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Convite para o lançamento de A Árvore em Portugal, Francisco Caldeira Cabral e Gonçalo Ribeiro Teles, 3.ª edição (1.ª edição, 1960), Lisboa, Argumentum e Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas, maio de 2022, Portugal

Convite para o lançamento de A Árvore em Portugal, Francisco Caldeira Cabral e Gonçalo Ribeiro Teles, 3.ª edição (1.ª edição, 1960), Lisboa, Argumentum e Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas, maio de 2022, Portugal Lançamento na 4ª feira, 25 de maio, pelas 18h00, organizado pela Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas, na Fundação Calouste Gulbenkian (Auditório 3). Pode afirmar-se que, com a publicação de A ÁRVORE (1960) se fez, pela primeira vez em Portugal, de uma forma integrada e global, a divulgação de importantes conceitos de Ecologia aplicada à Arquitectura da Paisagem. Apesar do tempo já decorrido, as teses defendidas neste livro […]

A Árvore em Portugal, Francisco Caldeira Cabral e Gonçalo Ribeiro Teles,3.ª edição (1.ª edição, 1960), Lisboa, Argumentum e Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas, maio de 2022, Portugal

Francisco Caldeira Cabral e Gonçalo Ribeiro Teles, A Árvore em Portugal, 3.ª edição (1.ª edição, 1960), Lisboa, Argumentum e Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas, maio de 2022, Portugal Pode afirmar-se que, com a publicação de A ÁRVORE (1960) se fez, pela primeira vez em Portugal, de uma forma integrada e global, a divulgação de importantes conceitos de Ecologia aplicada à Arquitectura da Paisagem. Apesar do tempo já decorrido, as teses defendidas neste livro continuam a ter a mesma oportunidade de então. Os conceitos apresentados, tanto no que diz respeito à presença e utilização da árvore como da mata, na paisagem […]

Presentes da corbeille do casamento de 25 de julho de 1901, na Quinta Pereira, Diário de Notícias do Funchal, 27 de julho de 1901, ilha da Madeira.

Presentes da corbeille do casamento de 25 de julho de 1901, na Quinta Pereira. Lista encabeçada por Josefina de Castelo Branco Ribeiro da Cunha (1864-1919), mulher do governador civil José Ribeiro da Cunha (1854-1915) e filha dos 2.ºs Barões de São Pedro e, entre outras, a baronesa da Conceição, Elizabeth Lehmann Lanstrooth (1822-1904), as filhas, Ana Joaquina Langstrooth Figueira (1852-1913), viscondessa de Andaluz e Isabel Figueira Jardim, e a neta Maria Isabel Andaluz, condessa de Vila Verde, pelo seu casamento com Pedro de Almeida e Noronha Portugal Camões Albuquerque Moniz de Sousa (1865-1908). Diário de Notícias, Funchal, 27 de julho […]

Helichrysum obconicum DC, Morrião Perpéctua, fotografia de Ilídio Gonçalves, 2022, Ponta de São Lourenço, ilha da Madeira

Helichrysum obconicum  DC Murrião ou morrião Perpéctua. Fotografia de Ilídio Gonçalves, 2022. Ponta de São Lourenço, ilha da Madeira.

Caminho da Boca das Voltas para a Fajã do Penedo, 2020, Boaventura, ilha da Madeira

Caminho da Boca das Voltas para a Fajã do Penedo Fotografia de Marco Livramento para o Diário da Freguesias, 14 de agosto de 2020 Junta de Freguesia de Boaventura, ilha da Madeira

Caminho Real 23 da Ponta do Sol, 2022, Ponta do Sol, ilha da Madeira

Caminho Real 23 da Ponta do Sol. Fotografia da Ilídio Gonçalves, 2022. Ponta do Sol, ilha da Madeira.

Miradouro da Boca das Voltas, 2022, Boaventura, ilha da Madeira

Miradouro da Boca das Voltas. Fotografia da Ilídio Gonçalves, 2022. Boaventura, ilha da Madeira.

Miradouro dos Balcões, Ribeiro Frio, 2020, Santana, ilha da Madeira

Miradouro dos Balcões, Ribeiro Frio. Fotografia da Câmara Municipal de Santana, 2020. Santana, ilha da Madeira.

Reabertura da Quinta Magnólia como Centro Cultural, 31 de julho de 2019, freguesia de São Martinho, Rua Dr. Pita, Funchal, ilha da Madeira.

Reabertura da Quinta Magnólia como Centro Cultural. Antigo Clube Inglês, British Country Club, meados de 60, inícios de 70. Com Dr. Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional e Ana Teresa Klut, diretora do Centro Fotografia de 31 de julho de 2019. Quinta Magnólia, Centro Cultural, freguesia de São Martinho, Rua Dr. Pita, Funchal, ilha da Madeira Residência no Funchal de John Howard March, inglês natural do New Hampshine (c. 1880-c. 1865), cônsul norte-americano desde 16 dez. 1816 (Journal of the Executive Proceedings of the Senate of the United States of America, 3 vols.; Washington, 1828; 3:61) e sócio da firma […]

Monforte Sacro, Igreja dos Espírito Santo, azulejos de Valentim de Almeida, Monforte, Portalegre, Portugal

Projeto Monforte Sacro, Igreja dos Espírito Santo, com painéis de azulejos de Valentim de Almeida (1692-1779), da antiga igreja do Bom Jesus. Monforte, Portalegre, Portugal UM NOVO MUSEU EM MONFORTE. O Dia Mundial dos Museus que hoje se comemora deve ser vivenciado como momento de reflexão séria sobre o usufruto dos bens patrimoniais e sobre as políticas de reforço do sector. Tal se impõe para salubridade da Democracia portuguesa pois, como lembrava justamente Luís Raposo, os museus só são apreciados se mantiverem posturas de exigência em relação àquilo que os torna distintivos: as suas colecções, i. e., os seus “factos […]

Apontamento sobre o pastor Pescator ou Piscator Langstrooth, pai da baronesa da Conceição, Samuel Fitch Hotchin, Ancient and modern Germantown, Mout Airy and Chestnut Hill, Germantown, P. W. Ziegler & Company, 1889, p. 319, Estados Unidos da América

Apontamento sobre o pastor Pescator ou Piscator Langstrooth, pai da baronesa da Conceição (1790-1861) e (1822-1904) Samuel Fitch Hotchin, Ancient and modern Germantown, Mout Airy and Chestnut Hill, Germantown, P. W. Ziegler & Company, 1889, p. 319, Estados Unidos da América. Elizabeth Lehmann Lanstrooth (1822-1904), natural de Filadélfica, filha do pastor protestante Piscator Langstrooth (1790-1861), dado como um hábil fabricante de papel e de Elizabeth Lehmann (1783-1876), casou também em Filadélfia, em 30 de outubro de 1847, com o comerciante Fortunato Joaquim Figueira (25 abr. 1809; 9 abr. 1885), vindo a tornar-se, em 1855, baronesa da Conceição. Fortunato Joaquim Figueira […]

Verso do desenho da Quinta da Estrela no Caniço, levantada pelos barões da Conceição, desenho de António Aragão, 1948, Caniço, ilha da Madeira

Verso do desenho da Quinta da Estrela no Caniço, levantada pelos barões da Conceição. Desenho à pena de António Aragão (1921-2008), 1948. Antiga coleção do escritor Alberto Figueira Jardim (1882-1970), neto dos barões Coleção do professor Nelson Veríssimo, Funchal, adquirida em julho de 1990, ilha da Madeira. Fortunato Joaquim Figueira (25 abr. 1809; 9 abr. 1885) e o irmão, Paulo Fortunato Figueira, eram filhos do capitão Paulo Joaquim Figueira e e de Ana Joaquina de Sousa, havendo participado na malograda defesa da Madeira frente às forças miguelistas, em 1828. Perante o desastre ocorrido, fizeram-se ao mar numa pequena embarcação, vindo […]

Quinta da Estrela no Caniço, levantada pelos barões da Conceição, desenho de António Aragão, 1948, Caniço, ilha da Madeira

Quinta da Estrela no Caniço, levantada pelos barões da Conceição. Desenho à pena de António Aragão (1921-2008), 1948. Antiga coleção do escritor Alberto Figueira Jardim (1882-1970), neto dos barões Coleção do professor Nelson Veríssimo, Funchal, adquirida em julho de 1990, ilha da Madeira. Fortunato Joaquim Figueira (25 abr. 1809; 9 abr. 1885) e o irmão, Paulo Fortunato Figueira, eram filhos do capitão Paulo Joaquim Figueira e e de Ana Joaquina de Sousa, havendo participado na malograda defesa da Madeira frente às forças miguelistas, em 1828. Perante o desastre ocorrido, fizeram-se ao mar numa pequena embarcação, vindo a ser recolhidos por […]

Anúncio de aniversários com o da viscondessa de Andaluz, Ana Joaquina Langstrooth Figueira, filha dos barões da Conceição, in Diário de Notícias do Funchal, 10 de abril de 1885, p. 1, ilha da Madeira

Anúncio de aniversários com o da viscondessa de Andaluz, Ana Joaquina Langstrooth Figueira, filha dos barões da Conceição. (1852-1913) In Diário de Notícias. Funchal, 10 de abril de 1885, p. 1, ilha da Madeira. Fortunato Joaquim Figueira (25 abr. 1809; 9 abr. 1885) e o irmão, Paulo Fortunato Figueira, eram filhos do capitão Paulo Joaquim Figueira e e de Ana Joaquina de Sousa, havendo participado na malograda defesa da Madeira frente às forças miguelistas, em 1828. Perante o desastre ocorrido, fizeram-se ao mar numa pequena embarcação, vindo a ser recolhidos por um navio de carreira que os levou para África. […]

Ancient and modern Germantown, Mout Airy and Chestnut Hill, Samuel Fitch Hotchin, Germantown, P. W. Ziegler & Company, 1889, Estados Unidos da América.

Samuel Fitch Hotchin, Ancient and modern Germantown, Mout Airy and Chestnut Hill, Germantown, P. W. Ziegler & Company, 1889, Estados Unidos da América. Elizabeth Lehmann Lanstrooth (1822-1904), natural de Filadélfica, filha do pastor protestante Piscator Langstrooth (1790-1861), dado como um hábil fabricante de papel e de Elizabeth Lehmann (1783-1876), casou também em Filadélfia, em 30 de outubro de 1847, com o comerciante Fortunato Joaquim Figueira (25 abr. 1809; 9 abr. 1885), vindo a tornar-se, em 1855, baronesa da Conceição. Fortunato Joaquim Figueira e o irmão, Paulo Fortunato Figueira, eram filhos do capitão Paulo Joaquim Figueira e de Ana Joaquina de […]

Casamento do Dr. António Júlio de Santa Marta do Vadre de Mesquita e Melo, visconde de Andaluz com Ana Joaquina Langstrooth Figueira, filha dos barões da Conceição, Funchal, São Pedro, 21 de abril de 1869, ilha da Madeira

Casamento  Dr. António Júlio de Santa Marta do Vadre de Mesquita e Melo, visconde de Andaluz com Ana Joaquina Langstrooth Figueira, filha dos barões da Conceição. (1833-c. 1900) e (1852-1913) Igreja matriz de São Pedro do Funchal, celebrado pelo  bispo do Funchal, D. Patrício Xavier de Moura (1800-1872) e assistindo o marquês de Sesimbra, D. Tomás de Sousa e Holstein (1839-1887), governador do Funchal, tal como, entre outros, o comerciante britânico Charles Ridpath Blandy (1812-1879) e o morgado João Sauvaire da Câmara (1828-), 21 de abril de 1869 In ABM/ARM, RP, C., S. Pedro, 1869, L.º 1407, fl. 11, ilha […]

Casamento do Dr. António Júlio de Santa Marta do Vadre de Mesquita e Melo, visconde de Andaluz com Ana Joaquina Langstrooth Figueira, filha dos barões da Conceição, Funchal, São Pedro, 21 de abril de 1869, ilha da Madeira

Casamento  Dr. António Júlio de Santa Marta do Vadre de Mesquita e Melo, visconde de Andaluz com Ana Joaquina Langstrooth Figueira, filha dos barões da Conceição. (1833-c. 1900) e (1852-1913) Igreja matriz de São Pedro do Funchal, celebrado pelo  bispo do Funchal, D. Patrício Xavier de Moura (1800-1872) e assistindo o marquês de Sesimbra, D. Tomás de Sousa e Holstein (1839-1887), governador do Funchal, tal como, entre outros, o comerciante britânico Charles Ridpath Blandy (1812-1879) e o morgado João Sauvaire da Câmara (1828-), 21 de abril de 1869 In ABM/ARM, RP, C., S. Pedro, 1869, L.º 1407, fl. 10, ilha […]

Notícia do barão da Conceição ter sido nomeado cônsul dos Estados Unidos da América no Funchal, In A Revolução de Setembro, Lisboa, 28 de setembro de 1868, Portugal

Notícia de Fortunato Joaquim Figueira, barão da Conceição ter sido nomeado cônsul dos Estados Unidos da América no Funchal (1809-1885) Idem, da nomeação do marquês de Sesimbra, D. Tomás de Sousa e Holstein (1839-1887), filho do duque de Palmela (1781-1850), como governador civil, e o 3.º visconde de Andaluz, Dr. António Júlio de Santa Marta do Vadre de Mesquita e Melo (1833-c. 1900), como secretário-geral e que se encontrava para casar com uma das filhas dos barões da Conceição. In A Revolução de Setembro, Número 7.892, Lisboa, Sábado, 28 de setembro de 1868, f. 3, Portugal. Fortunato Joaquim Figueira (25 […]

Notícia do barão da Conceição ter sido nomeado cônsul dos Estados Unidos da América no Funchal, In A Revolução de Setembro, Lisboa, 28 de setembro de 1868, fl. 3, Portugal

Notícia de Fortunato Joaquim Figueira, barão da Conceição ter sido nomeado cônsul dos Estados Unidos da América no Funchal (1809-1885) Idem da nomeação do marquês de Sesimbra, D. Tomás de Sousa e Holstein (1839-1887), filho do duque de Palmela (1781-1850), como governador civil, e o 3.º visconde de Andaluz, Dr. António Júlio de Santa Marta do Vadre de Mesquita e Melo (1833-c. 1900), como secretário-geral e que se encontrava para casar com uma das filhas dos barões da Conceição. In A Revolução de Setembro, Número 7.892, Lisboa, Sábado, 28 de setembro de 1868, f. 3, Portugal. Fortunato Joaquim Figueira (25 […]

Anúncio do falecimento de Elisabeth Lehmann Langstrooth, baronesa da Conceição, Diário de Notícias do Funchal, 6 de janeiro de 1904, ilha da Madeira

Anúncio do falecimento de Elisabeth Lehmann Langstrooth, baronesa da Conceição. (1822-1904) Quinta dos Ilhéus, Funchal, 5 de janeiro de 1904. Diário de Notícias, Convites, Funchal, 6 de janeiro de 1904, fl. 4. Elizabeth Lehmann Lanstrooth (1822-1904), natural de Filadélfica, filha do pastor protestante Pescator Langstrooth (1790-1861), dado como um hábil fabricante de papel e de Elizabeth Lehmann (1783-1876), casou também em Filadélfia, em 30 de outubro de 1847, com o comerciante Fortunato Joaquim Figueira (25 abr. 1809; 9 abr. 1885), vindo a tornar-se, em 1855, baronesa da Conceição. Fortunato Joaquim Figueira e o irmão, Paulo Fortunato Figueira, eram filhos do […]

Notícia do falecimento de Elisabeth Lehmann Langstrooth, baronesa da Conceição, Diário de Notícias do Funchal, 6 de janeiro de 1904, ilha da Madeira

Notícia do falecimento de Elisabeth Lehmann Langstrooth, baronesa da Conceição. (1822-1904) Quinta dos Ilhéus, Funchal, 5 de janeiro de 1904. Diário de Notícias, Necrologia, Funchal, 6 de janeiro de 1904, fl. 3. Elizabeth Lehmann Lanstrooth (1822-1904), natural de Filadélfica, filha do pastor protestante Pescator Langstrooth (1790-1861), dado como um hábil fabricante de papel e de Elizabeth Lehmann (1783-1876), casou também em Filadélfia, em 30 de outubro de 1847, com o comerciante Fortunato Joaquim Figueira (25 abr. 1809; 9 abr. 1885), vindo a tornar-se, em 1855, baronesa da Conceição. Fortunato Joaquim Figueira e o irmão, Paulo Fortunato Figueira, eram filhos do […]

Baptismo católico de Elisabeth Lehmann Langstrooth, baronesa da Conceição, Funchal, 24 de maio de 1862, ilha da Madeira

Baptismo católico de Elisabeth Lehmann Langstrooth, baronesa da Conceição. (1822-1904) Capela de São Batista do Paço Episcopal do Funchal, 24 de maio de 1862. Celebrado pelo  bispo do Funchal, D. Patrício Xavier de Moura (1800-1872), tendo sido madrinha a condessa de Farrobo,  D. Eugénia de Saldanha Oliveira Daun (1831-1872), filha do duque de Saldanha (1790-1876). ABM/ARM, Registos Paroquiais, Batismos, Sé do Funchal, Liv. 1264, fl. 18. Elizabeth Lehmann Lanstrooth (1822-1904), natural de Filadélfica, filha do pastor protestante Pescator Langstrooth (1790-1861), dado como um hábil fabricante de papel e de Elizabeth Lehmann (1783-1876), casou também em Filadélfia, em 30 de outubro […]

Baptismo católico de Elisabeth Lehmann Langstrooth, baronesa da Conceição, Funchal, 24 de maio de 1862, ilha da Madeira

Baptismo católico de Elisabeth Lehmann Langstrooth, baronesa da Conceição. (1822-1904) Capela de São Batista do Paço Episcopal do Funchal, 24 de maio de 1862. Celebrado pelo  bispo do Funchal, D. Patrício Xavier de Moura (1800-1872), tendo sido madrinha a condessa de Farrobo,  D. Eugénia de Saldanha Oliveira Daun (1831-1872), filha do duque de Saldanha (1790-1876). ABM/ARM, Registos Paroquiais, Batismos, Sé do Funchal, Liv. 1264, fl. 17. Elizabeth Lehmann Lanstrooth (1822-1904), natural de Filadélfica, filha do pastor protestante Pescator Langstrooth (1790-1861), dado como um hábil fabricante de papel e de Elizabeth Lehmann (1783-1876), casou também em Filadélfia, em 30 de outubro […]

Batismo de Fortunato Joaquim Figueira, colegiada de São Pedro do Funchal, 12 de novembro de 1809, ilha da Madeira

Batismo de Fortunato Joaquim Figueira, Nascido a 25 de abril de 1809, depois barão da Conceição (1809-1885) Colegiada da igreja matriz de São Pedro do Funchal, vigário João de de Freitas e Abreu  e presbítero João Oliveira de Nóbrega, 12 de novembro de 1809 In ABM/ARM, RP, B., Liv. 109, f. 40., ilha da Madeira. Fortunato Joaquim Figueira (25 abr. 1809; 9 abr. 1885) e o irmão, Paulo Fortunato Figueira, eram filhos do capitão Paulo Joaquim Figueira e e de Ana Joaquina de Sousa, havendo participado na malograda defesa da Madeira frente às forças miguelistas, em 1828. Perante o desastre […]

Batismo de Fortunato Joaquim Figueira, colegiada de São Pedro do Funchal, 12 de novembro de 1809, ilha da Madeira

Batismo de Fortunato Joaquim Figueira, Nascido a 25 de abril de 1809, depois barão da Conceição (1809-1885) Colegiada da igreja matriz de São Pedro do Funchal, vigário João de de Freitas e Abreu  e presbítero João Oliveira de Nóbrega, 12 de novembro de 1809 In ABM/ARM, RP, B., Liv. 109, f. 39v., ilha da Madeira. Fortunato Joaquim Figueira (25 abr. 1809; 9 abr. 1885) e o irmão, Paulo Fortunato Figueira, eram filhos do capitão Paulo Joaquim Figueira e e de Ana Joaquina de Sousa, havendo participado na malograda defesa da Madeira frente às forças miguelistas, em 1828. Perante o desastre […]

Acusação do processo de falsificação das chapas para emissão de notas brasileiras pelos irmãos Figueira em Nova Iorque, in O Chronista, Rio de Janeiro, 20 de março de 1838, Brasil

Acusação do processo de falsificação das chapas para emissão de notas brasileiras pelos irmãos Figueira em Nova Iorque Comunicação do Ministério dos estrangeiros do Brasil in O Chronista, Rio de Janeiro, 20 de março de 1838, p. 1. Exemplar da Biblioteca Nacional do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil. Nessa sequência, na sessão de 20 de setembro de 1839 (p. 254), pela voz do deputado Inocêncio da Rocha Galvão, que se encontrava em Nova Iorque quando rebentara o escândalo, foi denunciada a rede de falsificação de chapas para emissão de notas brasileiras, com base nos dois irmãos madeirenses Paulo Joaquim e […]

Museu Vasa, 1958, Estocolmo, Suécia

Museu Vasa. Vasamuseet Museu naval ou museu histórico temático marítimo, 1628 a 1958 Estocolmo, Suécia. Galeão ou nau de guerra sueca, construída pelo mestre naval holandês Henrik Hybertsson (c. 1560-1627), trabalho que se iniciou em 1625, tendo terminado em 1628. Lançada ao mar em Estocolmo, armada com 62 canhões, não tendo lastro, adornou na viagem inaugural e afundou-se, a 10 de agosto de 1628, perante toda a corte sueca. Foi recuperada em 1956, depois de 333 anos debaixo de água, numa complexa operação de resgate, encontrando-se desde 16 de outubro de 1958 exposta como museu naval ou Museu Vasa, em Estocolmo, […]

A Mornaça, A Revolta nos Açores e Madeira em 1931, Ferro Alves, Lisboa, Parceria A. M. Pereira, 1935, Portugal

Ferro Alves, A Mornaça, A Revolta nos Açores e Madeira em 1931, Leonel das Dores Ferro Alves (Souto, 15 ago. 1904; Lisboa, 1962) Capa de F. Oliveira. Lisboa, Parceria A. M. Pereira, 1935, Portugal

Acusação do processo de falsificação das chapas para emissão de notas brasileiras pelos irmãos Figueira em Nova Iorque, in O Chronista, Rio de Janeiro, 20 de março de 1838, Brasil

Acusação do processo de falsificação das chapas para emissão de notas brasileiras pelos irmãos Figueira em Nova Iorque O Chronista, Rio de Janeiro, 20 de março de 1838, p. 1. Exemplar da Biblioteca Nacional do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil. Nessa sequência, na sessão de 20 de setembro de 1839 (p. 254), pela voz do deputado Inocêncio da Rocha Galvão, que se encontrava em Nova Iorque quando rebentara o escândalo, foi denunciada a rede de falsificação de chapas para emissão de notas brasileiras, com base nos dois irmãos madeirenses Paulo Joaquim e Fortunato Joaquim Figueira, mas onde entrava igualmente o […]

Altar erguido pela Câmara Municipal do Funchal num pavilhão do campo D. Carlos I  por ocasião dos festejos da Proclamação do Governo Liberal, 5 de junho de 1902, Campo Almirante Reis, Funchal, ilha da Madeira

Altar erguido pela Câmara Municipal do Funchal num pavilhão do campo D. Carlos I  por ocasião dos festejos da Proclamação do Governo Liberal. Fotografia de Joaquim Augusto de Sousa (1853-1905), 5 de junho de 1902. Negativo simples em vidro, 16,4 x 10,8 cm., gelatina sal de prata Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (JAS/230) Atual Campo Almirante Reis, Funchal, ilha da Madeira. Assinalamos o 186.º aniversário da proclamação do governo constitucional na ilha da Madeira, ocorrida a 5 de junho de 1834, na sequência da Convenção de Évora-Monte, assinada a 26 de maio desse ano. Esse diploma marcou o […]

Terminal de camionagem da Avenida do Mar do Funchal, 1925 (c.), ilha da Madeira

Terminal de camionagem da Avenida do Mar do Funchal. Fotografia de Álvaro Nascimento Figueira (1885-1967) das décadas de 20 e 30 do século XX Museu de Fotografia da Madeira – Atelier Vicente’s (MFM-AV, inv. ANF/681). Troço da rua Gago Coutinho, atual Avenida do Mar e das Comunidades Madeirenses, em frente da muralha do forte de Santo António da Alfândega, freguesia da Sé, concelho do Funchal, ilha da Madeira.

