de abril de 1975, no Jornal da Madeira, p. 3, o assunto seria alvo de reportagem de Ernesto Rodrigues (1930-2019). Arquivo Regional da Madeira, Coleção […]
Dinamização cultural do M. F. A. no Porto Santo, Diário de Notícias, Funchal, 28 de março de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Dinamização cultural do M. F. A. no Porto Santo. Na fotografia de 25 de março, na Calheta do Porto Santo, aparece o furriel Francisco Costa, professor primário, o 1.º cabo António Jorge Nunes, bailarino profissional e um elemento da Força Aérea destacado Porto Santo. Sessão mais desenvolvida veio a efetuar-se pelas 19.30 horas no cinema de Vila Baleira do Porto Santo. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 28 de março de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do […]
Dinamização cultural no Porto Santo, Diário de Notícias, Funchal, 25 de março de 1975, p. 10, ilha da Madeira.
Dinamização cultural no Porto Santo. Sessão a efetuar a 25 de março pelas 19.30 horas no cinema de Vila Baleira do Porto Santo. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 25 de março de 1975, p. 10. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas […]
Serviço Cívico: Uma resposta necessária (II), intervenção de Rui Carita na mesa redonda na Escola Industrial do Funchal, Diário de Notícias, Funchal, 25 de março de 1975, p. 5, ilha da Madeira.
Serviço Cívico: Uma resposta necessária (II) Intervenção de Rui Carita na mesa redonda na Escola Industrial do Funchal sobre a problemática do Ensino Básico na Madeira em questão Com António Teodoro (1950-), inspetor-chefe do Ensino Básico, Paquete de Oliveira (1936-2016), membro da Junta de Planeamento, responsável pelos Assuntos Sociais, Rui Carita (1946-), capitão, representante das Forças Armadas e 4 professores do Arquipélago da Madeira, tendo como moderador José Francisco de Nereu Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 25 de março de 1975, p. 5. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da […]
Serviço Cívico: Uma resposta necessária, intervenção de Rui Carita na mesa redonda na Escola Industrial do Funchal, Diário de Notícias, Funchal, 25 de março de 1975, p. 5, ilha da Madeira.
Serviço Cívico: Uma resposta necessária Intervenção de Rui Carita na mesa redonda na Escola Industrial do Funchal sobre a problemática do Ensino Básico na Madeira em questão Com António Teodoro (1950-), inspetor-chefe do Ensino Básico, Paquete de Oliveira (1936-2016), membro da Junta de Planeamento, responsável pelos Assuntos Sociais, Rui Carita (1946-), capitão, representante das Forças Armadas e 4 professores do Arquipélago da Madeira, tendo como moderador José Francisco de Nereu Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 25 de março de 1975, p. 5. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. […]
Mesa redonda na Escola Industrial do Funchal, A problemática do Ensino Básico na Madeira em questão, Diário de Notícias, Funchal, 25 de março de 1975, p. 5, ilha da Madeira.
Mesa redonda na Escola Industrial do Funchal sobre a problemática do Ensino Básico na Madeira em questão Com António Teodoro (1950-), inspetor-chefe do Ensino Básico, Paquete de Oliveira (1936-2016), membro da Junta de Planeamento, responsável pelos Assuntos Sociais, Rui Carita (1946-), capitão, representante das Forças Armadas e 4 professores do Arquipélago da Madeira, tendo como moderador José Francisco de Nereu Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 25 de março de 1975, p. 5. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de […]
A problemática do Ensino Básico na Madeira em questão, mesa redonda na Escola Industrial do Funchal, Diário de Notícias, Funchal, 25 de março de 1975, p. 5, ilha da Madeira.
A problemática do Ensino Básico na Madeira em questão Mesa redonda na Escola Industrial do Funchal com António Teodoro (1950-), inspetor-chefe do Ensino Básico, Paquete de Oliveira (1936-2016), membro da Junta de Planeamento, responsável pelos Assuntos Sociais, Rui Carita (1946-), capitão, representante das Forças Armadas e 4 professores do Arquipélago da Madeira, tendo como moderador José Francisco de Nereu Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 25 de março de 1975, p. 5. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de […]
Anúncio da sessão de Dinamização Cultural para o Largo da Igreja da freguesia de Santa Cruz, Diário de Notícias, Funchal, 1 de março de 1975, p. 4, ilha da Madeira.
Sessão de Esclarecimento em Santa Cruz promovida pelas Forças Armadas. Sessão a efetuar a 2 de março no largo da Igreja de Santa Cruz. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 1 de março de 1975, p. 4. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças […]
Francisco Simões, Taller. Premio Diseño MACAEL, 2023, Andaluzia, Espanha.
Francisco Simões Taller. (1946-) Premio Diseño MACAEL, 2023. Fotografias no atelier em Sintra, na antiga quinta das irmãs Rino, mas que passou nesse ano de 2023 para a Quinta da Alegria, em São Roque, Funchal, ilha da Madeira, onde ficou até meados de 2025. Premios Macael organizados por la Asociación de Empresarios del Mármol de Andalucía, Espanha. Francisco Simões Santos (Porto Brandão, Almada, 1946-) concluiu, em 1965, o curso da Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa e, entre 1967 e 1968, esteve em Itália e em França, como bolseiro. Radicado na Madeira, em 1973, veio a ocupar o […]
Francisco Simões, Monumentos. Premio Diseño MACAEL, 2023, Andaluzia, Espanha.
Francisco Simões Monumentos. (1946-) Premio Diseño MACAEL, 2023. Fotografias dos trabalhos do Parque dos Poetas de Oeiras e da estação de Metropolitano do Campo Pequeno em Lisboa, feitos então no atelier em Sintra, na antiga quinta das irmãs Rino, mas que passou nesse ano de 2023 para a Quinta da Alegria, em São Roque, Funchal, ilha da Madeira, onde ficou até meados de 2025. Premios Macael organizados por la Asociación de Empresarios del Mármol de Andalucía, Espanha. Francisco Simões Santos (Porto Brandão, Almada, 1946-) concluiu, em 1965, o curso da Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa e, entre […]
Francisco Simões, esculturas. Premio Diseño MACAEL, 2023, Andaluzia, Espanha.
Francisco Simões Esculturas. (1946-) Premio Diseño MACAEL, 2023. Fotografia do então atelier em Sintra, na antiga quinta das irmãs Rino, mas que passou nesse ano de 2023 para a Quinta da Alegria, em São Roque, Funchal, ilha da Madeira, onde ficou até meados de 2025. Premios Macael organizados por la Asociación de Empresarios del Mármol de Andalucía, Espanha. Francisco Simões Santos (Porto Brandão, Almada, 1946-) concluiu, em 1965, o curso da Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa e, entre 1967 e 1968, esteve em Itália e em França, como bolseiro. Radicado na Madeira, em 1973, veio a ocupar […]
Francisco Simões escultor. Premio Diseño MACAEL, 2023, Andaluzia, Espanha.
Francisco Simões Escultor. (1946-) Premio Diseño MACAEL, 2023. Fotografia do então atelier em Sintra, na antiga quinta das irmãs Rino, mas que passou nesse ano de 2023 para a Quinta da Alegria, em São Roque, Funchal, ilha da Madeira, onde ficou até meados de 2025. Premios Macael organizados por la Asociación de Empresarios del Mármol de Andalucía, Espanha. Francisco Simões Santos (Porto Brandão, Almada, 1946-) concluiu, em 1965, o curso da Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa e, entre 1967 e 1968, esteve em Itália e em França, como bolseiro. Radicado na Madeira, em 1973, veio a ocupar […]
Pisa-papéis Millefiori de Murano (atr.), 1970 (c.), ao gosto de Veneza, Itália.
Pisa-papéis Millefiori. Vidro, 6,5 x 8 x 8 cm. Vidreiro ao gosto de Murano (atr.), 1970 (c.). Murano, Veneza, mas fabricação provável dos Estados Unidos da América. A tradição de fabricação de vidro em Murano remonta ao século XIII e os seus artesãos, conhecidos como “vetraio”, eram altamente respeitados e foram aperfeiçoando as técnicas de fabrico de geração em geração, criando um legado que perdura até aos dias de hoje. A ilha do vasto arquipélago de Veneza foi escolhida por sua localização estratégica, longe do continente, o que ajudou a proteger os segredos da arte do vidro e, ao mesmo […]
Pisa-papéis Millefiori ao gosto de Murano ou Baccarat, 1950 (c.), Estados Unidos da América.
Pisa-papéis Millefiori dito meia-lua. Vidro, 6 x 8 x 8 cm. Vidreiro ao gosto de Murano ou Baccarat, 1970 (c.). Fabricação provável dos Estados Unidos da América. A tradição de fabricação de vidro em Murano remonta ao século XIII e os seus artesãos, conhecidos como “vetraio”, eram altamente respeitados e foram aperfeiçoando as técnicas de fabrico de geração em geração, criando um legado que perdura até aos dias de hoje. A ilha do vasto arquipélago de Veneza foi escolhida por sua localização estratégica, longe do continente, o que ajudou a proteger os segredos da arte do vidro e, ao mesmo […]
Pisa-papéis Millefiori ao gosto de Murano ou Baccarat, 1950 (c.), Estados Unidos da América.
Pisa-papéis Millefiori dito meia-lua. Vidro, 6 x 8 x 8 cm. Vidreiro ao gosto de Murano ou Baccarat, 1970 (c.). Fabricação provável dos Estados Unidos da América. A tradição de fabricação de vidro em Murano remonta ao século XIII e os seus artesãos, conhecidos como “vetraio”, eram altamente respeitados e foram aperfeiçoando as técnicas de fabrico de geração em geração, criando um legado que perdura até aos dias de hoje. A ilha do vasto arquipélago de Veneza foi escolhida por sua localização estratégica, longe do continente, o que ajudou a proteger os segredos da arte do vidro e, ao mesmo […]
Pisa-papéis Millefiori de Murano (atr.), 1960 (c.), Veneza, Itália.
Pisa-papéis Millefiori. Vidro, 6,5 x 8 x 8 cm. Vidreiro de Murano (atr.), 1960 (c.). Murano, Veneza, Itália. A tradição de fabricação de vidro em Murano remonta ao século XIII e os seus artesãos, conhecidos como “vetraio”, eram altamente respeitados e foram aperfeiçoando as técnicas de fabrico de geração em geração, criando um legado que perdura até aos dias de hoje. A ilha do vasto arquipélago de Veneza foi escolhida por sua localização estratégica, longe do continente, o que ajudou a proteger os segredos da arte do vidro e, ao mesmo tempo, também acautelou os restantes aglomerados urbanos dos acidentes […]
Pisa-papéis Millefiori de Murano (atr.), 1960 (c.), Veneza, Itália.
Pisa-papéis Millefiori. Vidro, 6,5 x 8 x 8 cm. Vidreiro de Murano (atr.), 1960 (c.). Murano, Veneza, Itália. A tradição de fabricação de vidro em Murano remonta ao século XIII e os seus artesãos, conhecidos como “vetraio”, eram altamente respeitados e foram aperfeiçoando as técnicas de fabrico de geração em geração, criando um legado que perdura até aos dias de hoje. A ilha do vasto arquipélago de Veneza foi escolhida por sua localização estratégica, longe do continente, o que ajudou a proteger os segredos da arte do vidro e, ao mesmo tempo, também acautelou os restantes aglomerados urbanos dos acidentes […]
António Ferro, o Génio na sombra de Salazar, capa da revista Visão, Lisboa, 8 de junho de 2020, Portugal
António Ferro, o Génio na sombra de Salazar (1895-1956) e (1889-1970) que inventou o Galo de Barcelos e as Marchas Populares Capa da revista Visão, Lisboa, 8 de junho de 2020, Portugal António Ferro (Lisboa, 1895; idem. 1956) com apenas 19 anos foi editor da revista Orfheu, responsabilidade para que foi escolhido por Fernando Pessoa (1888-1935) precisamente por ser ainda menor. Foi jornalista nos diários O Jornal, 1915, dirigido por Boavida Portugal e no qual também colaborou Fernando Pessoa, O Século e Diário de Notícias, dirigindo a revista Ilustração Portuguesa e fundando depois a revista Panorama. Em 1921 publicou o manifesto […]
Escultor Leopoldo de Almeida, caricatura de António de Sousa, 2012, estação do Aeroporto do Metropolitano de Lisboa, Portugal
Escultor Leopoldo de Almeida. (1898-1975) Mármores embrechados. Caricatura de António de Sousa (1953-), 2012 Estação do Aeroporto do Metropolitano de Lisboa, Portugal. Leopoldo de Almeida (1898-1975) Aos 15 anos matricula-se na Escola de Belas-Artes de Lisboa, frequentando o Curso Especial de Escultura entre 1916 e 1920. A sua formação é estruturada com base num classicismo de raízes académicas, marcado pelo gosto pelos cânones gregos, longe de qualquer aproximação modernista, como se pode verificar na sua obra inaugural, O vencido da vida (1922). Em 1926, desloca-se a Paris e a Roma como pensionista do Estado. Apesar de contactar com obras modernas […]
Mulheres de Trabalho, painel de azulejos de Joaquim Martins Correia, 1994, Estação do Metro de Picoas, Lisboa, Portugal.
Mulheres de Trabalho. Painel de azulejos do mestre Joaquim Martins Correia (1910-1999), 1994. Estação do Metro de Picoas, Lisboa, Portugal Joaquim Martins Correia (Golegã, 1910-1999) formou-se em Escultura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e iniciou a sua atividade como professor na década de trinta nas Caldas da Rainha, tendo sido docente na Escola Rafael Bordalo e revelou-se como artista em 1940, por ocasião da Exposição do Mundo Português. Foi membro do Conselho de Arte e Arqueologia da Câmara Municipal de Lisboa e vogal honorífico da Academia Nacional de Belas Artes de Lisboa. Na sua obra, as peças […]
Casa-mãe da Quinta do Reboredo, 1900 (c.), Casa da Cultura de Santa Cruz, ilha da Madeira.
Casa-mãe da Quinta do Reboredo. Antiga propriedade da família Blandy, 1900 (c.). Reposição de 2000 (c.) Casa da Cultura de Santa Cruz. Fotografia de 2023. Santa Cruz, ilha da Madeira.
Rua 5 de Outubro, antiga Rua do Príncipe, Foto Figueiras, 1938, Funchal, ilha da Madeira
Rua 5 de Outubro, antiga Rua do Príncipe Fotografia de Álvaro Nascimento Figueira (1885-1967), Foto Figueiras, 1938. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, PHF Rua 5 de Outubro, antiga Rua do Príncipe (depois D. João VI, 1767-1826), Funchal, ilha da Madeira A Rua 5 de Outubro é um dos arruamentos mais extensos do Funchal, com cerca de 1972 metros de comprimento e prolonga-se da Avenida do Mar e das Comunidades Madeirenses, a sul até à Rotunda dos Viveiros, a norte. Segue paralela à Ribeira de Santa Luzia e o seu trânsito automóvel funciona apenas no sentido descendente. Até ao final […]
Bazar do Povo, 1883 (c.), Rua do Bettencourt e Rua 5 de Outubro, Funchal, ilha da Madeira.
Bazar do Povo. A fundação do Bazar do Povo data de 1883, pelos irmãos Rodrigues, mas passaria quase imediatamente ao controlo de Henrique Augusto Rodrigues (1856-1934). Fotografia de Rui Marote, fevereiro de 2020 Rua do Bettencourt e Rua 5 de Outubro, antiga Rua do Príncipe (depois D. João VI, 1767-1826), Funchal, ilha da Madeira Henrique Augusto Rodrigues (1856-1934) era irmão de João Anacleto Rodrigues (1869-1948), tal como de Alfredo Guilherme Rodrigues (1862-1942). A Rua 5 de Outubro é um dos arruamentos mais extensos do Funchal, com cerca de 1972 metros de comprimento e prolonga-se da Avenida do Mar e das […]
Sessão de Esclarecimento em Porto Santo com a colaboração da tripulação da corveta António Eanes e o Grupo Folclórico Os Ilhéus, Diário de Notícias, Funchal, 4 de maio de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Sessão de Esclarecimento em Porto Santo Programa de Dinamização Cultural com a colaboração da tripulação da corveta António Eanes e o Grupo Folclórico Os Ilhéus. O grupo Os Ilhéus, dado como Grupo Folclórico de danças estilizadas, foi fundado pelo senhor Manuel de Almada, funcionário do Minas Gerais, por volta de 1966 a 1968. O fundador e alma do grupo, era para além de bailarino também ensaiador, tendo por inspirador o encenador Henrique Martins (1904-1996) e inspirando-se ambos, decididamente, no grupo de Bailados Portugueses Verde Gaio. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 4 de maio de […]
Sessão de Dinamização Cultural no Porto Santo com a colaboração da tripulação da corveta António Eanes e o Grupo Folclórico Os Ilhéus, Jornal da Madeira, Funchal, 4 de maio de 1975, p. 11, ilha da Madeira.
Dinamização Cultural, Anúncio da sessão de 4 de maio de 1975 na Vila Baleira, ilha do Porto Santo, onde colaboraram a tripulação da corveta António Eanes e o Grupo Folclórico Os Ilhéus. O grupo Os Ilhéus, dado como Grupo Folclórico de danças estilizadas, foi fundado pelo senhor Manuel de Almada, funcionário do Minas Gerais, por volta de 1966 a 1968. O fundador e alma do grupo, era para além de bailarino também ensaiador, tendo por inspirador o encenador Henrique Martins (1904-1996) e inspirando-se ambos, decididamente, no grupo de Bailados Portugueses Verde Gaio. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim […]
Furriel Francisco Costa, professor primário e duas das bailarinas do grupo Os Ilhéus a caminho do Porto Santo, 4 de maio de 1975, ilha da Madeira.
Furriel Francisco Costa, professor primário e duas das bailarinas do grupo Os Ilhéus a caminho do Porto Santo para uma sessão de Dinamização Cultural. O grupo Os Ilhéus, dado como Grupo Folclórico de danças estilizadas, foi fundado pelo senhor Manuel de Almada, funcionário do Minas Gerais, por volta de 1966 a 1968. O fundador e alma do grupo, era para além de bailarino também ensaiador, tendo por inspirador o encenador Henrique Martins (1904-1996) e inspirando-se ambos, decididamente, no grupo de Bailados Portugueses Verde Gaio. Pirata Azul, fotografia de 4 de maio de 1975 copiada pelo professor Jorge de Freitas Branco, […]
Morreu o escultor Leopoldo de Almeida, Jornal da Madeira, Funchal, 7 de maio de 1975, p. 7, ilha da Madeira.
Morreu o escultor Leopoldo de Almeida (1898-1975) Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 7 de maio de 1975, p. 7. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Leopoldo de Almeida (1898-1975) Aos 15 anos matricula-se na Escola de Belas-Artes de Lisboa, frequentando o Curso Especial de Escultura entre 1916 e 1920. A sua formação é estruturada com base num classicismo de raízes académicas, marcado pelo gosto pelos cânones gregos, longe de qualquer aproximação modernista, como se pode verificar na sua obra inaugural, O vencido da vida (1922). Em 1926, desloca-se a […]
As eleições na Madeira, Jornal da Madeira, Funchal, 27 de abril de 1975, p. 3, ilha da Madeira.
As eleições na Madeira. Com as entrevistas e as fotografias do brigadeiro Carlos de Azeredo (1930-2021) e o bispo D. Francisco Santana (1924-1982). Trabalho de José António Gonçalves (1954-2005) e outros, Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 27 de abril de 1975, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo da antiga aristocracia nortenha e filho do genealogista Francisco Carlos de Azeredo Melo e Leme (1900-1988), cumprira várias comissões de serviço […]
Espectacular vitória do P.P.D. na Madeira, Jornal da Madeira, Funchal, 27 de abril de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Espectacular vitória do P. P. D. na Madeira. A nível nacional o P. S. obteve maioria relativa. Eleições na Madeira, com as fotografias do brigadeiro Carlos de Azeredo e D. Francisco Santana (1924-1982) a votarem. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 27 de abril de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo da antiga aristocracia nortenha e filho do genealogista Francisco Carlos de Azeredo Melo e Leme (1900-1988), cumprira […]
Madalena do Mar: as Forças Armadas ajudam a construir o futuro, Ernesto Rodrigues in Jornal da Madeira, Funchal, 15 de abril de 1975, p. 3, ilha da Madeira.
Madalena do Mar: as Forças Armadas ajudam a construir o futuro Reportagem de Ernesto Rodrigues (1930-2019) in Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 15 de abril de 1975, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. Paralelamente, ainda […]
Madalena do Mar: as Forças Armadas ajudam a construir o futuro, Ernesto Rodrigues in Jornal da Madeira, Funchal, 15 de abril de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Madalena do Mar: as Forças Armadas ajudam a construir o futuro Reportagem de Ernesto Rodrigues (1930-2019) in Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 15 de abril de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. Paralelamente, ainda […]
Sessões de Dinamização Cultural promovidas pelas Forças Armadas na Ribeira Brava, Palmeira, Santa Cruz e Ajuda, São Martinho, Funchal, Jornal da Madeira, Funchal, 18 de abril de 1975, p. 11, ilha da Madeira
Programa de Dinamização Cultural, Comissão Dinamizadora Regional da Madeira, Sessões promovidas pelas Forças Armadas A 18 de abril de 1975, pelas 15 e 30, no Cinema da Ribeira Brava, sessão dedicada aos alunos da escola preparatória; a 19, domingo, pelas 17 e 21 horas, sessões na escola da Palmeira, Santa Cruz e no Sítio da Ajuda, São Martinho, Funchal. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 18 de abril de 1975, p. 11. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de […]
Sessão de Dinamização Cultural promovida pelas Forças Armadas na Lombada da Ponta do Sol com todos os partidos concorrentes às eleições pelo círculo do Funchal, Jornal da Madeira, Funchal, 17 de abril de 1975, p. 7, ilha da Madeira
Comissão Dinamizadora Regional da Madeira, Sessão promovida pelas Forças Armadas A 18 de abril de 1975, pelas 20 e 30, na Lombada da Ponta do Sol com todos os partidos concorrentes às eleições pelo círculo do Funchal. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 17 de abril de 1975, p. 7. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como […]
Brigadeiro Carlos de Azeredo tomou posse do cargo de Governador Civil do do Funchal, Jornal da Madeira, Funchal, 25 de março de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Brigadeiro Carlos de Azeredo tomou posse do cargo de Governador Civil do Distrito do Funchal. (1930-2021) Consequência do 11 de março e da necessidade de proceder a eleições para a Legislativa de 1975-1976. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 25 de março de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo da antiga aristocracia nortenha e filho do genealogista Francisco Carlos de Azeredo Melo e Leme (1900-1988), cumprira várias comissões […]
Manifestação da cana-de-açúcar de 9 de abril de 1975, Jornal da Madeira, Funchal, 10 de abril de 1975, p. 12, ilha da Madeira.
Manifestação da cana-de-açúcar. Organizada pela UPM com os trabalhadores e produtores de cana-de açúcar, chegaram a forçar e entrada no palácio-fortaleza de São Lourenço do Funchal, a 9 de abril de 1975. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 10 de abril de 1975, p. 12. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira.
Brigadeiro Carlos de Azeredo e a manifestação da cana-de-açúcar, Jornal da Madeira, Funchal, 10 de abril de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Brigadeiro Carlos de Azeredo. (1930-2021) Manifestação da Cana. Ao lado de Azeredo, o jornalista Armindo Abreu (1935-2020) e o capitão de Cavalaria Sardinha, comandante da Polícia do Exército. Manifestação organizada pela UPM com os trabalhadores e produtores de cana-de açúcar, porta do palácio-fortaleza de São Lourenço, Funchal, 9 de abril de 1975. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 10 de abril de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo […]
Sessão promovida pelas Forças Armadas a 6 de abril de 1975 na Ponta do Sol e Lombada, com os Partidos Políticos; e a 7, em Santo Amaro, Funchal, Diário de Notícias, Funchal, 4 de abril de 1975, p. 4, ilha da Madeira.
Programa de Dinamização Cultural, Sessão promovida pelas Forças Armadas no fim de semana de 6 e 7 de abril de 1975 A 6 de abril de 1975, pelas 1o horas, no Largo da Igreja da Ponta do Sol e, pelas 16 horas, no largo da Igreja da Lombada da Ponta do Sol, sessão em que colaborarão os Partidos Políticos; No dia 7 de abril, pelas 12 horas, no Largo da Igreja de Santo Amaro, a Santo António do Funchal, durante o qual serão exibidos alguns filmes. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 4 de […]
Sessão de Dinamização Cultural promovida pelas Forças Armadas a 14 de abril de 1975 na escola Gil Eanes, em Câmara de Lobos, Jornal da Madeira, Funchal, 13 de abril de 1975, p. 6, ilha da Madeira.
Programa de Dinamização Cultural, Sessão promovida pelas Forças Armadas A 14 de abril de 1975, pelas 14 horas, na escola Gil Eanes, em Câmara de Lobos em que serão exibidos alguns filmes. A 12 de abril, entretanto, tinha havido uma sessão no sítio da Ribeirinha, na Camacha. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 13 de abril de 1975, p. 6. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram […]
Sessão promovida pelas Forças Armadas a 6 de abril de 1975 na Ponta do Sol e Lombada, com os Partidos Políticos; a 7, em Santo Amaro, Funchal, Jornal da Madeira, Funchal, 4 de abril de 1975, p. 5, ilha da Madeira.
Programa de Dinamização Cultural, Sessão promovida pelas Forças Armadas A 6 de abril de 1975, pelas 1o horas, no Largo da Igreja da Ponta do Sol e, pelas 16 horas, no largo da Igreja da Lombada da Ponta do Sol, sessão em que colaborarão os Partidos Políticos; no dia 7 de abril, pelas 12 horas, no Largo da Igreja de Santo Amaro, a Santo António do Funchal, durante o qual serão exibidos alguns filmes. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 4 de abril de 1975, p. 5. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, […]
Sessão promovida pelas Forças Armadas a 5 de abril de 1975 no Lombo Segundo da freguesia de São Roque, Jornal da Madeira, Funchal, 3 de abril de 1975, p. 8, ilha da Madeira.
Sessão promovida pelas Forças Armadas A 5 de abril de 1975, pelas 18 horas no Lombo Segundo da freguesia de São Roque. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 3 de abril de 1975, p. 8. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço […]
Junta de Planeamento dá conferência de imprensa, Carlos de Azeredo, ex-padre Paquete de Oliveira, Dr. João Abel de Freitas, major José Manuel Faria Leal e prof. Virgílio Pereira, Jornal da Madeira, Funchal, 3 de abril de 1975, p. 1, ilha da Madeira
Junta de Planeamento dá conferência de imprensa Brigadeiro Carlos de Azeredo (1930-2021), ex-padre Paquete de Oliveira (1936-2016), Dr. João Abel de Freitas (1942-), major José Manuel Faria Leal (1936-2015) e prof. Virgílio Pereira (1941-2021), salão nobre da Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal. A Junta apresentou-se, a primeira vez, na parte militar do Palácio de São Lourenço, a 24 de março de 1975. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 3 de abril de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e […]
Prof. Virgílio Pereira vogal da Junta de Planeamento da Madeira, Jornal da Madeira, Funchal, 26 de março de 1975, p. 1, ilha da Madeira,
O Prof. Virgílio Pereira foi empossado no cargo de vogal da Junta de Planeamento da Madeira (1941-2021). Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 26 de março de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Virgílio Higino Gonçalves Pereira (Funchal, 11 jan. 1941; 23 jul. 2021). Professor da Escola Industrial e Comercial António Augusto de Aguiar era, desde 3 out. 1974, presidente da comissão administrativa da CMF, lugar que por eleição voltaria a ocupar entre 4 jan. 1977 e 3 jan. 1983, ainda deputado à Assembleia da República de […]
Decreto-lei 139-75 Cria Junta de Planeamento da Madeira, Lisboa, 11 de março de 1975, Jornal da Madeira, Funchal, 20 de março de 1975, p. 16, ilha da Madeira.
Decreto-lei 139-75 Cria Junta de Planeamento da Madeira Lisboa, 11 de março de 1975, Francisco da Costa Gomes (1919-2002), presidente da República Na manifestação de 11 de março de 1975, o brigadeiro Carlos de Azeredo já anunciara a demissão do Dr. Fernando Rebelo como governador civil e a organização de uma futura Junta de Planeamento. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 20 de março de 1975, p. 16. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. O Movimento Democrático da Madeira, fundado pelo grupo de candidatos e apoiantes da oposição democrática às […]
O Dr. Fernando Rebelo deixa o cargo de Governador do Distrito, Jornal da Madeira, 20 de março de 1975, p. 10, ilha da Madeira.
O Dr. Fernando Rebelo deixa o cargo de Governador do Distrito ( 1919-2002) Notícia de que na manifestação de 11 de março de 1975 o brigadeiro Carlos de Azeredo anunciara a demissão do Dr. Fernando Rebelo como governador civil e a que junta depois o telegrama da então Junta Geral a colocar os seus lugares à disposição, face à organização de uma futura Junta de Planeamento. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 20 de março de 1975, p. 10. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. O Movimento Democrático da Madeira, […]
O Dr. Fernando Rebelo deixa o cargo de Governador do Distrito, Jornal da Madeira, 20 de março de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
O Dr. Fernando Rebelo deixa o cargo de Governador do Distrito ( 1919-2002) Notícia de que na manifestação de 11 de março de 1975 o brigadeiro Carlos de Azeredo anunciara a demissão do Dr. Fernando Rebelo como governador civil e a que junta depois o telegrama da então Junta Geral a colocar os seus lugares à disposição, face à organização de uma futura Junta de Planeamento. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 20 de março de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. O Movimento Democrático da Madeira, […]
Plante o seu investimento Aqui, Edifício Navio Azul, projeto arquiteto Marcelo Costa, 1969, Jornal da Madeira, Funchal, 16 de março de 1975, p. 5, ilha da Madeira.
Plante o seu investimento Aqui. Edifício Navio Azul/Deck-Club, Estrada Monumental, Funchal. Projeto do arquiteto Marcelo Costa, 1969. Marcelo Luiz Correia de Lima Costa (19 ago. 1927-19 nov. 1994) Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 16 de março de 1975, p. 5. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira.
Manifestação na Madeira face à sublevação militar no Continente do 11 de março, Jornal da Madeira, Funchal, 12 de março de 1975, p. 7, ilha da Madeira
Na Madeira, o Povo veio à rua apoiar o M. F. A. Sublevação militar no Continente a 11 de março tentando pôr em causa a normal evolução do processo democrático. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 12 de março de 1975, p. 7. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira.
Sublevação militar no Continente do 11 de março, Jornal da Madeira, Funchal, 12 de março de 1975, p. 1, ilha da Madeira
Sublevação militar no Continente Tentando pôr em causa a normal evolução do processo democrático. General Costa Gomes (1914-2001) fala ao País e general Spínola (1910-1996) foge para Espanha. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 12 de março de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Francisco da Costa Gomes (Chaves, 30 jun. 1914; Lisboa, 31 jul. 2001). Aluno do colégio Militar, ingressaria na Escola do Exército e seguiria a vida militar. Seria chamado para subsecretário de Estado do Exército pelo general Júlio Botelho Moniz (1900-1970), então ministro da […]
Anúncio das sessões de Dinamização Cultural para a Raposeira, Calheta e Fajã da Ovelha, Jornal da Madeira, Funchal, 22 de março de 1975, p. 9, ilha da Madeira.
Programa de Dinamização Cultural: Comissão Dinamizadora Regional da Madeira Sessão promovida pelas Forças Armadas. Sessões a efetuar a 23 de março na freguesia da Raposeira, Calheta e da Fajã da Ovelha, ambas no largo da igreja local, atuando o grupo folclórico da Boa Nova, Funchal. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 22 de março de 1975, p. 9. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a […]
Capela de Nossa Senhora da Conceição, 1662 a 1670, Estreito da Calheta, ilha da Madeira.
Capela de Nossa Senhora da Conceição. Construção de 1662 e data de 1670. Reforma de 1880 a 1920 (c.). Fotografia de Paulo Santos Perneta, 2020. Sítio do Lombo da Igreja, Estreito da Calheta, ilha da Madeira. Boa capela particular, construída nos meados do século XVII e reconstrução nos inícios do XX. Capela maneirista de linhas simples, seguindo a tipologia das capelas insulares contemporâneas, valorizadas por alguns pormenores decorativos como o remate da empena com cruz sobre base moldurada entre volutas e portal com base, pilastras, arco e seguintes também moldurados. Alçados com cunhais perpianhos. No interior, um pouco descaracterizado pelas […]
Brasão de Armas da Freguesia do Estreito da Calheta, 2004, Calheta, ilha da Madeira.
Brasão de Armas da Freguesia do Estreito da Calheta. Desenho da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses de 2004. Estreito da Calheta, Calheta, ilha da Madeira. Conforme os ‘Censos de 2021’, esta freguesia tinha 1578 habitantes, o que equivale a menos de um terço da população existente em 1930 (4938). O Recenseamento Eleitoral, de 31-12-2024, refere 1684 eleitores nacionais, 11 da União Europeia e 1 outro cidadão estrangeiro residente. Heráldica da freguesia: Armas – Escudo de vermelho, com uma parreira arrancada, de ouro, frutada de púrpura; em chefe, cometa de ouro. Coroa mural de prata de três torres. […]
Venda Grande, edifício de habitação e comércio, 1880 (c.), Largo da Igreja do Estreito da Calheta, ilha da Madeira.
Venda Grande. Antiga residência de emigrante de torna-viagem (?). Edifício de habitação e comércio, 1880 (c.). Fotografia do doutor Nelson Veríssimo, 2020. Largo da Igreja do Estreito da Calheta, ilha da Madeira Junto à Matriz, um edifício de inícios do século XX, que teria servido de residência e mercearia no piso térreo (Venda Grande), apresenta-se em estado de abandono e progressiva degradação. Caminha para a ruína. É, contudo, um imóvel distinto na freguesia, representativo de uma época da arquitetura residencial, com aproveitamento comercial no piso ao nível da rua. Uma memória do lugar que merecia ser preservada. Informaram-me ter pertencido […]
Nossa Senhora da Graça, oficina portuguesa, 1750 (c.), igreja de Nossa Senhora da Graça do Estreito da Calheta, ilha da Madeira,
Nossa Senhora da Graça. Madeira entalhada, estofada e policromada de oficina portuguesa, 1750 (c.) Cartaz do Arraial do Estreito da Calheta. Festa de Nossa Senhora da Graça Paróquia da Graça do Estreito da Calheta, 14 e 15 de agosto de 2025. Caminho da Igreja, Estreito da Calheta, ilha da Madeira. Não se conhece a data da criação da paróquia do Estreito da Calheta, mas já existia em 1518. De início, foi sua sede a Capela de Nossa Senhora da Graça, instituída por João de França, um dos primeiros povoadores do Estreito, falecido em 15011. Mais tarde, uma nova igreja paroquial […]
Estreito da Calheta, fotografia de Anabela Gomes, setembro de 2025, ilha da Madeira.
Estreito da Calheta. Fotografia de Anabela Gomes, 8 de setembro de 2025. Estreito da Calheta, ilha da Madeira. A freguesia do Estreito da Calheta insere-se na vertente sudoeste da ilha da Madeira, estendendo-se da faixa costeira até cotas que se aproximam dos 1200-1300 m, nas imediações do planalto do Paul da Serra. Confina com as freguesias da Calheta, Prazeres, Fajã da Ovelha e Ribeira da Janela. O topónimo ‘Estreito’ poderá ser explicado pela configuração longitudinal do território, delimitado pela ribeira de São Bartolomeu, a leste, e a ribeira Funda, a oeste. A morfologia da freguesia é marcada por diversos lombos: […]
Igreja matriz de Nossa Senhora da Graça do Estreito da Calheta, reconstrução de António Vilavicêncio de 1791 e seguintes, Caminho da Igreja, Estreito da Calheta, ilha da Madeira.
Igreja matriz de Nossa Senhora da Graça do Estreito da Calheta. Projeto de António Vilavicêncio (c. 1720-1794) (atr.) Reconstrução de 1791 e seguintes. Fotografia da Câmara Municipal da Calheta, 2020. Caminho da Igreja, Estreito da Calheta, ilha da Madeira. Não se conhece a data da criação da paróquia do Estreito da Calheta, mas já existia em 1518. De início, foi sua sede a Capela de Nossa Senhora da Graça, instituída por João de França, um dos primeiros povoadores do Estreito, falecido em 15011. Mais tarde, uma nova igreja paroquial começou a ser delineada noutro local, no princípio do século XVIII, […]
Exposição 50 Anos do 25 de Abril, Vozes do Povo/Reflexos de Abril, 17 de abril de 2024, Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, Funchal, ilha da Madeira
Exposição 50 Anos do 25 de Abril, Vozes do Povo/Reflexos de Abril, Fotografia de 17 de abril de 2024. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, Funchal, ilha da Madeira Exposição que teve como cartaz a fotografia da manifestação do 1.º de Maio de 1974 com Joana Carita (LM, 13 jan. 1951-Lx. 7 out. 2017) em cima da Chaimite com o capitão José Reboredo Viana e alferes Albano Bessa Monteiro ao lado. Avenida do Mar, Foto Moderna, 1 de maio de 1974, Funchal, ilha da Madeira. ‘50 Anos do 25 de Abril – Vozes do Povo: reflexos de Abril’ é […]
Exposição 50 Anos do 25 de Abril, Vozes do Povo/Reflexos de Abril, 17 de abril de 2024, Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, Funchal, ilha da Madeira
Exposição 50 Anos do 25 de Abril, Vozes do Povo/Reflexos de Abril, Fotografia de 17 de abril de 2024. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, Funchal, ilha da Madeira Exposição que teve como cartaz a fotografia da manifestação do 1.º de Maio de 1974 com Joana Carita (LM, 13 jan. 1951-Lx. 7 out. 2017) em cima da Chaimite com o capitão José Reboredo Viana e alferes Albano Bessa Monteiro ao lado. Avenida do Mar, Foto Moderna, 1 de maio de 1974, Funchal, ilha da Madeira. ‘50 Anos do 25 de Abril – Vozes do Povo: reflexos de Abril’ é […]
Fortaleza e palácio de São Lourenço do Funchal vistos da Avenida do Mar, 2020, ilha da Madeira.
Fortaleza e palácio de São Lourenço do Funchal vistos da Avenida do Mar. Campanha de 1540 (c.) e seguintes Fotografia de 17 de abril de 2020. Fortaleza de São Lourenço, Funchal, ilha da Madeira.
Adam Blandy, Madeira Wine, Funchal, 11 de junho de 2001, ilha da Madeira
Adam Blandy (2025) Fotografia de 11 de junho de 2001. Madeira Wine, Funchal, ilha da Madeira. O ex-presidente do Grupo Blandy, Adam Blandy (2025), faleceu na madrugada de 13 de novembro no Funchal. Tinha 89 anos e deixa um legado que orgulha a família e a Região. Membro da sexta geração da família Blandy, Adam Blandy, casado com Christina Blandy, deixa cinco filhos: Jonathan, Louisa, Jessica, Emily e Christopher (Chris), o actual CEO do grupo. Adam Blandy esteve durante vários anos a liderar o Grupo Blandy. Entre 1974 e 1985, ano em que saiu da administração, onde esteve durante 25 […]
Alunos e alunas do Liceu do Funchal, Atelier Vicentes, Funchal, 1912-1918, ilha da Madeira.
Alunos e alunas do Liceu. (1912-1918) Negativo simples, vidro, gelatina sal de prata, Photographia Vicente’s, Funchal, 1912 a 1918. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (VIC), ilha da Madeira.
Universidade de Paris atribui Honoris Causa a José Eduardo Franco, Diário de Notícias, Funchal, 7 de novembro de 2025, ilha da Madeira.
Universidade de Paris atribui Honoris Causa a José Eduardo Franco. (Machico, 1969; -). João Filipe Pestana in Diário de Notícias, Funchal, 7 de novembro de 2025, p. Distinção Lisboa, 2025, Portugal. Historiador e investigador-coordenador com equiparação a Professor Catedrático da Universidade Aberta, Diretor do Centro de Estudos Globais da Universidade Aberta, Titular da Cátedra UNESCO/CIPSH de Estudos Globais e membro da Academia Portuguesa da História. Tem sido professor-visitante da Université Paris II, Pantheon-Assas e da Universidade Federal de Sergipe, Brasil. Coordena atualmente o programa de doutoramento em Estudos Globais na Universidade Aberta.
Grande borboleta branca-da-Madeira, 1950 (c.), dada como extinta em 2025, ilha da Madeira
Grande borboleta branca-da-Madeira Pieris brassicae wollastoni (William Hyde Wollaston, 1766-1828); Família: Pieridae endémica da Madeira Espécie de grandes dimensões, com envergadura de 55 a 65 milímetros; asas anteriores com fundo alar branco puro e ápices com ampla ponta negra. Exemplar do Museu Municipal do Funchal, ilha da Madeira. Conhecida vulgarmente por ‘Grande branca da Madeira‘ e é a primeira borboleta a ser considerada oficialmente extinta em território europeu, como resultado da ação humana. Até 1950 esta borboleta foi referenciada sempre a altitudes superiores a 650m, incluindo a laurissilva húmida que se estende até aos 1.200m. A partir desta data, começa […]
Grande borboleta branca-da-Madeira, 1894, dada como extinta em 2025, ilha da Madeira
Grande borboleta branca-da-Madeira Pieris brassicae wollastoni (William Hyde Wollaston, 1766-1828); Família: Pieridae endémica da Madeira Espécie de grandes dimensões, com envergadura de 55 a 65 milímetros; asas anteriores com fundo alar branco puro e ápices com ampla ponta negra. Pub. in The butterflies and moths of Teneriffe por A. E. Holt White and Rashleigh Holt White, 1894. Conhecida vulgarmente por ‘Grande branca da Madeira‘ e é a primeira borboleta a ser considerada oficialmente extinta em território europeu, como resultado da ação humana. Até 1950 esta borboleta foi referenciada sempre a altitudes superiores a 650m, incluindo a laurissilva húmida que se […]
Grande borboleta branca-da-Madeira, 1970 (c.), dada como extinta em 2025, ilha da Madeira
Grande borboleta branca-da-Madeira Pieris brassicae wollastoni (William Hyde Wollaston, 1766-1828); Família: Pieridae endémica da Madeira Espécie de grandes dimensões, com envergadura de 55 a 65 milímetros; asas anteriores com fundo alar branco puro e ápices com ampla ponta negra. Fotografia de 1970 (c.), ilha da Madeira Conhecida vulgarmente por ‘Grande branca da Madeira‘ e é a primeira borboleta a ser considerada oficialmente extinta em território europeu, como resultado da ação humana. Até 1950 esta borboleta foi referenciada sempre a altitudes superiores a 650m, incluindo a laurissilva húmida que se estende até aos 1.200m. A partir desta data, começa a voar […]
Anúncio das sessões de Dinamização Cultural para a Serra de Água e Madalena do Mar, Jornal da Madeira, Funchal, 7 de março de 1975, p. 3, ilha da Madeira.
Programa de Dinamização Cultural: Comissão Dinamizadora Regional da Madeira Sessão promovida pelas Forças Armadas. Sessões a efetuar a 9 de março na freguesia da Serra de Água e da Madalena do Mar, ambas no largo da igreja, sendo nesta última exibidos filmes, além de atuar o grupo folclórico Os Ilhéus. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 7 de março de 1975, p. 7. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e […]
Evocação do cónego Jaime de Gouveia Barreto, Jornal da Madeira, Funchal, 5 de março de 1975, p. 3, ilha da Madeira.
Evocação de uma prestigiosa figura de sacerdote e naturalista madeirense. Cónego Jaime de Gouveia Barreto (1887-1963) assinando a homenagem o poeta Sílvio Silva. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 5 de março de 1975, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Jaime de Gouveia Barreto (Porto Moniz, 13 maio 1887; Funchal, 12 jul. 1963). Nomeado alferes capelão, partiu para França a 23 maio 1918, regressando em jul. 1919. Foi coadjutor do padre Ernesto Schmitz (1845-1922), vindo a ser nomeado diretor do museu do Seminário com a saída daquele naturalista […]
Anúncio das sessões de Dinamização Cultural para o Curral das Freiras, Jornal da Madeira, Funchal, 6 de março de 1975, p. 3, ilha da Madeira.
Programa de Dinamização Cultural: Comissão Dinamizadora Regional da Madeira Sessão promovida pelas Forças Armadas. Sessão a efetuar a 7 de março no largo da igreja de Curral das Freiras onde seriam exibidos filmes. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 6 de março de 1975, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural […]
Anúncio da sessão de Dinamização Cultural para o Largo da Igreja da freguesia de Santa Cruz, Jornal da Madeira, Funchal, 1 de março de 1975, p. 3, ilha da Madeira.
Comissão de Dinamização Cultural: sessões promovidas pelas Forças Armadas. Sessão a efetuar a 2 de março no largo da Igreja de Santa Cruz. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 1 de março de 1975, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o […]
Anúncio das sessões de Dinamização Cultural para o Santo da Serra e Caniçal, Jornal da Madeira, Funchal, 22 de fevereiro de 1975, p. 12, ilha da Madeira.
Comissão de Dinamização Cultural: sessões promovidas pelas Forças Armadas. Sessão a efetuar a 23 de fevereiro no largo do Santo da Serra e na Praça do Peixe do Caniçal, onde iam ser exibidos vários filmes. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 22 de fevereiro de 1975, p. 12. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de […]
Queremos o Presidente Alexandre, afirma o Povo do Porto da Cruz, Jornal da Madeira, Funchal, 15 de fevereiro de 1975, p. 7, ilha da Madeira.
Queremos o Presidente Alexandre, afirma o Povo do Porto da Cruz Título da primeira página: “O Povo é quem mais ordena”; Porto da Cruz às Forças Armadas: Mantenha-se o Presidente da Câmara. Sessão a que foram chamadas a Forças Armadas, com o então major e depois coronel comando Júlio Faria Ribeiro de Oliveira (26 dez. 1934-), depois comandante do Regimento de Comandos da Amadora, em 1 de outubro de 1981 e na Madeira como comandante do COPCOM. Em causa estava a manutenção ou não do Dr. Alexandre Teixeira como presidente da comissão administrativa da Câmara Municipal de Machico. O Dr. […]
Anúncio das sessões de Dinamização Cultural para o Paul do Mar e Calheta, Jornal da Madeira, Funchal, 15 de fevereiro de 1975, p. 7, ilha da Madeira.
Comissão de Dinamização Cultural: sessões promovidas pelas Forças Armadas. Sessão a efetuar a 2 de fevereiro no Teatro do Paul do Mar e na Calheta, no adro da Matriz e no Hospital, onde iam ser exibidos vários filmes. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 15 de fevereiro de 1975, p. 7. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, […]
O Povo é quem mais ordena; Porto da Cruz às Forças Armadas: Mantenha-se o Presidente da Câmara, Jornal da Madeira, Funchal, 15 de fevereiro de 1975, p. 12, ilha da Madeira.
“O Povo é quem mais ordena” Porto da Cruz às Forças Armadas: Mantenha-se o Presidente da Câmara. Sessão a que foram chamadas a Forças Armadas, com o então major e depois coronel comando Júlio Faria Ribeiro de Oliveira (26 dez. 1934-), depois comandante do Regimento de Comandos da Amadora, em 1 de outubro de 1981 e na Madeira como comandante do COPCOM. Em causa estava a manutenção ou não do Dr. Alexandre Teixeira como presidente da comissão administrativa da Câmara Municipal de Machico. O Dr. João Alexandre Teixeira era natural do Caramachão, Machico, onde nascera a 3 de maio de […]
Comissão de Dinamização Cultural: sessões promovidas pelas Forças Armadas no Paul do Mar e na Calheta, Diário de Notícias, Funchal, 31 de janeiro de 1975, p. 12, ilha da Madeira.
Comissão de Dinamização Cultural: sessões promovidas pelas Forças Armadas. Sessão a efetuar a 2 de fevereiro no Teatro do Paul do Mar e na Calheta, no adro da Matriz e no Hospital, onde iam ser exibidos vários filmes. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 31 de janeiro de 1975, p. 12. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural […]
Menino das caixinhas a fumar, fotografia de Rui Marote, 1978, Baixa da cidade do Funchal, ilha da Madeira
Menino das caixinhas Fotografia de Rui Marote (1947-), 1978 Funchal, Baixa da cidade junto da Avenida do Mar, ilha da Madeira A Madeira é como os meninos das caixinhas, sempre a pedir… Quem não se recorda dos meninos da caixinhas, nos finais da década de Setenta do ano passado, e nos anos Oitenta, que tanto frequentavam a zona da Sé, e andavam à volta dos cafés Apolo e Coral. Esta zona era o quintal destes jovens, na maioria oriundos do concelho de Câmara de Lobos. Diariamente fotografava episódios destas crianças, publicados nas páginas do Jornal da Madeira na rubrica “Ronda pela […]
Constituiu-se na Madeira o 1º Esquadrão de Polícia Militar, Jornal da Madeira, Funchal, 1 de março de 1975, p. 6, ilha da Madeira.
Constituiu-se na Madeira o 1º Esquadrão de Polícia Militar Desfile do Esquadrão sob comando do tenente de Cavalaria Sardinha em continência ao brigadeiro Carlos Azeredo (1930-2021), na parada do GAG 2 de São Mrtinha. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 1 de março de 1975, p. 6. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo da antiga aristocracia nortenha e filho do genealogista Francisco Carlos de Azeredo Melo e Leme (1900-1988), cumprira várias […]
Constituiu-se na Madeira o 1º Esquadrão de Polícia Militar, Jornal da Madeira, Funchal, 1 de março de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Constituiu-se na Madeira o 1º Esquadrão de Polícia Militar Entrega do estandarte no GAG 2 pelo brigadeiro Carlos Azeredo (1930-2021) ao então tenente de Cavalaria Sardinha. Trata-se do estandarte da Zona Militar da Madeira e não do Esquadrão, que ainda não tinha, tendo então sido criado em coordenação com o gabinete de heráldica do Exército e sob orientação do coronel Jorge Guerreiro Vicente (1925-2017), que, entretanto, também haveria de reformular as armas da ZMM. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 1 de março de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, […]
Envio dos relatórios 19, 20 e 21 das sessões em Gaula, na Camacha e no Porto da Cruz, Funchal, 24 jan. 1975ilha da Madeira,
Envio dos relatórios 19, 20 e 21 das sessões em Gaula, na Camacha e no Porto da Cruz, Sessões de 18 e 19 de janeiro de 1975 onde falou o capitão Carita, alferes Bessa Monteiro e aspirante João Miranda, assistidos pelo furriel Pinto e atuando o Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha e do Porto da Cruz. Ofício 20/75, proc. 3.0.1 de 24 jan. 1975 da Comissão Dinamizadora Regional da Madeira, Rua da Carreira, 155, 2.º dr., Funchal, ilha da Madeira. 5.ª Divisão do Movimento das Forças Armadas / Campanha de Dinamização Cultural Arquivo da Defesa Nacional, ADN, […]
Catálogo da exposição de Rui Carita, Delegação de Turismo da Madeira, 25 de setembro de 1974, ilha da Madeira
Rui Carita expõe desenhos e óleos Catálogo de exposição na Delegação de Turismo da Madeira, 25 de setembro de 1974. Design de Tolentino Nóbrega (1952-2015) e texto de Um buraco na boca, de António Aragão (1924-2008), 1971 Coleção Dr. João Amaral Tavares de Miranda, Figueira da Foz, Portugal. Rui Alexandre Carita Silvestre (1946-) nasceu perto de Tomar, filho de um oficial da Força Aérea, então em serviço na Base Aérea de Tancos. Aluno do Colégio Militar, seguiu a carreira militar e prestou serviço na guerra colonial, em Angola e Moçambique, sendo reformado em coronel. Dedicando-se desde muito novo às artes plásticas, efetuou […]
Texto de António Aragão no catálogo da exposição de Rui Carita, Delegação de Turismo da Madeira, 25 de setembro de 1974, ilha da Madeira
Texto de Um buraco na boca, de António Aragão, 1971 (1924-2008) Rui Carita expõe desenhos e óleos, catálogo de exposição na Delegação de Turismo da Madeira, 25 de setembro de 1974. Design de Tolentino Nóbrega (1952-2015) e Coleção Dr. João Amaral Tavares de Miranda, Figueira da Foz, Portugal. Rui Alexandre Carita Silvestre (1946-) nasceu perto de Tomar, filho de um oficial da Força Aérea, então em serviço na Base Aérea de Tancos. Aluno do Colégio Militar, seguiu a carreira militar e prestou serviço na guerra colonial, em Angola e Moçambique, sendo reformado em coronel. Dedicando-se desde muito novo às artes […]
Óleos e desenhos de Rui Carita, Delegação de Turismo da Madeira, 25 de setembro de 1974, ilha da Madeira
Rui Carita expõe desenhos e óleos Catálogo de exposição na Delegação de Turismo da Madeira, 25 de setembro de 1974. Design de Tolentino Nóbrega (1952-2015) e texto de Um buraco na boca, de António Aragão (1924-2008), 1971 Coleção Dr. João Amaral Tavares de Miranda, Figueira da Foz, Portugal. Rui Alexandre Carita Silvestre (1946-) nasceu perto de Tomar, filho de um oficial da Força Aérea, então em serviço na Base Aérea de Tancos. Aluno do Colégio Militar, seguiu a carreira militar e prestou serviço na guerra colonial, em Angola e Moçambique, sendo reformado em coronel. Dedicando-se desde muito novo às artes plásticas, efetuou […]
Rui Carita, exposição na Delegação de Turismo da Madeira, 25 de setembro de 1974, Diário de Notícias, Funchal, 24 de setembro de 1974, p. 11, ilha da Madeira.
Rui Carita Catálogo de exposição na Delegação de Turismo da Madeira, 25 de setembro de 1974. Design de Tolentino Nóbrega (1952-2015) e texto de Um buraco na boca, de António Aragão (1924-2008), 1971 Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 24 de setembro de 1974, p. 11. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Rui Alexandre Carita Silvestre (1946-) nasceu perto de Tomar, filho de um oficial da Força Aérea, então em serviço na Base Aérea de Tancos. Aluno do Colégio Militar, seguiu a carreira militar e prestou serviço na […]
Sessões de Esclarecimento Cívico e Dinamização Cultural na Camacha e Porto da Cruz, Diário de Notícias, Funchal, 19 de janeiro de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Sessões de Esclarecimento Cívico e Dinamização Cultural na Camacha e Porto da Cruz No dia 19 de janeiro, pelas 15.30, na Camacha, na Casa do Povo, atuando o grupo folclórico da mesma casa e, no mesmo dia, pelas 19 horas, no Porto da Cruz e no salão paroquial, atuando então o grupo daquele local. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 19 de janeiro de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados […]
Sessões de Dinamização Cultural em Gaula, Camacha e Porto da Cruz, Diário de Notícias, Funchal, 18 de janeiro de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Sessões de Dinamização Cultural em Gaula, Camacha e Porto da Cruz Em Gaula, dia 18 de janeiro de 1975, pelas 16 horas, no salão paroquial da igreja de Gaula de Baixo, com a participação do Grupo Folclórico do Porto da Cruz; no seguinte dia 19 de janeiro, pelas 15.30, na Camacha, na Casa do Povo, atuando o grupo folclórico da mesma casa; no mesmo dia, pelas 19 horas, no Porto da Cruz e no salão paroquial, atuando então o grupo daquele local. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 18 de janeiro de 1975, p. […]
Sessão de Esclarecimento no Serrado da Adega, Câmara de Lobos, Diário de Notícias, Funchal, 16 de janeiro de 1975, p. 6, ilha da Madeira.
Sessão de Esclarecimento no Serrado da Adega A Comissão Dinamizadora Regional da Madeira leva a efeito a 16 de janeiro de 1975, na escola primária da freguesia de Câmara de Lobos, no Serrado da Adega, Santa Cecília, colaborando um grupo musical formado por elementos do povo de Sta. Cecília. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 16 de janeiro de 1975, p. 6. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública […]
Anúncio das sessão de dinamização promovida pelas Forças Armadas no Sítio do Serrado da Adega, paróquia de Santa Cecília de Câmara de Lobos, Jornal da Madeira, Funchal, 16 de janeiro de 1975, p. 10, ilha da Madeira.
5.ª Divisão do EMGFA Programa de Dinamização Cultural Comissão Dinamizadora Regional da Madeira, sessão promovida pelas Forças Armadas A 16 de janeiro de 1975, na escola primária da freguesia de Câmara de Lobos, no Serrado da Adega, Santa Cecília, colaborando um grupo musical formado por elementos do povo de Sta. Cecília. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 16 de janeiro de 1975, p. 10. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública […]
Jornadas de Dinamização Política para os agentes da Pastoral organizadas pela Diocese, “Jornal da Madeira”, Funchal, 10 de janeiro de 1975, p. 3, ilha da Madeira.
Jornadas de Dinamização Política para os agentes da Pastoral Descrição das sessões realizadas de 6 a 9 de janeiro de 1975 no colégio de Santa Terezinha, com a presença de D. Francisco Antunes Santana (1924-1982), realizadas pelo Dr. Bessa Monteiro (1949-) do M. F. A., então professor do liceu do Funchal e o Dr. Alberto João Jardim (1943; -), diretor do Jornal da Madeira. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 10 de janeiro de 1975, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. D. Francisco Antunes Santana (Lisboa, 11 out. […]
Anúncio das sessão de dinamização promovidas pelas Forças Armadas no Sítio do Povo de Gaula, na Camacha e no Porto da Cruz, Jornal da Madeira, Funchal, 18 de janeiro de 1975, p. 3, ilha da Madeira.
Anúncio das sessão de dinamização promovidas pelas Forças Armadas A 18 de janeiro de 1975, no salão paroquial do Sítio do Povo de Gaula, onde iria atuar o Grupo Folclórico do Porto da Cruz; a 19 seguinte, mo salão paroquial da Camacha, atuando ali o grupo da Casa do Povo local e, depois, no salão paroquial do Porto da Cruz, de novo com o grupo local. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 18 de janeiro de 1975, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu […]
Anúncio de sessão promovida pelas Forças Armadas no Campanário e nos Canhas a 5 de janeiro de 1975, Diário de Notícias, Funchal, 5 de janeiro de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Anúncio da sessão promovida pelas Forças Armadas no Campanário e nos Canhas. Sessões a efetuar nesse dia 5 de janeiro nos salões paroquiais locais e onde seriam exibidos filmes. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 5 de janeiro de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação […]
25 de Abril – 1.º de Maio, O M. F. A. e o Povo, in Acontecimentos do ano de 1974, Diário de Notícias, Funchal, 1 de janeiro de 1975, p. 6, ilha da Madeira.
25 de Abril – 1.º de Maio, O M. F. A. e o Povo. Acontecimentos do ano de 1974, fotografia da manifestação com Joana Carita em cima da Chaimite, com capitão José Reboredo Viana e alferes Albano Bessa Monteiro ao lado, com megafone. Foto Moderna. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 1 de janeiro de 1975, p. 6. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Manifestação onde apareceram os cartazes: Marcelo, Tomás e Co. fora da ilha da Madeira e Não somos caixote de lixo! da autoria Vicente Jorge Silva […]
Exposições na Quinta das Angústias, Diário de Notícias, Funchal, 25 de dezembro de 1974, p. 3, ilha da Madeira.
Exposições na Quinta das Angústias. Fotografia do Torso de Mulher, gesso patinado, 114 cm. de Francisco Franco (1885-1955), Paris, 1922. Diário de Notícias, Funchal, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), 25 de dezembro de 1974, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço […]
Exposições na Quinta das Angústias, Foto Moderna, Diário de Notícias, Funchal, 24 de dezembro de 1974, p. 8, ilha da Madeira.
Exposições na Quinta das Angústias. Foto Moderna, Diário de Notícias, Funchal, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), 24 de dezembro de 1974, p. 8. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. Nesse sentido, com o lançamento das campanhas de dinamização cultural, […]
Esclarecimento público da Comissão do Museu da Quinta das Cruzes, Jornal da Madeira, Funchal, 31 de janeiro de 1975, p. 8, ilha da Madeira.
Esclarecimento público da Comissão do Museu da Quinta das Cruzes. Questão levantada com a montagem do retábulo de pedra (c. 1740) da capela do palácio de Nicolau Geraldo de Freitas Barreto (c. 1690-1764), numa das paredes exteriores do Museu virada ao jardim e que pressupunha a demissão da comissão diretiva para a nomeação de um diretor, então o escultor Amândio de Sousa (1934-2021). Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 31 de janeiro de 1975, p. 8. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia da Quinta das Cruzes: 1421 / 1425 […]
Anúncio de sessão de dinamização cultural a realizar no Porto Santo a 12 de janeiro de 1975, Diário de Notícias, Funchal, 11 de janeiro de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
Anúncio de sessão de dinamização cultural a realizar no Porto Santo. Sessões a efetuar a 12 de janeiro e onde iria colaborava o grupo musical da fragata Magalhães Correia, que pensamos que traria a bordo cadetes da Escola Naval, como mais tarde nos referiu no Funchal o almirante António Manuel Fernandes da Silva Ribeiro (1957-), chefe do estado-maior-general das Forças Armadas entre 2018 e 2023. O vice-almirante Luís Magalhães Correia (1873-1960), que deu nome a esta fragata, esteve na Madeira no comando das forças continentais que acabaram com a Revolta da Madeira de 1931, servindo, entretanto, de interlocutor com o […]
A Dança da série A Filha do Polícia, poster de acrílico de Paula Rego, Londres, 1988, Museu Picasso de Málaga, 2022, Espanha
La Dança. Poster do Museu Picasso Málaga por ocasião da exposição Paula Rego (1935-2022) de 2022 Acrílico da série A Filha do Polícia, 1988, sobre papel e tela, 212,6 × 274 cm.; 228 × 289,4 × 6,7 cm. (moldura) Coleção da Tate Britain (T05534), Londres, Inglaterra. A versão final a acrílico encontrava-se em execução quando do falecimento do marido da Autora, o pintor Victor Willing (1928-1988), pelo que levaria depois mais de 6 meses para acabar. Adquirido pela Tate Britain em 1989, Paula Rego ofereceu os 10 desenhos aguarelados que possuía como esboços, sempre com uma memória de uma fortaleza […]
Alcácer-Quibir, tapeçaria de Paula Rego, 1966, Casa das Histórias de Cascais, Portugal e exposição Power Games, Museu Nacional de Basileia, 28 de setembro de 2024, Suíça.
Alcácer Quibir. Tapeçaria, 250 x 650 cm. Paula Rego (1935-2022), 1966. Peça de suporte algo estranho dentro dos materiais utilizados pela Autora, parece representar uma sua aproximação ao universo dos trabalhos femininos, mas que não teve continuidade. Câmara Municipal de Cascais e Fundação D. Luís I, Casa das Histórias Paula Rego, Cascais, Portugal. Fotografia de Julian Salinas na exposição Paula Rego, Power Games, exposição no Kunstmuseum Basel, Museu Nacional de Basileia, 28 de setembro de 2024, Suíça. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022) começou a desenhar ainda em criança e partiu para […]
Triplico do Homem-almofada e Entre as Mulheres, pastéis de óleo de Paula Rego, 2004 e 1997, exposição Power Games, Museu Nacional de Basileia, 2024, Suíça.
Triplico do Homem-almofada e Entre as mulheres. The Pillowman e The Company of Women Técnica mista e pastel de óleo sobre papel remontado em alumínio, 180 x 360 cm. e 178 x 150 cm. Paula Rego (1935-2022), 2004 e 1997. O tríptico The Pillowman foi dado pelo filho da Autora, o cineasta Nick Willing (1961-), na apresentação do seu tralho Paula Rego, Secrets & Stories, 2017, talvez, como o melhor quadro de sempre da mãe, dado como inspirado na homónima peça de Martin McDonagh (1970) de 2003, mas entendo-o o filho como uma obra sobre o avô, José Fernandes Figueiroa […]
A Dança da série A Filha do Polícia, desenho aguarelado preparatório de Paula Rego, Londres, 1988, Inglaterra
A Dança. Série A Filha do Polícia. Desenho a ponta seca sépia sobre papel com aguada, 29,5 x 42,1 cm.: 46 x 57,2 x 2 cm. (moldura) Paula Rego (1935-2022), 1988. A versão final a acrílico, com 212,6 × 274 cm., encontrava-se em execução quando do falecimento do marido da Autora, o pintor Victor Willing (1928-1988), pelo que levaria depois mais de 6 meses para acabar. Adquirido pela Tate Britain em 1989, Paula Rego ofereceu os 10 desenhos aguarelados que possuía como esboços, sempre com uma memória de uma fortaleza portuguesa como fundo e, alguns, somente com mulheres, tendo os […]
A Dança da série A Filha do Polícia, desenho aguarelado preparatório de Paula Rego, Londres, 1988, Inglaterra
A Dança. Série A Filha do Polícia. Desenho a ponta seca sépia sobre papel com aguada, 29,7 x 42,2 cm. Paula Rego (1935-2022), 1988. A versão final a acrílico, com 212,6 × 274 cm., encontrava-se em execução quando do falecimento do marido da Autora, o pintor Victor Willing (1928-1988), pelo que levaria depois mais de 6 meses para acabar. Adquirido pela Tate Britain em 1989, Paula Rego ofereceu os 10 desenhos aguarelados que possuía como esboços, sempre com uma memória de uma fortaleza portuguesa como fundo e, alguns, somente com mulheres, tendo os homens, na versão final, tido por modelos […]
A Dança da série A Filha do Polícia, desenho aguarelado preparatório de Paula Rego, Londres, 1988, Inglaterra
A Dança. Série A Filha do Polícia. Desenho a ponta seca sépia sobre papel com aguada, 29,9 x 41,9 cm.; 46 x 56,9 x 2 cm. (moldura) Paula Rego (1935-2022), 1988. A versão final a acrílico, com 212,6 × 274 cm., encontrava-se em execução quando do falecimento do marido da Autora, o pintor Victor Willing (1928-1988), pelo que levaria depois mais de 6 meses para acabar. Adquirido pela Tate Britain em 1989, Paula Rego ofereceu os 10 desenhos aguarelados que possuía como esboços, sempre com uma memória de uma fortaleza portuguesa como fundo e, alguns, somente com mulheres, tendo os […]
A Dança da série A Filha do Polícia, desenho aguarelado preparatório de Paula Rego, Londres, 1988, Inglaterra
A Dança. Série A Filha do Polícia. Desenho a ponta seca sépia sobre papel com aguada, 29,9 × 41,9 cm.; 46 × 57,2 × 2 cm. (moldura) Paula Rego (1935-2022), 1988. A versão final a acrílico, com 212,6 × 274 cm., encontrava-se em execução quando do falecimento do marido da Autora, o pintor Victor Willing (1928-1988), pelo que levaria depois mais de 6 meses para acabar. Adquirido pela Tate Britain em 1989, Paula Rego ofereceu os 10 desenhos aguarelados que possuía como esboços, sempre com uma memória de uma fortaleza portuguesa como fundo e, alguns, somente com mulheres, tendo os […]
A Dança da série A Filha do Polícia, desenho aguarelado preparatório de Paula Rego, Londres, 1988, Inglaterra
A Dança. Série A Filha do Polícia. Desenho a ponta seca sépia sobre papel com aguada, 29,6 x 42,1 cm. Paula Rego (1935-2022), 1988. A versão final a acrílico, com 212,6 × 274 cm., encontrava-se em execução quando do falecimento do marido da Autora, o pintor Victor Willing (1928-1988), pelo que levaria depois mais de 6 meses para acabar. Adquirido pela Tate Britain em 1989, Paula Rego ofereceu os 10 desenhos aguarelados que possuía como esboços, sempre com uma memória de uma fortaleza portuguesa como fundo e, alguns, somente com mulheres, tendo os homens, na versão final, tido por modelos […]
A Dança da série A Filha do Polícia, desenho aguarelado preparatório de Paula Rego, Londres, 1988, Inglaterra
A Dança. Série A Filha do Polícia. Desenho a ponta seca sépia sobre papel com aguada, 29,7 x 42,1 cm. Paula Rego (1935-2022), 1988. A versão final a acrílico, com 212,6 × 274 cm., encontrava-se em execução quando do falecimento do marido da Autora, o pintor Victor Willing (1928-1988), pelo que levaria depois mais de 6 meses para acabar. Adquirido pela Tate Britain em 1989, Paula Rego ofereceu os 10 desenhos aguarelados que possuía como esboços, sempre com uma memória de uma fortaleza portuguesa como fundo e, alguns, somente com mulheres, tendo os homens, na versão final, tido por modelos […]
A Dança da série A Filha do Polícia, acrílico de Paula Rego, Londres, 1988, Basileia, 2024, Suíça
A Dança. Série A Filha do Polícia. Acrílico sobre papel e tela, 212,6 × 274 cm.; 228 × 289,4 × 6,7 cm. (moldura) Paula Rego (1935-2022), 1988. Encontrava-se em execução quando do falecimento do marido da Autora, o pintor Victor Willing (1928-1988), pelo que levaria depois mais de 6 meses para acabar. Adquirido pela Tate Britain em 1989, Paula Rego ofereceu os 10 desenhos aguarelados que possuía como esboços, sempre com uma memória de uma fortaleza portuguesa como fundo e, alguns, somente com mulheres. Mais tarde, numa entrevista, Paula Rego diria que “este era o quadro que ligaria tudo” e […]
Paula Rego, cartaz da exposição do Picasso Málaga, 27 abril – 21 agosto 2022, Espanha
Paula Rego, Cartaz da exposição do Museo Picasso Málaga, 27 abril – 21 agosto 2022, Espanha Retrato da pintora no seu atelier fumando cachimbo como os homens, acrílico sobre tela, 180 x 130 cm., 1993, Leeds City Art Gallery, Inglaterra. Exposição “a desejada”, onde se pretendeu mostrar “a vontade subversiva desta mulher num mundo dominado por homens”, com mais de 80 obras dos últimos 60 anos da Autora, entre colagens, pinturas, pastéis e gravuras, que integrava o programa Woman Raising The Curtain, que tem destacado mulheres artistas do século XX. Museu Picasso de Málaga, 26 de abril a 21 de […]
Paula Rego, catálogo bilingue em espanhol e inglês, Fundación Museo Picasso Málaga, Tate Publishing, Londres; La Fábrica, Madrid, 2022, Espanha
Paula Rego, Catálogo bilingue em espanhol e inglês com textos de Elena Crippa, María Manuel Lisboa, Minna Moore Ede e outros, Fundación Museo Picasso Málaga, Tate Publishing, Londres; La Fábrica, Madrid, 2022, Espanha Capa com retrato da pintora no seu atelier fumando cachimbo como os homens, acrílico sobre tela, 180 x 130 cm., 1993, Leeds City Art Gallery, Inglaterra. Exposição “a desejada”, onde se pretendeu mostrar “a vontade subversiva desta mulher num mundo dominado por homens”, com mais de 80 obras dos últimos 60 anos da Autora, entre colagens, pinturas, pastéis e gravuras, que integrava o programa Woman Raising The […]
O Celeiro, acrílico de Paula Rego, Londres, 1994, Museu Coleção Berardo, Lisboa, Museu Picasso de Málaga, 2022, Espanha
O Celeiro The barn, Acrílico sobre papel e tela, 270 x 190 cm. Paula Rego (1935-2022), 1994. Museu Coleção Berardo (UID 102-477), Lisboa, Portugal. Exposição Paula Rego, “a desejada”, onde se pretendeu mostrar “a vontade subversiva desta mulher num mundo dominado por homens”, com mais de 80 obras dos últimos 60 anos da Autora, entre colagens, pinturas, pastéis e gravuras, que integrava o programa Woman Raising The Curtain, que tem destacado mulheres artistas do século XX. Museu Picasso de Málaga, 26 de abril a 21 de agosto de 2022,Espanha Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 […]
O Celeiro e Tempo, Passado e Presente, acrílicos de Paula Rego, Londres, 1994 e 1990-91, Museu Picasso de Málaga, 2022, Espanha
O Celeiro, The barn e Tempo, Passado e Presente, Time: Pass and Present Acrílicos sobre papel e tela, 270 x 190 cm. e 183 x 183 cm. Paula Rego (1935-2022), 1994. Retrato do pintor Victor Willing (1928-1988) com uma caravela em cima do balcão, marido da Autora e, entretanto, falecido. Museu Coleção Berardo (UID 102-477) e Centro de Arte Moderna (CAM) da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal. Exposição Paula Rego, “a desejada”, onde se pretendeu mostrar “a vontade subversiva desta mulher num mundo dominado por homens”, com mais de 80 obras dos últimos 60 anos da Autora, entre colagens, pinturas, pastéis […]
O Celeiro, acrílico de Paula Rego, Londres, 1994, Museu Coleção Berardo, Lisboa, Museu Picasso de Málaga, 2022, Espanha
O Celeiro The barn, Acrílico sobre papel e tela, 270 x 190 cm. Paula Rego (1935-2022), 1994. Museu Coleção Berardo (UID 102-477), Lisboa, Portugal. Exposição Paula Rego, “a desejada”, onde se pretendeu mostrar “a vontade subversiva desta mulher num mundo dominado por homens”, com mais de 80 obras dos últimos 60 anos da Autora, entre colagens, pinturas, pastéis e gravuras, integrava o programa Woman Raising The Curtain, que tem destacado artistas mulheres do século XX. Museu Picasso de Málaga, 26 de abril a 21 de agosto de 2022,Espanha Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. […]
O Celeiro, acrílico de Paula Rego, Londres, 1994, Museu Coleção Berardo, Lisboa, Portugal
O Celeiro The barn, Acrílico sobre papel e tela, 270 x 190 cm. Paula Rego (1935-2022), 1994. Museu Coleção Berardo (UID 102-477), Lisboa, Portugal. Exposição Paula Rego, “a desejada”, onde se pretendeu mostrar “a vontade subversiva desta mulher num mundo dominado por homens”, com mais de 80 obras dos últimos 60 anos da Autora, entre colagens, pinturas, pastéis e gravuras, integrava o programa Woman Raising The Curtain, que tem destacado artistas mulheres do século XX. Museu Picasso de Málaga, 26 de abril a 21 de agosto de 2022,Espanha Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. […]
The Cadet and his Sister, acrílico de Paula Rego, Londres, 1988, Museu Picasso de Málaga, 2022, Espanha.
The Cadet and his Sister Da série A Filha do Polícia, Acrílico sobre papel e tela, 213,4 x 152,4 cm. Paula Rego (1935-2022), 1988. The Cadet and his Sister aborda o tema da despedida, mostrando um cadete vestido com o uniforme do Colégio Militar, de partida para um combate, que se despede da irmã enquanto ela se ajoelha e lhe ata os sapatos. O tema da despedida remete para um importante acontecimento na vida pessoal da pintora portuguesa, porque, em 1988, faleceu o marido, também pintor, Victor Willing (1928-1988). Foi esta obra foi a peça portuguesa mais cara até agora vendida […]
Paula Rego, Power Games, catálogo de exposição no Kunstmuseum Basel, 28 de setembro de 2024 e 2 de fevereiro de 2025, Suíça
Paula Rego, Power Games, (1935-2022) The Cadet and his Sister da série A Filha do Polícia, acrílico sobre papel e tela, 213,4 x 152,4 cm., 1988. Foi esta obra a peça portuguesa mais cara até agora vendida em leilão, em julho de 2015, por 1,35 milhões de euros pela Sotheby’s de Londres. Dois quadros de Paula Rego, com uma base de licitação mínima global superior a 1,5 milhões de euros, foram leiloados em julho de 2015, em Londres, pela Sotheby´s. As obras “The Cadet and his Sister” (1988), um acrílico em papel sobre tela, com uma estimativa entre 835 mil […]
A Fada Azul e Pinóquio, pastel de óleo de Paula Rego, Londres, 1995, Basileia, 2024, Suíça.
A Fada Azul e Pinóquio. Pastel de óleo sobre papel montado em alumínio, 170 x 150 cm. Paula Rego (1935-2022), 1995. Trabalho que foi capa de catálogo comissariado por Lewis Biggs e Fiona Bradley, Paula Rego, Centro Cultural de Belém, n.º 77, 1997 e, depois, cartaz da exposição O Mundo Fantástico de Paula Rego, da série A Arte chegou ao Colombo, em julho de 2017, voltando a ser apresentado em Veneza, na bienal de abril de 2022, a 59.ª Exposição Internacional, que dedicou uma sala central com paredes azuis criada para a apresentação da sua obra. Sobre a imagem do […]
Sentada, pastel de óleo de Paula Rego, Londres, 1994, Bienal de Veneza, 2022, Itália
Sit, Sentada. Pastel de óleo sobre papel montado em alumínio, 160 x 120 cm. Paula Rego (1935-2022), 1995. Modelo Lila Nunes. Coleção da Autora, Londres. Instalação do pavilhão central da 59.ª Exposição Internacional, Biennale de Venise, abril 2022, Veneza, Itália. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022) começou a desenhar ainda em criança e partiu para a capital britânica com 17 anos, em 1951, permanecendo dois semestres em Kent, no Reino Unido, o que lhe viria a permitir o contacto com a Slade School of Arts, em Londres, que frequentou até 1956, data […]
Sentada, pastel de óleo de Paula Rego, Londres, 1994, Inglaterra
Sit. Pastel de óleo sobre papel montado em alumínio, 160 x 120 cm. Paula Rego (1935-2022), 1995. Modelo Lila Nunes. Coleção da Autora. Obra presente, entre outros eventos, na instalação do pavilhão central da 59.ª Exposição Internacional, Biennale de Venise, abril 2022, Veneza, Itália. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022) começou a desenhar ainda em criança e partiu para a capital britânica com 17 anos, em 1951, permanecendo dois semestres em Kent, no Reino Unido, o que lhe viria a permitir o contacto com a Slade School of Arts, em Londres, que […]
Léxico familiar, instalação de Paula Rego, Bienal de Veneza de 2022, Itália.
Léxico familiar. Instalação com pintura com técnica mista e manequins vestidos. Paula Rego (1935; 2022), 2013. Na parede, Sit, modelo Lila Nunes, 1994. Fotografia de Ela Bialkowska, OKNO studio, para a revista Le Quotidian de l’Art, Paris, junho de 2022. Instalação do pavilhão central da 59.ª Exposição Internacional, Biennale de Venise, abril 2022, Veneza, Itália. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022) começou a desenhar ainda em criança e partiu para a capital britânica com 17 anos, em 1951, permanecendo dois semestres em Kent, no Reino Unido, o que lhe viria a permitir […]
Oratório ou Léxico familiar, instalação de Paula Rego, 2013, Bienal de Veneza de 2022, Itália.
Oratório ou Léxico familiar. Instalação com pintura com técnica mista sobre madeira e manequins vestidos. Paula Rego (1935; 2022), 2013. Obra que entre 23 de março a 16 de junho de 2013 esteve exposta no Museu dos Terceiros, Ponte de Lima, Portugal. Ao lado, outra instalação e Gepetto a Lavar Pinóquio, modelo Antony Rudolf, 1995. Fotografia de Marocci da Biennale di Venezia, 2022. Instalação do pavilhão central da 59.ª Exposição Internacional, Biennale de Venise, abril 2022, Veneza, Itália. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022) começou a desenhar ainda em criança e partiu […]
Oratório ou Léxico familiar, instalação de Paula Rego, 2013, Bienal de Veneza de 2022, Itália.
Oratório ou Léxico familiar. Instalação com pintura com técnica mista sobre madeira e manequins vestidos. Paula Rego (1935; 2022), 2013. Obra que entre 23 de março a 16 de junho de 2013 esteve exposta no Museu dos Terceiros, Ponte de Lima, Portugal. Ao lado, a Branca de Neve e a Madrasta, 1995. Fotografia de Ela Bialkowska, OKNO studio, para a revista Le Quotidian de l’Art, Paris, junho de 2022. Instalação do pavilhão central da 59.ª Exposição Internacional, Biennale de Venise, abril 2022, Veneza, Itália. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022) começou a […]
Love and autority in the work of Paula Rego, Narrating the family romance, Ruth Rosengarten,Manchester University Press, outubro de 2010, Inglaterra,
Ruth Rosengarten, Love and autority in the work of Paula Rego, Narrating the family romance, (1954-) Manchester University Press, outubro de 2010. Capa de Paula Rego (1935; 2022), com O Jardim do Interrogador. The Interrogators Garden, 2000. Trabalho inicialmente encomendado pela Fundação para as Vítimas de Tortura, acabou por ficar na coleção da Autora, Londres, Inglaterra. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022) começou a desenhar ainda em criança e partiu para a capital britânica com 17 anos, em 1951, permanecendo dois semestres em Kent, no Reino Unido, o que lhe viria a […]
O Jardim do Interrogador, pastel de óleo de Paula Rego, Londres, 2000, Basileia, 2024, Suíça
O Jardim do Interrogador. The Interrogators Garden Pastel de óleo sobre papel montado em alumínio, 120 x 110 cm. Paula Rego (1935; 2022), 2000. Inicialmente encomendado pela Fundação para as Vítimas de Tortura, acabou por ficar na coleção da Autora, tendo servido de capa ao trabalho da escritora Ruth Rosengarten (1954-), Love and autority in the work of Paula Rego, Narrating the family romance, Manchester University Press, outubro de 2010. Fotografia de Julian Salinas na exposição Paula Rego, Power Games, exposição no Kunstmuseum Basel, Museu Nacional de Basileia, Suíça, 28 de setembro de 2024. Coleção da Autora, Londres, Inglaterra. Maria […]
Target, O Alvo, pastel de óleo de Paula Rego, Londres, 1995, Inglaterra
Target, o Alvo. Pastel de óleo sobre papel montado em alumínio, 170 x 150 cm. Paula Rego (1935-2022), 1995. Modelo Lila Nunes Paula confessou numa entrevista a Anabela Mota Ribeiro que havia um quadro especialmente revelador de toda a sua sensibilidade e gosto: Target (1994), o Alvo. “É a menina de costas, a abrir o vestido, cúmplice na maldade que lhe estão a fazer. Vão dar-lhe um tiro nas costas, ou uma seta, como ao São Sebastião (gosto muito do São Sebastião por causa das setas.) E ela está a ser cúmplice naquilo que lhe estão a fazer: está a […]
Target, O Alvo, pastel de óleo de Paula Rego, Londres, 1995, Inglaterra, Museu Picasso de Málaga, julho a agosto de 2022, Espanha
Target, o Alvo. Pastel de óleo sobre papel montado em alumínio, 170 x 150 cm. Paula Rego (1935-2022), 1995. Modelo Lila Nunes Paula confessou numa entrevista a Anabela Mota Ribeiro que havia um quadro especialmente revelador de toda a sua sensibilidade e gosto: Target (1994), o Alvo. “É a menina de costas, a abrir o vestido, cúmplice na maldade que lhe estão a fazer. Vão dar-lhe um tiro nas costas, ou uma seta, como ao São Sebastião (gosto muito do São Sebastião por causa das setas.) E ela está a ser cúmplice naquilo que lhe estão a fazer: está a […]
Target, O Alvo, pastel de óleo de Paula Rego, Londres, 1995, Inglaterra
Target, o Alvo. Com Anabela Mota Ribeiro. Pastel de óleo sobre papel montado em alumínio, 170 x 150 cm. Paula Rego (1935-2022), 1995. Modelo Lila Nunes Paula confessou numa entrevista a Anabela Mota Ribeiro que havia um quadro especialmente revelador de toda a sua sensibilidade e gosto: Target (1994), o Alvo. “É a menina de costas, a abrir o vestido, cúmplice na maldade que lhe estão a fazer. Vão dar-lhe um tiro nas costas, ou uma seta, como ao São Sebastião (gosto muito do São Sebastião por causa das setas.) E ela está a ser cúmplice naquilo que lhe estão […]
A Fada Azul e Pinóquio, pastel de óleo de Paula Rego, Londres, 1995, Inglaterra.
A Fada Azul e Pinóquio. Pastel de óleo sobre papel montado em alumínio, 170 x 150 cm. Paula Rego (1935-2022), 1995. Trabalho que foi capa de catálogo comissariado por Lewis Biggs e Fiona Bradley, Paula Rego, Centro Cultural de Belém, n.º 77, 1997 e, depois, cartaz da exposição O Mundo Fantástico de Paula Rego, da série A Arte chegou ao Colombo, em julho de 2017, voltando a ser apresentado em Veneza, na bienal de abril de 2022, a 59.ª Exposição Internacional, que dedicou uma sala central com paredes azuis criada para a apresentação da sua obra. Sobre a imagem do […]
Painting him out, pastel de óleo de Paula Rego, Londres, outubro de 2008, Inglaterra
Painting him out Alegoria ao marido da Autora, o pintor Victor Willing (1928-1988), falecido a 1 de junho de 1988. Pormenor de pastel de óleo sobre papel montado em alumínio, 119,4 x 179,7 cm. Paula Rego (1935-2022), outubro de 2008. Coleção privada, Inglaterra. Exposição Obedience and Defiance, Galeria Nacional da Escócia (IMMA), 18 set. 2020 a 25 maio 2021 (depois remontado em outros museus), Edimburgo, Inglaterra. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022) começou a desenhar ainda em criança e partiu para a capital britânica com 17 anos, em 1951, permanecendo dois semestres […]
Paula Rego e o Crime do Padre Amaro, Ruth Rosengarten, Lisboa: Quetzal, 1999, Portugal
Ruth Rosengarten, Paula Rego e o Crime do Padre Amaro (1954-) e (1935-2022) Lisboa: Quetzal, 1999 Romance de José Maria Eça de Queiroz (1845-1900), obra de 1875, objeto de série de Paula Rego (1935-2022), 1997, com os modelos Antony Rudolf, Lila Nunes e outras Uma peça desta série, “Looking Out”, um pastel sobre papel em suporte de alumínio, com estimativa entre 695 mil euros e 975 mil euros, foi arrematado por 1.360.941 euros na Sotheby´s de Londres em julho de 2015. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022) começou a desenhar ainda em criança […]
Painting him out, pastel de óleo de Paula Rego, Londres, outubro de 2008, Inglaterra
Painting him out Alegoria ao marido da Autora, o pintor Victor Willing (1928-1988), falecido a 1 de junho de 1988. Pastel de óleo sobre papel montado em alumínio, 119,4 x 179,7 cm. Paula Rego (1935-2022), outubro de 2008. Coleção privada, Inglaterra. Exposição Obedience and Defiance, Galeria Nacional da Escócia (IMMA), 18 set. 2020 a 25 maio 2021 (depois remontado em outros museus), Edimburgo, Inglaterra. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022) começou a desenhar ainda em criança e partiu para a capital britânica com 17 anos, em 1951, permanecendo dois semestres em Kent, […]
The Crime of Father Amaro, Eça de Queiroz, tradução Margaret Jull Costa, capa de Paula Rego, New Directions, 1 maio 2018
The Crime of Father Amaro (New Directions) Tradução Margaret Jull Costa do Crime do Padre Amaro de José Maria Eça de Queiroz (1845-1900), obra de 1875. Capa de Paula Rego (1935-2022), 1997, modelos Antony Rudolf, Lila Nunes e outras Uma peça desta série, “Looking Out”, um pastel sobre papel em suporte de alumínio, com estimativa entre 695 mil euros e 975 mil euros, foi arrematado por 1.360.941 euros na Sotheby´s de Londres em julho de 2015. New Directions, 1 maio 2003 Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022) começou a desenhar ainda em […]
The Crime of Father Amaro, Eça de Queiroz, tradução Margaret Jull Costa, capa de Paula Rego, Dedalus European Classics, 19 April 2018
The Crime of Father Amaro (Dedalus European Classics) Tradução Margaret Jull Costa do Crime do Padre Amaro de José Maria Eça de Queiroz (1845-1900), obra de 1875. Capa de Paula Rego (1935-2022), modelos Antony Rudolf, Lila Nunes e outras Uma peça desta série, “Looking Out” (1997), um pastel sobre papel em suporte de alumínio, com estimativa entre 695 mil euros e 975 mil euros, foi arrematado por 1.360.941 euros na Sotheby´s de Londres em julho de 2015. Dedalus Ltd., 19 April 2018 Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022) começou a desenhar ainda […]
O Galinheiro, pastel de óleo de Paula Rego, 1997, The Devonshire Collection, Chatsworth, Inglaterra
O Galinheiro, The Coop Série do Crime do Padre Amaro de José Maria Eça de Queiroz (1845-1900), obra de 1875. Pastel de óleo sobre papel montado em alumínio, 150 x 150 cm. Paula Rego (1935-2022), 1997. Uma peça desta série, “Looking Out” (1997), um pastel sobre papel em suporte de alumínio, com estimativa entre 695 mil euros e 975 mil euros, foi arrematado por 1.360.941 euros na Sotheby´s de Londres em julho de 2015. The Devonshire Collection, Chatsworth, Inglaterra. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022) começou a desenhar ainda em criança e […]
O Galinheiro, pastel de óleo de Paula Rego, 1997, The Devonshire Collection, Chatsworth, Inglaterra
O Galinheiro, The Coop Série do Crime do Padre Amaro de José Maria Eça de Queiroz (1845-1900), obra de 1875. Pastel de óleo sobre papel montado em alumínio, 150 x 150 cm. Paula Rego (1935-2022), 1997. Uma peça desta série, “Looking Out” (1997), um pastel sobre papel em suporte de alumínio, com estimativa entre 695 mil euros e 975 mil euros, foi arrematado por 1.360.941 euros na Sotheby´s de Londres em julho de 2015. The Devonshire Collection, Chatsworth, Inglaterra. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022) começou a desenhar ainda em criança e […]
Entre as Mulheres, pastel de óleo de Paula Rego, 1997, Casa das Histórias Paula Rego, Cascais, Portugal
Entre as Mulheres, The Company of Women (Série do Crime do Padre Amaro, obra de 1875 de José Maria Eça de Queiroz, 1845-1900). Pastel de óleo sobre papel montado em alumínio, 178 x 150 cm. Paula Rego (1935-2022), 1997. Modelos Antony Rudolf, Lila Nunes e outra. Uma peça desta série, “Looking Out” (1997), um pastel sobre papel em suporte de alumínio, com estimativa entre 695 mil euros e 975 mil euros, foi arrematado por 1.360.941 euros na Sotheby´s de Londres em julho de 2015. Acervo da Casa das Histórias Paula Rego, Cascais, Portugal. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de […]
Branca de Neve e a Madrasta e padre Amaro Entre as Mulheres, pastéis de óleo de Paula Rego, 1995 e 1997, Londres, Inglaterra.
Branca de Neve e a Madrasta e Entre as Mulheres (Série do Crime do Padre Amaro, obra de 1875 de José Maria Eça de Queiroz, 1845-1900). Snow White and her Stepmother, The Company of Women Pastel de óleo sobre papel montado em alumínio, 178 x 150 cm. Paula Rego (1935-2022), 1995 e 1997. Colecção Saatchi, Londres, Inglaterra e acervo da Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais. Uma peça desta série do Padre Amaro, “Looking Out” (1997), um pastel sobre papel em suporte de alumínio, com estimativa entre 695 mil euros e 975 mil euros, foi arrematado por 1.360.941 euros […]
Naufrágio do tríptico segundo William Hogarth, 1743-45, acrílico de Paula Rego, Londres, 1999, Tate Britain, Inglaterra.
Naufrágio, Painel do tríptico The betrothal Lessons The shipwreck, after “Marriage à la mode” by Hogarth, 1999 William Hogarth (1697-1764), Marriage à la mode, 1743-45. Acrílico sobre papel montado em tela, 150 x 160 cm. Modelos Antony Rudolf e Lila Nunes. Paula Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022), 1999. Exposição Paula Rego, 7 Jul — 24 Oct 2021 at the Tate Britain in London, United Kingdom, Inglaterra. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022). Em 1951 permaneceu dois semestres em Kent, no Reino Unido, o que lhe viria a permitir o contacto com […]
Noivado do tríptico segundo William Hogarth, 1743-45, acrílico de Paula Rego, Londres, 1999, Tate Britain, Inglaterra.
Noivado. Painel do tríptico The betrothal Lessons The shipwreck, after “Marriage à la mode” by Hogarth, 1999 William Hogarth (1697-1764), Marriage à la mode, 1743-45. Acrílico sobre papel montado em tela, 150 x 160 cm. Paula Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022), 1999. Exposição Paula Rego, 7 Jul — 24 Oct 2021 at the Tate Britain in London, United Kingdom, Inglaterra. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022). Em 1951 permaneceu dois semestres em Kent, no Reino Unido, o que lhe viria a permitir o contacto com a Slade School of Arts, em […]
Noivado, Lições e Naufrágio segundo Hogarth, acrílicos de Paula Rego, Londres, 1999, Tate Britain, Inglaterra.
Noivado, Lições e Naufrágio. William Hogarth (1697-1764), Marriage à la mode, 1743-45. The betrothal Lessons The shipwreck, after “Marriage à la mode” by Hogarth, 1999 Acrílicos sobre papel montado em tela, 1. 150 x 160 cm; 2. 150 x 90 cm; 3. 150 x 160 cm. Paula Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022), 1999. Exposição Paula Rego, 7 Jul — 24 Oct 2021 at the Tate Britain in London, United Kingdom, Inglaterra. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022). Em 1951 permaneceu dois semestres em Kent, no Reino Unido, o que lhe viria […]
Sonho de São José, Joseph’s Dream, acrílico de Paula Rego, Londres, 1990, Inglaterra.
Sonho de São José, Joseph’s Dream. Acrílico sobre papel montado em tela, 183 x 122 cm. Paula Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022), 1990. Tate Britain, Londres, Inglaterra. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022). Em 1951 permaneceu dois semestres em Kent, no Reino Unido, o que lhe viria a permitir o contacto com a Slade School of Arts, em Londres, que frequentou até 1956, data em que passa a viver com o também pintor Victor Willing (1928-1988), com quem casa em 1959. Em 1965, expôs no ICA (Institute of […]
Branca de Neve e a Madrasta, pastel de óleo de Paula Rego, 1995, Londres, Inglaterra.
Branca de Neve e a Madrasta. Snow White and her Stepmother, Pastel de óleo sobre papel montado em alumínio, 178 x 150 cm. Paula Rego (1935-2022), 1995. Colecção Saatchi, Londres, Inglaterra. Exposição Obedience and Defiance, Galeria Nacional da Escócia (IMMA), 18 set. 2020 a 25 maio 2021 (depois remontado em outros museus), Edimburgo, Inglaterra. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022). Em 1951 permaneceu dois semestres em Kent, no Reino Unido, o que lhe viria a permitir o contacto com a Slade School of Arts, em Londres, que frequentou até 1956, data em […]
Sonho de São José, Joseph’s Dream, acrílico de Paula Rego, Londres, 1990, Inglaterra.
Sonho de São José, Joseph’s Dream. Acrílico sobre papel montado em tela, 183 x 122 cm. Paula Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022), 1990. Exposição Obedience and Defiance, Galeria Nacional da Escócia (IMMA), 18 set. 2020 a 25 maio 2021 (depois remontado em outros museus), Edimburgo, Inglaterra. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022). Em 1951 permaneceu dois semestres em Kent, no Reino Unido, o que lhe viria a permitir o contacto com a Slade School of Arts, em Londres, que frequentou até 1956, data em que passa a viver […]
O Anjo da Paula Rego, 1998, cartaz da exposição Obedience and Defiance, Galeria Nacional da Escócia, 2020 a 2021, Inglaterra.
O Anjo da Paula Rego, 1998. (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022). Cartaz da exposição Obedience and Defiance, Galeria Nacional da Escócia (IMMA), 18 set. 2020 a 25 maio 2021 (depois remontado em outros museus), Edimburgo, Inglaterra. Pastel de óleo sobre papel montado em alumínio, 180 x 130 cm. Coleção da autora, adquirido pela Fundação Calouste Gulbenkian, em janeiro de 2022, Lisboa, Portugal. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022). Em 1951 permaneceu dois semestres em Kent, no Reino Unido, o que lhe viria a permitir o contacto com a Slade […]
O Anjo, pastel de óleo de Paula Rego, 1998, exposição Obedience and Defiance, Galeria Nacional da Escócia, 2020 a 2021, Inglaterra.
O Anjo. Pastel de óleo sobre papel montado em alumínio, 180 x 130 cm. Paula Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022), 1998. Coleção da autora, adquirido pela Fundação Calouste Gulbenkian, em janeiro de 2022. Exposição Obedience and Defiance, Galeria Nacional da Escócia (IMMA), 18 set. 2020 a 25 maio 2021 (depois remontado em outros museus), Edimburgo, Inglaterra. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022). Em 1951 permaneceu dois semestres em Kent, no Reino Unido, o que lhe viria a permitir o contacto com a Slade School of Arts, em Londres, […]
War, técnica mista e acrílico de Paula Rego, 1995, coleção Tate Britain, Londres, Inglaterra.
War. Série War. Técnica mista e acrílico sobre tela. Paula Rego (1935-2022), 1995. Colecção Tate Gallery, Tate Britain, 2003, Londres. Exposição Obedience and Defiance, Galeria Nacional da Escócia (IMMA), 18 set. 2020 a 25 maio 2021 (depois remontado em outros museus), Edimburgo, Inglaterra. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022). Em 1951 permaneceu dois semestres em Kent, no Reino Unido, o que lhe viria a permitir o contacto com a Slade School of Arts, em Londres, que frequentou até 1956, data em que passa a viver com o também pintor Victor Willing (1928-1988), […]
War, técnica mista e acrílico de Paula Rego, 1995, aquisição Tate Britain, 2003, Londres, Inglaterra.
War. Série War. Técnica mista e acrílico sobre tela. Paula Rego (1935-2022), 1995. Aquisição Tate Gallery, Tate Britain, 2003, Londres, Inglaterra. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022). Em 1951 permaneceu dois semestres em Kent, no Reino Unido, o que lhe viria a permitir o contacto com a Slade School of Arts, em Londres, que frequentou até 1956, data em que passa a viver com o também pintor Victor Willing (1928-1988), com quem casa em 1959. Em 1965, expôs no ICA (Institute of Contemporary Art) também em Londres (cidade onde passou a residir) […]
War, técnica mista e acrílico de Paula Rego, 1995, coleção Tate Britain 2003, Londres, Inglaterra.
War. Série War. Técnica mista e acrílico sobre tela. Paula Rego (1935-2022), 1995. Colecção Tate Gallery, Tate Britain, 2003, Londres. Exposição Obedience and Defiance, Galeria Nacional da Escócia (IMMA), 18 set. 2020 a 25 maio 2021 (depois remontado em outros museus), Edimburgo, Inglaterra. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022). Em 1951 permaneceu dois semestres em Kent, no Reino Unido, o que lhe viria a permitir o contacto com a Slade School of Arts, em Londres, que frequentou até 1956, data em que passa a viver com o também pintor Victor Willing (1928-1988), […]
A Família, acrílico de Paula Rego, 1997, Inglaterra, depósito da Autora na Casa das Histórias de Paula Rego, Cascais, Portugal.
A Família. Acrílico sobre tela. Paula Rego (1935-2022), 1997. Depósito da Autora na Casa das Histórias de Paula Rego, Cascais, Portugal. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 de janeiro de 1935; Londres, 8 jun. 2022). Em 1951 permaneceu dois semestres em Kent, no Reino Unido, o que lhe viria a permitir o contacto com a Slade School of Arts, em Londres, que frequentou até 1956, data em que passa a viver com o também pintor Victor Willing (1928-1988), com quem casa em 1959. Em 1965, expôs no ICA (Institute of Contemporary Art) também em Londres (cidade onde passou a residir) […]
Esclarecimento do Comando Territorial Independente da Madeira sobre as Campanhas de Dinamização Cultural, Diário de Notícias, Funchal, 14 de janeiro de 1975, p .3, ilha da Madeira.
Esclarecimento do Comando Territorial Independente da Madeira sobre uma intervenção solicitada na sessão realizada na Paróquia da Ribeira Seca. Sessão realizada a 8 de janeiro de 1975, pelas 19 e 30, sessão onde atuara o Orfeão Madeirense e o Grupo Cénico da Ribeira Seca, onde fora pedido o saneamento de D. Francisco Antunes Santana (1924-1982), bispo do Funchal, esclarecendo-se não competir às Forças Armadas qualquer intervenção na hierarquia da Igreja. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 14 de janeiro de 1975, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da […]
Comissão de Dinamização Cultural: sessões promovidas pelas Forças Armadas no Paul do Mar e na Calheta, Jornal da Madeira, Funchal, 31 de janeiro de 1975, p. 12, ilha da Madeira.
Comissão de Dinamização Cultural: sessões promovidas pelas Forças Armadas. Sessão a efetuar a 2 de fevereiro no Teatro do Paul do Mar e na Calheta, no adro da Matriz e no Hospital, onde iam ser exibidos vários filmes. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 31 de janeiro de 1975, p. 12. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, […]
Sessões de dinamização promovidas pelas Forças Armadas na sede dos Bombeiros Voluntários Madeirenses, à Avenida do Mar, Jornal da Madeira, Funchal, 23 de janeiro de 1975, p. 7, ilha da Madeira.
Sessões de dinamização promovidas pelas Forças Armadas. Sessão a efetuar a 24 de janeiro na sede dos Bombeiros Voluntários Madeirenses, à Avenida do Mar, onde iam ser exibidos vários filmes. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 23 de janeiro de 1975, p. 7. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica […]
Sessão promovida pelo M. F. A. no Porto Santo, Jornal da Madeira, Funchal, 11 de janeiro de 1975, p. 7, ilha da Madeira
Sessão promovida pelo M. F. A. no Porto Santo Sessões a efetuar a 12 de janeiro e onde iria colaborava o grupo musical da fragata Magalhães Correia, que pensamos que traria a bordo cadetes da Escola Naval, como mais tarde nos referiu no Funchal o almirante António Manuel Fernandes da Silva Ribeiro (1957-), chefe do estado-maior-general das Forças Armadas entre 2018 e 2023. O vice-almirante Luís Magalhães Correia (1873-1960), que deu nome a esta fragata, esteve na Madeira no comando das forças continentais que acabaram com a Revolta da Madeira de 1931, servindo, entretanto, de interlocutor com o governo de […]
Programa de Dinamização Cultural a realizar na Paróquia da Ribeira Seca, Jornal da Madeira, Funchal, 8 de janeiro de 1975, p. 2, ilha da Madeira,
Programa de Dinamização Cultural, sessões promovidas pelas Forças Armadas Sessões a realizar na Paróquia da Ribeira Seca, nesse dia 8 de janeiro de 1975, pelas 19 e 30, sessão onde atuaria o Orfeão Madeirense e o Grupo Cénico da Ribeira Seca. Sessão que deu azo a um Esclarecimento do Comando Militar publicado no Diário de Notícias de 14 de janeiro de 1975, p. 3, mas não no Jornal da Madeira, de que não competia às Forças Armadas qualquer intervenção na hierarquia da Igreja. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 8 de janeiro de 1975, p. 2. […]
O general Carlos Fabião na Madeira em visita às unidades militares, Diário de Notícias, Funchal, 8 de janeiro de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
O general Carlos Fabião na Madeira em visita às unidades militares. (1930-2006) Com Dr. Fernando Rebelo (1919-2003), governador civil e Carlos de Azeredo, comandante militar Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 8 de janeiro de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo da antiga aristocracia nortenha e filho do genealogista Francisco Carlos de Azeredo Melo e Leme (1900-1988), cumprira várias comissões de serviço militar no antigo Estado Português da […]
“Estamos a transformar a máquina militar numa máquina de construção e de salvação nacional” disse o general Carlos Fabião na sua chegada à Madeira, Jornal da Madeira, Funchal, 8 de janeiro de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
“Estamos a transformar a máquina militar numa máquina de construção e de salvação nacional” disse o general Carlos Fabião na sua chegada à Madeira. (1930-2006) Com Dr. Fernando Rebelo (1919-2003), governador civil e Carlos de Azeredo, comandante militar Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 8 de janeiro de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo da antiga aristocracia nortenha e filho do genealogista Francisco Carlos de Azeredo Melo e Leme (1900-1988), […]
O general Carlos Fabião fala da Autonomia da Madeira, entrevista de José António Gonçalves, Jornal da Madeira, Funchal, 8 de janeiro de 1975, p. 1, ilha da Madeira.
O general Carlos Fabião fala da Autonomia da Madeira. (1930-2006) Entrevista de José António Gonçalves (1954-2005) Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 8 de janeiro de 1975, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. José António Gonçalves (de seu nome completo José António de Freitas Gonçalves), natural de S. Martinho, Funchal, 13.06.54, falecido a 30 de março de 2005, poeta e organizador de várias antologias, pertenceu aos órgãos diretivos da Associação Portuguesa de Escritores (APE) e foi presidente da Associação de Escritores da Madeira (AEM), da qual foi cofundador […]
Cayres abre loja em Lisboa, Jornal da Madeira, Funchal, 30 de outubro de 1974, p. 3, ilha da Madeira.
Cayres abre loja em Lisboa. João Silvério Caires depois de Cayres (1925-2011) Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 30 de outubro de 1974, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira.
Festas do Fim do Ano: Exposição de Arte na Quinta das Angústias, Jornal da Madeira, Funchal, 24 de dezembro de 1974, p. 3, ilha da Madeira.
Festas do Fim do Ano: Exposição de Arte na Quinta das Angústias. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 24 de dezembro de 1974, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. Este conjunto de exposições envolvia uma com […]
Festas do Fim do Ano: Exposição de Arte na Quinta das Angústias, Jornal da Madeira, Funchal, 24 de dezembro de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
Festas do Fim do Ano: Exposição de Arte na Quinta das Angústias. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 24 de dezembro de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. Este conjunto de exposições envolvia uma com […]
Relatório da sessão de Dinamização Cultural 20, na freguesia da Camacha, 19 de janeiro de 1975, ilha da Madeira.
Relatório da sessão 20 na Camacha, Sessão efetuada no ringue de patinagem, a 19 de janeiro de 1975, pelas 15 e 30, com cerca de 1.000 pessoas, tendo falado o capitão Carita, alferes Bessa Monteiro e aspirante João Miranda, assistido o furriel Pinto e atuando o Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha. Relatório da Comissão Dinamizadora Regional da Madeira, Rua da Carreira, 155, 2.º dr., Funchal, ilha da Madeira. 5.ª Divisão do Movimento das Forças Armadas / Campanha de Dinamização Cultural Arquivo da Defesa Nacional, ADN, EMGFA, 5DIV, 014, 0039, 003, 0017, Portugal. No período que se seguiu […]
Pedido de fardamento para o 1.º cabo António Jorge Nunes, ofício da Comissão Dinamizadora Regional da Madeira, 24 de março de 1975, ilha da Madeira
Pedido de fardamento Pedido de mais um uniforme n.º 2 completo para o 1.º cabo António Jorge Nunes (1953-), ordenança da Comissão Regional. Ofício da Comissão Dinamizadora Regional da Madeira, Rua da Carreira, 155, 2.º dr., para o Comandante do BII 19, 24 de março de 1975. Despacho da CODICE, Palácio Foz, Lisboa: São líricos. É tão fácil resolver isto sem papéis, 5/5/1975. 5.ª Divisão do Movimento das Forças Armadas / Campanha de Dinamização Cultural Arquivo da Defesa Nacional, ADN, EMGFA, 5DIV, 014, 0039, 003, 0093, Portugal. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, […]
Esclarecimento público da Comissão Diretiva do Museu da Quinta das Cruzes, Diário de Notícias, Funchal, 31 de janeiro de 1975, p. 2, ilha da Madeira.
Esclarecimento público da Comissão Diretiva do Museu da Quinta das Cruzes. Questão levantada com a montagem do retábulo de pedra (c. 1740) da capela do palácio de Nicolau Geraldo de Freitas Barreto (c. 1690-1764) numa das paredes exteriores do Museu, virada ao jardim e que pressupunha a demissão da comissão diretiva para a nomeação de um diretor, então o escultor Amândio de Sousa (1934-2021). Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 31 de janeiro de 1975, p. 2. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia da Quinta das Cruzes: […]
Jornadas de Dinamização Política para os agentes da Pastoral organizadas pela Diocese, “Jornal da Madeira”, Funchal, 7 de janeiro de 1975, p. 3, ilha da Madeira.
Jornadas de Dinamização Política para os agentes da Pastoral 1 – Sacerdotes e Religiosas A realizar de 6 a 10 de janeiro de 1975 no colégio de Santa Terezinha, com a presença de D. Francisco Antunes Santana (1924-1982), a realizar pelo Dr. Bessa Monteiro (1949-) do M. F. A., então professor do liceu do Funchal, Dr. Alberto João Jardim (1943; -), diretor do Jornal da Madeira; cónego Dr. Agostinho Figueira Faria (1923-1980), que fora reitor do Seminário Menor do Funchal e a irmã Maria Fernanda Campos das Filhas de São Paulo. Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), […]
Sessões de Esclarecimento do M. F. A. na Calheta e no Paul do Mar, Diário de Notícias, Funchal, 31 de janeiro de 1975, p. 8, ilha da Madeir
Sessões de Esclarecimento do M. F. A. Sessões a realizar a 2 de fevereiro seguinte na Calheta e no Paul do Mar. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 31 de janeiro de 1975, p.8. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o […]
Programa de Dinamização Cultural em Ponta Delgada e São Jorge, Diário de Notícias, Funchal, 8 de dezembro de 1974, p. 7, ilha da Madeira.
Programa de Dinamizadora Cultural em Ponta Delgada e São Jorge. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 8 de dezembro de 1974, p. 7. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. As primeiras sessões de dinamização cultural ocorreram […]
Criado o Comando Operacional da Madeira, conferência de imprensa do brigadeiro Carlos de Azeredo, Jornal da Madeira, Funchal, 6 de dezembro de 1974, p. 5, ilha da Madeira.,
Criado o Comando Operacional da Madeira – anunciou ontem o brigadeiro Carlos de Azeredo em conferência com os órgãos da informação local Brigadeiro Carlos Azeredo (1930-2021) e major Faria Leal (1936-2015) Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 6 de dezembro de 1974, p. 5. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo da antiga aristocracia nortenha e filho do genealogista Francisco Carlos de Azeredo Melo e Leme (1900-1988), cumprira várias comissões de serviço […]
Criado o Comando Operacional da Madeira, conferência de imprensa do brigadeiro Carlos de Azeredo, Jornal da Madeira, Funchal, 6 de dezembro de 1974, p. 1, ilha da Madeira.,
Criado o Comando Operacional da Madeira – anunciou ontem o brigadeiro Carlos de Azeredo em conferência com os órgãos da informação local Capitão Câmara Rodrigues, brigadeiro Carlos Azeredo (1930-2021), major Faria Leal (1936-2015) e capitão Freitas Brasão Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 6 de dezembro de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo da antiga aristocracia nortenha e filho do genealogista Francisco Carlos de Azeredo Melo e Leme […]
Novo Governador Militar, Jornal da Madeira, Funchal, 3 de dezembro de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
Novo Governador Militar Coronel Carlos Azeredo (1930-2021), graduado em brigadeiro e major Faria Leal (1936-2015), chefe do estado-maior Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 3 de dezembro de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo da antiga aristocracia nortenha e filho do genealogista Francisco Carlos de Azeredo Melo e Leme (1900-1988), cumprira várias comissões de serviço militar no antigo Estado Português da Índia, em Cabinda, em Angola e na […]
Sobre dinamização cultural e esclarecimento cívico fala o capitão Câmara Rodrigues, Jornal da Madeira, Funchal, 29 de novembro de 1974, p. 10, ilha da Madeira
Sobre dinamização cultural e esclarecimento cívico Fala o capitão Câmara Rodrigues Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 29 de novembro de 1974, p. 10. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. As primeiras sessões de dinamização cultural ocorreram em […]
Sobre dinamização cultural e esclarecimento cívico fala o capitão Câmara Rodrigues, “Jornal da Madeira”, Funchal, 29 de novembro de 1974, p. 1, ilha da Madeira
Sobre dinamização cultural e esclarecimento cívico Fala o capitão Câmara Rodrigues Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 29 de novembro de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. As primeiras sessões de dinamização cultural ocorreram em […]
Jornadas de Dinamização Política para os agentes da Pastoral organizadas pela Diocese, “Diário de Notícias”, Funchal, 20 de dezembro de 1974, p. 5, ilha da Madeira.
Jornadas de Dinamização Política para os agentes da Pastoral 1 – Sacerdotes e Religiosas A realizar de 6 a 10 de janeiro de 1975 no colégio de Santa Terezinha, com a presença de D. Francisco Antunes Santana (1924-1982), a realizar pelo Dr. Bessa Monteiro (1949-) do M. F. A., então professor do liceu do Funchal, Dr. Alberto João Jardim (1943; -), diretor do Jornal da Madeira; cónego Dr. Agostinho Figueira Faria (1923-1980), que fora reitor do Seminário Menor do Funchal e a irmã Maria Fernanda Campos das Filhas de São Paulo. Diário de Notícias, Funchal, direção de J. M. Paquete […]
Conferência de Imprensa do Governador Militar, Diário de Notícias, Funchal, 6 de dezembro de 1974, p. 6, ilha da Madeira.
A reestruturação do Comando Militar da Madeira será a tarefa primordial. Conferência de Imprensa na sequência da nova posse de Carlos Azeredo no governo militar da Madeira e de Faria Leal Entre outras, também a ação de esclarecimento cívico Diário de Notícias, Funchal, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), 6 de dezembro de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo da antiga aristocracia nortenha e filho do genealogista Francisco Carlos de Azeredo […]
Nova posse de Carlos Azeredo no governo militar da Madeira, Diário de Notícias, Funchal, 6 de dezembro de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
A reestruturação do Comando Militar da Madeira será a tarefa primordial. Entrevista na sequência da nova posse de Carlos Azeredo no governo militar da Madeira e de Faria Leal Entre outras, também a ação de esclarecimento cívico Diário de Notícias, Funchal, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), 6 de dezembro de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo da antiga aristocracia nortenha e filho do genealogista Francisco Carlos de Azeredo Melo […]
Novos comandos militares para o Distrito do Funchal, Carlos Azeredo e Faria Leal, Diário de Notícias, Funchal, 3 de dezembro de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
Novos comandos militares para o Distrito do Funchal. O ten.-coronel Carlos Azeredo, governador militar e o major Faria Leal, chefe do estado maior Diário de Notícias, Funchal, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), 3 de dezembro de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo da antiga aristocracia nortenha e filho do genealogista Francisco Carlos de Azeredo Melo e Leme (1900-1988), cumprira várias comissões de serviço militar no antigo Estado Português da […]
artes plásticas: 5 Exposições na Quinta das Angústias, Diário de Notícias, Funchal, 20 de dezembro de 1974, p. 3, ilha da Madeira.
Artes plásticas: 5 Exposições na Quinta das Angústias. Diário de Notícias, Funchal, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), 20 de dezembro de 1974, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. Este conjunto de exposições envolvia uma com presépios madeirenses […]
5 Exposições na Quinta das Angústias, Diário de Notícias, Funchal, 20 de dezembro de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
5 Exposições na Quinta das Angústias. Diário de Notícias, Funchal, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), 20 de dezembro de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. Este conjunto de exposições envolvia uma com presépios madeirenses dados como […]
Interior do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho, 27 de outubro de 2025, Largo do Pelourinho, Funchal, ilha da Madeira.
Interior do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho. Escavação dirigida pelo arqueólogo Daniel Sousa (2011 a 2022) e núcleo arqueológico remontado em 2023 na sequência das obras do Savoy Residence. Projeto do Atelier RH+ ARQUITECTOS, parceria entre Roberto Castro, Hugo Gil Jesus, Cristina Perdigão e outros, 2018 (c.). Fotografia de Hélder Santos, Aspress/DN Funchal, 27 de outubro de 2025. O presidente do Governo Regional salientou na ocasião o carácter da Madeira como uma terra cosmopolita, aberta ao comércio e a parcerias com outros povos, já desde os tempos dourados da indústria da cana-de-açúcar. Palavras proferidas […]
Interior do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho, 27 de outubro de 2025, Largo do Pelourinho, Funchal, ilha da Madeira.
Interior do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho. Escavação dirigida pelo arqueólogo Daniel Sousa (2011 a 2022) e núcleo arqueológico remontado em 2023 na sequência das obras do Savoy Residence. Projeto do Atelier RH+ ARQUITECTOS, parceria entre Roberto Castro, Hugo Gil Jesus, Cristina Perdigão e outros, 2018 (c.). Fotografia de Hélder Santos, Aspress/DN Funchal, 27 de outubro de 2025. O presidente do Governo Regional salientou na ocasião o carácter da Madeira como uma terra cosmopolita, aberta ao comércio e a parcerias com outros povos, já desde os tempos dourados da indústria da cana-de-açúcar. Palavras proferidas […]
Inauguração do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho, 27 de outubro de 2025, Largo do Pelourinho, Funchal, ilha da Madeira.
Inauguração do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho. Escavação dirigida pelo arqueólogo Daniel Sousa (2011 a 2022) e núcleo arqueológico remontado em 2023 na sequência das obras do Savoy Residence. Projeto do Atelier RH+ ARQUITECTOS, parceria entre Roberto Castro, Hugo Gil Jesus, Cristina Perdigão e outros, 2018 (c.). Fotografia de Hélder Santos, Aspress/DN Funchal, 27 de outubro de 2025. O presidente do Governo Regional salientou na ocasião o carácter da Madeira como uma terra cosmopolita, aberta ao comércio e a parcerias com outros povos, já desde os tempos dourados da indústria da cana-de-açúcar. Palavras proferidas […]
Rita Rodrigues na inauguração do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho, 27 de outubro de 2025, Largo do Pelourinho, Funchal, ilha da Madeira.
Inauguração do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho. Escavação dirigida pelo arqueólogo Daniel Sousa (2011 a 2022) e núcleo arqueológico remontado em 2023 na sequência das obras do Savoy Residence. Projeto do Atelier RH+ ARQUITECTOS, parceria entre Roberto Castro, Hugo Gil Jesus, Cristina Perdigão e outros, 2018 (c.). Fotografia da presidência do Governo Regional, 27 de outubro de 2025. O presidente do Governo Regional salientou na ocasião o carácter da Madeira como uma terra cosmopolita, aberta ao comércio e a parcerias com outros povos, já desde os tempos dourados da indústria da cana-de-açúcar. Palavras proferidas […]
Inauguração do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho, 27 de outubro de 2025, Largo do Pelourinho, Funchal, ilha da Madeira.
Inauguração do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho. Escavação dirigida pelo arqueólogo Daniel Sousa (2011 a 2022) e núcleo arqueológico remontado em 2023 na sequência das obras do Savoy Residence. Projeto do Atelier RH+ ARQUITECTOS, parceria entre Roberto Castro, Hugo Gil Jesus, Cristina Perdigão e outros, 2018 (c.). Fotografia da presidência do Governo Regional, 27 de outubro de 2025. O presidente do Governo Regional salientou na ocasião o carácter da Madeira como uma terra cosmopolita, aberta ao comércio e a parcerias com outros povos, já desde os tempos dourados da indústria da cana-de-açúcar. Palavras proferidas […]
Inauguração do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho, 27 de outubro de 2025, Largo do Pelourinho, Funchal, ilha da Madeira.
Inauguração do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho. Escavação dirigida pelo arqueólogo Daniel Sousa (2011 a 2022) e núcleo arqueológico remontado em 2023 na sequência das obras do Savoy Residence. Projeto do Atelier RH+ ARQUITECTOS, parceria entre Roberto Castro, Hugo Gil Jesus, Cristina Perdigão e outros, 2018 (c.). Fotografia da presidência do Governo Regional, 27 de outubro de 2025. O presidente do Governo Regional salientou na ocasião o carácter da Madeira como uma terra cosmopolita, aberta ao comércio e a parcerias com outros povos, já desde os tempos dourados da indústria da cana-de-açúcar. Palavras proferidas […]
Embarcações preparadas para a festa de Nossa Senhora da Piedade do Caniçal, ilha da Madeira, setembro de 2021, ilha da Madeira.
Embarcações preparadas para a festa de Nossa Senhora da Piedade do Caniçal. Fotografia de Duarte Gomes, Jornal da Madeira, setembro de 2021. Cais do Caniçal, ilha da Madeira Até à aluvião de 1803 a devoção dos marítimos da capitania de Machico estava relacionada com a imagem da capela da Piedade do Caniçal, levantada no alto do Monte Gordo, na Ponta de São Lourenço, associada então a pontuais romagens, contando-se alguns casos maravilhosos associados à imagem que se venerava nos finais do século XVII no altar. A capela foi alvo de saque por piratas marroquinos, sendo incendiada e, miraculosamente, o fogo […]
Nossa Senhora da Piedade do Caniçal, oficina de José Ferreira Thedim (?), 1950 (c.), ilha da Madeira.
Nossa Senhora da Piedade do Caniçal. Oficina de José Ferreira Thedim (?) (1892-1971), 1950 (c.) Fotografia de Duarte Gomes, Jornal da Madeira, setembro de 2021. Cais do Caniçal, ilha da Madeira Até à aluvião de 1803 a devoção dos marítimos da capitania de Machico estava relacionada com a imagem da capela da Piedade do Caniçal, levantada no alto do Monte Gordo, na Ponta de São Lourenço, associada então a pontuais romagens, contando-se alguns casos maravilhosos associados à imagem que se venerava nos finais do século XVII no altar. A capela foi alvo de saque por piratas marroquinos, sendo incendiada e, […]
Nossa Senhora da Piedade do Caniçal, oficina de José Ferreira Thedim (?), 1950 (c.), ilha da Madeira.
Nossa Senhora da Piedade do Caniçal. Oficina de José Ferreira Thedim (?) (1892-1971), 1950 (c.) Fotografia de Sílvio Mendes, setembro de 2019. Cais do Caniçal, ilha da Madeira Até à aluvião de 1803 a devoção dos marítimos da capitania de Machico estava relacionada com a imagem da capela da Piedade do Caniçal, levantada no alto do Monte Gordo, na Ponta de São Lourenço, associada então a pontuais romagens, contando-se alguns casos maravilhosos associados à imagem que se venerava nos finais do século XVII no altar. A capela foi alvo de saque por piratas marroquinos, sendo incendiada e, miraculosamente, o fogo […]
Brasão de Armas da Freguesia do Caniçal, 2001, Machico, ilha da Madeira.
Brasão de Armas da Freguesia do Caniçal. Desenho da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses de 2001. Caniçal, Machico, ilha da Madeira Pelos ‘Censos de 2021’, havia 3548 habitantes na freguesia do Caniçal. A proporção de núcleos familiares monoparentais, no total de núcleos familiares da Região, era, no Caniçal, a mais baixa (13,1%). O Recenseamento Eleitoral, de 31-12-2024, assinala 3577 eleitores nacionais. Heráldica da freguesia: Armas – Escudo de azul, monte de penhascos de prata, realçados de negro, movente de um pé ondado de verde e prata de três tiras, a do meio carregado de dois atuns de negro; […]
Porto do Caniçal, 1994 a 2005 e seguintes, ilha da Madeira.
Porto do Caniçal. Campanha de 1994 a 2005 e seguintes. Condor, Maria Leontina e Mestre Mentiroso. Fotografia de Nelson Veríssimo, setembro de 2021. Caniçal, ilha da Madeira Em 1527, foi criada uma capelania no Caniçal, onde já havia uma ermida dedicada a São Sebastião, fundada por Garcia Moniz. Constituiu-se como sede da paróquia, com o mesmo orago, instituída em data que se desconhece, mas existente em setembro de 1564. Pelos finais do século XVI, por 1594, a capela foi ampliada e reconstruida como igreja paroquial e arruinada pelo terramoto de 1748, veio a ser construído um novo templo, cuja da […]
Nossa Senhora da Piedade do Caniçal, 1950 (c.), festa de setembro de 2021, cais do Caniçal, ilha da Madeira.
Nossa Senhora da Piedade do Caniçal. Oficina de José Ferreira Thedim (?) (1892-1971), 1950 (c.) Fotografia de Nelson Veríssimo, setembro de 2021. Cais do Caniçal, ilha da Madeira Até à aluvião de 1803 a devoção dos marítimos da capitania de Machico estava relacionada com a imagem da capela da Piedade do Caniçal, levantada no alto do Monte Gordo, na Ponta de São Lourenço, associada então a pontuais romagens, contando-se alguns casos maravilhosos associados à imagem que se venerava nos finais do século XVII no altar. A capela foi alvo de saque por piratas marroquinos, sendo incendiada e, miraculosamente, o fogo […]
Igreja velha de São Sebastião do Caniçal, dezembro de 1750, Largo de São Sebastião, Caniçal, ilha da Madeira.
Igreja velha de São Sebastião do Caniçal. Reconstrução de 1749 a 1750. Fotografia de 2020. Sitio da Igreja Velha, Largo de São Sebastião, Caniçal, ilha da Madeira. Em 1527, foi criada uma capelania no Caniçal, onde já havia uma ermida dedicada a São Sebastião, fundada por Garcia Moniz. Constituiu-se como sede da paróquia, com o mesmo orago, instituída em data que se desconhece, mas existente em setembro de 1564. Pelos finais do século XVI, por 1594, a capela foi ampliada e reconstruida como igreja paroquial e arruinada pelo terramoto de 1748, veio a ser construído um novo templo, cuja da […]
Igreja velha de São Sebastião do Caniçal, dezembro de 1750, Largo de São Sebastião, Caniçal, ilha da Madeira.