Legenda da Chaimite do Hospital das Forças Armadas, 1970 (c.) e 2020, Telheiras, Lisboa, Portugal.

Legenda da Chaimite. Ferro e aço blindado, 1970 (c.). Antigo Hospital da Força Aérea de Lisboa. Fotografia de 11 de maio de 2022. Hospital das Forças Armadas, Telheiras, Lisboa, Portugal. A viatura blindada de transporte de pessoal, VBTP Chaimite foi uma viatura blindada ligeira de transporte de tropas com tração 4 x 4, desenvolvida, a partir de 1967 e, em 1970, fabricada em Portugal, pela Bravia, Sociedade Luso-Brasileira de Veículos e Equipamentos, Ltd., tendo os primeiros cascos sido executados na SOREFAME, na Amadora e o equipamento, depois, montado nas Oficinas Gerais de Material de Engenharia de Belém, passando, entretanto, a […]

Chaimite do Hospital das Forças Armadas, 1970 (c.), Telheiras, Lisboa, Portugal.

Chaimite. Ferro e aço blindado, 1970 (c.). Antigo Hospital da Força Aérea de Lisboa. Fotografia de 11 de maio de 2022. Hospital das Forças Armadas, Telheiras, Lisboa, Portugal. A viatura blindada de transporte de pessoal, VBTP Chaimite foi uma viatura blindada ligeira de transporte de tropas com tração 4 x 4, desenvolvida, a partir de 1967 e, em 1970, fabricada em Portugal, pela Bravia, Sociedade Luso-Brasileira de Veículos e Equipamentos, Ltd., tendo os primeiros cascos sido executados na SOREFAME, na Amadora e o equipamento, depois, montado nas Oficinas Gerais de Material de Engenharia de Belém, passando, entretanto, a haver fábrica […]

Chaimite do Hospital das Forças Armadas, 1970 (c.), Telheiras, Lisboa, Portugal.

Chaimite. Ferro e aço blindado, 1970 (c.). Antigo Hospital da Força Aérea de Lisboa. Fotografia de 11 de maio de 2022. Hospital das Forças Armadas, Telheiras, Lisboa, Portugal. A viatura blindada de transporte de pessoal, VBTP Chaimite foi uma viatura blindada ligeira de transporte de tropas com tração 4 x 4, desenvolvida, a partir de 1967 e, em 1970, fabricada em Portugal, pela Bravia, Sociedade Luso-Brasileira de Veículos e Equipamentos, Ltd., tendo os primeiros cascos sido executados na SOREFAME, na Amadora e o equipamento, depois, montado nas Oficinas Gerais de Material de Engenharia de Belém, passando, entretanto, a haver fábrica […]

Transcrição do inquérito sobre a falsificação das chapas para emissão de notas brasileiras pelos irmãos Figueira em Nova Iorque, in O Parlamentar, Rio de Janeiro, 22 de setembro de 1838, p. 396, Brasil

Transcrição do inquérito sobre a falsificação das chapas para emissão de notas brasileiras pelos irmãos Figueira em Nova Iorque O Parlamentar,  Rio de Janeiro, 22 de setembro de 1838, p. 396. Exemplar da Biblioteca Nacional do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil. Nessa sequência, na sessão de 20 de setembro de 1839 (p. 254), pela voz do deputado Inocêncio da Rocha Galvão, que se encontrava em Nova Iorque quando rebentara o escândalo, foi denunciada a rede de falsificação de chapas para emissão de notas brasileiras, com base nos dois irmãos madeirenses Paulo Joaquim e Fortunato Joaquim Figueira, mas onde entrava igualmente […]

Transcrição do inquérito sobre a falsificação das chapas para emissão de notas brasileiras pelos irmãos Figueira em Nova Iorque, in O Parlamentar,  Rio de Janeiro, 22 de setembro de 1838, p. 395, Brasil

Transcrição do inquérito sobre a falsificação das chapas para emissão de notas brasileiras pelos irmãos Figueira em Nova Iorque O Parlamentar,  Rio de Janeiro, 22 de setembro de 1838, p. 395. Exemplar da Biblioteca Nacional do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil. Nessa sequência, na sessão de 20 de setembro de 1839 (p. 254), pela voz do deputado Inocêncio da Rocha Galvão, que se encontrava em Nova Iorque quando rebentara o escândalo, foi denunciada a rede de falsificação de chapas para emissão de notas brasileiras, com base nos dois irmãos madeirenses Paulo Joaquim e Fortunato Joaquim Figueira, mas onde entrava igualmente […]

Notícia sobre a falsificação das chapas para emissão de notas brasileiras pelos irmãos Figueira, in O Parlamentar,  Rio de Janeiro, 15 de setembro de 1838, p. 388, Brasil

Notícia sobre a falsificação das chapas para emissão de notas brasileiras pelos irmãos Figueira em Nova Iorque O Parlamentar,  Rio de Janeiro, 15 de setembro de 1838, p. 388. Exemplar da Biblioteca Nacional do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil. Nessa sequência, na sessão de 20 de setembro de 1839 (p. 254), pela voz do deputado Inocêncio da Rocha Galvão, que se encontrava em Nova Iorque quando rebentara o escândalo, foi denunciada a rede de falsificação de chapas para emissão de notas brasileiras, com base nos dois irmãos madeirenses Paulo Joaquim e Fortunato Joaquim Figueira, mas onde entrava igualmente o “caixeiro […]

Discurso do deputado Inocêncio da Rocha Galvão, da Bahía, denunciando a falsificação das chapas para emissão de notas brasileiras, in Sessão de 20 de setembro de 1839, Anais do Parlamento Brasileiro, Rio de Janeiro, 1885, Brasil

Discurso do deputado Inocêncio da Rocha Galvão, da Baía, denunciando a falsificação das chapas para emissão de notas brasileiras Annaes do Parlamento Brazileiro, Câmara dos SRS. Deputados. Segundo Anno da Quarta Legislatura, Sessão de 1939, Coligidos por António Henoch dos Reis, em virtude da Resolução da mesma Câmara. Tomo Terceiro, Rio de Janeiro, Tipografia da Viúva Pinto & Filho, Rua Nova do Ouvidor, n. 31, 1885, p. 245. Exemplar da Biblioteca Nacional do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil. Na sessão de 20 de setembro de 1839, pela voz do deputado Inocêncio da Rocha Galvão, que se encontrava em Nova Iorque […]

Anais do Parlamento Brasileiro, Sessão de 1939, T 3, Rio de Janeiro, 1885, Brasil

Annaes do Parlamento Brazileiro, Câmara dos SRS. Deputados. Segundo Anno da Quarta Legislatura, Sessão de 1939, Coligidos por António Henoch dos Reis, em virtude da Resolução da mesma Câmara. Tomo Terceiro, Rio de Janeiro, Tipografia da Viúva Pinto & Filho, Rua Nova do Ouvidor, n. 31, 1885. Exemplar da Biblioteca Nacional do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil. Na sessão de 20 de setembro de 1839 (p. 254), pela voz do deputado Inocêncio da Rocha Galvão, que se encontrava em Nova Iorque quando rebentara o escândalo, foi denunciada a rede de falsificação de chapas para emissão de notas brasileiras, com base […]

Falecimento do Barão da Conceição na Quinta Faria, aos Ilhéus, in Diário de Notícias, Funchal, 10 de abril de 1885, p. 1, ilha da Madeira

Falecimento do Barão da Conceição na Quinta Faria, aos Ilhéus  Fortunato Joaquim Figueira, barão da Conceição (1809-1885) In Diário de Notícias, Funchal, 10 de abril de 1885, p. 1, ilha da Madeira. Fortunato Joaquim Figueira (25 abr. 1809; 9 abr. 1885) e o irmão, Paulo Fortunato Figueira, eram filhos do capitão Paulo Joaquim Figueira e e de Ana Joaquina de Sousa, havendo participado na malograda defesa da Madeira frente às forças miguelistas, em 1828. Perante o desastre ocorrido, fizeram-se ao mar numa pequena embarcação, vindo a ser recolhidos por um navio de carreira que os levou para África. Passaram então […]

Tristão Perestrello da Câmara, fornecedor de Sua Majestade o Imperador do Brasil, anúncio do Diário de Notícias, Funchal, 12 de janeiro de 1877, p. 4, ilha da Madeira.

Tristão Perestrello da Câmara, fornecedor de Sua Majestade o Imperador do Brasil D. Pedro II (1825-1891) In Diário de Notícias, Funchal, 12 de janeiro de 1877, p. 4, ilha da Madeira. D. Pedro de Alcântara João de Bragança e Habsburgo (São Cristóvão, Rio de Janeiro, 2 Dez. 1825; Paris, 5 Dez. 1891) era o 7.º filho de D. Pedro I e de D. Leopoldina, em quem o pai abdicou em 7 Abr. 1831, quando contava somente 5 anos de idade. Face a complicações internas, ligadas à separação de Portugal, D. Pedro I entendera oferecer o filho a vantagem de ser […]

Soireé dos barões da Conceição, in Diário de Notícias do Funchal, 12 jan. 1877, p. 3, ilha da Madeira

Os snrs. Barões da Conceição dão hoje uma soireé Fortunato Joaquim Figueira, barão da Conceição (1809-1885) e baronesa Elizabeth Lehmann Lanstroth (1822-1904) O sr. Conde de Carvalhal veio da sua quinta do Palheiro Ferreiro para o Funchal, por incómodos de saúde. António Leandro da Câmara Carvalhal Esmeraldo Atouguia Bettencourt de Sá Machado, 2.º conde (1831-1888) In Diário de Notícias, Funchal, 12 de janeiro de 1877, p. 3, ilha da Madeira. Fortunato Joaquim Figueira (25 abr. 1809; 9 abr. 1885) e o irmão, Paulo Fortunato Figueira, eram filhos do capitão Paulo Joaquim Figueira e e de Ana Joaquina de Sousa, havendo […]

Edifício do Cabido da sé do Funchal, projeto de Diogo Filipe Garcês, 1734, Funchal, ilha da Madeira

Edifício do Cabido da sé do Funchal. Mestre Diogo Filipe Garcês (c. 1680-1744), 1734 (c.). Fotografia de 11 de maio de 2022. Rua de João Gago, ilha da Madeira.  

Edifício do Cabido da sé do Funchal, projeto de Diogo Filipe Garcês, 1734, Funchal, ilha da Madeira

Edifício do Cabido da sé do Funchal. Mestre Diogo Filipe Garcês (c. 1680-1744), 1734 (c.). Fotografia de 11 de maio de 2022. Rua de João Gago, ilha da Madeira

Capela de Nossa Senhora dos Anjos e instalações da confraria do Santíssimo da sé do Funchal, reforma de 1732 (c.), Funchal, ilha da Madeira

Capela de Nossa Senhora dos Anjos e instalações da confraria do Santíssimo da sé do Funchal. Janelas com grade de ferro sobre portadas mistas de madeira cegas e envidraçadas. Reforma do mestre Diogo Filipe Garcês (c. 1680-1744), 1732 (c.). Fotografia de 11 maio de 2022. Rua da Sé e Rua João Gago, Funchal, ilha da Madeira.

Capela de Nossa Senhora dos Anjos e instalações da confraria do Santíssimo da sé do Funchal, reforma de 1732 (c.), Funchal, ilha da Madeira

Capela de Nossa Senhora dos Anjos e instalações da confraria do Santíssimo da sé do Funchal. Janelas com grade de ferro sobre portadas mistas de madeira cegas e envidraçadas. Reforma do mestre Diogo Filipe Garcês (c. 1680-1744), 1732 (c.). Fotografia de 11 maio de 2022. Rua da Sé e Rua João Gago, Funchal, ilha da Madeira.

Placa institucional do edifício da delegação regional da Madeira do Instituto Geográfico e Cadastral, 2022, Funchal, ilha da Madeira

Placa institucional do edifício da delegação regional da Madeira do Instituto Geográfico e Cadastral. Direção Regional do Ordenamento do Território da Secretaria Regional do Ambiente, Recursos Naturais e Alterações Climáticas. Antigo edifício da Direção de Finanças, campanha de 1930 (c.). Fotografia de 11 de maio de 2022 Rua da Sé, 38, Funchal, ilha da Madeira. O Instituto Geográfico e Cadastral teve origem na “Direcção Geral dos Trabalhos Geodésicos, Topográficos, Hydrográficos e Geológicos do Reyno” (1857). Até meados do século XIX, os trabalhos de geodesia e topografia eram desenvolvidos pela Academia Real da Marinha. Posteriormente, a Direção-Geral passou a denominar-se “Direcção […]

Tolpis macrorhiza, Richard Thomas Lowe, 1830, fotografia de Virgílio Gomes, 2013, Ribeira do Inferno, Seixal, ilha da Madeira

Tolpis macrorhiza Família Asteraceae. Espécie endémica da ilha da Madeira. Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 26 de março de 2013. Ribeira do Inferno, Seixal, ilha da Madeira. A Tolpis macrorhiza, parece ter sido descrita e publicada pela primeira vez pelo reverendo Richard Thomas Lowe (1802-1874) no Curtis’s Botanical magazine, revista começada a publicar por William Curtis (1746-1799), em 1790, na s.2, vol.4, Londres, 1830.

Ribeira do Inferno, fotografia de Virgílio Gomes, 2013, Seixal, ilha da Madeira

Ribeira do Inferno. Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 30 de abril de 2013. Seixal, ilha da Madeira

Queda de água sobre a Levada da Ribeira do Inferno, fotografia de Virgílio Gomes, 2013, Seixal, ilha da Madeira

Queda de água sobre a Levada da Ribeira do Inferno. Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 30 de abril de 2013. Seixal, ilha da Madeira

Pavão à saída da Levada do Rei, fotografia de Virgílio Gomes, 2022, Santana, ilha da Madeira.

Pavão à saída da Levada do Rei. Fotografia de Virgílio Gomes, 6 de maio de 2022. Levada do Rei, São Jorge a Santana, ilha da Madeira

Arvoredo sobre a Levada do Rei, fotografia de Virgílio Gomes, 2022, Santana, ilha da Madeira

Arvoredo sobre a Levada do Rei. Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 6 de maio de 2022. Levada do Rei, São Jorge a Santana, ilha da Madeira

Cogumelo Ganoderma, parasita do loureiro, fotografia de Virgílio Gomes, 2022, levada do Rei, Santana, ilha da Madeira

Cogumelo Ganoderma parasita do lourelro. Ganoderma lucidum (Curtis) P. Karst. Nome comum: Pipa, reishi, Cogumelo da Imortalidade Família: Ganodermataceae. Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 6 de maio de 2022. Levada do Rei, São Jorge a Santana, ilha da Madeira

Equipa de Natação do do Club Sport Marítimo, campeã da Madeira em 1945, Complexo balnear do Lido, Funchal, ilha da Madeira

Equipa de Natação do do Club Sport Marítimo, campeã da Madeira em 1945. Complexo do Lido, 1945. Colecção Club Sport Marítimo. Complexo balnear do Lido, Funchal, ilha da Madeira. O Club Sport Marítimo teria sido fundado a 20 de Setembro de 1910, embora só venha a ter estatuto na assembleia de 28 de Novembro do mesmo ano, já em plena República. No entanto, nos meados de 1910 já os jogadores teriam envergado as faixas verde e rubro numa afirmação de classe que aspirava a outra situação de Progresso e Bem-Estar. O Clube nasceu das aspirações da classe marítima da baixa […]

Apresentação do livro  António Aragão, Vida e Obra (1921-2008) de Rui Carita, 22 de fevereiro de 2022, Auditório do Arquivo e Biblioteca da Madeira, Funchal, ilha da Madeira

Apresentação do livro  António Aragão, Vida e Obra (1921-2008) de Rui Carita, Feita pelo professor doutor Carlos Valente da Universidade da Madeira. ISBN: 978-989-9062-12-2 Depósto legal: 492250/21 Imprensa Académica, dezembro de 2021. Com Carlos Valente, Eduardo Jesus, secretário regional de Turismo e Cultura, Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional, Rui Carita e Alex Faria, presidente da Associação Académica, usando da palavra. Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 22 de fevereiro de 2022. Auditório do Arquivo e Biblioteca da Madeira, Funchal, ilha da Madeira. António Manuel de Sousa Aragão Mendes Correia (São Vicente, ilha da Madeira, 22 set. 1921; Funchal, 11 ago. […]

Depósito do Batalhão Independente de Infantaria do Funchal, 1 de março de 1942, Reitoria da Universidade da Madeira.

Depósito do Batalhão Independente de Infantaria do Funchal. Calçada madeirense de calhau rolado, 1 de março de 1942. Antigo Quartel do Colégio com reabilitação de 2005. Fotografia de 3 de maio de 2022. Reitoria da Universidade da Madeira. A Calçada Madeirense constitui uma autêntica referência histórica e patrimonial do Arquipélago da Madeira e representa bem a singularidade em termos de geodiversidade dos territórios insulares respetivos. Todavia, por vezes, a Calçada Madeirense é confundida com a Calçada Portuguesa, apesar de ambas serem muito distintas. “A Calçada Madeirense utiliza essencialmente pedra rolada, seixo e/ou calhau, e pedra navalheira, peculiaridades que a distinguem […]

Inscrições do Regimento e Batalhão Independente do Funchal, 1 de outubro de 1926 e seguintes, Reitoria da Universidade da Madeira

Inscrições do Regimento e Batalhão Independente do Funchal. Calçada madeirense de calhau rolado, 1 de outubro de 1926 e seguintes. Antigo Quartel do Colégio com reabilitação de 2005. Fotografia de 3 de maio de 2022. Reitoria da Universidade da Madeira. A Calçada Madeirense constitui uma autêntica referência histórica e patrimonial do Arquipélago da Madeira e representa bem a singularidade em termos de geodiversidade dos territórios insulares respetivos. Todavia, por vezes, a Calçada Madeirense é confundida com a Calçada Portuguesa, apesar de ambas serem muito distintas. “A Calçada Madeirense utiliza essencialmente pedra rolada, seixo e/ou calhau, e pedra navalheira, peculiaridades que […]

Decoração lateral do emblema de Batalhão de Caçadores 12, 1881, antigo quartel do Colégio do Funchal, Reitoria da Universidade da Madeira

Decoração lateral em espinha do emblema do Batalhão de Caçadores n.º 12. Calçada madeirense de calhau rolado, 1881. Antigo Quartel do Colégio, execução para a Visita Régia de 1901 ? Reabilitação de 2005. Fotografia de 3 de maio de 2022. Reitoria da Universidade da Madeira. A Calçada Madeirense constitui uma autêntica referência histórica e patrimonial do Arquipélago da Madeira e representa bem a singularidade em termos de geodiversidade dos territórios insulares respetivos. Todavia, por vezes, a Calçada Madeirense é confundida com a Calçada Portuguesa, apesar de ambas serem muito distintas. “A Calçada Madeirense utiliza essencialmente pedra rolada, seixo e/ou calhau, […]

Emblema de Batalhão de Caçadores 12, 1881, antigo quartel do Colégio do Funchal, Reitoria da Universidade da Madeira

Emblema do Batalhão de Caçadores n.º 12. Calçada madeirense de calhau rolado, 1881. Antigo Quartel do Colégio, execução para a Visita Régia de 1901 ? Reabilitação de 2005. Fotografia de 3 de maio de 2022. Reitoria da Universidade da Madeira. A Calçada Madeirense constitui uma autêntica referência histórica e patrimonial do Arquipélago da Madeira e representa bem a singularidade em termos de geodiversidade dos territórios insulares respetivos. Todavia, por vezes, a Calçada Madeirense é confundida com a Calçada Portuguesa, apesar de ambas serem muito distintas. “A Calçada Madeirense utiliza essencialmente pedra rolada, seixo e/ou calhau, e pedra navalheira, peculiaridades que […]

Edifício Modernista do Funchal, 1955 (c.), Rua 31 de Janeiro, Funchal, ilha da Madeira

Edifício Modernista do Funchal. Edifício que ocupou a entrada da Antiga Rua Direita. Arquitetura Estado Novo. Gabinete seguidor do gosto de Raul Chorão Ramalho (1914-2002), 1955 (c.) Fotografia de 20 de abril de 2022. Antiga Rua da Princesa (D. Carlota Joaquina), hoje Rua 31 de Janeiro, Funchal, ilha da Madeira.

Edifício Modernista do Funchal, 1955 (c.), Rua 31 de Janeiro, Funchal, ilha da Madeira

Edifício Modernista do Funchal. Edifício que ocupou a entrada da Antiga Rua Direita. Arquitetura Estado Novo. Gabinete seguidor do gosto de Raul Chorão Ramalho (1914-2002), 1955 (c.) Fotografia de 20 de abril de 2022. Antiga Rua da Princesa (D. Carlota Joaquina), hoje Rua 31 de Janeiro, Funchal, ilha da Madeira.

Portal do edifício da delegação regional da Madeira do Instituto Geográfico e Cadastral, 1930 (c.), Rua da Sé, Funchal, ilha da Madeira

Portal do edifício da delegação regional da Madeira do Instituto Geográfico e Cadastral. Direção Regional do Ordenamento do Território da Secretaria Regional do Ambiente, Recursos Naturais e Alterações Climáticas. Antigo edifício da Direção de Finanças, campanha de 1930 (c.). Fotografia de 20 de abril de 2022 Rua da Sé, 38, Funchal, ilha da Madeira. O Instituto Geográfico e Cadastral teve origem na “Direcção Geral dos Trabalhos Geodésicos, Topográficos, Hydrográficos e Geológicos do Reyno” (1857). Até meados do século XIX, os trabalhos de geodesia e topografia eram desenvolvidos pela Academia Real da Marinha. Posteriormente, a Direção-Geral passou a denominar-se “Direcção Geral […]

Edifício da delegação regional da Madeira do Instituto Geográfico e Cadastral, 1930 (c.), Rua da Sé, Funchal, ilha da Madeira

Edifício da delegação regional da Madeira do Instituto Geográfico e Cadastral. Direção Regional do Ordenamento do Território da Secretaria Regional do Ambiente, Recursos Naturais e Alterações Climáticas. Antigo edifício da Direção de Finanças, campanha de 1930 (c.). Fotografia de 20 de abril de 2022 Rua da Sé, 38, Funchal, ilha da Madeira. O Instituto Geográfico e Cadastral teve origem na “Direcção Geral dos Trabalhos Geodésicos, Topográficos, Hydrográficos e Geológicos do Reyno” (1857). Até meados do século XIX, os trabalhos de geodesia e topografia eram desenvolvidos pela Academia Real da Marinha. Posteriormente, a Direção-Geral passou a denominar-se “Direcção Geral dos Serviços […]

Antiga igreja de São Pedro e São Paulo do chamado Colégio dos Inglesinhos, 1632 (c.) e seguintes, Bairro Alto, Lisboa, Portugal

Antiga igreja de São Pedro e São Paulo do chamado Colégio dos Inglesinhos. Campanha de 1632 (c.) e seguintes. Fotografia de 16 de abril de 2022. Hoje condomínio de luxo. Travessa dos Inglesinhos, tornejando para Rua Luz Soriano e Rua de São Boaventura, Calçada do Cabra, Bairro Alto, Lisboa, Portugal Cronologia: Séc. 17 – doação por D. Pedro Coutinho de umas suas casas para a fundação e edificação de um seminário de padres católicos ingleses, sob a inspecção do inquisidor-geral do reino, surgindo assim o oficialmente denominado Venerável Colégio Pontifício de São Pedro e São Paulo, vulgarmente designado dos Inglesinhos; […]

Prédio dos escritores, 2022, Bairro Alto, Lisboa, Portugal

Prédio dos escritores. Fotografia 16 de abril de 2022. Rua João Pereira Rosa, 18, Bairro Alto, Lisboa, Portugal

Sede da Liga dos Combatentes da Grande Guerra, 2022, Bairro Alto, Lisboa, Portugal

Sede da Liga dos Combatentes da Grande Guerra. Fotografia 16 de abril de 2022. Rua João Pereira Rosa, 18, Bairro Alto, Lisboa, Portugal

The Quintas of Madeira: Windows Into The Past, Marjorie Hoare, Funchal, Francisco Ribeiro, 2004, ilha da Madeira

Marjorie Hoare, The Quintas of Madeira: Windows Into The Past, Funchal, Francisco Ribeiro, 2004 Marjorie Hoare (1929-2020) Apresentação no Funchal a 29 de setembro de 2004, ilha da Madeira

Latada da antiga Quinta Vigia sobre a baía, aguarela de Ella Du Cane, Funchal, 1908 (c.), ilha da Madeira

Latada da antiga Quinta Vigia com latada sobre a baía. Aguarela sobre papel, 29,5 x 44 cm. Ella Du Cane (1874-1943), 1908 (c.). Vendido em Londres, Inglaterra, em 2017. Coleção particular, Inglaterra. Ella Du Cane (Hobart, Tasmania, 1874; Mountains, Inglaterra, 25 nov. 1943). Filha de Sir Charles du Cane, governador britânico da Tasmânia, regressou depois com a família a Inglaterra, fixando-se em Braxted Park, no Essex e expondo pela primeira vez na prestigiosa New Society of Painters in Wather Colours, em 1893, recolhendo a admiração da rainha Victória (1819-1901), que entre dez. 1895 e ago. 1898, lhe adquiriu 26 trabalhos. […]

Latada da antiga Quinta Vigia sobre a baía, aguarela de Ella Du Cane, Funchal, 1908 (c.), ilha da Madeira

Latada da antiga Quinta Vigia com latada sobre a baía. Aguarela sobre papel, 29,5 x 44 cm. Ella Du Cane (1874-1943), 1908 (c.). Vendido em Londres, Inglaterra, em 2017. Coleção particular, Inglaterra. Ella Du Cane (Hobart, Tasmania, 1874; Mountains, Inglaterra, 25 nov. 1943). Filha de Sir Charles du Cane, governador britânico da Tasmânia, regressou depois com a família a Inglaterra, fixando-se em Braxted Park, no Essex e expondo pela primeira vez na prestigiosa New Society of Painters in Wather Colours, em 1893, recolhendo a admiração da rainha Victória (1819-1901), que entre dez. 1895 e ago. 1898, lhe adquiriu 26 trabalhos. […]

Confraternização dos militares da 2ª BAC do GAC 6, 1972, Mueda, Planalto de Mueda, Cabo Delgado, Moçambique.

Confraternização de militares da 2ª BAC do GAC 6 em Mueda. Com capitão Rui Carita a desenhar Fotografia de António Raposo, 1972 (c.) Mueda, Cabo Delgado, Moçambique.

Confraternização de militares da 2ª BAC do GAC 6 em Mueda, 1972 (c.), Cabo Delgado, Moçambique

Confraternização de militares da 2ª BAC do GAC 6 em Mueda. Com capitão Rui Carita de fato e gravata Fotografia de António Raposo, 1972 (c.) Mueda, Cabo Delgado, Moçambique.

Latada de quinta madeirense sobre a baía com pavão, aguarela de Ella Du Cane, Funchal, 1908 (c.), ilha da Madeira

Latada de quinta madeirense sobre a baía com pavão. Quinta Pavão ou Quinta Bianchi Aguarela sobre papel, 29,5 x 44 cm. Ella Du Cane (1874-1943), 1908 (c.). Vendido em Londres, Inglaterra, leilão de 20 mar. 2017, por £ 700. Coleção particular, Inglaterra. Ella Du Cane (Hobart, Tasmania, 1874; Mountains, Inglaterra, 25 nov. 1943). Filha de Sir Charles du Cane, governador britânico da Tasmânia, regressou depois com a família a Inglaterra, fixando-se em Braxted Park, no Essex e expondo pela primeira vez na prestigiosa New Society of Painters in Wather Colours, em 1893, recolhendo a admiração da rainha Victória (1819-1901), que […]

Latada de quinta madeirense sobre a baía com pavão, aguarela de Ella Du Cane, Funchal, 1908 (c.), ilha da Madeira

Latada de quinta madeirense sobre a baía com pavão. Quinta Pavão ou Quinta Bianchi Aguarela sobre papel, 29,5 x 44 cm. Ella Du Cane (1874-1943), 1908 (c.). Vendido em Londres, Inglaterra, leilão de 20 mar. 2017, por £ 700. Coleção particular, Inglaterra. Ella Du Cane (Hobart, Tasmania, 1874; Mountains, Inglaterra, 25 nov. 1943). Filha de Sir Charles du Cane, governador britânico da Tasmânia, regressou depois com a família a Inglaterra, fixando-se em Braxted Park, no Essex e expondo pela primeira vez na prestigiosa New Society of Painters in Wather Colours, em 1893, recolhendo a admiração da rainha Victória (1819-1901), que […]

Giestas ou maias do Paul da Serra, fotografia de José Lemos Silva, 2022, ilha da Madeira

Giestas ou maias do Paul da Serra. Cytisus scoparius (L.) Link subsp. Scoparius Antigos terrenos do Posto Agrário da Bica da Cana. Fotografia de José Lemos Silva, 6 de maio de 2022. Paul da Serra, ilha da Madeira O ilustre cronista insulano Doutor Gaspar Frutuoso (1522-1591), na sua obra As Saudades da Terra (1), ao descrever a Ilha da Madeira refere que: «tem finalmente esta ilha tantos matos e rochas, tantos montes e grotas, que affirmão todos que das dez partes da ilha não aproveitão duas, por que a mayor parte della são serranias, terras dependuradas, rochas, e grotas, e […]

Anúncio de se alugar a Quinta Pereira na Rua de Santa Luzia, n.º 44, Diário de Notícias do Funchal, 12 de novembro de 1898, p. 3, ilha da Madeira

To Let. Notícia de se alugar a Quinta Pereira na Rua de Santa Luzia, n.º 44. Diário de Notícias, Funchal, 12 de novembro de 1898, p. 3, ilha da Madeira.

Anúncio de se alugar a Quinta Pereira no New Road, em frente à Quinta Faria, Diário de Notícias do Funchal, 9 de dezembro de 1907, p. 1, ilha da Madeira

To Let. Notícia de se alugar a Quinta Pereira no New Road, em frente à Quinta Faria, em princípio, propriedade do Dr. Herbert Watney (1843-1932), que fora  da família Carvalhal Pereira, então integrada na Quinta Magnólia, que seria depois sede do antigo The British Country Club, depois Clube Inglês e Quinta Magnólia, Centro Cultural, freguesia de São Martinho, Rua Dr. Pita, Funchal, ilha da Madeira. Diário de Notícias, Funchal, 9 de dezembro de 1907, p. 1, ilha da Madeira

Leilão do recheio da Quinta Pereira ao Ribeiro Seco em frente à Quinta Burnay, anúncio do Diário de Notícias do Funchal, 24 de junho de 1904, p. 1, ilha da Madeira

Leilão. Notícia de se ir proceder ao leilão do recheio da Quinta Pereira ao Ribeiro Seco, em frente à Quinta Burnay, ou Quinta Stanford e Quinta da Vista Alegre, que estava a mudar de dono nesta data (esta é a que aparece na referência da Luzia, que na época morava na Quinta Nogueira). Diário de Notícias, Funchal, 24 de junho de 1904, p. 1, ilha da Madeira Em princípio, Quinta Pereira, também frente à Quinta Faria, na Freguesia de São Martinho, propriedade do Dr. Herbert Watney (1843-1932), que fora  da família Carregal Pereira,  então integrada na Quinta Magnólia, que seria […]

Notícia de se ter acusado um inglês como autor do incêndio nas propriedades do Dr. Herbert Watney, Diário de Notícias, Funchal, 4 de maio de 1895, ilha da Madeira

Incendiário. Notícia de se ter acusado um inglês como autor do incêndio nas propriedades do Dr. Herbert Watney (1843-1932), provavelmente na antiga Quinta Pereira da família Carvalhal Pereira, pois que a notícia acrescenta que era o atual dono da Quinta Magnólia, que seria depois também o antigo The British Country Club, depois Clube Inglês e Quinta Magnólia, Centro Cultural, freguesia de São Martinho, Rua Dr. Pita, Funchal, ilha da Madeira. Diário de Notícias, Funchal, 4 de maio de 1895, p. 1, ilha da Madeira Residência no Funchal de John Howard March (c. 1880-c. 1865), cônsul norte-americano em dezembro de 1816 […]

Parque da Quinta das Cruzes, reforma de 1850 (c.), Museu das Cruzes, Calçada do Pico, Funchal, ilha da Madeira

Parque da Quinta das Cruzes. Reforma de 1850 (c.). Antigo jardim da quinta da família Câmara Lomelino. Fotografia de 2020. Parque do Museu das Cruzes, Calçada do Pico, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia da Quinta das Cruzes: 1421 / 1425 – data provável da instalação de João Gonçalves Zarco e família nos arrifes de St. Catarina; 1454, 25 maio – escritura pública do 1º capitão donatário em que faz doação dos terrenos junto da capela de S. Paulo, para edificação do primeiro hospital do Funchal; 1469 c. – instalação de João Gonçalves Zarco na área das Cruzes; 1501 – codicilo […]

Amolador de Tesouras, 1970 (c.), Mercado dos Lavradores, Funchal, ilha da Madeira

Amolador de Tesouras. Luís Gomes Júnior (1926-) Memória Ofícios de Outrora. Fotografia Conteúdos 600 Anos, 1970 (c.). Mercado dos Lavradores, Funchal, ilha da Madeira. Antigamente, era comum ouvir-se pela cidade o som prolongado do apito, dos chamados “amoladores de tesouras”, quando calcorreavam as ruas, à procura de clientes. No século passado eram muitos os clientes que recorriam aos seus serviços, nomeadamente as bordadeiras, os alfaiates, os sapateiros e as então designadas mulheres dos recortes, das casas de bordados, que lhe levavam as tesouras e facas para amolar. As facas, tesouras e podões, eram amolados na pedra, acionada por um sistema […]

Casa de apoio do jardim da Quinta Magnólia, reforma geral de 1895 (c.) e seguintes, Funchal, ilha da Madeira

Casa de apoio do jardim da Quinta Magnólia. Vestígios da antiga Quinta Pereira da família Carvalhal Pereira? Reforma geral da campanha do Dr. Herbert Watney (1843-1932), 1895 (c.) e seguintes. Antigo The British Country Club, depois Clube Inglês e Quinta Magnólia, Centro Cultural, freguesia de São Martinho, Rua Dr. Pita, Funchal, ilha da Madeira Residência no Funchal de John Howard March (c. 1880-c. 1865), cônsul norte-americano em dezembro de 1816 e sócio da firma John Hayward & March, que procedeu à sua construção por 1850 e que também possuía residência no Santo da Serra, a Quinta das Ameixeiras. Em 1895 […]

Jardim da Quinta Magnólia, reforma geral de 1895 (c.) e seguintes, Funchal, ilha da Madeira

Jardim da Quinta Magnólia. Reforma geral da campanha do Dr. Herbert Watney (1843-1932), 1895 (c.) e seguintes. Antigo The British Country Club, depois Clube Inglês e Quinta Magnólia, Centro Cultural, freguesia de São Martinho, Rua Dr. Pita, Funchal, ilha da Madeira Residência no Funchal de John Howard March (c. 1880-c. 1865), cônsul norte-americano em dezembro de 1816 e sócio da firma John Hayward & March, que procedeu à sua construção por 1850 e que também possuía residência no Santo da Serra, a Quinta das Ameixeiras. Em 1895 a quinta é adquirida por Herbert Watney (1843-1932), médico britânico, que amplia os […]

Sepultura do Dr. Herbert Watney, 1932, cemitério de Stanford Dingley, Berkshire, Inglaterra

Sepultura do Dr. Herbert Watney (1843-1932) Proprietário da Quinta Magnólia entre 1895 e 1930, depois o antigo The British Country Club, Clube Inglês e Quinta Magnólia, Centro Cultural, freguesia de São Martinho, Rua Dr. Pita, Funchal, ilha da Madeira. Cemitério de Stanford Dingley, Berkshire, Inglaterra A Quita Magnólia começou por ser residência no Funchal de John Howard March (c. 1880-c. 1865), cônsul norte-americano em dezembro de 1816 e sócio da firma John Hayward & March, que procedeu à sua construção por 1850 e que também possuía residência no Santo da Serra, a Quinta das Ameixeiras. Em 1895 a quinta é […]

Inscrição em banco de jardim da Quinta Magnólia, 1970 (c.), reforma geral de 1895 (c.) e seguintes, Funchal, ilha da Madeira

Inscrição em banco de jardim da Quinta Magnólia. In loving memory of John and Katherine Bulmer, 1970 (c.) Reforma geral da campanha do Dr. Herbert Watney (1843-1932), 1895 (c.) e seguintes. Antigo The British Country Club, depois Clube Inglês e Quinta Magnólia, Centro Cultural, freguesia de São Martinho, Rua Dr. Pita, Funchal, ilha da Madeira Residência no Funchal de John Howard March (c. 1880-c. 1865), cônsul norte-americano em dezembro de 1816 e sócio da firma John Hayward & March, que procedeu à sua construção por 1850 e que também possuía residência no Santo da Serra, a Quinta das Ameixeiras. Em […]

Banco da Quinta Magnólia, 1950 (c.), reforma geral de 1895 (c.) e seguintes, Funchal, ilha da Madeira

Banco da Quinta Magnólia. Tronco esculpido por 1950 (c.) Reforma geral da campanha do Dr. Herbert Watney (1843-1932), 1895 (c.) e seguintes. Antigo The British Country Club, depois Clube Inglês e Quinta Magnólia, Centro Cultural, freguesia de São Martinho, Rua Dr. Pita, Funchal, ilha da Madeira Residência no Funchal de John Howard March (c. 1880-c. 1865), cônsul norte-americano em dezembro de 1816 e sócio da firma John Hayward & March, que procedeu à sua construção por 1850 e que também possuía residência no Santo da Serra, a Quinta das Ameixeiras. Em 1895 a quinta é adquirida por Herbert Watney (1843-1932), […]

Calçada madeirense da Quinta Magnólia, reforma de 1895 (c.) e seguintes, Funchal, ilha da Madeira

Calçada madeirense da Quinta Magnólia. Reforma da campanha do Dr. Herbert Watney (1843-1932), 1895 (c.) e seguintes. Antigo The British Country Club, depois Clube Inglês e Quinta Magnólia, Centro Cultural, freguesia de São Martinho, Rua Dr. Pita, Funchal, ilha da Madeira Residência no Funchal de John Howard March (c. 1880-c. 1865), cônsul norte-americano em dezembro de 1816 e sócio da firma John Hayward & March, que procedeu à sua construção por 1850 e que também possuía residência no Santo da Serra, a Quinta das Ameixeiras. Em 1895 a quinta é adquirida por Herbert Watney (1843-1932), médico britânico, que amplia os […]

Calçada madeirense da Quinta Magnólia, reforma de 1895 (c.) e seguintes, Funchal, ilha da Madeira

Calçada madeirense da Quinta Magnólia. Reforma da campanha do Dr. Herbert Watney (1843-1932), 1895 (c.) e seguintes. Antigo The British Country Club, depois Clube Inglês e Quinta Magnólia, Centro Cultural, freguesia de São Martinho, Rua Dr. Pita, Funchal, ilha da Madeira Residência no Funchal de John Howard March (c. 1880-c. 1865), cônsul norte-americano em dezembro de 1816 e sócio da firma John Hayward & March, que procedeu à sua construção por 1850 e que também possuía residência no Santo da Serra, a Quinta das Ameixeiras. Em 1895 a quinta é adquirida por Herbert Watney (1843-1932), médico britânico, que amplia os […]