Igreja velha de São Sebastião do Caniçal. Reconstrução de 1749 a 1750. Fotografia da Paróquia, 2020. Sitio da Igreja Velha, Largo de São Sebastião, Caniçal, ilha da Madeira. Em 1527, foi criada uma capelania no Caniçal, onde já havia uma ermida dedicada a São Sebastião, fundada por Garcia Moniz. Constituiu-se como sede da paróquia, com o mesmo orago, instituída em data que se desconhece, mas existente em setembro de 1564. Pelos finais do século XVI, por 1594, a capela foi ampliada e reconstruida como igreja paroquial e arruinada pelo terramoto de 1748, veio a ser construído um novo templo, cuja […]
Igreja nova de São Sebastião do Caniçal, João Francisco Caires e Associados, benzida em 5 de dezembro de 1999, ilha da Madeira.
Igreja nova de São Sebastião do Caniçal. Projeto de João Francisco Caires e Associados, benzida em 5 de dezembro de 1999 Vigência como pároco do padre José Pereira (1938-2022). Fotografia de Anabela Gomes, 2025. Rua de São Sebastião, Caniçal, ilha da Madeira. Em 1527, foi criada uma capelania no Caniçal, onde já havia uma ermida dedicada a São Sebastião, fundada por Garcia Moniz. Constituiu-se como sede da paróquia, com o mesmo orago, instituída em data que se desconhece, mas existente em setembro de 1564. Pelos finais do século XVI, por 1594, a capela foi ampliada e reconstruida como igreja paroquial […]
Interior da igreja velha de São Sebastião do Caniçal, reforma de 1850 a 1900 (c.), ilha da Madeira.
Interior da igreja velha de São Sebastião do Caniçal. Reconstrução de 1749 a 1750 e equipamento da reforma de 1850 a 1900 (c.) Imagem de Nossa Senhora da Piedade da oficina de José Ferreira Thedim (?) (1892-1971), 1950 (c.) Fotografia de Anabela Gomes, 2025. Sitio da Igreja Velha, Largo de São Sebastião, Caniçal, ilha da Madeira. Em 1527, foi criada uma capelania no Caniçal, onde já havia uma ermida dedicada a São Sebastião, fundada por Garcia Moniz. Constituiu-se como sede da paróquia, com o mesmo orago, instituída em data que se desconhece, mas existente em setembro de 1564. Pelos finais […]
Igreja velha de São Sebastião do Caniçal, dezembro de 1750, Largo de São Sebastião, Caniçal, ilha da Madeira.
Igreja velha de São Sebastião do Caniçal. Reconstrução de 1749 a 1750. Fotografia de Anabela Gomes, 2025. Sitio da Igreja Velha, Largo de São Sebastião, Caniçal, ilha da Madeira. Em 1527, foi criada uma capelania no Caniçal, onde já havia uma ermida dedicada a São Sebastião, fundada por Garcia Moniz. Constituiu-se como sede da paróquia, com o mesmo orago, instituída em data que se desconhece, mas existente em setembro de 1564. Pelos finais do século XVI, por 1594, a capela foi ampliada e reconstruida como igreja paroquial e arruinada pelo terramoto de 1748, veio a ser construído um novo templo, […]
Caniçal e Ponta de São Lourenço, 2025, ilha da Madeira
Caniçal e Ponta de São Lourenço. Fotografia de Anabela Gomes, 2025. Caniçal, ilha da Madeira. Em 1527, foi criada uma capelania no Caniçal, onde já havia uma ermida dedicada a São Sebastião, fundada por Garcia Moniz. Constituiu-se como sede da paróquia, com o mesmo orago, instituída em data que se desconhece, mas existente em setembro de 1564. Pelos finais do século XVI, a capela foi ampliada e reconstruida como igreja paroquial. Arruinada pelo terramoto de 1748, veio a ser construído novo templo, o qual foi benzido em 13 de dezembro de 1750, como assinala a data no empedrado, defronte do […]
Pormenor do Menino Jesus Bom Pastor com Árvore da Vida do Museu Soares dos Reis do Porto, marfim, 1650 (c.), Goa, Índia
Pormenor do Menino Jesus Bom Pastor com Árvore da Vida. Marfim esculpido com vestígios de policromia, 45 cm. Goa, Índia, 1650. Museu Soares dos Reis, Porto, Portugal. Bom-Pastor, escultura Indo-Portuguesa do século XVII, peanha canónica e grande Árvore da Vida com representação do Padre Eterno.
Menino Jesus Bom Pastor com Árvore da Vida do Museu Soares dos Reis do Porto, marfim, 1650 (c.), Goa, Índia
Menino Jesus Bom Pastor com Árvore da Vida. Marfim esculpido com vestígios de policromia, 45 cm. Goa, Índia, 1650. Museu Soares dos Reis, Porto, Portugal. Bom-Pastor, escultura Indo-Portuguesa do século XVII, peanha canónica e grande Árvore da Vida com representação do Padre Eterno.
Floresta Laurissilva está em expansão, João Filipe Pestana in Diário de Notícias, Funchal, 16 de outubro de 2025, ilha da Madeira
Floresta Laurissilva está em expansão João Filipe Pestana in Diário de Notícias, Funchal, 16 de outubro de 2025, ilha da Madeira A Laurissilva é uma floresta constituída na Era Terciária, há 65 milhões de anos, quando ocupava a área onde hoje se localiza a bacia do Mediterrâneo e que, na última glaciação (que atingiu o seu máximo há 18.000 anos), se extinguiu na Europa continental. A sobrevivência desta floresta de lauráceas na região biogeográfica da Macaronésia, ficou a dever-se ao efeito amenizador do Oceano Atlântico (mais concretamente da corrente do Golfo) sobre o clima destas ilhas, havendo igualmente vestígios na […]
Vista da Ponta de São Lourenço, desenho aguarelado de Lady Susan Vernon Harcourt, 1849, coleção privada, Funchal, ilha da Madeira.
Vista da Ponta de São Lourenço. Desenho aguarelado, 20 x 34,5 cm. Lady Susan Vernon Harcourt (1824-1894), 1849. Coleção privada, Funchal, ilha da Madeira. Lady Susan Harriet Vernon Harcourt (Londres, 1824; 1894) era filha do conde de Sheffield, tendo como nome de solteira Susan Harriet Holroyd, tendo casado com Edward William Vernon Harcourt (1825; 1891) em agosto de 1849. No ano anterior teria já acompanhado o noivo à Madeira, com a mãe, a condessa de Sherffield, Lady Harriet Lascelles (1802-1889), a quem depois dedica o seu álbum de litografias. Edward já havia estado na Madeira de out. 1847 a abr. […]
Vista da Penha de Águia com a ilha do Porto Santo ao fundo, desenho aguarelado de Lady Susan Vernon Harcourt, 1849, coleção privada, Funchal, ilha da Madeira.
Vista da Penha de Águia com a ilha do Porto Santo ao fundo. Desenho aguarelado, 20 x 34,5 cm. Lady Susan Vernon Harcourt (1824-1894), 1849. Coleção privada, Funchal, ilha da Madeira. Lady Susan Harriet Vernon Harcourt (Londres, 1824; 1894) era filha do conde de Sheffield, tendo como nome de solteira Susan Harriet Holroyd, tendo casado com Edward William Vernon Harcourt (1825; 1891) em agosto de 1849. No ano anterior teria já acompanhado o noivo à Madeira, com a mãe, a condessa de Sherffield, Lady Harriet Lascelles (1802-1889), a quem depois dedica o seu álbum de litografias. Edward já havia estado […]
Poço de Santa Cruz, aguarela de Andrew Picken (atr.), 1843, ilha da Madeira
Poço de Santa Cruz Aguarela, guache e grafite sobre papel cinza acastanhado. Andrew Picken (1815-1845) (atr.), 1843. Coleção de Élvio de Sousa, Gaula, 2025 Santa Cruz, ilha da Madeira. Andrew Picken (Londres, 1815; idem, 24 jun. 1845). Filho de um escritor homónimo, falecido prematuramente em 1833 e que deixou a família em precárias condições económicas, com seis filhos, cedo mostrou capacidades para o desenho e a aguarela, tenho sido colocado pelo pai sob os ensinamentos de Louis Haghe (Tournai, 1806; Stockwell, 1885), aguarelista e litógrafo de origem belga e um dos fundadores da oficina Day & Haghe. Em 1835 já […]
Na pedreira do Zé Manel, aguarela de Jaime Martins Barata, 1934, Museu de Aguarela Roque Gameiro, Minde, Alcanena, Portugal
Na pedreira do Zé Manel. Aguarela sobre papel, 53 x 73 cm. Jaime Martins Barata (1899-1970), 1934. Museu de Aguarela Roque Gameiro (1864-1935), Minde, Alcanena, Santarém, Portugal Jaime Martins Barata (Marvão, 7 mar. 1899-Lisboa, Campolide, 15 maio 1970). Órfão de pai bastante cedo, em 1904, a mãe, professora de instrução primária em Alpalhão, reconhecendo as suas especiais capacidades para o desenho, em 1910, consegue fixar-se com ele em Lisboa. Em breve, por 1920, o seu trabalho artístico começa a ser reconhecido, começando por trabalhar no ensino, onde entra em 1921, então com o também professor José Leitão de Barros (1896-1967) […]
Sonhando com o mar, aguarela de Jaime Martins Barata, 1934, Museu de Aguarela Roque Gameiro, Minde, Alcanena, Santarém, Portugal
Alentejano com barco, Sonhando com o mar. Aguarela sobre papel, 57 x 43 cm. Jaime Martins Barata (1899-1970), 1934. Museu de Aguarela Roque Gameiro (1864-1935), Minde, Alcanena, Santarém, Portugal Jaime Martins Barata (Marvão, 7 mar. 1899-Lisboa, Campolide, 15 maio 1970). Órfão de pai bastante cedo, em 1904, a mãe, professora de instrução primária em Alpalhão, reconhecendo as suas especiais capacidades para o desenho, em 1910, consegue fixar-se com ele em Lisboa. Em breve, por 1920, o seu trabalho artístico começa a ser reconhecido, começando por trabalhar no ensino, onde entra em 1921, então com o também professor José Leitão de […]
Dedicatória da Guarita da fortaleza de São Tiago, óleo de Rui Carita, 1975, Funchal, ilha da Madeira
Dedicatória da Guarita da fortaleza de São Tiago. Óleo s/platex por monotipia, 70 x 50 cm. Rui Carita (1946-), 1975 Funchal, ilha da Madeira. Fotografia de 27 de outubro de 2025. Coleção de Albano Bessa Monteiro, Lisboa, Portugal Dedicatória nas costas: 7 Fev. 1975 (vésperas do nascimento do Tiago) Disse-se muita coisa e ficou muito mais. Vamos a ver o que fica. Aquele abraço
Guarita da fortaleza de São Tiago, óleo de Rui Carita, 1975, Funchal, ilha da Madeira
Guarita da fortaleza de São Tiago. Óleo s/platex por monotipia, 70 x 50 cm. Rui Carita (1946-), 1975 Funchal, ilha da Madeira. Fotografia de 27 de outubro de 2025. Coleção de Albano Bessa Monteiro, Lisboa, Portugal Dedicatória nas costas: 7 Fev. 1975 (vésperas do nascimento do Tiago) Disse-se muita coisa e ficou muito mais. Vamos a ver o que fica. Aquele abraço
Sessões de Esclarecimento da Comissão Dinamizadora Regional das F. A. no domingo seguinte no Estreito de Câmara de Lobos e no Sítio das Terças da Ponta do Sol, Diário de Notícias, 13 de dezembro de 1974, p. 1, ilha da Madeira
Regional: Sessões de Esclarecimento da Comissão Dinamizadora Regional das F. A. Sessões no domingo seguinte no Estreito de Câmara de Lobos e no Sítio das Terças da Ponta do Sol Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 13 de dezembro de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e […]
Sessões de Esclarecimento da Comissão Dinamizadora Regional das F. A. no Jardim do Mar e na Lombada da Ponta do Sol, Diário de Notícias, 1 de dezembro de 1974, p. 1, ilha da Madeira
Regional: Sessões de Esclarecimento da Comissão Dinamizadora Regional das F. A. Sessões no Jardim do Mar e na Lombada da Ponta do Sol Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 1 de dezembro de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas […]
Sessões de Esclarecimento Cívico na Ribeira Brava e Porto Moniz, Diário de Notícias, Funchal, 29 de novembro de 1974, p. 8, ilha da Madeira.
Na Ribeira Brava e Porto Moniz Sessões de Esclarecimento Cívico orientadas pela Comissão Dinamizadora Regional das F. A. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 29 de novembro de 1974, p. 8. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, […]
Sessões de Esclarecimento Cívico na Ribeira Brava e Porto Moniz, Diário de Notícias, Funchal, 29 de novembro de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
Sessões de Esclarecimento Cívico na Ribeira Brava e Porto Moniz Comissão da Madeira de Dinamização Cultural. Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 29 de novembro de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. As […]
Primeiras sessões de Dinamização Cultural na Madeira: Ribeira Brava e Porto Moniz, Diário de Notícias, Funchal, 28 de novembro de 1974, p. 6, ilha da Madeira.
Comissão da Madeira de Dinamização Cultural. Sessões na Ribeira Brava e Porto Moniz Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 28 de novembro de 1974, p. 6. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. As primeiras sessões de […]
Primeiras sessões de Dinamização Cultural: Ribeira Brava e Porto Moniz, Diário de Notícias, Funchal, 28 de novembro de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
Em atividade a Comissão Regional da Madeira de Dinamização Cultural e Esclarecimento Cívico das F. A. Sessões na Ribeira Brava e Porto Moniz Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 28 de novembro de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), […]
Estado Maior General das Forças Armadas – Dinamização Cultural, “Jornal da Madeira”, Funchal, 19 de novembro de 1974, p. 1, ilha da Madeira,
Estado Maior General das Forças Armadas – Dinamização Cultural Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 19 de novembro de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. Assumindo-se como força libertadora de uma população reprimida durante quase 50 […]
Estado Maior General das Forças Armadas – Dinamização Cultural, Jornal da Madeira, Funchal, 19 de novembro de 1974, p. 2, ilha da Madeira,
Estado Maior General das Forças Armadas – Dinamização Cultural Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 19 de novembro de 1974, p. 2. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. Assumindo-se como força libertadora de uma população reprimida durante quase […]
Convite do Governo do Distrito Autónomo do Funchal para a reunião da Campanha de Dinamização Cultural, Jornal da Madeira, 16 de novembro de 1974, p. 1, ilha da Madeira,
Convite do Governo do Distrito Autónomo do Funchal para a reunião da Campanha de Dinamização Cultural e Esclarecimento Cívico do M.F.A. na Madeira Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 16 de novembro de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o […]
artes plásticas: Quinta das Angústias. 5 Exposições no Fim do Ano, Diário de Notícias, Funchal, 6 de dezembro de 1974, p. 6, ilha da Madeira.
artes plásticas: Quinta das Angústias. 5 Exposições no Fim do Ano. Diário de Notícias, Funchal, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), 6 de dezembro de 1974, p. 6. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. Este conjunto de exposições envolvia uma […]
Quatro exposições para dinamização cultural na ilha da Madeira a realizar na então Quinta das Angústias, Diário de Notícias, 16 de novembro de 1974, p.1, ilha da Madeira.
Quatro exposições para dinamização da Cultura na ilha da Madeira. Notícia dada a partir do Diário Popular de Lisboa do dia anterior, “para iniciar um programa de dinamização cultural na ilha da Madeira“, in Diário de Notícias, Funchal, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), 16 de novembro de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas […]
Informação do Governo do Distrito sobre a Campanha de Dinamização Cultural do M.F.A. na Madeira, Diário de Notícias, Funchal, 17 de novembro de 1974, ilha da Madeira.
Informação do Governo do Distrito Autónomo do Funchal sobre a reunião da Campanha de Dinamização Cultural e Esclarecimento Cívico do M.F.A. na Madeira Diário de Notícias, Funchal, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), 17 de novembro de 1974, p.1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), […]
Anúncio do Governo do Distrito Autónomo do Funchal sobre a Campanha de Dinamização Cultural do M.F.A. na Madeira, Diário de Notícias, Funchal, 16 de novembro de 1974, ilha da Madeira.
Anúncio do Governo do Distrito Autónomo do Funchal sobre a Campanha de Dinamização Cultural e Esclarecimento Cívico do M.F.A. na Madeira Notícia do Diário de Notícias, Funchal, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), 16 de novembro de 1974, p.1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), […]
Dinamização cultural e esclarecimento cívico, campanha do M.F.A. na Madeira, Diário de Notícias, Funchal, 19 de novembro de 1974, p. 3, ilha da Madeira.
Dinamização cultural e esclarecimento cívico, campanha do M.F.A. na Madeira Notícia do Diário de Notícias, Funchal, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), 19 de novembro de 1974, p. 3. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. Assumindo-se como força libertadora de […]
Dinamização cultural e esclarecimento cívico, campanha do M.F.A. na Madeira, “Diário de Notícias”, Funchal, 19 de novembro de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
Dinamização cultural e esclarecimento cívico, campanha do M.F.A. na Madeira Notícia do Diário de Notícias, Funchal, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), 19 de novembro de 1974, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. Assumindo-se como força libertadora de […]
Dinamização cultural e esclarecimento cívico, campanha do M.F.A. na Madeira, Diário de Notícias, Funchal, 19 de novembro de 1974, p. 3, ilha da Madeira.
Dinamização cultural e esclarecimento cívico, campanha do M.F.A. na Madeira Notícia do Diário de Notícias, Funchal, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), 19 de novembro de 1974, p. 3. 5.ª Divisão do Movimento das Forças Armadas / Campanha de Dinamização Cultural Arquivo da Defesa Nacional, ADN, EMGFA, 5DIV, 014, 0039, 003, 0093, Portugal. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças […]
Dinamização cultural e esclarecimento cívico, campanha do M.F.A. na Madeira, Diário de Notícias, Funchal, 19 de novembro de 1974, p. 1, ilha da Madeira.
Dinamização cultural e esclarecimento cívico, campanha do M.F.A. na Madeira Notícia do Diário de Notícias, Funchal, 19 de novembro de 1974, p. 1. 5.ª Divisão do Movimento das Forças Armadas / Campanha de Dinamização Cultural Arquivo da Defesa Nacional, ADN, EMGFA, 5DIV, 014, 0039, 003, 0093, Portugal. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. Assumindo-se […]
Instruções sobre os elementos a fornecer nos relatórios das sessões de esclarecimento das futuras campanhas (fl.2), Lisboa, 12 de dezembro de 1974, Portugal
Instruções sobre os elementos a fornecer nos relatórios das sessões de esclarecimento das futuras campanhas (Fl. 2) Lisboa, 12 de dezembro de 1974 5.ª Divisão do Movimento das Forças Armadas / Campanha de Dinamização Cultural Arquivo da Defesa Nacional, ADN, EMGFA, 5DIV, 014, 0039, 003, 0097, Portugal. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. Assumindo-se […]
Instruções sobre os elementos a fornecer nos relatórios das sessões de esclarecimento das futuras campanhas (fl.1), Lisboa, 12 de dezembro de 1974, Portugal
Instruções sobre os elementos a fornecer nos relatórios das sessões de esclarecimento das futuras campanhas (Fl. 1) Lisboa, 12 de dezembro de 1974 5.ª Divisão do Movimento das Forças Armadas / Campanha de Dinamização Cultural Arquivo da Defesa Nacional, ADN, EMGFA, 5DIV, 014, 0039, 003, 0097, Portugal. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. Assumindo-se […]
Pedido do reenvio das guias de marcha dos oficiais da Comissão Dinamizadora Central que tinham ido à Madeira, Lisboa, 5 de dezembro de 1974, Portugal
Pedido do reenvio das guias de marcha dos oficiais da Comissão Dinamizadora Central que tinham vindo à Madeira Major Art.ª Carlos Eduardo Mendes Cação da Silva; capitão IG/FA Francisco Manuel Geraldo Faria Paulino (1945-); e 1.º tenente da Armada Gastão Alexandre Pessoa Guerreiro (1944-2008) Lisboa, 5 de dezembro de 1974 5.ª Divisão do Movimento das Forças Armadas / Campanha de Dinamização Cultural Arquivo da Defesa Nacional, ADN, EMGFA, 5DIV, 014, 0039, 003, 0098, Portugal. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a […]
Padre Mário Tavares Figueira, Câmara de Lobos, 2015 (c.), ilha da Madeira.
Padre Mário Tavares Figueira. (1934-2020) Fotografia de 2015 (c.) Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira O padre Mário Tavares Figueira (Estreito de Câmara de Lobos, 24 jul. 1934; Funchal, hospital Dr. Nélio Mendonça, 6 jun. 2020) era filho de João Tavares Figueira e de Maria da Conceição Rodrigues Figueira, tendo sido capelão militar, na sua comissão de serviço na Guiné entre 1966 e 1969, onde recebeu um louvor especial. Foi depois o principal impulsionador do movimento Seremos Freguesia do Jardim da Serra, numa altura em que era ali pároco de São Tiago e durante 23 anos (1969-1992), situação que […]
Padre Mário Tavares Figueira na RTP Madeira, 2010 (c.), ilha da Madeira.
Padre Mário Tavares Figueira. (1934-2020) Fotografia RTP, 2010 (c.) Estreito de Câmara de lobos, ilha da Madeira O padre Mário Tavares Figueira era natural da freguesia do Estreito de Câmara de Lobos, onde nasceu no dia 24 de julho de 1934, filho de João Tavares Figueira e de Maria da Conceição Rodrigues Figueira, tendo falecido a 6 de junho de 2020 no hospital Dr. Nélio Mendonça, no Funchal, com 85 anos. Foi capelão militar e enquanto em comissão de Serviço na Guiné entre 1966 e 1969 recebeu um louvor especial. Foi depois o principal impulsionador do movimento Seremos Freguesia do […]
Comunicação da chegada à Madeira e aos Açores dos oficiais da Comissão Dinamizadora Central sendo acompanhados no Funchal e em Ponta Delgada pelo diretor-geral da Cultura Popular e Espetáculos, Lisboa, 17 de novembro de 1974, Portugal
Comunicação da chegada à Madeira e aos Açores de 3 oficiais da Comissão Dinamizadora Central sendo acompanhados no Funchal e em Ponta Delgada pelo diretor-geral da Cultura Popular e Espetáculos Lisboa, 17 de novembro de 1974 5.ª Divisão do Movimento das Forças Armadas / Campanha de Dinamização Cultural Arquivo da Defesa Nacional, ADN, EMGFA, 5DIV, 014, 0039, 003, 0099, Portugal. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação […]
Luís Miguel e a mãe, Dr.ª Maria de Lurdes Rebelo Henriques de Gouveia, Largo João Gago, vulgo Largo das Floristas, Funchal, 20 de outubro de 2025, ilha da Madeira.
Luís Miguel e a mãe, Dr.ª Maria de Lurdes Rebelo Henriques de Gouveia. Receção de nova aparelhagem para o laboratório. Fotografia de Rui Marote, Funchal, 20 de outubro de 2025. Laboratório de Análises Dr. Francisco Henriques de Gouveia (1935-2021) Largo João Gago, vulgo Largo das Floristas, Funchal, ilha da Madeira. Francisco José Sena Henriques de Gouveia (1935-2021), filho do também médico analista Vicente Henriques de Gouveia (1893-1949), fundou com a mulher Maria de Lourdes Rebelo Arnaut Mota Henriques de Gouveia, em 1970 e, oficialmente, em 1974, um laboratório com o seu nome no Largo João Gago, uma referência regional da […]
Fátima Pitta Dionísio, Funchal, 2915 (c.), ilha da Madeira
Fátima Pitta Dionísio (Funchal, 1950-17 out. 2025) Poeta e investigadora de temas literários. Funchal, 2915 (c.), ilha da Madeira «As aves riscam o azul Se do meu amor falo E o silêncio mais subtil Abre o tempo às memórias.» (In ‘Cadernos de Santiago II’, 2021, p. 96) Nelson Veríssimo (17 out 2025). Foi professora, investigadora, poetisa, humanista, defensora da liberdade e professora aposentada. Entre as suas obras fica para memória futura o livro “Luar da poesia” mas também “Há de a Poesia Ficar”. Desde muito cedo começou a colaborar com os seus textos na imprensa, tendo sido várias vezes premiada. […]
Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha, Quinta da Camacha, 2015 (c.), ilha da Madeira.
Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha. Fotografia de 2015 (c.). Pub. por Luís Rocha, Funchal Notícias.net de 1 de novembro de 2025, devendo ter a mesma data e origem da publicada muito semelhante por Nelson Veríssimo, “Freguesias da Madeira: Camacha”, 21 de setembro de 2025. Quinta da Camacha, ilha da Madeira. O Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha foi fundado em março de 1948 com o objetivo de representar a Madeira e Portugal no Concurso Internacional de Danças de Madrid, em Espanha, evento em maio desse ano, em que foi agraciado com o 2º lugar na […]
Comunicação da chegada à Madeira e aos Açores de 3 oficiais da Comissão Dinamizadora Central da 5.ª Divisão, Lisboa, 17 de novembro de 1974, Portugal
Comunicação da chegada à Madeira e aos Açores de 3 oficiais da Comissão Dinamizadora Central para estruturarem as comissões regionais Lisboa, 17 de novembro de 1974 5.ª Divisão do Movimento das Forças Armadas / Campanha de Dinamização Cultural Arquivo da Defesa Nacional, ADN, EMGFA, 5DIV, 014, 0039, 003, 0100, Portugal. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico […]
Comunicação da deslocação à Madeira e aos Açores de 3 oficiais da Comissão Dinamizadora Central da 5.ª Divisão, Lisboa, 15 de novembro de 1974, Portugal
Comunicação da deslocação à Madeira e aos Açores de 3 oficiais da Comissão Dinamizadora Central para estruturarem as comissões regionais Lisboa, 15 de novembro de 1974 5.ª Divisão do Movimento das Forças Armadas / Campanha de Dinamização Cultural Arquivo da Defesa Nacional, ADN, EMGFA, 5DIV, 014, 0039, 003, 0100, Portugal. No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico […]
Oratório da Piedade da Porta da Vila de Óbidos, 1640 e 1740 (c.), Portugal
Oratório da Porta da Vila de Óbidos Campanha geral de obras de 1382 (c.) e seguintes, quando da doação à rainha D. Isabel de Aragão (1271-1336). A Virgem Nossa Senhora foi concebida sem pecado original inscrição mandada colocar na época de D. João IV (1604-1656), em agradecimento pela proteção da Padroeira aquando da Restauração da Independência em 1640. Azulejos de oficina de Lisboa do ciclo dos grandes mestres (1740-1750) atribuíveis com reservas a Policarpo de Oliveira Bernardes (1695-1778). Fotografia do Turismo de Óbidos de 1 de junho de 2020 Capela-oratório de Nossa Senhora da Piedade, Padroeira da Vila, Óbidos, Portugal. […]
Oratório da Piedade da Porta da Vila de Óbidos, 1640 e 1740 (c.), Portugal
Oratório da Porta da Vila de Óbidos Campanha geral de obras de 1382 (c.) e seguintes, quando da doação à rainha D. Isabel de Aragão (1271-1336). A Virgem Nossa Senhora foi concebida sem pecado original inscrição mandada colocar na época de D. João IV (1604-1656), em agradecimento pela proteção da Padroeira aquando da Restauração da Independência em 1640. Azulejos de oficina de Lisboa do ciclo dos grandes mestres (1740-1750) atribuíveis com reservas a Policarpo de Oliveira Bernardes (1695-1778). Fotografia do Turismo de Óbidos de 1 de junho de 2020 Capela-oratório de Nossa Senhora da Piedade, Padroeira da Vila, Óbidos, Portugal. […]
Oratório da Piedade da Porta da Vila de Óbidos, 1640 e 1740 (c.), Portugal
Oratório da Porta da Vila de Óbidos Campanha geral de obras de 1382 (c.) e seguintes, quando da doação à rainha D. Isabel de Aragão (1271-1336). A Virgem Nossa Senhora foi concebida sem pecado original inscrição mandada colocar na época de D. João IV (1604-1656), em agradecimento pela proteção da Padroeira aquando da Restauração da Independência em 1640. Azulejos de oficina de Lisboa do ciclo dos grandes mestres (1740-1750) atribuíveis com reservas a Policarpo de Oliveira Bernardes (1695-1778). Fotografia do Turismo de Óbidos de 1 de junho de 2020 Capela-oratório de Nossa Senhora da Piedade, Padroeira da Vila, Óbidos, Portugal. […]
Capela-mor da igreja de Santa Maria de Óbidos, 1620 e 1622 (c.), Portugal.
Capela-mor da igreja de Santa Maria de Óbidos Óleo sobre madeira de João da Costa(c. 1590-c. 1650), 1620 e 1622 (c.) e talha de oficina local também de 1620 e 1622 (c.) . Azulejos de oficina de Lisboa, 1676 Fotografia do Turismo de Óbidos de 2020 Igreja de Santa Maria de Óbidos, Portugal. João da Costa (c. 1590-c. 1650) Executou o retábulo da Igreja de Santa Maria entre 1620 e 1622. A obra é caracterizada por uma interpretação desgastada dos modelos italo-flamengos, não correspondendo nem à vanguarda da época, nem tão pouco à melhor forma técnica. Recorde-se os exemplos de […]
Nave lateral da Epístola e a Transfiguração André Reinoso, 1640 (c.), igreja de Santa Maria de Óbidos, Portugal.
Nave lateral da Epístola e a Transfiguração André Reinoso Óleo sobre tela. André Reinoco (c. 1590-1650), 1640 (c.). Azulejos de oficina de Lisboa, 1676 Fotografia do Turismo de Óbidos de 2020 Igreja de Santa Maria de Óbidos, Portugal. André Reinoso (c. 1590-1650) Apesar de se conhecer já grande parte da obra pictórica deste grande mestre, a sua biografia é, no entanto, quase desconhecida, situação que não estranha o facto de ter nascido no seio de uma família de Cristãos-novos, em princípio, de Viseu. Foi, para o seu tempo, no entanto, um dos mais notáveis e bem sucedidos pintores. Discípulo do […]
Nave lateral do Evangelho com as telas de Marcos da Cruz (atr.), 1660 (c.), igreja de Santa Maria de Óbidos, Portugal.
Nave lateral do Evangelho com as telas de Marcos da Cruz Óleos sobre tela. Marcos da Cruz (c. 1610-1683) (atr.), 1660 (c.). Azulejos de oficina de Lisboa, 1676 Fotografia do Turismo de Óbidos de 2020 Igreja de Santa Maria de Óbidos, Portugal. Marcos da Cruz (c. 1610-1683), seria, ao seu tempo, um pintor “moderno”, até mesmo inovador em alguns aspetos, pertencendo a uma primeira geração de pintores portugueses, protagonizada por André Reinoso (c. 1590-1650), que introduzem uma significativa alteração de valores e pressupostos na linguagem artística, eventualmente por uma forte influência de Caravaggio (1573-1610). Em Óbidos tem (sob reserva) a […]
Visitação, óleo de Josefa de Óbidos, 1670, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa, Portugal.
Visitação. Óleo sobre chapa de cobre, 75 x 50 cm. Josefa de Óbidos (1630-1684), 1670. Fotografia de Hugo Carriço, 2015 Museu Nacional de Arte Antiga (Inv. 284/928), Lisboa, Portugal. Josefa de Ayala Camacho Figueira Cabrera Romero (Fev. 1630-Óbidos, 22 jul. 1684) Josefa d’Óbidos, nasce em Sevilha em fevereiro de 1630 e a sua vida decorre entre a vila de Óbidos, onde os pais se instalam por volta de 1634 e, depois, a cidade de Coimbra, onde ingressa durante dois anos no Convento de Santa Ana. Vive entre localidades próximas, tais como Caldas da Rainha, Alcobaça, Nazaré, Buçaco, sempre num universo […]
São Bernardo de Claraval, óleo de Josefa de Óbidos, 1660 (c.), Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa, Portugal.
São Bernardo de Claraval. (1019-1153) Óleo sobre chapa de cobre, 50 x 50 cm. Josefa de Óbidos (1630-1684), 1660 (c.). Fotografia de Hugo Carriço, 2015 Museu Nacional de Arte Antiga (Inv. 281/928), Lisboa, Portugal. São Bernardo de Claraval, ou de Fontaine, (Fontaine-lès-Dijon, 1019; Claraval, 20 ago. 1153). Nascido numa grande família nobre da Borgonha, era o terceiro de sete filhos de Tescelin, o Vermelho e Aleth de Montbard, iniciando os estudos religiosos com somente nove anos e, em 1112, entrando para a abadia de Cister, então incluída na Ordem de Cluny, saindo da mesma abadia em 1115, com vários companheiros, […]
São Bernardo de Claraval, óleo de Josefa de Óbidos, 1660 (c.), Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa, Portugal.
São Bernardo de Claraval. (1019-1153) Óleo sobre chapa de cobre, 50 x 50 cm. Josefa de Óbidos (1630-1684), 1660 (c.). Fotografia de 2015 Museu Nacional de Arte Antiga (Inv. 281/928), Lisboa, Portugal. São Bernardo de Claraval, ou de Fontaine, (Fontaine-lès-Dijon, 1019; Claraval, 20 ago. 1153). Nascido numa grande família nobre da Borgonha, era o terceiro de sete filhos de Tescelin, o Vermelho e Aleth de Montbard, iniciando os estudos religiosos com somente nove anos e, em 1112, entrando para a abadia de Cister, então incluída na Ordem de Cluny, saindo da mesma abadia em 1115, com vários companheiros, para fundar […]
Meninos Jesus Peregrinos, Josefa de Óbidos e o Tempo do Barroco, Museu Nacional de Arte Antiga, 27 de julho de 2015, Lisboa, Portugal
Menino Jesus Peregrino e Salvador do Mundo. Óleos sobre tela. Josefa de Ayala y Cabrera (Josefa de Óbidos), (1630-1684), 1670 a 1675 (c.) Exposição Josefa de Óbidos e o Tempo do Barroco, 27 de julho de 2015. Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa, Portugal. Josefa de Ayala e Cabrera, ou Josefa de Óbidos (c. 1630 – 1684), filha do pintor Baltazar Gomes Figueira (1604-1674), montou em Óbidos uma verdadeira oficina de pintura, conventual, por certo, com inúmeras assistentes e aprendizas. Ao longo de quase quatro décadas, Josefa de Óbidos criou algumas das imagens mais reconhecíveis da História da Arte portuguesa. […]
Justiça do Tribunal da Ponta do Sol, Amândio de Sousa, 1994, ilha da Madeira.
Justiça. Bronze, Amândio de Sousa (1934-2021), 1994. Fotografia de 2020. Tribunal da Ponta do Sol, ilha da Madeira. Amândio de Sousa (Funchal, 1934-2021). Concluiu o curso de Escultura da Escola Superior de Belas Artes do Porto com a classificação final de vinte valores, tendo sido aluno de Salvador Barata Feyo (1899-1990) e de Lagoa Henriques (1923-2009). Aí conviveu com os elementos do futuro grupo “Quatro Vintes“, constituído por Ângelo de Sousa (1938-2011), Armando Alves (1935-), Jorge Pinheiro (1931-) e José Rodrigues (1936-2016), dado todos terem terminado o curso com aquela classificação, participando na dinâmica dessa geração e da Escola do […]
Vista da Praia Formosa no Funchal, desenho aguarelado de Lady Susan Vernon Harcourt, 1849. col. particular, Funchal, ilha da Madeira
Vista da Praia Formosa no Funchal. Desenho aguarelado, 20 x 34,5 cm. Lady Susan Vernon Harcourt (1824-1894), 1849. Aguarela que deu origem à litografia quadrupla, 34,5 x 92,8 cm., pub. in A Sketch of Madeira, Ed. Thomas McLean, Londres, 1850. Coleção privada, Funchal, ilha da Madeira. Lady Susan Harriet Vernon Harcourt (Londres, 1824; 1894) era filha do conde de Sheffield, tendo como nome de solteira Susan Harriet Holroyd, tendo casado com Edward William Vernon Harcourt (1825; 1891) em agosto de 1849. No ano anterior teria já acompanhado o noivo à Madeira, com a mãe, a condessa de Sherffield, Lady Harriet […]
Vista da área da Ajuda no Funchal, desenho aguarelado de Lady Susan Vernon Harcourt, 1849. col. particular, Funchal, ilha da Madeira
Vista da área da Ajuda no Funchal. Desenho aguarelado, 20 x 34,5 cm. Lady Susan Vernon Harcourt (1824-1894), 1849. Aguarela que deu origem à litografia quadrupla, 34,5 x 92,8 cm., pub. in A Sketch of Madeira, Ed. Thomas McLean, Londres, 1850. Coleção privada, Funchal, ilha da Madeira. Lady Susan Harriet Vernon Harcourt (Londres, 1824; 1894) era filha do conde de Sheffield, tendo como nome de solteira Susan Harriet Holroyd, tendo casado com Edward William Vernon Harcourt (1825; 1891) em agosto de 1849. No ano anterior teria já acompanhado o noivo à Madeira, com a mãe, a condessa de Sherffield, Lady […]
Vista do centro do Funchal, desenho aguarelado de Lady Susan Vernon Harcourt, 1849. col. particular, Funchal, ilha da Madeira
Vista do centro do Funchal. Desenho aguarelado, 20 x 34,5 cm. Lady Susan Vernon Harcourt (1824-1894), 1849. Aguarela que deu origem à litografia quadrupla, 34,5 x 92,8 cm., pub. in A Sketch of Madeira, Ed. Thomas McLean, Londres, 1850. Coleção privada, Funchal, ilha da Madeira. Lady Susan Harriet Vernon Harcourt (Londres, 1824; 1894) era filha do conde de Sheffield, tendo como nome de solteira Susan Harriet Holroyd, tendo casado com Edward William Vernon Harcourt (1825; 1891) em agosto de 1849. No ano anterior teria já acompanhado o noivo à Madeira, com a mãe, a condessa de Sherffield, Lady Harriet Lascelles […]
Entrega da Lamentação sobre Cristo Morto, óleo de Josefa de Óbidos, 1670 (c.), capela de Santo António e de São Brás de A-da-Gorda, julho de 2025,, Óbidos, Portugal.
Lamentação sobre Cristo Morto. Óleo sobre tela, 85 x 168 cm. Josefa de Óbidos (1630-1684), 1670 (c.). Juntamente com a tela “Jesus no Horto”, a obra destinava-se a complementar as grandes telas dos altares colaterais da Capela de Santo António de A-da-Gorda, da autoria do pai Baltazar Gomes Figueira (Óbidos, 1604 – Óbidos 1674), “Repouso na Fuga para o Egipto”, tela datada de 1643. Josefa pintou ainda para o arco da capela-mor: São Francisco de Assis (à esquerda), a Virgem e o Menino (ao centro) e Santo António, à direita. Azulejos de tapete de oficina de Lisboa, 1660 (c.) Fotografia […]
Lamentação sobre Cristo Morto, óleo de Josefa de Óbidos, 1670 (c.), capela de Santo António e de São Brás de A-da-Gorda, Óbidos, Portugal.
Lamentação sobre Cristo Morto. Óleo sobre tela, 85 x 168 cm. Josefa de Óbidos (1630-1684), 1670 (c.). Proveniente da capela de Santo António e de São Brás de A-da-Gorda, Óbidos Juntamente com a tela “Jesus no Horto”, a obra destinava-se a complementar as grandes telas dos altares colaterais da Capela de Santo António de A-da-Gorda, da autoria do pai Baltazar Gomes Figueira (Óbidos, 1604 – Óbidos 1674), “Repouso na Fuga para o Egipto”, tela datada de 1643. Josefa pintou ainda para o arco da capela-mor: São Francisco de Assis (à esquerda), a Virgem e o Menino (ao centro) e Santo […]
Lamentação sobre Cristo Morto, óleo de Josefa de Óbidos, 1670 (c.), capela de Santo António da igreja de A-da-Gorda, Óbidos, Portugal.
Lamentação sobre Cristo Morto. Óleo sobre tela, 85 x 168 cm. Josefa de Óbidos (1630-1684), 1670 (c.). Proveniente da capela de Santo António e de São Brás de A-da-Gorda, Óbidos Juntamente com a tela “Jesus no Horto”, a obra destinava-se a complementar as grandes telas dos altares colaterais da Capela de Santo António de A-da-Gorda, da autoria do pai Baltazar Gomes Figueira (Óbidos, 1604 – Óbidos 1674), “Repouso na Fuga para o Egipto”, tela datada de 1643. Josefa pintou ainda para o arco da capela-mor: São Francisco de Assis (à esquerda), a Virgem e o Menino (ao centro) e Santo […]
Nave lateral da Epístola com retábulo pintado por Josefa de Óbidos, 1661, igreja de Santa Maria de Óbidos, Portugal.
Nave lateral da Epístola com retábulo pintado por Josefa de Óbidos. Retábulo de Santa Catarina, 1661 Josefa de Óbidos (1630-1684), 1661. Azulejos de oficina de Lisboa, 1676 Fotografia do Turismo de Óbidos de 2020 Igreja de Santa Maria de Óbidos, Portugal. Igreja que teria sido mesquita no período muçulmano e foi sagrada por D. Afonso Henriques (1109-1185), logo após a conquista da Vila, em 1148 e depois entregue a S. Teotónio (1082-1162), companheiro de D. Afonso Henriques e prior do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, mosteiro que teve depois o padroado até D. João III (1502-1557) o ter doado […]
Nave lateral do Evangelho com o túmulo do alcaide D. João de Noronha, escultura de Nicolau Chanterene, 1526-1528, igreja de Santa Maria de Óbidos, Portugal.
Nave lateral do Evangelho com o túmulo do alcaide D. João de Noronha e de sua mulher D. Isabel de Sousa (1440-1525) Nicolau Chanterene (1470-1551), 1526-1528. Armas dos Sousa, de D. Isabel de Sousa. Azulejos de oficina de Lisboa, 1676 Fotografia do Turismo de Óbidos de 2020 Igreja de Santa Maria de Óbidos, Portugal. Igreja que teria sido mesquita no período muçulmano e foi sagrada por D. Afonso Henriques (1109-1185) logo após a conquista da Vila, em 1148 e depois entregue a S. Teotónio (1082-1162), companheiro de D. Afonso Henriques e prior do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, mosteiro […]
Pormenor do túmulo do alcaide D. João de Noronha e de sua mulher D. Isabel de Sousa, escultura de Nicolau Chanterene, 1526-1528, igreja de Santa Maria de Óbidos, Portugal.
Grupo central do túmulo do alcaide D. João de Noronha e de sua mulher D. Isabel de Sousa (1440-1525) Nicolau Chanterene (1470-1551), 1526-1528. Fotografia do Turismo de Óbidos de 2020 Igreja de Santa Maria de Óbidos, Portugal. Igreja que teria sido mesquita no período muçulmano e foi sagrada por D. Afonso Henriques (1109-1185) logo após a conquista da Vila, em 1148 e depois entregue a S. Teotónio (1082-1162), companheiro de D. Afonso Henriques e prior do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, mosteiro que teve depois o padroado até D. João III (1502-1557) o ter doado a sua mulher, a […]
Túmulo do alcaide D. João de Noronha e de sua mulher D. Isabel de Sousa, escultura de Nicolau Chanterene, 1526-1528, igreja de Santa Maria de Óbidos, Portugal.
Túmulo do alcaide D. João de Noronha e de sua mulher D. Isabel de Sousa (1440-1525) Nicolau Chanterene (1470-1551), 1526-1528. Armas dos Sousa, de D. Isabel de Sousa. Azulejos de oficina de Lisboa, 1676 Fotografia do Turismo de Óbidos de 2020 Igreja de Santa Maria de Óbidos, Portugal. Igreja que teria sido mesquita no período muçulmano e foi sagrada por D. Afonso Henriques (1109-1185) logo após a conquista da Vila, em 1148 e depois entregue a S. Teotónio (1082-1162), companheiro de D. Afonso Henriques e prior do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, mosteiro que teve depois o padroado até […]
Museu Abílio de Mattos e Silva, exposição de 2020, Óbidos, Portugal.
Exposição do museu Abílio de Mattos e Silva. (1908-1985) Fotografia do Turismo do Centro de 2020. Óbidos, Portugal Abílio de Mattos e Silva (Sardoal, 1908; Lisboa, 1985). Embora nascido no Sardoal, manteve sempre residência em Óbidos, onde fora criado, tendo sido pintor, cenógrafo e figurinista. Casado com a decoradora de interiores Isabel Salavissa (1925-2006), o Museu Abílio de Mattos e Silva, em Óbidos, nasceu da vontade da mesma, legando o espólio do marido, repartido pelo pequeno museu com o seu nome, essencialmente com a obra gráfica e para o teatro, e o museu municipal, com a pintura a óleo. O […]
Loja da entrada do Museu Municipal de Óbidos com retrato de D. Maria I, 1777 (c.), Óbidos, Portugal
Loja da entrada do Museu Municipal de Óbidos. Retrato oficial de D. Maria I (1734-1816) Óleo sobre tela das oficinas reais de Lisboa, 1777 (c.) Proveniente da coleção da Câmara Municipal de Óbidos, terá sido mandado executar depois da subida ao poder de D. Maria, a 24 de fevereiro de 1777. Fotografia de Turismo de Óbidos, 13 de novembro de 2020. Rua Direita, Óbidos, Portugal D. Maria I (Lisboa, 17 Dez. 1734 – São Cristóvão, Rio de Janeiro, 20 Mar. 1816). Filha de D. José (1714-1777) e de D. Mariana Vitória de Bourbon (1718-1781), por sua vez filha de Filipe […]
Loja da entrada do Museu Municipal de Óbidos, azulejos de 1720 (c.), Óbidos, Portugal
Loja da entrada do Museu Municipal de Óbidos. Lambril de azulejos portugueses de albarradas de oficina portuguesa de 1720 (c.) Fotografia de 2020. Rua Direita, Óbidos, Portugal O Museu foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987) o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência do pintor Eduardo Malta (1900-1967), que lhe deu parte do aspeto de palácio que […]
Casa do Arco da Cadeia de Óbidos, campanha de 1400 (c.) e seguintes, Óbidos, Portugal,
Casa do Arco da Cadeia de Óbidos. Campanha de 1400 (c.) e seguintes. Antiga câmara Municipal e depois cadeia. Fotografia de Turismo de Óbidos de 30 de maio de 2020. Calçada do Arco da Cadeia, Óbidos, Portugal Arquitetura civil gótica com piso térreo aberto para a via pública, através de arco de passagem, de planta simples, trapezoidal, composta por volume único de 2 alturas com cobertura diferenciada em telhados de 2 águas. Edifício de 2 pisos, fachada principal orientada a O., com grande vão em arco apontado, de cantaria, onde passa a rua e acesso ao piso superior pela direita, […]
Casa do Arco da Cadeia de Óbidos, campanha de 1400 (c.) e seguintes, Óbidos, Portugal,
Casa do Arco da Cadeia de Óbidos. Campanha de 1400 (c.) e seguintes. Antiga câmara Municipal e depois cadeia. Fotografia de Turismo de Óbidos de 2020. Calçada do Arco da Cadeia, Óbidos, Portugal Arquitetura civil gótica com piso térreo aberto para a via pública, através de arco de passagem, de planta simples, trapezoidal, composta por volume único de 2 alturas com cobertura diferenciada em telhados de 2 águas. Edifício de 2 pisos, fachada principal orientada a O., com grande vão em arco apontado, de cantaria, onde passa a rua e acesso ao piso superior pela direita, através de escadaria exterior […]
Casa do Arco da Cadeia de Óbidos, campanha de 1400 (c.) e seguintes, Óbidos, Portugal,
Casa do Arco da Cadeia de Óbidos. Campanha de 1400 (c.) e seguintes. Antiga câmara Municipal e depois cadeia. Fotografia de Turismo de Óbidos de 30 de maio de 2020. Calçada do Arco da Cadeia, Óbidos, Portugal Arquitetura civil gótica com piso térreo aberto para a via pública, através de arco de passagem, de planta simples, trapezoidal, composta por volume único de 2 alturas com cobertura diferenciada em telhados de 2 águas. Edifício de 2 pisos, fachada principal orientada a O., com grande vão em arco apontado, de cantaria, onde passa a rua e acesso ao piso superior pela direita, […]
Fachada da Capela de São Martinho, 1320 (c.) e 1331, Óbidos, Portugal.
Fachada da Capela de São Martinho Mestres góticos do Mosteiro de Alcobaça, campanhas de 1320 (c.) e 1331 Fotografia do Turismo de Óbidos, de 2020. Largo de São Pedro, Óbidos, Portugal. Capela funerária familiar, situa-se defronte da Igreja de São Pedro e foi instituída em 1331 pelo padre Pêro Fernandes, prior da igreja de Santiago de Torres Vedras, vigário da Lourinhã e beneficiado da Sé de Lisboa. A sua construção, no entanto, parece datar de data anterior, cerca de 1320 e sendo terminada, depois, em 1331, constatando-se, em princípio, duas distintas campanhas de obras. O treslado de ordenação da capela […]
Capitéis do portal românico da igreja do mosteiro de Santa Maria de Pombeiro, 1059 a 1102 e seguintes, Felgueiras, Porto, Portugal
Capitéis do portal românico da igreja do mosteiro de Santa Maria de Pombeiro. 1059 a 1102 e seguintes. Fotografia da Rota do Românico, 2022 Felgueiras, Porto, Portugal. O mosteiro de Santa Maria de Pombeiro de Ribavizela data dos anos de 1059 a 1102, fundado a 13 jul. 1059, por D. Gomes Aciegas, foi o mais notável convento Beneditino do Norte de Portugal, mas de que somente restam os dois absíolos e o portal principal de quatro arquivoltas, sendo a rosácea já reposição ao gosto gótico. O conjunto foi reformulado nos finais do século XVI com nova fachada e corpo da […]
Pelourinho de Óbidos, 1513 (c.), Óbidos, Portugal.
Pelourinho de Óbidos. Cantaria local esculpida, 1513 (c.). Fotografia da Câmara Municipal de 2020 (c.) Óbidos, Portugal. Coluna de pedra, símbolo do poder Municipal, apresenta as armas reais e o camaroeiro símbolo da rainha D. Leonor (1458-1525), mulher de D. João II (1455-1495) e irmã mais velha do rei D. Manuel (1469-1521). Óbidos tinha passado a fazer parte do dote das rainhas de Portugal desde o tempo do rei D. Dinis (1279-1325), que doou este castelo à rainha D. Isabel de Aragão (1271-1336), por carta de arras de 24 de abril de 1282. No reinado de D. João II e […]
Igreja de Santa Maria, 1550 e 1571 (c.), Óbidos, Portugal.
Igreja de Santa Maria. Reconstrução de 1550 e 1571 (c.). Interior com retábulo lateral de Josefa de Óbidos (1630-1684), 1660. Fotografia do Turismo de Óbidos de 2020 Óbidos, Portugal. Igreja que teria sido mesquita no período muçulmano e foi sagrada por D. Afonso Henriques (1109-1185) logo após a conquista da Vila, em 1148 e depois entregue a S. Teotónio (1082-1162), companheiro de D. Afonso Henriques e prior do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, mosteiro que teve depois o padroado até D. João III (1502-1557) o ter doado a sua mulher, a rainha D. Catarina de Áustria (1507-1578). O templo […]
Pelourinho de Óbidos, 1513 (c.), Óbidos, Portugal.
Pelourinho de Óbidos. Cantaria local esculpida, 1513 (c.). Fotografia da Câmara Municipal de 2020 (c.) Óbidos, Portugal. Coluna de pedra, símbolo do poder Municipal, apresenta as armas reais e o camaroeiro símbolo da rainha D. Leonor (1458-1525), mulher de D. João II (1455-1495) e irmã mais velha do rei D. Manuel (1469-1521). Óbidos tinha passado a fazer parte do dote das rainhas de Portugal desde o tempo do rei D. Dinis (1279-1325), que doou este castelo à rainha D. Isabel de Aragão (1271-1336), por carta de arras de 24 de abril de 1282. No reinado de D. João II e […]
Pelourinho de Óbidos, 1513 (c.), Óbidos, Portugal.
Pelourinho de Óbidos. Cantaria local esculpida, 1513 (c.). Com a igreja matriz de Santa Maria em segundo plano Fotografia da Câmara Municipal de 2020 (c.) Óbidos, Portugal. Coluna de pedra, símbolo do poder Municipal, apresenta as armas reais e o camaroeiro símbolo da rainha D. Leonor (1458-1525), mulher de D. João II (1455-1495) e irmã mais velha do rei D. Manuel (1469-1521). Óbidos tinha passado a fazer parte do dote das rainhas de Portugal desde o tempo do rei D. Dinis (1279-1325), que doou este castelo à rainha D. Isabel de Aragão (1271-1336), por carta de arras de 24 de […]
Retábulo dito nacional com Pietá, oficina portuguesa, 1680 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Retábulo com Pietá. Madeira entalhada, estofada, dourada e policromada. Trabalho dito “estilo nacional”, inspirado nos portais românicos de arquivoltas concêntricas, colunas espiraladas, tribuna e trono. Oficina portuguesa, 1680 (c.) Fotografia de 17 de outubro de 2025. Núcleo de imaginária religiosa do Museu Municipal de Óbidos, Portugal. O Museu Municipal de Óbidos foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987), o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também […]
Registo do Sagrado Coração e Urna Eucarística, oficinas portuguesas, 1770 (c.) e 1820 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Registo do Sagrado Coração e Urna Eucarística. Madeira entalhada, estofada, dourada e policromada. Oficinas portuguesas, 1770 (c.) e 1820 (c.) Fotografia de 17 de outubro de 2025. Núcleo de imaginária religiosa do Museu Municipal de Óbidos, Portugal. O Museu Municipal de Óbidos foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987), o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência do […]
São Benedito, oficina portuguesa, 1720 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
São Benedito de Palermo. Madeira entalhada, estofada, dourada e policromada, 55 cm. (c.) Oficina portuguesa, 1720 (c.) Na ilha da Madeira, O Pretinho das Malaçadas. Fotografia de 17 de outubro de 2025. Núcleo de imaginária religiosa do Museu Municipal de Óbidos, Portugal. O Museu Municipal de Óbidos foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987), o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, […]
Santo Amaro, oficina portuguesa, 1660 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Santo Amaro. Madeira entalhada, estofada, dourada e policromada, 55 cm. (c.) Oficina portuguesa, 1660 (c.) Resplendor de prata também de oficina portuguesa. Fotografia de 17 de outubro de 2025. Núcleo de imaginária religiosa do Museu Municipal de Óbidos, Portugal. O Museu Municipal de Óbidos foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987), o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi […]
Engenheiro Danilo Matos, membro honorário da Ordem dos Arquitetos, 28 de outubro de 2025, Lisboa, Portugal.
Engenheiro Danilo Matos, membro honorário da Ordem dos Arquitetos. (1942-) 28 de outubro de 2025 Lisboa, Portugal O Dia Mundial da Arquitetura é celebrado todos os anos na primeira segunda-feira de outubro. Em 2025, a encerrar o mês das celebrações nacionais, o Conselho Diretivo Nacional e as Secções Regionais nomearam para outorga do Estatuto de Membro Honorário da Ordem dos Arquitectos seis arquitetos, incluindo a título póstumo, uma entidade coletiva e duas personalidades de outras áreas. Danilo Matos é natural de Santa Cruz, onde nasceu em 1942 e é Engenheiro Civil. Defensor da preservação das estruturas históricas e arquitetónicas, tem procurado […]
Nossa Senhora e o Menino, oficina portuguesa, 1600 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Nossa Senhora e Menino. Madeira entalhada, estofada, dourada e policromada, 45 cm. (c.) Oficina portuguesa, 1600 (c.) Fotografia de 17 de outubro de 2025. Núcleo de imaginária religiosa do Museu Municipal de Óbidos, Portugal. O Museu Municipal de Óbidos foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987), o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência do pintor Eduardo Malta […]
São Miguel Arcanjo ou São Miguel das Almas, oficina portuguesa, 1750 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
São Miguel Arcanjo ou São Miguel das Almas. Madeira entalhada, estofada, dourada e policromada, 55 cm. (c.) Oficina portuguesa, 1750 (c.) Fotografia de Benvinda Neves, 2020. Núcleo de imaginária religiosa do Museu Municipal de Óbidos, Portugal. O Museu Municipal de Óbidos foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987), o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência do pintor […]
Nossa Senhora do Carmo, oficina portuguesa, 1660 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Nossa Senhora do Carmo. Madeira entalhada, estofada, dourada e policromada, 65 cm. (c.) Oficina portuguesa, 1660 (c.) Imagem que parece ter estado emparedada. Fotografia de 17 de outubro de 2025. Núcleo de imaginária religiosa do Museu Municipal de Óbidos, Portugal. O Museu Municipal de Óbidos foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987), o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, […]
Nossa Senhora do Carmo, oficina portuguesa, 1660 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Nossa Senhora do Carmo. Madeira entalhada, estofada, dourada e policromada, 65 cm. (c.) Oficina portuguesa, 1660 (c.) Imagem que parece ter estado emparedada. Fotografia de Benvinda Neves, 2020. Núcleo de imaginária religiosa do Museu Municipal de Óbidos, Portugal. O Museu Municipal de Óbidos foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987), o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência […]
Nossa Senhora da Conceição, oficina portuguesa, 1760 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal..
Nossa Senhora da Conceição. Madeira entalhada, estofada, dourada e policromada, 55 cm. (c.) Oficina portuguesa, 1760 (c.) Fotografia de Benvinda Neves, 2020. Núcleo de imaginária religiosa do Museu Municipal de Óbidos, Portugal. O Museu Municipal de Óbidos foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987), o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência do pintor Eduardo Malta (1900-1967), que […]
Arco triunfal da igreja matriz de São Pedro, 1580 (c.), 1680 (c.) e seguintes, Óbidos, Portugal.
Arco triunfal da igreja matriz de São Pedro. Reconstrução de 1580 (c.), 1680 (c.) e seguintes Retábulo-mor de 1680 a 1720 (c.) Altar colateral com Pieta de pedra de Ançã de Coimbra (?), 1500 (c.) e Nossa Senhora da Conceição de oficina portuguesa de 1760 (c.). Fotografia de 2020. Largo de São Pedro e Largo de São João de Deus, Óbidos, Portugal De fundação medieval, da sua construção inicial conserva apenas os vestígios do antigo portal gótico na fachada. Foi reformada na segunda metade do século XVI, como outras igrejas da Vila, de que subsistem o portal principal classicizante com […]
Castelo de Óbidos, reconstrução de 1282 a 1491 (c.), Portugal.
Castelo de Óbidos. Reconstrução de 1282 a 1491 (c.). Fotografia de 2020. Óbidos, Portugal. O Castelo de Óbidos foi construido no século XII e integrado no reino de Portugal em 1148, sendo reformulado depois no século seguinte, quando o rei D. Dinis (1279-1325) doou o castelo à rainha D. Isabel de Aragão (1271-1336), por carta de arras de 24 de abril de 1282, ali passando depois e Óbidos a fazer parte do dote das rainhas de Portugal. No reinado de D. João II (1481-1495), a rainha D. Leonor (1458-1525) escolheu mesmo a povoação e seu castelo para residir com maior […]
Castelo de Óbidos, reconstrução de 1282 a 1491 (c.), Portugal.
Castelo de Óbidos. Reconstrução de 1282 a 1491 (c.). Fotografia de 2020. Óbidos, Portugal. O Castelo de Óbidos foi construido no século XII e integrado no reino de Portugal em 1148, sendo reformulado depois no século seguinte, quando o rei D. Dinis (1279-1325) doou o castelo à rainha D. Isabel de Aragão (1271-1336), por carta de arras de 24 de abril de 1282, ali passando depois e Óbidos a fazer parte do dote das rainhas de Portugal. No reinado de D. João II (1481-1495), a rainha D. Leonor (1458-1525) escolheu mesmo a povoação e seu castelo para residir com maior […]
Elementos de arquitetura romana da antiga cidade de Eburobrittium, 100 a 200 (c.), escavações de 1995, Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Elementos de arquitetura romana da antiga cidade de Eburobrittium. Mármore esculpido. Oficina romana, 100 a 200 (c.) Situada a sul de Collipo (São Sebastião do Freixo, Batalha) por Plínio-o-Velho, naturalista romano do séc. I d.C., a localização exata da cidade de Eburobrittium foi discutida durante séculos. Apenas as escavações arqueológicas efetuadas por José Beleza Moreira permitiram uma localização segura na Quinta das Janelas (Óbidos), em 1995. Fotografia de 17 de outubro de 2025. Museu Municipal de Óbidos, Portugal. O Museu Municipal de Óbidos foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues […]
Nossa Senhora da Conceição, oficina portuguesa, 1760 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal..
Nossa Senhora da Conceição. Madeira entalhada, estofada, dourada e policromada, 55 cm. (c.) Oficina portuguesa, 1760 (c.) Fotografia de 17 de outubro de 2025. Núcleo de imaginária religiosa do Museu Municipal de Óbidos, Portugal. O Museu Municipal de Óbidos foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987), o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência do pintor Eduardo Malta […]
Capitéis românicos de Óbidos, oficina do Mosteiro de Alcobaça (atr.), 1350 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Capitéis românicos de Óbidos. Oficina do Mosteiro de Alcobaça (atr.), 1350 (c.). Capitel com as armas reais utilizadas na Primeira Dinastia, que também aparecem numa das arcas tumulares exteriores da capela de São Martinho. Fotografia de Benvinda Neves, 2020. Museu Municipal de Óbidos, Portugal. O Museu Municipal de Óbidos foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987), o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão […]
Núcleo de imaginária religiosa de 1600 (c.) a 1700 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal..
Núcleo de imaginária religiosa. Oficinas portuguesas de 1550 (c.) a 1760 (c.) Fotografia de Benvinda Neves, 2020. Museu Municipal de Óbidos, Portugal. O Museu Municipal de Óbidos foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987), o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência do pintor Eduardo Malta (1900-1967), que lhe deu parte do aspeto de palácio que hoje apresenta. […]
Casario encostado à muralha de Óbidos, 2020, Portugal.
Casario encostado à muralha de Óbidos. Caminho da ronda Reconstrução de 1325 a 1500 (c.) e seguintes. Fotografia da Câmara Municipal de Óbidos de 2020. Óbidos, Portugal.