Quinta Magnólia, reforma de 1895 (c.) e seguintes, Funchal, ilha da Madeira

Quinta Magnólia. Reforma da campanha do Dr. Herbert Watney (1843-1932), 1895 (c.) e seguintes. Antigo The British Country Club, depois Clube Inglês e Quinta Magnólia, Centro Cultural, freguesia de São Martinho, Rua Dr. Pita, Funchal, ilha da Madeira Residência no Funchal de John Howard March (c. 1880-c. 1865), cônsul norte-americano em dezembro de 1816 e sócio da firma John Hayward & March, que procedeu à sua construção por 1850 e que também possuía residência no Santo da Serra, a Quinta das Ameixeiras. Em 1895 a quinta é adquirida por Herbert Watney (1843-1932), médico britânico, que amplia os seus limites até […]

Edifício sede do The British Country Club do Funchal, reforma de 1895 (c.) e seguintes, Funchal, ilha da Madeira

Edifício sede do The British Country Club do Funchal. Reforma da campanha do Dr. Herbert Watney (1843-1932), 1895 (c.) e seguintes. Depois Clube Inglês e Quinta Magnólia, Centro Cultural, freguesia de São Martinho, Rua Dr. Pita, Funchal, ilha da Madeira Residência no Funchal de John Howard March (c. 1880-c. 1865), cônsul norte-americano em dezembro de 1816 e sócio da firma John Hayward & March, que procedeu à sua construção por 1850 e que também possuía residência no Santo da Serra, a Quinta das Ameixeiras. Em 1895 a quinta é adquirida por Herbert Watney (1843-1932), médico britânico, que amplia os seus […]

Edifício sede do The British Country Club do Funchal, reforma de 1895 (c.) e seguintes, Funchal, ilha da Madeira

Edifício sede do The British Country Club do Funchal. Reforma da campanha do Dr. Herbert Watney (1843-1932), 1895 (c.) e seguintes. Depois Clube Inglês e Quinta Magnólia, Centro Cultural, freguesia de São Martinho, Rua Dr. Pita, Funchal, ilha da Madeira Residência no Funchal de John Howard March (c. 1880-c. 1865), cônsul norte-americano em dezembro de 1816 e sócio da firma John Hayward & March, que procedeu à sua construção por 1850 e que também possuía residência no Santo da Serra, a Quinta das Ameixeiras. Em 1895 a quinta é adquirida por Herbert Watney (1843-1932), médico britânico, que amplia os seus […]

Edifício sede do The British Country Club do Funchal, reforma de 1895 (c.) e seguintes, Funchal, ilha da Madeira

Edifício sede do The British Country Club do Funchal. Reforma da campanha do Dr. Herbert Watney (1843-1932), 1895 (c.) e seguintes. Depois Clube Inglês e Quinta Magnólia, Centro Cultural, freguesia de São Martinho, Rua Dr. Pita, Funchal, ilha da Madeira Residência no Funchal de John Howard March (c. 1880-c. 1865), cônsul norte-americano em dezembro de 1816 e sócio da firma John Hayward & March, que procedeu à sua construção por 1850 e que também possuía residência no Santo da Serra, a Quinta das Ameixeiras. Em 1895 a quinta é adquirida por Herbert Watney (1843-1932), médico britânico, que amplia os seus […]

Lord John Rushworth Jellicoe, óleo de Reginald Greenville Eves, Londres, 1935, Inglaterra

Lord John Rushworth Jellicoe (1859-1935) Óleo sobre tela, 60,3 x 49,5 cm. Reginald Greenville Eves (1876-1941), 1935. National Portrait Gallery (LPG 2792), Londres, Inglaterra. Almirante que havia sido governador da Nova Zelândia, autor das primeiras informações sobre o The Country Club do Funchal publicadas no Morning Post de Londres e transcritas no Diário de Notícias, Funchal, 2 de abril de 1932. Depois Clube Inglês e Quinta Magnólia, Centro Cultural, freguesia de São Martinho, Rua Dr. Pita, Funchal, ilha da Madeira Residência no Funchal de John Howard March (c. 1880-c. 1865), cônsul norte-americano em dezembro de 1816 e sócio da firma […]

The Country Club do Funchal, artigo do Morning Post de Londres, in Diário de Notícias, Funchal, 2 de abril de 1932, ilha da Madeira

The Country Club. Transcrição de artigo do Morning Post de Londres, segundo informações de Lord John Jellicoe (1859-1935), almirante havia sido governador da Nova Zelândia, in Diário de Notícias, Funchal, 2 de abril de 1932. Depois Clube Inglês e Quinta Magnólia, Centro Cultural, freguesia de São Martinho, Rua Dr. Pita, Funchal, ilha da Madeira Residência no Funchal de John Howard March (c. 1880-c. 1865), cônsul norte-americano em dezembro de 1816 e sócio da firma John Hayward & March, que procedeu à sua construção por 1850 e que também possuía residência no Santo da Serra, a Quinta das Ameixeiras. Em 1895 […]

Elementos do antigo engenho da Calheta, 1940 (c.), Calheta, ilha da Madeira

Elementos do antigo engenho da Calheta. Sociedade dos Engenhos da Calheta, 1940 (c.). Fotografia de junho de 2019. Edifício sede do Engenho da Calheta, ilha da Madeira.

Grupo de ténis, Reid’s Santa Clara Hotel, Funchal, 1905 (c.), ilha da Madeira

Grupo de Ténis. Antiga quinta madeirense do Reid’s Santa Clara Hotel. Fotografia de 1905 (c.). Colecção Valle Paraíso, João António Bianchi (1862-1928). Museu de Fotografia da Madeira, Photographia-Museu Vicentes (2048_PT-ABM-VVP-0059-RDA), Funchal, ilha da Madeira. Esta actividade foi apanágio de determinados estratos sócio-económicos mais privilegiados. Atente-se no preciosismo dos equipamentos e na existência de dois conjuntos, o que pressupõe um mínimo de competição organizada, mesmo que inter-familiar, desde o início do século. Fotografia já publicada por Francisco Santos, História Lúdico-Desportiva da Madeira, SRE, Funchal, 1989, fig. 3.

Ponte do Caminho Real Prazeres-Paul do Mar, 1870 (c.), Prazeres, ilha da Madeira

Ponte do Caminho Real Prazeres-Paul do Mar. 1870 (c.) Fotografia Paulo Ladeira, 5 de fevereiro de 2016. Prazeres, ilha da Madeira

Intervenção Ilhestético, Fátima Spínola, Museu das Cruzes, setembro de 2019, Funchal, ilha da Madeira.

Intervenção Ilhestético. Projeto Porta 33, curadoria de Miguel von Hafe Pérez Fátima Spínola (1984-), 2019. Fotografia de setembro de 2019. Jardim do Museu da Quinta das Cruzes, Funchal, ilha da Madeira. Natural de Santana, Fátima Spínola (1984-) é licenciada e pós-graduada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Entre 2012 e 2014 participou na Ilha da Madeira como artista plástica e co-gestora do “Colectivo artístico Mad Space Invaders” e é desde 2012, co-gestora do projeto “Espaço 116“. Entre 2017 e 2019 desenvolveu projetos de curadoria e produção de exposições e de Arte Urbana. Expôs em Portugal, […]

Mulher num bar, Fátima Spínola, 2020, Rua 31 de Janeiro, Funchal, ilha da Madeira

Mulher num bar. Técnica mista. Fátima Spínola (1984-), 2020. Fotografia de 6 de abril de 2022. Porta da Rua 31 de Janeiro, antiga Rua da Princesa (D. Carlota Joaquina), Funchal, ilha da Madeira. Natural de Santana, Fátima Spínola (1984) é licenciada e pós-graduada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Entre 2012 e 2014 participou na Ilha da Madeira como artista plástica e co-gestora do “Colectivo artístico Mad Space Invaders” e é desde 2012, co-gestora do projeto “Espaço 116“. Entre 2017 e 2019 desenvolveu projetos de curadoria e produção de exposições e de Arte Urbana. Expôs […]

Fátima Spínola, Margarida Menezes e Nuno Viana, Palco Artes, Fica na Cidade, abril de 2022. Funchal, ilha da Madeira

Fátima Spínola, Margarida Menezes e Nuno Viana, Palco Artes, Fica na Cidade. Cartaz de abril de 2022. Funchal, ilha da Madeira. Natural de Santana, Fátima Spínola (1984) é licenciada e pós-graduada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Entre 2012 e 2014 participou na Ilha da Madeira como artista plástica e co-gestora do “Colectivo artístico Mad Space Invaders” e é desde 2012, co-gestora do projeto “Espaço 116“. Entre 2017 e 2019 desenvolveu projetos de curadoria e produção de exposições e de Arte Urbana. Expôs em Portugal, Espanha, Brasil e Itália, estando representada na coleção Imago Mundi […]

A projeção de poder colonial no Brasil (1532 a 1700). Aspectos pontuais: Bandeiras e Arquitetura Bandeirista, Cel. Elcio Secomandi, Arq. Vitor Hugo Mori e Gen. Rui Moura, 10 de abril de 2021, 12ª Tertúlia Portugal Brasil

 Cel. Elcio Secomandi, Arq. Vitor Hugo Mori e Gen. Rui Moura, 12ª Tertúlia Portugal Brasil, 10 de abril de 2021,  A projeção de poder colonial no Brasil (1532 a 1700). Aspectos pontuais: Bandeiras e Arquitetura Bandeirista, Tertúlias Portugal-Brasil, Memórias de conhecimento sobre a história que nos une. Grupo de trabalho transnacional capitaneado pelo Prof. Dr. Cesar Bargo Perez e pelo Cel. Elcio Secomandi, por parte do Brasil, e pelo General Rui Moura, por parte de Portugal. Apoio EcoAmazônia, Fundação para o Ecodesenvolvimento da Amazônia, Universidade de Santos e outras.

O Brasil na Guerra Peninsular: a sua importância para o sucesso da Estratégia Global a das Estratégias Gerais de Portugal, Major General João Vieira Borges, 5 de março de 2022, 35ª Tertúlia Portugal Brasil,

Major General João Vieira Borges, 35ª Tertúlia Portugal Brasil, 5 de março de 2022,  O Brasil na Guerra Peninsular: a sua importância para o sucesso da Estratégia Global a das Estratégias Gerais de Portugal, Tertúlias Portugal-Brasil, Memórias de conhecimento sobre a história que nos une. Grupo de trabalho transnacional capitaneado pelo Prof. Dr. Cesar Bargo Perez e pelo Cel. Elcio Secomandi, por parte do Brasil, e pelo General Rui Moura, por parte de Portugal. Apoio EcoAmazônia, Fundação para o Ecodesenvolvimento da Amazônia, Universidade de Santos e outras.

As relações entre Brasil e Portugal, retratadas nos jornais portugueses: Um “case” da Imprensa como fonte e objeto, na Guerra do Paraguai, Edgley Pereira de Paula, 31 de julho de 2021, 20ª Tertúlia Portugal Brasil

Edgley Pereira de Paula, 20ª Tertúlia Portugal Brasil, 31 de julho de 2021,  As relações entre Brasil e Portugal, retratadas nos jornais portugueses: Um “case” da Imprensa como fonte e objeto, na Guerra do Paraguai, Tertúlias Portugal-Brasil, Memórias de conhecimento sobre a história que nos une. Grupo de trabalho transnacional capitaneado pelo Prof. Dr. Cesar Bargo Perez e pelo Cel. Elcio Secomandi, por parte do Brasil, e pelo General Rui Moura, por parte de Portugal. Apoio EcoAmazônia, Fundação para o Ecodesenvolvimento da Amazônia, Universidade de Santos e outras. De certo, no decorrer dos oitocentos, os portugueses viveram uma situação peculiar […]

Pia batismal mudéjar, Pila Verde, Sevilha, 1490 (c.), Igreja de San Miguel de Valsequillo, ilha de Gran Canaria, ilhas Canárias

Pia batismal mudéjar. Pila Verde, cerâmica vidrada, oficina mudéjar de Sevilha, 1490 (c.). Proveniente da igreja de San Juan de Telde. Fotografia de 9 de abril de 2019. Igreja de San Miguel de Valsequillo, ilha de Gran Canaria, ilhas Canárias Pila de la Iglesia de San Juan (Telde). Si podemos decir que la pila verde de la iglesia de Gáldar sirvió para bautizar a los súbditos del Guanarteme de una parte de la isla de Gran Canaria y la de Telde sirvió para bautizar a la otra mitad. Actualmente esta pila bautismal se encuentra en la iglesia de San Miguel, […]

40 Anos Sismo 1980, Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, 2020, ilha Terceira, Açores

40 Anos Sismo 1980. Centro Histórico de Angra do Heroísmo. Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, janeiro de 2020. Ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais de 15.000 edifícios ficaram total ou […]

Centro Histórico de Angra do Heroísmo, 2020, ilha Terceira, Açores.

Centro Histórico de Angra do Heroísmo. Câmara Municipal e Museu de Angra do Heroísmo Vista do Monte Brasil, fotografia de 2020. Ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais de 15.000 edifícios ficaram […]

Centro Histórico de Angra do Heroísmo, 2020, ilha Terceira, Açores.

Centro Histórico de Angra do Heroísmo. Sé de Angra e Complexo do palácio dos Capitães Generais Vista do Monte Brasil, fotografia de 2020. Ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais de 15.000 […]

Gerânios-folha-de-anémona ou pássaras, Virgílio Gomes, abril de 2022, Funchal, ilha da Madeira

Gerânios-folha-de-anémona ou pássaras. Nome científico: Geranium palmatum. Nome vulgar: pássaras ou gerânio-folha-de-anémona. Família: Geraniaceae. Porte: Herbácea. Origem: Laussilva da Madeira. Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 20 de abril de 2022 Funchal, ilha da Madeira. A Ilha da Madeira possui três espécies endémicas de gerânios. O Geranium maderense, conhecido popularmente por gerânio-da-madeira, é o mais admirado e divulgado pelas suas flores rosado-purpúreas. É uma herbácea bienal, que após a vistosa floração liberta imensas sementes e morre. O Geranium rubescens, também bienal, vive no ambiente húmido e sombrio do interior da Laurissilva, é pouco conhecido e nem sequer possui nome vulgar. O […]

Aquisição pelo Estado Espanhol dos arquivos dos Duques de Veragua, descendentes de Cristóvão Colombo, Madrid, 1926, Espanha

El Archivo de Colón passa a enriquecer el Patrimonio Historico Nacional  (1451-1506) Duque de Veragua, El archivo de Colón (su venta a Patrimonio Nacional), Rafael Villaseca, revista Blanco y Negro, Madrid, 1926. 1:250.000 pesetas Reprodução onde o documento de Cristóvão Colombo aparece impresso de pernas para o ar. Madrid, Espanha Cristóvão Colombo (Génova, cerca de 1451; Valladolid, 20 maio 1506). Indubitavelmente italiano e de Génova, este aventureiro aparece em Lisboa, em meados de agosto de 1476, estando na Madeira em 1478, como funcionário dos mercadores italianos da colónia lisboeta, Paulo di Negro e Spinola, e por conta da casa genovesa […]

Globo de Martinho Behaim, 1491 a 1493, Museu Nacional Germânico de Nuremberga, Alemanha

Globo de Martinho Behaim. (1459-1507) Erdapfel, a “maça da terra“. Pergaminho iluminado montado em madeira, diam. 50,7 cm. remontado em suporte de ferro. Martin Behaim (1459-1507) e Georg Glockendon, 1491 a 1493. Germanisches Nationalmuseuk, Nuremberga, Alemanha.

Habitação senhorial após restauro depois do sismo de janeiro de 1980, 2010, Rua da Garopinha, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Habitação senhorial após restauro depois do sismo de janeiro de 1980. Fotografia 2010. Rua da Garopinha, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais de 15.000 edifícios ficaram total ou […]

Igreja da Misericórdia de Angra do Heroísmo após o sismo de janeiro de 1980, ilha Terceira, Açores

Igreja da Misericórdia. 1700 (c.). Antiga igreja do Hospital do Espírito Santo. Fotografia de 1982. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. A UNESCO enviara logo uma comissão à Terceira entre 23 e 31 de janeiro de 1980, 20 e poucos dias após o sismo que quase destruíra da cidade, para avaliar a destruição e, em 1981 foi apresentado o projeto de candidatura. O Centro Histórico de Angra do Heroísmo, foi classificado no dia 7 de dezembro de 1983 pela UNESCO, como Património da Humanidade, pelos critérios IV e VI: a sua importância como escala de rotas marítimas e o seu […]

Recuperação de imagem após o sismo de janeiro de 1980, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Recuperação de imagem após o sismo de janeiro de 1980. Fotografia IVAR/Centro Europeu de Riscos Urbanos de inícios de janeiro de 1980. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais […]

Início da recuperação após o sismo de janeiro de 1980, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Início da recuperação após o sismo de janeiro de 1980. Fotografia IVAR/Centro Europeu de Riscos Urbanos de inícios de janeiro de 1980. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais […]

Recuperação após o sismo de janeiro de 1980, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Início da recuperação após o sismo de janeiro de 1980. Fotografia IVAR/Centro Europeu de Riscos Urbanos/Observador de inícios de janeiro de 1980. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais […]

Igreja após o sismo de janeiro de 1980, ilha Terceira, Açores

Igreja após o sismo de janeiro de 1980. Fotografia IVAR/Centro Europeu de Riscos Urbanos de inícios de janeiro de 1980. Ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais de 15.000 edifícios ficaram total […]

Habitação de Angra do Heroísmo após o sismo de janeiro de 1980, ilha Terceira, Açores

Habitação após o sismo de janeiro de 1980. Fotografia IVAR/Centro Europeu de Riscos Urbanos de meados de janeiro de 1980. Largo 28 de Agosto, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha […]

Habitação senhorial após o sismo de janeiro de 1980, ilha Terceira, Açores

Habitação senhorial após o sismo de janeiro de 1980. Fotografia IVAR/Centro Europeu de Riscos Urbanos de meados de janeiro de 1980. Rua da Garopinha, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha […]

Habitação e loja de Angra do Heroísmo após o sismo de janeiro de 1980, ilha Terceira, Açores

Habitação e loja após o sismo de janeiro de 1980. Fotografia IVAR/Centro Europeu de Riscos Urbanos de meados de janeiro de 1980. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais […]

Habitação após o sismo de janeiro de 1980, ilha Terceira, Açores

Habitação após o sismo de janeiro de 1980 com árvore de Natal. Fotografia IVAR/Centro Europeu de Riscos Urbanos de inícios de janeiro de 1980. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha […]

Habitação de Angra do Heroísmo após o sismo de janeiro de 1980, ilha Terceira, Açores

Habitação após o sismo de janeiro de 1980. Fotografia IVAR/Centro Europeu de Riscos Urbanos de meados de janeiro de 1980. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais de 15.000 […]

Habitação após o sismo de janeiro de 1980, ilha Terceira, Açores

Habitação após o sismo de janeiro de 1980. Fotografia IVAR/Centro Europeu de Riscos Urbanos de meados de janeiro de 1980. Ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais de 15.000 edifícios ficaram total […]

Farol após o sismo de janeiro de 1980, ilha Terceira, Açores

Farol após o sismo de janeiro de 1980. Fotografia Museu da Memória dos Açores de meados de janeiro de 1980. Ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais de 15.000 edifícios ficaram total […]

Habitação após o sismo de janeiro de 1980, ilha Terceira, Açores

Habitação após o sismo de janeiro de 1980. Fotografia Museu da Memória dos Açores de meados de janeiro de 1980. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais de 15.000 […]

Igreja após o sismo de janeiro de 1980, ilha Terceira, Açores

Igreja após o sismo de janeiro de 1980. Fotografia Museu da Memória dos Açores de meados de janeiro de 1980. Ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais de 15.000 edifícios ficaram total […]

Habitação após o sismo de janeiro de 1980, ilha Terceira, Açores

Habitação após o sismo de janeiro de 1980. Fotografia Museu da Memória dos Açores de meados de janeiro de 1980. Ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais de 15.000 edifícios ficaram total […]

Habitação após o sismo de janeiro de 1980, ilha Terceira, Açores

Habitação após o sismo de janeiro de 1980. Fotografia Museu da Memória dos Açores de meados de janeiro de 1980. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais de 15.000 […]

Igreja após o sismo de janeiro de 1980, ilha Terceira, Açores

Igreja após o sismo de janeiro de 1980. Fotografia Museu da Memória dos Açores/Observador de meados de janeiro de 1980. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais de 15.000 […]

Igreja após o sismo de janeiro de 1980, ilha Terceira, Açores

Igreja após o sismo de janeiro de 1980. Fotografia Museu da Memória dos Açores de meados de janeiro de 1980. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais de 15.000 […]

PIRUS, plano integrado de regeneração urbana sustentável de Angra do Heroísmo, 2014-2020, ilha Terceira, Açores

PIRUS, plano integrado de regeneração urbana sustentável de Angra do Heroísmo. Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, 2014-2020. Ilha Terceira, Açores. A Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, em conformidade com as orientações definidas no eixo “6 – Ambiente e Eficiência dos Recursos” do Programa Operacional Açores 2020, mais especificamente no que concerne ao objetivo “6.5.1 – Melhorar a Qualidade do Ambiente Urbano dos Açores” decidiu proceder à elaboração do Plano Integrado de Regeneração Urbana Sustentável – PIRUS para o período 2014-2020.

Sé de Angra após o sismo de janeiro de 1980, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Sé de Angra após o sismo de janeiro de 1980. Fotografia RTP Açores e Antena 1 de meados de janeiro de 1980. Angra do heroísmo, ilha Terceira, Açores. No dia 1 de janeiro de 1980 ocorreu um sismo catastrófico no grupo central das ilhas dos Açores, no qual 73 pessoas faleceram e mais de 400 ficaram feridas, atingindo magnitude de 7,2 na escala de Richter e com epicentro localizado a cerca de 50 km a WNW de Angra do Heroísmo. Este sismo causou elevados danos materiais nas ilhas Terceira e de S. Jorge, e danos menores na ilha Graciosa. Mais […]

Embarque de D. João, príncipe regente, para o Brasil em 27 de novembro de 1807, Nicolas Louis Albert Delerive, Lisboa, 1812, Portugal

Embarque de D. João, príncipe regente, para o Brasil em 27 de novembro de 1807. Óleo sobre tela. Nicolas Louis Albert Delerive (1769–1832), 1812. Museu Nacional dos Coches, Lisboa, Portugal.

Nova carta dos Açores, A New Cart of the Azores or Western Islands, William Heather, Londres, 1803, Inglaterra

A New Cart of the Azores or Western Islands. Gravura, 64 x 78 cm. William Heather (1764-1812), 1803 Escala [ca. 1:1,020,000]. Londres, Inglaterra.  

Mapa dos Açores, Azores or Western Islands, Cap. A.E.T. Vidal, RN, Londres, edição de 1896, Inglaterra

Azores or Western Islands. Alexander Thomas Emeric Vidal (1792-1863) Gravura, edição de 1896. Escala [ca. 1:6500]. A. T. E. Vidal; sculpt. J. & C. Walker, Christopher (1786-1855) e John (1791-1867) Londres, Inglaterra. Biblioteca do Ministério da Marinha, Lisboa, Portugal Alexander Thomas Emeric Vidal (1792-1863), depois vive-almirante, casou, em 23 out. 1839, no Canadá, com Sarah Antoinette (1813-1843), filha de Henry Veitch (1781-1857), embora só o saibamos na Madeira, comandando o H.M.S. Styx, em set. 1841, quando procedeu ao levantamento hidrográfico da ilha da Madeira.

Mapa dos Açores, Alexander Thomas Emeric Vidal, 1867, edição de 1914, Londres, Inglaterra

Azores or Western Isles. Alexander Thomas Emeric Vidal (1792-1863) Gravura, 1867, edição de 1914. Escala [ca. 1:6500]. A. T. E. Vidal; sculpt. J. & C. Walker, Christopher (1786-1855) e John (1791-1867) Londres, Inglaterra. Biblioteca do Ministério da Marinha, Lisboa, Portugal Alexander Thomas Emeric Vidal (1792-1863), depois vive-almirante, casou, em 23 out. 1839, no Canadá, com Sarah Antoinette (1813-1843), filha de Henry Veitch (1781-1857), embora só o saibamos na Madeira, comandando o H.M.S. Styx, em set. 1841, quando procedeu ao levantamento hidrográfico da ilha da Madeira.

Reitoria da Universidade dos Açores, 1850 (c.), Ponta Delgada, ilha São Miguel, Açores

Reitoria da Universidade dos Açores, 1850 (c.), Ponta Delgada, ilha São Miguel, Açores

João Paulo II perante o Senhor Santo Cristo dos Milagres, 11 de maio de 1991, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores

João Paulo II perante o Senhor Santo Cristo dos Milagres. (1920-2005) Visita do papa João Paulo II a Ponta Delgada. Esplanada da fortaleza de São Brás Fotografia de 11 de maio de 1991. Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Karol Jósef Wojtyla (Wadowice, Polónia, 18 maio 1920; Roma, 2 abr. 2005). Papa em 1978, teve o 3.º papado mais longo da História da Igreja Católica, com mais de 26 anos de duração. Visitou Ponta Delgada, nos Açores a 11 de maio de 1991 e a Madeira, a 12.

Galeão a entrar no Porto de Pipas, Festas São Joaninas de 2008, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Galeão a entrar no Porto de Pipas, Festas São Joaninas, Junho de 2008, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Armas do solar dos Remédios, Canto e Castro dos Provedores das Armadas, 1680 (c.) e seguintes, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Armas do solar dos Remédios. Família do Canto e Castro dos Provedores das Armadas Alvenaria de pedra rebocada e pintada, 1680 (c.) Fotografia da Câmara Municipal de Angra, 2018. Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores.

Capela e solar dos Remédios, família do Canto e Castro dos Provedores das Armadas, 1680 (c.) e seguintes, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Capela e solar dos Remédios. Família do Canto e Castro dos Provedores das Armadas Alvenaria de pedra rebocada e pintada, 1680 (c.) Fotografia da Câmara Municipal de Angra, 2018. Centro Histórico de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores.

João Carlos Abreu, 2019, Funchal, ilha da Madeira.

João Carlos Abreu. Fotografia de Eduardo Costa, 2019. Funchal, Ilha da Madeira. João Carlos Abreu (1935; ), secretário regional de Turismo e Cultura ao longo de 23 anos, entre 1985 e 2007, abriria depois uma fundação como o seu Universo de Memórias, onde depositou os seus arquivos.

João Carlos Abreu, 8 de dezembro de 2018, Universo de Memórias, Funchal, ilha da Madeira.

João Carlos Abreu. Apresentação, por Sílvia Chícharo, do diploma de sócio honorário da Orquestra Clássica da Madeira. Fotografia de 8 de dezembro de 2018. Universo de Memórias de João Carlos Abreu, Funchal, Ilha da Madeira. João Carlos Abreu (1935; ), secretário regional de Turismo e Cultura ao longo de 23 anos, entre 1985 e 2007, abriria depois uma fundação como o seu Universo de Memórias, onde depositou os seus arquivos.

Lançamento de Eu Sou a Minha Memória de João Carlos Abreu, com apresentação de Fátima Marques, 21 de novembro de 2016, Funchal, ilha da Madeira.

João Carlos Abreu. Lançamento de Eu Sou a Minha Memória, com apresentação de Fátima Marques. Fotografia de Rui Marote, 21 de novembro de 2016. Funchal Centre-Nini Andrade Silva, Funchal, Ilha da Madeira. João Carlos Abreu (1935; ), secretário regional de Turismo e Cultura ao longo de 23 anos, entre 1985 e 2007, abriria depois uma fundação como o seu Universo de Memórias, onde depositou os seus arquivos.

Porto de Angra e as baterias que defendem a entrada da Baía em ponto maior, planta e manuscrito aguarelado, 1870 (c.), ilha Terceira, Açores.

Porto de Angra e as baterias que defendem a entrada da Baía em ponto maior. Manuscrito aguarelado. Anónimo, 1870 (c.) Ilha Terceira, Açores.

Idéa geografica-confuza das Ilhas dos Açores, anónimo, 1870 (c.), Açores

Idéa geografica-confuza das Ilhas dos Açores. Manuscrito aguarelado. Anónimo, 1870 (c.)

Domestic Scene, Los Angeles, David Hockney, 1963, coleção privado dos Estados Unidos da América

Cena Doméstica em Los Angeles Domestic Scene, Los Angeles Óleo sobre tela, 152,7 x 152,7 cm. David Hockney (1937-), 1963 Coleção privado dos Estados Unidos da América. Venda com estimativa de 10 à 16 millions d’euros, Christies: le 15 mai 2020 à 19h, 20 Rockefeller Center, New-York

Vinho da Madeira Boal (meio doce), engarrafado pela Companhia Vinícola da Madeira, Ltda., para a Casa do Turista, 1950 (c.), ilha da Madeira

Vinho da Madeira Boal (meio doce) Engarrafado pela Companhia Vinícola da Madeira, Ltda., para a Casa do Turista, The Famous Shop Casa fundada por Augustin Ramos (1905-16 maio 1986), Rua Conselheiro José Silvestre Ribeiro e Rua das Fontes, Funchal, ilha da Madeira. Selo do Instituto do Vinho da Madeira de 1950 (c.). Coleção particular.

Vinho da Madeira Boal (meio doce), engarrafado pela Companhia Vinícola da Madeira, Ltda., para a Casa do Turista, 1950 (c.), ilha da Madeira

Vinho da Madeira Boal (meio doce) Engarrafado pela Companhia Vinícola da Madeira, Ltda., para a Casa do Turista, The Famous Shop Casa fundada por Augustin Ramos (1905-16 maio 1986), Rua Conselheiro José Silvestre Ribeiro e Rua das Fontes, Funchal, ilha da Madeira. Selo do Instituto do Vinho da Madeira de 1950 (c.). Coleção particular.

Casa do Turista, The Famous Shop, reformulação de 1950 (c.), Rua Conselheiro José Silvestre Ribeiro e Rua das Fontes, Funchal, ilha da Madeira

Casa do Turista The Famous Shop Casa fundada por Augustin Ramos (1905-16 maio 1986). Reformulação de 1950 (c.). Fotografia de 15 de outubro de 2003. Rua Conselheiro José Silvestre Ribeiro e Rua das Fontes, Funchal, ilha da Madeira.

Carina Bento, 1 de maio de 2015. Funchal, ilha da Madeira

Carina Bento Subdiretora regional da Cultura. Fotografia de Rui Marote, 1 de maio de 2015. Funchal, ilha da Madeira

Rede da Lapinha do Caseiro, cartaz de dezembro de 2021, Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava, ilha da Madeira

Rede da Lapinha do Caseiro. Francisco Ferreira, o Caseiro (1848-1931) Cartaz de exposição no Museu Etnográfico da Madeira, 15 dez. 2021 a 22 jan. 2022, Ribeira Brava, ilha da Madeira A mais célebre lapinha da Madeira teria sido a do Caseiro do Monte. Francisco Ferreira (1848-1931), por alcunha “o Caseiro”, dado ter sido caseiro das freiras de Santa Clara, construiu ele próprio a sua lapinha, em madeira entalhada a canivete e depois pintada com tintas que o próprio fabricava, tendo esculpido as suas primeiras imagens aos 14 anos de idade. Viria a casar com Maria Augusta Fernandes (1851-1937), natural da […]

Centro Cultural John Dos Passos, 2020, Ponta do Sol, ilha da Madeira

Centro Cultural John Dos Passos. (1896-1970) Fotografia de 2020. Ponta do Sol, ilha da Madeira. O Centro Cultural John Dos Passos foi inaugurado a 20 de setembro de 2004, em cerimónia presidida pelo Presidente do Governo Regional da Madeira, e contou com a presença de Lucy Dos Passos Coggin, Rodney Coggin e Lara Dos Passos Coggin, respetivamente, filha, genro e neta do escritor americano descendente de um emigrante da Ponta do Sol. O imóvel de origem, a Villa Passos, situado bem no coração da vila da Ponta do Sol e constituindo um ex libris do património edificado e histórico da […]

João Baptista Pereira Silva, engenheiro geólogo na apresentação do livro Calçada Madeirense, 24 de março de 2022, Funchal, ilha da Madeira

João Baptista Pereira Silva, engenheiro geólogo. Apresentação do livro Calçada Madeirense: Bordados a Preto e Branco, de João Baptista Pereira Silva, engenheiro geólogo, Celso Gomes, professor de Ciência Geológicas e de José Luís de Gouveia e Freitas. Fotografia de 24 de março de 2022. Salão nobre da Assembleia Legislativa da Madeira, Funchal, ilha da Madeira. A Calçada Madeirense constitui uma autêntica referência histórica e patrimonial do Arquipélago da Madeira e representa bem a singularidade em termos de geodiversidade dos territórios insulares respetivos. Todavia, por vezes, a Calçada Madeirense é confundida com a Calçada Portuguesa, apesar de ambas serem muito distintas. […]

Arqueólogo Daniel Sousa e João Baptista Pereira Silva, engenheiro geólogo na apresentação do livro Calçada Madeirense, 24 de março de 2022, Funchal, ilha da Madeira.

Arqueólogo Daniel Sousa e João Baptista Pereira Silva, engenheiro geólogo. Apresentação do livro Calçada Madeirense: Bordados a Preto e Branco, de João Baptista Pereira Silva, engenheiro geólogo, Celso Gomes, professor de Ciência Geológicas e de José Luís de Gouveia e Freitas. Fotografia de 24 de março de 2022. Salão nobre da Assembleia Legislativa da Madeira, Funchal, ilha da Madeira. A Calçada Madeirense constitui uma autêntica referência histórica e patrimonial do Arquipélago da Madeira e representa bem a singularidade em termos de geodiversidade dos territórios insulares respetivos. Todavia, por vezes, a Calçada Madeirense é confundida com a Calçada Portuguesa, apesar de […]

Borracheiros, 1940 (c.), Estreito de Câmara de Lobos (?), ilha da Madeira

Borracheiros. Entrada em adegas, Fotógrafo não identificado, Conteúdos 600 Anos, 1940 (c.). Estreito de Câmara de Lobos (?), ilha da Madeira.

Fábrica de destilação de aguardente e engenho de moagem, interpretação museológica, 2020, Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava, Ilha da Madeira

Fábrica de destilação de aguardente e engenho de moagem. Antigo engenho de moagem que funcionou neste edifício a partir de 1860 (c.). Interpretação museológica, 2020. Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava, Ilha da Madeira.

Exposição Remates de Telhado, setembro de 2020, Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava, Ilha da Madeira

Exposição Remates de Telhado. Lídia Goes Ferreira e Eduardo Jesus. Fotografia de Luís Rocha, 15 de setembro de 2020. Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava, Ilha da Madeira.

Lagar de cocho, 1900 (c.), Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava, ilha da Madeira

Lagar de cocho. Lagar de fuso e vara, 1900 (c.) Fotografia de João Homem de Gouveia/Lusa, 17 de maio de 2015. Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava, Ilha da Madeira.

Dia Nacional dos Moinhos, JM, Funchal, 8 de abril de 2022, ilha da Madeira

Entradas gratuitas assinalam Dia Nacional dos Moinhos. Antigo engenho de moagem que funcionou neste edifício a partir de 1860 (c.). Fotografia de Florêncio Pereira, 2022. Bruna Nóbrega, Jornal da Madeira, Funchal, 8 de abril de 2022, ilha da Madeira Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava, Ilha da Madeira.

Engenho de moagem, 1860 (c.), Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava, Ilha da Madeira

Engenho de moagem. Antigo engenho de moagem que funcionou neste edifício a partir de 1860 (c.). Fotografia de Florêncio Pereira, 2022. Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava, Ilha da Madeira.

Sala da moagem, reposição ao gosto de 1860 (c.), 2018, Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava, Ilha da Madeira

Sala da moagem. Referência ao antigo engenho e moagem que funcionou neste edifício a partir de 1860 (c.). Fotografia de 2018. Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava, Ilha da Madeira.

Sala da moagem, reposição ao gosto de 1860 (c.), 2018, Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava, Ilha da Madeira

Sala da moagem. Referência ao antigo engenho e moagem que funcionou neste edifício a partir de 1860 (c.). Fotografia de 2018. Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava, Ilha da Madeira.

America’s Diplomats and Consuls 1776-1865, Walter B. Smith II, A Geographic and Biographic Directory of The Foreign Service, Washigton D. C., 1986,  USA

Walter B. Smith II, America’s Diplomats and Consuls 1776-1865 Occasional Paper No. 2, A Geographic and Biographic Direrctory of The Foreign Service Government Printing Office, Washigton D. C., 1986,  USA John H. March, Consul in Madeira Island, p. 33

Interior do antigo Colégio Nuno Álvares Pereira, fotografia de 1970 (c.), Calçada de Santa Clara, Funchal, ilha da Madeira.

Interior do antigo Colégio Nun’ Álvares. Vulgo Colégio do Dr. Caroço. Campanha de 1920 (c.), quando sede da Casa de Bordados H. Payne e dos anos seguintes, tendo também entrada pelo Beco do Madureira. Fotografia de 1970 (c.). Calçada de Santa Clara, Funchal, ilha da Madeira. Propriedade do Dr. João Serra Velez Caroço, que na assembleia de 16 de fevereiro 1963 dos sócios proprietário do Clube de Turismo Madeira foi eleito como 1.º presidente da direção, sendo o sócio 20

Antigo Colégio Nuno Álvares Pereira, campanha de 1920 (c.), Calçada de Santa Clara, Funchal, ilha da Madeira.

Antigo Colégio Nun’ Álvares. Vulgo Colégio do Dr. Caroço. Campanha de 1920 (c.), quando sede da Casa de Bordados H. Payne. Fotografia de 2020. Calçada de Santa Clara, Funchal, ilha da Madeira. Propriedade do Dr. João Serra Velez Caroço, que na assembleia de 16 de fevereiro 1963 dos sócios proprietário do Clube de Turismo Madeira foi eleito como 1.º presidente da direção, sendo o sócio 20

Comunhão solene na igreja matriz de São Jorge, 1950 (c.), São Jorge, ilha da Madeira

Cerimónia da elevação do Santíssimo em comunhão solene na igreja matriz de São Jorge Reconstrução com projeto geral de Domingos Rodrigues Martins e outros, 1761 (c.). Fotografia do Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicentes, coleção Prestrellos (?), 1950 (c.). Cópia da coleção de João Márcio de Matos, cedida a Madeira Quase Esquecida. Achada Grande, São Jorge, Santana, ilha da Madeira. Igreja matriz rural com excecional recheio de talha barroca e rococó, única na Região de que se conhece o desenho do projeto inicial do retábulo, assinado pelo mestre das obras reais. A Igreja apresenta-se isolada em adro murado e […]

Mergulhança, fotografia de 1950 (c.), Funchal, ilha da Madeira

Mergulhança. Fotografia LAO, 1950 (c.). Divulgada em Madeira Quase Esquecida. Funchal, ilha da Madeira.

Leiteiro no Funchal, 1970 (c.), Funchal, ilha da Madeira

Leiteiro no Funchal. Fotografia de 1970 (c.). Fotografia divulgada em Madeira Quase Esquecida. Funchal, ilha da Madeira.

Pequeno leiteiro com cabrito, fotografia Life, 1930 (c.), Santa Cruz ou Funchal, ilha da Madeira.

Pequeno leiteiro com cabrito. Fotografia Life, 1930 (c.). Fotografia divulgada em Madeira Quase Esquecida. Santa Cruz ou Funchal, ilha da Madeira.

Webinar Mobilidade Estudantil na CPLP, 23 de abril de 2022, Universidade da Madeira

Webinar Mobilidade Estudantil na CPLP. Cartaz para 23 de abril de 2022. Universidade da Madeira

Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor, 23 de abril de 2022, Biblioteca da Universidade da Madeira.

Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor. A sustentabilidade do livro. Em primeiro plano, Funchal, Roteiro Histórico e Cultural da Cidade, de Rui Carita e José Manuel de Sainz-Trueva, design de Celso Caires (1958-2014), coordenação de Danilo de Matos, Câmara Municipal do Funchal, 1997, ilha da Madeira. Faculdade de Artes e Humanidades, Universidade da Madeira, 23 de abril de 2022. Biblioteca da Universidade da Madeira

Vitrinas das cerâmicas e faianças estrangeiras e portuguesas azuis-e-brancas, séculos XV, XVI e XVII, 2021, Museu A Cidade do Açúcar, Praça de Colombo, Funchal, ilha da Madeira

Vitrinas das cerâmicas e faianças estrangeiras e portuguesas azuis-e-brancas. Oficinas estrangeiras e portuguesas dos séculos XV, XVI e XVII. Fotografia de Diogo Alexandre de Sousa, 8 de junho de 2021. Museu A Cidade do Açúcar, Praça de Colombo, Funchal, ilha da Madeira. Inaugurado a 16 de junho de 1996 como Núcleo Museológico da Cidade do Açúcar, com material do anterior Museu da Cidade de 1986, desativado no início da década de 90 e no material exumado na área nas escavações dirigidas pelo arqueólogo Mário Varela Gomes, no verão de 1989, foi muito afetado pela aluvião de 20 de fevereiro de […]

Vista do Miradouro do Cabeço do Resto da Ilha de São Jorge, 2010, Santana,  ilha da Madeira.

Vista do Miradouro do Cabeço do Resto da Ilha de São Jorge. Fotografia de All About Portugal, 2010. Freguesia da Ilha, São Jorge, Santana,  ilha da Madeira.

Massarocos do Miradouro do Cabeço do Resto da Ilha de São Jorge, 2010, Santana, ilha da Madeira

Massarocos do Miradouro do Cabeço do Resto da Ilha de São Jorge. Euchium nervosum. Planta endémica da Macaronésia. Fotografia de All About Portugal, 2010. Freguesia da Ilha, São Jorge, Santana,  ilha da Madeira.

Freguesia da Ilha, 2021, São Jorge, Santana,  ilha da Madeira

Freguesia da Ilha de São Jorge. Fotografia de Rui Silva, Aspress, 2021. Freguesia da Ilha, São Jorge, Santana,  ilha da Madeira.