Hotel do Castanheiro, Boutique Hotel, reconstrução de 2015, Funchal, ilha da Madeira
Hotel do Castanheiro, Boutique Hotel. Reconstrução de 2015 e outras. Antigo prédio do morgado António Caetano Moniz de Aragão, ocupado pelo Hospício Princesa D. Maria Amélia de Bragança (1831-1853), a 10 de julho 1853 e depois, na 1ª metade do século XX, para Sede da Segurança Social da Madeira. Fotografia de 2021. Rua do Castanheiro, Funchal, ilha da Madeira.
Castelo de Óbidos, reconstrução de 1282 a 1491 (c.), Portugal.
Castelo de Óbidos. Reconstrução de 1282 a 1491 (c.). Fotografia de 2020. Óbidos, Portugal. O Castelo de Óbidos foi construido no século XII e integrado no reino de Portugal em 1148, sendo reformulado depois no século seguinte, quando o rei D. Dinis (1279-1325) doou o castelo à rainha D. Isabel de Aragão (1271-1336), por carta de arras de 24 de abril de 1282, ali passando depois e Óbidos a fazer parte do dote das rainhas de Portugal. No reinado de D. João II (1481-1495), a rainha D. Leonor (1458-1525) escolheu mesmo a povoação e seu castelo para residir com maior […]
Calvário de pousar, oficina indo-portuguesa, Goa (?), 1660 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Calvário de pousar. Madeira de pau-santo, folha de cobre dourada a azougue (?), marfim esculpido e cabochões, 126 x 44,5 x 10 cm. Oficina indo-portuguesa, Goa (?), 1660 (c.) Fotografia de 2020. Paróquia de Santa Maria de Óbidos em depósito no Museu Municipal de Óbidos, Portugal. O Museu Municipal de Óbidos foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987) o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também […]
Retrato oficial de D. Maria I, óleo de 1777 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal
D. Maria I (1734-1816) Óleo sobre tela, Oficinas reais de Lisboa, 1777 (c.) Proveniente da coleção da Câmara Municipal de Óbidos, terá sido mandado executar depois da subida ao poder de D. Maria, a 24 de fevereiro de 1777. Fotografia de 2020. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal D. Maria I (Lisboa, 17 Dez. 1734 – São Cristóvão, Rio de Janeiro, 20 Mar. 1816). Filha de D. José (1714-1777) e de D. Mariana Vitória de Bourbon (1718-1781), por sua vez filha de Filipe V (1683-1746) de Espanha e da sua segunda mulher Isabel de Farnésio (1692-1766), viria […]
Grés vidrado de Graça Pereira Coutinho, 2014, Museu Municipal de Óbidos, Portugal,
Alegoria Grés vidrado, Graça Pereira Coutinho (1949-), 2014 Fotografia de 2020. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal O Museu Municipal de Óbidos foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987) o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência do pintor Eduardo Malta (1900-1967), que lhe deu parte do aspeto de palácio que hoje apresenta. Foi seu […]
Assinatura do retrato de Pedro Bordallo Pinheiro, desenho de Eduardo Malta, Lisboa, 1937, Portugal
Assinatura do retrato de Pedro Bordalo Pinheiro (1890-1942) Desenho a lápis sobre papel, 47 x 34 cm. (total) Eduardo Malta (1900-1967), Lisboa, 1937. Pedro Bordalo Pinheiro, diretor da agência Havas e fundador e diretor do periódico Sempre Fixe, teve proposta para ser condecorado com o grau de Comendador da Ordem Militar de Cristo, de 10 de fevereiro de 1925, aprovada, pelo Conselho das Ordens, em 15 de setembro de 1925 e aceite pelo Boletim de Aceitação, em 18 de setembro de 1925; Decreto de Concessão publicado no DG, de 3 de novembro de 1925. Embora ligado ao humor, parece não […]
Retrato de Pedro Bordallo Pinheiro, desenho de Eduardo Malta, Lisboa, 1937
Retrato de Pedro Bordalo Pinheiro (1890-1942) Desenho a lápis sobre papel, 47 x 34 cm. Eduardo Malta (1900-1967), Lisboa, 1937. Pedro Bordalo Pinheiro, diretor da agência Havas e fundador e diretor do periódico Sempre Fixe, teve proposta para ser condecorado com o grau de Comendador da Ordem Militar de Cristo, de 10 de fevereiro de 1925, aprovada, pelo Conselho das Ordens, em 15 de setembro de 1925 e aceite pelo Boletim de Aceitação, em 18 de setembro de 1925; Decreto de Concessão publicado no DG, de 3 de novembro de 1925. Embora ligado ao humor, parece não ter pertencido à […]
Autorretrato de Eduardo Malta, 1955, imagem do Museu Municipal de Óbidos, Portugal
Autorretrato Óleo sobre tela Eduardo Malta (1900-1967), 1955 (c.) Imagem do Museu Municipal de Óbidos, casa onde viveu e morreu Original do Museu José Malhoa, Caldas da Rainha, Portugal Eduardo Augusto d’Oliveira Morais Melo Jorge Malta (Covilhã, 28 out. 1900-Óbidos, 31 maio 1967) Filho de Manuel Morais, era parente do escultor Manuel Morais da Silva Ramos (1806-1872) e do escritor Raul Brandão (1867-1930). Desde a infância exibiu os seus dotes de artista. Aos 4 anos de idade já fazia desenhos de espantar e aos 9 imitava na perfeição os selos postais. Foi, assim, que, com toda a naturalidade, depois de […]
Autorretrato de Eduardo Malta, 1930 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal
Autorretrato Cartaz com desenho de Eduardo Malta (1900-1967), 1930 (c.), que viveu e morreu nesta casa Fotografia de 2020. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Eduardo Augusto d’Oliveira Morais Melo Jorge Malta (Covilhã, 28 out. 1900-Óbidos, 31 maio 1967) Filho de Manuel Morais, era parente do escultor Manuel Morais da Silva Ramos (1806-1872) e do escritor Raul Brandão (1867-1930). Desde a infância exibiu os seus dotes de artista. Aos 4 anos de idade já fazia desenhos de espantar e aos 9 imitava na perfeição os selos postais. Foi, assim, que, com toda a naturalidade, depois de concluídos […]
Retrato de Senhora, óleo de Eduardo Malta, 1953, Museu Municipal de Óbidos, Portugal
Retrato de Senhora Óleos sobre tela, Eduardo Malta (1900-1967), 1953, que viveu e morreu nesta casa Fotografia de 2020. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Eduardo Augusto d’Oliveira Morais Melo Jorge Malta (Covilhã, 28 out. 1900-Óbidos, 31 maio 1967) Filho de Manuel Morais, era parente do escultor Manuel Morais da Silva Ramos (1806-1872) e do escritor Raul Brandão (1867-1930). Desde a infância exibiu os seus dotes de artista. Aos 4 anos de idade já fazia desenhos de espantar e aos 9 imitava na perfeição os selos postais. Foi, assim, que, com toda a naturalidade, depois de concluídos […]
Retrato de Senhora, óleo de Eduardo Malta, 1953, Museu Municipal de Óbidos, Portugal
Retrato de Senhora Óleos sobre tela, Eduardo Malta (1900-1967), 1953, que viveu e morreu nesta casa Fotografia de 2020. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Eduardo Augusto d’Oliveira Morais Melo Jorge Malta (Covilhã, 28 out. 1900-Óbidos, 31 maio 1967) Filho de Manuel Morais, era parente do escultor Manuel Morais da Silva Ramos (1806-1872) e do escritor Raul Brandão (1867-1930). Desde a infância exibiu os seus dotes de artista. Aos 4 anos de idade já fazia desenhos de espantar e aos 9 imitava na perfeição os selos postais. Foi, assim, que, com toda a naturalidade, depois de concluídos […]
Milagre de São Martinho, bronze de José Aurélio, 1966, capela de São Martinho de Óbidos, Portugal.
Milagre de São Martinho Escultura de bronze pintada e dourada, 3 metros (c.) José Aurélio (1938-), 1966, Escultor que entre 1969 e 1974 concebeu e orientou a Galeria Ogiva, em Óbidos. Fotografia de 2020, Capela de São Martinho, Largo de São Pedro, Óbidos, Portugal. Capela funerária familiar, situa-se defronte da Igreja de São Pedro e foi instituída em 1331 pelo padre Pêro Fernandes, prior da igreja de Santiago de Torres Vedras, vigário da Lourinhã e beneficiado da Sé de Lisboa. A sua construção, no entanto, parece datar de data anterior, cerca de 1320 e sendo terminada, depois, em 1331, constatando-se, […]
Óleos de André Reinoso, 1615 (c.), do antigo convento capucho de São Miguel, Museu Municipal de Óbidos, Portugal
Óleos do antigo convento capucho de São Miguel de Óbidos. São Francisco de Assis e o Milagre da Porciúncula e Lamentação sobre Cristo Morto. Oficina de André Reinoso (c. 1590-1650), 1615 (c.) Fotografia de 2020. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal. André Reinoso (c. 1590-1650) Apesar de se conhecer já grande parte da obra pictórica deste grande mestre, a sua biografia é, no entanto, quase desconhecida, situação que não estranha o facto de ter nascido no seio de uma família de Cristãos-novos, em princípio, de Viseu. Foi, para o seu tempo, no entanto, um dos mais notáveis […]
Painel de azulejos com albarradas de oficina de Lisboa, 1720 (c.), campanha da época de Eduardo Malta, 1950 (c.), que viveu e morreu nesta casa, Óbidos, Portugal.
Painel de azulejos com albarradas Azulejos de oficina de Lisboa, 1720 (c.) Campanha da época de Eduardo Malta (1900-1967), 1950 (c.). Fotografia de 2020. Escadas do Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Eduardo Augusto d’Oliveira Morais Melo Jorge Malta (Covilhã, 28 out. 1900-Óbidos, 31 maio 1967) Filho de Manuel Morais, era parente do escultor Manuel Morais da Silva Ramos (1806-1872) e do escritor Raul Brandão (1867-1930). Desde a infância exibiu os seus dotes de artista. Aos 4 anos de idade já fazia desenhos de espantar e aos 9 imitava na perfeição os selos postais. Foi, assim, que, […]
Chaminé de Óbidos, óleo de Abílio de Mattos e Silva, 1945, Museu Municipal de Óbidos, Portugal
Chaminé de Óbidos Óleo sobre tela, Abílio de Mattos e Silva (1908-1985), 1945. Fotografia de 2020. Átrio superior do Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Abílio de Mattos e Silva (Sardoal, 1908; Lisboa, 1985). Embora nascido no Sardoal, manteve sempre residência em Óbidos, onde fora criado, tendo sido pintor, cenógrafo e figurinista. Casado com a decoradora de interiores Isabel Salavissa (1925-2006), o Museu Abílio de Mattos e Silva, em Óbidos, nasceu da vontade da mesma, legando o espólio do marido, repartido pelo pequeno museu com o seu nome, essencialmente com a obra gráfica e para o teatro, […]
Átrio interior e superior do Museu Municipal de Óbidos, óleos de Abílio de Mattos e Silva, 1945, Portugal.
Átrio superior do Museu Municipal de Óbidos. Óleos sobre tela, Abílio de Mattos e Silva (1908-1985), 1945 (c.). Fotografia de 2020. Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Abílio de Mattos e Silva (Sardoal, 1908; Lisboa, 1985). Embora nascido no Sardoal, manteve sempre residência em Óbidos, onde fora criado, tendo sido pintor, cenógrafo e figurinista. Casado com a decoradora de interiores Isabel Salavissa (1925-2006), o Museu Abílio de Mattos e Silva, em Óbidos, nasceu da vontade da mesma, legando o espólio do marido, repartido pelo pequeno museu com o seu nome, essencialmente com a obra gráfica e para o teatro, e o […]
Átrio interior e superior do Museu Municipal de Óbidos, óleos de Abílio de Mattos e Silva e de Eduardo Malta, 1953, que viveu e morreu nesta casa, Portugal,
Átrio superior do Museu Municipal de Óbidos. Óleos sobre tela, Abílio de Mattos e Silva (1908-1985), 1945 (c.). Idem, Eduardo Malta, 1953 Ao centro Alegoria de grés vidrado, Graça Pereira Coutinho (1949-), 2014 Fotografia de 2020. Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Abílio de Mattos e Silva (Sardoal, 1908; Lisboa, 1985). Embora nascido no Sardoal, manteve sempre residência em Óbidos, onde fora criado, tendo sido pintor, cenógrafo e figurinista. Casado com a decoradora de interiores Isabel Salavissa (1925-2006), o Museu Abílio de Mattos e Silva, em Óbidos, nasceu da vontade da mesma, legando o espólio do marido, repartido pelo pequeno museu […]
São Francisco de Assis e o Milagre da Porciúncula, óleo de André Reinoso, 1615 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal
São Francisco de Assis e o Milagre da Porciúncula. Óleo sobre tela, . Oficina de André Reinoso (c. 1590-1650), 1615 (c.) Fotografia de 17 de outubro de 2025. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal. André Reinoso (c. 1590-1650) Apesar de se conhecer já grande parte da obra pictórica deste grande mestre, a sua biografia é, no entanto, quase desconhecida, situação que não estranha o facto de ter nascido no seio de uma família de Cristãos-novos, em princípio, de Viseu. Foi, para o seu tempo, no entanto, um dos mais notáveis e bem sucedidos pintores. Discípulo do mestre […]
Lamentação sobre Cristo Morto, óleo de André Reinoso, 1615 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal
Deposição/Lamentação sobre Cristo Morto. Óleo sobre tela, . Oficina de André Reinoso (c. 1590-1650), 1615 (c.) Fotografia de 17 de outubro de 2025. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal. André Reinoso (c. 1590-1650) Apesar de se conhecer já grande parte da obra pictórica deste grande mestre, a sua biografia é, no entanto, quase desconhecida, situação que não estranha o facto de ter nascido no seio de uma família de Cristãos-novos, em princípio, de Viseu. Foi, para o seu tempo, no entanto, um dos mais notáveis e bem sucedidos pintores. Discípulo do mestre tardomaneirista Simão Rodrigues (1560-1629) (fortemente […]
Santa Helena e a Invenção da Santa Cruz, óleo de Belchior de Matos, 1615 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Santa Helena e a Invenção da Santa Cruz. Óleo sobre madeira de carvalho, . Oficina de Belchior de Matos (c. 1570/75-1628), 1615 (c.) Fotografia de 17 de outubro de 2025. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal. Belchior de Matos (c. 1570/75-1628) radicou-se nas Caldas da Rainha a partir de 1595, onde trabalhou para o Hospital Real e para a igreja daquela instituição, dedicada a Nossa Senhora do Pópulo, onde executou uma série de trabalhos e de “restauros”, trabalhando em simultâneo nas obras encomendadas a Diogo Teixeira (1540-1612) para a Capela do Espírito Santo desta cidade. Sendo um […]
Martírio de São Bento, óleos da oficina de Diogo Teixeira, 1590 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Martírio de São Bento Óleo sobre madeira de carvalho, . Oficina de Diogo Teixeira (c. 1540-1612) e do genro e discípulo António da Costa (c. 1560-1623), 1590 (c.) Fotografia de 17 de outubro de 2025. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal. Diogo Teixeira (c. 1540-1612) nasceu no seio de uma família nobre e é um caso raro da História da Pintura em Portugal, já que a atividade que exercia à época era entendida como um ofício mecânico, pelo que não era própria do seu estatuto social. Trabalhou essencialmente na área de Lisboa e teve a particularidade de […]
Sapateia, São Miguel, Açores, ilustração de Abílio de Mattos e Silva para a TAP, nova série de 1968, Museu Abílio de Mattos e Silva, Óbidos, Portugal.
Sapateia, São Miguel, Açores. Ilustração de um novo conjunto de «Danças Portuguesas», impresso, formato postal destacável, 23 x 15 cm Abílio de Mattos e Silva (1908-1985), edição de 1968, embora os desenhos estejam datados de 966. Nova série com capa para o programa de espetáculo da Companhia Folclore de Lisboa, em larga digressão pelo Brasil, coproduzida pelo Clube Ginástico Português do Rio de Janeiro e pelo Centro de Turismo de Portugal. Companhia aérea de bandeira, a TAP alinhava assim com a propaganda oficial na exploração do filão regionalista, multiplicando os souvenirs folclóricos até mesmo em pequenas travessas de porcelana. Fotografia […]
Dança dos Pauliteiros, Miranda do Douro, ilustração de Abílio de Mattos e Silva para a TAP, nova série de 1968, Museu Abílio de Mattos e Silva, Óbidos, Portugal.
Dança dos Pauliteiros. Miranda do Douro. Ilustração de um novo conjunto de «Danças Portuguesas», impresso, formato postal destacável, 23 x 15 cm Abílio de Mattos e Silva (1908-1985), edição de 1968, embora os desenhos estejam datados de 966. Nova série com capa para o programa de espetáculo da Companhia Folclore de Lisboa, em larga digressão pelo Brasil, coproduzida pelo Clube Ginástico Português do Rio de Janeiro e pelo Centro de Turismo de Portugal. Companhia aérea de bandeira, a TAP alinhava assim com a propaganda oficial na exploração do filão regionalista, multiplicando os souvenirs folclóricos até mesmo em pequenas travessas de […]
Dança, Beira Baixa, ilustração de Abílio de Mattos e Silva para a TAP, nova série de 1968, Museu Abílio de Mattos e Silva, Óbidos, Portugal.
Dança. Beira Baixa. Ilustração de um novo conjunto de «Danças Portuguesas», impresso, formato postal destacável, 23 x 15 cm Abílio de Mattos e Silva (1908-1985), edição de 1968, embora os desenhos estejam datados de 966. Nova série com capa para o programa de espetáculo da Companhia Folclore de Lisboa, em larga digressão pelo Brasil, coproduzida pelo Clube Ginástico Português do Rio de Janeiro e pelo Centro de Turismo de Portugal. Companhia aérea de bandeira, a TAP alinhava assim com a propaganda oficial na exploração do filão regionalista, multiplicando os souvenirs folclóricos até mesmo em pequenas travessas de porcelana. Fotografia corrigida […]
Trabalhos de Abílio de Mattos e Silva para a TAP, 1966, Museu Abílio de Mattos e Silva, Óbidos, Portugal.
Trabalhos de Abílio de Mattos e Silva para a TAP. (1908-1985) Ilustrações das «Danças Portuguesas» em formato postal destacável para ementas, 23 x 15 cm. e pequenas travessas da Vista Alegre, 1966. Museu Abílio de Mattos e Silva, Óbidos, Portugal Abílio de Mattos e Silva (Sardoal, 1908; Lisboa, 1985). Embora nascido no Sardoal, manteve sempre residência em Óbidos, onde fora criado, tendo sido pintor, cenógrafo e figurinista. Casado com a decoradora de interiores Isabel Salavissa (1925-2006), o Museu Abílio de Mattos e Silva, em Óbidos, nasceu da vontade da mesma, legando o espólio do marido, repartido pelo pequeno museu com […]
Vira, Minho, ilustração de Abílio de Mattos e Silva para a TAP, 1966, Museu Abílio de Mattos e Silva, Óbidos, Portugal.
Vira. Minho. Ilustração de um conjunto de 8 «Danças Portuguesas», impresso, formato postal destacável, 23 x 15 cm Abílio de Mattos e Silva (1908-1985) para a TAP, 1966, Fotografia corrigida de “Abílio, o Nazareno”, Almanaque Silva, Histórias da Ilustração Portuguesa de 9 de janeiro de 2018. Museu Abílio de Mattos e Silva, Óbidos, Portugal Abílio de Mattos e Silva (Sardoal, 1908; Lisboa, 1985). Embora nascido no Sardoal, manteve sempre residência em Óbidos, onde fora criado, tendo sido pintor, cenógrafo e figurinista. Casado com a decoradora de interiores Isabel Salavissa (1925-2006), o Museu Abílio de Mattos e Silva, em Óbidos, nasceu […]
Fandango, Ribatejo, ilustração de Abílio de Mattos e Silva para a TAP, 1966, Museu Abílio de Mattos e Silva, Óbidos, Portugal.
Fandango. Ribatejo. Ilustração de um conjunto de 8 «Danças Portuguesas», impresso, formato postal destacável, 23 x 15 cm Abílio de Mattos e Silva (1908-1985) para a TAP, 1966, Fotografia corrigida de “Abílio, o Nazareno”, Almanaque Silva, Histórias da Ilustração Portuguesa de 9 de janeiro de 2018. Museu Abílio de Mattos e Silva, Óbidos, Portugal Abílio de Mattos e Silva (Sardoal, 1908; Lisboa, 1985). Embora nascido no Sardoal, manteve sempre residência em Óbidos, onde fora criado, tendo sido pintor, cenógrafo e figurinista. Casado com a decoradora de interiores Isabel Salavissa (1925-2006), o Museu Abílio de Mattos e Silva, em Óbidos, nasceu […]
Dança, Beira Baixa, ilustração de Abílio de Mattos e Silva para a TAP, 1966, Museu Abílio de Mattos e Silva, Óbidos, Portugal.
Dança. Beira Baixa. Ilustração de um conjunto de 8 «Danças Portuguesas», impresso, formato postal destacável, 23 x 15 cm Abílio de Mattos e Silva (1908-1985) para a TAP, 1966, Fotografia corrigida de “Abílio, o Nazareno”, Almanaque Silva, Histórias da Ilustração Portuguesa de 9 de janeiro de 2018. Museu Abílio de Mattos e Silva, Óbidos, Portugal Abílio de Mattos e Silva (Sardoal, 1908; Lisboa, 1985). Embora nascido no Sardoal, manteve sempre residência em Óbidos, onde fora criado, tendo sido pintor, cenógrafo e figurinista. Casado com a decoradora de interiores Isabel Salavissa (1925-2006), o Museu Abílio de Mattos e Silva, em Óbidos, […]
Corridinho, Algarve, ilustração de Abílio de Mattos e Silva para a TAP, 1966, Museu Abílio de Mattos e Silva, Óbidos, Portugal.
Corridinho. Algarve. Ilustração de um conjunto de 8 «Danças Portuguesas», impresso, formato postal destacável, 23 x 15 cm Abílio de Mattos e Silva (1908-1985) para a TAP, 1966, Fotografia corrigida de “Abílio, o Nazareno”, Almanaque Silva, Histórias da Ilustração Portuguesa de 9 de janeiro de 2018. Museu Abílio de Mattos e Silva, Óbidos, Portugal Abílio de Mattos e Silva (Sardoal, 1908; Lisboa, 1985). Embora nascido no Sardoal, manteve sempre residência em Óbidos, onde fora criado, tendo sido pintor, cenógrafo e figurinista. Casado com a decoradora de interiores Isabel Salavissa (1925-2006), o Museu Abílio de Mattos e Silva, em Óbidos, nasceu […]
Museu Abílio de Mattos e Silva, reabilitação de 1995 (c.), Óbidos, Portugal.
Museu Abílio de Mattos e Silva. (1908-1985) Antiga Câmara Municipal de Óbidos e depois Cadeira, com reabilitação de Isabel Salavissa (1925-2006), 1995. Fotografia do Turismo do Centro de 2020. Óbidos, Portugal Abílio de Mattos e Silva (Sardoal, 1908; Lisboa, 1985). Embora nascido no Sardoal, manteve sempre residência em Óbidos, onde fora criado, tendo sido pintor, cenógrafo e figurinista. Casado com a decoradora de interiores Isabel Salavissa (1925-2006), o Museu Abílio de Mattos e Silva, em Óbidos, nasceu da vontade da mesma, legando o espólio do marido, repartido pelo pequeno museu com o seu nome, essencialmente com a obra gráfica e […]
À Conversa numa Rua de Óbidos, óleo de Abílio de Mattos e Silva, 1952, Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
À Conversa numa Rua de Óbidos. Óleo sobre tela, . Abílio de Mattos e Silva (1908-1985), 1952. Fotografia de Hugo Carriço de 2020. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Abílio de Mattos e Silva (Sardoal, 1908; Lisboa, 1985). Embora nascido no Sardoal, manteve sempre residência em Óbidos, onde fora criado, tendo sido pintor, cenógrafo e figurinista. Casado com a decoradora de interiores Isabel Salavissa (1925-2006), o Museu Abílio de Mattos e Silva, em Óbidos, nasceu da vontade da mesma, legando o espólio do marido, repartido pelo pequeno museu com o seu nome, essencialmente com a obra gráfica […]
Chaminé de Óbidos, óleo de Abílio de Mattos e Silva, 1955 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Chaminé de Óbidos. Óleo sobre tela, . Abílio de Mattos e Silva (1908-1985), 1955 (c.). Fotografia de Hugo Carriço de 2020. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Abílio de Mattos e Silva (Sardoal, 1908; Lisboa, 1985). Embora nascido no Sardoal, manteve sempre residência em Óbidos, onde fora criado, tendo sido pintor, cenógrafo e figurinista. Casado com a decoradora de interiores Isabel Salavissa (1925-2006), o Museu Abílio de Mattos e Silva, em Óbidos, nasceu da vontade da mesma, legando o espólio do marido, repartido pelo pequeno museu com o seu nome, essencialmente com a obra gráfica e para […]
Rua de Óbidos, óleo de Abílio de Mattos e Silva, 1955 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Rua de Óbidos. Óleo sobre tela, . Abílio de Mattos e Silva (1908-1985), 1955 (c.). Fotografia de Hugo Carriço de 2020. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Abílio de Mattos e Silva (Sardoal, 1908; Lisboa, 1985). Embora nascido no Sardoal, manteve sempre residência em Óbidos, onde fora criado, tendo sido pintor, cenógrafo e figurinista. Casado com a decoradora de interiores Isabel Salavissa (1925-2006), o Museu Abílio de Mattos e Silva, em Óbidos, nasceu da vontade da mesma, legando o espólio do marido, repartido pelo pequeno museu com o seu nome, essencialmente com a obra gráfica e para […]
Dança da Nazaré, ilustração de Abílio de Mattos e Silva para a TAP, 1966, Museu Abílio de Mattos e Silva, Óbidos, Portugal.
Dança da Nazaré Ilustração de um conjunto de 8 «Danças Portuguesas», impresso, formato postal destacável, 23 x 15 cm Abílio de Mattos e Silva (1908-1985) para a TAP, 1966, Fotografia corrigida de “Abílio, o Nazareno”, Almanaque Silva, Histórias da Ilustração Portuguesa de 9 de janeiro de 2018. Museu Abílio de Mattos e Silva, Óbidos, Portugal Abílio de Mattos e Silva (Sardoal, 1908; Lisboa, 1985). Embora nascido no Sardoal, manteve sempre residência em Óbidos, onde fora criado, tendo sido pintor, cenógrafo e figurinista. Casado com a decoradora de interiores Isabel Salavissa (1925-2006), o Museu Abílio de Mattos e Silva, em Óbidos, […]
Milho à Terra, cartaz de Abílio de Mattos e Silva, 1944, Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Milho à Terra. Litografia. Cartaz de Abílio de Mattos e Silva (1908-1985), 1944. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Abílio de Mattos e Silva (Sardoal, 1908; Lisboa, 1985). Embora nascido no Sardoal, manteve sempre residência em Óbidos, onde fora criado, tendo sido pintor, cenógrafo e figurinista. Casado com a decoradora de interiores Isabel Salavissa (1925-2006), o Museu Abílio de Mattos e Silva, em Óbidos, nasceu da vontade da mesma, legando a o espólio do marido, repartido pelo pequeno museu com o seu nome e o museu municipal. O seu trabalho criativo desenvolveu-se, especialmente na área do teatro, […]
Casa do Arco da cadeia, óleo de Abílio de Mattos e Silva, Óbidos, 1945 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Casa do Arco e cadeia de Óbidos. Óleo sobre tela, . Abílio de Mattos e Silva (1908-1985), 1945 (c.). Casa que, em 1958, o pintor viria a adquirir, tendo a reabilitação arquitetónica sido executada pela mulher, Isabel Salavissa (1925-2006), que depois a doaria á Câmara de Óbidos. Fotografia de Hugo Carriço de 2020. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Abílio de Mattos e Silva (Sardoal, 1908; Lisboa, 1985). Embora nascido no Sardoal, manteve sempre residência em Óbidos, onde fora criado, tendo sido pintor, cenógrafo e figurinista. Casado com a decoradora de interiores Isabel Salavissa (1925-2006), o Museu […]
Óbidos, óleo de Abílio de Mattos e Silva, 1945 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Óbidos. Óleo sobre tela, . Abílio de Mattos e Silva (1908-1985), 1945 (c.). Fotografia de Benvinda Neves, 2020. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Abílio de Mattos e Silva (Sardoal, 1908; Lisboa, 1985). Embora nascido no Sardoal, manteve sempre residência em Óbidos, onde fora criado, tendo sido pintor, cenógrafo e figurinista. Casado com a decoradora de interiores Isabel Salavissa (1925-2006), o Museu Abílio de Mattos e Silva, em Óbidos, nasceu da vontade da mesma, legando o espólio do marido, repartido pelo pequeno museu com o seu nome, essencialmente com a obra gráfica e para o teatro, e […]
Josefa de Óbidos e a Invenção do Barroco Português, catálogo de exposição no Museu Nacional de Arte Antiga, maio a setembro de 2015, Portugal,
Josefa de Óbidos e a Invenção do Barroco Português (1630-1684). Catálogo de exposição no Museu Nacional de Arte Antiga, com direção de António Filipe Pimentel, comissariada por Joaquim Oliveira Caetano, Anísio Franco e José Alberto Seabra Carvalho, Lisboa, maio a setembro de 2015, Portugal. Ao longo de quase quatro décadas, Josefa de Óbidos criou algumas das imagens mais reconhecíveis da História da Arte portuguesa. Fascinante pela sua condição de género mas também pela individualidade do seu percurso artístico, Josefa é o alicerce desta grande exposição que nos desvenda, em oito núcleos, o Barroco português nos anos que se seguiram à […]
Virgem e o Menino, óleo de Josefa de Óbidos, 1657, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa, Portugal
Virgem e o Menino Óleo sobre cobre, 16,2 x 12,5 cm. Josefa de Óbidos (1630-1684), 1657. Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa, Portugal Josefa de Ayala Camacho Figueira Cabrera Romero (Fev. 1630-Óbidos, 22 jul. 1684) Josefa d’Óbidos, nasce em Sevilha em fevereiro de 1630 e a sua vida decorre entre a vila de Óbidos, onde os pais se instalam por volta de 1634 e, depois, a cidade de Coimbra, onde ingressa durante dois anos no Convento de Santa Ana. Vive entre localidades próximas, tais como Caldas da Rainha, Alcobaça, Nazaré, Buçaco, sempre num universo regional, tranquilo e recatado, profundamente devoto, […]
Sagrada Família, óleo de Josefa de Óbidos, 1660 (c.), coleção BBVA, Bilbau, Espanha
Sagrada Família Óleo sobre tela, 67,8 x 98,3 cm. Josefa de Óbidos (1630-1684), 1660 (c.). Fotografia de David Mecha para a exposição Clásicos y modernos, una selección de obras maestras de la Colección BBVA, Palácio de São Nicolau. Bilbau, julho de 2025.. Coleção BBVA, Bilbau, Espanha Josefa de Ayala Camacho Figueira Cabrera Romero (Fev. 1630-Óbidos, 22 jul. 1684) Josefa d’Óbidos, nasce em Sevilha em fevereiro de 1630 e a sua vida decorre entre a vila de Óbidos, onde os pais se instalam por volta de 1634 e, depois, a cidade de Coimbra, onde ingressa durante dois anos no Convento de […]
São João Batista Menino, óleo de Josefa de Óbidos, 1670 a 1675 (c.), Portugal.
São João Batista Menino Óleo sobre tela. Josefa de Óbidos (1630-1684), 1670 a 1675 (c.). Coleção particular, Portugal Josefa de Ayala Camacho Figueira Cabrera Romero (Fev. 1630-Óbidos, 22 jul. 1684) Josefa d’Óbidos, nasce em Sevilha em fevereiro de 1630 e a sua vida decorre entre a vila de Óbidos, onde os pais se instalam por volta de 1634 e, depois, a cidade de Coimbra, onde ingressa durante dois anos no Convento de Santa Ana. Vive entre localidades próximas, tais como Caldas da Rainha, Alcobaça, Nazaré, Buçaco, sempre num universo regional, tranquilo e recatado, profundamente devoto, com as suas igrejas, confrarias, […]
Cesto com Bolos e Toalhas, óleo de Josefa de Óbidos, 1640 a 1660 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal
Natureza Morta com folares da Páscoa. Cesto com Bolos e Toalhas, assinado Óbidos Óleo sobre tela. Josefa de Óbidos (1630-1684), 1640 a 1660 (c.). Pub. primeira vez in Panorama, n.º 9, 1942, citado in Vítor Serrão (coord.), Josefa de Óbidos e o Tempo Barroco, 1993, p. 203. Fotografia de 17 de outubro de 2025. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Josefa de Ayala Camacho Figueira Cabrera Romero (Fev. 1630-Óbidos, 22 jul. 1684) Josefa d’Óbidos, nasce em Sevilha em fevereiro de 1630 e a sua vida decorre entre a vila de Óbidos, onde os pais se instalam por volta […]
Cesto com Bolos e Toalhas, óleo de Josefa de Óbidos, 1640 a 1660 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal
Natureza Morta com folares da Páscoa. Cesto com Bolos e Toalhas, assinado Óbidos Óleo sobre tela. Josefa de Óbidos (1630-1684), 1640 a 1660 (c.). Pub. primeira vez in Panorama, n.º 9, 1942, citado in Vítor Serrão (coord.), Josefa de Óbidos e o Tempo Barroco, 1993, p. 203. Fotografia de 17 de outubro de 2025. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Josefa de Ayala Camacho Figueira Cabrera Romero (Fev. 1630-Óbidos, 22 jul. 1684) Josefa d’Óbidos, nasce em Sevilha em fevereiro de 1630 e a sua vida decorre entre a vila de Óbidos, onde os pais se instalam por volta […]
Cesto com Bolos e Toalhas, óleo de Josefa de Óbidos, 1640 a 1660 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal
Natureza Morta com folares da Páscoa. Cesto com Bolos e Toalhas, assinado Óbidos Óleo sobre tela. Josefa de Óbidos (1630-1684), 1640 a 1660 (c.). Pub. primeira vez in Panorama, n.º 9, 1942, citado in Vítor Serrão (coord.), Josefa de Óbidos e o Tempo Barroco, 1993, p. 203. Fotografia de 17 de outubro de 2025. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Josefa de Ayala Camacho Figueira Cabrera Romero (Fev. 1630-Óbidos, 22 jul. 1684) Josefa d’Óbidos, nasce em Sevilha em fevereiro de 1630 e a sua vida decorre entre a vila de Óbidos, onde os pais se instalam por volta […]
Retrato do beneficiado Faustino Dias, óleo de Josefa de Óbidos, 1670 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Retrato do beneficiado Faustino Dias. (1615-1689) Óleo sobre tela, 83 x 106 cm. Josefa de Óbidos (1630-1684), 1670 (c.). Proveniente da Santa Casa da Misericórdia de Óbidos Fotografia de Edgar Libório/Museu de Óbidos, 2020. Museu Municipal de Óbidos (36/MMO/SCM), Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Josefa de Ayala Camacho Figueira Cabrera Romero (Fev. 1630-Óbidos, 22 jul. 1684) Josefa d’Óbidos, nasce em Sevilha em fevereiro de 1630 e a sua vida decorre entre a vila de Óbidos, onde os pais se instalam por volta de 1634 e, depois, a cidade de Coimbra, onde ingressa durante dois anos no Convento de Santa Ana. […]
Retrato do beneficiado Faustino Dias, óleo de Josefa de Óbidos, 1670 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Retrato do beneficiado Faustino Dias. (1615-1689) Óleo sobre tela, 83 x 106 cm. Josefa de Óbidos (1630-1684), 1670 (c.). Proveniente da Santa Casa da Misericórdia de Óbidos Fotografia de Edgar Libório/Museu de Óbidos, 2020. Museu Municipal de Óbidos (36/MMO/SCM), Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Josefa de Ayala Camacho Figueira Cabrera Romero (Fev. 1630-Óbidos, 22 jul. 1684) Josefa d’Óbidos, nasce em Sevilha em fevereiro de 1630 e a sua vida decorre entre a vila de Óbidos, onde os pais se instalam por volta de 1634 e, depois, a cidade de Coimbra, onde ingressa durante dois anos no Convento de Santa Ana. […]
Retrato do beneficiado Faustino Dias, óleo de Josefa de Óbidos, 1670 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal.
Retrato do beneficiado Faustino Dias. (1615-1689) Óleo sobre tela, 83 x 106 cm. Josefa de Óbidos (1630-1684), 1670 (c.). Proveniente da Santa Casa da Misericórdia de Óbidos Fotografia de 2020. Museu Municipal de Óbidos (36/MMO/SCM), Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal Josefa de Ayala Camacho Figueira Cabrera Romero (Fev. 1630-Óbidos, 22 jul. 1684) Josefa d’Óbidos, nasce em Sevilha em fevereiro de 1630 e a sua vida decorre entre a vila de Óbidos, onde os pais se instalam por volta de 1634 e, depois, a cidade de Coimbra, onde ingressa durante dois anos no Convento de Santa Ana. Vive entre localidades próximas, […]
Azulejos mudejares ou azulejos mouriscos, Sevilha, 1500 (c.) e de oficina de Lisboa, 1660 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal
Azulejos mudejares e de oficina de Lisboa. Oficina de Sevilha, 1500 (c.) e de Lisboa, 1660 (c.) Fotografia de 2020. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal O Museu foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987) o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência do pintor Eduardo Malta (1900-1967), que lhe deu parte do aspeto de […]
Azulejos mudejares ou azulejos mouriscos, Sevilha, 1500 (c.), Museu Municipal de Óbidos, Portugal
Azulejos mudejares. Oficina de Sevilha, 1500 (c.) Fotografia de 17 de outubro de 2025. Museu Municipal de Óbidos, Rua Direita, 57, Óbidos, Portugal O Museu foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987) o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência do pintor Eduardo Malta (1900-1967), que lhe deu parte do aspeto de palácio que hoje apresenta. Foi seu […]
Lápides sobre a entrada do Museu Municipal de Óbidos, campanha de 1750 (c.) e seguintes, Portugal.
Lápides sobre a entrada do Museu Municipal de Óbidos. Campanha de 1750 (c.) e seguintes Lápides de outros locais aqui montadas por Eduardo Malta (?), 1950 (c.) Fotografia de 2020. Rua Direita, Óbidos, Portugal O Museu foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987) o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência do pintor Eduardo Malta (1900-1967), que lhe […]
Entrada do Museu Municipal de Óbidos, campanha de 1750 (c.) e seguintes, Portugal.
Fachada do Museu Municipal de Óbidos. Campanha de 1750 (c.) e seguintes Fotografia de 2020. Rua Direita, Óbidos, Portugal O Museu foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987) o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência do pintor Eduardo Malta (1900-1967), que lhe deu parte do aspeto de palácio que hoje apresenta. Foi seu primeiro diretor o então […]
Entrada do Museu Municipal de Óbidos, campanha de 1750 (c.) e seguintes, Portugal.
Fachada do Museu Municipal de Óbidos. Campanha de 1750 (c.) e seguintes Fotografia de 2020. Rua Direita, Óbidos, Portugal O Museu foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987) o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência do pintor Eduardo Malta (1900-1967), que lhe deu parte do aspeto de palácio que hoje apresenta. Foi seu primeiro diretor o então […]
Entrada do Museu Municipal de Óbidos, campanha de 1750 (c.) e seguintes, Portugal.
Entrada do Museu Municipal de Óbidos. Campanha de 1750 (c.) e seguintes Fotografia de 2020. Rua Direita 57, Óbidos, Portugal O Museu foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987) o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência do pintor Eduardo Malta (1900-1967), que lhe deu parte do aspeto de palácio que hoje apresenta. Foi seu primeiro diretor o […]
Loja da entrada do Museu Municipal de Óbidos, azulejos de 1720 (c.), Óbidos, Portugal
Entrada lateral do Museu Municipal de Óbidos. Lambril de azulejos portugueses de albarradas de oficina portuguesa de 1720 (c.) Fotografia de 2020. Rua Direita, Óbidos, Portugal O Museu foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987) o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência do pintor Eduardo Malta (1900-1967), que lhe deu parte do aspeto de palácio que hoje […]
Entrada lateral do Museu Municipal de Óbidos, 1750 (c.), Óbidos, Portugal
Entrada lateral do Museu Municipal de Óbidos. Campanha de 1750 (c.) e seguintes Fotografia de 2020. Rua Direita, Óbidos, Portugal O Museu foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987) o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência do pintor Eduardo Malta (1900-1967), que lhe deu parte do aspeto de palácio que hoje apresenta. Foi seu primeiro diretor o […]
Entrada lateral do Museu Municipal de Óbidos, 1750 (c.), Óbidos, Portugal
Entrada lateral do Museu Municipal de Óbidos. Campanha de 1750 (c.) e seguintes Fotografia de 2020. Rua Direita, Óbidos, Portugal O Museu foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987) o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência do pintor Eduardo Malta (1900-1967), que lhe deu parte do aspeto de palácio que hoje apresenta. Foi seu primeiro diretor o […]
Arco triunfal da igreja matriz de São Pedro, reconstrução de 1580 (c.), 1680 (c.) e seguintes, Óbidos, Portugal.
Arco triunfal da igreja matriz de São Pedro. Reconstrução de 1580 (c.), 1680 (c.) e seguintes Retábulo-mor de 1680 a 1720 (c.) Altar colateral com Pieta de pedra de Ançã de Coimbra (?), 1500 (c.) e Santa Bárbara de oficina portuguesa de 1760 (c.). Fotografia de 2009. Largo de São Pedro e Largo de São João de Deus, Óbidos, Portugal De fundação medieval, da sua construção inicial conserva apenas os vestígios do antigo portal gótico na fachada. Foi reformada na segunda metade do século XVI, como outras igrejas da Vila, de que subsistem o portal principal classicizante com janelão grande […]
Igreja matriz de São Pedro, 1350 (c.), com reconstrução de 1580 (c.) e seguintes, Óbidos, Portugal.
Igreja matriz de São Pedro. Cunhal e vestígios da antiga porta de 1350 (c.) Reconstrução de 1580 (c.) e seguintes Fotografia de 2020. Largo de São Pedro e Largo de São João de Deus, Óbidos, Portugal De fundação medieval, da sua construção inicial conserva apenas os vestígios do antigo portal gótico na fachada. Foi reformada na segunda metade do século XVI, como outras igrejas da Vila, de que subsistem o portal principal classicizante com janelão grande a permitir uma entrada de luz para iluminação do espaço religioso. Muito afetada pelo terramoto de 1755, destaca-se no seu interior, de nave única, […]
Entrada lateral do Museu Municipal de Óbidos, 1750 (c.), Óbidos, Portugal
Entrada lateral do Museu Municipal de Óbidos. Azulejos portugueses de figura solta de oficina de Lisboa, 1790 (c.) Fotografia de 17 de outubro de 2025. Rua Direita, Óbidos, Portugal O Museu foi inaugurado a 15 de junho de 1970, pelo então presidente da República, almirante Américo Deus Rodrigues Tomás (1894-1987) o cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Alves Cerejeira (1888-1977) e diversas autoridades do Governo, ocupando um palacete dos meados do século XVII e XVIII, que chegou a servir também de prisão municipal e, no XX, foi residência do pintor Eduardo Malta (1900-1967), que lhe deu parte do aspeto de […]
Santa Bárbara da igreja matriz de São Pedro, oficina portuguesa, 1760 (c), Óbidos, Portugal.
Santa Bárbara da igreja matriz de São Pedro. Madeira esculpida, estofada, pintada e dourada de portuguesa, 1760 (c.) Fotografia de 17 de outubro de 2025. Largo de São Pedro e Largo de São João de Deus, Óbidos, Portugal De fundação medieval, da sua construção inicial esta igreja conserva apenas os vestígios do antigo cunhal e do portal gótico na fachada. Foi reformada na segunda metade do século XVI, como outras igrejas da Vila, de que subsistem o portal principal classicizante com janelão grande a permitir uma entrada de luz para iluminação do espaço religioso. Muito afetada pelo terramoto de 1755, […]
Crucifixo do retábulo-mor da igreja matriz de São Pedro, marfim de oficina de Goa, 1660 (c) (?), Óbidos, Portugal.
Crucifixo do retábulo-mor da igreja matriz de São Pedro. Marfim esculpido de oficina de Goa (?), 1660 (c.) Retábulo-mor de 1680 a 1720 (c.) Fotografia de 17 de outubro de 2025. Largo de São Pedro e Largo de São João de Deus, Óbidos, Portugal De fundação medieval, da sua construção inicial esta igreja conserva apenas os vestígios do antigo cunhal e do portal gótico na fachada. Foi reformada na segunda metade do século XVI, como outras igrejas da Vila, de que subsistem o portal principal classicizante com janelão grande a permitir uma entrada de luz para iluminação do espaço religioso. […]
Interior da igreja matriz de São Pedro, reconstrução de 1580 (c.), 1680 (c.) e seguintes, Óbidos, Portugal.
Interior da igreja matriz de São Pedro. Reconstrução de 1580 (c.), 1680 (c.) e seguintes Retábulo-mor de 1680 a 1720 (c.) Púlpitos frente a frente, tradição lançada pela Companhia de Jesus. Fotografia de 2020. Largo de São Pedro e Largo de São João de Deus, Óbidos, Portugal De fundação medieval, da sua construção inicial conserva apenas os vestígios do antigo portal gótico na fachada. Foi reformada na segunda metade do século XVI, como outras igrejas da Vila, de que subsistem o portal principal classicizante com janelão grande a permitir uma entrada de luz para iluminação do espaço religioso. Muito afetada […]
Interior da igreja matriz de São Pedro, reconstrução de 1580 (c.), 1680 (c.) e seguintes, Óbidos, Portugal.
Interior da igreja matriz de São Pedro. Reconstrução de 1580 (c.), 1680 (c.) e seguintes Retábulo-mor de 1680 a 1720 (c.) Púlpitos frente a frente, tradição lançada pela Companhia de Jesus. Fotografia de 17 de outubro de 2025. Largo de São Pedro e Largo de São João de Deus, Óbidos, Portugal De fundação medieval, da sua construção inicial conserva apenas os vestígios do antigo portal gótico na fachada. Foi reformada na segunda metade do século XVI, como outras igrejas da Vila, de que subsistem o portal principal classicizante com janelão grande a permitir uma entrada de luz para iluminação do […]
Igreja matriz de São Pedro, 1350 (c.), com reconstrução de 1580 (c.) e seguintes, Óbidos, Portugal.
Igreja matriz de São Pedro. Cunhal e vestígios da antiga porta de 1350 (c.) Reconstrução de 1580 (c.) e seguintes Fotografia de 2020. Largo de São Pedro e Largo de São João de Deus, Óbidos, Portugal De fundação medieval, da sua construção inicial conserva apenas os vestígios do antigo portal gótico na fachada. Foi reformada na segunda metade do século XVI, como outras igrejas da Vila, de que subsistem o portal principal classicizante com janelão grande a permitir uma entrada de luz para iluminação do espaço religioso. Muito afetada pelo terramoto de 1755, destaca-se no seu interior, de nave única, […]
Igreja matriz de São Pedro, reconstrução de 1580 (c.) e seguintes, Óbidos, Portugal.
Igreja matriz de São Pedro. Reconstrução de 1580 (c.) e seguintes Fotografia de 2020. Largo de São Pedro e Largo de São João de Deus, Óbidos, Portugal De fundação medieval, da sua construção inicial conserva apenas os vestígios do antigo portal gótico na fachada. Foi reformada na segunda metade do século XVI, como outras igrejas da Vila, de que subsistem o portal principal classicizante com janelão grande a permitir uma entrada de luz para iluminação do espaço religioso. Muito afetada pelo terramoto de 1755, destaca-se no seu interior, de nave única, o magnífico retábulo barroco de talha dourada do período […]
Interior da capela de São Martinho de Óbidos, 1320 (c.) e 1331, com bronze de José Aurélio, 1966, Portugal
Interior da capela de São Martinho Mestres góticos do Mosteiro de Alcobaça, campanhas de 1320 (c.) e 1331 Escultura do Orago de bronze pintado e dourado de José Aurélio (1938-), 1966, que entre 1969 e 1974 concebeu e orientou a Galeria Ogiva, em Óbidos. Fotografia de 2020, Largo de São Pedro, Óbidos, Portugal. Capela funerária familiar, situa-se defronte da Igreja de São Pedro e foi instituída em 1331 pelo padre Pêro Fernandes, prior da igreja de Santiago de Torres Vedras, vigário da Lourinhã e beneficiado da Sé de Lisboa. A sua construção, no entanto, parece datar de data anterior, cerca […]
Annabela Rita em Óbidos, 17 de outubro de 2025, Portugal,
Annabela Rita em Óbidos, Para a apresentação da Insulana de Manuel Tomás (1585-1665) Reedição da obra dedicada a Joam Gonçalves da Câmara (Lisboa, 1590-idem, Sacramento, 27 mar 1656), 4.º conde de Vila Nova da Calheta, pub. Joam Mevresio, Antuérpia, 1635. Apresentação depois também de Cristina Trindade, Luísa Paolinelli. Rui Carita e Natércia Rui Carita, “Introdução à Insulana de Manuel Tomás: O poeta Manuel Tomás e a Madeira do seu tempo”, pp. 40-55 Fólio Festival Literário Internacional de Óbidos, Auditório Municipal Casa da Música, fotografia de 17 de outubro de 2025, Portugal.
Planta da capela de São Martinho de Óbidos, 1320 (c.) e 1331, MNs, 1958, Portugal
Planta da capela de São Martinho Mestres góticos do Mosteiro de Alcobaça, campanhas de 1320 (c.) e 1331 Largo de São Pedro, Óbidos Planta da Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais de 1958. SIPA, forte de Sacavém, Portugal. Capela funerária familiar, situa-se defronte da Igreja de São Pedro e foi instituída em 1331 pelo padre Pêro Fernandes, prior da igreja de Santiago de Torres Vedras, vigário da Lourinhã e beneficiado da Sé de Lisboa. A sua construção, no entanto, parece datar de data anterior, cerca de 1320 e sendo terminada, depois, em 1331, constatando-se, em princípio, duas distintas campanhas de […]
Interior da Capela de São Martinho de Óbidos, 1320 (c.) e 1331, Portugal
Interior da capela de São Martinho Mestres góticos do Mosteiro de Alcobaça, campanhas de 1320 (c.) e 1331 Escultura do Orago de ferro pintada e dourada de José Aurélio (1938-), que entre 1969 e 1974 concebeu e orientou a Galeria Ogiva, em Óbidos. Fotografia de 2020, Largo de São Pedro, Óbidos, Portugal. Capela funerária familiar, situa-se defronte da Igreja de São Pedro e foi instituída em 1331 pelo padre Pêro Fernandes, prior da igreja de Santiago de Torres Vedras, vigário da Lourinhã e beneficiado da Sé de Lisboa. A sua construção, no entanto, parece datar de data anterior, cerca de […]
Interior da capela de São Martinho de Óbidos, 1320 (c.) e 1331, Portugal
Interior da capela de São Martinho Mestres góticos do Mosteiro de Alcobaça, campanhas de 1320 (c.) e 1331 Escultura do Orago de bronze pintado e dourado de José Aurélio (1938-), que entre 1969 e 1974 concebeu e orientou a Galeria Ogiva, em Óbidos. Fotografia de 2020, Largo de São Pedro, Óbidos, Portugal. Capela funerária familiar, situa-se defronte da Igreja de São Pedro e foi instituída em 1331 pelo padre Pêro Fernandes, prior da igreja de Santiago de Torres Vedras, vigário da Lourinhã e beneficiado da Sé de Lisboa. A sua construção, no entanto, parece datar de data anterior, cerca de […]
Fachada da Capela de São Martinho, 1320 (c.) e 1331, Óbidos, Portugal
Fachada da capela de São Martinho Mestres góticos do Mosteiro de Alcobaça, campanhas de 1320 (c.) e 1331 Arca tumular junto da entrada com o que parecem ser as armas reais utilizadas na primeira dinastia. Fotografia de 17 de outubro de 2025, Largo de São Pedro, Óbidos, Portugal. Capela funerária familiar, situa-se defronte da Igreja de São Pedro e foi instituída em 1331 pelo padre Pêro Fernandes, prior da igreja de Santiago de Torres Vedras, vigário da Lourinhã e beneficiado da Sé de Lisboa. A sua construção, no entanto, parece datar de data anterior, cerca de 1320 e sendo terminada, […]
Fachada da Capela de São Martinho, 1320 (c.) e 1331, Óbidos, Portugal
Fachada da Capela de São Martinho Mestres góticos do Mosteiro de Alcobaça, campanhas de 1320 (c.) e 1331 Arca tumular junto da entrada com o que parecem ser as armas reais utilizadas na primeira dinastia. Fotografia de 2020, Largo de São Pedro, Óbidos, Portugal. Capela funerária familiar, situa-se defronte da Igreja de São Pedro e foi instituída em 1331 pelo padre Pêro Fernandes, prior da igreja de Santiago de Torres Vedras, vigário da Lourinhã e beneficiado da Sé de Lisboa. A sua construção, no entanto, parece datar de data anterior, cerca de 1320 e sendo terminada, depois, em 1331, constatando-se, […]
Fachada da Capela de São Martinho, 1320 (c.) e 1331, Óbidos, Portugal
Fachada da Capela de São Martinho Mestres góticos do Mosteiro de Alcobaça, campanhas de 1320 (c.) e 1331 Arca tumular junto da entrada com o que parecem ser as armas reais utilizadas na primeira dinastia. Fotografia de 2020, Largo de São Pedro, Óbidos, Portugal. Capela funerária familiar, situa-se defronte da Igreja de São Pedro e foi instituída em 1331 pelo padre Pêro Fernandes, prior da igreja de Santiago de Torres Vedras, vigário da Lourinhã e beneficiado da Sé de Lisboa. A sua construção, no entanto, parece datar de data anterior, cerca de 1320 e sendo terminada, depois, em 1331, constatando-se, […]
Fachada da Capela de São Martinho, 1320 (c.) e 1331, Óbidos, Portugal
Fachada da Capela de São Martinho Mestres góticos do Mosteiro de Alcobaça, campanhas de 1320 (c.) e 1331 Fotografia de 2005, Largo de São Pedro, Óbidos, Portugal. Capela funerária familiar, situa-se defronte da Igreja de São Pedro e foi instituída em 1331 pelo padre Pêro Fernandes, prior da igreja de Santiago de Torres Vedras, vigário da Lourinhã e beneficiado da Sé de Lisboa. A sua construção, no entanto, parece datar de data anterior, cerca de 1320 e sendo terminada, depois, em 1331, constatando-se, em princípio, duas distintas campanhas de obras. O treslado de ordenação da capela passado em 1331 foi […]
Fachada da Capela de São Martinho, 1320 (c.) e 1331, Óbidos, Portugal
Fachada da Capela de São Martinho Mestres góticos do Mosteiro de Alcobaça, campanhas de 1320 (c.) e 1331 Fotografia de 2005, Largo de São Pedro, Óbidos, Portugal. Capela funerária familiar, situa-se defronte da Igreja de São Pedro e foi instituída em 1331 pelo padre Pêro Fernandes, prior da igreja de Santiago de Torres Vedras, vigário da Lourinhã e beneficiado da Sé de Lisboa. A sua construção, no entanto, parece datar de data anterior, cerca de 1320 e sendo terminada, depois, em 1331, constatando-se, em princípio, duas distintas campanhas de obras. O treslado de ordenação da capela passado em 1331 foi […]
Auditório Municipal Casa da Música de Óbidos, outubro de 2025, Portugal
Auditório Municipal Casa da Música Apresentação da Insulana de Manuel Tomás por Annabela Rita, Cristina Trindade, Luísa Paolinelli. Rui Carita e Natércia Fólio Festival Literário Internacional de Óbidos, Na parede exterior a indicação de ali se ter realizado a reunião clandestina dos capitães do Movimento de 1 de dezembro de 1973. Fotografia de João Carita, 17 de outubro de 2025, Rua Direita, Óbidos, Portugal. No 25.º aniversário da reunião clandestina de Óbidos do Movimento dos Capitães de Abril, logo 1 de dezembro de 1998, o presidente Jorge Sampaio (1939-2021) presidiu a uma Sessão Solene na Câmara Municipal de Óbidos, após […]
Apresentação da Insulana de Manuel Tomás, Antuérpia, 1635, Lisboa e Funchal, Afrontamento, apresentação na Casa da Música de Óbidos, 17 de outubro de 2025, Portugal
Apresentação da Insulana de Manuel Tomás (1585-1665) Reedição da obra dedicada a Joam Gonçalves da Câmara (Lisboa, 1590-idem, Sacramento, 27 mar 1656), 4.º conde de Vila Nova da Calheta, pub. Joam Mevresio, Antuérpia, 1635. Apresentação de Annabela Rita, Cristina Trindade, Luísa Paolinelli. Rui Carita e Natércia Rui Carita, “Introdução à Insulana de Manuel Tomás: O poeta Manuel Tomás e a Madeira do seu tempo”, pp. 40-55 Fólio Festival Literário Internacional de Óbidos, Auditório Municipal Casa da Música, fotografia de João Carita, 17 de outubro de 2025, Portugal. Manuel Tomás (Guimarães, 10 abr. 1585; Funchal, idem, 1665). Filho do médico Luís […]
Apresentação da Insulana de Manuel Tomás, Antuérpia, 1635, Lisboa e Funchal, Afrontamento, apresentação na Casa da Música de Óbidos, 17 de outubro de 2025, Portugal
Apresentação da Insulana de Manuel Tomás (1585-1665) Reedição da obra dedicada a Joam Gonçalves da Câmara (Lisboa, 1590-idem, Sacramento, 27 mar 1656), 4.º conde de Vila Nova da Calheta, pub. Joam Mevresio, Antuérpia, 1635. Apresentação de Annabela Rita, Cristina Trindade, Luísa Paolinelli. Rui Carita e Natércia Rui Carita, “Introdução à Insulana de Manuel Tomás: O poeta Manuel Tomás e a Madeira do seu tempo”, pp. 40-55 Fólio Festival Literário Internacional de Óbidos, Auditório Municipal Casa da Música, fotografia de João Carita, 17 de outubro de 2025, Portugal. Manuel Tomás (Guimarães, 10 abr. 1585; Funchal, idem, 1665). Filho do médico Luís […]
Apresentação da Insulana de Manuel Tomás, Antuérpia, 1635, Lisboa e Funchal, Afrontamento, apresentação na Casa da Música de Óbidos, 17 de outubro de 2025, Portugal
Apresentação da Insulana de Manuel Tomás (1585-1665) Reedição da obra dedicada a Joam Gonçalves da Câmara (Lisboa, 1590-idem, Sacramento, 27 mar 1656), 4.º conde de Vila Nova da Calheta, pub. Joam Mevresio, Antuérpia, 1635. Apresentação de Annabela Rita, Cristina Trindade, Luísa Paolinelli. Rui Carita e Natércia Rui Carita, “Introdução à Insulana de Manuel Tomás: O poeta Manuel Tomás e a Madeira do seu tempo”, pp. 40-55 Fólio Festival Literário Internacional de Óbidos, Auditório Municipal Casa da Música, fotografia de João Carita, 17 de outubro de 2025, Portugal. Manuel Tomás (Guimarães, 10 abr. 1585; Funchal, idem, 1665). Filho do médico Luís […]
Insulana de Manuel Tomás, Antuérpia, 1635, Lisboa e Funchal, Afrontamento, outubro de 2025, apresentação na Casa da Música de Óbidos, Portugal
Insulana de Manuel Tomás (1585-1665) Reedição da obra dedicada a Joam Gonçalves da Câmara (Lisboa, 1590-idem, Sacramento, 27 mar 1656), 4.º conde de Vila Nova da Calheta, pub. Joam Mevresio, Antuérpia, 1635. Apresentação de Annabela Rita, Cristina Trindade, Luísa Paolinelli. Rui Carita e Natércia Rui Carita, “Introdução à Insulana de Manuel Tomás: O poeta Manuel Tomás e a Madeira do seu tempo”, pp. 40-55 Fólio Festival Literário Internacional de Óbidos, Auditório Municipal Casa da Música, 17 de outubro de 2025, Portugal. Manuel Tomás (Guimarães, 10 abr. 1585; Funchal, idem, 1665). Filho do médico Luís Gomes de Medeiros e de D. […]
Convite para a apresentação do livro A Insulana de Manuel Tomás, Antuérpia, 1635, Lisboa e Funchal, Afrontamento, outubro de 2025, Casa da Música de Óbidos, Portugal
Convite para a apresentação do livro Insulana de Manuel Tomás (1585-1665) Reedição da obra dedicada a Joam Gonçalves da Câmara (Lisboa, 1590-idem, Sacramento, 27 mar 1656), 4.º conde de Vila Nova da Calheta, pub. Joam Mevresio, Antuérpia, 1635. Apresentação de Annabela Rita, Cristina Trindade, Luísa Paolinelli e Rui Carita Rui Carita, “Introdução à Insulana de Manuel Tomás: O poeta Manuel Tomás e a Madeira do seu tempo”, pp. 40-55 Fólio Festival Literário Internacional de Óbidos, Auditório Municipal Casa da Música, 17 de outubro de 2025, Portugal. Manuel Tomás (Guimarães, 10 abr. 1585; Funchal, idem, 1665). Filho do médico Luís Gomes […]
Brasão de armas da Freguesia dos Canhas, 2000, Ponta do Sol, ilha da Madeira
Brasão de armas da Freguesia dos Canhas Desenho da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses de 2000. Canhas, Ponta do Sol, ilha da Madeira O bem conhecido monumento a Santa Teresinha do Menino Jesus (1873-1897), nos Canhas, foi mandado construir por D. Matilde Amália da Trindade Cabral de Noronha (1890-1973) e o seu marido, Francisco Cabral de Noronha (1891-1962). A bênção da primeira pedra ocorreu no dia 17 de outubro de 1954, sendo a inauguração em 31 de maio de 1964, enquadrada no programa das celebrações do «28 de maio», data fundadora da ditadura que perdurou em Portugal […]
Monumento a Santa Teresinha do Menino Jesus, mestre Anjos Teixeira e José Ferreira Thedim, 1954 a 1964, Canhas, ilha da Madeira
Monumento a Santa Teresinha do Menino Jesus (1873-1897) Projeto do mestre Anjos Teixeira (1908-1997) e escultura de José Ferreira Thedim (1892-1971), 1954 a 1964, Fotografia de Anabela Gomes, 19 de outubro de 2025 Via Sacra do Outeiro, Canhas, ilha da Madeira O bem conhecido monumento a Santa Teresinha do Menino Jesus (1873-1897), nos Canhas, foi mandado construir por D. Matilde Amália da Trindade Cabral de Noronha (1890-1973) e o seu marido, Francisco Cabral de Noronha (1891-1962). A bênção da primeira pedra ocorreu no dia 17 de outubro de 1954, sendo a inauguração em 31 de maio de 1964, enquadrada no […]
Capela-mor da igreja de Nossa Senhora da Piedade dos Canhas, 1752 (c.), 1880 e seguintes, Ponta do Sol, ilha da Madeira.