Varanda da Casa Cabeço do Resto, MSB Arquitetctos, 2011, freguesia da Ilha de São Jorge, Santana, ilha da Madeira

Varanda da Casa Cabeço do Resto. Projeto MSB Arquitectos, 2011. Colaboradores: Miguel Malaguerra, Susana Jesus, Bruno Martins, Hugo Aires Proprietário: António Trindade (1948-). Freguesia da Ilha, São Jorge, Santana,  ilha da Madeira. A casa nasce do território, da sua vontade de procurar a luz disponível num lote muito íngreme voltado a norte. Mas desenvolve-se sempre numa atitude integradora e de ligação com a sua topografia muito difícil. O orçamento previsto era bastante curto e o desafio era grande, mas poucos projetos de moradia poderiam tornar mais clara a minha pesquisa pessoal como arquiteto a exercer na Ilha da Madeira: como construir […]

Entrada da Casa Cabeço do Resto, MSB Arquitectos, 2011, Ilha de São Jorge, Santana, ilha da Madeira

Entrada da Casa Cabeço do Resto. Projeto MSB Arquitectos, 2011. Colaboradores: Miguel Malaguerra, Susana Jesus, Bruno Martins, Hugo Aires Proprietário: António Trindade (1948-). Freguesia da Ilha, São Jorge, Santana,  ilha da Madeira. A casa nasce do território, da sua vontade de procurar a luz disponível num lote muito íngreme voltado a norte. Mas desenvolve-se sempre numa atitude integradora e de ligação com a sua topografia muito difícil. O orçamento previsto era bastante curto e o desafio era grande, mas poucos projetos de moradia poderiam tornar mais clara a minha pesquisa pessoal como arquiteto a exercer na Ilha da Madeira: como construir […]

Casa Cabeço do Resto, projeto MSB Arquitectos, 2011, Ilha de São Jorge, Santana, ilha da Madeira

Casa Cabeço do Resto. Projeto MSB Arquitectos, 2011. Colaboradores: Miguel Malaguerra, Susana Jesus, Bruno Martins, Hugo Aires Proprietário: António Trindade (1948-). Freguesia da Ilha, São Jorge, Santana,  ilha da Madeira. A casa nasce do território, da sua vontade de procurar a luz disponível num lote muito íngreme voltado a norte. Mas desenvolve-se sempre numa atitude integradora e de ligação com a sua topografia muito difícil. O orçamento previsto era bastante curto e o desafio era grande, mas poucos projetos de moradia poderiam tornar mais clara a minha pesquisa pessoal como arquiteto a exercer na Ilha da Madeira: como construir em orografias […]

Casa Cabeço do Resto, projeto MSB Arquitectos, 2011, Freguesia da Ilha de São Jorge, Santana, ilha da Madeira

Casa Cabeço do Resto. Projeto MSB Arquitectos, 2011. Colaboradores: Miguel Malaguerra, Susana Jesus, Bruno Martins, Hugo Aires Proprietário: António Trindade (1948-), pub. Susana Gouveia Jesus, 2022. Freguesia da Ilha, São Jorge, Santana,  ilha da Madeira. A casa nasce do território, da sua vontade de procurar a luz disponível num lote muito íngreme voltado a norte. Mas desenvolve-se sempre numa atitude integradora e de ligação com a sua topografia muito difícil. O orçamento previsto era bastante curto e o desafio era grande, mas poucos projetos de moradia poderiam tornar mais clara a minha pesquisa pessoal como arquiteto a exercer na Ilha da […]

Jardim da Quinta do Palheiro Ferreiro, Palheiro Gardens, Susana Gouveia Jesus, 2022, São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira.

Jardim da Quinta do Palheiro. Palheiro Gardens. Fotografia de Susana Gouveia Jesus, 9 de abril de 2022. Quinta do Palheiro Ferreiro, São Gonçalo, Funchal,  ilha da Madeira. A Quinta do Palheiro Ferreiro resultou de um pavilhão de caça que o morgado João de Carvalhal Esmeraldo, 1º conde de Carvalhal da Lombada (13 out. 1835), de seu nome completo João José Xavier de Carvalhal Esmeraldo de Atouguia Bettencourt Sá Machado (1778-1837) possuía no sítio daquele nome, freguesia de São Gonçalo. Sucedeu depois nos morgados do seu irmão mais velho, o coronel Luís Vicente do Carvalhal Esmeraldo de Sá Machado (c. 1752-1798), […]

Jardim da Quinta do Palheiro Ferreiro, Palheiro Gardens, Susana Gouveia Jesus, 2022, São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira.

Jardim da Quinta do Palheiro. Palheiro Gardens. Fotografia de Susana Gouveia Jesus, 9 de abril de 2022. Quinta do Palheiro Ferreiro, São Gonçalo, Funchal,  ilha da Madeira. A Quinta do Palheiro Ferreiro resultou de um pavilhão de caça que o morgado João de Carvalhal Esmeraldo, 1º conde de Carvalhal da Lombada (13 out. 1835), de seu nome completo João José Xavier de Carvalhal Esmeraldo de Atouguia Bettencourt Sá Machado (1778-1837) possuía no sítio daquele nome, freguesia de São Gonçalo. Sucedeu depois nos morgados do seu irmão mais velho, o coronel Luís Vicente do Carvalhal Esmeraldo de Sá Machado (c. 1752-1798), […]

Jardim do Bucho da Quinta do Palheiro Ferreiro, Palheiro Gardens, Susana Gouveia Jesus, 2022, São Gonçalo, Funchal,  ilha da Madeira.

Jardim do Bucho da Quinta do Palheiro. Palheiro Gardens. Fotografia de Susana Gouveia Jesus, 9 de abril de 2022. Quinta do Palheiro Ferreiro, São Gonçalo, Funchal,  ilha da Madeira. A Quinta do Palheiro Ferreiro resultou de um pavilhão de caça que o morgado João de Carvalhal Esmeraldo, 1º conde de Carvalhal da Lombada (13 out. 1835), de seu nome completo João José Xavier de Carvalhal Esmeraldo de Atouguia Bettencourt Sá Machado (1778-1837) possuía no sítio daquele nome, freguesia de São Gonçalo. Sucedeu depois nos morgados do seu irmão mais velho, o coronel Luís Vicente do Carvalhal Esmeraldo de Sá Machado […]

Casa Velha do Palheiro, reforma de 2000 (c.), Quinta do Palheiro Ferreiro, São Gonçalo, Funchal,  ilha da Madeira

Casa Velha do Palheiro. Reforma de 2000 (c.) Construção original de 1801. Fotografia de Susana Gouveia Jesus, 9 de abril de 2022. Quinta do Palheiro Ferreiro, São Gonçalo, Funchal,  ilha da Madeira. A Quinta do Palheiro Ferreiro resultou de um pavilhão de caça que o morgado João de Carvalhal Esmeraldo, 1º conde de Carvalhal da Lombada (13 out. 1835), de seu nome completo João José Xavier de Carvalhal Esmeraldo de Atouguia Bettencourt Sá Machado (1778-1837) possuía no sítio daquele nome, freguesia de São Gonçalo. Sucedeu depois nos morgados do seu irmão mais velho, o coronel Luís Vicente do Carvalhal Esmeraldo […]

Glória aos Sábios  Aviadores da Marinha Portuguesa Sacadura Cabral e Gago Coutinho, 1922 (c.), Lisboa ou Rio de Janeiro

Glória aos Sábios  Aviadores da Marinha Portuguesa Sacadura Cabral e Gago Coutinho. Por ares nunca dantes navegados Edição publicitária farmacêutica, Lisboa ou Rio de Janeiro, 1922 (c.) Coleção particular. A primeira viagem aérea sobre o Atlântico Sul, Lisboa-Rio de Janeiro feita pelos pilotos Artur Sacadura Cabral (1881-1924) e Gago Coutinho (1869-1959), entre 30 de março e 17 de junho de 1922, tinha tido um primeiro ensaio um ano antes, entre Lisboa e Funchal, num F 3 com motores Rolls-Royce, em que participou também Ortins de Bettencourt (1892-1969) e o mecânico francês Roger Soubiran (c. 1890-1979).

I Feira do Livro de Santa Cruz, Reis Magos, 20 a 25 de abril de 2022, Caniço, Santa Cruz, ilha da Madeira.

I Feira do Livro de Santa Cruz. Reis Magos, 20 a 25 de abril de 2022, Caniço, Santa Cruz, ilha da Madeira

Emanuel Gaspar, A Arquitetura no Arquipélago da Madeira, do povoamento à contemporaneidade, I Feira do Livro de Santa Cruz, 20 a 25 de abril de 2022, Reis Magos, Caniço, Santa Cruz, ilha da Madeira.

Emanuel Gaspar, A Arquitetura no Arquipélago da Madeira, do povoamento à contemporaneidade. I Feira do Livro de Santa Cruz, 20 a 25 de abril de 2022, Reis Magos, Caniço, Santa Cruz, ilha da Madeira  

Thomas St. Clair: as campanhas da Guerra Peninsular nos quadros de um oficial do Exército Português, conferência do general Rui Moura, Lisboa, 26 de abril de 2022, Portugal

Thomas St. Clair: as campanhas da Guerra Peninsular nos quadros de um oficial do Exército Português. Conferência do general Rui Moura na Comissão Portuguesa de História Militar. Palácio da Independência, Lisboa, 26 de abril de 2022, pelas 18 horas, Portugal. Thomas Staunton St. Clair (1785-1847), de família escocesa, nasceu em Gibraltar e entrou para o exército britânico em junho de 1800, com o posto de Ensign, em agosto de 1803 era alferes e no ano seguinte tenente. Em 30 de setembro de 1807 foi promovido a capitão, tendo sido transferido, em junho de 1810, para o exército português com o […]

Thomas St. Clair: as campanhas da Guerra Peninsular nos quadros de um oficial do Exército Português, conferência do general Rui Moura, Lisboa, 26 de abril de 2022, Portugal

Thomas St. Clair: as campanhas da Guerra Peninsular nos quadros de um oficial do Exército Português. Conferência do general Rui Moura na Comissão Portuguesa de História Militar. Palácio da Independência, Lisboa, 26 de abril de 2022, pelas 18 horas, Portugal. Thomas Staunton St. Clair (1785-1847), de família escocesa, nasceu em Gibraltar e entrou para o exército britânico em junho de 1800, com o posto de Ensign, em agosto de 1803 era alferes e no ano seguinte tenente. Em 30 de setembro de 1807 foi promovido a capitão, tendo sido transferido, em junho de 1810, para o exército português com o […]

Menino Jesus Bom Pastor, marfim de oficina indo-portuguesa, Goa (?), 1650 (c.), Estado Português da Índia

Menino Jesus Bom Pastor. Marfim esculpido, 13,5 cm. Oficina indo-portuguesa (Goa?), 1650 (c.). Coleção particular. Palácio do Correio Velho, leilão 375, 3 de junho de 2020, lote 95, avaliado entre 1.500 a 2.500 euros e vendido por 2.100. O Menino Jesus, adormecido, encontra-se representado sentado de pernas cruzadas. Enverga vestes de pastor esculpidas em ponta de diamante, cingidas na cintura por cordão com nó de laçada. Cabeça apoiada sobre a mão direita, assente sobre cabaça. Sobre o ombro e perna, duas ovelhas, e bornal a tiracolo. Peanha do tipo canónico com dois socalcos. No primeiro, fonte Manuelina jorrando água, na […]

Poio do Porco e Poio Verde, fotografia de José Lemos Silva, 2022, Serras de São Jorge, ilha da Madeira

Poio do Porco e Poio Verde [primeiro plano]. Pico das Lajinhas e Pico Canário [segundo plano]. Fotografia do sargento-mor José Lemos Silva, 2022 Serras de São Jorge, ilha da Madeira.

Assistência na visita guiada à Sé do Funchal, A Geometria de Deus, projeto Dar a Ver, 18 de abril de 2022, Funchal, ilha da Madeira

Assistência na visita guiada à Sé do Funchal, A Geometria de Deus. Projeto Dar a Ver da DSMPC/DRC para o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios 2022. Organização de Francisco Clode de Sousa e Rita Rodrigues, 18 de abril de 2022, às 21h:00. Funchal, ilha da Madeira.

Francisco Clode de Sousa na visita guiada à Sé do Funchal, A Geometria de Deus, projeto Dar a Ver, 18 de abril de 2022, Funchal, ilha da Madeira

Francisco Clode de Sousa na visita guiada à Sé do Funchal, A Geometria de Deus. Projeto Dar a Ver da DSMPC/DRC para o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios 2022. Organização de Francisco Clode de Sousa e Rita Rodrigues, 18 de abril de 2022, às 21h:00. Funchal, ilha da Madeira.

Visita guiada à Sé do Funchal, A Geometria de Deus, projeto Dar a Ver, 18 de abril de 2022, Funchal, ilha da Madeira

Visita guiada à Sé do Funchal, A Geometria de Deus. Projeto Dar a Ver da DSMPC/DRC para o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios 2022. Organização de Francisco Clode de Sousa e Rita Rodrigues, 18 de abril de 2022, às 21h:00. Funchal, ilha da Madeira.

Queda de água da Lagoa do Vento, 2019, Calheta, ilha da Madeira

Queda de água da Lagoa do Vento. Vereda da Lagoa do Vento Fotografia de 2019. Câmara Municipal da Calheta, ilha da Madeira.

Queda de água da Lagoa do Vento, 2014, Calheta, ilha da Madeira

Queda de água da Lagoa do Vento. Vereda da Lagoa do Vento Fotografia de 5 de março de 2014. Câmara Municipal da Calheta, ilha da Madeira.

Queda de água da Lagoa de D. Beja, 2018, Levada do Alecrim, Calheta, ilha da Madeira.

Queda de água da Lagoa de D. Beja. Levada do Alecrim Fotografia de Paulo Azevedo, 2018. Câmara Municipal da Calheta, ilha da Madeira No início da descida para a casa do Rabaçal encontra-se, à direita, a entrada para a Levada do Alecrim, num trajeto curto, com cerca de 3 km acessível a qualquer pessoa, onde é possível apreciar fantásticas paisagens sobre o Rabaçal, a medida que se avança no caminho e ter acesso ao Maciço Central da Laurissilva madeirense. Até chegar à madre da levada, o caminhante pode apreciar a vasta vegetação composta, sobretudo pela Urze e a Uveira da […]

Queda de água da Lagoa de D. Beja, 2020, Levada do Alecrim, Calheta, ilha da Madeira.

Queda de água da Lagoa de D. Beja. Levada do Alecrim Fotografia de 2020. Câmara Municipal da Calheta, ilha da Madeira No início da descida para a casa do Rabaçal encontra-se, à direita, a entrada para a Levada do Alecrim, num trajeto curto, com cerca de 3 km acessível a qualquer pessoa, onde é possível apreciar fantásticas paisagens sobre o Rabaçal, a medida que se avança no caminho e ter acesso ao Maciço Central da Laurissilva madeirense. Até chegar à madre da levada, o caminhante pode apreciar a vasta vegetação composta, sobretudo pela Urze e a Uveira da Serra, assim […]

Levada do Alecrim, 2020, Câmara Municipal da Calheta, ilha da Madeira

Levada do Alecrim Fotografia de 2020. Câmara Municipal da Calheta, ilha da Madeira No início da descida para a casa do Rabaçal encontra-se, à direita, a entrada para a Levada do Alecrim, num trajeto curto, com cerca de 3 km acessível a qualquer pessoa, onde é possível apreciar fantásticas paisagens sobre o Rabaçal, a medida que se avança no caminho e ter acesso ao Maciço Central da Laurissilva madeirense. Até chegar à madre da levada, o caminhante pode apreciar a vasta vegetação composta, sobretudo pela Urze e a Uveira da Serra, assim como diversas espécies da fauna regional. Dos emblemas […]

Queda de água da Lagoa de D. Beja, 2020, Levada do Alecrim, Calheta, ilha da Madeira.

Queda de água da Lagoa de D. Beja. Levada do Alecrim Fotografia de 2020. Câmara Municipal da Calheta, ilha da Madeira No início da descida para a casa do Rabaçal encontra-se, à direita, a entrada para a Levada do Alecrim, num trajeto curto, com cerca de 3 km acessível a qualquer pessoa, onde é possível apreciar fantásticas paisagens sobre o Rabaçal, a medida que se avança no caminho e ter acesso ao Maciço Central da Laurissilva madeirense. Até chegar à madre da levada, o caminhante pode apreciar a vasta vegetação composta, sobretudo pela Urze e a Uveira da Serra, assim […]

Levada do Alecrim, 2020, Calheta, ilha da Madeira

Levada do Alecrim Fotografia de 2020. Câmara Municipal da Calheta, ilha da Madeira No início da descida para a casa do Rabaçal encontra-se, à direita, a entrada para a Levada do Alecrim, num trajeto curto, com cerca de 3 km acessível a qualquer pessoa, onde é possível apreciar fantásticas paisagens sobre o Rabaçal, a medida que se avança no caminho e ter acesso ao Maciço Central da Laurissilva madeirense. Até chegar à madre da levada, o caminhante pode apreciar a vasta vegetação composta, sobretudo pela Urze e a Uveira da Serra, assim como diversas espécies da fauna regional. Dos emblemas […]

Levada do Alecrim, 2020, Calheta, ilha da Madeira

Levada do Alecrim Fotografia de 2020. Câmara Municipal da Calheta, ilha da Madeira No início da descida para a casa do Rabaçal encontra-se, à direita, a entrada para a Levada do Alecrim, num trajeto curto, com cerca de 3 km acessível a qualquer pessoa, onde é possível apreciar fantásticas paisagens sobre o Rabaçal, a medida que se avança no caminho e ter acesso ao Maciço Central da Laurissilva madeirense. Até chegar à madre da levada, o caminhante pode apreciar a vasta vegetação composta, sobretudo pela Urze e a Uveira da Serra, assim como diversas espécies da fauna regional. Dos emblemas […]

Plataforma da Selvagem Grande, Virgílio Gomes, 2015, Selvagem Grande, ilhas Selvagens

Plataforma da Selvagem Grande. Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 28 de abril de 2015. Selvagem Grande, ilhas Selvagens.

Largo do Pelourinho do Funchal, Virgílio Gomes, 2021, ilha da Madeira

Largo do Pelourinho do Funchal. Pelourinho com projeto de Rui Carita e Virgílio Gomes, execução da oficina de mestre Baleira, Pero Pinheiro, Calcário de Molianos, 1989. Inaugurado a 21 de agosto de 1989, Dia da Cidade e remontado com os dois fragmentos originais nas obras de reformulação da foz da Ribeira de Santa Luzia com escavações arqueológicas pontuais de emergência dirigidas pelo arqueólogo Daniel Sousa e Dr. Filipe Bettencourt. Fotografia de Virgílio Pereira Gomes de 2021. Largo do Pelourinho, Funchal, ilha da Madeira. Em 1486, o duque D. Manuel, futuro rei e filho da infanta D. Beatriz, enviou um pelourinho […]

Maciço Central da Laurissilva madeirense, Virgílio Gomes, 2021, Calheta, ilha da Madeira

Maciço Central da Laurissilva madeirense, Fotografia de Virgílio Pereira Gomes da Levada do Alecrim, 2021. Calheta, ilha da Madeira No início da descida para a casa do Rabaçal encontra-se, à direita, a entrada para a Levada do Alecrim, num trajeto curto, com cerca de 3 km acessível a qualquer pessoa, onde é possível apreciar fantásticas paisagens sobre o Rabaçal, a medida que se avança no caminho e ter acesso ao Maciço Central da Laurissilva madeirense. Até chegar à madre da levada, o caminhante pode apreciar a vasta vegetação composta, sobretudo pela Urze e a Uveira da Serra, assim como diversas […]

Porto e marina do Porto Santo, Virgílio Gomes, 2021, Porto Santo

Porto e marina do Porto Santo. Com Lobo Marinho. Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 2021, Vista do Miradouro da Portela, Porto Santo

Ilhéu da Cal, Virgílio Gomes, 2021, Porto Santo

Ilhéu da Cal. Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 2021, Vista do Praia da Calheta, Porto Santo

Ponta da Calheta, vista do Ilhéu da Cal, Virgílio Gomes, 2021, Porto Santo

Ponta da Calheta. Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 2021, Vista do Ilhéu da Cal, Porto Santo

Praia da Calheta, Virgílio Gomes, 2021, Porto Santo.

Praia da Calheta. Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 2021, Vinhedos do Campo de Baixo, Porto Santo

Pico do Castelo, Virgílio Gomes, 2021, Porto Santo

Pico do Castelo. fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 2021, Campo de Baixo, Porto Santo

Chorão-das-praias do Porto Santo, Virgílio Gomes, 2021. Porto Santo

Chorão das praias do Porto Santo. Carpobrotus edulis (L.), Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 2021. Campo de Baixo, Porto Santo A Carpobrotus edulis (L.), N.E.Br. 1926, geralmente conhecida como chorão-das-praias, é uma espécie de planta suculenta, rastejante, nativa da região do Cabo, na África do Sul, inicialmente utilizada para fixar as dunas, mas que se tornou infestante.

Chorão-das-praias do Porto Santo, Virgílio Gomes, 2021. Porto Santo

Chorão das praias do Porto Santo. Carpobrotus edulis (L.), Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 2021. Campo de Baixo, Porto Santo A Carpobrotus edulis (L.), N.E.Br. 1926, geralmente conhecida como chorão-das-praias, é uma espécie de planta suculenta, rastejante, nativa da região do Cabo, na África do Sul, inicialmente utilizada para fixar as dunas, mas que se tornou infestante.

Uva caracol do Porto Santo, Virgílio Gomes, 2021, Porto Santo.

Uva caracol do Porto Santo. Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 2021. Campo de Baixo, Porto Santo Reza a história que, um emigrante na África do Sul, mais concretamente na cidade do Cabo, trouxe na década de 30 do século XX, alguns exemplares desta casta chamada “Olho de Pargo” para o seu amigo, João da Silva, agricultor porto-santense que, plantou-os no sítio das Eiras. Como a alcunha deste lavrador era “o Caracol”, “rebaptizaram” a casta em sua homenagem. A uva “Caracol”, também é conhecida localmente por “Uva das Eiras”, por ter sido o primeiro lugar, onde foi cultivada. A expansão desta […]

Corre-caminhos ou Bica, no Porto Santo, Virgílio Gomes, 2022, Porto Santo

C0rre-caminhos ou Bica no Porto Santo. Anthus berthelotii madeirensis (Bolle 1862). Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 13 de abril de 2022. Praia da Calheta, Porto Santo Corre-caminhos, carreiró, carreirote, melrinho de Nosso Senhor ou melrinho de Nossa Senhora, no Porto Santo conhecido por bica, Anthus berthelotii (Bolle 1862). Espécie endémica da Macaronésia, com distribuição restrita aos arquipélagos da Madeira e das Canárias. Nas ilhas da Madeira, do Porto Santo e das Desertas, ocorre a subespécie A. b. madeirensis, enquanto nas Canárias e nas ilhas Selvagens ocorre a subespécie A. b. berthelotii. A principal diferença entre estas duas subespécies é o […]

Caracóis do Porto Santo, Virgílio Gomes, 2021, Porto Santo.

Caracóis do Porto Santo. Theba pisana, geralmente dito caracol-das-cervejarias. Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 2021. Campo de Baixo, Porto Santo

Amoras do Porto Santo, Virgílio Gomes, 2021, Porto Santo

Amoras do Porto Santo. Rubus rosifolius Sm. Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 2021. Câmara Municipal do Porto Santo. Campo de Baixo, Porto Santo

Alfarroba do Porto Santo, Virgílio Gomes, 2022, Porto Santo

Alfarroba do Porto Santo. Alfarrobeira, Ceratonia siliqua, também conhecida como figueira-do-egipto, Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 2022. Câmara Municipal do Porto Santo. Campo de Baixo, Porto Santo

A indignação dos patos na foz da Ribeira do Vigário, Virgílio Gomes, 18 de abril de 2022, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

A indignação dos patos na foz da Ribeira do Vigário. Pato-mudo ou pato crioulo, híbrido da variedade Cairina moschata domestica Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 18 de abril de 2022. Ribeira do Vigário, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Alçado do projeto dos balneários e da torre do Clube de Turismo da Madeira, Rui Goes Ferreira, 1963 (c.), Funchal, ilha da Madeira

Alçado do projeto dos balneários e da torre do Clube de Turismo da Madeira Projeto de arquitetura de Rui Goes Ferreira (1926-1978), 1963 (c.) Projeto de engenharia de Aires Dionísio Marques de Oliveira Pestana (1925-1972) Fundação Marques da Silva, Universidade do Porto, Rui Goes Ferreira, pasta 025, pd 0012, 141 Estrada Monumental, n.º 179, Funchal, ilha da Madeira. A ideia de um clube onde o madeirense se pudesse sentir turista na sua própria terra, nasceu entre 1961 e 1962, no seio de alguns elementos Rotários. Para o efeito veio a ser constituída uma sociedade privada, pela qual os sócios-proprietários passaram […]

Projeto dos balneários e da torre do Clube de Turismo da Madeira, Rui Goes Ferreira, 1962 a 1963 (c.), Funchal, ilha da Madeira

Projeto dos balneários e da torre do Clube de Turismo da Madeira Projeto de arquitetura de Rui Goes Ferreira (1926-1978), 1963 (c.) Fundação Marques da Silva, Universidade do Porto, Rui Góes Ferreira, pasta 025, pd 0011, 141 Estrada Monumental, n.º 179, Funchal, ilha da Madeira. A ideia de um clube onde o madeirense se pudesse sentir turista na sua própria terra, nasceu entre 1961 e 1962, no seio de alguns elementos Rotários. Para o efeito veio a ser constituída uma sociedade privada, pela qual os sócios-proprietários passaram a ter acesso ao mar e usufruir de uma série de serviços, podendo […]

Projeto dos balneários do Clube de Turismo da Madeira, Rui Goes Ferreira, 1962 a 1963 (c.), Funchal, ilha da Madeira

Projeto dos balneários do Clube de Turismo da Madeira Projeto de arquitetura de Rui Goes Ferreira (1926-1978), 1963 (c.) Fundação Marques da Silva, Universidade do Porto, Rui Góes Ferreira, pasta 025, pd 0010, 141 Estrada Monumental, n.º 179, Funchal, ilha da Madeira. A ideia de um clube onde o madeirense se pudesse sentir turista na sua própria terra, nasceu entre 1961 e 1962, no seio de alguns elementos Rotários. Para o efeito veio a ser constituída uma sociedade privada, pela qual os sócios-proprietários passaram a ter acesso ao mar e usufruir de uma série de serviços, podendo os turistas ter […]

Clube de Turismo da Madeira, projeto de Aires Pestana e Rui Goes Ferreira, 1962 a 1966, fotografia de 1966, Funchal, ilha da Madeira

Clube de Turismo da Madeira Projeto de engenharia de Aires Dionísio Marques de Oliveira Pestana (1925-1972) e, de arquitetura, de Rui Goes Ferreira (1926-1978). Fundação Marques da Silva, Universidade do Porto, Rui Góes Ferreira, pasta 025, foto 0001, 141 Fotografia de 1966. Estrada Monumental, n.º 179, Funchal, ilha da Madeira. A ideia de um clube onde o madeirense se pudesse sentir turista na sua própria terra, nasceu entre 1961 e 1962, no seio de alguns elementos Rotários. Para o efeito veio a ser constituída uma sociedade privada, pela qual os sócios-proprietários passaram a ter acesso ao mar e usufruir de […]

Piscina do Clube de Turismo da Madeira, nova plataforma de 1988 a 1989 e seguintes, Funchal, ilha da Madeira

Piscina do Clube de Turismo da Madeira Nova plataforma com piscina de 1988 a 1989 e seguintes. Fotografia de junho de 2020. Estrada Monumental, nº 179, Funchal, ilha da Madeira. A ideia de um clube onde o madeirense se pudesse sentir turista na sua própria terra, nasceu entre 1961 e 1962, no seio de alguns elementos Rotários. Para o efeito veio a ser constituída uma sociedade privada, pela qual os sócios-proprietários passaram a ter acesso ao mar e usufruir de uma série de serviços, podendo os turistas ter acesso ao clube e aos seus serviços, mediante o pagamento de uma […]

Piscina do Clube de Turismo da Madeira, nova plataforma de 1988 a 1989 e seguintes, Funchal, ilha da Madeira

Piscina do Clube de Turismo da Madeira Nova plataforma com piscina de 1988 a 1989 e seguintes. Fotografia de 22 de maio de 2012. Estrada Monumental, nº 179, Funchal, ilha da Madeira. A ideia de um clube onde o madeirense se pudesse sentir turista na sua própria terra, nasceu entre 1961 e 1962, no seio de alguns elementos Rotários. Para o efeito veio a ser constituída uma sociedade privada, pela qual os sócios-proprietários passaram a ter acesso ao mar e usufruir de uma série de serviços, podendo os turistas ter acesso ao clube e aos seus serviços, mediante o pagamento […]

Piscina do Clube de Turismo da Madeira, nova plataforma de 1988 a 1989 e seguintes, Funchal, ilha da Madeira

Piscina do Clube de Turismo da Madeira Nova plataforma com piscina de 1988 a 1989 e seguintes. Fotografia de 20de fevereiro de 2016. Estrada Monumental, nº 179, Funchal, ilha da Madeira. A ideia de um clube onde o madeirense se pudesse sentir turista na sua própria terra, nasceu entre 1961 e 1962, no seio de alguns elementos Rotários. Para o efeito veio a ser constituída uma sociedade privada, pela qual os sócios-proprietários passaram a ter acesso ao mar e usufruir de uma série de serviços, podendo os turistas ter acesso ao clube e aos seus serviços, mediante o pagamento de […]

Clube de Turismo da Madeira, projeto de Aires Pestana e Rui Goes Ferreira, 1962 a 1967 e seguintes, Funchal, ilha da Madeira

Clube de Turismo da Madeira Projeto de engenharia de Aires Dionísio Marques de Oliveira Pestana (1925-1972) e, de arquitetura, de Rui Goes Ferreira (1926-1978), 1962 a 1967 e seguintes. Nova plataforma com piscina de 1988 a 1989 e seguintes. Em primeiro plano, o Dr. Alberto João Jardim. Fotografia de Virgílio Pereira Gomes, 2020. Estrada Monumental, nº 179, Funchal, ilha da Madeira. A ideia de um clube onde o madeirense se pudesse sentir turista na sua própria terra, nasceu entre 1961 e 1962, no seio de alguns elementos Rotários. Para o efeito veio a ser constituída uma sociedade privada, pela qual […]

Clube de Turismo da Madeira, projeto de Aires Pestana e Rui Goes Ferreira, 1962 a 1967 e seguintes, Funchal, ilha da Madeira

Clube de Turismo da Madeira Projeto de engenharia de Aires Dionísio Marques de Oliveira Pestana (1925-1972) e, de arquitetura, de Rui Goes Ferreira (1926-1978), 1962 a 1967 e seguintes. Fotografia de 2020. Estrada Monumental, nº 179, Funchal, ilha da Madeira. A ideia de um clube onde o madeirense se pudesse sentir turista na sua própria terra, nasceu entre 1961 e 1962, no seio de alguns elementos Rotários. Para o efeito veio a ser constituída uma sociedade privada, pela qual os sócios-proprietários passaram a ter acesso ao mar e usufruir de uma série de serviços, podendo os turistas ter acesso ao […]

Clube de Turismo da Madeira considerado de Utilidade Pública, Diário de Notícias, Funchal, 31 de agosto de 1984, ilha da Madeira

Clube de Turismo da Madeira considerado de Utilidade Pública Reunião do Conselho de Governo de 30 de agosto de 1984. Reunião onde igualmente foi autorizado a ocupar uma zona de domínio marítimo de 160 m2, junto à sua sede na Estrada Monumental. Pub. in Diário de Notícias, Funchal, 31 de agosto de 1984, p. 8. A ideia de um clube onde o madeirense se pudesse sentir turista na sua própria terra, nasceu entre 1961 e 1962, no seio de alguns elementos Rotários. Para o efeito veio a ser constituída uma sociedade privada, pela qual os sócios-proprietários passaram a ter acesso […]

Clube de Turismo da Madeira, convocação para Assembleia Geral a 27 de março de 1981, Funchal, ilha da Madeira

Clube de Turismo da Madeira Convocação para Assembleia Geral a 27 de março de 1981. Funchal, 12 de março de 1981 Graciano Ferreira Alves (1928-2011), Presidente da Assembleia Geral. Pub. in Diário de Notícias, Funchal, 18 de março de 1981, p. 2. A ideia de um clube onde o madeirense se pudesse sentir turista na sua própria terra, nasceu entre 1961 e 1962, no seio de alguns elementos Rotários. Para o efeito veio a ser constituída uma sociedade privada, pela qual os sócios-proprietários passaram a ter acesso ao mar e usufruir de uma série de serviços, podendo os turistas ter […]

Beberete no Clube de Turismo da Madeira, notícia da inauguração oficial, a 8 de dezembro de 1964, in Diário de Notícias, Funchal, 10 de dezembro de 1964, p. 1, ilha da Madeira.

Beberete no Clube de Turismo da Madeira Notícia da inauguração oficial, a 8 de dezembro de 1964, in Diário de Notícias, Funchal, 10 de dezembro de 1964, p. 1. Pub. Ramiro Morna do Nascimento (jan. 1932-), Clube de Turismo da Madeira.Um pouco da sua história, 1962-1997, Estrada Monumental nº 179, Funchal, 1 nov. 2016 (policopiado), ilha da Madeira. A ideia de um clube onde o madeirense se pudesse sentir turista na sua própria terra, nasceu entre 1961 e 1962, no seio de alguns elementos Rotários. Para o efeito veio a ser constituída uma sociedade privada, pela qual os sócios-proprietários passaram […]

Joaquim Carlos Vilhena de Mendonça, sócio proprietário n.º 4 do Clube de Turismo da Madeira, 1965 (c.), ilha da Madeira

Joaquim Carlos Vilhena de Mendonça () Sócio, proprietário e fundador n.º 4 Pub. Ramiro Morna do Nascimento (jan. 1932-), Clube de Turismo da Madeira.Um pouco da sua história, 1962-1997, Estrada Monumental nº 179, Funchal, 1 nov. 2016 (policopiado), ilha da Madeira. A ideia de um clube onde o madeirense se pudesse sentir turista na sua própria terra, nasceu entre 1961 e 1962, no seio de alguns elementos Rotários. Para o efeito veio a ser constituída uma sociedade privada, pela qual os sócios-proprietários passaram a ter acesso ao mar e usufruir de uma série de serviços, podendo os turistas ter acesso […]

Óscar Saturnino Pereira, sócio proprietário n.º 3 do Clube de Turismo da Madeira, 1965 (c.), ilha da Madeira

Óscar Saturnino Pereira () Sócio, proprietário e fundador n.º 3 Pub. Ramiro Morna do Nascimento (jan. 1932-), Clube de Turismo da Madeira.Um pouco da sua história, 1962-1997, Estrada Monumental nº 179, Funchal, 1 nov. 2016 (policopiado), ilha da Madeira. A ideia de um clube onde o madeirense se pudesse sentir turista na sua própria terra, nasceu entre 1961 e 1962, no seio de alguns elementos Rotários. Para o efeito veio a ser constituída uma sociedade privada, pela qual os sócios-propreitários passaram a ter acesso ao mar e usufruir de uma série de serviços, podendo os turistas ter acesso ao clube […]

Joaquim Marques Ferraz Simões, sócio proprietário n.º 2 do Clube de Turismo da Madeira, 1965 (c.), ilha da Madeira

Joaquim Marques Ferraz Simões () Sócio, proprietário e fundador n.º 2 Pub. Ramiro Morna do Nascimento (jan. 1932-), Clube de Turismo da Madeira.Um pouco da sua história, 1962-1997, Estrada Monumental nº 179, Funchal, 1 nov. 2016 (policopiado), ilha da Madeira. A ideia de um clube onde o madeirense se pudesse sentir turista na sua própria terra, nasceu entre 1961 e 1962, no seio de alguns elementos Rotários. Para o efeito veio a ser constituída uma sociedade privada, pela qual os sócios-propreitários passaram a ter acesso ao mar e usufruir de uma série de serviços, podendo os turistas ter acesso ao […]

Augustin Ramos, sócio proprietário n.º 1 do Clube de Turismo da Madeira, 1965 (c.), ilha da Madeira

Augustin Ramos (Port of Spain, Trindade, 29 jan. 1905-16 maio 1986) Mentor, sócio, proprietário e fundador n.º 1 do Clube de Turismo da Madeira. Armador, tendo com a Empresa de Navegação Madeirense, mandado construir, em Viana do Castelo, os navios Madeirense, Funchalense e Porto Santo., foi também empresário em outros ramos, tendo fundado a Casa do Turista e o Hotel Quinta do Sol, de sociedade com Luís da Rocha Machado (II) (1890-1973). Pub. Ramiro Morna do Nascimento (jan. 1932-), Clube de Turismo da Madeira.Um pouco da sua história, 1962-1997, Estrada Monumental nº 179, Funchal, 1 nov. 2016 (policopiado), ilha da […]

Clube de Turismo da Madeira. Um pouco da sua história, 1962-1997, Ramiro Morna do Nascimento (jan. 1932-), Funchal, 1 nov. 2016 (policopiado), ilha da Madeira

Ramiro Morna do Nascimento, Clube de Turismo da Madeira.Um pouco da sua história, 1962-1997, Estrada Monumental nº 179, Funchal, (jan. 1932-) Freguesia de São Martinho, Estrada Monumental, n.º 179, Funchal, 1 nov. 2016 (policopiado), ilha da Madeira. A ideia de um clube onde o madeirense se pudesse sentir turista na sua própria terra, nasceu entre 1961 e 1962, no seio de alguns elementos Rotários. Para o efeito veio a ser constituída uma sociedade privada, pela qual os sócios-propreitários passaram a ter acesso ao mar e usufruir de uma série de serviços, podendo os turistas ter acesso ao clube e aos […]

Logo do Clube de Turismo da Madeira, Ricardo Velosa, 1988 e 1989, Funchal, ilha da Madeira

Logo do Clube de Turismo da Madeira. Projeto Ricardo Velosa (1947-), 1988 e seguintes Freguesia de São Martinho, Estrada Monumental, n.º 179, Funchal, ilha da Madeira. A ideia de um clube onde o madeirense se pudesse sentir turista na sua própria terra, nasceu entre 1961 e 1962, no seio de alguns elementos Rotários. Para o efeito veio a ser constituída uma sociedade privada, pela qual os sócios-propreitários passaram a ter acesso ao mar e usufruir de uma série de serviços, podendo os turistas ter acesso ao clube e aos seus serviços, mediante o pagamento de uma entrada, mas não os […]

Carlos de Azeredo com emblema da Causa Monárquica, 1998, Porto, Portugal

Carlos de Azeredo com emblema da Causa Monárquica. (1930-2021) Fotografia de 1998. Porto, Portugal Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo da antiga aristocracia nortenha e filho do genealogista Francisco Carlos de Azeredo Melo e Leme, cumprira várias comissões de serviço militar no antigo Estado Português da Índia, em Cabinda, em Angola e na Guiné, onde trabalhara com o general António de Spínola (1910-1996). Depois da sua longa comissão de serviço na Madeira ainda desempenharia o lugar de chefe da casa militar do presidente da República, Dr. Mário […]

Carlos de Azeredo, 1995, Porto, Portugal

Carlos de Azeredo. (1930-2021) Fotografia de 1995. Porto, Portugal Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo da antiga aristocracia nortenha e filho do genealogista Francisco Carlos de Azeredo Melo e Leme, cumprira várias comissões de serviço militar no antigo Estado Português da Índia, em Cabinda, em Angola e na Guiné, onde trabalhara com o general António de Spínola (1910-1996). Depois da sua longa comissão de serviço na Madeira ainda desempenharia o lugar de chefe da casa militar do presidente da República, Dr. Mário Soares (1924-2017). Tendo-se, entretanto, reformado, […]

Carlos de Azeredo, como candidato à Câmara Municipal do Porto, 1997, Porto, Portugal.

Carlos de Azeredo, como candidato à Câmara Municipal do Porto. (1930-2021) Fotografia de Carlos Pimenta, 1997. Barra do Porto, Portugal Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo da antiga aristocracia nortenha e filho do genealogista Francisco Carlos de Azeredo Melo e Leme, cumprira várias comissões de serviço militar no antigo Estado Português da Índia, em Cabinda, em Angola e na Guiné, onde trabalhara com o general António de Spínola (1910-1996). Depois da sua longa comissão de serviço na Madeira ainda desempenharia o lugar de chefe da casa militar […]

Muriel Ribeiro com Ireneu Barreto, 10 de junho de 2018, Palácio de São Lourenço, Funchal, ilha da Madeira

Muriel Ribeiro (1922-2021) Com Ireneu Barreto, Representante da República. Fotografia de Rui Silva, Aspress, 10 de junho de 2018. Palácio de São Lourenço, Funchal, ilha da Madeira. Muriel Dilly Henriques de Freitas Santos Ribeiro (Funchal, 25 fev. 1922-6 ago. 2021), casada com o neurocirurgião António Alexandrino dos Santos Ribeiro (Boaventura, 10. jan. 1914; Funchal, 26 mar. 2012), conhecido amador de pesca desportiva, filha única de pai madeirense e mãe irlandesa, veio a tornar-se uma interessante empresário do ramo hoteleiro com a fundação do hotel Quinta da Penha de França e do mítico Joe’s Bar, no Funchal. Em 1 jul. 2014, por […]

Muriel Ribeiro, 10 de junho de 2018, Palácio de São Lourenço, Funchal, ilha da Madeira

Muriel Ribeiro (1922-2021) Com Rui Camacho e Fotografia de Rui Silva, Aspress, 10 de junho de 2018. Palácio de São Lourenço, Funchal, ilha da Madeira. Muriel Dilly Henriques de Freitas Santos Ribeiro (Funchal, 25 fev. 1922-6 ago. 2021), casada com o neurocirurgião António Alexandrino dos Santos Ribeiro (Boaventura, 10. jan. 1914; Funchal, 26 mar. 2012), conhecido amador de pesca desportiva, filha única de pai madeirense e mãe irlandesa, veio a tornar-se uma interessante empresário do ramo hoteleiro com a fundação do hotel Quinta da Penha de França e do mítico Joe’s Bar, no Funchal. Em 1 jul. 2014, por ocasião do […]

Canário-da-terra fêmea (Serinus canaria), fotografia de Francisco Pimentel, 2010, Região Autónoma dos Açores.