Fachada da igreja de Nossa Senhora da Piedade dos Canhas. Projeto de Domingos Rodrigues Martins (c. 1710-1781), construção de 1752 (c.), 1880 e seguintes. Fotografia da Paróquia, agosto de 2024. Sítio do Jangão, Canhas, Ponta do Sol, ilha da Madeira. O topónimo ‘Canhas’ provém do sobrenome do primeiro povoador desta localidade, João do Canha, que, nos meados do século XV, ali se estabeleceu. O seu filho, Rui Pires de Canha, era proprietário de uma fazenda de canas-de-açúcar. De “terras dos Canhas” depressa passou a “Canhas”. No litoral desta freguesia, localiza-se o sítio denominado, nos dias de hoje, ‘Anjos’, topónimo que […]
Fachada da igreja de Nossa Senhora da Piedade dos Canhas, 1752 (c.), 1880 e seguintes, Ponta do Sol, ilha da Madeira.
Visita dos reis da Suécia à Madeira Wine, 3 de outubro de 1986, Funchal, ilha da Madeira.
Visita dos reis da Suécia à Madeira Wine. (Gustavo de Bernardotte, Solna, 30 de abril de 1946; subiu ao trono a 15 set. 1973-) e (Sílvia Renata Sommerlath, Heidelberg, 23 dez. 1943, tendo vivido depois entre 1947 e 1957, em São Paulo, Brasil; -) Com Richard Blandy (1947-2002) Por ocasião também da visita ao Hospício Princesa Dona Maria Amélia de Bragança (1831-1853), de que os reis da Suécia são administradores titulares. Fotografia de Perestrellos Photographos, 3 de outubro de 1986 Negativos simples, película com gelatina e sais de prata, 35 mm Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (PER/2772_31), em […]
Visita dos reis da Suécia ao orquidário da Quinta da Boa Vista, 3 de outubro de 1986, Funchal, ilha da Madeira.
Visita dos reis da Suécia ao orquidário da Quinta da Boa Vista. (Gustavo de Bernardotte, Solna, 30 de abril de 1946; subiu ao trono a 15 set. 1973-) e (Sílvia Renata Sommerlath, Heidelberg, 23 dez. 1943, tendo vivido depois entre 1947 e 1957, em São Paulo, Brasil; -) Por ocasião também da visita ao Hospício Princesa Dona Maria Amélia de Bragança (1831-1853), de que os reis da Suécia são administradores titulares. Fotografia de Perestrellos Photographos, 3 de outubro de 1986 Negativos simples, película com gelatina e sais de prata, 35mm Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (PER/2772_31), em depósito […]
Almoço em honra dos reis da Suécia na Quinta Vigia, 3 de outubro de 1986, Funchal, ilha da Madeira.
Almoço em honra dos reis da Suécia na Quinta Vigia. (Gustavo de Bernardotte, Solna, 30 de abril de 1946; subiu ao trono a 15 set. 1973-) e (Sílvia Renata Sommerlath, Heidelberg, 23 dez. 1943, tendo vivido depois entre 1947 e 1957, em São Paulo, Brasil; -) Por ocasião também da visita ao Hospício Princesa Dona Maria Amélia de Bragança (1831-1853), de que os reis da Suécia são administradores titulares. Fotografia de Perestrellos Photographos, 3 de outubro de 1986 Na fotografia também o fotojornalista Manuel Nicolau (Machico, 15 mar. 1943; idem, 13 maio 2020), Negativos simples, película com gelatina e sais […]
Visita dos reis da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia, 3 de outubro de 1986, Funchal, ilha da Madeira.
Visita dos reis da Suécia ao Hospício Princesa Dona Maria Amélia de Bragança. (Gustavo de Bernardotte, Solna, 30 de abril de 1946; subiu ao trono a 15 set. 1973-) e (Sílvia Renata Sommerlath, Heidelberg, 23 dez. 1943, tendo vivido depois entre 1947 e 1957, em São Paulo, Brasil; -) Hospício Princesa Dona Maria Amélia de Bragança (1831-1853), de que os reis da Suécia são administradores titulares. Fotografia de Perestrellos Photographos, 3 de outubro de 1986 Negativos simples, película com gelatina e sais de prata, 35mm Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (PER/2774_4), em depósito no ABM Receção na Quinta Magnólia, […]
Receção dos reis da Suécia na Quinta Magnólia, 3 de outubro de 1986, Funchal, ilha da Madeira.
Receção dos reis da Suécia na Quinta Magnólia. (Gustavo de Bernardotte, Solna, 30 de abril de 1946; subiu ao trono a 15 set. 1973-) e (Sílvia Renata Sommerlath, Heidelberg, 23 dez. 1943, tendo vivido depois entre 1947 e 1957, em São Paulo, Brasil; -) Com especial destaque para a visita ao Hospício Princesa Dona Maria Amélia de Bragança (1831-1853), de que os reis da Suécia são administradores titulares. Fotografia de Perestrellos Photographos, 3 de outubro de 1986 Negativos simples, película com gelatina e sais de prata, 35mm Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (PER/2770_2), em depósito no ABM Receção […]
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia, 2 de maio de 2017, Funchal, ilha da Madeira.
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia. (Sílvia Renata Sommerlath, Heidelberg, 23 dez. 1943, tendo vivido depois entre 1947 e 1957, em São Paulo, Brasil; -) Palavras da Rainha, em português, após descerrar a lápide de inauguração do anexo do lar de terceira idade com o juiz conselheiro Ireneu Cabral Barreto, representante da República; D. António Cavaco Carrilho, bispo do Funchal; Dr. Francisco Costa, cônsul da Suécia e irmã do Hospício; Dr. Jardim Gonçalves, presidente do conselho de administração BCP Millenium; . Fotografia de Rui Marote, 2 de maio de 2017 Avenida do Infante, Funchal, […]
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia, 2 de maio de 2017, Funchal, ilha da Madeira.
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia. (Sílvia Renata Sommerlath, Heidelberg, 23 dez. 1943, tendo vivido depois entre 1947 e 1957, em São Paulo, Brasil; -) Descerrando a lápide de inauguração do anexo do lar de terceira idade com o juiz conselheiro Ireneu Cabral Barreto, representante da República; Dr. Francisco Costa, cônsul da Suécia e Dr. Jardim Gonçalves, presidente do conselho de administração BCP Millenium; . Fotografia de Rui Marote, 2 de maio de 2017 Avenida do Infante, Funchal, ilha da Madeira. A instituição do Hospício Princesa D. Maria Amélia foi feita pela ex-imperatriz do […]
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia, 2 de maio de 2017, Funchal, ilha da Madeira.
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia. (Sílvia Renata Sommerlath, Heidelberg, 23 dez. 1943, tendo vivido depois entre 1947 e 1957, em São Paulo, Brasil; -) Com o Dr. Francisco Costa, cônsul da Suécia e a irmã do Hospício, após descerrar a lápide de inauguração do anexo do lar de terceira idade. Fotografia de Rui Marote, 2 de maio de 2017 Avenida do Infante, Funchal, ilha da Madeira. A instituição do Hospício Princesa D. Maria Amélia foi feita pela ex-imperatriz do Brasil, D. Amélia de Beauharnais Leuchetenberg (1812-1873), duquesa de Bragança, em memória da filha, […]
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia, 2 de maio de 2017, Funchal, ilha da Madeira.
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia. (Sílvia Renata Sommerlath, Heidelberg, 23 dez. 1943, tendo vivido depois entre 1947 e 1957, em São Paulo, Brasil; -) Palavras da Rainha, em português, após descerrar a lápide de inauguração do anexo do lar de terceira idade. Fotografia de Rui Marote, 2 de maio de 2017 Avenida do Infante, Funchal, ilha da Madeira. A instituição do Hospício Princesa D. Maria Amélia foi feita pela ex-imperatriz do Brasil, D. Amélia de Beauharnais Leuchetenberg (1812-1873), duquesa de Bragança, em memória da filha, falecida no Funchal 4 de fevereiro de 1853. […]
Almoço em honra dos reis da Suécia na Quinta Vigia, in Diário de Notícias, Funchal, 4 de outubro de 1986, ilha da Madeira
Almoço em honra dos reis da Suécia na Quinta Vigia (Gustavo de Bernardotte, Solna, 30 de abril de 1946; subiu ao trono a 15 set. 1973-) e (Sílvia Renata Sommerlath, Heidelberg, 23 dez. 1943, tendo vivido depois entre 1947 e 1957, em São Paulo, Brasil; -) Por ocasião da visita ao Hospício Princesa D. Maria Amélia. Com a Rainha, o jornalista Tolentino Nóbrega (1952-2015), fotografia de Rui Marote, 3 de outubro de 1986, no Hospício. Diário de Notícias, Funchal, 4 de outubro de 1986, ilha da Madeira. A instituição do Hospício Princesa D. Maria Amélia foi feita pela ex-imperatriz do […]
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia, 2 de maio de 2017, Funchal, ilha da Madeira.
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia. (Sílvia Renata Sommerlath, Heidelberg, 23 dez. 1943, tendo vivido depois entre 1947 e 1957, em São Paulo, Brasil; -) Com a professora doutora Susana Morna Prada, secretária regional do Ambiente e outros. Fotografia de Rui Marote, 2 de maio de 2017 Avenida do Infante, Funchal, ilha da Madeira. A instituição do Hospício Princesa D. Maria Amélia foi feita pela ex-imperatriz do Brasil, D. Amélia de Beauharnais Leuchetenberg (1812-1873), duquesa de Bragança, em memória da filha, falecida no Funchal 4 de fevereiro de 1853. O projeto tinha sido encomendado […]
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia, 2 de maio de 2017, Funchal, ilha da Madeira.
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia. (Sílvia Renata Sommerlath, Heidelberg, 23 dez. 1943, tendo vivido depois entre 1947 e 1957, em São Paulo, Brasil; -) Descerrando a lápide de inauguração do anexo do lar de terceira idade com o juiz conselheiro Ireneu Cabral Barreto, representante da República; Dr. Francisco Costa, cônsul da Suécia e Dr. Jardim Gonçalves, presidente do conselho de administração BCP Millenium; . Fotografia de Rui Marote, 2 de maio de 2017 Avenida do Infante, Funchal, ilha da Madeira. A instituição do Hospício Princesa D. Maria Amélia foi feita pela ex-imperatriz do […]
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia, 2 de maio de 2017, Funchal, ilha da Madeira.
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia. (Sílvia Renata Sommerlath, Heidelberg, 23 dez. 1943, tendo vivido depois entre 1947 e 1957, em São Paulo, Brasil; -) Descerrando a lápide de inauguração do anexo do lar de terceira idade com o juiz conselheiro Ireneu Cabral Barreto, representante da República; Dr. Francisco Costa, cônsul da Suécia e Dr. Jardim Gonçalves, presidente do conselho de administração BCP Millenium; . Fotografia de Rui Marote, 2 de maio de 2017 Avenida do Infante, Funchal, ilha da Madeira. A instituição do Hospício Princesa D. Maria Amélia foi feita pela ex-imperatriz do […]
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia, 2 de maio de 2017, Funchal, ilha da Madeira.
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia. (Sílvia Renata Sommerlath, Heidelberg, 23 dez. 1943, tendo vivido depois entre 1947 e 1957, em São Paulo, Brasil; -) Com juiz conselheiro Ireneu Cabral Barreto, representante da República, Dr. Miguel Albuquerque, presidente do GR; Dr. José Lino Tranquada Gomes, presidente da ARM e outros. Fotografia de Rui Marote, 2 de maio de 2017 Avenida do Infante, Funchal, ilha da Madeira. A instituição do Hospício Princesa D. Maria Amélia foi feita pela ex-imperatriz do Brasil, D. Amélia de Beauharnais Leuchetenberg (1812-1873), duquesa de Bragança, em memória da filha, falecida […]
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia, Aeroporto de Santa Cruz, 2 de maio de 2017, ilha da Madeira.
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia. (Sílvia Renata Sommerlath, Heidelberg, 23 dez. 1943, tendo vivido depois entre 1947 e 1957, em São Paulo, Brasil; -) Com Dr. Miguel Albuquerque, presidente do GR; Dr. José Lino Tranquada Gomes, presidente da ARM e juiz conselheiro Ireneu Cabral Barreto, representante da República. Fotografia de Rui Marote, 2 de maio de 2017 Aeroporto Cristiano Ronaldo, Santa Cruz, ilha da Madeira. A instituição do Hospício Princesa D. Maria Amélia foi feita pela ex-imperatriz do Brasil, D. Amélia de Beauharnais Leuchetenberg (1812-1873), duquesa de Bragança, em memória da filha, falecida […]
A Cultura saiu à rua num dia assim, escultura em mármore de Isaac Pinheiro, abril de 1999, Melides, Gândola, Portugal
A Cultura saiu à rua num dia assim Escultura em mármore e aço corten de cor ferrugem de Isaac Pinheiro,1999. Inaugurada a 25 de abril de 1999. Rua Nova de Melides, Odemira, Grândola, Portugal Conjunto escultórico que consta de várias pilhas de livros com títulos e desenhos nas capas e lombadas, executado em mármore creme de Vila Viçosa e de oito bancos dispersos entre os livros (similares aos tradicionais de madeira), construídos em aço corten de cor ferrugem. A propósito deste conjunto refere o escultor: “… É um convite à leitura e à tertúlia misturadas com o lazer, uma vez […]
Inventário Artístico de Portugal – Distrito de Évora, Túlio Espanca e outros, Academia Nacional de Belas-Artes, Lisboa, 1975, Portugal
Túlio Espanca (1913-1993) e outros, Inventário Artístico de Portugal – Distrito de Évora – Concelhos de Arraiolos, Estremoz, Montemor-o-Novo, Mora e Vendas Novas II Volume (de 2) Academia Nacional de Belas-Artes, Lisboa, 1975, Portugal Túlio Alberto da Rocha Espanca (Vila Viçosa, 8 maio 1913; Évora, 2 maio 1993). Primo e afilhado da célebre poetisa Florbela Espanca (1894-1930), ao terminar o então serviço militar obrigatório, 1931-1933, matriculou-se n0 I Curso de Cicerones do Grupo Pró-Évora, tendo sido o aluno melhor classificado. Desenvolveu depois um importante trabalho de pesquisa nesta área, dado também se ter dedicado à área das antiguidades, como outros […]
Inventário Artístico de Portugal – Distrito de Évora, Túlio Espanca e outros, Academia Nacional de Belas-Artes, Lisboa, 1975, Portugal
Túlio Espanca (1913-1993) e outros, Inventário Artístico de Portugal – Distrito de Évora – Concelhos de Arraiolos, Estremoz, Montemor-o-Novo, Mora e Vendas Novas I Volume (de 2) Academia Nacional de Belas-Artes, Lisboa, 1975, Portugal Túlio Alberto da Rocha Espanca (Vila Viçosa, 8 maio 1913; Évora, 2 maio 1993). Primo e afilhado da célebre poetisa Florbela Espanca (1894-1930), ao terminar o então serviço militar obrigatório, 1931-1933, matriculou-se n0 I Curso de Cicerones do Grupo Pró-Évora, tendo sido o aluno melhor classificado. Desenvolveu depois um importante trabalho de pesquisa nesta área, dado também se ter dedicado à área das antiguidades, como outros […]
A Cultura saiu à rua num dia assim, escultura em mármore de Isaac Pinheiro, abril de 1999, Melides, Gândola, Portugal
A Cultura saiu à rua num dia assim Escultura em mármore e aço corten de cor ferrugem de Isaac Pinheiro,1999. Inaugurada a 25 de abril de 1999. Rua Nova de Melides, Odemira, Grândola, Portugal Conjunto escultórico que consta de várias pilhas de livros com títulos e desenhos nas capas e lombadas, executado em mármore creme de Vila Viçosa e de oito bancos dispersos entre os livros (similares aos tradicionais de madeira), construídos em aço corten de cor ferrugem. A propósito deste conjunto refere o escultor: “… É um convite à leitura e à tertúlia misturadas com o lazer, uma vez […]
Manuel Cafua, pescador da frota do bacalhau, pormenor de óleo de Domingos Rebelo, 1955, Museu Municipal de Ílhavo, Portugal
Manuel Cafua, Antigo pescador de Vila Franca do Campo, da frota do bacalhau, que foi modelo de alguns trabalhos do pintor. Pormenor da “Alegoria ao navio-hospital Gil Eannes”, óleo sobre platex, 1,21 x 2,54 m. de Domingos Rebelo (1891-1975), Lisboa, 1955. Convite da Exposição Estética e Ideologia da Faina Maior – 1º Acto, na Sala de Exposições do MMI, entre 2 de agosto e 30 de setembro do ano de 2003. Coleção de Ana Maria Lopes, Ílhavo, Portugal Exemplar que pertenceu à Câmara dos Oficiais do navio em questão e que ao longo de 1990 foi objeto de correspondência com […]
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia, aeroporto de Santa Cruz, 2 de maio de 2017, ilha da Madeira.
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia. (Sílvia Renata Sommerlath, Heidelberg, 23 dez. 1943, tendo vivido depois entre 1947 e 1957, em São Paulo, Brasil; -) Com Dr. Francisco Costa, juiz conselheiro Ireneu Cabral Barreto, representante da República, Dr. Miguel Albuquerque, presidente do GR; e Dr. José Lino Tranquada Gomes, presidente da ARM Fotografia de Rui Marote, 2 de maio de 2017 Aeroporto Cristiano Ronaldo, Santa Cruz, ilha da Madeira. A instituição do Hospício Princesa D. Maria Amélia foi feita pela ex-imperatriz do Brasil, D. Amélia de Beauharnais Leuchetenberg (1812-1873), duquesa de Bragança, em memória […]
Vista do Hospício Princesa D. Maria Amélia a partir do Teatro D. Maria Pia, Joaquim Augusto de Sousa, entre 1887 e 1905 (c.), Funchal, ilha da Madeira.
Vista do Hospício Princesa D. Maria Amélia a partir do Teatro D. Maria Pia (atual Teatro Municipal Baltazar Dias) | 1905 Negativo simples de vidro com gelatina sal de prata, 16,3 x 21,3 cm. Joaquim Augusto de Sousa (1853-1905), entre 1887 e 1905 (c.). Photographia-Museu Vicente’s (JAS 716), em depósito no ABM Avenida do Infante, n.º 12, Funchal, ilha da Madeira. A instituição do Hospício Princesa D. Maria Amélia foi feita pela ex-imperatriz do Brasil, D. Amélia de Beauharnais Leuchetenberg (1812-1873), duquesa de Bragança, em memória da filha, falecida no Funchal 4 de fevereiro de 1853. O projeto tinha sido […]
Túlio Espanca, O Olhar Revisitado, Lisboa e Évora, maio de 2013, Portugal
Túlio Espanca, O Olhar Revisitado, (1913-1993) Lisboa e Évora, maio de 2013, Exposição que consiste em dez painéis sobre a pessoa e a obra do historiador e duas vitrines onde se podem observar um manuscrito da poetisa Florbela Espanca e instrumentos de campo do historiador, com o apoio da Universidade de Évora e do Grupo Pró-Évora. Organização da Câmara Municipal de Évora, da Biblioteca Nacional de Portugal e Biblioteca Pública de Évora, Portugal. Túlio Alberto da Rocha Espanca (Vila Viçosa, 8 maio 1913; Évora, 2 maio 1993). Primo e afilhado da célebre poetisa Florbela Espanca (1894-1930), ao terminar o então […]
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia com Rui Marote, 3 de outubro de 1982, Funchal, ilha da Madeira.
Visita da Rainha Sílvia da Suécia ao Hospício Princesa D. Maria Amélia. (Sílvia Renata Sommerlath, Heidelberg, 23 dez. 1943, tendo vivido depois entre 1947 e 1957, em São Paulo, Brasil; -) Fotografia de Rui Marote, na mesma, 3 de outubro de 1982 Projeto geral de Edward Buckton Lamb (1805-1869), 1855 e seguintes. Avenida do Infante, n.º 12, Funchal, ilha da Madeira. A instituição do Hospício Princesa D. Maria Amélia foi feita pela ex-imperatriz do Brasil, D. Amélia de Beauharnais Leuchetenberg (1812-1873), duquesa de Bragança, em memória da filha, falecida no Funchal 4 de fevereiro de 1853. O projeto tinha sido […]
Heitor Cramez, exposição no centenário do foral de Vila Real, 1972, Portugal
Heitor Cramez (1889-1967) Exposição no VII Centenário do Foral de Vila Real, 7 de dezembro de 1972. O primeiro foral foi de 1096, dado pelo conde D. Henrique (1066-1112) a Constantim de Panóias, como forma de promover o povoamento da região. Em 1272, como novo incentivo ao povoamento, atribuiu D. Afonso III (1210-1279) um foral para a fundação de uma Vila Real de Panoias, já se explicitando uma vila real, embora somente em 1289, por foral do rei D. Dinis (1261-1325) foi fundada a Vila Real de Panóias, que se tornará a cidade atual. Catálogo de exposição, Vila Real, 1972, […]
Alegoria ao navio-hospital Gil Eannes (I), óleo de Domingos Rebelo, Lisboa, 1955, Museu Municipal de Ílhavo, Portugal.
Alegoria ao navio-hospital Gil Eannes Óleo sobre platex, 1,21 x 2,54 m. Domingos Rebelo (1891-1975), Lisboa, 1955. Exemplar que pertenceu à Câmara dos Oficiais do navio em questão e que ao longo de 1990 foi objeto de correspondência com a Comissão Liquidatária da Ex-CRC Bacalhau, dado que alusivo à assistência que a Organização Corporativa prestara aos pescadores e suas famílias, deveria passar a integrar o espólio do Museu de Ílhavo, o que foi autorizado a 25 de agosto desse ano de 1990, tendo dado entrada no Museu a 2 de novembro. Uma segunda versão deste trabalho e ligeiramente maior (1,55 […]
Família piscatória, Alegoria ao navio-hospital Gil Eannes, óleo de Domingos Rebelo, Lisboa, 1955, Museu Municipal de Ílhavo, Portugal.
Família piscatória Alegoria ao navio-hospital Gil Eannes Óleo sobre platex, 1,55 x 3,55 m. Domingos Rebelo (1891-1975), Lisboa, 1955. Segunda versão deste trabalho e ligeiramente maior, proveniente da coleção do Ministério da Agricultura e Pescas, no Terreiro do Paço, em 2002, sendo então Ministro, o Engenheiro Sevinate Pinto, passando em julho de 2004 e com a descentralização de certos serviços estatais, aquando da tomada de posse do Ministro Costa Neves, foi deslocado para a Secretaria de Estado e Desenvolvimento Rural, na Golegã, donde veio para o Museu de Ílhavo, por depósito em 23 de janeiro de 2005. Fotografia de 18 […]
Pormenor do aguadeiro galego do Mercado do Martim Moniz, óleo de Domingos Rebelo, Lisboa, 1951, Portugal.
Aguadeiro galego do Mercado do Martim Moniz Pormenor de óleo sobre platex Domingos Rebelo (1891-1975), Lisboa, 1951. Coleção do Museu da Cidade de Lisboa, Portugal. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 de dezembro de 1891; Lisboa, 11 de janeiro de 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu da Cidade de Lisboa). Com apenas 15 anos, partiu para […]
Mercado do Martim Moniz, óleo de Domingos Rebelo, Lisboa, 1951, Portugal.
Mercado do Martim Moniz Óleo sobre platex Domingos Rebelo (1891-1975), Lisboa, 1951. Coleção do Museu da Cidade de Lisboa, Portugal. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 de dezembro de 1891; Lisboa, 11 de janeiro de 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu da Cidade de Lisboa). Com apenas 15 anos, partiu para Paris, tendo os estudos sido […]
Retrato de diplomata afro-americano William Henry Hunt, óleo de Domingos Rebelo, Lisboa, 1951, National Portrait Gallery Collection, Washington D.C., Estados Unidos da América.
Retrato de diplomata afro-americano William Henry Hunt (1869–1951) Óleo sobre tela, 106,4 × 92,7 × 3,8 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), Lisboa, 1951. William Henry Hunt (28 jun. 1863-19 dez. 1951), nascido escravo no Tennessee, veio a estudar no Williams College de Massachussetts e foi cônsul americano em Ponta Delgada, em 1929, época em que conheceu o pintor Domingos Rebelo, tendo este retrato sido pintado, por encomenda da doadora Mrs. Dorothy B. Porter (1900-1995), bibliotecária, bibliógrafa e curadora, também de origem africana, tendo o diplomata falecido nesse ano. Proveniente de doação de Mrs. Dorothy B. Porter, Washington D.C.; gift 1972 NPG. […]
Lagoa das Sete Cidades, óleo de Domingos Rebelo, ilha de São Miguel, 1938, Açores.
Lagoa das Sete Cidades Óleo sobre tela Domingos Rebelo (1891-1975), ilha de São Miguel, 1938. Fotografia de Jorge Rebelo. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 de dezembro de 1891; Lisboa, 11 de janeiro de 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu da Cidade de Lisboa). Com apenas 15 anos, partiu para Paris, tendo […]
Barcos e Pescadores na praia dos Mosteiros, óleo de Domingos Rebelo, ilha de São Miguel, 1932, Açores
Barcos e Pescadores na praia dos Mosteiros Óleo sobre madeira Domingos Rebelo (1891-1975), ilha de São Miguel, 1932 (c.) Fotografia de Jorge Rebelo. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 de dezembro de 1891; Lisboa, 11 de janeiro de 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu da Cidade de Lisboa). Com apenas 15 anos, […]
Arcos do Cais de Ponta Delgada, óleo de Domingos Rebelo, ilha de São Miguel, 1932, Açores
Arcos do Cais de Ponta Delgada Óleo sobre madeira Domingos Rebelo (1891-1975), ilha de São Miguel, 1932. Fotografia de Jorge Rebelo. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 de dezembro de 1891; Lisboa, 11 de janeiro de 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu da Cidade de Lisboa). Com apenas 15 anos, partiu para […]
Rapariga na colheita de chá, esboço a carvão aguarelado de Domingos Rebelo, ilha de São Miguel, 1934 (c.), Açores
Rapariga na colheita de chá Pormenor de esboço a carvão aguarelado sobre papel Estudo para a pintura “Indústria Micaelense”. Domingos Rebelo (1891-1975), ilha de São Miguel, 1934 (c.) Fotografia de Jorge Rebelo. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 de dezembro de 1891; Lisboa, 11 de janeiro de 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no […]
Varinas dançando, esboço a pastel de Domingos Rebelo, ilha São Miguel, 1920 (c.), Açores
Varinas dançando Esboço a pastel de óleo sobre papel. Domingos Rebelo (1891-1975), ilha de São Miguel, 1920 (c.) Fotografia de Jorge Rebelo. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 de dezembro de 1891; Lisboa, 11 de janeiro de 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu da Cidade de Lisboa). Com apenas 15 anos, partiu […]
Descoberta da ilha de São Miguel, Primeira missa, esboço a aguarela de Domingos Rebelo, 1940, coleção particular dos Açores.
Descoberta da ilha de São Miguel Primeira missa Esboço a aguarela. Domingos Rebelo (1891-1975), 1940. No mesmo dia [8 de maio], ano de 1444, foi descoberta a Ilha de São Miguel, assim chamada em razão da festa que hoje celebra a Igreja ao Arcanjo do mesmo nome. Foi descoberta por Frei Gonçalo Velho, Comendador de Almourol da Ordem de Cristo, mandado pelo Infante Dom Henrique. Dista de Lisboa duzentas e oitenta léguas, tem de comprimento dezoito, de largo sete. É fresca de bons ares e cristalinas águas. Há nela dez Conventos, trinta e duas Paróquias, cinco Vilas e uma Cidade, […]
Descoberta da ilha de São Miguel, Primeira missa, esboço a óleo de Domingos Rebelo, 1940, coleção particular dos Açores.
Descoberta da ilha de São Miguel Primeira missa Esboço a óleo. Domingos Rebelo (1891-1975), 1940. No mesmo dia [8 de maio], ano de 1444, foi descoberta a Ilha de São Miguel, assim chamada em razão da festa que hoje celebra a Igreja ao Arcanjo do mesmo nome. Foi descoberta por Frei Gonçalo Velho, Comendador de Almourol da Ordem de Cristo, mandado pelo Infante Dom Henrique. Dista de Lisboa duzentas e oitenta léguas, tem de comprimento dezoito, de largo sete. É fresca de bons ares e cristalinas águas. Há nela dez Conventos, trinta e duas Paróquias, cinco Vilas e uma Cidade, […]
O Espírito Açoriano, a Arte de Domingos Rebelo, exposição no Museu da Baleação, em New Bedford, março a setembro de 2022, Estados Unidos da América
O Espírito Açoriano, a Arte de Domingos Rebelo (1891-1975). Wattles Family Gallery, Museu da Baleação, em New Bedford, 31 de março até 22 de setembro de 2022, New Bedford Whaling Museum, Estados Unidos da América Organizada e com curadoria do seu neto, Jorge Rebêlo, esta exposição reuniu 71 quadros e outros trabalhos em papel, originários de coleções públicas e privadas em Portugal Continental e nos Açores, salientando o organizador que sonho de expor a sua obra nos Estados Unidos acalentado pelo Autor veio a realizar-se quase 100 anos. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 de dezembro de 1891; Lisboa, […]
O Espírito Açoriano, a Arte de Domingos Rebelo, exposição no Museu da Baleação, em New Bedford, março a setembro de 2022, Estados Unidos da América
O Espírito Açoriano, a Arte de Domingos Rebelo (1891-1975). Wattles Family Gallery, Museu da Baleação, em New Bedford, 31 de março até 22 de setembro de 2022, New Bedford Whaling Museum, Estados Unidos da América Organizada e com curadoria do seu neto, Jorge Rebêlo, esta exposição reuniu 71 quadros e outros trabalhos em papel, originários de coleções públicas e privadas em Portugal Continental e nos Açores, salientando o organizador que sonho de expor a sua obra nos Estados Unidos acalentado pelo Autor veio a realizar-se quase 100 anos. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 de dezembro de 1891; Lisboa, […]
Domingos Rebelo, Jorge Rebêlo, Rosa Simas, Suzana Nunes Caldeira, Letras Lavadas, Ponta Delgada, novembro de 2016, ilha de São Miguel, Açores
Jorge Rebêlo, Rosa Simas, Suzana Nunes Caldeira, Domingos Rebelo (1891-1975). Livro publicado no âmbito do 125.º aniversário de nascimento de Domingos Rebêlo, que aborda a vida e a pintura de um dos maiores e mais importantes pintores açorianos, com a intenção de dar a conhecer a extensa obra de Domingos Rebêlo realizada ao longo de mais de sessenta anos de carreira, reunindo, por isso, uma síntese da sua pintura, sobretudo a mais intimista e, em muitos casos, menos conhecida, bem como as suas obras icónicas. Letras Lavadas, Ponta Delgada, novembro de 2016, ilha de São Miguel, Açores. Domingos Maria Xavier […]
Domingos Rebelo, Pintor da Alma Açoriana, Diário Insular, Angra do Heroísmo, 2021, ilha Terceira, Açores.
Domingos Rebelo, Pintor da Alma Açoriana (1891-1975). Diário Insular, Angra do Heroísmo, 2021 Ilha Terceira, Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 de dezembro de 1891; Lisboa, 11 de janeiro de 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu da Cidade de Lisboa). Com apenas 15 anos, partiu para Paris, tendo os estudos sido custeados por Duarte de […]
Costumes do Norte de Portugal, óleo de Domingos Rebelo, 1957, Messe de Oficiais de Pedrouços, Lisboa, Portugal.
Costumes do Norte de Portugal Óleo sobre tela. Domingos Rebelo (Domingos Maria Xavier Rebelo, 1891-1975), 1957. Fotografia de 11 de outubro de 2025 da reunião Curso Caldas Xavier, 1964 Sala de estar da Messe de Oficiais de Pedrouços. Antiga quinta do Palácio Cadaval e Instituto de Altos Estudos Militares, Pedrouços, Lisboa, Portugal. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 de dezembro de 1891; Lisboa, 11 de janeiro de 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor […]
Os Emigrantes de Domingos Rebelo, Açoriano Oriental, Ponta Delgada, 18 de abril de 2012, ilha de São Miguel, Açores.
Os Emigrantes de Domingos Rebelo. Domingos Maria Xavier Rebelo (1891-1975). Trabalho de que há outras versões, 3 de grandes dimensões e mais 6 de pequenas, que foram servindo de esboços. Susana Serpa Silva da Universidade dos Açores in Açoriano Oriental, “O Património perto de Si”, Ponta Delgada, 18 de abril de 2012. Ilha de São Miguel, Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 de dezembro de 1891; Lisboa, 11 de janeiro de 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur […]
Emigrantes, óleo de Domingos Rebelo, 1929, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Emigrantes. Óleo sobre tela. Domingos Maria Xavier Rebelo (1891-1975), 1929. Trabalho de que há outras versões, 3 de grandes dimensões e mais 6 de pequenas, que foram servindo de esboços. Antiga Junta Geral do Distrito Autónomo de Ponta Delgada. Ilha de São Miguel, Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 de dezembro de 1891; Lisboa, 11 de janeiro de 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, […]
Emigrantes, óleo de Domingos Rebelo, 1929, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Emigrantes. Óleo sobre tela. Domingos Maria Xavier Rebelo (1891-1975), 1929. Trabalho de que há outras versões, 3 de grandes dimensões e mais 6 de pequenas, que foram servindo de esboços. Antiga Junta Geral do Distrito Autónomo de Ponta Delgada. Ilha de São Miguel, Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 de dezembro de 1891; Lisboa, 11 de janeiro de 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, […]
Emigrantes, esboço a óleo de Domingos Rebelo, 1926, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Emigrantes. Esboço a óleo sobre tela. Domingos Maria Xavier Rebelo (1891-1975), 1926. Coleção particular de Ponta Delgada. Trabalho de que há outras versões, 3 de grandes dimensões e mais 6 de pequenas, que foram servindo de esboços. Ilha de São Miguel, Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 de dezembro de 1891; Lisboa, 11 de janeiro de 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou […]
Autorretrato nos Emigrantes, óleo de Domingos Rebelo, 1926, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Autorretrato nos Emigrantes. Pormenor de óleo sobre tela. Domingos Maria Xavier Rebelo (1891-1975), 1926. Museu Carlos Machado, Ponta Delgada. Trabalho de que há outras versões, 3 de grandes dimensões e mais 6 de pequenas, que foram servindo de esboços. Ilha de São Miguel, Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 de dezembro de 1891; Lisboa, 11 de janeiro de 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, […]
Vista de Lisboa, óleo de Carlos Botelho não assinado, 1957 (c.), Messe de Oficiais de Pedrouços, Lisboa, Portugal.
Vista de Lisboa. Óleo sobre tela Carlos Botelho (1899-1982), não assinado, 1957 (c.). Fotografia de 17 de outubro de 2025 Antiga quinta do Palácio Cadaval e depois Instituto de Altos Estudos Militares. Messe de Oficiais de Pedrouços, Lisboa, Portugal. Carlos Botelho (1899-1982) foi um dos vultos mais salientes do movimento modernista em Portugal, que começou a sua carreira pela caricatura e pelo humorismo. Tendo percorrido e pintado parte da Europa e América, notabilizou-se pelas suas originais vistas de Lisboa. Em 1937 é galardoado com o Grand-Prix, na Exposição Internacional de Paris; em 1938 com o Prémio Souza Cardoso; em 1939 […]
Mural Salgueiro Maia da Avenida de Berna de 2023, NOVA FCSH e Underdogs 2, Lisboa, Portugal,
Mural Salgueiro Maia da Avenida de Berna de 2023 (1944-1992) Técnica mista, 5 x 18 metros. Reinterpretação encomendada pela NOVA FCSH à Underdogs, que já fizera o primeiro projeto em 2014, agora com direção de Suzanne Marivoet e execução de Tamara Alves, Sara Fonseca da Graça (também conhecida como Petra Preta), Moami e Mariana Malhão, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, Galeria de Arte Urbana, Junta de Freguesia das Avenidas Novas, Câmara Municipal de Castelo de Vide e Câmara Municipal de Santarém. Lisboa, 8 de novembro de 2023. Universidade Nova, Avenida de Berna, Lisboa, Portugal O texto curatorial […]
Mural Salgueiro Maia da NOVA, Avenida de Berna, que não resistiu ao tempo, galeria Underdogs, 25 de abril de 2014, Lisboa, Portugal
Mural Salgueiro Maia (1944-1992) Técnica mista, 5 x 18 metros. Vhils, Miguel Januário (±maismenos±), Frederico Draw, Diogo Machado (Add Fuel) e Gonçalo Ribeiro (Mar), galeria Underdogs, inaugurado em 25 de abril de 2014 por altura das celebrações dos 40 anos da revolução. Mural que não resistiu ao tempo, sendo reinterpretado em 2023 Universidade Nova, Avenida de Berna, Lisboa, Portugal. Fernando José Salgueiro Maia nasceu em 1 jul. 1944, em Castelo de Vide e morreu em 3 abr. 1992, no Hospital Militar de Belém (Lisboa). Depois de frequentar a Academia Militar e a Escola Prática de Cavalaria, desempenhou funções de alferes-comando […]
Mural Salgueiro Maia da Avenida de Berna de 2023, NOVA FCSH e Underdogs 2, Lisboa, Portugal,
Mural Salgueiro Maia da Avenida de Berna de 2023 (1944-1992) Técnica mista, 5 x 18 metros. Reinterpretação encomendada pela NOVA FCSH à Underdogs, que já fizera o primeiro projeto em 2014, agora com direção de Suzanne Marivoet e execução de Tamara Alves, Sara Fonseca da Graça (também conhecida como Petra Preta), Moami e Mariana Malhão, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, Galeria de Arte Urbana, Junta de Freguesia das Avenidas Novas, Câmara Municipal de Castelo de Vide e Câmara Municipal de Santarém. Lisboa, 8 de novembro de 2023. Universidade Nova, Avenida de Berna, Lisboa, Portugal O texto curatorial […]
Mural Salgueiro Maia da NOVA, Avenida de Berna, que não resistiu ao tempo, galeria Underdogs, 25 de abril de 2014, Lisboa, Portugal
Mural Salgueiro Maia (1944-1992) Técnica mista, 5 x 18 metros. Vhils, Miguel Januário (±maismenos±), Frederico Draw, Diogo Machado (Add Fuel) e Gonçalo Ribeiro (Mar), galeria Underdogs, inaugurado em 25 de abril de 2014 por altura das celebrações dos 40 anos da revolução. Mural que não resistiu ao tempo, sendo reinterpretado em 2023 Fotografia pub. por Manuel Correia, 2 de outubro de 2025. Universidade Nova, Avenida de Berna, Lisboa, Portugal. Fernando José Salgueiro Maia nasceu em 1 jul. 1944, em Castelo de Vide e morreu em 3 abr. 1992, no Hospital Militar de Belém (Lisboa). Depois de frequentar a Academia Militar […]
Palácio dos Távoras, 1690 a 1750 e seguintes, Câmara Municipal de Mirandela, Bragança, Portugal.
Palácio dos Távoras. 1690 a 1750 e seguintes. Câmara Municipal de Mirandela. Fotografia de 5 de agosto de 2017. Mirandela, Portugal O Paço dos Távoras em Mirandela foi reedificado no século XVII, provavelmente, no mesmo local da velha alcáçova de D. Diniz, de 1282. As casas foram tendo tido obras, como em 1709, quando se levantou outra fachada, ainda alterada nos anos seguintes. Com a queda dos Távoras os bens passam aos conde de São Vicente, Cunha e Távora, que em 1860 fazem obras e, em 1863, ali colocam as suas armas. A Câmara instala-se ali em 1910, no piso […]
Lápide da fachada do palácio dos marqueses da Ribeira Grande em homenagem a D. João Zarco da Câmara, 1922, Rua da Junqueira, Lisboa, Portugal.
Lápide da fachada do palácio dos marqueses da Ribeira Grande Homenagem a D. João Maria Evangelista Gonçalves Zarco da Câmara (1852-1908): Em 27 de dezembro de 1852 nasceu nesta casa o poeta e dramaturgo D. João Gonçalves Zarco da Câmara, que faleceu em 8-1-1908 Escritor bem português,o seu nome viverá em todos os tempos na representação das suas imortais peças D. Afonso VI, Alcácer Quibir, Os Velhos e outras. A Câmara Municipal de Lisboa em 27 de dezembro de 1922 mandou colocar esta lápide como preito de homenagem da cidade ao ilustre escritor. Fotografia de Manuel Correia, 2 de outubro […]
Brasão de armas do palácio dos marqueses da Ribeira Grande, 1855 (c.) e seguintes, Rua da Junqueira, Lisboa, Portugal.
Brasão de armas do palácio dos marqueses da Ribeira Grande Campanha de 1855 (c.) e seguintes. Fotografia de Manuel Correia, 2 de outubro de 2025. MACAM Hotel, Rua da Junqueira, Lisboa, Portugal. O inicial palácio foi construído no início do século XVIII pelos marquês de Nisa, D. Francisco Luís Baltasar da Gama (1637-1707), também 6.º conde da Vidigueira, por 1701, embora logo por 1730 (c.), o 4º marquês de Nisa (pelo seu casamento com a herdeira desta casa), D. Nuno Teles da Silva (1709-1739), venda o palácio a D. José Zarco da Câmara (1712-1757), 4º conde da Ribeira Grande, cujas […]
Bloco central da fachada do palácio dos condes e depois marqueses da Ribeira Grande, 1740 (c.) e seguintes, Rua da Junqueira, Lisboa, Portugal.
Bloco central do palácio dos condes e depois marqueses da Ribeira Grande Campanha de 1740 (c.) e seguintes. Fotografia de Manuel Correia, 2 de outubro de 2025. MACAM Hotel, Rua da Junqueira, Lisboa, Portugal. O inicial palácio foi construído no início do século XVIII pelos marquês de Nisa, D. Francisco Luís Baltasar da Gama (1637-1707), também 6.º conde da Vidigueira, por 1701, embora logo por 1730 (c.), o 4º marquês de Nisa (pelo seu casamento com a herdeira desta casa), D. Nuno Teles da Silva (1709-1739), venda o palácio a D. José Zarco da Câmara (1712-1757), 4º conde da Ribeira […]
Palácio dos condes e depois marqueses da Ribeira Grande, 1740 (c.) e seguintes, Rua da Junqueira, Lisboa, Portugal.
Palácio dos condes e depois marqueses da Ribeira Grande Campanha de 1740 (c.) e seguintes. Fotografia de Manuel Correia, 2 de outubro de 2025. MACAM Hotel, Rua da Junqueira, Lisboa, Portugal. O inicial palácio foi construído no início do século XVIII pelos marquês de Nisa, D. Francisco Luís Baltasar da Gama (1637-1707), também 6.º conde da Vidigueira, por 1701, embora logo por 1730 (c.), o 4º marquês de Nisa (pelo seu casamento com a herdeira desta casa), D. Nuno Teles da Silva (1709-1739), venda o palácio a D. José Zarco da Câmara (1712-1757), 4º conde da Ribeira Grande, cujas armas […]
Máscara elmo lipiko Makonde, 1940 (c.), Planalto de Mueda, Moçambique
Máscara elmo lipiko Makonde. Makonde Helmet mask “lipiko”, Mozambique. Madeira entalhada e patinada, rebaixada para aplicação de cabelo natural e decorada com a aplicação das tatuagens em massa com cera. Escultor Makonde, 1940 (c.), Planalto de Mueda, Moçambique. Pub. Parcuns des monds, Paris, 2025, França. Utilizada tradicionalmente em danças mapiko por rapazes recém-iniciados ou por homens durante as mesmas cerimónias. O complexo do mapico ou mapiko é um conjunto de crenças e atividades de natureza ritual, visando principalmente o controle social. O mapico é a figura mais importante da cultura Makonde, ou Wamakonde, que envolve uma população de cerca de […]
Travesseiro Shona do leilão Sotheby’s, Paris, abril de 2022, 1940 (c.), Moçambique ou Zimbabwe.
Travesseiro de cabeça mutsago. Shona Headrest, Zimbabwe Madeira entalhada e patinada, 11 cm Escultor Shona, 1940 (c.), Moçambique ou Zimbabwe Proveniente de coleção Douglas Barrett, Little Barrington, 2005; Edric van Vredenburgh Collection, acquired from the above in 2005; Exposto na BRUNEAF, Bruxelles, La tête dans les étoiles. Appuis-nuque d’Afrique et d’ailleurs, 6-10 June 2012 e publicado por Loos Pierre, Bayet Thomas et Caltaux Sophie, La tête dans les étoiles. Appuis-nuque d’Afrique et d’ailleurs, BRUNEAF, 2012 : p. 136. Leilão Sotheby’s, Paris, African, Oceanic, And Pre-Columbian Art, 4 de dezembro de 2022, lote 10, avaliado entre 1.000 e 1.500 euros. Dentro […]
Travesseiro Shona do leilão Sotheby’s, NY, dezembro de 2020, 1940 (c.), Moçambique ou Zimbabwe.
Travesseiro de cabeça mutsago. Shona Headrest, Zimbabwe Madeira entalhada e patinada, 15,9 cm Escultor Shona, 1940 (c.), Moçambique ou Zimbabwe Proveniente de coleção privada de Vancouver, Canadá. Leilão Sotheby’s, Nova Iorque, African, Oceanic, And Pre-Columbian Art, 4 de dezembro de 2020, lote 69, avaliado entre 7.000 e 10.000 USD, USA.. Dentro das tradições africanas da elaboração de complicados toucados, muitas vezes, recorrendo, inclusivamente, à utilização de barro e à aplicação de búzios, por exemplo, tal obrigava à utilização deste tipo de apoio para dormir, de forma que, no dia seguinte, se não tivesse de repetir a montagem do toucado.
Travesseiro Shona da antiga coleção Udo Horstmann, 1920 (c.), Moçambique ou Zimbabwe.
Travesseiro de cabeça mutsago. Shona Headrest, Zimbabwe Madeira entalhada e patinada, 11 x 14 x 5 cm. Escultor Shona, 1920 (c.), Proveniente da coleção Udo Horstmann (1941-), Zug, Switzerland; Odilon Audouin Collection, France, 2021; Duende Art Projects, Antwerp, Belgium, 2021 Moçambique ou Zimbabwe. Dentro das tradições africanas da elaboração de complicados toucados, muitas vezes, recorrendo, inclusivamente, à utilização de barro e à aplicação de búzios, por exemplo, tal obrigava à utilização deste tipo de apoio para dormir, de forma que, no dia seguinte, se não tivesse de repetir a montagem do toucado.
Pormenor da lança de aparato com chefe tchokwe Mwanangana da galeria Dulon de Paris, 1900 (c.), Lunda, Angola
Chefe Chokwe como base de lança de aparato Mwanangana, o proprietário e vigilante da terra. Madeira esculpida e patinada, com aplicação pontual de cabelo como barba e haste de ferro, 112.4 cm. (total) Escultor Chokwe, Tchokwe ou Quioco, 1900 (c.), Lunda, Leste de Angola. Proveniente da coleção de Doris et Eric Beyersdorf (1937-2007), New-York; Fondation Yuto, Genève; Collection Privée, New-York. Publicada in Constantine Petridis, Art and Power in the Central African Savanna, Cleveland: Cleveland Museum of Art and Brussels: Mercator Fonds, 2008, PP. 91 and 109, no. 77; Alisa LaGamma, Genesis: Ideas of Origin in African Sculpture. New Haven and […]
Pormenor da lança de aparato com chefe tchokwe Mwanangana da galeria Dulon de Paris, 1900 (c.), Lunda, Angola
Chefe Chokwe como base de lança de aparato Mwanangana, o proprietário e vigilante da terra. Madeira esculpida e patinada, com aplicação pontual de cabelo como barba e haste de ferro, 112.4 cm. (total) Escultor Chokwe, Tchokwe ou Quioco, 1900 (c.), Lunda, Leste de Angola. Proveniente da coleção de Doris et Eric Beyersdorf (1937-2007), New-York; Fondation Yuto, Genève; Collection Privée, New-York. Publicada in Constantine Petridis, Art and Power in the Central African Savanna, Cleveland: Cleveland Museum of Art and Brussels: Mercator Fonds, 2008, PP. 91 and 109, no. 77; Alisa LaGamma, Genesis: Ideas of Origin in African Sculpture. New Haven and […]
Pormenor da lança de aparato com chefe tchokwe Mwanangana da galeria Dulon de Paris, 1900 (c.), Lunda, Angola
Chefe Chokwe como base de lança de aparato Mwanangana, o proprietário e vigilante da terra. Madeira esculpida e patinada, com aplicação pontual de cabelo como barba e haste de ferro, 112.4 cm. (total) Escultor Chokwe, Tchokwe ou Quioco, 1900 (c.), Lunda, Leste de Angola. Proveniente da coleção de Doris et Eric Beyersdorf (1937-2007), New-York; Fondation Yuto, Genève; Collection Privée, New-York. Publicada in Constantine Petridis, Art and Power in the Central African Savanna, Cleveland: Cleveland Museum of Art and Brussels: Mercator Fonds, 2008, PP. 91 and 109, no. 77; Alisa LaGamma, Genesis: Ideas of Origin in African Sculpture. New Haven and […]
Lança de aparato com chefe tchokwe Mwanangana da galeria Bernard Dulon de Paris, 1900 (c.), Lunda, Angola
Lança de aparato com chefe Chokwe. Mwanangana, o proprietário e vigilante da terra. Madeira esculpida e patinada, com aplicação pontual de cabelo como barba e haste de ferro, 112.4 cm. Escultor Chokwe, Tchokwe ou Quioco, 1900 (c.), Lunda, Leste de Angola. Proveniente da coleção de Doris et Eric Beyersdorf (1937-2007), New-York; Fondation Yuto, Genève; Collection Privée, New-York. Publicada in Constantine Petridis, Art and Power in the Central African Savanna, Cleveland: Cleveland Museum of Art and Brussels: Mercator Fonds, 2008, PP. 91 and 109, no. 77; Alisa LaGamma, Genesis: Ideas of Origin in African Sculpture. New Haven and London: Yale University […]
Chefe tchokwe Mwanangana tocando quissanje do MET de Nova Iorque, 1869 (c.), Lunda, Angola
Figura de chefe sentado com quissanje. Mwanangana, o proprietário e vigilante da terra. Madeira esculpida e patinada, com fibras e barbas, 42.5 × 12.7 × 14 cm. Escultor Chokwe, Tchokwe ou Quioco, 1869 (c.). Lunda, Leste de Angola. Rogers Fund., 1988. Museu Metropolitano de Nova Yorque (MET 1988.157), Estados Unidos da América. O ancestral dos Chokwe é o herói cultural Chibinda Ilunga, lendário caçador, em princípio, Luba e que tendo casado com a rainha Lunda Lueji A’Nkonde (c. 1635- c. 1670), deram origem ao reino Chokwe, que se separa assim do velho reino Lunda. Beneficiando do comércio de marfim, borracha, cera […]
Chefe tchokwe Mwanangana tocando quissanje New Orleans Musem of Art (NOMA), 1920 (c.), Lunda, Angola
Chefe tchokwe tocando quissanje. Mwanangana, o proprietário e vigilante da terra tocando Sanza (kaponya) Madeira entalhada e patinada, 28.8 x 11.7 x 11.7 cm. Escultor Tchokwe, Chokwe ou Quioco, 1920 (c.). Lunda, Angola ou Congo. Bequest of Victor K. Kiam, 77.135 (cat. 86) New Orleans Musem of Art (NOMA), Estados Unidos da América. O ancestral dos Chokwe é o herói cultural Chibinda Ilunga, lendário caçador, em princípio, Luba e que tendo casado com a rainha Lunda Lueji A’Nkonde (c. 1635- c. 1670), deram origem ao reino Chokwe, que se separa assim do velho reino Lunda. Beneficiando do comércio de marfim, borracha, cera […]
Máscara elmo Makonde em cerâmica da galeria Tribal Gathering, Londres, 1950 (c.), Moçambique ou Tanzânia
Máscara elmo Makonde em cerâmica 1950’s Ceremonial Terracotta Mask. Makonde Culture, Mozambique. Cerâmica moldada e patinada, 36 cm. Máscara com aplicação de cabelo natural, adorno de orelha e grande relevo para o nndoma ou ndonya (adorno labial) Escultor ou escultora Makonde, 1950 (c.), Moçambique ou Tanzânia (?). Tribal Gathering (£ 1450), Londres, Inglaterra. Os Makondes são um povo da África oriental que habita 3 planaltos do norte de Moçambique, as margens do Rovuma e o sul da Tanzânia, na ordem de 1.260.000 indivíduos, mantendo ainda aspetos da sua religião animista tradicional, embora a maior parte da população seja hoje cristã. Têm […]
Máscara elmo Makonde em cerâmica da galeria Tribal Gathering, Londres, 1950 (c.), Moçambique ou Tanzânia
Máscara elmo Makonde em cerâmica 1950’s Ceremonial Terracotta Mask. Makonde Culture, Mozambique. Cerâmica moldada e patinada, 36 cm. Máscara com aplicação de cabelo natural, adorno de orelha e grande relevo para o nndoma ou ndonya (adorno labial) Escultor ou escultora Makonde, 1950 (c.), Moçambique ou Tanzânia (?). Tribal Gathering (£ 1450), Londres, Inglaterra. Os Makondes são um povo da África oriental que habita 3 planaltos do norte de Moçambique, as margens do Rovuma e o sul da Tanzânia, na ordem de 1.260.000 indivíduos, mantendo ainda aspetos da sua religião animista tradicional, embora a maior parte da população seja hoje cristã. Têm […]
Máscara elmo Makonde em cerâmica da galeria Tribal Gathering, Londres, 1950 (c.), Moçambique ou Tanzânia
Máscara elmo Makonde em cerâmica 1950’s Ceremonial Terracotta Mask. Makonde Culture, Mozambique. Cerâmica moldada e patinada, 36 cm. Máscara com aplicação de cabelo natural, adorno de orelha e grande relevo para o nndoma ou ndonya (adorno labial) Escultor ou escultora Makonde, 1950 (c.), Moçambique ou Tanzânia (?). Tribal Gathering (£ 1450), Londres, Inglaterra. Os Makondes são um povo da África oriental que habita 3 planaltos do norte de Moçambique, as margens do Rovuma e o sul da Tanzânia, na ordem de 1.260.000 indivíduos, mantendo ainda aspetos da sua religião animista tradicional, embora a maior parte da população seja hoje cristã. Têm […]
Máscara elmo Makonde em cerâmica da galeria Tribal Gathering, Londres, 1950 (c.), Moçambique ou Tanzânia
Máscara elmo Makonde em cerâmica 1950’s Ceremonial Terracotta Mask. Makonde Culture, Mozambique. Cerâmica moldada e patinada, 36 cm. Máscara com aplicação de cabelo natural, adorno de orelha e grande relevo para o nndoma ou ndonya (adorno labial) Escultor ou escultora Makonde, 1950 (c.), Moçambique ou Tanzânia (?). Tribal Gathering (£ 1450), Londres, Inglaterra. Os Makondes são um povo da África oriental que habita 3 planaltos do norte de Moçambique, as margens do Rovuma e o sul da Tanzânia, na ordem de 1.260.000 indivíduos, mantendo ainda aspetos da sua religião animista tradicional, embora a maior parte da população seja hoje cristã. Têm […]
Máscara elmo Makonde em cerâmica da galeria Tribal Gathering, Londres, 1950 (c.), Moçambique ou Tanzânia
Máscara elmo Makonde em cerâmica 1950’s Ceremonial Terracotta Mask. Makonde Culture, Mozambique. Cerâmica moldada e patinada, 36 cm. Máscara com aplicação de cabelo natural, adorno de orelha e grande relevo para o nndoma ou ndonya (adorno labial) Escultor ou escultora Makonde, 1950 (c.), Moçambique ou Tanzânia (?). Tribal Gathering (£ 1450), Londres, Inglaterra. Os Makondes são um povo da África oriental que habita 3 planaltos do norte de Moçambique, as margens do Rovuma e o sul da Tanzânia, na ordem de 1.260.000 indivíduos, mantendo ainda aspetos da sua religião animista tradicional, embora a maior parte da população seja hoje cristã. Têm […]
Escola Secundária Francisco Franco, antiga Escola Industrial, 1957 a 1960 (c.), Funchal, ilha da Madeira
Escola Secundária Francisco Franco. Antiga Escola Industrial e Comercial do Funchal. Alvenaria pintada e cantaria aparente, projeto do arquiteto António do Couto Martins (1887-1970), 1957 (c.) Fachada com a escultura da Alegoria ao Trabalho de António Aragão (1921-2008), 1958 (c.) Fotografia da Escola Secundária Francisco Franco de 2013. Rua João de Deus, Funchal, ilha da Madeira. António Manuel de Sousa Aragão Mendes Correia (São Vicente, ilha da Madeira, 21 set. 1921; Funchal, 11 ago. 2008). Filho de Henrique Agostinho Aragão Mendes Correia e de Maria José de Sousa, frequentou o Liceu Jaime Moniz, a Escola Superior de Belas Artes e […]
Cruz processional manuelina do Funchal, 1520 a 1525 (c.), Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa, novembro de 2017, Portugal
Cruz processional manuelina do Funchal. Prata lavrada e parcialmente dourada, 127 x 55 cm. Oficina portuguesa de Gil Vicente (?), 1520 a 1525. Dada como oferta do rei D. Manuel (1469-1521) à sé do Funchal depois da sua sagração em 1514, mas logo mandada pagar pela fábrica do Funchal e só chegando no reinado de D. João III (1502-1557). Em segundo plano, tábuas do retábulo de Santo António da sé do Funchal, mas reaproveitados de outro retábulo da oficina de Miguel Coxcie (1499-1592) (atr.), 1580 (c.).. Exposição As Ilhas do Ouro Branco, Encomenda Artística na Madeira (Séculos XV a XVI) […]
Óleos de Rui Carita, 1991, Paço Episcopal do Funchal, 2023, ilha da Madeira
Óleos de Rui Carita São Miguel Arcanjo e São Tiago Menor, padroeiro do Funchal O último foi substituído em 2025 pela versão de Nossa Senhora do Monte, quadro oferecido ao papa João Paulo II (1920-2005), na visita ao Funchal de 12 de maio de 1991 e até então na residência de D. Teodoro Faria (1930-2025) Técnica mista e folha-de-ouro sobre tela, 1991. Visita dos elementos da CDU com o ex-padre Edgar Silva a D. Nuno Brás, bispo do Funchal em 2023. Paço Episcopal do Funchal, ilha da Madeira. Rui Alexandre Carita Silvestre (1946-) nasceu perto de Tomar, filho de um […]
Boca de fogo inglesa do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho, outubro de 2025, Funchal, ilha da Madeira.
Boca de fogo naval inglesa do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho. Ferro fundido, 3,0 metros; arsenal inglês, 1740 (c.). Monograma de George Rex 2 coroado; Jorge II de Inglaterra (Hanôver, 10 nov. 1683; subida ao trono, 11 jun. 1726; Londres, 25 de out. 1760). Projeto do Atelier RH+ ARQUITECTOS, parceria entre Roberto Castro, Hugo Gil Jesus, Cristina Perdigão e outros, 2018 (c.). Fotografia de Rui Marote, 8 de outubro de 2025. Largo do Pelourinho, Funchal, ilha da Madeira. As antigas fortalezas costeiras das ilhas e costas do Atlântico, mas também do Índico e do […]
Boca de fogo inglesa do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho, outubro de 2025, Funchal, ilha da Madeira.
Boca de fogo naval inglesa do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho. Ferro fundido, 3,0 metros; arsenal inglês, 1740 (c.). Monograma de George Rex 2 coroado; Jorge II de Inglaterra (Hanôver, 10 nov. 1683; subida ao trono, 11 jun. 1726; Londres, 25 de out. 1760). Projeto do Atelier RH+ ARQUITECTOS, parceria entre Roberto Castro, Hugo Gil Jesus, Cristina Perdigão e outros, 2018 (c.). Fotografia de Rui Marote, 8 de outubro de 2025. Largo do Pelourinho, Funchal, ilha da Madeira. As antigas fortalezas costeiras das ilhas e costas do Atlântico, mas também do Índico e do […]
Muralha do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho remontada sobre a Ribeira de Santa Luzia, julho de 2023, Funchal, ilha da Madeira.
Muralha do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho remontada sobre a Ribeira de Santa Luzia. Sequência da escavação dirigida pelo arqueólogo Daniel Sousa (2011 a 2022) e projeto das obras do Savoy Residence Insular. Fotografia de Rui Marote, julho de 2023. Praça da Autonomia, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia do Forte de São Filipe: 1572: Regimento de Fortificação determinando a Mateus Fernandes a construção de uma muralha ao longo da Ribeira de João Gomes e a construção de “estância” na foz da ribeira e na muralha da frente mar, “no calhau, junto de Nossa Senhora, abaixo da ponte […]
Visita do presidente do Governo ao núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho, junho de 2023, Funchal, ilha da Madeira.
Visita do presidente do governo Miguel Albuquerque ao núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho. Escavação dirigida pelo arqueólogo Daniel Sousa (2011 a 2022) e núcleo arqueológico remontado em 2023 na sequência das obras do Savoy Residence. Projeto do Atelier RH+ ARQUITECTOS, parceria entre Roberto Castro, Hugo Gil Jesus, Cristina Perdigão e outros, 2018 (c.). Fotografia de Hélder Santos, ASPRESS, 27 de junho de 2023. Largo do Pelourinho, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia do Forte de São Filipe: 1572: Regimento de Fortificação determinando a Mateus Fernandes a construção de uma muralha ao longo da Ribeira de […]
Interior do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho, outubro de 2025, Funchal, ilha da Madeira.
Interior do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho. Escavação dirigida pelo arqueólogo Daniel Sousa (2011 a 2022) e núcleo arqueológico remontado em 2023 na sequência das obras do Savoy Residence. Projeto do Atelier RH+ ARQUITECTOS, parceria entre Roberto Castro, Hugo Gil Jesus, Cristina Perdigão e outros, 2018 (c.). Fotografia de Rui Marote, 8 de outubro de 2025. Largo do Pelourinho, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia do Forte de São Filipe: 1572: Regimento de Fortificação determinando a Mateus Fernandes a construção de uma muralha ao longo da Ribeira de João Gomes e a construção de “estância” […]
Entrada do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho, novembro de 2023, Funchal, ilha da Madeira.
Entrada do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho. Boca de fogo inglesa acidentada em ferro fundido, 2,40 mts. (faltando a câmara), arsenal inglês, 1720 (c.) Exumada em contexto arqueológico do extramuro do alambor filipino do Forte de São Filipe, fixada ao alto, na zona do desenvolvimento das marés, escavação dirigida pelo arqueólogo Daniel Sousa (2011 a 2022), remontada em 2023 na sequência das obras do Savoy Residence. Projeto do Atelier RH+ ARQUITECTOS, parceria entre Roberto Castro, Hugo Gil Jesus, Cristina Perdigão e outros, 2018 (c.). Fotografia de Paulo Camacho, 30 de novembro de 2023. Largo […]
Entrada do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho, outubro de 2025, Funchal, ilha da Madeira.
Entrada do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho. Boca de fogo inglesa acidentada em erro fundido, 2,40 mts. (faltando a câmara), arsenal inglês, 1720 (c.) Exumada em contexto arqueológico do extramuro do alambor filipino do Forte de São Filipe, fixada ao alto, na zona do desenvolvimento das marés, escavação dirigida pelo arqueólogo Daniel Sousa (2011 a 2022), remontada em 2023 na sequência das obras do Savoy Residence. Projeto do Atelier RH+ ARQUITECTOS, parceria entre Roberto Castro, Hugo Gil Jesus, Cristina Perdigão e outros, 2018 (c.). Fotografia de Rui Marote, 8 de outubro de 2025. Largo […]
Entrada do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho, outubro de 2025, Funchal, ilha da Madeira.
Entrada do núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho. Boca de fogo inglesa acidentada em erro fundido, 2,40 mts. (faltando a câmara), arsenal inglês, 1720 (c.) Exumada em contexto arqueológico do extramuro do alambor filipino do Forte de São Filipe, fixada ao alto, na zona do desenvolvimento das marés, escavação dirigida pelo arqueólogo Daniel Sousa (2011 a 2022), remontada em 2023 na sequência das obras do Savoy Residence. Projeto do Atelier RH+ ARQUITECTOS, parceria entre Roberto Castro, Hugo Gil Jesus, Cristina Perdigão e outros, 2018 (c.). Fotografia de Rui Marote, 8 de outubro de 2025. Largo […]
Núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho, outubro de 2025, Funchal, ilha da Madeira.
Núcleo museológico do Forte de São Filipe do largo do Pelourinho. Obras de reformulação da foz da Ribeira de Santa Luzia com escavações arqueológicas pontuais de emergência dirigidas pelo arqueólogo Daniel Sousa, 2011 a 2022. Projeto do Atelier RH+ ARQUITECTOS, parceria entre Roberto Castro, Hugo Gil Jesus, Cristina Perdigão e outros, 2018 (c.). Fotografia de Rui Marote, 8 de outubro de 2025. Largo do Pelourinho, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia: 1572: Regimento de Fortificação determinando a Mateus Fernandes a construção de uma muralha ao longo da Ribeira de João Gomes e a construção de “estância” na foz da ribeira e […]
Vítor Serrão em casa, Vale de Santarém, setembro de 2025, Portugal
Vítor Serrão em casa e no meio dos livros (28 dez. 1952-). Casa que foi do pai, professor doutor Joaquim Veríssimo Serrão (1925-2020) Fotografia de 30 de setembro de 2025. Vale de Santarém, Portugal Vitor Serrão (28 dez. 1952-) é uma referência no campo da História da Arte em Portugal. Doutorado pela Universidade de Coimbra, é Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e coordenador do Instituto de História da Arte e da sua Revista Artis. Especializou-se no estudo da pintura portuguesa renascentista, maneirista e barroca, bem como em Teoria da Arte e no campo da salvaguarda […]
Óleos de Rui Carita, 1991, Paço Episcopal do Funchal, outubro de 2025, ilha da Madeira
Óleos de Rui Carita São Miguel Arcanjo e Nossa Senhora do Monte Versão do quadro oferecido ao papa João Paulo II (1920-2005), na visita ao Funchal de 12 de maio de 1991 Técnica mista e folha-de-ouro sobre tela, 1991. Visita dos elementos do sindicato democrático dos professores a D. Nuno Brás, bispo do Funchal, em outubro de 2025. Paço Episcopal do Funchal, ilha da Madeira. Rui Alexandre Carita Silvestre (1946-) nasceu perto de Tomar, filho de um oficial da Força Aérea, então em serviço na Base Aérea de Tancos. Aluno do Colégio Militar, seguiu a carreira militar e prestou serviço […]
Obras no Palácio de São Lourenço, campanha de outubro de 2025, Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira.
Obras de reabilitação no Palácio de São Lourenço. Varanda corrida das obras de ampliação de 1795 (c.) efetuadas pelo engenheiro António Vila Vicêncio (c. 1720-1796), natural das Canárias e na Madeira, como pintor, desde 1750 e sob encomenda do governador D. Diogo Pereira Forjaz Coutinho (23 mar. 1726; posse, 15 nov. 1781; fal. 30 mar. 1798). Fotografia de Emanuel Silva, 8 de outubro de 2025. Palácio e fortaleza de São Lourenço, Avenida Zarco do Funchal, ilha da Madeira. Foi assinado a 8 de outubro de 2025 no Gabinete do Representante da República o auto de consignação relativo à empreitada “Acessibilidades […]
Travesseiro de cabeça mutsago do leilão Sotheby’s, NY, maio de 2016, trabalho Tsonga, 1930 (c.), Moçambique
Travesseiro de cabeça mutsago. Tsonga Headrest, Mozambique Madeira entalhada e patinada, 15 cm Escultor Tsonga, 1930 (c.), Moçambique Proveniente da coleção de Kurt Delbanco (1909-2007), New York, acquired at 1985; Leslie Sacks (1952-2013), Los Angeles, acquired at 2003; publicado por Amanda M. Maples (ed.), African Art from the Leslie Sacks Collection: Refined Eye, Passionate Heart, Milan, 2013, p. 44-45, fig. 7. Leilão Sotheby’s, Nova Iorque, African, Oceanic, And Pre-Columbian Art, 2 de maio de 2016, lote 90, avaliado entre 6.000 e 9.000 USD, USA. Dentro das tradições africanas da elaboração de complicados toucados, muitas vezes, recorrendo, inclusivamente, à utilização de […]
Travesseiro de cabeça mutsago do leilão Sotheby’s, NY, maio de 2016, trabalho Tsonga, 1930 (c.), Moçambique
Travesseiro de cabeça mutsago. Tsonga Headrest, Mozambique Madeira entalhada e patinada, 13 cm Escultor Tsonga, 1930 (c.), Moçambique Proveniente da coleção de Joseph Wolpe (1915-1997), Cape Town; Leslie Sacks (1952-2013), Los Angeles, acquired at 2002; publicado por Amanda M. Maples (ed.), African Art from the Leslie Sacks Collection: Refined Eye, Passionate Heart, Milan, 2013, p. 49, fig. 11. Leilão Sotheby’s, Nova Iorque, African, Oceanic, And Pre-Columbian Art, 2 de maio de 2016, lote 89, avaliada entre 8.000 e 12.000 USD, USA. Dentro das tradições africanas da elaboração de complicados toucados, muitas vezes, recorrendo, inclusivamente, à utilização de barro e à […]
Travesseiro de cabeça mutsago do leilão Sotheby’s, NY, maio de 2016, trabalho Tsonga, 1930 (c.), Moçambique
Travesseiro de cabeça mutsago. Tsonga Headrest, Mozambique Madeira entalhada e patinada, 13,5 cm Escultor Tsonga, 1930 (c.), Moçambique Proveniente da coleção Private Collection, England; Sotheby’s, New York, November 21, 1996, lot 318, consigned by the above; Kurt Delbanco (1909-2007), New York, acquired at the above auction; Leslie Sacks (1952-2013), Los Angeles, acquired at 2002; publicado por Amanda M. Maples (ed.), African Art from the Leslie Sacks Collection: Refined Eye, Passionate Heart, Milan, 2013, p. 48, fig. 12. Leilão Sotheby’s, Nova Iorque, African, Oceanic, And Pre-Columbian Art, 2 de maio de 2016, lote 88, avaliada entre 7.000 e 10.000 USD, USA. […]
Travesseiro Shona do leilão Sotheby’s, NY, maio de 2016, 1920 (c.), Moçambique ou Zimbabwe.
Travesseiro de cabeça mutsago. Shona Headrest, Zimbabwe Madeira entalhada e patinada, 13 cm Escultor Shona, 1920 (c.), Moçambique ou Zimbabwe Proveniente da coleção Louis Carré (1897-1977), Paris; J. B. Neumann (Israel Neumann, 1887-1961), New Art Circle Gallery, New York, presumably acquired from the above; A. N. Spanel, Princeton, acquired from the above circa 1943; Sotheby’s, New York, May 15, 2003, lot 100, consigned by the above; Leslie Sacks (1952-2013), Los Angeles, acquired at the above auction; publicado por Amanda M. Maples (ed.), African Art from the Leslie Sacks Collection: Refined Eye, Passionate Heart, Milan, 2013, p. 47, fig. 9. Leilão […]
Máscara elmo Makonde em cerâmica do Die Neue Sammlung, The Design Museum de Munique, 1970, Tanzânia
Máscara elmo Makonde em cerâmica Makonde Terracotta Mask, Mozambique or Tanzania. Cerâmica moldada e patinada. Escultor ou escultora Makonde, 1970 (c.), Tanzânia (?). Fotografia de Hannes Rohrer. Die Neue Sammlung (Inv. 1877/2019), The Design Museum de Munique, Alemanha. Os Makondes são um povo da África oriental que habita 3 planaltos do norte de Moçambique, as margens do Rovuma e o sul da Tanzânia, na ordem de 1.260.000 indivíduos, mantendo ainda aspetos da sua religião animista tradicional, embora a maior parte da população seja hoje cristã. Têm como atividades principais, a agricultura e, hoje, são essencialmente conhecidos pela sua escultura, onde […]
Máscara elmo Makonde em cerâmica do leilão Sotheby’s, Nova Iorque, 2016, 1970, Tanzânia
Máscara elmo Makonde em cerâmica Makonde Terracotta Mask, Mozambique or Tanzania. Cerâmica moldada e patinada com aplicação de cabelo natural, 16 cm. Escultor ou escultora Makonde, 1970 (c.), Tanzânia (?). Proveniente de coleção Karl-Ferdinand Schaedler, Munich, acquired in the late 1970’s; exposta no Grassi Museum für Völkerkunde, Leipzig, Kunst aus Ostafrika/Art of East Africa, September 10, 2004 – January 2, 2005. Comparing literature: Giselher Blesse, Kunst aus Ostafrika/Art of East Africa, Leipzig, 2004, p. 29; Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Os Macondes de Moçambique., 3 vols., Vol. I, Aspectos Históricos e Económicos (somente referenciado como de Jorge Dias); Vol. II, Cultura […]
Máscara Makonde facial em cerâmica, 1970, Tanzânia
Máscara Makonde facial em cerâmica Makonde Terracotta Mask, Mozambique or Tanzania. Cerâmica moldada e patinada com aplicação de cabelo natural, 22,5 cm. Escultor ou escultora Makonde, 1970 (c.), Tanzânia (?). Proveniente de coleção Karl-Ferdinand Schaedler, Munich, acquired in the late 1970s; Museum für Völkerkunde, Vienna, Götter Geister Ahnen. Afrikanische Skulpturen in deutschen Privatsammlungen, March 23 – July 24, 1994. Comparing literature: Karl-Ferdinand Schaedler, Götter Geister Ahnen. Afrikanische Skulpturen in deutschen Privatsammlungen (an addendum to Gods, Spirits, Ancestors: African Sculpture from Private German Collections), Vienna, 1994, p. 30, no. 302; Ibidem, Afrikanische Kunst. Von der Frühzeit bis heute, Munich, 1997, p. 316, no. 215; Jorge Dias […]
Carros de bois na ponte do Ribeiro Seco junto do Hotel Nova Avenida, 1950 a 1960, Funchal, ilha da Madeira
Carros de bois junto do Hotel Nova Avenida. Bilhete-postal, 1950 para 1960. Antiga residência da família de Francisco Conceição Rodrigues (1885-1943) e actual Conservatório de Música da Madeira. Ponte do Ribeiro Seco, Funchal, Ilha da Madeira. Com a expansão da cidade para poente, a antiga residência de Francisco Conceição Rodrigues (1885-1943), que fora diretor do Diário de Notícias, junto da Ponte do Ribeiro Seco e na Rua do Favila, cuja construção foi interrompida em 1927, com a saída do mesmo do Funchal foi alugada para turismo. O edifício de 2 pisos e ampla varanda corrida ao longo da fachada viria […]
Distinções turísticas da Câmara Municipal do Funchal, 2025, 26 de setembro de 2025, Dia Mundial do Turismo, Funchal, ilha da Madeira
Distinções turísticas da Câmara Municipal do Funchal, 2025 Bruno Pereira (CMF), António Trindade (1948-) (Grupo Porto Bay), Cristina Pedra (CMF), Alberto Silva (Associação de Barmen da Madeira), Ricardo Pinto Correia (Teleféricos da Madeira) e outros do executivo camarário. Fotografia de Funchal Notícias. Átrio dos Paços do Concelho do Funchal, 26 de setembro de 2025, Dia Mundial do Turismo, Funchal, ilha da Madeira. António Trindade (Funchal, 1 jan. 1948-), com mais de 70 anos, mantém-se como figura de destaque no desenvolvimento da hotelaria nacional nas últimas três décadas, liderando um grupo com 12 hotéis em Portugal (sete na Madeira, dois em […]
Banco de soba com Pensadores Chokwe da Poisson & Associes, Paris, trabalho de 1940 (c.), Leste de Angola.
Banco de soba com Pensadores Chokwe. Caryatid stool, Angola, Chokwe. Madeira entalhada e patinada, 30 x 23 x 26 cm. Escultor Chokwe, 1940 (c.), Leste de Angola. Coleção da Poisson & Associes, Paris, França. A primeira referência a uma figura nesta posição foi de José Redinha (1905-1983), primeiro diretor do museu do Dundo, como encontrada em 1936, no Chitato, a 30 minutos da cidade do Dundo, num cesto de adivinhação (Ngombo), medindo 16 centímetros. Nos anos seguintes apareceram outras e noutros contextos, como em pentes e apitos tchokwe, mas também como esculturas dos outros grupos confinantes com os Tchokwe, como […]
Máscara elmo lipiko Makonde, trabalho de 1950 (c.), Planalto de Mueda, Moçambique.
Máscara elmo lipiko Makonde. Makonde Helmet mask “lipiko”, Mozambique. Madeira entalhada e patinada, rebaixada para aplicação de cabelo natural, 27,5 cm. Escultor Makonde, 1950 (c.), Planalto de Mueda, Moçambique. Pub. Philippe Bourgoin, Art Tribal, “Cheveux Chéris. Frivolités et Trophées”, 25 de julho de 2018. Utilizada tradicionalmente em danças mapiko por rapazes recém-iniciados ou por homens durante as mesmas cerimónias. O complexo do mapico ou mapiko é um conjunto de crenças e atividades de natureza ritual, visando principalmente o controle social. O mapico é a figura mais importante da cultura Makonde, ou Wamakonde, que envolve uma população de cerca de 500 […]
Adorno de cabeça Peixe Serra, “Pis serra” dos Bijagó da antiga coleção Marceau Rivière, trabalho de 1950 (c.), arquipélago dos Bijagós, Guiné-Bissau.
Adorno de cabeça Peixe Serra, Pis serra. Sawfish mask Guinea-Bissau, Bidjogo Bidjogo Sawfish Headdress (Kaissi). Montagem sobre madeira entalhada e pintada, 76 cm. Escultor Bidyogo, Bidjogo ou Bijagó, 1950 (c.), arquipélago dos Bijagós, Guiné-Bissau. Proveniente da Galerie Ratton-Hourdé, Paris e da coleção Marceau Rivière, Paris, tendo sido publicada in Masques d’Afrique, Hélène Joubert, catalogo de exposição no Museu de Arqueologia e História de Le Mans, França, 2010 Fotografia de 2025. Galeria Olivier Larroque, Paris, França. Uma peça semelhante, mas mais antiga, apareceu no leilão Christie’s de Nova Iorque, 2661, Arts of Africa, Oceania and Americas, 16 de maio de 2012, […]
Pente rematado por boneca de fertilidade akua’ba, escultor Ashanti, 1950 (c.), Ghana.
Pente rematado por boneca de fertilidade akua’ba. Ashanti combe, Ghana Madeira entalhada e patinada, 25 cm Escultor Ashanti, 1950 (c.), Ghana, Coleção privada, Paris, França. Figura de mulher muito estilizada, de cabeça circular espalmada, corpo cilíndrico e braços em cruz, com pequeno apontamento para os seios. Esta Boneca é utilizada pelas mulheres, colocada como pendente de colar, mas sobre as costas, destinando-se a propiciar filhos bem-dotados física e intelectualmente, servindo depois de brinquedo aos mesmos, quando transportadas às costas pelas mães. A cabeça circular exprime o desejo de ter um filho e a quadrada, mais rara, de uma filha. Das […]
Boneca de fertilidade “akua ba” do leilão Christie’s de Nova Iorque de maio de 2012, escultor Ashanti, 1930 (c.), Ghana.
Boneca de fertilidade akua’ba. Ashanti doll, Ghana Madeira entalhada e patinada, 35,5 cm Escultor Ashanti, 1920 (c.), Ghana, Proveniente da coleção Ernst Beyeler (1921-2010), Basel, Switzerland, antes de 1990. Leilão Christie’s de Nova Iorque, 2661, Arts of Africa, Oceania and Americas, Nova Iorque, 16 de maio de 2012, lote 14, avaliada entre 3.000 e 5.000 USD, sendo vendida por 11.250 USD. Figura de mulher muito estilizada, de cabeça circular espalmada, corpo cilíndrico e braços em cruz, com pequeno apontamento para os seios. Esta Boneca é utilizada pelas mulheres, colocada como pendente de colar, mas sobre as costas, destinando-se a propiciar […]
Boneca de fertilidade “akua ba”, escultor Ashanti, 1930 (c.), Ghana.
Boneca de fertilidade akua’ba. Fertility doll Madeira entalhada e patinada decorada na base com colar de missangas, 35 cm Escultor Ashanti, 1930 (c.), Ghana, Coleção particular, França. Figura de mulher muito estilizada, de cabeça circular espalmada, corpo cilíndrico e braços em cruz, com pequeno apontamento para os seios. Esta Boneca é utilizada pelas mulheres, colocada como pendente de colar, mas sobre as costas, destinando-se a propiciar filhos bem-dotados física e intelectualmente, servindo depois de brinquedo aos mesmos, quando transportadas às costas pelas mães. A cabeça circular exprime o desejo de ter um filho e a quadrada, mais rara, de uma […]
Alberto João Jardim, caricatura de Paulo Sá Braz, 1993, Funchal, ilha da Madeira
Alberto João Jardim (1943-) Técnica mista de pastel de óleo sobre cartolina, Paulo Sá Braz (1919-2003), 1993. Pub. Luís Rocha, “A arte caricatural de Paulo Sá Braz” in Revista do Diário, Funchal, 4 de fevereiro de 1996, p. 9. Coleção do Eng. Danilo de Matos (1942-), Funchal, ilha da Madeira Manuel Paulo Sá Braz (Fx. 16 set. 1919-2003) Começou por estudar Desenho na então Escola Industrial e Comercial do Funchal, na Rua de Santa Maria Maior, com os pintores Alfredo Miguéis (1883-1943) e Américo Tavares, mas curso que acabou por não concluir, embora profissionalmente fosse a área que seguiria, a de […]
Edifício Navio Azul, projeto de Marcelo Costa, 1969, Estrada Monumental, Funchal, ilha da Madeira.
Edifício Navio Azul. Projeto de Marcelo Costa, 1969. Marcelo Luiz Correia de Lima Costa (19 ago. 1927-19 nov. 1994) Fotografia de Danilo de Matos (1943-). Estrada Monumental, Funchal, ilha da Madeira.
Igreja do Imaculado Coração de Maria, projeto de Raul Chorão Ramalho, 1955-57 e seguintes, até 1978, Funchal, ilha da Madeira.
Interior da igreja do Imaculado Coração de Maria, projeto de Raul Chorão Ramalho, 1955-57 e seguintes, até 1978, Funchal, ilha da Madeira.
Interior da igreja do Imaculado Coração de Maria. Arquiteto Raul Chorão Ramalho (1914-2002), 1955-57 e seguintes, até 1978. Sacrário de bronze dourado de Amândio de Sousa (1934-2021), 1978 (c.) Fotografia do JM de 23 de fevereiro de 2018. Funchal, ilha da Madeira. A Igreja do Imaculado Coração de Maria, no cruzamento da Rua da Levada com a Estrada dos Marmeleiros é da autoria de Chorão Ramalho (1914-2002), tendo projeto tido início em 1955 e 1957. Apresenta um programa organizacional inovador, propondo alterações na tradicional arquitetura litúrgica através da articulação entre tradição e modernidade, levando a que fosse considerada a 1ª […]
Interior da igreja do Imaculado Coração de Maria, projeto de Raul Chorão Ramalho, 1955-57 e seguintes, até 1978, Funchal, ilha da Madeira.
Interior da igreja do Imaculado Coração de Maria. Arquiteto Raul Chorão Ramalho (1914-2002), 1955-57 e seguintes, até 1978. Sacrário de bronze dourado de Amândio de Sousa (1934-2021), 1978 (c.) Fotografia de Danilo de Matos (1942-). Funchal, ilha da Madeira. A Igreja do Imaculado Coração de Maria, no cruzamento da Rua da Levada com a Estrada dos Marmeleiros é da autoria de Chorão Ramalho (1914-2002), tendo projeto tido início em 1955 e 1957. Apresenta um programa organizacional inovador, propondo alterações na tradicional arquitetura litúrgica através da articulação entre tradição e modernidade, levando a que fosse considerada a 1ª Igreja modernista construída […]
Sacrário da igreja do Imaculado Coração de Maria, bronze dourado de Amândio de Sousa, 1978 (c.), Funchal, ilha da Madeira
Sacrário. Bronze dourado, Amândio de Sousa (1934-2021), 1978 (c.). Projeto geral do arq. Raul Chorão Ramalho (1914-2002), 1955-57 e seguintes, até 1978 Fotografia de Danilo de Matos (1942-). Funchal, ilha da Madeira. Amândio de Sousa (Funchal, 1934-2021). Concluiu o curso de Escultura da Escola Superior de Belas Artes do Porto com a classificação final de vinte valores, tendo sido aluno de Salvador Barata Feyo (1899-1990) e de Lagoa Henriques (1923-2009). Aí conviveu com os elementos do futuro grupo “Quatro Vintes“, constituído por Ângelo de Sousa (1938-2011), Armando Alves (1935-), Jorge Pinheiro (1931-) e José Rodrigues (1936-2016), dado todos terem terminado […]
Justiça, bronze de Amândio de Sousa, 1994, Tribunal da Ponta do Sol, ilha da Madeira
Justiça. Bronze, 214 cm. Amândio de Sousa (1934-2021), 1994. Fotografia de Danilo de Matos (1942-). Tribunal da Ponta do Sol, ilha da Madeira. Amândio Abreu de Sousa (Funchal, 1934-2021). Concluiu o curso de Escultura da Escola Superior de Belas Artes do Porto com a classificação final de vinte valores, tendo sido aluno de Salvador Barata Feyo (1899-1990) e de Lagoa Henriques (1923-2009). Aí conviveu com os elementos do futuro grupo “Quatro Vintes“, constituído por Ângelo de Sousa (1938-2011), Armando Alves (1935-), Jorge Pinheiro (1931-) e José Rodrigues (1936-2016), dado todos terem terminado o curso com aquela classificação, participando na dinâmica […]
Justiça, bronze de Amândio de Sousa, 1994, Tribunal da Ponta do Sol, ilha da Madeira
Justiça. Bronze, Amândio de Sousa (1934-2021), 1994. Fotografia de Danilo de Matos (1942-). Tribunal da Ponta do Sol, ilha da Madeira. Amândio de Sousa (Funchal, 1934-2021). Concluiu o curso de Escultura da Escola Superior de Belas Artes do Porto com a classificação final de vinte valores, tendo sido aluno de Salvador Barata Feyo (1899-1990) e de Lagoa Henriques (1923-2009). Aí conviveu com os elementos do futuro grupo “Quatro Vintes“, constituído por Ângelo de Sousa (1938-2011), Armando Alves (1935-), Jorge Pinheiro (1931-) e José Rodrigues (1936-2016), dado todos terem terminado o curso com aquela classificação, participando na dinâmica dessa geração e […]
Monumento aos 500 Anos da Vila da Ponta do Sol, Amândio de Sousa, 2001, Ponta do Sol, ilha da Madeira.
Monumento aos 500 Anos da Vila da Ponta do Sol. Betão, Amândio de Sousa (1934; 2021), 2001. Fotografia de Danilo de Matos (1942-). Largo da Ponta do Sol, ilha da Madeira. Amândio de Sousa (Funchal, 1934-2021). Concluiu o curso de Escultura da Escola Superior de Belas Artes do Porto com a classificação final de vinte valores, tendo sido aluno de Salvador Barata Feyo (1899-1990) e de Lagoa Henriques (1923-2009). Aí conviveu com os elementos do futuro grupo “Quatro Vintes“, constituído por Ângelo de Sousa (1938-2011), Armando Alves (1935-), Jorge Pinheiro (1931-) e José Rodrigues (1936-2016), dado todos terem terminado o […]
Monumento aos 500 Anos da Vila da Ponta do Sol, Amândio de Sousa, 2001, Ponta do Sol, ilha da Madeira.
Monumento aos 500 Anos da Vila da Ponta do Sol. Betão, Amândio de Sousa (1934; 2021), 2001. Fotografia de Danilo de Matos (1942-). Largo da Ponta do Sol, ilha da Madeira. Amândio de Sousa (Funchal, 1934-2021). Concluiu o curso de Escultura da Escola Superior de Belas Artes do Porto com a classificação final de vinte valores, tendo sido aluno de Salvador Barata Feyo (1899-1990) e de Lagoa Henriques (1923-2009). Aí conviveu com os elementos do futuro grupo “Quatro Vintes“, constituído por Ângelo de Sousa (1938-2011), Armando Alves (1935-), Jorge Pinheiro (1931-) e José Rodrigues (1936-2016), dado todos terem terminado o […]
Nossa Senhora dos Bons Caminhos, Amândio de Sousa, 1965, Casais de Além, Camacha, Santa Cruz, ilha da Madeira
Nossa Senhora dos Bons Caminhos. Baixo-relevo em cantaria regional esculpida montada em pelintro de cimento. Amândio de Sousa (1932-2021), 1965. Fotografia de Danilo de Matos (1942-). Casais de Além, Camacha, Santa Cruz, ilha da Madeira. A primeira escultura pública do Amândio de Sousa na Madeira, datada de 1965, no sítio dos Casais de Além, Camacha. Uma pequenina N.ª Sr.ª dos Bons Caminhos. Desejo que tenha um bom caminho pelo Além… Um homem maior da es(cultura) que trouxe para a Madeira a linguagem contemporânea no espaço público. Guardo na memória a sua amabilidade, lucidez, integridade, fino trato, inteligente humor e grande […]
Nossa Senhora dos Bons Caminhos, Amândio de Sousa, 1965, Casais de Além, Camacha, Santa Cruz, ilha da Madeira
Nossa Senhora dos Bons Caminhos. Baixo-relevo em cantaria regional esculpida montada em pelintro de cimento. Amândio de Sousa (1932-2021), 1965. Fotografia de Danilo de Matos (1942-). Casais de Além, Camacha, Santa Cruz, ilha da Madeira. A primeira escultura pública do Amândio de Sousa na Madeira, datada de 1965, no sítio dos Casais de Além, Camacha. Uma pequenina N.ª Sr.ª dos Bons Caminhos. Desejo que tenha um bom caminho pelo Além… Um homem maior da es(cultura) que trouxe para a Madeira a linguagem contemporânea no espaço público. Guardo na memória a sua amabilidade, lucidez, integridade, fino trato, inteligente humor e grande […]
Retrato de rapaz, óleo de Mário Eloy, Berlim (?), 1931 (c.), coleção particular, Portugal
Retrato de rapaz. Óleo sobre tela, 80,5 x 51 cm.; Dim. total. aprox. (moldura): 112 x 81,5 cm. Mário Eloy (1900-1951), Berlim (?), 1931 (c.) Assinado no verso da tela Pub. catálogo do Palácio do Correio Velho, leilão de Lisboa, 6 de outubro de 2025, lote 410, estimado €20.000 – €30,000 e vendida por €20.000. Mário Eloy de Jesus Pereira (Algés, 15 mar. 1900-Sintra, Casa de Saúde do Telhal, 5 set. 1951) Filho de um ourives e neto de atores, herda dessa parte da família o gosto pela arte cénica, passando por uma breve aprendizagem de representação em palco, depois […]
Linha do carro americano à saída da Rua das Dificuldades, 1920 (c.), Rua 31 de Janeiro, Funchal, ilha da Madeira.
Linha do carro americano à saída da Rua das Dificuldades. Ligação ao Caminho-de-Ferro do Monte, 1920 (c.). Rua 31 de Janeiro, antiga Rua da Princesa (D. Carlota Joaquina, 1775-1830) Funchal, ilha da Madeira. Existe fotografia do carro americano descendo a Rua das Dificuldades, por 1920, da antiga coleção Dr. Brito Gomes (Canavial), Funchal, pub. por Luís Valentim Gomes, O Caminho do Comboio e as Alterações Urbanísticas do Funchal, Tese de Mestrado com introdução do orientador, Rui Carita, CEHA, Funchal, 2005.
Anjo ou Angel, acrílico de Teresa Brazão, outubro de 2012, Funchal, ilha da Madeira
Anjo ou Angel Acrílico sobre tela de Teresa de Freitas Brazão (1952-), outubro de 2012 Exposição Wings no Café do Ateneu, Rua dos Netos, n.º 44, de final de 2012 Coleção da Autora, Funchal, ilha da Madeira.
Museu Henrique e Francisco Franco, eng. Raúl Andrade de Araújo, 1945, remodelado em 1987 e seguintes, Rua João de Deus, Funchal, ilha da Madeira.
Museu Henrique e Francisco Franco. (1883-1961 e 1885-1955) Construção determinada pela Junta Geral, como Auxilio Materno-Infantil, de 1940, obra do eng. Raúl Andrade de Araújo (1918-1957) e construído por José Nascimento de Sousa, em julho de 1945. Projeto Rui Carita, 1987, inaugurado a 21 de agosto de 1987 e remodelado a partir de 1996 por Francisco Clode de Sousa. Fotografia de Teresa de Freitas Brazão, 2019. Rua João de Deus, Funchal, ilha da Madeira.
Mercúrio do antigo Ateneu Comercial do Funchal, 1900 (c.), Funchal, ilha da Madeira.
Mercúrio do antigo Ateneu Comercial do Funchal. Escultura de liga de chumbo pintada, 200 cm. Oficina portuguesa (?), 1900 (c.). Cópia do Mercúrio de Giambologna (1509-1608), 1580 Pátio do Café do Ateneu Fotografia de Teresa de Freitas Brazão, 2015. Rua dos Ferreiros, Funchal, ilha da Madeira. O Ateneu Comercial do Funchal foi fundado nos finais do século XIX pelo comerciante Júlio de Carvalho (1821-1903), com estatutos elaborados pelo Dr. Henrique Vieira de Castro (1869-1926), quando delegado do Banco de Portugal, aprovados em Lisboa a 22 de dezembro de 1899. Era “uma associação de instrução profissional, física e recreativa, de representação […]
Armas da Freguesia do Campanário, 17 de março 2004, Ribeira Brava, ilha da Madeira.
Armas da Freguesia do Campanário. Determinação e ordenação da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses de 17 de março 2004. Campanário, Ribeira Brava, ilha da Madeira. Esta freguesia pertenceu ao município do Funchal até 4 de outubro de 1835, data em que passou a integrar o concelho de Câmara de Lobos. Em 1914, foi integrada no recém-criado município da Ribeira Brava. Conforme os ‘Censos de 2021’, a freguesia tinha 4317 habitantes. Verifica-se um decréscimo populacional desde 1960 (6228). Heráldica da freguesia: Armas – Escudo de verde, com um monte de prata movente dos flancos e de campanha diminuta […]
Comemoração dos 500 anos da Freguesia do Campanário, aeroporto Cristiano Ronaldo, julho de 2015, Santa Cruz, ilha da Madeira.
Comemoração dos 500 anos da Freguesia do Campanário. 15 de maio de 1515 Fotografia de Funchal Notícias, de 18 de julho de 2015. Aeroporto Cristiano Ronaldo, Santa Cruz, ilha da Madeira. O topónimo Campanário poderá ser explicado pela existência de um pequeno ilhéu, junto à costa desta localidade, que, aos primeiros povoadores, fez lembrar uma torre sineira, vindo a ser denominado de Rocha do Campanário ou, simplesmente, Campanário. Segundo João de Freitas Drumond (1760-1825), parecia «uma sineira por ter duas altas pernadas, uma das quais o mar derrubou no primeiro de novembro de 1798». Não se conhece a data da […]
Visita do Espírito Santo no Calhau da Lapa, 2018, Campanário, Ribeira Brava, ilha da Madeira.
Visita do Espírito Santo no Calhau da Lapa. Fotografia de Nelson Veríssimo de 2018. Campanário, Ribeira Brava, ilha da Madeira. O topónimo Campanário poderá ser explicado pela existência de um pequeno ilhéu, junto à costa desta localidade, que, aos primeiros povoadores, fez lembrar uma torre sineira, vindo a ser denominado de Rocha do Campanário ou, simplesmente, Campanário. Segundo João de Freitas Drumond (1760-1825), parecia «uma sineira por ter duas altas pernadas, uma das quais o mar derrubou no primeiro de novembro de 1798». Não se conhece a data da fundação da paróquia do Campanário, mas existia já em 1518, tendo […]
Capela-mor da igreja matriz de São Brás do Campanário, reforma de 2020 (c.), Campanário, Ribeira Brava, ilha da Madeira.
Capela-mor da igreja matriz de São Brás do Campanário. Projeto do Arq.º João Filipe Vaz Martins (1910-1988), 1955 a 1963, com reposição de talhas dos anteriores altares das campanhas de 1683 e 1800 feita por 2020. Fotografia da Junta da Freguesia do Campanário, pub. por Nelson Veríssimo, “Campanário” in Freguesias da Madeira, 5 de outubro de 2025. Campanário, Ribeira Brava, ilha da Madeira. Cronologia da igreja matriz do Campanário: 1509 – referência à existência de um capelão que auferia 6000 rs. de mantimento, por ano; 1518 – referência da paróquia do Campanário, tendo como orago São Brás e sendo vigário […]
Igreja matriz de São Brás do Campanário, João Filipe Vaz Martins, 1955 a 1963, Campanário, Ribeira Brava, ilha da Madeira.
Igreja matriz de São Brás do Campanário. Projeto do Arq.º João Filipe Vaz Martins (1910-1988), 1955 a 1963. Fotografia de Nelson Veríssimo, “Campanário” in Freguesias da Madeira, 5 de outubro de 2025. Campanário, Ribeira Brava, ilha da Madeira. Cronologia da igreja matriz do Campanário: 1509 – referência à existência de um capelão que auferia 6000 rs. de mantimento, por ano; 1518 – referência da paróquia do Campanário, tendo como orago São Brás e sendo vigário o padre João Barroso; 1532 – reconstrução da Igreja de São Brás, na Ribeira dos Melões, visto a mesma ter desabado de que ficaram elementos, […]
Quinta do Vale Paraíso ao abandono, in DN, Funchal, 30 de setembro de 2025, ilha da Madeira
Quinta do Vale Paraíso. Campanha de 1800 e seguintes. Antiga sede da Obra do Padre Américo da Camacha, encerrada em meados de 2025. “Quinta do Vale Paraíso ao abandono”, in DN, Funchal, 30 de setembro de 2025, ilha da Madeira Quinta tradicional madeirense, que deve datar dos finais do século XVIII ou princípios do século seguinte. Pertenceu a João António Bianchi, visconde de Vale Paraíso, que nasceu a 16 de maio de 1861 e faleceu a 17 de outubro de 1928 na sua Quinta do Vale Paraíso, na Camacha. Foi fotografo amador, guardando-se muito do seu espólio no Museu de […]
Instituto Superior de Administração e Línguas, ISAL, 2010 (c.), Rua do Comboio, Funchal, ilha da Madeira.
Instituto Superior de Administração e Línguas, ISAL, Edifício de 2010 (c.). Fotografia de Rui Marote, 2020. Rua do Comboio, Funchal, ilha da Madeira. O ISAL foi criado em 1980 e, como instituição de ensino superior inicia a sua atividade na RAM – Região Autónoma da Madeira, em 1989 e foi pioneiro a nível privado, na aprovação dos cursos superiores de Turismo e Organização e Gestão de Turismo, em Portugal.
Antigo Instituto Superior de Administração e Línguas, ISAL, 1890 a 1920 e seguintes, Rua das Dificuldades, Funchal, ilha da Madeira.
Antigo Instituto Superior de Administração e Línguas, ISAL, Campanha de 1890 a 1920 e seguintes. Empresa JM. Fotografia Rui Marote, 2017. Rua das Dificuldades, Santa Luzia, Funchal, ilha da Madeira. A empresa JM vai entregar à Diocese do Funchal o edifício da Rua Fernão de Ornelas até o final deste ano, apurou o Funchal Notícias. As novas instalações deste matutino ficarão sediadas na Rua das Dificuldades, onde funcionava o antigo Instituto Superior de Administração e Línguas, ISAL, num prédio que é propriedade do maior accionista do JM, Avelino Farinha. O edifício irá passar em breve por profundas obras. Ali funcionará […]
Antigo Instituto Superior de Administração e Línguas, ISAL, 1890 a 1920 e seguintes, Rua das Dificuldades, Funchal, ilha da Madeira.
Antigo Instituto Superior de Administração e Línguas, ISAL, Campanha de 1890 a 1920 e seguintes. Empresa JM. Fotografia Rui Marote, 2017. Rua das Dificuldades, Santa Luzia, Funchal, ilha da Madeira. A empresa JM vai entregar à Diocese do Funchal o edifício da Rua Fernão de Ornelas até o final deste ano, apurou o Funchal Notícias. As novas instalações deste matutino ficarão sediadas na Rua das Dificuldades, onde funcionava o antigo Instituto Superior de Administração e Línguas, ISAL, num prédio que é propriedade do maior accionista do JM, Avelino Farinha. O edifício irá passar em breve por profundas obras. Ali funcionará […]
Homenagem de ação de graças ao padre Laurindo Leal Pestana, Padroado de São Filipe, 4 de outubro de 2025, Funchal, ilha da Madeira
Homenagem de ação de graças ao padre Laurindo Leal Pestana no centenário do Padroado de São Filipe (1883-1951) Funchal, 4 de outubro de 2025, padre Manuel Ornelas da Silva. Padroado de São Filipe, Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira. Laurindo Leal Pestana (São Pedro, Funchal, 17 jan. 1883; Funchal, 3 abr. 1951), filho de João Augusto Pestana e D. Etelvina Leal Pestana, foi o sacerdote responsável pela fundação de várias instituições pias e de ensino na área. No adro da igreja de Santa Maria Maior existe bronze, com 70 cm., do escultor Rebelo Júnior, 1952 e a inscrição: Ao […]
Inscrição do sagrado canhão português, Si Jagur, Manuel Tavares Bocarro (atr.), Macau, 1640 (c.), Museu Nacional da Indonésia, Jakarta, Indonésia
Inscrição do Canhão Sagrado português, Si Jagur. Bronze, 384 cm.; cal. 39 cm.; peso: 3500 hgs. Inscrição: EX ME IPSA RENATA SUM, o que significa “Eu renasci de mim própria” ou “Eu voltei a nascer a partir de mim própria” (leitura do prof. Telmo Corujo dos Reis, UMa). Dá a entender que houve um primeiro canhão que, inutilizado por qualquer razão, foi tornado a fundir num segundo canhão. Para o azar não se repetir e para, desta vez, ter melhor sorte, fizeram-lhe uma figa. Proveniente de Malaca, 1641. Manuel Tavares Bocarro (Act. 1625 a 1652), mestre da Fundição de Macau […]
Lar da Santa Casa da Misericórdia de Machico, 2000, ilha da Madeira.
Lar da Santa Casa da Misericórdia de Machico. Lar Agostinho Cupertino da Câmara (Machico, 25 mar. 1917; idem, 7 nov. 2010) Construção de 2000 e seguintes. Fotografia de 2020. Santa Casa da Misericórdia de Machico, ilha da Madeira. Fundada oficialmente em 1529, tem sido uma instituição incontornável da Assistência em Machico, tendo as instalações do seu, com Lar, Centro de Dia e Centro de Convívio, para além de um Centro Médico e de Reabilitação, instalações inauguradas a 24 de setembro de 2000. A designação de Agostinho Cupertino da Câmara (Machico, 25 mar. 1917; idem, 7 nov. 2010) celebra os mais […]
Lar da Santa Casa da Misericórdia de Machico, 2000, ilha da Madeira.
Lar da Santa Casa da Misericórdia de Machico. Lar Agostinho Cupertino da Câmara (Machico, 25 mar. 1917; idem, 7 nov. 2010) Construção de 2000 e seguintes. Fotografia de 2025. Santa Casa da Misericórdia de Machico, ilha da Madeira. Fundada oficialmente em 1529, tem sido uma instituição incontornável da Assistência em Machico, tendo as instalações do seu, com Lar, Centro de Dia e Centro de Convívio, para além de um Centro Médico e de Reabilitação, instalações inauguradas a 24 de setembro de 2000. A designação de Agostinho Cupertino da Câmara (Machico, 25 mar. 1917; idem, 7 nov. 2010) celebra os mais […]
Lar da Santa Casa da Misericórdia de Machico, 2000, ilha da Madeira.
Lar da Santa Casa da Misericórdia de Machico. Lar Agostinho Cupertino da Câmara (Machico, 25 mar. 1917; idem, 7 nov. 2010) Construção de 2000 e seguintes. Fotografia de 21 de dezembro de 2017. Santa Casa da Misericórdia de Machico, ilha da Madeira. Fundada oficialmente em 1529, tem sido uma instituição incontornável da Assistência em Machico, tendo as instalações do seu, com Lar, Centro de Dia e Centro de Convívio, para além de um Centro Médico e de Reabilitação, instalações inauguradas a 24 de setembro de 2000. A designação de Agostinho Cupertino da Câmara (Machico, 25 mar. 1917; idem, 7 nov. […]
Rubina Leal na Santa Casa da Misericórdia de Machico, 24 de setembro de 2025, Machico, ilha da Madeira.
Rubina Leal na Santa Casa da Misericórdia de Machico. Lar Agostinho Cupertino da Câmara (Machico, 25 mar. 1917; idem, 7 nov. 2010) Fotografia da ALR Madeira, 24 de setembro de 2025. Santa Casa da Misericórdia de Machico, ilha da Madeira. Fundada oficialmente em 1529, tem sido uma instituição incontornável da Assistência em Machico, tendo as instalações do seu, com Lar, Centro de Dia e Centro de Convívio, para além de um Centro Médico e de Reabilitação, instalações inauguradas a 24 de setembro de 2000. A designação de Agostinho Cupertino da Câmara (Machico, 25 mar. 1917; idem, 7 nov. 2010) celebra […]
Lar da Santa Casa da Misericórdia de Machico, 2000, ilha da Madeira.
Lar da Santa Casa da Misericórdia de Machico. Lar Agostinho Cupertino da Câmara (Machico, 25 mar. 1917; idem, 7 nov. 2010) Construção de 2000 e seguintes. Fotografia da ALR Madeira, 24 de setembro de 2025. Santa Casa da Misericórdia de Machico, ilha da Madeira. Fundada oficialmente em 1529, tem sido uma instituição incontornável da Assistência em Machico, tendo as instalações do seu, com Lar, Centro de Dia e Centro de Convívio, para além de um Centro Médico e de Reabilitação, instalações inauguradas a 24 de setembro de 2000. A designação de Agostinho Cupertino da Câmara (Machico, 25 mar. 1917; idem, […]
Santa Casa da Misericórdia de Machico, logo de 2000 (c.), ilha da Madeira.
Santa Casa da Misericórdia de Machico. Logo de 2000 (c.). Santa Casa da Misericórdia de Machico, ilha da Madeira. Fundada oficialmente em 1529, tem sido uma instituição incontornável da Assistência em Machico, tendo as instalações do seu Lar Agostinho Cupertino da Câmara (Machico, 25 mar. 1917; idem, 7 nov. 2010), com Centro de Dia e Centro de Convívio, para além de um Centro Médico e de Reabilitação, sido inaugurado a 24 de 2000, comemorando em 2025 os seus 25 Anos, cerimónia a que esteve presente a Dr. Rubina Leal, presidente da Assembleia Legislativa Regional. Em 15 de março de 2018 […]
Armas reais da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro, Goa, 1589, Museum Negara, Kuala Lumpur, Malásia.
Armas reais da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) Esta Pesa mandou fazer o Gover[nador] Manuel de Sousa Cout[inh]o Ano de 1589 (1540-1588-1592) Bronze de Pedro Dias Bocarro, Goa, 1589 Boca de fogo que ainda ostenta as armas de Portugal da época de transição de D. João III (1502-1557) para o neto D. Sebastião (1554-1578), encimadas por coroa aberta, o que depois da tomada de posse deste último, em 1577, quase se não regista no território continental português. Museum Negara, Kuala Lumpur, Malásia. Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) foi mestre da fundição de artilharia de […]
Assinatura da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro, Goa, 1589, Museum Negara, Kuala Lumpur, Malásia.
Assinatura da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) Esta Pesa mandou fazer o Gover[nador] Manuel de Sousa Cout[inh]o Ano de 1589 (1540-1588-1592) Bronze de Pedro Dias Bocarro, Goa, 1589 Boca de fogo que ainda ostenta as armas de Portugal da época de transição de D. João III (1502-1557) para o neto D. Sebastião (1554-1578), encimadas por coroa aberta, o que depois da tomada de posse deste último, em 1577, quase se não regista no território continental português. Museum Negara, Kuala Lumpur, Malásia. Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) foi mestre da fundição de artilharia de bronze […]
Armas e legenda da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro, Goa, 1589, Museum Negara, Kuala Lumpur, Malásia.
Armas e legenda da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) Esta Pesa mandou fazer o Gover[nador] Manuel de Sousa Cout[inh]o Ano de 1589 (1540-1588-1592) Bronze de Pedro Dias Bocarro, Goa, 1589 Boca de fogo que ainda ostenta as armas de Portugal da época de transição de D. João III (1502-1557) para o neto D. Sebastião (1554-1578), encimadas por coroa aberta, o que depois da tomada de posse deste último, em 1577, quase se não regista no território continental português. Museum Negara, Kuala Lumpur, Malásia. Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) foi mestre da fundição de artilharia […]
Legenda da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro, Goa, 1589, Museum Negara, Kuala Lumpur, Malásia.
Legenda da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) Esta Pesa mandou fazer o Gover[nador] Manuel de Sousa Cout[inh]o Ano de 1589 (1540-1588-1592) Bronze de Pedro Dias Bocarro, Goa, 1589 Boca de fogo que ainda ostenta as armas de Portugal da época de transição de D. João III (1502-1557) para o neto D. Sebastião (1554-1578), encimadas por coroa aberta, o que depois da tomada de posse deste último, em 1577, quase se não regista no território continental português. Museum Negara, Kuala Lumpur, Malásia. Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) foi mestre da fundição de artilharia de bronze […]
Boca de fogo de Pedro Dias Bocarro, Goa, 1589, Museum Negara, Kuala Lumpur, Malásia.
Boca de fogo de Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) Esta Pesa mandou fazer o Gover[nador] Manuel de Sousa Cout[inh]o Ano de 1589 (1540-1588-1592) Bronze de Pedro Dias Bocarro, Goa, 1589 Boca de fogo que ainda ostenta as armas de Portugal da época de transição de D. João III (1502-1557) para o neto D. Sebastião (1554-1578), encimadas por coroa aberta, o que depois da tomada de posse deste último, em 1577, quase se não regista no território continental português. Museum Negara, Kuala Lumpur, Malásia. Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) foi mestre da fundição de artilharia de bronze do Estado […]
Legenda da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro de 1638, Museu Militar do Castelo da Boa Esperança, cidade do Cabo, África do Sul.
Legenda da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) Bronze, 311,2 cm. Pedro Dias Bocarro, Goa, 1638 Boca de fogo que ainda ostenta as armas de Portugal da época de transição de D. João III (1502-1557) para o neto D. Sebastião (1554-1578), encimadas por coroa aberta, o que depois da tomada de posse deste último, em 1577, quase se não regista no território continental. Fotografia de coronel Manuel Ribeiro de Faria Museu Militar do Castelo da Boa Esperança, cidade do Cabo, África do Sul. Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) foi mestre da fundição de artilharia de […]
Data da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro de 1638, Museu Militar do Castelo da Boa Esperança, cidade do Cabo, África do Sul.
Data da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) Bronze, 311,2 cm. Pedro Dias Bocarro, Goa, 1638 Boca de fogo que ainda ostenta as armas de Portugal da época de transição de D. João III (1502-1557) para o neto D. Sebastião (1554-1578), encimadas por coroa aberta, o que depois da tomada de posse deste último, em 1577, quase se não regista no território continental. Fotografia de coronel Manuel Ribeiro de Faria Museu Militar do Castelo da Boa Esperança, cidade do Cabo, África do Sul. Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) foi mestre da fundição de artilharia de […]
Armas reais da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro de 1638, Museu Militar do Castelo da Boa Esperança, cidade do Cabo, África do Sul.
Boca de fogo de bronze de Pedro Dias Bocarro, Goa, 1638, Museu Militar do Castelo da Boa Esperança da cidade do Cabo, África do Sul
Boca de fogo de Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) Bronze, 311,2 cm. Pedro Dias Bocarro, Goa, 1638 Boca de fogo que ainda ostenta as armas de Portugal da época de transição de D. João III (1502-1557) para o neto D. Sebastião (1554-1578), encimadas por coroa aberta, o que depois da tomada de posse deste último, em 1577, quase se não regista no território continental. Fotografia de coronel Manuel Ribeiro de Faria Museu Militar do Castelo da Boa Esperança, cidade do Cabo, África do Sul. Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) foi mestre da fundição de artilharia de bronze do […]
Boca de fogo de bronze de Pedro Dias Bocarro, Goa, 1638, Museu Militar do Castelo da Boa Esperança da cidade do Cabo, África do Sul
Boca de fogo de Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) Bronze, 311,2 cm. Pedro Dias Bocarro, Goa, 1638 Boca de fogo que ainda ostenta as armas de Portugal da época de transição de D. João III (1502-1557) para o neto D. Sebastião (1554-1578), encimadas por coroa aberta, o que depois da tomada de posse deste último, em 1577, quase se não regista no território continental. Fotografia de coronel Manuel Ribeiro de Faria Museu Militar do Castelo da Boa Esperança, cidade do Cabo, África do Sul. Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) foi mestre da fundição de artilharia de bronze do […]
Boca de fogo de bronze de Pedro Dias Bocarro, Goa, 1638, Museu Militar do Castelo da Boa Esperança da cidade do Cabo, África do Sul
Boca de fogo de Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) Bronze, 311,2 cm. Pedro Dias Bocarro, Goa, 1638 Boca de fogo que ainda ostenta as armas de Portugal da época de transição de D. João III (1502-1557) para o neto D. Sebastião (1554-1578), encimadas por coroa aberta, o que depois da tomada de posse deste último, em 1577, quase se não regista no território continental. Fotografia de coronel Manuel Ribeiro de Faria Museu Militar do Castelo da Boa Esperança, cidade do Cabo, África do Sul. Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) foi mestre da fundição de artilharia de bronze do […]
Argolas e arganéos da boca de fogo de bronze de Pedro Dias Bocarro, Chaul, 1594, Royal Armouries Museum, Leeds, Inglaterra
Argolas e arganéos da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) Bronze, 388,6 cm.; calibre 18.3cm. Pedro Dias Bocarro, Chaul (atr.), 1594 Antigo Estado Português da Índia. Fotografia do Museu Royal Armouries Museum, Study Collection (XIX.91), Leeds, Inglaterra Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) foi mestre da fundição de artilharia de bronze do Estado da Índia, nomeado por 1588, substituindo seu pai, Francisco Dias, o que foi depois confirmado por Filipe II por carta régia de 12 out. 1590. Era assim de uma família de grandes fundidores da Índia, muito provavelmente “cristão novo” e de origem judaica, […]
Assinatura da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro, 1594, Royal Armouries Museum, Leeds, Inglaterra
Assinatura da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) Bronze, 388,6 cm.; calibre 18.3cm. Pedro Dias Bocarro, Chaul (atr.), 1594 Apresentando a imagem de Nossa Senhora, São Pedro e São Paulo, tal como a legenda Da Cidade de Chaul, parece assim ter sido fundida para a cidade de Chaul e não ali, sendo mais provável ter sido fundida em Goa. Antigo Estado Português da Índia. Fotografia de Ruth Rhynas Brown, 1 de novembro de 2019 Royal Armouries Museum, Study Collection (XIX.91), Leeds, Inglaterra Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) foi mestre da fundição de artilharia de bronze […]
Data da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro, 1594, Royal Armouries Museum, Leeds, Inglaterra
Data da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) Bronze, 388,6 cm.; calibre 18.3cm. Pedro Dias Bocarro, Chaul (atr.), 1594 Apresentando a imagem de Nossa Senhora, São Pedro e São Paulo, tal como a legenda Da Cidade de Chaul, parece assim ter sido fundida para a cidade de Chaul e não ali, sendo mais provável ter sido fundida em Goa. Antigo Estado Português da Índia. Fotografia de Ruth Rhynas Brown, 1 de novembro de 2019 Royal Armouries Museum, Study Collection (XIX.91), Leeds, Inglaterra Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) foi mestre da fundição de artilharia de bronze […]
Da Cidade de Chaul, imaginária da boca de fogo de bronze de Pedro Dias Bocarro, 1594, Royal Armouries Museum, Leeds, Inglaterra
Da Cidade de Chaul, Imaginária da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) Bronze, 388,6 cm.; calibre 18.3cm. Pedro Dias Bocarro, Chaul (atr.), 1594 Apresentando a imagem de Nossa Senhora, São Pedro e São Paulo, tal como a legenda Da Cidade de Chaul, parece assim ter sido fundida para a cidade de Chaul e não ali, sendo mais provável ter sido fundida em Goa. Antigo Estado Português da Índia. Fotografia do Museu Royal Armouries Museum, Study Collection (XIX.91), Leeds, Inglaterra Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) foi mestre da fundição de artilharia de bronze do Estado da […]
Da Cidade de Chaul, imaginária da boca de fogo de bronze de Pedro Dias Bocarro, 1594, Royal Armouries Museum, Leeds, Inglaterra
Da Cidade de Chaul, Imaginária da boca de fogo de Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) Bronze, 388,6 cm.; calibre 18.3cm. Pedro Dias Bocarro, Chaul (atr.), 1594 Apresentando a imagem de Nossa Senhora, São Pedro e São Paulo, tal como a legenda Da Cidade de Chaul, parece assim ter sido fundida para a cidade de Chaul e não ali, sendo mais provável ter sido fundida em Goa. Antigo Estado Português da Índia. Fotografia de Ruth Rhynas Brown, 1 de novembro de 2019 Royal Armouries Museum, Study Collection (XIX.91), Leeds, Inglaterra Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) foi mestre da fundição […]
Boca de fogo de bronze de Pedro Dias Bocarro, Chaul, 1594, Royal Armouries Museum, Leeds, Inglaterra
Boca de fogo de Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) Bronze, 388,6 cm.; calibre 18.3cm. Pedro Dias Bocarro, Chaul (atr.), 1594 Apresentando a imagem de Nossa Senhora, São Pedro e São Paulo, tal como a legenda Da cidade de Chaul, parece assim ter sido fundida para a cidade de Chaul e não ali, sendo mais provável ter sido fundida em Goa. Antigo Estado Português da Índia. Fotografia do Museu Royal Armouries Museum, Study Collection (XIX.91), Leeds, Inglaterra Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) foi mestre da fundição de artilharia de bronze do Estado da Índia, nomeado por 1588, substituindo seu […]
Boca de fogo de bronze de Pedro Dias Bocarro, Chaul, 1594, Royal Armouries Museum, Leeds, Inglaterra
Boca de fogo de Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) Bronze, 388,6 cm.; calibre 18.3cm. Pedro Dias Bocarro, Chaul (atr.), 1594 Apresentando a imagem de Nossa Senhora, São Pedro e São Paulo, tal como a legenda Da cidade de Chaul, parece assim ter sido fundida para a cidade de Chaul e não ali, sendo mais provável ter sido fundida em Goa. Antigo Estado Português da Índia. Fotografia de Ruth Rhynas Brown, 1 de novembro de 2019 Royal Armouries Museum, Study Collection (XIX.91), Leeds, Inglaterra Pedro Dias Bocarro (c. 1575-c. 1638) foi mestre da fundição de artilharia de bronze do Estado […]
Sinalética da Levada do Caldeirão Verde, 2022, Parque Florestal do Pico das Pedras, Santana, ilha da Madeira.
Sinalética da Levada do Caldeirão Verde, Caldeira do Inferno e Queimadas. Reforma da Junta Geral de 1945 (c.) e seguintes. Fotografia de 20 de novembro de 2022. Parque Florestal do Pico das Pedras, Santana, ilha da Madeira. Levada da Serra de São Jorge ou do Caldeirão Verde ou das Queimadas Antigamente: Madre, Pé dos Poios, Caldeirão do Inferno (970 mts); Fim, Cova da Roda (600 mts), 15,8 Km Atualmente: Madre, Levada do Caldeirão do Inferno, proximidades do Túnel do Pico Ruivo (925mts); Fim, Cova da Roda (600 mts), 14,3 km A construção da Levada da Serra de São Jorge ou […]
Convidados para a cerimónia do 10 de junho de 2022, Palácio de São Lourenço do Funchal, ilha da Madeira
Convidados para a cerimónia de condecoração de Rui Carita com a Ordem do Infante D. Henrique Marcelino de Castro, Ana Isabel Portugal, Teresa Figueira de Freitas e João Carita Cerimónia de imposição do colar do grau de comendador no Funchal a 10 de junho de 2022. Fotografia de Virgílio Gomes, 10 de junho de 2022 Palácio de São Lourenço do Funchal, ilha da Madeira.
Convidados para a cerimónia do 10 de junho de 2022, Palácio de São Lourenço do Funchal, ilha da Madeira
Convidados para a cerimónia de condecoração de Rui Carita com a Ordem do Infante D. Henrique Marcelino de Castro, Ana Isabel Portugal, Teresa Figueira de Freitas e João Carita Cerimónia de imposição do colar do grau de comendador no Funchal a 10 de junho de 2022. Fotografia de Virgílio Gomes, 10 de junho de 2022 Palácio de São Lourenço do Funchal, ilha da Madeira.
Convidados para a cerimónia do 10 de junho de 2022, Palácio de São Lourenço do Funchal, ilha da Madeira
Convidados para a cerimónia de condecoração de Rui Carita com a Ordem do Infante D. Henrique Marcelino de Castro, Ana Isabel Portugal, Teresa Figueira de Freitas e João Carita Cerimónia de imposição do colar do grau de comendador no Funchal a 10 de junho de 2022. Fotografia de Virgílio Gomes, 10 de junho de 2022 Palácio de São Lourenço do Funchal, ilha da Madeira.
Convidados para a cerimónia do 10 de junho de 2022, Palácio de São Lourenço do Funchal, ilha da Madeira
Convidados para a cerimónia de condecoração de Rui Carita com a Ordem do Infante D. Henrique Marcelino de Castro, Ana Isabel Portugal, Teresa Figueira de Freitas e João Carita Cerimónia de imposição do colar do grau de comendador no Funchal a 10 de junho de 2022. Fotografia de Virgílio Gomes, 10 de junho de 2022 Palácio de São Lourenço do Funchal, ilha da Madeira.
Rui Carita com a Ordem do Infante D. Henrique, 10 de junho de 2022, Palácio de São Lourenço do Funchal, ilha da Madeira.
Rui Carita com a Ordem do Infante D. Henrique Cerimónia de imposição do colar do grau de comendador no Funchal a 10 de junho de 2022. Fotografia de Virgílio Gomes, 10 de junho de 2022 Palácio de São Lourenço do Funchal, ilha da Madeira.
Rui Carita com a Ordem do Infante D. Henrique, 10 de junho de 2022, Palácio de São Lourenço do Funchal, ilha da Madeira.
Rui Carita com a Ordem do Infante D. Henrique Cerimónia de imposição do colar do grau de comendador no Funchal a 10 de junho de 2022. Fotografia de Virgílio Gomes, 10 de junho de 2022 Palácio de São Lourenço do Funchal, ilha da Madeira.
Rui Carita no Palácio de São Lourenço do Funchal, 10 de junho de 2022, ilha da Madeira
Rui Carita no Palácio de São Lourenço do Funchal Cerimónia de imposição do colar do grau de comendador da Ordem do Infante D. Henrique. Fotografia de Virgílio Gomes, 10 de junho de 2022 Funchal, ilha da Madeira.
Rui Carita no Palácio de São Lourenço do Funchal, 10 de junho de 2022, ilha da Madeira
Rui Carita no Palácio de São Lourenço do Funchal Cerimónia de imposição do colar do grau de comendador da Ordem do Infante D. Henrique. Fotografia de Virgílio Gomes, 10 de junho de 2022 Funchal, ilha da Madeira.
Golden Gate, Funchal, Madeira, Perestrellos Photographos, 1931, ilha da Madeira.
Golden Gate, Funchal, Madeira. Táxi junto do café e antiga Misericórdia do Funchal ao fundo, parte depois remontada na Avenida Zarco. Bilhete-postal Perestrellos Photographos, 1931. Pub. por Maria Elisa de França Brazão e Maria Manuela Abreu, A Revolta da Madeira -1931, 2.ª edição, com prefácio de Nelson Veríssimo, DRAC, Funchal, 2008, p. 33 Largo da Restauração, Funchal, ilha da Madeira. No edifício Golden Gate, nos finais do século XIX, já funcionava um café, mas não identificado e, para o lado do mar, também funcionava o então Hotel Central. A data de 1841 para a fundação deste café, é, assim, excessiva. […]
Heliporto do Hospital do Funchal, reforma de 2020, Avenida Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira.
Heliporto do Hospital do Funchal. Sobre o sistema de parques de estacionamento do hospital. Hospital da Cruz de Carvalho, 1970 e seguintes. Atual Hospital Dr. Nélio Mendonça (1930-2009) do Centro Hospitalar do Funchal Fotografia de 2020. Avenida Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira. A cerimónia solene de abertura do empreendimento hospitalar ocorreu a 9 de setembro de 1973 e contou com a presença de figuras ilustres como o Presidente da República, Almirante Américo Tomás (1894-1987), o Ministro das Obras Públicas, Rui Alves da Silva Sanches (1919–2009) e da Saúde e Assistência, Dr. Baltazar Rebelo de Sousa (1921-2002).
Antigo Hospital Distrital do Funchal, inaugurado a 9 de setembro de 1973, Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira
Antigo Hospital Distrital do Funchal. Hospital da Cruz de Carvalho, projeto do arquiteto Artur Eduardo Valente Esteves Hilário (C.C.H.) e J. Ferreira da Silva (1ª fase do anteprojeto, C.C.H.), 1967 e seguintes, inaugurado a 9 de setembro de 1973. Atual Hospital Dr. Nélio Mendonça (1930-2009) do Centro Hospitalar do Funchal. Fotografia do jornalista Paulo Camacho (1959-), 2023. Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira. A cerimónia solene de abertura do empreendimento hospitalar ocorreu a 9 de setembro de 1973 e contou com a presença de figuras ilustres como o Presidente da República, Almirante Américo Tomás (1894-1987), o Ministro das […]
Inauguração do antigo Hospital Distrital do Funchal, 9 de setembro de 1973, Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira
Visita da inauguração do antigo Hospital Distrital do Funchal. Dr. Baltazar Rebelo de Sousa (1921-2002), almirante Américo Thomaz (1894-1987), presidente da República e outros. Hospital da Cruz de Carvalho, projeto do arquiteto Artur Eduardo Valente Esteves Hilário (C.C.H.) e J. Ferreira da Silva (1ª fase do anteprojeto, C.C.H.), 1967 e seguintes. Atual Hospital Dr. Nélio Mendonça (1930-2009) do Centro Hospitalar do Funchal. Negativo simples, película com gelatina sal de prata, 6,1 x 8,7 cm. Fotografia Perestrellos do Museu de Fotografia da Madeira, atelier Vicente, (Inv. PER/11787), 9 de setembro de 1973, em depósito na DRABM. Av. Luís de Camões, Funchal, ilha […]
Inauguração do antigo Hospital Distrital do Funchal, 9 de setembro de 1973, Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira
Inauguração do antigo Hospital Distrital do Funchal, 9 de setembro de 1973, Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira
Inauguração do antigo Hospital Distrital do Funchal. Palavras do Dr. Baltazar Rebelo de Sousa (1921-2002), perante o almirante Américo Thomaz (1894-1987), presidente da República e o Eng. Rui Sanches (1919-2009), ministro das Obras Públicas Hospital da Cruz de Carvalho, projeto do arquiteto Artur Eduardo Valente Esteves Hilário (C.C.H.) e J. Ferreira da Silva (1ª fase do anteprojeto, C.C.H.), 1967 e seguintes. Atual Hospital Dr. Nélio Mendonça (1930-2009) do Centro Hospitalar do Funchal. Negativo simples, película com gelatina sal de prata, 6,1 x 8,7 cm. Fotografia Perestrellos do Museu de Fotografia da Madeira, atelier Vicente, Fotografia Perestrellos do Museu de Fotografia da […]
Inauguração do antigo Hospital Distrital do Funchal, 9 de setembro de 1973, Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira
Inauguração do antigo Hospital Distrital do Funchal. Almirante Américo Thomaz (1894-1987), presidente da República e, em segundo plano, o Eng. Rui Sanches (1919-2009), ministro das Obras Públicas Hospital da Cruz de Carvalho, projeto do arquiteto Artur Eduardo Valente Esteves Hilário (C.C.H.) e J. Ferreira da Silva (1ª fase do anteprojeto, C.C.H.), 1967 e seguintes. Atual Hospital Dr. Nélio Mendonça (1930-2009) do Centro Hospitalar do Funchal. Negativo simples, película com gelatina sal de prata, 6,1 x 8,7 cm. Fotografia Perestrellos do Museu de Fotografia da Madeira, atelier Vicente, () 9 de setembro de 1973, cópia do SESARAM. Av. Luís de Camões, Funchal, […]
Inauguração do antigo Hospital Distrital do Funchal, 9 de setembro de 1973, Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira
Chegada para a inauguração do antigo Hospital Distrital do Funchal. Cumprimentos do ao Eng. Rui Sanches (1919–2009), ministro das Obras Públicas, ao Almirante Américo Thomaz (1894-1987), presidente da República. Hospital da Cruz de Carvalho, projeto do arquiteto Artur Eduardo Valente Esteves Hilário (C.C.H.) e J. Ferreira da Silva (1ª fase do anteprojeto, C.C.H.), 1967 e seguintes. Atual Hospital Dr. Nélio Mendonça (1930-2009) do Centro Hospitalar do Funchal. Negativo simples, película com gelatina sal de prata, 6,1 x 8,7 cm. Fotografia Perestrellos do Museu de Fotografia da Madeira, atelier Vicente, 9 de setembro de 1973, cópia do SESARAM. Av. Luís de Camões, […]
Inauguração do antigo Hospital Distrital do Funchal, 9 de setembro de 1973, Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira
Chegada para a inauguração do antigo Hospital Distrital do Funchal. Almirante Américo Thomaz (1894-1987), presidente da República e D. António Braamcamp Sobral (1912-1987), governador civil Hospital da Cruz de Carvalho, projeto do arquiteto Artur Eduardo Valente Esteves Hilário (C.C.H.) e J. Ferreira da Silva (1ª fase do anteprojeto, C.C.H.), 1967 e seguintes. Atual Hospital Dr. Nélio Mendonça (1930-2009) do Centro Hospitalar do Funchal. Negativo simples, película com gelatina sal de prata, 6,1 x 8,7 cm. Fotografia Perestrellos do Museu de Fotografia da Madeira, atelier Vicente, 9 de setembro de 1973, cópia do SESARAM. Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira. […]
Antigo Hospital Distrital do Funchal, 9 de setembro de 1973, Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira.
Antigo Hospital Distrital do Funchal, 9 de setembro de 1973, Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira.
Antigo Hospital Distrital do Funchal. Hospital da Cruz de Carvalho, projeto do arquiteto Artur Eduardo Valente Esteves Hilário (C.C.H.) e J. Ferreira da Silva (1ª fase do anteprojeto, C.C.H.), 1967 e seguintes. Atual Hospital Dr. Nélio Mendonça (1930-2009) do Centro Hospitalar do Funchal. Negativo simples, película com gelatina sal de prata, 6,1 x 8,7 cm. Fotografia Perestrellos do Museu de Fotografia da Madeira, atelier Vicente, (Inv. PER/11789), 9 de setembro de 1973, em depósito na DRABM. Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira. A cerimónia solene de abertura do empreendimento hospitalar ocorreu a 9 de setembro de 1973 e contou […]
Final das obras do antigo Hospital Distrital do Funchal, 1973, Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira.
Final das obras do antigo Hospital Distrital do Funchal. Hospital da Cruz de Carvalho, projeto do arquiteto Artur Eduardo Valente Esteves Hilário (C.C.H.) e J. Ferreira da Silva (1ª fase do anteprojeto, C.C.H.), 1967 e seguintes. Atual Hospital Dr. Nélio Mendonça (1930-2009) do Centro Hospitalar do Funchal. Negativo simples, película com gelatina sal de prata, 6,1 x 8,7 cm. Fotografia Perestrellos do Museu de Fotografia da Madeira, atelier Vicente, (Inv. PER/11784.1), 1973, em depósito na DRABM. Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira. A cerimónia solene de abertura do empreendimento hospitalar ocorreu a 9 de setembro de 1973 e contou […]
Obras do antigo Hospital Distrital do Funchal, 1967, Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira.
Obras do antigo Hospital Distrital do Funchal. Hospital da Cruz de Carvalho, projeto do arquiteto Artur Eduardo Valente Esteves Hilário (C.C.H.) e J. Ferreira da Silva (1ª fase do anteprojeto, C.C.H.), 1967 e seguintes. Atual Hospital Dr. Nélio Mendonça (1930-2009) do Centro Hospitalar do Funchal. Negativo simples, película com gelatina sal de prata, 6,1 x 6,1 cm. Fotografia Perestrellos do Museu de Fotografia da Madeira, atelier Vicente, (Inv. PER/1177), 1967, em depósito na DRABM. Cópia da coleção do SESARAM. Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira. A cerimónia solene de abertura do empreendimento hospitalar ocorreu a 9 de setembro de […]
Obras do antigo Hospital Distrital do Funchal, 1967, Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira.
Obras do antigo Hospital Distrital do Funchal. Hospital da Cruz de Carvalho, projeto do arquiteto Artur Eduardo Valente Esteves Hilário (C.C.H.) e J. Ferreira da Silva (1ª fase do anteprojeto, C.C.H.), 1967 e seguintes. Atual Hospital Dr. Nélio Mendonça (1930-2009) do Centro Hospitalar do Funchal. Negativo simples, película com gelatina sal de prata, 6,1 x 6,1 cm. Fotografia Perestrellos do Museu de Fotografia da Madeira, atelier Vicente, (Inv. PER/1177), 1967, em depósito na DRABM. Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira. A cerimónia solene de abertura do empreendimento hospitalar ocorreu a 9 de setembro de 1973 e contou com a […]
Obras do antigo Hospital Distrital do Funchal, 1967, Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira.
Obras do antigo Hospital Distrital do Funchal. Hospital da Cruz de Carvalho, projeto do arquiteto Artur Eduardo Valente Esteves Hilário (C.C.H.) e J. Ferreira da Silva (1ª fase do anteprojeto, C.C.H.), 1967 e seguintes. Atual Hospital Dr. Nélio Mendonça (1930-2009) do Centro Hospitalar do Funchal. Fotografia Perestrellos do Museu de Fotografia da Madeira, atelier Vicente, 1967. Av. Luís de Camões, Funchal, ilha da Madeira. A cerimónia solene de abertura do empreendimento hospitalar ocorreu a 9 de setembro de 1973 e contou com a presença de figuras ilustres como o Presidente da República, Almirante Américo Tomás (1894-1987), o Ministro das Obras Públicas, […]
Placa identificativa de residência feita com empréstimo da Previdência Social do Funchal, 1960 (c.), Caniço, ilha da Madeira.
Placa identificativa de residência feita com empréstimo da Previdência Social do Funchal, 1960 (c.), Caniço, ilha da Madeira.
Presos Políticos do Estado Novo na Madeira, João Lizardo e Élvio Passos, Funchal, Diário, 12 de abril de 2024, ilha da Madeira
João Lizardo e os Presos Políticos do Estado Novo da Madeira, Funchal, Diário, 12 de abril de 2024, ilha da Madeira
João Palla Lizardo e os Presos Políticos do Estado Novo da Madeira Com jornalista Élvio Passos, Funchal, Diário, 12 de abril de 2024. Fotografia de Miguel Espada, Funchal, 12 de abril de 2024, ilha da Madeira O co-autor do livro ‘Presos Políticos do Estado Novo da Madeira’ João Lizardo, advogado no Funchal e doutorado em Arqueologia pela FCSH da Universidade de Lisboa não deixou de frisar tratar-se de uma obra pioneira em Portugal, porque aborda a generalidade da população. “Acho que este trabalho será provavelmente o primeiro em Portugal a respeito dos presos políticos na generalidade da população”. Ao DIÁRIO, editor do ‘projecto […]
Caixa de açúcar com cortador do tipo guilhotina, oficina alemã, 1890 (c.), Museu Alemão de Tecnologia, Berlim, Alemanha,
Caixa de açúcar com cortador do tipo guilhotina embutido para cortar o açúcar Caixa de madeira aparelhada de oficina alemã, 1890 (c.) Alguns exemplares destas caixas apresentam mesmo os antigos alicates referidos como nippers, ou seja, pinças. Museu Alemão de Tecnologia, Deutsches Technikmuseum Berlin, Berlim, Alemanha Caixa de açúcar executada na Alemanha e usada para guardar e cortar o açúcar a partir dos pães de açúcar, mas aqui já também de açúcar em barras, possuindo instrumento de cortar em ferro embutidos no interior da caixa. Na parte inferior há uma gaveta que coleta resíduos de açúcar em grãos provenientes do […]
Brasão de armas da vila da Camacha, 1994, Camacha, ilha da Madeira.
Brasão de armas da vila da Camacha. Desenho da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses de 1994. Pub. Nelson Veríssimo, “Freguesias da Madeira: Camacha”, 21 de setembro de 2025. Vila da Camacha, ilha da Madeira. A freguesia da Camacha foi elevada à categoria de vila pelo Decreto Legislativo Regional n.º 20/94/M, de 9 de setembro (Diário da República, n.º 209/1994, Série I-A, 09-09-1994). Heráldica da freguesia: Armas – Escudo de azul, “brinquinho” de prata entre dois cestos de vime de ouro, com flores de vermelho, folhadas de prata. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco, com a legenda […]
Grupo Folclórico da Camacha, 2015, Quinta da Camacha, ilha da Madeira.
Grupo Folclórico da Camacha. Fotografia de 2015. Pub. Nelson Veríssimo, “Freguesias da Madeira: Camacha”, 21 de setembro de 2025. Quinta da Camacha, ilha da Madeira. O Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha foi fundado em março de 1948 com o objetivo de representar a Madeira e Portugal no Concurso Internacional de Danças de Madrid, em Espanha, evento em maio desse ano, em que foi agraciado com o 2º lugar na modalidade de Danças Mistas. O dia 1 de novembro foi a data escolhida para a celebração do seu aniversário. O seu primeiro diretor artístico foi Carlos Maria dos Santos […]
Interior da igreja nova da Camacha, arquiteto Jorge Freitas, com primeira pedra de 1991 e dedicação de 10 de agosto de 1997, Camacha, ilha da Madeira.
Interior da igreja nova da Camacha. Arquiteto Jorge Freitas, com primeira pedra de 1991. 1991, 12 maio – bênção pelo papa João Paulo II (1920-2005), na sua visita à Madeira da 1ª pedra da nova igreja da Camacha. Sendo dedicada em 10 de agosto de 1997 Pub. Nelson Veríssimo, “Freguesias da Madeira: Camacha”, 21 de setembro de 2025. Igreja matriz de São Lourenço da Camacha, ilha da Madeira. Até aos anos 30 do século XIX, paróquia e freguesia eram praticamente a mesma unidade territorial. A diferença assentava mais na nomenclatura e contexto, religioso ou civil, do que na fronteira física. Utilizamos […]
Igreja matriz de São Lourenço da Camacha, Jorge de Freitas, 1991, ilha da Madeira
Igreja nova da Camacha. Arquiteto Jorge Freitas, com primeira pedra de 1991. 1991, 12 maio – bênção pelo papa João Paulo II (1920-2005), na sua visita à Madeira da 1ª pedra da nova igreja da Camacha. Sendo dedicada em 10 de agosto de 1997 Igreja matriz de São Lourenço da Camacha, ilha da Madeira. Até aos anos 30 do século XIX, paróquia e freguesia eram praticamente a mesma unidade territorial. A diferença assentava mais na nomenclatura e contexto, religioso ou civil, do que na fronteira física. Utilizamos o termo paróquia sem precisão canónica. Freguesia tem uma conotação mais popular e […]
Antiga igreja matriz de São Lourenço da Camacha, campanha de 1751-1754 e seguintes, Camacha, ilha da Madeira.
Antiga igreja matriz de São Lourenço da Camacha. Campanha de 1751-1754 e seguintes. Fotografia de Anabela Gomes, 2025. Pub. Nelson Veríssimo, “Freguesias da Madeira: Camacha”, 21 de setembro de 2025. Camacha, ilha da Madeira. Arquiteto / Construtor / Autor: Engenheiros: Domingos Rodrigues Martins (c. 1710-1781) (1751 / 1754); João António Vila Vicêncio (c. 1720-1796) (1783 / 1785). Entalhadores: Julião Francisco Ferreira (1750 / 1760); Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833) (1784). Pintores: Não identificado (1770 c.); Luís António Bernes (1865-1936) (1921) ; J. Z. N. “Cirilho” (1922). Pedreiro: Manuel Teixeira (1754). Cronologia da igreja Velha da Camacha: Séc. XVII, 1ª metade – […]
Vicente Bettencourt Gomes da Silva com a equipa de futebol da Casa Vicente, 1916, Funchal, ilha da Madeira.
Vicente Bettencourt Gomes da Silva, 1955 (c.), Funchal, ilha da Madeira.
Vicente Bettencourt Gomes da Silva (1902-1960) Negativo simples, vidro, gelatina e sais de prata, 8,8 X 6,3 cm. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (inv. VIC/38018) em depósito no ABM, s/data, 1955 (c.) Funchal, ilha da Madeira. Vicente Bettencourt Gomes da Silva (n. Funchal, 10/5/1902; f. Funchal, 13/9/1960), após o falecimento do seu avô Vicente Gomes da Silva, Júnior (1857-1933), torna-se cogerente da empresa familiar, entretanto renomeada em 1929 como “Casa Vicente, Ld.ª”, em parceria com o seu pai, Vicente Ângelo Gomes da Silva (1881-1954), mantendo-se na gerência durante 30 anos (1930-1960). Casou-se a 19 de fevereiro de 1925 […]
Casamento de Vicente Bettencourt Gomes da Silva , 19 de fevereiro de 1925, Funchal, ilha da Madeira.
Casamento de Vicente Bettencourt Gomes da Silva com Maria da Conceição Valente Gomes da Silva (1902-1960) Negativo simples, vidro, gelatina e sais de prata, 21,5 X 16,3 cm. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (inv. VIC/13752) em depósito no ABM, 19 de fevereiro de 1925. Funchal, ilha da Madeira. Vicente Bettencourt Gomes da Silva (n. Funchal, 10/5/1902; f. Funchal, 13/9/1960), após o falecimento do seu avô Vicente Gomes da Silva, Júnior (1857-1933), torna-se cogerente da empresa familiar, entretanto renomeada em 1929 como “Casa Vicente, Ld.ª”, em parceria com o seu pai, Vicente Ângelo Gomes da Silva (1881-1954), mantendo-se na […]
Tribunal do Funchal, projeto de Januário Godinho, 1960, inaugurado em 17 de julho de 1962, Rua Francisco Franco e Rua dos Ferreiros, Funchal, ilha da Madeira
Tribunal do Funchal. Projeto geral do Arq. Januário Godinho (1910-1990), 1960. Tribunal do Funchal, inaugurado em 17 de julho de 1962. Fotografia de Teresa Gonçalves, 2025 (c.). Rua Francisco Franco e Rua dos Ferreiros, Funchal, ilha da Madeira. O projeto foi entregue ao arquiteto Januário Godinho de Almeida (1910-1990) pela comissão administrativa da Câmara Municipal do Funchal da responsabilidade do Dr. Fernão de Ornelas Gonçalves (1908-1978), de 12 jan. 1935 a 22 out. 1946, tendo o conjunto de desenhos, ainda ao gosto Português Suave do Estado Novo e desse último ano de 1946, sido localizado quando da montagem do Museu […]
Adro da igreja matriz de Santa Maria Maior ou do Socorro, 1754 (c.) e seguintes, Largo do Socorro ou Largo de Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira.
Adro da igreja matriz de Santa Maria Maior ou do Socorro. Antiga igreja camarária de São Tiago Menor. Projeto geral de Domingos Rodrigues Martins (c. 1710-1781), 1754 (c.) Fotografia de Sílvio Mendes, setembro de 2025. Igreja matriz de Santa Maria Maior ou Igreja do Socorro. Largo do Socorro ou Largo de Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia: Séc. 15, finais – execução do Santiago Maior nas oficinas de Dieric Bouts (1415-1475), levado depois em procissão para a capela (hoje no Museu Diocesano de Arte Sacra do Funchal); 1521, 7 mar. – surto de peste no Funchal; 11 jun. […]
Máscaras peitorais ndimu Makonde de coleção norte-americana, escultores Makonde, 1970 a 1990 (c.), Moçambique ou Tanzânia
Máscaras ndimu Makondes. Bodymask “ndimu”, Makonde. Madeira entalhada e pintada. Escultores Makonde, 1970 a 1990 (c.), Norte de Moçambique ou Tanzânia. Estados Unidos da América. Este tipo de máscara com que o bailarino sugere as dificuldades das primeiras relações sexuais era utilizado em danças mapiko por rapazes recém-iniciados ou por homens durante as mesmas cerimónias. O complexo do mapico ou mapiko, que é um conjunto de crenças e atividades de natureza ritual, visando principalmente o controle social, aparecendo nos rituais de iniciação masculinos as máscaras Ndimu, na generalidade, peitorais e não apresentando cabeça. O mapico, de uma forma geral, é […]
Cartaz fraudulento do solar dos Freitas da Madalena do Mar alusivo ao rei Ladislau III da Polónia e a Cristóvao Colombo, 2020 (c.), Madalena do Mar, ilha da Madeira.
Cartaz fraudulento do solar dos Freitas da Silva, morgados da Madalena do Mar. Alusão a aqui ter vivido rei Ladislau III (1424-c. 1444) da Polónia e nascido o navegador Cristóvão Colombo (1451-1506) Impressão de 2020 (c.) Reconstrução geral do solar de 1800 (c.) Fotografia de Rui Marote, 2025. Rua do IV Centenário, Madalena do Mar, ilha da Madeira. No varandim da sacada central da fachada do Solar dos Freitas, virada para a Rua do IV Centenário, na Madalena do Mar, foi afixado, há bastante tempo, um cartaz, escrito em português, inglês e polaco, com a seguinte mensagem: «“Casa do Rei” […]
Cartaz fraudulento do solar dos Freitas da Madalena do Mar alusivo ao rei Ladislau III da Polónia e a Cristóvao Colombo, 2020 (c.), Madalena do Mar, ilha da Madeira.
Armas da fachada ao mar do solar dos Freitas da Madalena do Mar, 1860 (c.), Madalena do Mar, ilha da Madeira.
Armas da fachada ao mar do solar dos Freitas da Silva, morgados da Madalena do Mar. Cantaria esculpida, 1860 (c.) Armas mandadas executar provavelmente pelo último morgado, capitão-cabo das Ordenanças, Nuno Freitas da Silva Lomelino (1820-1880), que vivia na Quinta das Cruzes, Reconstrução geral de 1800 (c.) Fotografia de Rui Marote, 2025. Madalena do Mar, ilha da Madeira. Nuno da Câmara Leme do Carvalhal Esmeraldo Lomelino (Funchal, 1820; idem, Quinta das Cruzes, 12 nov. 1880). Filho de Nuno Martiniano de Freitas e Helena do Carvalhal Esmeraldo, veio a casar com uma sua prima, Ana Figueirôa Welsh (1802-23 mar. 1897), filha […]
Armas da fachada ao mar do solar dos Freitas da Madalena do Mar, 1860 (c.), Madalena do Mar, ilha da Madeira.
Armas da fachada ao mar do solar dos Freitas da Silva, morgados da Madalena do Mar. Cantaria esculpida, 1860 (c.) Armas mandadas executar provavelmente pelo último morgado, capitão-cabo das Ordenanças, Nuno Freitas da Silva Lomelino (1820-1880), que vivia na Quinta das Cruzes, Reconstrução geral de 1800 (c.) Fotografia de Rui Marote, 2025. Madalena do Mar, ilha da Madeira. Nuno da Câmara Leme do Carvalhal Esmeraldo Lomelino (Funchal, 1820; idem, Quinta das Cruzes, 12 nov. 1880). Filho de Nuno Martiniano de Freitas e Helena do Carvalhal Esmeraldo, veio a casar com uma sua prima, Ana Figueirôa Welsh (1802-23 mar. 1897), filha […]
Armas da fachada ao mar do solar dos Freitas da Madalena do Mar, 1860 (c.), Madalena do Mar, ilha da Madeira.
Armas da fachada ao mar do solar dos Freitas da Silva, morgados da Madalena do Mar. Cantaria esculpida, 1860 (c.) Armas mandadas executar provavelmente pelo último morgado, capitão-cabo das Ordenanças, Nuno Freitas da Silva Lomelino (1820-1880), que vivia na Quinta das Cruzes, Reconstrução geral de 1800 (c.) Fotografia de Rui Marote, 2025. Madalena do Mar, ilha da Madeira. Nuno da Câmara Leme do Carvalhal Esmeraldo Lomelino (Funchal, 1820; idem, Quinta das Cruzes, 12 nov. 1880). Filho de Nuno Martiniano de Freitas e Helena do Carvalhal Esmeraldo, veio a casar com uma sua prima, Ana Figueirôa Welsh (1802-23 mar. 1897), filha […]
Fachada ao mar do solar dos Freitas da Silva, morgados da Madalena do Mar, reconstrução de 1800 (c.), Madalena do Mar, ilha da Madeira.
Fachada ao mar do solar dos Freitas da Silva, morgados da Madalena do Mar. Reconstrução de 1800 (c.) Armas mandadas executar provavelmente pelo último morgado, capitão-cabo das Ordenanças, Nuno Freitas da Silva Lomelino (1820-1880), que vivia na Quinta das Cruzes, por 1860 (c.) Fotografia de Rui Marote, 2025. Madalena do Mar, ilha da Madeira. Nuno da Câmara Leme do Carvalhal Esmeraldo Lomelino (Funchal, 1820; idem, Quinta das Cruzes, 12 nov. 1880). Filho de Nuno Martiniano de Freitas e Helena do Carvalhal Esmeraldo, veio a casar com uma sua prima, Ana Figueirôa Welsh (1802-23 mar. 1897), filha de Jorge ou George […]
Solar dos Freitas da Silva, morgados da Madalena do Mar, reconstrução de 1800 (c.), Madalena do Mar, ilha da Madeira.
Solar dos Freitas da Silva, morgados da Madalena do Mar. Reconstrução de 1800 (c.) Fotografia de Rui Marote, 2025. Rua do IV Centenário, Madalena do Mar, ilha da Madeira. No varandim da sacada central da fachada do Solar dos Freitas, virada para a Rua do IV Centenário, na Madalena do Mar, foi afixado, há bastante tempo, um cartaz, escrito em português, inglês e polaco, com a seguinte mensagem: «“Casa do Rei” – nesta casa viveu incógnito o Rei Ladislau III desaparecido em Varna e conhecido na Madeira como Henrique Alemão e aqui nasceu o Grande Descobridor da América, Cristóvão Colon […]
Solar dos Freitas da Silva, morgados da Madalena do Mar, reconstrução de 1800 (c.), Madalena do Mar, ilha da Madeira.
Solar dos Freitas da Silva, morgados da Madalena do Mar. Reconstrução de 1800 (c.) Fotografia de Rui Marote, 2025. Rua do IV Centenário, Madalena do Mar, ilha da Madeira. No varandim da sacada central da fachada do Solar dos Freitas, virada para a Rua do IV Centenário, na Madalena do Mar, foi afixado, há bastante tempo, um cartaz, escrito em português, inglês e polaco, com a seguinte mensagem: «“Casa do Rei” – nesta casa viveu incógnito o Rei Ladislau III desaparecido em Varna e conhecido na Madeira como Henrique Alemão e aqui nasceu o Grande Descobridor da América, Cristóvão Colon […]
D. Teodoro de Faria e os seus ícones russos, Funchal, 2017, ilha da Madeira
D. Teodoro de Faria e os seus ícones russos (1930-2025) Fotografia de Martinho Mendes de 2017. Funchal, ilha da Madeira. D. Teodoro de Faria (Funchal, Santo António, 24 ago. 1930; idem, 23 ago. 2025). 31.º Bispo do Funchal. Foi ordenado padre na diocese madeirense, em 22 set. 1956, prestando depois serviço em Roma, onde dirigiu o Pontifício Colégio Português de Roma, de Nossa Senhora de Fátima, no Vaticano, vindo a ser ordenado bispo do Funchal em 1982 e tomando posse da diocese em 16 de maio de 1982. Veio a solicitar a sua resignação, por limite de idade, em 2006, […]
Apresentação do livro Comandos, Subsídios para a sua História do general Júlio Oliveira, Lisboa, 28 de junho de 2017, Portugal
Apresentação do livro Comandos, Subsídios para a sua História Do general comando Júlio Faria Ribeiro de Oliveira (1942-), Lisboa : Associação de Comandos (Mama sume; 5), 2017. 1ª ed. Apresentação nas caves manuelinas do Museu Militar de Lisboa. Fotografia Ultramar-Terraweb, 28 de junho de 2017, Lisboa, Portugal 1956 – conclui na Escola do Exército o curso de Artilharia, sendo promovido a alferes do quadro permanente (n/m 51369911) e colocado na EPA-Vendas Novas; 1959, 7 set. – como tenente frequenta na EPI-Mafra o 2º curso de métodos de instrução; 1959, 6 out-30 jan. 1960 – frequenta na EPA o curso de promoção […]
Gigi, o provocador, D7, Lisboa, 2010, Portugal,
Gigi, o provocador, António Jorge (1953-) In D7, Lisboa, 2010, pp. 16-21 Coleção do retratado, Lisboa, Portugal António Jorge Silva Nunes (1953-), Gigi, o provocador, foi o primeiro bailarino madeirense a integrar a Companhia Nacional de Bailado e o Ballet Gulbenkian, tendo cumprido serviço militar na ilha da Madeira, em 1975, como 1.º cabo e integrando a equipa da Dinamização Cultural do MFA, que percorreu então grande parte da Ilha em sessões de esclarecimento.
António Jorge, desenho de Carlos Luz, Funchal, 1977, ilha da Madeira
António Jorge (1953-) Desenho sobre papel pontualmente de Carlos Luz (1951-), 1977 977 / Ao António Jorge / com um abraço amigo do / Carlos Luz Coleção do retratado, Lisboa, Portugal António Jorge Silva Nunes (1953-), Gigi, o provocador, foi o primeiro bailarino madeirense a integrar a Companhia Nacional de Bailado e o Ballet Gulbenkian, tendo cumprido serviço militar na ilha da Madeira, em 1975, como 1.º cabo e integrando a equipa da Dinamização Cultural do MFA, que percorreu então grande parte da Ilha em sessões de esclarecimento. José Carlos de Sousa Vieira da Luz nasceu no Funchal em 1951. […]
António Jorge, desenho de Carlos Luz, Funchal, 1977, ilha da Madeira
António Jorge (1953-) Desenho sobre papel pontualmente de Carlos Luz (1951-), 1977 977 / Ao António Jorge / com um abraço amigo do / Carlos Luz Coleção do retratado, Lisboa, Portugal António Jorge Silva Nunes (1953-), Gigi, o provocador, foi o primeiro bailarino madeirense a integrar a Companhia Nacional de Bailado e o Ballet Gulbenkian, tendo cumprido serviço militar na ilha da Madeira, em 1975, como 1.º cabo e integrando a equipa da Dinamização Cultural do MFA, que percorreu então grande parte da Ilha em sessões de esclarecimento. José Carlos de Sousa Vieira da Luz nasceu no Funchal em 1951. […]
Regresso dos Anjos a casa, acrílicos de Teresa Brazão, 2012, Funchal, ilha da Madeira
Regresso dos Anjos a casa Wings home again Acrílicos sobre tela de Teresa de Freitas Brazão (1952-), exposição no Café do Ateneu, Rua dos Netos, n.º 44, de final de 2012 Coleção da Autora, Funchal, fevereiro de 2014, ilha da Madeira.
Rui Nepomoceno na exposição da Teresa Brazão no Café do Ateneu, 27 de novembro de 2014, Funchal, ilha da Madeira.
Jeans e sapatilhas 2, acrílico de Teresa Brazão, julho de 2014, Funchal, ilha da Madeira.
Jeans e sapatilhas 2. Acrílico sobre tela. Teresa de Freitas Brazão (1952-), julho de 2014. Coleção da Autora, Funchal, ilha da Madeira Trabalho que esteve exposto no Café do Ateneu, Rua dos Netos, n.º 44, em finais de 2014, Funchal, ilha da Madeira.
As minhas sapatilhas, acrílico de Teresa Brazão, maio de 2014, Funchal, ilha da Madeira.
As minhas sapatilhas. Acrílico sobre tela. Teresa de Freitas Brazão (1952-), maio de 2014. Coleção da Autora, Funchal, ilha da Madeira Trabalho que esteve exposto no Café do Ateneu, Rua dos Netos, n.º 44, em finais de 2014, Funchal, ilha da Madeira.
Engenheiro Bernardo Faria aos 101 anos, Funchal, ilha da Madeira
Eng. Fernando Faria aos 101 anos. (1923-2025) Fotografia de 2024 São Martinho, Funchal, ilha da Madeira Ontem, 16 de setembro, o nosso Eng. Fernando Faria partiu serenamente com seus excecionais 102 anos de idade! Uma longa vida bem vivida, passada entre: São Martinho na Madeira, onde nasceu em 1923, casou e morreu; o Continente, onde estudou em Lisboa no Instituto Superior Técnico, e onde viveu nas Cidades do Porto primeiro e Setúbal mais tarde. Estagiou depois da licenciatura em Engenharia Mecânica, um ano na Alemanha, nas fábricas da Mercedes Benz; viveu depois também cinco anos na Cidade da Beira, onde […]
Banco de Portugal, Edmundo Tavares, 1940, Funchal, setembro de 2025, ilha da Madeira.
Banco de Portugal. Projecto do arquitecto Edmundo Tavares (1892-1983), maio de 1934. Execução do empreiteiro João Pinto Correia. Inauguração a 9 de dezembro de 1940. Fotografia de Luís Rocha, 19 de setembro de 2025. Avenida Arriaga, Funchal, ilha da Madeira. Face ao novo gosto do Estado Novo, não é de estranhar que o moderno Edmundo Tavares projete um Banco de Portugal de linguagem eclética e historicista de pendor monumental ditada pelo poder político, quando tinha sido o autor do projeto modernista do Mercado Municipal, linguagem de vanguarda que abandona a favor de um crescente “portuguesismo”, identificável nos seus escritos teóricos […]
Dr.ª Rubina Leal, presidente da Assembleia Regional no Clube do Marítimo, setembro de 2025, Funchal, ilha da Madeira
Dr.ª Rubina Leal, presidente da Assembleia Regional nos 115 anos do Marítimo Funchal, 20 de setembro de 2025, ilha da Madeira A presidente da Assembleia Legislativa da Madeira enalteceu o papel do Club Sport Marítimo na celebração dos 115 anos do clube. Rubina Leal sublinhou a importância desta instituição desportiva para a Região, afirmando que esta “assume-se como uma referência identitária da Madeira, sendo um símbolo de união, de orgulho e de perseverança das suas gentes ao longo de várias gerações”. “A celebração dos 115 anos do clube constitui também o reconhecimento do trabalho realizado na formação de crianças e jovens em diversas […]
Dr.ª Rubina Leal, presidente da Assembleia Regional com a História da Madeira do Rui Carita, setembro de 2025, Funchal, ilha da Madeira
Dr.ª Rubina Leal, presidente da Assembleia Regional com a História da Madeira Rui Carita (1946-) , Funchal, setembro de 2025, ilha da Madeira Sobre a obra ‘História da Madeira‘, originalmente publicada pelo Governo Regional da Madeira, sob a alçada da Educação, ‘História da Madeira’, da autoria de Rui Carita, teve uma nova edição da Imprensa Académica adaptada ao português moderno, enriquecida com notas e profusamente ilustrada com obras dos museus e monumentos da Região. Esta edição é uma coleção em seis volumes, cada qual dedicado a um século de história de ocupação portuguesa do arquipélago, lançados pela Académica entre 2014 […]
Imagens e memórias do concelho do Porto Moniz, DRABL e CEHA, Seixal, setembro de 2025, Porto Moniz, ilha da Madeira.
Imagens e memórias do concelho do Porto Moniz. Exposição com curadoria da direção regional dos Arquivos, das Bibliotecas e do Livro, através do Centro de Estudos de História do Atlântico, Alberto Vieira. Salão Paroquial do Seixal, 24 de setembro de 2025. Porto Moniz, ilha da Madeira.
D. Pedro de Alcântara, desenho de Jean-Baptiste Debret, ed. Thierry Fréres, Paris, 1821 (c.), Museu Imperial do Brasil.
S. A. R. o Sereníssimo Príncipe D. Pedro, Príncipe Real do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves – P. Pierre de Alcantara, Prince Royale du Royaume Uni du Portugal, du Brézil et des Algarves. (1789-1834) Desenho de Jean-Baptiste Debret (1768-1848) e gravura aguarelada de Thierry Fréres, Paris, 1821 (c.). Acervo do Museu Imperial/Ibram, Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil. D. Pedro de Alcântara e Bragança (Queluz, 1789; idem, 1834) acompanhara os pais, o então príncipe regente D. João VI (1767-1826) e D. Carlota Joaquina (1775-1830) na sua saída para o Brasil, onde foi sumariamente educado, ficando como regente do Brasil […]
Armas de fantasia do rei de África, Livro do Armeiro-Mor, Lisboa, 1509, Portugal.
Rei de África Armas de fantasia. Iluminura sobre pergaminho, 403 x 315 mm. João de Cró ou João du Cros (atr.), 1509. In Livro do Armeiro-Mor. IAN/TT (Casa Real, Cartório da Nobreza, liv. 19), Lisboa, Portugal.
Armas de fantasia do rei de Granada (?), Livro do Armeiro-Mor, Lisboa, 1509, Portugal.
Rey de gravata Armas de fantasia do rei de Granada (?). Iluminura sobre pergaminho, 403 x 315 mm. João de Cró ou João du Cros (atr.), 1509. In Livro do Armeiro-Mor. IAN/TT (Casa Real, Cartório da Nobreza, liv. 19), Lisboa, Portugal.
Bartolomeu Perestrelo, Paris (atr.), 1900, Biblioteca Nacional de França
Bartolomeu Perestrelo (1871-c. 1930) Portrait carte de visite. Álbum da secção portuguesa da Exposition Universelle Internationale (Paris, 1900). Entre os pintores expostos, Columbano Bordalo Pinheiro (1857-1929), do qual o Museu d’Orsay possui hoje uma natureza morta, recebe uma medalha de ouro pela sua “Soirée chez lui”, tela realista pintada em Paris, representando um grupo de melómanos num salão burguês. Mas a exposição termina com uma catástrofe: quase todos as obras apresentadas então reunidas no mesmo navio, o Saint-André, que naufragou no caminho de volta, perdendo-se, entre elas, um retrato de Eça de Queiroz, por Columbano, afundaram-se assim ao largo de […]
Marcas e carimbos dos curtumes de Alcanena, exposição “Dar à sola” do Gabinete de Estudos Olissiponenses, Palácio do Beau Séjour, setembro de 2025, Lisboa, Portugal.
Carimbos dos curtumes de Alcanena, exposição “Dar à sola” do Gabinete de Estudos Olissiponenses, Palácio do Beau Séjour, setembro de 2025, Lisboa, Portugal.
Carimbos da indústria de curtumes de Alcanena Dar à sola; A música de Alcanena, exposição sobre a indústria de curtumes em Alcanena Gabinete de Estudos Olissiponenses, Palácio do Beau Séjour. Fotografia de Ana Capa Pereira, 16 de setembro de 2025 Câmara Municipal de Lisboa, Portugal.
Dar à sola; A música de Alcanena, exposição do Gabinete de Estudos Olissiponenses, Palácio do Beau Séjour, setembro de 2025, Lisboa, Portugal.
Dar à sola; A música de Alcanena Exposição sobre a indústria de curtumes em Alcanena Gabinete de Estudos Olissiponenses, Palácio do Beau Séjour. Fotografia de Ana Capa Pereira, 16 de setembro de 2025 Câmara Municipal de Lisboa, Portugal.
Armas do rei D. João III de Portugal do armorial de 1550 (c.), catedral de São Bavão, Gand, Bélgica.
Armas do rei D. João III de Portugal. (1502-1557). Armorial de 1550 (c.). Catedral de São Bavão, Gand, Bélgica.
Os Primeiros Italianos na Madeira: Dos Perestrello aos Lomelino, Rui Carita, Gabinete de Estudos Olissiponenses, Palácio do Beau Séjour, 16 de setembro de 2025, Lisboa, Portugal
Os Primeiros Italianos na Madeira: Dos Perestrello aos Lomelino Conferência de Rui Carita com Hélia Silva do GEO e Nunziatella Alessandrini, da organização. 14º ciclo de conferências Relações Luso Italianas na Guerra a na Paz, organização de Nunziatella Alessandrini (CHAM) Gabinete de Estudos Olissiponenses, Palácio do Beau Séjour. Fotografia de Ana Capa Pereira, 16 de setembro de 2025 Câmara Municipal de Lisboa, Portugal.
Os Primeiros Italianos na Madeira: Dos Perestrello aos Lomelino, Rui Carita, Gabinete de Estudos Olissiponenses, Palácio do Beau Séjour, 16 de setembro de 2025, Lisboa, Portugal
Os Primeiros Italianos na Madeira: Dos Perestrello aos Lomelino Conferência de Rui Carita com Hélia Silva do GEO e Nunziatella Alessandrini, da organização. 14º ciclo de conferências Relações Luso Italianas na Guerra a na Paz, organização de Nunziatella Alessandrini (CHAM) Gabinete de Estudos Olissiponenses, Palácio do Beau Séjour. Fotografia de Ana Capa Pereira, 16 de setembro de 2025 Câmara Municipal de Lisboa, Portugal.
Os Primeiros Italianos na Madeira: Dos Perestrello aos Lomelino, Rui Carita, Gabinete de Estudos Olissiponenses, Palácio do Beau Séjour, 16 de setembro de 2025, Lisboa, Portugal
Os Primeiros Italianos na Madeira: Dos Perestrello aos Lomelino Conferência de Rui Carita com Hélia Silva do GEO e Nunziatella Alessandrini, da organização. 14º ciclo de conferências Relações Luso Italianas na Guerra a na Paz, organização de Nunziatella Alessandrini (CHAM) Gabinete de Estudos Olissiponenses, Palácio do Beau Séjour. Fotografia de Ana Capa Pereira, 16 de setembro de 2025 Câmara Municipal de Lisboa, Portugal.
Os Primeiros Italianos na Madeira: Dos Perestrello aos Lomelino, Rui Carita, Gabinete de Estudos Olissiponenses, Palácio do Beau Séjour, 16 de setembro de 2025, Lisboa, Portugal
Rui Carita, Os Primeiros Italianos na Madeira: Dos Perestrello aos Lomelino 14º ciclo de conferências Relações Luso Italianas na Guerra a na Paz, organização de Nunziatella Alessandrini(CHAM) Gabinete de Estudos Olissiponenses, Palácio do Beau Séjour, 16 de setembro de 2025 Câmara Municipal de Lisboa, Portugal.
Material arquitetónico do convento de N.ª S.ª da Piedade de Santa Cruz, campanha de 1961, ilha da Madeira.
Material arquitetónico do antigo convento de N.ª S.ª da Piedade de Santa Cruz Escavações arqueológicas de emergência da responsabilidade do Dr. António Aragão (1921-2008) de 1961. Fotografia do Arquivo Regional da Madeira. Pub. por Jorge Valdemar Guerra,“O convento de Nª. Sª. da Piedade de Santa Cruz, subsídios para a sua história”, in Islenha n.º 20, Funchal, DRAC, 1997, p. 147. Material depois arrecadado no Museu das Cruzes e transferido em outubro de 1996 para a Casa da Cultura de Santa Cruz, instalada na antiga Quinta do Reboredo. Santa Cruz, ilha da Madeira. O convento de Nossa Senhora da Piedade de […]
Edifício torreado levantado junto ao antigo convento de N.ª S.ª da Piedade de Santa Cruz, 1880 (c.), Santa Cruz, ilha da Madeira.
Edifício torreado levantado junto ao antigo convento de N.ª S.ª da Piedade de Santa Cruz Reutilização de materiais do antigo convento, 1880 (c.) Escavações arqueológicas de emergência da responsabilidade do Dr. António Aragão (1921-2008) de 1961. Fotografia do Arquivo Regional da Madeira. Pub. por Jorge Valdemar Guerra,“O convento de Nª. Sª. da Piedade de Santa Cruz, subsídios para a sua história”, in Islenha n.º 20, Funchal, DRAC, 1997, p. 146. Santa Cruz, ilha da Madeira. O convento de Nossa Senhora da Piedade de Santa Cruz foi levantado pela família Lomelino, a partir da vontade expressa no testamento de Urbano Lomelino […]
Grande crucifixo do antigo convento de N.ª S.ª da Piedade de Santa Cruz , 1680 (c.), Misericórdia de Santa Cruz, ilha da Madeira
Fundo de prato de faiança azul-e-branca de oficina de Lisboa, 1640 (c.), do convento da Piedade de Santa Cruz, Museu das Cruzes, Funchal, ilha da Madeira
Fundo de prato recuperados nas escavações de emergência no antigo convento de N.ª S.ª da Piedade de Santa Cruz Faiança azul-e-branca de oficina de Lisboa, 1640 (c.) Escavações arqueológicas de emergência da responsabilidade do Dr. António Aragão (1921-2008) de 1961. Fotografia do Arquivo Regional da Madeira. Pub. por Jorge Valdemar Guerra,“O convento de Nª. Sª. da Piedade de Santa Cruz, subsídios para a sua história”, in Islenha n.º 20, Funchal, DRAC, 1997, p. 131. Santa Cruz, ilha da Madeira. O convento de Nossa Senhora da Piedade de Santa Cruz foi levantado pela família Lomelino, a partir da vontade expressa no […]
Azulejos mudéjares do antigo convento de N.ª S.ª da Piedade de Santa Cruz, oficinas de Sevilha, 1520 (c.), Museu das Cruzes, Funchal, ilha da Madeira
Azulejos mudéjares recuperados nas escavações de emergência no antigo convento de N.ª S.ª da Piedade de Santa Cruz Escavações arqueológicas de emergência da responsabilidade do Dr. António Aragão (1921-2008) de 1961. Fotografia do Arquivo Regional da Madeira. Pub. por Jorge Valdemar Guerra,“O convento de Nª. Sª. da Piedade de Santa Cruz, subsídios para a sua história”, in Islenha n.º 20, Funchal, DRAC, 1997, p. 130. Santa Cruz, ilha da Madeira. Os azulejos de proveniência andaluza usados entre nós nos séculos XV e XVI são conhecidos pelo termo genérico de «mudéjares» ou hispano-mourisco. Tal designação liga-se não só aos locais de […]
Escavações arqueológicas no convento de N.ª S.ª da Piedade de Santa Cruz, direção de António Aragão, 1961, Santa Cruz, ilha da Madeira.
Escavações arqueológicas no convento de N.ª S.ª da Piedade de Santa Cruz, direção de António Aragão, 1961, Santa Cruz, ilha da Madeira.
Escavações de emergência no antigo convento de N.ª S.ª da Piedade de Santa Cruz Escavações arqueológicas de emergência da responsabilidade do Dr. António Aragão (1921-2008) de 1961. Fotografia do Arquivo Regional da Madeira. Pub. por Jorge Valdemar Guerra,“O convento de Nª. Sª. da Piedade de Santa Cruz, subsídios para a sua história”, in Islenha n.º 20, Funchal, DRAC, 1997, p. 147. Santa Cruz, ilha da Madeira. O convento de Nossa Senhora da Piedade de Santa Cruz foi levantado pela família Lomelino, a partir da vontade expressa no testamento de Urbano Lomelino (c. 1450-1518) , de 1518, tendo esta família ficado […]
Planta do convento de N.ª S.ª da Piedade de Santa Cruz e zona envolvente, levantamento de António Aragão, 1961, Santa Cruz, ilha da Madeira.
Planta do convento de N.ª S.ª da Piedade de Santa Cruz e zona envolvente Escavações arqueológicas de emergência da responsabilidade do Dr. António Aragão (1921-2008) de 1961. Desenho de Graça Silva a partir do levantamento de António Aragão: Santa Cruz, ilha da Madeira. Pub. por Jorge Valdemar Guerra,“O convento de Nª. Sª. da Piedade de Santa Cruz, subsídios para a sua história”, in Islenha n.º 20, Funchal, DRAC, 1997, p. 126. O convento de Nossa Senhora da Piedade de Santa Cruz foi levantado pela família Lomelino, a partir da vontade expressa no testamento de Urbano Lomelino (c. 1450-1518) , de […]
Armas dos Pessanhas, Tesouro da Nobreza, frei Manuel de Santo António Silva, 1783, Lisboa, Portugal
Armas da família dos Pessanhas. Aguarela sobre papel. Tesouro da Nobreza de frei Manuel de Santo António e Silva, da Ordem de São Paulo, o reformador do Cartório da Nobreza (perdido em 1755), 1783. Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Cartório da Nobreza, livro 16, n.º 31, fl. 179, Portugal. Família que em Portugal teve origem em Emanuel Passagno (Génova, 1285-97-c. 1343), que passou a usar o nome de Manuel Pessanha, filho de Micer Simone Passagno, Pessagno, Pezagno ou Pizagno, senhor do castelo de Passagno ou Pessagno, sendo Emanuel dado como homem honrado que entrou ao serviço de Portugal com […]
Descrição das armas dos Pessanhas, Tesouro da Nobreza, frei Manuel de Santo António Silva, 1783, Lisboa, Portugal
Descrição das armas da família dos Pessanhas. Manuscrito sobre papel. Tesouro da Nobreza de frei Manuel de Santo António e Silva, da Ordem de São Paulo, o reformador do Cartório da Nobreza (perdido em 1755), 1783. Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Cartório da Nobreza, livro 16, n.º 31, fl. 178, Portugal. Família que em Portugal teve origem em Emanuel Passagno (Génova, 1285-97-c. 1343), que passou a usar o nome de Manuel Pessanha, filho de Micer Simone Passagno, Pessagno, Pezagno ou Pizagno, senhor do castelo de Passagno ou Pessagno, sendo Emanuel dado como homem honrado que entrou ao serviço de […]
Armas dos Perestrelos, Tesouro da Nobreza, frei Manuel de Santo António Silva, 1783, Lisboa, Portugal
Armas da família dos Perestrellos. Aguarela sobre papel. Tesouro da Nobreza de frei Manuel de Santo António e Silva, da Ordem de São Paulo, o reformador do Cartório da Nobreza (perdido em 1755), 1783. Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Cartório da Nobreza, livro 16, n.º 30, fl. 179, Portugal. Refere este texto que precedem os Perestrellos de Filipe Perestrello, cavaleiro lombardo da cidade de Placência, que tinha vindo para Portugal talvez nos últimos anos do século XIV e integrara depois a casa da rainha D. Leonor de Aragão (1402-1445), mulher em 1428 do então infante D. Duarte (1391-1438), recebendo armas […]
Descrição das armas da família dos Perestrellos, Tesouro da Nobreza de frei Manuel de Santo António e Silva, Lisboa, 1783, Portugal.
Armas da família Lomelino, Tesouro da Nobreza, frei Manuel de Santo António e Silva, 1783, Lisboa, Portugal
As armas da família Lomelino. Aguarela sobre papel. Tesouro da Nobreza de frei Manuel de Santo António e Silva, da Ordem de São Paulo, o reformador do Cartório da Nobreza (perdido em 1755), 1783. Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Cartório da Nobreza, livro 16, n.º 48, fl. 133, Portugal. Jorge Lomelino (c. 1485-1548) foi armado cavaleiro em Azamor, em 1515 e, mais tarde, justificou pertencer “a uma das 28 famílias, a que se reduziu a nobreza de Génova, em 1528”, como rezam os nobiliários, sendo o pai e o tio filhos de Baptista Lomelino e de Luchineta Cattaneo, netos […]
Armas da família Lomelino, Tesouro da Nobreza, frei Manuel de Santo António Silva, 1783, Lisboa, Portugal
Descrição das armas da família Lomelino. Manuscrito sobre papel. Tesouro da Nobreza de frei Manuel de Santo António e Silva, da Ordem de São Paulo, o reformador do Cartório da Nobreza (perdido em 1755), 1783. Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Cartório da Nobreza, livro 16, n.º 48, fl. 132, Portugal. Jorge Lomelino (c. 1485-1548) foi armado cavaleiro em Azamor, em 1515 e, mais tarde, justificou pertencer “a uma das 28 famílias, a que se reduziu a nobreza de Génova, em 1528”, como rezam os nobiliários, sendo o pai e o tio filhos de Baptista Lomelino e de Luchineta Cattaneo, […]
Antigo convento da Piedade de Santa Cruz e forte de São Francisco, aguarela de William S. Barnard, 1800 (c.), Santa Cruz, ilha da Madeira
Antigo convento da Piedade de Santa Cruz e forte de São Francisco Aguarela de William S. Barnard (1774-1849), 1800 (c.), Santa Cruz, ilha da Madeira. Antiga coleção do Dr. António Aragão (1921-2008), entretanto, extraviada e pub. por Jorge Guerra in Islenha n.º 20, Funchal, DRAC, 1997, p. 125. O convento de Nossa Senhora da Piedade de Santa Cruz foi levantado pela família Lomelino, a partir da vontade expressa no testamento de Urbano Lomelino (c. 1450-1518) , de 1518, tendo esta família ficado como padroeira do convento até à sua extinção. Mais tarde, durante a construção do aeroporto do Funchal, em […]
Os italianos na Lisboa de 1500 a 1680: das hegemonias florentinas às genovesas, tese de doutoramento de Nunziatella Alessandrini, Lisboa, Universidade Aberta, setembro de 2009, Portugal
Nunziatella Alessandrini, Os italianos na Lisboa de 1500 a 1680: das hegemonias florentinas às genovesas (tese de doutoramento), Lisboa, Universidade Aberta, setembro de 2009.
Brasão de armas da família Passanha, Livro do Armeiro-Mor, 1509, Lisboa, Portugal
Pacanha Chefe Armas da família Pessanha. Iluminura sobre pergaminho, 403 x 315 mm. João de Cró ou João du Cros (atr.), 1509. In Livro do Armeiro-Mor, fl. 75 r. IAN/TT (Casa Real, Cartório da Nobreza, liv. 19), Lisboa, Portugal. Família que em Portugal teve origem em Emanuel Passagno (Génova, 1285-97-c. 1343), que passou a usar o nome de Manuel Pessanha, filho de Micer Simone Passagno, Pessagno, Pezagno ou Pizagno, senhor do castelo de Passagno ou Pessagno, sendo Emanuel dado como homem honrado que entrou ao serviço de Portugal com contrato do rei D. Dinis (1261-1325), de 1 de fevereiro de […]
Armas da família Teive, in Livro da Nobreza e Perfeiçam das Armas ou Livro de António Godinho, 1521 a 1541 (c.) e anos seguintes, fl. 25 v., Lisboa, Portugal.
Teive Chefe Armas da família Teive. In Livro da Nobreza e Perfeiçam das Armas. Iluminura do também chamado Livro de António Godinho, fl. 25 v. Oficina de António Godinho, 1521 a 1541 (c.) e anos seguintes. Arquivo Nacional da Torre do Tombo (Mss 164), Lisboa, Portugal. Diogo de Teive (c. 1415-1474) navegador e escudeiro da casa do infante D. Henrique (1394-1460), dirige-se no ano de 1452 para a ilha da Madeira para cumprir o contrato assumido com o Infante em Albufeira, a 5 de dezembro de 1452, pelo qual se compromete a construir um engenho de água para a produção […]
Armas da família Teive, in Livro da Nobreza e Perfeiçam das Armas ou Livro de António Godinho, 1521 a 1541 (c.) e anos seguintes, fl. 33 v., Lisboa, Portugal.
Armas dos Pessanhas do teto da Sala dos Brasões, 1515 a 1518, Palácio da Vila de Sintra, Portugal
Armas dos Pessanhas João Rodrigues (?), 1515 a 1518. Sala dos Brasões do Paço Real de Sintra. Palácio da Vila de Sintra. Palácio Nacional de Sintra, Portugal. Família que em Portugal teve origem em Emanuel Passagno (Génova, 1285-97-c. 1343), que passou a usar o nome de Manuel Pessanha, filho de Micer Simone Passagno, Pessagno, Pezagno ou Pizagno, senhor do castelo de Passagno ou Pessagno, sendo Emanuel dado como homem honrado que entrou ao serviço de Portugal com contrato do rei D. Dinis (1261-1325), de 1 de fevereiro de 1317 para dirigir tanto as construções navais como toda a navegação portuguesa, […]
Armas da família Perestrelo, in Livro da Nobreza e Perfeiçam das Armas ou Livro de António Godinho, 1521 a 1541 (c.) e anos seguintes, fl. 41 v., Lisboa, Portugal.
Perestresteelo Chefe Armas da família Perestrelo. In Livro da Nobreza e Perfeiçam das Armas. Iluminura do também chamado Livro de António Godinho, fl. 41 v. Oficina de António Godinho, 1521 a 1541 (c.) e anos seguintes. Arquivo Nacional da Torre do Tombo (Mss 164), Lisboa, Portugal. Bartolomeu Perestrelo (c. 1394-1457) oriundo da casa do infante D. João (1400-1442), mestre da Ordem de Santiago e depois da casa do infante D. Henrique (1394-1460), foi nomeado 1.° Capitão-Donatário Hereditário da Ilha de Porto Santo a 1 de novembro de 1446 (Também no Livro das Ilhas, fl. 93), mas o senhorio só foi […]
Armas da família Pessanha, in Livro da Nobreza e Perfeiçam das Armas ou Livro de António Godinho, 1521 a 1541 (c.) e anos seguintes, fl. 16 r., Lisboa, Portugal.
Pacanha Chefe Armas da família Pessanha. In Livro da Nobreza e Perfeiçam das Armas. Iluminura do também chamado Livro de António Godinho, fl. 16 r. Oficina de António Godinho, 1521 a 1541 (c.) e anos seguintes. Arquivo Nacional da Torre do Tombo (Mss 164), Lisboa, Portugal. Família que em Portugal teve origem em Emanuel Passagno (Génova, 1285-97-c. 1343), que passou a usar o nome de Manuel Pessanha, filho de Micer Simone Passagno, Pessagno, Pezagno ou Pizagno, senhor do castelo de Passagno ou Pessagno, sendo Emanuel dado como homem honrado que entrou ao serviço de Portugal com contrato do rei D. […]
Nunziatelli Alessandrini ,”Porque os Pessagno? Novos dados para o conhecimento desta família genovesa”, in Actas XV Simpósio de História Marítima, Lisbona, Academia de Marinha, 2019, pp. 35-49, 2019
Nunziatelli Alessandrini, “Porque os Pessagno? Novos dados para o conhecimento desta família genovesa” In O mar como futuro de Portugal (c.1223 – c.1448). A propósito da contratação de Manuel Pessanha como Almirante por D. Dinis, Actas XV Simpósio de História Marítima, Lisbona, Academia de Marinha, 2019, pp. 35-49, 2019.
Notícia sobre a máquina de escrever Sholes & Glidden, Scientific American, 10 de agosto de 1872, Estados Unidos da América.
Notícia sobre a máquina de escrever Sholes & Glidden. In Scientific American, NY, 10 de agosto de 1872, Estados Unidos da América. Pub. catálogo da Auction Team Breker, Colónia, 13 de setembro de 2025, Alemanha, lote 138, avaliado entre €12 000 EUR – €18 000 EUR. Fábrica Sholes & Glidden Typewriter, Ilion, NY, modelo 1873, USA A máquina de escrever Sholes e Glidden (também conhecida como Remington n.º 1) foi a primeira máquina de escrever com sucesso comercial. Projetada principalmente pelo inventor Christopher Latham Sholes (1819-1890), a partir de um primeiro prototipo do padre brasileiro Francisco João de Azevedo (1814-1880), já medalhado por tal pelo imperador D. […]
Notícia sobre a máquina de escrever Sholes & Glidden, Scientific American, NY, 10 de agosto de 1872, Estados Unidos da América.
Notícia sobre a futura máquina de escrever Sholes & Glidden. In Scientific American, NY, 10 de agosto de 1872, Estados Unidos da América. Pub. catálogo da Auction Team Breker, Colónia, 13 de setembro de 2025, Alemanha, lote 138, avaliado entre €12 000 EUR – €18 000 EUR. Fábrica Sholes & Glidden Typewriter, Ilion, NY, modelo 1873, USA A máquina de escrever Sholes e Glidden (também conhecida como Remington n.º 1) foi a primeira máquina de escrever com sucesso comercial. Projetada principalmente pelo inventor Christopher Latham Sholes (1819-1890), a partir de um primeiro prototipo do padre brasileiro Francisco João de Azevedo (1814-1880), já medalhado por tal pelo imperador […]
Máquina de escrever Sholes & Glidden, 1874, Museu da Tecnologia de Viena de Áustria.
Máquina de escrever Sholes & Glidden 1874. Chapa de ferro pintada e madeira. Fábrica Sholes & Glidden Typewriter, Ilion, NY, modelo 1873 colocado em mercado em 1874, USA Fotografia do Dr. Bernd Gross, 12 de fevereiro de 2016, Wikimedia Commons Technischen Museum Wien (Inv. Nr. 16.359), Museu da Tecnologia de Viena de Áustria. A máquina de escrever Sholes e Glidden (também conhecida como Remington n.º 1) foi a primeira máquina de escrever com sucesso comercial. Projetada principalmente pelo inventor Christopher Latham Sholes (1819-1890), a partir de um primeiro prototipo do padre brasileiro Francisco João de Azevedo (1814-1880), já medalhado por tal pelo imperador D. […]
Máquina de escrever Sholes & Glidden, 1874, Smithsonian’s National Museum of American History, Washington, Estados Unidos da América.
Máquina de escrever Sholes & Glidden. Chapa de ferro pintada e madeira. Fábrica Sholes & Glidden Typewriter, Ilion, NY, modelo 1873 vendido a partir de 1874, USA Fotografia de Beth Komisarek. Smithsonian’s National Museum of American History, Washiongton, Estados Unidos da América. A máquina de escrever Sholes e Glidden (também conhecida como Remington n.º 1) foi a primeira máquina de escrever com sucesso comercial. Projetada principalmente pelo inventor Christopher Latham Sholes (1819-1890), a partir de um primeiro prototipo do padre brasileiro Francisco João de Azevedo (1814-1880), já medalhado por tal pelo imperador D. Pedro II (1825-1891) em 1861, no Rio de Janeiro, foi desenvolvida […]
Máquina de escrever Sholes & Glidden, costas, 1873, Estados Unidos da América.
Máquina de escrever Sholes & Glidden. Chapa de ferro pintada e madeira. Fábrica Sholes & Glidden Typewriter, Ilion, NY, modelo 1873, USA Auction Team Breker, Colónia, 13 de setembro de 2025, Alemanha, lote 138, avaliado entre €12 000 EUR – €18 000 EUR. A máquina de escrever Sholes e Glidden (também conhecida como Remington n.º 1) foi a primeira máquina de escrever com sucesso comercial. Projetada principalmente pelo inventor Christopher Latham Sholes (1819-1890), a partir de um primeiro prototipo do padre brasileiro Francisco João de Azevedo (1814-1880), já medalhado por tal pelo imperador D. Pedro II (1825-1891) em 1861, no Rio de Janeiro, foi desenvolvida com a […]
Máquina de escrever Sholes & Glidden fechada, Nova Iorque, 1873, Estados Unidos da América.
Máquina de escrever Sholes & Glidden. Chapa de ferro pintada e madeira. Fábrica Sholes & Glidden Typewriter, Ilion, NY, modelo 1873, USA Auction Team Breker, Colónia, 13 de setembro de 2025, Alemanha, lote 138, avaliado entre €12 000 EUR – €18 000 EUR. A máquina de escrever Sholes e Glidden (também conhecida como Remington n.º 1) foi a primeira máquina de escrever com sucesso comercial. Projetada principalmente pelo inventor Christopher Latham Sholes (1819-1890), a partir de um primeiro prototipo do padre brasileiro Francisco João de Azevedo (1814-1880), já medalhado por tal pelo imperador D. Pedro II (1825-1891) em 1861, no Rio de Janeiro, foi desenvolvida com a […]
Vista do miradouro do Pináculo, 1964 (c.) e 2020, São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira
Vista do miradouro do Pináculo. Alpendre sobre colunata, banco central e muro em cantaria vermelha do Cabo Girão, calçada e degraus de cantaria rija cinzenta também do Cabo Girão. Campanha da Câmara Municipal do Funchal de 1964 (c.) e seguintes Trabalho inspirado nos do arquiteto Carlos Chambers Ramos (1897-1969), 1933 e seguintes. Fotografia de Francisco Correia para a DRT, 2020. São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira. Considerado um dos miradouros mais emblemáticos da cidade do Funchal, o miradouro do Pináculo, localiza-se na Rua Conde Carvalhal a 283 metros acima do nível do mar e proporciona uma das mais magníficas vistas […]
Miradouro do Pináculo, 1964 (c.), São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira
Miradouro do Pináculo. Alpendre sobre colunata, banco central e muro em cantaria vermelha do Cabo Girão, calçada e degraus de cantaria rija cinzenta também do Cabo Girão. Campanha da Câmara Municipal do Funchal de 1964 (c.) e seguintes Trabalho inspirado nos do arquiteto Carlos Chambers Ramos (1897-1969), 1933 e seguintes. Fotografia da DRT, 2011. São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira. Considerado um dos miradouros mais emblemáticos da cidade do Funchal, o miradouro do Pináculo, localiza-se na Rua Conde Carvalhal a 283 metros acima do nível do mar e proporciona uma das mais magníficas vistas sobre a baía do Funchal. A […]
Miradouro do Pináculo, 1964 (c.), São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira
Miradouro do Pináculo. Alpendre sobre colunata, banco central e muro em cantaria vermelha do Cabo Girão, calçada e degraus de cantaria rija cinzenta também do Cabo Girão. Campanha da Câmara Municipal do Funchal de 1964 (c.) e seguintes Trabalho inspirado nos do arquiteto Carlos Chambers Ramos (1897-1969), 1933 e seguintes. Fotografia da DRT, 2015. São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira. Considerado um dos miradouros mais emblemáticos da cidade do Funchal, o miradouro do Pináculo, localiza-se na Rua Conde Carvalhal a 283 metros acima do nível do mar e proporciona uma das mais magníficas vistas sobre a baía do Funchal. A […]
Miradouro do Pináculo, 1964 (c.), São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira
Miradouro do Pináculo. Alpendre sobre colunata, banco central e muro em cantaria vermelha do Cabo Girão, calçada e degraus de cantaria rija cinzenta também do Cabo Girão. Envolvente com massarocos, Euchium nervosum, planta endémica da Macaronésia. Campanha da Câmara Municipal do Funchal de 1964 (c.) e seguintes Trabalho inspirado nos do arquiteto Carlos Chambers Ramos (1897-1969), 1933 e seguintes. Fotografia da Rota dos Miradouros da Madeira, 27 de fevereiro de 2011. São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira. Considerado um dos miradouros mais emblemáticos da cidade do Funchal, o miradouro do Pináculo, localiza-se na Rua Conde Carvalhal a 283 metros acima […]
Placa do Miradouro do Pináculo, 1964, São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira.
Placa do miradouro do Pináculo. Miradouro do Pináculo, altura, 283 m. Alpendre sobre colunata, banco central e muro em cantaria vermelha do Cabo Girão, calçada e degraus de cantaria rija cinzenta também do Cabo Girão. Campanha da Câmara Municipal do Funchal de 1964 (c.) e seguintes Trabalho inspirado nos do arquiteto Carlos Chambers Ramos (1897-1969), 1933 e seguintes. Fotografia da Rota dos Miradouros da Madeira. São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira. Considerado um dos miradouros mais emblemáticos da cidade do Funchal, o miradouro do Pináculo, localiza-se na Rua Conde Carvalhal a 283 metros acima do nível do mar e proporciona […]
Miradouro do Pináculo, 1964 (c.), São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira
Miradouro do Pináculo. Alpendre sobre colunata, banco central e muro em cantaria vermelha do Cabo Girão, calçada e degraus de cantaria rija cinzenta também do Cabo Girão. Campanha da Câmara Municipal do Funchal de 1964 (c.) e seguintes Trabalho inspirado nos do arquiteto Carlos Chambers Ramos (1897-1969), 1933 e seguintes. Fotografia de Danilo Óscar de Matos (1942-), 2017. São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira. Considerado um dos miradouros mais emblemáticos da cidade do Funchal, o miradouro do Pináculo, localiza-se na Rua Conde Carvalhal a 283 metros acima do nível do mar e proporciona uma das mais magníficas vistas sobre a […]
Muro do miradouro do Pináculo, 1964 (c.), São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira
Miradouro do Pináculo. Alpendre sobre colunata, banco central e muro em cantaria vermelha do Cabo Girão, calçada e degraus de cantaria rija cinzenta também do Cabo Girão. Campanha da Câmara Municipal do Funchal de 1964 (c.) e seguintes Trabalho inspirado nos do arquiteto Carlos Chambers Ramos (1897-1969), 1933 e seguintes. Fotografia de Danilo Óscar de Matos (1942-), 2017. São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira. Considerado um dos miradouros mais emblemáticos da cidade do Funchal, o miradouro do Pináculo, localiza-se na Rua Conde Carvalhal a 283 metros acima do nível do mar e proporciona uma das mais magníficas vistas sobre a […]
Miradouro do Pináculo, 1964 (c.), São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira
Miradouro do Pináculo. Alpendre sobre colunata, banco central e muro em cantaria vermelha do Cabo Girão, calçada e degraus de cantaria rija cinzenta também do Cabo Girão. Campanha da Câmara Municipal do Funchal de 1964 (c.) e seguintes Trabalho inspirado nos do arquiteto Carlos Chambers Ramos (1897-1969), 1933 e seguintes. Fotografia de Danilo Óscar de Matos (1942-), 2017. São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira. Considerado um dos miradouros mais emblemáticos da cidade do Funchal, o miradouro do Pináculo, localiza-se na Rua Conde Carvalhal a 283 metros acima do nível do mar e proporciona uma das mais magníficas vistas sobre a […]
Vista do miradouro da Eira do Serrado, 2025, Curral das Freiras, ilha da Madeira.
Vista do miradouro da Eira do Serrado. Fotografia de Ilídio Gonçalves, 2025. Curral das Freiras, ilha da Madeira. O Miradouro da Eira do Serrado, na freguesia de Santo António, Funchal e sobre o Curral das Freiras, Câmara de Lobos, situa-se a uma altitude de 1095 metros e a vista pelo vale circundante é excecional. O miradouro foi mandado construir pela então Junta Geral e de acordo com pedido da Delegação do Turismo, tendo a inauguração ocorrido a 9 maio 1962. A acessibilidade automóvel a esta localidade só terá acontecido por volta de 1949, sendo inaugurada a 1 dez. 1951 uma […]
Capela do solar de São Gil de Santa Cruz, reconstrução de 1780 (c.), Santa Cruz, ilha da Madeira
Capela do solar de São Gil de Santa Cruz Fundação de 1700 e reconstrução de 1780 (c.) Fotografia de Rui Marote, 2025. Sítio da Calçada de São Gil, Santa Cruz, ilha da Madeira Um dia a casa vem abaixo. Jaz morto e apodrece Deixar o património em ruínas é o que está a acontecer na Madeira. Parece uma “doença” contagiosa que se espalha por toda Região Autónoma, para a qual ninguém arranja soluções e da qual ninguém quer saber. Todos “sacodem a água do capote”. Descobrimos no concelho de Santa Cruz uma casa solarenga dos finais do século XVII, dos […]
Entrada alpendrada do solar de São Gil de Santa Cruz, reconstrução de 1780 a 1880 (c.), Santa Cruz, ilha da Madeira
Entrada alpendrada do solar de São Gil de Santa Cruz Reconstrução de 1780 a 1880 (c.) Fotografia de Rui Marote, 2025. Sítio da Calçada de São Gil, Santa Cruz, ilha da Madeira Um dia a casa vem abaixo. Jaz morto e apodrece Deixar o património em ruínas é o que está a acontecer na Madeira. Parece uma “doença” contagiosa que se espalha por toda Região Autónoma, para a qual ninguém arranja soluções e da qual ninguém quer saber. Todos “sacodem a água do capote”. Descobrimos no concelho de Santa Cruz uma casa solarenga dos finais do século XVII, dos morgados […]
Solar de São Gil de Santa Cruz, reconstrução de 1780 (c.), Santa Cruz, ilha da Madeira
Solar de São Gil de Santa Cruz Reconstrução de 1780 (c.) Fotografia de Rui Marote, 2025. Sítio da Calçada de São Gil, Santa Cruz, ilha da Madeira Um dia a casa vem abaixo. Jaz morto e apodrece Deixar o património em ruínas é o que está a acontecer na Madeira. Parece uma “doença” contagiosa que se espalha por toda Região Autónoma, para a qual ninguém arranja soluções e da qual ninguém quer saber. Todos “sacodem a água do capote”. Descobrimos no concelho de Santa Cruz uma casa solarenga dos finais do século XVII, dos morgados Barretos, no Sítio da Calçada […]
Solar e capela de São Gil de Santa Cruz, reconstrução de 1780 (c.), Santa Cruz, ilha da Madeira
Solar e capela de São Gil de Santa Cruz Reconstrução de 1780 (c.) Fotografia de Rui Marote, 2025. Sítio da Calçada de São Gil, Santa Cruz, ilha da Madeira Um dia a casa vem abaixo. Jaz morto e apodrece Deixar o património em ruínas é o que está a acontecer na Madeira. Parece uma “doença” contagiosa que se espalha por toda Região Autónoma, para a qual ninguém arranja soluções e da qual ninguém quer saber. Todos “sacodem a água do capote”. Descobrimos no concelho de Santa Cruz uma casa solarenga dos finais do século XVII, dos morgados Barretos, no Sítio […]
Solar de São Gil de Santa Cruz, reconstrução de 1780 (c.), Santa Cruz, ilha da Madeira
Solar de São Gil de Santa Cruz Reconstrução de 1780 (c.) Fotografia de Rui Marote, 2025. Sítio da Calçada de São Gil, Santa Cruz, ilha da Madeira Um dia a casa vem abaixo. Jaz morto e apodrece Deixar o património em ruínas é o que está a acontecer na Madeira. Parece uma “doença” contagiosa que se espalha por toda Região Autónoma, para a qual ninguém arranja soluções e da qual ninguém quer saber. Todos “sacodem a água do capote”. Descobrimos no concelho de Santa Cruz uma casa solarenga dos finais do século XVII, dos morgados Barretos, no Sítio da Calçada […]
Armas reais do El Tigre, Sevilha, 1768, Museu Histórico Militar de Canarias, Santa Cruz de Tenerife, ilha de Tenerife, Canárias.
Armas reais do El Tigre. SOLANO FECIT SEVILLA AÑO DE 1768 e Carolus III D. G. LBS-PAN. ET IND. REX Armas reais de Carlos III de Borboun (1716-1788) Bronze, 279 cm.; cal. 13,3 cm.; 2000 kgs. José Solano Garcia de Laredo, Sevilha, 1768 Fotografia de 2020. Museu Histórico do Castelo de San Cristobal, Santa Cruz de Tenerife, ilha de Tenerife, Canárias. O Tigre, segundo o cronista José Manuel Ledesma, foi deslocado a 24 de julho de 1797, pelo tenente tinerfeño Francisco Grande, que sugeriu a conveniência de abrir uma troneira na parede que dava para a praia de la Alameda […]
Armas reais do El Tigre, Sevilha, 1768, Museu Histórico Militar de Canarias, Santa Cruz de Tenerife, ilha de Tenerife, Canárias.
Armas reais do El Tigre. SOLANO FECIT SEVILLA AÑO DE 1768 e Carolus III D. G. LBS-PAN. ET IND. REX Armas reais de Carlos III de Borboun (1716-1788) Bronze, 279 cm.; cal. 13,3 cm.; 2000 kgs. José Solano Garcia de Laredo, Sevilha, 1768 Fotografia de 2020. Museu Histórico do Castelo de San Cristobal, Santa Cruz de Tenerife, ilha de Tenerife, Canárias. O Tigre, segundo o cronista José Manuel Ledesma, foi deslocado a 24 de julho de 1797, pelo tenente tinerfeño Francisco Grande, que sugeriu a conveniência de abrir uma troneira na parede que dava para a praia de la Alameda […]
El Tigre, Sevilha, 1768, Museu Histórico Militar de Canarias, Santa Cruz de Tenerife, ilha de Tenerife, Canárias.
El Tigre. SOLANO FECIT SEVILLA AÑO DE 1768 e Carolus III D. G. LBS-PAN. ET IND. REX Armas reais de Carlos III de Borboun (1716-1788) Bronze, 279 cm.; cal. 13,3 cm.; 2000 kgs. José Solano Garcia de Laredo, Sevilha, 1768 Fotografia de 2020. Museu Histórico do Castelo de San Cristobal, Santa Cruz de Tenerife, ilha de Tenerife, Canárias. O Tigre, segundo o cronista José Manuel Ledesma, foi deslocado a 24 de julho de 1797, pelo tenente tinerfeño Francisco Grande, que sugeriu a conveniência de abrir uma troneira na parede que dava para a praia de la Alameda para a sua […]
El Tigre, Sevilha, 1768, Museu Histórico Militar de Canarias, Santa Cruz de Tenerife, ilha de Tenerife, Canárias.
El Tigre. SOLANO FECIT SEVILLA AÑO DE 1768 e Carolus III D. G. LBS-PAN. ET IND. REX Armas reais de Carlos III de Borboun (1716-1788) Bronze, 279 cm.; cal. 13,3 cm.; 2000 kgs. José Solano Garcia de Laredo, Sevilha, 1768 Fotografia de 2020. Museu Histórico do Castelo de San Cristobal, Santa Cruz de Tenerife, ilha de Tenerife, Canárias. O Tigre, segundo o cronista José Manuel Ledesma, foi deslocado a 24 de julho de 1797, pelo tenente tinerfeño Francisco Grande, que sugeriu a conveniência de abrir uma troneira na parede que dava para a praia de la Alameda para a sua […]
El Tigre, Sevilha, 1768, Museu Histórico Militar de Canarias, Santa Cruz de Tenerife, ilha de Tenerife, Canárias.
El Tigre. SOLANO FECIT SEVILLA AÑO DE 1768 e Carolus III D. G. LBS-PAN. ET IND. REX Armas reais de Carlos III de Borboun (1716-1788) Bronze, 279 cm.; cal. 13,3 cm.; 2000 kgs. José Solano Garcia de Laredo, Sevilha, 1768 Fotografia de 2016. Museu Histórico do Castelo de San Cristobal, Santa Cruz de Tenerife, ilha de Tenerife, Canárias. O Tigre, segundo o cronista José Manuel Ledesma, foi deslocado a 24 de julho de 1797, pelo tenente tinerfeño Francisco Grande, que sugeriu a conveniência de abrir uma troneira na parede que dava para a praia de la Alameda para a sua […]
Pão de açúcar empacotado na Finlândia, Tendas, 1980 (c.), Kotka, Finlândia
Pão de açúcar empacotado na Finlândia Old Finnish sugar packaging (“sokeritoppa”), Impresso sobre cartão Tendas, Kotka, Finlândia, 1980 (c.). Fotografia Motopark, Wiki, 15 de julho de 1987. Kotka, Finlândia O desaparecimento comercial progressivo dos pães-de-açúcar acontece com o advento do açúcar granulado no UK em 1867 e, dos cubos de açúcar, a partir de 1880, só se mantendo muito pontualmente, por exemplo, no Norte de África. Ao longo do século XX, entretanto, parece ter resistido de alguma forma no Mar Báltico, para onde, logo nos inícios do XVI, se exportou açúcar da ilha da Madeira.
Alicate de cortar pão de açúcar, aço, oficina russa, 1880 (c.), coleção particular, Rússia
Alicate ou tesoura para cortar pão de açúcar e outros apetrechos açucareiros suecos (atr.), 1880 (c.), Gamelgardem museum of Scandia, Minnesota, Estados Unidos da América
Alicate ou tesoura para cortar pão de açúcar e outros apetrechos açucareiros suecos (atr.) Sugar nippers Alguns dos catálogos ingleses de museus e antiquários referem estes alicates como nippers, ou seja, pinças, mas o que não faz muito sentido Liga de metal. Oficina inglesa ou sueca, 1880 (c.) e seguintes This item relates to sugar beets and making sugar molds. To make sugar, the first step was to cut up sugar beets into smaller pieces. Once the sugar beets were cooked, the liquid was put in a wood mold. This was used to mold and harden sugar cane into cone […]
Pães de açúcar, 1880 (c.) e seguintes, Gamelgardem museum of Scandia, Minnesota, Estados Unidos da América
Pães de açúcar Em conjunto com alicate ou tesoura para cortar pão de açúcar Oficina inglesa ou sueca, 1880 (c.) e seguintes This item relates to sugar beets and making sugar molds. To make sugar, the first step was to cut up sugar beets into smaller pieces. Once the sugar beets were cooked, the liquid was put in a wood mold. This was used to mold and harden sugar cane into cone shapes. After the sugar cooled, the sugar beet cones were removed and stored. The jar has an example of sugar beet cones. When sugar was needed, a person […]
Alicate ou tesoura para cortar pão de açúcar sueca (atr.), 1880 (c.), Gamelgardem museum of Scandia, Minnesota, Estados Unidos da América
Alicate ou tesoura para cortar pão de açúcar Sugar nippers Alguns dos catálogos ingleses de museus e antiquários referem estes alicates como nippers, ou seja, pinças, mas o que não faz muito sentido Liga de metal. Oficina inglesa ou sueca, 1880 (c.) This item relates to sugar beets and making sugar molds. To make sugar, the first step was to cut up sugar beets into smaller pieces. Once the sugar beets were cooked, the liquid was put in a wood mold. This was used to mold and harden sugar cane into cone shapes. After the sugar cooled, the sugar beet […]
Alicate ou tesoura para cortar pão de açúcar sueca (atr.), 1880 (c.), Gamelgardem museum of Scandia, Minnesota, Estados Unidos da América
Alicate ou tesoura para cortar pão de açúcar Sugar nippers Alguns dos catálogos ingleses de museus e antiquários referem estes alicates como nippers, ou seja, pinças, mas o que não faz muito sentido Liga de metal. Oficina inglesa ou sueca, 1880 (c.) This item relates to sugar beets and making sugar molds. To make sugar, the first step was to cut up sugar beets into smaller pieces. Once the sugar beets were cooked, the liquid was put in a wood mold. This was used to mold and harden sugar cane into cone shapes. After the sugar cooled, the sugar beet […]
Alicate de cortar pão de açúcar, metal branco, oficina inglesa, 1820 (c.), BADA , London, Inglaterra
Alicate ou tesoura de um par para cortar pão de açúcar Antique Late Georgian Pair of Steel Hand Held Sugar Nips A pair of late Georgian steel hand held sugar nips, which were essential for the kitchen, as sugar came in solid cone shaped forms and had to be broken up before use. Alguns dos catálogos ingleses de museus e antiquários referem estes alicates como nippers, ou seja, pinças, mas o que não faz muito sentido Liga de metal branco, aço, 24 x 9 cm. Oficina inglesa, 1820 (c.) The British Antique Dealer’s Association (BADA, n.º S/5020) J. Collins and […]
Alicate de cortar pão de açúcar, aço, oficina inglesa, 1850 (c.), Londres, Inglaterra
Alicate ou tesoura de um par para cortar pão de açúcar Alguns dos catálogos ingleses de museus e antiquários referem estes alicates como nippers, ou seja, pinças, mas o que não faz muito sentido Liga de ferro/aço, 24 x 9 cm. Oficina inglesa, 1850 (c.) Venda on-line, Estados Unidos da América Os alicates para corte dos pães parecem ter aparecido por 1780 a 1800, devendo os mais antigos ser ingleses, embora quase ao mesmo tempo também apareçam de fabrico russo. O desaparecimento comercial progressivo dos pães-de-açúcar acontece com o advento do açúcar granulado no UK em 1867 e, dos cubos […]
Alicate de cortar pão de açúcar, metal branco, oficina inglesa, 1840 (c.), Inglaterra
Alicate ou tesoura de um par para cortar pão de açúcar Mid 19th c. hand forged decorative sugar nippers. Alguns dos catálogos ingleses de museus e antiquários referem estes alicates como nippers, ou seja, pinças, mas o que não faz muito sentido Liga de ferro/aço, 24 x 9 cm. Oficina inglesa, 1840 (c.) Ted Dawson Antique Tools, Estados Unidos da América Os alicates para corte dos pães parecem ter aparecido por 1780 a 1800, inclusivamente, logo em prata, devendo os mais antigos ser ingleses, embora quase ao mesmo tempo também apareçam de fabrico russo. O desaparecimento comercial progressivo dos pães-de-açúcar […]
Alicate de cortar pão de açúcar, metal branco, oficina inglesa, 1820 (c.), BADA , London, Inglaterra
Alicate ou tesoura de um par para cortar pão de açúcar Antique Late Georgian Pair of Steel Hand Held Sugar Nips A pair of late Georgian steel hand held sugar nips, which were essential for the kitchen, as sugar came in solid cone shaped forms and had to be broken up before use. Alguns dos catálogos ingleses de museus e antiquários referem estes alicates como nippers, ou seja, pinças, mas o que não faz muito sentido Liga de metal branco, 24 x 9 cm. Oficina inglesa, 1820 (c.) The British Antique Dealer’s Association (BADA, n.º S/5020) J. Collins and Son, […]
Figuras do Espírito Santo de alfenim, Angra do Heroísmo, 2015, ilha Terceira, Açores.
Figuras do Espírito Santo de alfenim. Pastelaria Athanázio, 2015, Angra do Heroísmo. Oferta da Pastelaria, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores Fotografia MACA, 2020 Pub. catálogo do Museu A Cidade do Açúcar, coord. científica de Rui Carita, editorial de Carla Gouveia, responsável pelo MACA, Sara Canavezes da Divisão de Biblioteca e Museus e Carlos Diogo Pereira da Imprensa Académica, Funchal, p. 68. O Alfenim é doce de origem árabe que chegou no Brasil através das embarcações portuguesas tornando-se numa especiaria tradicional do estado de Goiás, onde foi classificado como patrimônio cultural imaterial daquele estado brasileiro em 2022. Feito de açúcar, […]
Figuras sacras de alfenim, Pirenópolis, 2013, Goiás, Brasil.
Figuras sacras de alfenim. Fotografia de Jean Marconi, 2013 Pirenópolis, Goiás, Brasil O Alfenim é doce de origem árabe que chegou no Brasil através das embarcações portuguesas tornando-se numa especiaria tradicional do estado de Goiás, onde foi classificado como patrimônio cultural imaterial daquele estado brasileiro em 2022. Feito de açúcar, ovos e limão, tem formatos variados, como animais, flores, imagens religiosas, sendo ali mais comum em formato de verônica, medalha moldada e cunhada em baixo relevo com signos do universo do Espírito Santo. Nesta festa, o alfenim mais famoso leva assim o nome de verônica e lembra uma hóstia, estando […]
Alicate de cortar pão de açúcar, metal branco, oficina inglesa, 1800 (c.), National Maritime Museum, Greenwich, London, Inglaterra
Alicate ou tesoura de cortar pão de açúcar Sugar nippers Alguns dos catálogos ingleses de museus e antiquários referem estes alicates como nippers, ou seja, pinças, mas o que não faz muito sentido Liga de metal branco, 15 x 240 x 100 mm. Oficina inglesa, 1800 (c.) Michael Graham-Stewart Slavery Collection National Maritime Museum, Greenwich, London, Inglaterra Os alicates para corte dos pães parecem ter aparecido por 1780 a 1800, inclusivamente, logo em prata, devendo os mais antigos ser ingleses, embora quase ao mesmo tempo também apareçam de fabrico russo. O desaparecimento comercial progressivo dos pães-de-açúcar acontece com o advento […]
Projéteis de artilharia do galeão ou nau de guerra Vasa, 1623 (c.) e seguintes, Estocolmo, Suécia.
Boca-de-fogo do galeão ou nau de guerra Vasa, 1620 (c.) e seguintes, Estocolmo, Suécia.
Boca-de-fogo de 24 libras do galeão ou nau de guerra Vasa. Mestre fundidor de família suíça Medardus Gessus (c. 1580-c. 1645), Riga, 1620 e Estocolmo, 1623 (c.) e seguintes. Das mais de 70 peças fundidas para o Vasa, somente chegaram até nós 2, sendo as restantes reproduções. Fotografia de Anneli Karlsson, 3 de novembro de 2011. Vasamuseet, Museu naval ou museu histórico temático marítimo. Ilha de Djurgården, Estocolmo, Suécia. Galeão ou nau de guerra sueca, o Vasa, nome da então dinastia real, foi armado com 72 bocas-de-fogo de bronze de 24 libras, embora, à data da primeira viagem, somente estivessem […]
Boca-de-fogo do galeão ou nau de guerra Vasa, 1620 (c.) e seguintes, Estocolmo, Suécia.
Boca-de-fogo de 24 libras do galeão ou nau de guerra Vasa. Mestre fundidor de família suíça Medardus Gessus (c. 1580-c. 1645), Riga, 1620 e Estocolmo, 1623 (c.) e seguintes. Das mais de 70 peças fundidas para o Vasa, somente chegaram até nós 2, sendo as restantes reproduções. Fotografia de 2024. Vasamuseet, Museu naval ou museu histórico temático marítimo. Ilha de Djurgården, Estocolmo, Suécia. Galeão ou nau de guerra sueca, o Vasa, nome da então dinastia real, foi armado com 72 bocas-de-fogo de bronze de 24 libras, embora, à data da primeira viagem, somente estivessem prontas 62. O modelo desta peça […]
Boca-de-fogo do galeão ou nau de guerra Vasa, 1620 (c.) e seguintes, Estocolmo, Suécia.
Boca-de-fogo de 24 libras do galeão ou nau de guerra Vasa. Mestre fundidor de família suíça Medardus Gessus (c. 1580-c. 1645), Riga, 1620 e Estocolmo, 1623 (c.) e seguintes. Das mais de 70 peças fundidas para o Vasa, somente chegaram até nós 2, sendo as restantes reproduções. Fotografia de 2024. Vasamuseet, Museu naval ou museu histórico temático marítimo. Ilha de Djurgården, Estocolmo, Suécia. Galeão ou nau de guerra sueca, o Vasa, nome da então dinastia real, foi armado com 72 bocas-de-fogo de bronze de 24 libras, embora, à data da primeira viagem, somente estivessem prontas 62. O modelo desta peça […]
Armas da popa do galeão ou nau de guerra Vasa, 1628 a 1958, Estocolmo, Suécia.
Armas reais do castelo da popa do galeão ou nau de guerra Vasa. Mestre naval holandês Henrik Hybertsson (c. 1560-1627), 1628 a 1958. Fotografia de Ola Ericson, 2024. Vasamuseet, Museu naval ou museu histórico temático marítimo. Ilha de Djurgården, Estocolmo, Suécia. Galeão ou nau de guerra sueca, o Vasa, nome da então dinastia real, foi construído pelo mestre naval holandês Henrik Hybertsson (c. 1560-1627), trabalho que se iniciou em 1625, tendo terminado em 1628. Lançada ao mar em Estocolmo, armada com 62 canhões, algo acima do recomendado para a época e para aquela estrutura, não tendo lastro, adornou ao primeiro […]
Casco e popa do galeão ou nau de guerra Vasa, 1628 a 1958, Estocolmo, Suécia.
Casco e popa do galeão ou nau de guerra Vasa. Mestre naval holandês Henrik Hybertsson (c. 1560-1627), 1628 a 1958. Fotografia de Ola Ericson, 2024. Vasamuseet, Museu naval ou museu histórico temático marítimo. Ilha de Djurgården, Estocolmo, Suécia. Galeão ou nau de guerra sueca, o Vasa, nome da então dinastia real, foi construído pelo mestre naval holandês Henrik Hybertsson (c. 1560-1627), trabalho que se iniciou em 1625, tendo terminado em 1628. Lançada ao mar em Estocolmo, armada com 62 canhões, algo acima do recomendado para a época e para aquela estrutura, não tendo lastro, adornou ao primeiro sopro de vento […]
Casco do galeão ou nau de guerra Vasa, 1628 a 1958, Estocolmo, Suécia.
Casco do galeão ou nau de guerra Vasa. Mestre naval holandês Henrik Hybertsson (c. 1560-1627), 1628 a 1958. Fotografia de 2024. Vasamuseet, Museu naval ou museu histórico temático marítimo. Ilha de Djurgården, Estocolmo, Suécia. Galeão ou nau de guerra sueca, o Vasa, nome da então dinastia real, foi construído pelo mestre naval holandês Henrik Hybertsson (c. 1560-1627), trabalho que se iniciou em 1625, tendo terminado em 1628. Lançada ao mar em Estocolmo, armada com 62 canhões, algo acima do recomendado para a época e para aquela estrutura, não tendo lastro, adornou ao primeiro sopro de vento mais forte na viagem […]
Proa do galeão ou nau de guerra Vasa, 1628 a 1958, Estocolmo, Suécia.
Proa do galeão ou nau de guerra Vasa. Mestre naval holandês Henrik Hybertsson (c. 1560-1627), 1628 a 1958. Fotografia de Ourtour.uk de 2024. Vasamuseet, Museu naval ou museu histórico temático marítimo. Ilha de Djurgården, Estocolmo, Suécia. Galeão ou nau de guerra sueca, o Vasa, nome da então dinastia real, foi construído pelo mestre naval holandês Henrik Hybertsson (c. 1560-1627), trabalho que se iniciou em 1625, tendo terminado em 1628. Lançada ao mar em Estocolmo, armada com 62 canhões, algo acima do recomendado para a época e para aquela estrutura, não tendo lastro, adornou ao primeiro sopro de vento mais forte […]
Proa do galeão ou nau de guerra Vasa, 1628 a 1958, Estocolmo, Suécia.
Proa do galeão ou nau de guerra Vasa. Mestre naval holandês Henrik Hybertsson (c. 1560-1627), 1628 a 1958. Fotografia de Ourtour.uk de 2024. Vasamuseet, Museu naval ou museu histórico temático marítimo. Ilha de Djurgården, Estocolmo, Suécia. Galeão ou nau de guerra sueca, o Vasa, nome da então dinastia real, foi construído pelo mestre naval holandês Henrik Hybertsson (c. 1560-1627), trabalho que se iniciou em 1625, tendo terminado em 1628. Lançada ao mar em Estocolmo, armada com 62 canhões, algo acima do recomendado para a época e para aquela estrutura, não tendo lastro, adornou ao primeiro sopro de vento mais forte […]
Galeão Vasa, Suécia, 1625, maqueta 1990, ilha de Djurgården, Estocolmo, Suécia
Maqueta monumental do galeão ou nau de guerra Vasa. Vasamuseet, Museu naval ou museu histórico temático marítimo, 1628 a 1958. Fotografia de 2019 Ilha de Djurgården, Estocolmo, Suécia. Galeão ou nau de guerra sueca, o Vasa, nome da então dinastia real, foi construído pelo mestre naval holandês Henrik Hybertsson (c. 1560-1627), trabalho que se iniciou em 1625, tendo terminado em 1628. Lançada ao mar em Estocolmo, armada com 62 canhões, algo acima do recomendado para a época e para aquela estrutura, não tendo lastro, adornou ao primeiro sopro de vento mais forte na viagem inaugural e afundou-se, a 10 de […]
Cidade de Argel fortificada, anno de 1578, Códice Cadaval, Torre do Tombo, Lisboa, Portugal.
Cidade de Argel fortificada, anno de 1578. Argel, Argélia. Manuscrito aguarelado, 40,6 x 36,7 (x 4) cm. Desenho anónimo do Códice Cadaval., provavelmente, cópia Alexandre Massai (c. 1560-1638) Códice adquirido à Casa Cadaval em 1977 e que teve n.º da Casa Forte 523/1/2. Este livro tem a indicação na portada de ter sido oferecido a El- Rey D. João 4º de Portugal (1604-1656) por Fr. Luís da Natividade (c. 1580-1656) e ser trabalho do seu tio e secretário Luís de Figueiredo Falcão (1548-1631). O conjunto reúne pareceres dados no colégio de Santo Antão, com trabalhos em que participou Leonardo Turriano […]
Figuras de alfenim, 2013, Pirenópolis, Goiás, Brasil,
Figuras de alfenim. Fotografia de Adriano César Curado, 2013 Pirenópolis, Goiás, Brasil O Alfenim é doce de origem árabe que chegou no Brasil através das embarcações portuguesas tornando-se numa especiaria tradicional do estado de Goiás, onde foi classificado como patrimônio cultural imaterial daquele estado brasileiro em 2022. Feito de açúcar, ovos e limão, tem formatos variados, como animais, flores, imagens religiosas, sendo ali mais comum em formato de verônica, medalha moldada e cunhada em baixo relevo com signos do universo do Espírito Santo. Nesta festa, o alfenim mais famoso leva assim o nome de verônica e lembra uma hóstia, estando […]
Caixa de açúcar com alicate embutido e pão de açúcar, 1940 (c.), Suécia
Caixa de açúcar com alicate embutido e pão de açúcar Sugar cutters built into box. Or sugar nips into box Alguns antiquários ingleses referem os alicates como nippers, ou seja, pinças, mas o que não faz muito sentido Caixa de madeira aparelhada de oficina sueca (atr.), 1940 (c.) Fotografia de Mr. Seasword, 2000 (c.), Suécia Caixa de açúcar dada como executada na Suécia e usada para o guardar em forma de pão, possuindo instrumentos de cortar em ferro e embutidos no interior da caixa. Na parte inferior há uma gaveta que coleta resíduos de açúcar em grãos provenientes do corte […]
Engenho e tecnologia. Ruy Gama, São Paulo, Livraria Duas Cidades, 1983, Brasil.
Ruy Gama (1928-1996), Engenho e tecnologia. São Paulo, Livraria Duas Cidades, 1983, Brasil. As fôrmas recebiam o açúcar, já cristalizado, proveniente das tachas de têmpera e nelas se processava sua limpeza. Dias após a colocação do açúcar fôrma, o tampo que obturava o furo inferior da mesma era retirado e iniciava-se então a purga propriamente dita. Constava esse processo em percolação da massa, constituída já de cristais, pela água que diariamente se colocava na camada de argila que cobria o pão [. . . ]. O açúcar era assim purgado durante 30 ou 40 dias. O mel que escorria pelo […]
Forma de açúcar em cerâmica Nordeste do Brasil (atr.), 1670 (c.), The British Museum, Londres, Inglaterra.
Forma de açúcar. Earthenware sugar loaf mould, Cerâmica, Oficina flamenga do Brasil (atr.), 1670 (c.). O The British Museum (Inv. 11687) de Londres, Inglaterra. Embora se conheçam outros exemplares em cerâmica, como da olaria de Aveiro, 1534-1550, proveniente do Engenho dos Erasmos (?), 1534 e seguintes, São Vicente, Santos, São Paulo e que se encontra no acervo do IPHAN, 9ª Coordenadoria de São Paulo, a maioria das formas que chegaram aos nossos dias no Brasil, as do século XVII e da época flamenga do Nordeste, são essencialmente executadas em latão e as posteriores, do XVIII/XIX, em madeira, aparelhadas como as […]
Forma de açúcar, 1670 a 1850 (c.), Museu Afro Brasil Emanoel Araújo, São Paulo, Brasil.
Forma de açúcar. Folha-de-Flandres aplicada sobre madeira aparelhada e pintada, Oficina local, 1670 a 1850 (c.). O The British Museum (Inv. 11687) de Londres possui exemplar semelhante em cerâmica, Earthenware sugar loaf mould, como de 1670 Núcleo Trabalho e Escravidão, Museu Afro Brasil Emanoel Araújo (1940-2022), São Paulo, Brasil. Embora se conheçam exemplares em cerâmica, como da olaria de Aveiro, 1534-1550, proveniente do Engenho dos Erasmos (?), 1534 e seguintes, São Vicente, Santos, São Paulo e que se encontra no acervo do IPHAN, 9ª Coordenadoria de São Paulo, a maioria das formas que chegaram aos nossos dias no Brasil, as […]
Azulejos da capela batismal de Carcavelos, 1660 (c.) e seguintes, Portugal.
Azulejos da capela batismal de Carcavelos. Oficina de Lisboa, 1660 (c.) Com resto de painéis da oficina de Gabriel del Barco (1649-c. 1705) (atr.), 1690 (c.) Igreja matriz de Nossa Senhora dos Remédios. Carcavelos, Portugal.
Capela-mor de Nossa dos Remédios de Carcavelos, azulejos de 1690 (c.), Carcavelos, Portugal.
Forma de açúcar, 1670 a 1850 (c.), Museu Afro Brasil Emanoel Araújo, São Paulo, Brasil.
Forma de açúcar. Folha-de-Flandres aplicada sobre madeira aparelhada e pintada, Oficina local, 1670 a 1850 (c.). O The British Museum (Inv. 11687) de Londres possui exemplar semelhante em cerâmica, Earthenware sugar loaf mould, como de 1670 Núcleo Trabalho e Escravidão, Museu Afro Brasil Emanoel Araújo (1940-2022), São Paulo, Brasil. Embora se conheçam exemplares em cerâmica, como da olaria de Aveiro, 1534-1550, proveniente do Engenho dos Erasmos (?), 1534 e seguintes, São Vicente, Santos, São Paulo e que se encontra no acervo do IPHAN, 9ª Coordenadoria de São Paulo, a maioria das formas que chegaram aos nossos dias no Brasil, as […]
Formas de açúcar do Museu Afro Brasil Emanoel Araújo, 1700 a 1850 (c.), São Paulo, Brasil.
Formas de açúcar. Folha-de-Flandres e madeira aparelhada e cintada, Oficinas locais, 1700 a 1850 (c.). Fotografia Nelson Kron. Núcleo Trabalho e Escravidão, Museu Afro Brasil Emanoel Araújo (1940-2022), São Paulo, Brasil. Embora se conheçam exemplares em cerâmica, como da olaria de Aveiro, 1534-1550, proveniente do Engenho dos Erasmos (?), 1534 e seguintes, São Vicente, Santos, São Paulo e que se encontra no acervo do IPHAN, 9ª Coordenadoria de São Paulo, a maioria das formas que chegaram aos nossos dias, as do século XVII e da época flamenga do Nordeste, são essencialmente executadas em latão e as posteriores, do XVIII/XIX em […]
Formas de açúcar do Museu do Homem do Nordeste, 1650 a 1750 (c.), Recife, Pernambuco, Brasil.
Formas de açúcar. Folha-de-Flandres, Oficina local, 1650 a 1750 (c.). Museu do Homem do Nordeste, Recife, Pernambuco, Brasil. Embora se conheçam exemplares em cerâmica, como da olaria de Aveiro, 1534-1550, proveniente do Engenho dos Erasmos (?), 1534 e seguintes, São Vicente, Santos, São Paulo e que se encontra no acervo do IPHAN, 9ª Coordenadoria de São Paulo, a maioria das formas que chegaram aos nossos dias, as do século XVII e da época flamenga do Nordeste, são essencialmente executadas em latão e as posteriores, do XVIII/XIX em madeira, aparelhadas como as barricas e pipas para vinho e azeite. A maior […]
Forma de açúcar da Fundação Joaquim Nabuco, oficina local, 1650 a 1750 (c.), Recife, Pernambuco, Brasil.
Forma de açúcar. Madeira aparelhada com remate de folha-de-Flandres, 93 x 52 cm. Oficina local, 1650 a 1750 (c.). Propriedade da Forma de açúcar. Madeira aparelhada com remate de folha-de-Flandres, 93 x 52 cm. Oficina local, 1650 a 1750 (c.). Propriedade da Fundação Joaquim Nabuco, número de registo 3557 da plataforma do Museu Histórico Nacional Recife, Pernambuco, Brasil. Embora se conheçam exemplares em cerâmica, como da olaria de Aveiro, 1534-1550, proveniente do Engenho dos Erasmos (?), 1534 e seguintes, São Vicente, Santos, São Paulo e que se encontra no acervo do IPHAN, 9ª Coordenadoria de São Paulo, a maioria das […]
Forma de açúcar de madeira aparelhada com cintas de ferro, 1790 a 1850 (c.), Museu da Abolição, Recife, Pernambuco, Brasil.
Forma de açúcar. Madeira aparelhada com cintas de ferro, 94 x 51 cm. Oficina local, 1790 a 1850 (c.). Peça de formato cônico, alongado e chanfrado, formada por pedaços de madeira cortados ao comprido e sem emenda, seguros por 4 aros de ferro presos por rebite, tendo na parte chanfrada um fundo com um furo central. Museu da Abolição (88.124), Recife, Pernambuco, Brasil. Embora se conheçam exemplares em cerâmica, como da olaria de Aveiro, 1534-1550, proveniente do Engenho dos Erasmos (?), 1534 e seguintes, São Vicente, Santos, São Paulo e que se encontra no acervo do IPHAN, 9ª Coordenadoria de […]
Mário André Rosado, Funchal, 2017, ilha da Madeira.
Mário André Rosado (1950-). Fotografia de Cf Carvalheiro, 2017. Funchal, ilha da Madeira Mário André Rosado (Funchal, 1950-), filho de um mítico militar de carreira, o Cabo Mário Rosado, que marcou a área militar do palácio de São Lourenço na segunda metade do séc. XX, veio a dedicar-se especialmente à preservação e reinvenção da música popular madeirense, fundado, entre outros, o grupo Banda d’Além, tendo sido homenageado com a medalha de ouro da cidade do Funchal em 21 de agosto de 2025 e, no dia seguinte, com um espetáculo de homenagem no Teatro Municipal Baltazar Dias. O grupo de música […]
D. Teodoro de Faria em exposição na sé do Funchal, 25 de agosto de 2025, ilha da Madeira
D. Teodoro de Faria em exposição na sé do Funchal. (1930-2025) Com o óleo de Richard Gonçalves, 2005, da sala do Cabido da sé do Funchal Fotografia Aspress de 25 de agosto de 2025. Funchal, ilha da Madeira. D. Teodoro de Faria (Funchal, Santo António, 24 ago. 1930; idem, 23 ago. 2025). 31.º Bispo do Funchal. Foi ordenado padre na diocese madeirense, em 22 set. 1956, prestando depois serviço em Roma, onde dirigiu o Pontifício Colégio Português de Roma, de Nossa Senhora de Fátima, no Vaticano, vindo a ser ordenado bispo do Funchal em 1982 e tomando posse da diocese […]
D. Teodoro de Faria em exposição na sé do Funchal, 26 de agosto de 2025, ilha da Madeira
D. Teodoro de Faria em exposição na sé do Funchal. (1930-2025) Fotografia de 25 de agosto de 2025. Funchal, ilha da Madeira. D. Teodoro de Faria (Funchal, Santo António, 24 ago. 1930; idem, 23 ago. 2025). 31.º Bispo do Funchal. Foi ordenado padre na diocese madeirense, em 22 set. 1956, prestando depois serviço em Roma, onde dirigiu o Pontifício Colégio Português de Roma, de Nossa Senhora de Fátima, no Vaticano, vindo a ser ordenado bispo do Funchal em 1982 e tomando posse da diocese em 16 de maio de 1982. Veio a solicitar a sua resignação, por limite de idade, […]
Missa das exéquias de D. Teodoro de Faria na sé do Funchal, 26 de agosto de 2025, ilha da Madeira
Missa das exéquias de D. Teodoro de Faria na sé do Funchal. (1930-2025) Celebração de D. Nuno Brás, bispo do Funchal, com a presença de D. Rui Manuel Valério, patriarca de Lisboa, o cardeal D. Américo Aguiar, bispo da Diocese de Setúbal, e os madeirenses Dom José Ornelas Carvalho, bispo de Leiria-Fátima e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, e D. Nélio Pita, bispo auxiliar da diocese de Braga. Fotografia de Duarte Gomes, 26 de agosto de 2025. Funchal, ilha da Madeira. D. Teodoro de Faria (Funchal, Santo António, 24 ago. 1930; idem, 23 ago. 2025). 31.º Bispo do Funchal. Foi […]
Missa de corpo presente de D. Teodoro de Faria na sé do Funchal, 25 de agosto de 2025, ilha da Madeira
Missa de corpo presente de D. Teodoro de Faria na sé do Funchal. (1930-2025) Com o óleo de Richard Gonçalves, 2005, da sala do Cabido da sé do Funchal Fotografia de 25 de agosto de 2025. Funchal, ilha da Madeira. D. Teodoro de Faria (Funchal, Santo António, 24 ago. 1930; idem, 23 ago. 2025). 31.º Bispo do Funchal. Foi ordenado padre na diocese madeirense, em 22 set. 1956, prestando depois serviço em Roma, onde dirigiu o Pontifício Colégio Português de Roma, de Nossa Senhora de Fátima, no Vaticano, vindo a ser ordenado bispo do Funchal em 1982 e tomando posse […]
D. Teodoro de Faria em exposição na sé do Funchal, 25 de agosto de 2025, ilha da Madeira
D. Teodoro de Faria em exposição na sé do Funchal. (1930-2025) Fotografia de 25 de agosto de 2025. Funchal, ilha da Madeira. D. Teodoro de Faria (Funchal, Santo António, 24 ago. 1930; idem, 23 ago. 2025). 31.º Bispo do Funchal. Foi ordenado padre na diocese madeirense, em 22 set. 1956, prestando depois serviço em Roma, onde dirigiu o Pontifício Colégio Português de Roma, de Nossa Senhora de Fátima, no Vaticano, vindo a ser ordenado bispo do Funchal em 1982 e tomando posse da diocese em 16 de maio de 1982. Veio a solicitar a sua resignação, por limite de idade, […]
Ícones: Tradição e Diversidade no Legado de D. Teodoro de Faria, exposição permanente do MASF, 6 de janeiro de 2024, Funchal, ilha da Madeira
D. Teodoro de Faria na abertura da exposição “Ícones: Tradição e Diversidade no Legado de D. Teodoro de Faria“. (1930-2025) Iconografia da Mãe de Deus Exposição com curadoria do mestre Martinho Mendes, inauguração com intervenções da diretora do Museu de Arte Sacra, Graça Alves, do presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, José Manuel Rodrigues e de D. Nuno Brás, bispo do Funchal, contando com a presença de várias entidades regionais, entre elas o antigo presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, a diretora regional da Cultura, Natércia Xavier, antigo diretor do museu, João Henrique Silva e o também bispo emérito […]
Ícones: Tradição e Diversidade no Legado de D. Teodoro de Faria, exposição permanente do MASF, 6 de janeiro de 2024, Funchal, ilha da Madeira
D. Teodoro de Faria na abertura da exposição “Ícones: Tradição e Diversidade no Legado de D. Teodoro de Faria“. (1930-2025) Iconografia da Mãe de Deus Exposição com curadoria do mestre Martinho Mendes, inauguração com intervenções da diretora do Museu de Arte Sacra, Graça Alves, do presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, José Manuel Rodrigues e de D. Nuno Brás, bispo do Funchal, contando com a presença de várias entidades regionais, entre elas o antigo presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, a diretora regional da Cultura, Natércia Xavier, antigo diretor do museu, João Henrique Silva e o também bispo emérito […]
Ícones: Tradição e Diversidade no Legado de D. Teodoro de Faria, exposição permanente do MASF, 6 de janeiro de 2024, Funchal, ilha da Madeira
D. Teodoro de Faria na abertura da exposição “Ícones: Tradição e Diversidade no Legado de D. Teodoro de Faria“. (1930-2025) Iconografia da Mãe de Deus Exposição com curadoria do mestre Martinho Mendes, inauguração com intervenções da diretora do Museu de Arte Sacra, Graça Alves, do presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, José Manuel Rodrigues e de D. Nuno Brás, bispo do Funchal, contando com a presença de várias entidades regionais, entre elas o antigo presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, a diretora regional da Cultura, Natércia Xavier, antigo diretor do museu, João Henrique Silva e o também bispo emérito […]
Ícones: Tradição e Diversidade no Legado de D. Teodoro de Faria, exposição permanente do MASF com Martinho Mendes nas escadas, 6 de janeiro de 2024, Funchal, ilha da Madeira
D. Teodoro de Faria na abertura da exposição “Ícones: Tradição e Diversidade no Legado de D. Teodoro de Faria“. (1930-2025) Iconografia da Mãe de Deus Exposição com curadoria do mestre Martinho Mendes, escondido nas escadas nesta fotografia, com inauguração com intervenções da diretora do Museu de Arte Sacra, Graça Alves, do presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, José Manuel Rodrigues e de D. Nuno Brás, bispo do Funchal, contando com a presença de várias entidades regionais, entre elas o antigo presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, a diretora regional da Cultura, Natércia Xavier, antigo diretor do museu, João Henrique […]
Ícones: Tradição e Diversidade no Legado de D. Teodoro de Faria, exposição permanente do MASF, 6 de janeiro de 2024, Funchal, ilha da Madeira
D. Teodoro de Faria na abertura da exposição “Ícones: Tradição e Diversidade no Legado de D. Teodoro de Faria“. (1930-2025) Iconografia da Mãe de Deus Exposição com curadoria do mestre Martinho Mendes Museu de Arte Sacra do Funchal, fotografia de Miguel Espada, 9 de janeiro de 2024. Funchal, ilha da Madeira. Este núcleo exibe parte de um conjunto de ícones doados por D. Teodoro de Faria (1930-2025), bispo emérito do Funchal, que ao longo da sua vida colecionou ícones, originários das terras da ortodoxia oriental, desenvolvendo com eles uma relação devocional. O conjunto de ícones russos e outros, para devoção […]
Turistas sobre a muralha e o engenho de açúcar do castelo de Silves, março de 2015, Portugal.
Turistas sobre a muralha e o engenho de açúcar do castelo de Silves. Construção do séc. XV, talvez por 1457 quando ali viveu o infante D. Henrique (1394-1460) Campanha de escavações arqueológicas de Rosa Varela Gomes. Fotografia Elisabete Rodrigues, de março de 2015. Silves, Portugal A estrutura circular em grês vermelho do engenho de açúcar que terá sido usado quando o Infante D. Henrique era Alcaide-mor de Silves, em meados do século XV, por 1457, está agora bem à vista no interior do castelo da cidade. Este é o resultado mais importante da nova campanha arqueológica que ali decorreu, em finais […]
Espetáculo de homenagem Mário André Rosado no teatro municipal do Funchal, 22 de agosto de 2025, ilha da Madeira.
Espetáculo de homenagem Mário André Rosado. (1950-) Espetáculo organizado pelo Grupo Xarabanda. Fotografia de 22 de agosto de 2025. Teatro Municipal Baltazar Dias, Funchal, ilha da Madeira. Mário André Rosado (Funchal, 1950-), filho de um mítico militar de carreira, o Cabo Mário Rosado, que marcou a área militar do palácio de São Lourenço na segunda metade do séc. XX, veio a dedicar-se especialmente à preservação e reinvenção da música popular madeirense, fundado, entre outros, o grupo Banda d’Além, tendo sido homenageado com a medalha de ouro da cidade do Funchal em 21 de agosto de 2025 e, no dia seguinte, […]
Rui Alberto Camacho condecorado com a medalha de ouro do Funchal, 21 de agosto de 2025, ilha da Madeira
Mário André Rosado e Rui Camacho condecorados com a medalha de ouro do Funchal, 21 de agosto de 2025, ilha da Madeira
Mário André Rosado e Rui Camacho condecorados com a medalha de ouro do Funchal. Com Sandra Nóbrega do Nascimento. Sala da Assembleia Municipal, 21 de agosto de 2025. Câmara Municipal do Funchal, ilha da Madeira Mário André Rosado (Funchal, 1950-), filho de um mítico militar de carreira, o Cabo Mário Rosado, que marcou a área militar do palácio de São Lourenço na segunda metade do séc. XX, veio a dedicar-se especialmente à preservação e reinvenção da música popular madeirense, fundado, entre outros, o grupo Banda d’Além, tendo sido homenageado com a medalha de ouro da cidade do Funchal em 21 […]
Mário André Rosado condecorado com a medalha de ouro do Funchal, 21 de agosto de 2025, ilha da Madeira
Mário André Rosado condecorado com a medalha de ouro do Funchal. (1950-) Com a Dr.ª Cristina Pedra, presidente da Câmara Municipal do Funchal e o Dr. Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional da Madeira Em segundo plano, os padroeiros da cidade do Funchal, óleo e folha de ouro sobre tela de Rui Carita, 1987. Sala reformulada em 1990. Fotografia de 21 de agosto de 2025. Funchal, ilha da Madeira. Mário André Rosado (Funchal, 1950-), filho de um mítico militar de carreira, o Cabo Mário Rosado, que marcou a área militar do palácio de São Lourenço na segunda metade do séc. […]
Mário André Rosado condecorado com a medalha de ouro do Funchal, 21 de agosto de 2025, ilha da Madeira
Mário André Rosado condecorado com a medalha de ouro do Funchal. (1950-) Com o presidente da Câmara Municipal de St. Helier, ilha de Jersey, Inglaterra, Simon Crowcroft e mulher Em segundo plano, os padroeiros da cidade do Funchal, óleo e folha de ouro sobre tela de Rui Carita, 1987. Sala reformulada em 1990. Fotografia de 21 de agosto de 2025. Funchal, ilha da Madeira. Mário André Rosado (Funchal, 1950-), filho de um mítico militar de carreira, o Cabo Mário Rosado, que marcou a área militar do palácio de São Lourenço na segunda metade do séc. XX, veio a dedicar-se especialmente […]
Entrevista do professor Francisco Simões, Diário de Notícias, Funchal, 29 de maio de 1974, ilha da Madeira.
Entrevista do Prof. Francisco Simões Na Madeira o Ensino é afetado pelos problemas comuns a todas as sociedades e ainda por muitos outros de carácter social e económico com que o Arquipélago se debate. (1946-). Diário de Notícias, direção interina de Armindo Abreu (1935-2020), Funchal, 22 de agosto de 2025, p. 6. Funchal, ilha da Madeira. Francisco Simões Santos (Porto Brandão, Almada, 1946-) concluiu, em 1965, o curso da Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa e, entre 1967 e 1968, esteve em Itália e em França, como bolseiro. Radicado na Madeira, em 1972, veio a ocupar o lugar […]
Entrevista do professor Francisco Simões, Diário de Notícias, Funchal, 29 de maio de 1974, ilha da Madeira.
Entrevista do Prof. Francisco Simões Na Madeira o Ensino é afetado pelos problemas comuns a todas as sociedades e ainda por muitos outros de carácter social e económico com que o Arquipélago se debate. (1946-). Diário de Notícias, direção interina de Armindo Abreu (1935-2020), Funchal, 22 de agosto de 2025. Funchal, ilha da Madeira. Francisco Simões Santos (Porto Brandão, Almada, 1946-) concluiu, em 1965, o curso da Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa e, entre 1967 e 1968, esteve em Itália e em França, como bolseiro. Radicado na Madeira, em 1972, veio a ocupar o lugar de professor […]
Escultor Francisco Simões deixa a Madeira, Jornal da Madeira, Funchal, 22 de agosto de 2025, ilha da Madeira.
Pirenópolis, escultura de alfenim do Espírito Santo, Goiás, 2013, Brasil
Pomba do Espírito Santo de Pirenópolis Verónica de alfenim, . Fotografia de Adriano César Curado, 2013 Pirenópolis, Goiás, Brasil O Alfenim é doce de origem árabe que chegou no Brasil através das embarcações portuguesas tornando-se numa especiaria tradicional do estado de Goiás, onde foi classificado como patrimônio cultural imaterial daquele estado brasileiro em 2022. Feito de açúcar, ovos e limão, tem formatos variados, como animais, flores, imagens religiosas, sendo ali mais comum em formato de verônica, medalha moldada e cunhada em baixo relevo com signos do universo do Espírito Santo. Nesta festa, o alfenim mais famoso leva assim o nome […]
O alfenim na Madeira: o mito e os factos, conferência do professor António José Marques da Silva, MACA, Funchal, 9 de outubro de 2020, ilha da Madeira
Esplanada sobre a Bab El Marsa ou Porta da Marinha, campanha de 1765 a 1770 (c.), Essaouira, Marrocos.
Bocas-de-fogo na esplanada sobre a Bab El Marsa ou Porta da Marinha Projeto do engenheiro Théodore Cornut de origem francesa, 1765 a 1770 (c.). Execução do engenheiro Ahmed El Inglizi, de origem inglesa, também denominado Ahmed El Alj (Ahmed the Renegade), 1770. Fotografia de Patrick Nouhailler, 26 de fevereiro de 2014. Antigo Mogador, Borj el-Barmil, Essaouira, Marrocos. O engenheiro francês Nicolas Théodore Cornut ou Cournut (c. 1720-1770), que havia trabalhado para Luís XV (1710-1774), trabalhou aqui para o sultão alaouita Sidi Mohammed bem Abdallah (1710-1790, Mohammed III), em 1765, que desejava fazer do Mogador, a partir de então Essaouira, a […]
Boca-de-fogo holandesa, Haia, 1744, Borj el-Barmil, Essaouira, Marrocos
Boca-de-fogo holandesa com as armas da Casa de Orange-Nassau Legenda Vigilate Deo Confidentes de Guilherme IV (1711-1751) Adrianus Crans in La Hague 1744 Adriano Crans (c. 1712-c. 1750), Haia, 1744. Fotografia de Patrick Nouhailler, 26 de fevereiro de 2014. Antigo Mogador, Borj el-Barmil, Essaouira, Marrocos. As fundições de Amesterdão e Haia com a família Crans trabalharam para a Casa Orange-Nassau e para a VOC, mas também para Portugal, havendo, pelo menos, duas grandes encomendas de bocas-de-fogo no reinado de D. João V (1689-1750) de 1737 e 1738. O primeiro membro da família parece ter sido Jan Crans (1670-1739), depois, entre […]
Boca-de-fogo holandesa, Haia, 1744, Borj el-Barmil, Essaouira, Marrocos
Boca-de-fogo holandesa com as armas da Casa de Orange-Nassau Legenda Vigilate Deo Confidentes de Guilherme IV (1711-1751) Adrianus Crans in La Hague 1744 Adriano Crans (c. 1712-c. 1750), Haia, 1744. Fotografia de Patrick Nouhailler, 26 de fevereiro de 2014. Antigo Mogador, Borj el-Barmil, Essaouira, Marrocos. As fundições de Amesterdão e Haia com a família Crans trabalharam para a Casa Orange-Nassau e para a VOC, mas também para Portugal, havendo, pelo menos, duas grandes encomendas de bocas-de-fogo no reinado de D. João V (1689-1750) de 1737 e 1738. O primeiro membro da família parece ter sido Jan Crans (1670-1739), depois, entre […]
Boca-de-fogo holandesa da parada dos canhões de Essaouira, Adriano Crans, Haia, 1744, Marrocos.
Boca-de-fogo holandesa com as armas da Casa de Orange-Nassau Legenda Vigilate Deo Confidentes de Guilherme IV (1711-1751) Adrianus Crans in La Hague 1744 Adriano Crans (c. 1712-c. 1750), Haia, 1744. Fotografia de Patrick Nouhailler, 26 de fevereiro de 2014. Antigo Mogador, Borj el-Barmil, Essaouira, Marrocos. As fundições de Amesterdão e Haia com a família Crans trabalharam para a Casa Orange-Nassau e para a VOC, mas também para Portugal, havendo, pelo menos, duas grandes encomendas de bocas-de-fogo no reinado de D. João V (1689-1750) de 1737 e 1738. O primeiro membro da família parece ter sido Jan Crans (1670-1739), depois, entre […]
Boca-de-fogo holandesa da parada dos canhões de Essaouira, Adriano Crans, Haia, 1744, Marrocos.
Boca-de-fogo holandesa com as armas da Casa de Orange-Nassau Legenda Vigilate Deo Confidentes de Guilherme IV (1711-1751) Adrianus Crans in La Hague 1744 Adriano Crans (c. 1712-c. 1750), Haia, 1744. Fotografia de Bourguig, 3 de maio de 2019. Antigo Mogador, Borj el-Barmil, Essaouira, Marrocos. As fundições de Amesterdão e Haia com a família Crans trabalharam para a Casa Orange-Nassau e para a VOC, mas também para Portugal, havendo, pelo menos, duas grandes encomendas de bocas-de-fogo no reinado de D. João V (1689-1750) de 1737 e 1738. O primeiro membro da família parece ter sido Jan Crans (1670-1739), depois, entre outros, […]