Canário-da-terra fêmea. Serinus canaria (Linnaeus, 1758) Fotografia de Francisco Pimentel, 2010, Região Autónoma dos Açores Canário-da-terra, Serinus canaria (Linnaeus 1758). Espécie endémica da Macaronésia, que ocorre nos arquipélagos dos Açores, da Madeira e das Canárias. Ocorre em todas as ilhas do arquipélago, exceto nas Selvagens, e pode ser encontrado em distintos habitats e a várias altitudes. No verão, em especial, aparece em alguns dos picos mais altos da ilha da Madeira, mas, em geral, ocorre em áreas urbanas, áreas abertas com vegetação rasteira ou pouco densa, áreas agrícolas e áreas marginais de florestas ou bosques, quer sejam indígenas ou exóticos. […]

Forte da Graça de Elvas, projeto de Guilherme Luís António Valleré, 1767, Elvas, Portugal

Forte de Nossa Senhora da Graça de Elvas ou Forte Conde de Lippe. Projeto de Guilherme Luís António Valleré (1727-1796) sob supervisão do Conde de Lippe (1724-1777), 1767. Fotografia aérea de 2019. Elvas, Portugal Construído no reinado de D. José (1714-1777), sob projeto do engenheiro militar francês Valleré (Le Ferté-Millon, 10 mar. 1727-Lisboa, 12 maio 1796) que se deslocou a Elvas para construir o Forte de N. Sra. da Graça, ou Forte Conde de Lippe (1724-1777), na sequência da Guerra dos Sete Anos (1756-1763).

Breque do antigo Polígono de Tancos, 1890 (c.), Museu Militar de Elvas, Portugal

Breque do antigo Polígono de Tancos. Oficina militar portuguesa (atr.), 1890 (c.). Museu Militar de Elvas, Portugal Carruagem de quatro rodas de tração animal com o assento da boleia alto e dois bancos longitudinais atrás, fronteiros um do outro, com freio mecânico, designação que se estendeu depois a este tipo de mecanismo. O Museu Militar de Elvas, com especial vocação para a apresentação do vasto elenco das viaturas militares, dado o vasto espaço que tem disponível, surgiu fruto da reorganização do Exército Português e dos Museus Militares no ano 2006 e ocupa as instalações do antigo Regimento de Infantaria N.º8, […]

Breque do antigo Polígono de Tancos, 1890 (c.), Museu Militar de Elvas, Portugal

Breque do antigo Polígono de Tancos. Oficina militar portuguesa (atr.), 1890 (c.). Museu Militar de Elvas, Portugal Carruagem de quatro rodas de tração animal com o assento da boleia alto e dois bancos longitudinais atrás, fronteiros um do outro, com freio mecânico, designação que se estendeu depois a este tipo de mecanismo. O Museu Militar de Elvas, com especial vocação para a apresentação do vasto elenco das viaturas militares, dado o vasto espaço que tem disponível, surgiu fruto da reorganização do Exército Português e dos Museus Militares no ano 2006 e ocupa as instalações do antigo Regimento de Infantaria N.º8, […]

Breque do antigo Polígono de Tancos, 1890 (c.), Museu Militar de Elvas, Portugal

Breque do antigo Polígono de Tancos. Oficina militar portuguesa (atr.), 1890 (c.). Museu Militar de Elvas, Portugal Carruagem de quatro rodas de tração animal com o assento da boleia alto e dois bancos longitudinais atrás, fronteiros um do outro, com freio mecânico, designação que se estendeu depois a este tipo de mecanismo. O Museu Militar de Elvas, com especial vocação para a apresentação do vasto elenco das viaturas militares, dado o vasto espaço que tem disponível, surgiu fruto da reorganização do Exército Português e dos Museus Militares no ano 2006 e ocupa as instalações do antigo Regimento de Infantaria N.º8, […]

Breque do antigo Polígono de Tancos, 1890 (c.), Museu Militar de Elvas, Portugal

Breque do antigo Polígono de Tancos. Oficina militar portuguesa (atr.), 1890 (c.). Museu Militar de Elvas, Portugal Carruagem de quatro rodas de tração animal com o assento da boleia alto e dois bancos longitudinais atrás, fronteiros um do outro, com freio mecânico, designação que se estendeu depois a este mecanismo. O Museu Militar de Elvas, com especial vocação para a apresentação do vasto elenco das viaturas militares, dado o vasto espaço que tem disponível, surgiu fruto da reorganização do Exército Português e dos Museus Militares no ano 2006 e ocupa as instalações do antigo Regimento de Infantaria N.º8, aquartelamento designado […]

Fonte de São José, projeto do tenente general Guilherme Luís António Valleré, 1767, fotografia de Luís Bezerra Vaz, 2016, Museu Militar de Elvas, Portugal

Fonte de São José. Fonte de São José / Construída em 1767 / Segundo o desenho do / Engenheiro tenente general / Guilherme Luís António de Valleré / Autor do traçado deste Quartel / Mármore esculpido. Guilherme Luís António Valleré (1727-1796), 1767. Fotografia de Luís Bezerra Vaz, 23 de setembro de 2016 Antigos Quartéis do Casarão, Museu Militar de Elvas, Portugal Construída totalmente em mármore, ao gosto neoclássico e em homenagem ao rei D. José (1714-1777), é constituída por dois tanques opostos, com carrancas com torneiras, projeto do engenheiro militar francês Valleré (Le Ferté-Millon, 10 mar. 1727-Lisboa, 12 maio 1796) […]

Fonte de São José e baluarte cavaleiro, projeto do tenente general Guilherme Luís António Valleré, 1767, Museu Militar de Elvas, Portugal

Fonte de São José e baluarte cavaleiro. Fonte de São José / Construída em 1767 / Segundo o desenho do / Engenheiro tenente general / Guilherme Luís António de Valleré / Autor do traçado deste Quartel / Mármore esculpido. Guilherme Luís António Valleré (1727-1796), 1767. Antigos Quartéis do Casarão, Museu Militar de Elvas, Portugal Construída totalmente em mármore, ao gosto neoclássico e em homenagem ao rei D. José (1714-1777), é constituída por dois tanques opostos, com carrancas com torneiras, projeto do engenheiro militar francês Valleré (Le Ferté-Millon, 10 mar. 1727-Lisboa, 12 maio 1796) que se deslocou a Elvas para construir […]

Breque do antigo Polígono de Tancos, 1890 (c.), Museu Militar de Elvas, Portugal

Breque do antigo Polígono de Tancos. Oficina militar portuguesa (atr.), 1890 (c.). Museu Militar de Elvas, Portugal Carruagem de quatro rodas de tração animal com o assento da boleia alto e dois bancos longitudinais atrás, fronteiros um do outro, com freio mecânico, designação que se estendeu depois a este mecanismo. O Museu Militar de Elvas, com especial vocação para a apresentação do vasto elenco das viaturas militares, dado o vasto espaço que tem disponível, surgiu fruto da reorganização do Exército Português e dos Museus Militares no ano 2006 e ocupa as instalações do antigo Regimento de Infantaria N.º8, aquartelamento designado […]

Fonte de São José, projeto do tenente general Guilherme Luís António Valleré, 1767, Museu Militar de Elvas, Portugal

Fonte de São José. Fonte de São José / Construída em 1767 / Segundo o desenho do / Engenheiro tenente general / Guilherme Luís António de Valleré / Autor do traçado deste Quartel / Mármore esculpido. Guilherme Luís António Valleré (1727-1796), 1767. Antigos Quartéis do Casarão, Museu Militar de Elvas, Portugal Construída totalmente em mármore, ao gosto neoclássico e em homenagem ao rei D. José (1714-1777), é constituída por dois tanques opostos, com carrancas com torneiras, projeto do engenheiro militar francês Valleré (Le Ferté-Millon, 10 mar. 1727-Lisboa, 12 maio 1796) que se deslocou a Elvas para construir o Forte de […]

Obué e outros instrumentos de sopro de banda militar, 1950 (c.), Museu Militar de Elvas, Portugal

Obué e outros instrumentos de sopro de banda militar. Oficinas várias, 1950 (c.). Museu Militar de Elvas, Portugal O Museu Militar de Elvas surgiu fruto da reorganização do Exército Português e dos Museus Militares no ano 2006 e ocupa as instalações do antigo Regimento de Infantaria N.º8, aquartelamento designado “Quartéis do Casarão” (Convento de S. Domingos, século XIII e seguintes, Muralha Fernandina, século XIV e parte da Muralha Seiscentista, século XVII). É um caso único no panorama museológico nacional pois as suas infraestruturas são três Monumentos Nacionais (classificados Património da Humanidade em 30 junho 2012 pela UNESCO). Tem ainda como […]

Azenha do Livro de Guerra (Kriegsbuch) de Philipp Mönch, 1496, biblioteca da Universidade de Heidelberg, Alemanha

Azenha. Pormenor de desenho à pena e aguarela sobre papel, 41 x 28,5 cm. Dys büch der stryt vnd bůchßen ou Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Philipp Mönch (c. 1457-c. 1504), mestre de armas do Palatinado do Reno do conde Filipe de Wittelsbach (1448-1476-1508), O Justo, 1496. Manuscrito da biblioteca da Universidade de Heidelberg, Cod. Pal. germ. n.º 126, fol. 11, Baden-Württemberg, Alemanha. Azenha para tratamento de pólvoras.

Soldado com armadura a tocar gaita de foles do Livro de Guerra (Kriegsbuch) de Philipp Mönch, 1496, biblioteca da Universidade de Heidelberg, Alemanha

Soldado com armadura e gaita de foles a tocar dentro de água. Desenho à pena e aguarela sobre papel, 41 x 28,5 cm. Dys büch der stryt vnd bůchßen ou Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Philipp Mönch (c. 1457-c. 1504), mestre de armas do Palatinado do Reno do conde Filipe de Wittelsbach (1448-1476-1508), O Justo, 1496. Manuscrito da biblioteca da Universidade de Heidelberg, Cod. Pal. germ. n.º 126, fol.s 33, Baden-Württemberg, Alemanha.

Grande ariete para assédio a fortificações do Livro de Guerra (Kriegsbuch) de Philipp Mönch, 1496, biblioteca da Universidade de Heidelberg, Alemanha

Ariete. Desenho à pena e aguarela sobre papel, 41 x 28,5 cm. Dys büch der stryt vnd bůchßen ou Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Philipp Mönch (c. 1457-c. 1504), mestre de armas do Palatinado do Reno do conde Filipe de Wittelsbach (1448-1476-1508), O Justo, 1496. Manuscrito da biblioteca da Universidade de Heidelberg, Cod. Pal. germ. n.º 126, fol.s 36v., Baden-Württemberg, Alemanha. Grande ariete para assédio a fortificações, articulado e assente em rodados de raios para ser impulsionado pela força de homens.

Catapulta do Livro de Guerra (Kriegsbuch) de Philipp Mönch, 1496, biblioteca da Universidade de Heidelberg, Alemanha

Catapulta. Desenhos à pena e aguarela sobre papel, 2 x 41 x 28,5 cm. Dys büch der stryt vnd bůchßen ou Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Philipp Mönch (c. 1457-c. 1504), mestre de armas do Palatinado do Reno do conde Filipe de Wittelsbach (1448-1476-1508), O Justo, 1496. Manuscrito da biblioteca da Universidade de Heidelberg, Cod. Pal. germ. n.º 126, fol.s 30v. e 31, Baden-Württemberg, Alemanha.

Organização de um assédio a uma fortificação (aguarela 2) do Livro de Guerra (Kriegsbuch) de Philipp Mönch, 1496, biblioteca da Universidade de Heidelberg, Alemanha

Organização de um assédio a uma fortaleza. Aguarela 2 de 1496. Desenho à pena e aguarela sobre papel, 41 x 28,5 cm. Dys büch der stryt vnd bůchßen ou Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Philipp Mönch (c. 1457-c. 1504), mestre de armas do Palatinado do Reno do conde Filipe de Wittelsbach (1448-1476-1508), O Justo, 1496. Manuscrito da biblioteca da Universidade de Heidelberg, Cod. Pal. germ. n.º 126, fol. 38, Baden-Württemberg, Alemanha. Representação de uma força a montar o assédio a um castelo ou pequena cidade fortificada, tendo montado acampamento com paliçada, onde algumas tendas apresentam brasões de armas. Encontra-se a […]

Organização de um assédio a uma fortificação (aguarela 1) do Livro de Guerra (Kriegsbuch) de Philipp Mönch, 1496, biblioteca da Universidade de Heidelberg, Alemanha

Organização de um assédio a uma fortaleza. Aguarela 1 de 1496. Desenho à pena e aguarela sobre papel, 41 x 28,5 cm. Dys büch der stryt vnd bůchßen ou Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Philipp Mönch (c. 1457-c. 1504), mestre de armas do Palatinado do Reno do conde Filipe de Wittelsbach (1448-1476-1508), O Justo, 1496. Manuscrito da biblioteca da Universidade de Heidelberg, Cod. Pal. germ. n.º 126, fol. 37 v., Baden-Württemberg, Alemanha. Representação de uma força a montar o assédio a um castelo ou pequena cidade fortificada, tendo montado acampamento com paliçada, onde algumas tendas apresentam brasões de armas. Encontra-se […]

Organização de um assédio a uma fortificação do Livro de Guerra (Kriegsbuch) de Philipp Mönch, 1496, biblioteca da Universidade de Heidelberg, Alemanha

Organização de um assédio a uma fortaleza. 1496. Desenhos à pena e aguarela sobre papel, 2 x 41 x 28,5 cm. Dys büch der stryt vnd bůchßen ou Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Philipp Mönch (c. 1457-c. 1504), mestre de armas do Palatinado do Reno do conde Filipe de Wittelsbach (1448-1476-1508), O Justo, 1496. Manuscrito da biblioteca da Universidade de Heidelberg, Cod. Pal. germ. n.º 126, fol.s 37 v. e 38, Baden-Württemberg, Alemanha. Representação de uma força a montar o assédio a um castelo ou pequena cidade fortificada, tendo montado acampamento com paliçada, onde algumas tendas apresentam brasões de armas. […]

Organização de uma força para combate do Livro de Guerra (Kriegsbuch) de Philipp Mönch, 1496, biblioteca da Universidade de Heidelberg, Alemanha

Organização de uma força para combate. 1496. Desenho à pena e aguarela sobre papel, 41 x 28,5 cm. Dys büch der stryt vnd bůchßen ou Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Philipp Mönch (c. 1457-c. 1504), mestre de armas do Palatinado do Reno do conde Filipe de Wittelsbach (1448-1476-1508), O Justo, 1496. Manuscrito da biblioteca da Universidade de Heidelberg, Cod. Pal. germ. n.º 126, fol. 43, Baden-Württemberg, Alemanha. Representação de uma força de infantaria somente com longos piques e outra compacta, com espingardeiros e piqueiros, tal como outra, de cavalaria para combate, com piqueiros, e besteiros; um conjunto de bocas de […]

Organização de uma força para combate do Livro de Guerra (Kriegsbuch) de Philipp Mönch, 1496, biblioteca da Universidade de Heidelberg, Alemanha

Organização de uma força para combate. 1496. Desenho à pena e aguarela sobre papel, 41 x 28,5 cm. Dys büch der stryt vnd bůchßen ou Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Philipp Mönch (c. 1457-c. 1504), mestre de armas do Palatinado do Reno do conde Filipe de Wittelsbach (1448-1476-1508), O Justo, 1496. Manuscrito da biblioteca da Universidade de Heidelberg, Cod. Pal. germ. n.º 126, fol. 42 v., Baden-Württemberg, Alemanha. Representação de cavalaria para combate, com piqueiros, besteiros e espingardeiros;  conjuntos de bocas de fogo de bronze montadas em reparo com rodas de raios, tudo puxado por animais; uma força de infantaria […]

Organização de uma força para combate na abertura do Livro de Guerra (Kriegsbuch) de Philipp Mönch, 1496, biblioteca da Universidade de Heidelberg, Alemanha

Organização de uma força para combate. 1496. Desenho à pena e aguarela sobre papel, 28,5 x 41 cm. Dys büch der stryt vnd bůchßen ou Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Philipp Mönch (c. 1457-c. 1504), mestre de armas do Palatinado do Reno do conde Filipe de Wittelsbach (1448-1476-1508), O Justo, 1496. Manuscrito da biblioteca da Universidade de Heidelberg, Cod. Pal. germ. n.º 126, fol. 2, Baden-Württemberg, Alemanha. Representação de uma força de infantaria para combate, com piqueiros e espingardeiros, à frente dos quais caminham músicos com tambores e pífaros; conjunto de bocas de fogo de bronze montadas em reparo com […]

Bocas de fogo montadas em reparo com rodas e reparos de tiro do Livro de Guerra (Kriegsbuch) de Philipp Mönch, 1496, biblioteca da Universidade de Heidelberg, Alemanha

Bocas de fogo montadas. 1496. Desenhos à pena e aguarela sobre papel, 41 x 28,5 cm. Dys büch der stryt vnd bůchßen ou Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Philipp Mönch (c. 1457-c. 1504), mestre de armas do Palatinado do Reno do conde Filipe de Wittelsbach (1448-1476-1508), O Justo, 1496. Manuscrito da biblioteca da Universidade de Heidelberg, Cod. Pal. germ. n.º 126, fols. 25 v. e 26, Baden-Württemberg, Alemanha. Representação de bocas de fogo de bronze montadas em reparo com rodas de raios e reparos de tiro com instrumentos de pontaria.

Folha de rosto do Livro de Guerra de Philipp Mönch, 1496, biblioteca da Universidade de Heidelberg, Alemanha

Folha de rosto do Livro de Guerra de Philipp Mönch. (c. 1457-c. 1510). Desenho à pena e aguarela sobre papel, 41 x 28,5 cm. Dys büch der stryt vnd bůchßen ou Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Philipp Mönch (c. 1457-c. 1504), mestre de armas do Palatinado do Reno do conde Filipe de Wittelsbach (1448-1476-1508), O Justo, 1496. Manuscrito da biblioteca da Universidade de Heidelberg, Cod. Pal. germ. n.º 126, fol. 1 r., Baden-Württemberg, Alemanha.

Arcabuz, espingarda, cavalete e boca de fogo montada em reparo com flechas do Livro de Guerra (Kriegsbuch) de Philipp Mönch, 1496, biblioteca da Universidade de Heidelberg, Alemanha

Arcabuz, espingarda, cavalete e boca de fogo montada. 1496. Desenho à pena e aguarela sobre papel, 41 x 28,5 cm. Dys büch der stryt vnd bůchßen ou Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Philipp Mönch (c. 1457-c. 1504), mestre de armas do Palatinado do Reno do conde Filipe de Wittelsbach (1448-1476-1508), O Justo, 1496. Manuscrito da biblioteca da Universidade de Heidelberg, Cod. Pal. germ. n.º 126, fol. 28 v., Baden-Württemberg, Alemanha. Representação de arcabuz e espingarda já com os mecanismos montados numa chapa de ferro (primeiros fechos de mecha) aplicada na coronha das armas portáteis e que marcam o início de […]

Vista aérea da cidade de Elvas, 2000 (c.), Elvas, Portugal

Vista aérea da cidade de Elvas. Alvenaria de pedra rebocada e esculpida. Fotografia da Câmara Municipal publicada a 13 de julho de 2019, mas anterior. Elvas, Portugal. A cidade foi classificada como “Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e suas Fortificações”, encontrando-se ainda com várias infraestruturas classificadas como Monumentos Nacionais e também inscritas como Património da Humanidade em 30 junho 2012 pela UNESCO.

Cidade de Elvas vista do forte de Santa Luzia, 2010, Elvas, Portugal

Cidade de Elvas vista do forte de Santa Luzia. Alvenaria de pedra rebocada e esculpida. Fotografia da Câmara Municipal de 20 de outubro de 2010. Elvas, Portugal. A cidade foi classificada como “Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e suas Fortificações”, encontrando-se ainda com várias infraestruturas classificadas como Monumentos Nacionais e também inscritas como Património da Humanidade em 30 junho 2012 pela UNESCO.

Casa da Guarda do caminho da guarda superior do forte de Santa Luzia, projeto do padre jesuíta João Pascácio Cosmander e do engenheiro francês Jean Gilot, 1643 a 1648 e seguintes, Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal

Casa da Guarda do caminho da guarda superior do forte de Santa Luzia. Depois, Casa do Fresco do Comandante Alvenaria de pedra rebocada e esculpida. Projeto de Joannes Cieremans, João Pascácio Cosmander (1602-1648) e do engenheiro francês Jean Gilot (1614-1657), 1643 a 1648 e seguintes. Fotografia da Câmara Municipal de 20 de outubro de 2010. Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal. Joannes Cieremans, mais conhecido em Portugal como João Pascácio Cosmander, nasceu em Hertogenbosh (Países Baixos) em 7 de abril de 1602 e morreu em Olivença em 18 de junho de 1648. Padre da Companhia de […]

Casa da Guarda do caminho da guarda superior do forte de Santa Luzia, projeto do padre jesuíta João Pascácio Cosmander e do engenheiro francês Jean Gilot, 1643 a 1648 e seguintes, Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal

Casa da Guarda do caminho da guarda superior do forte de Santa Luzia. Depois, Casa do Fresco do Comandante Alvenaria de pedra rebocada e esculpida. Projeto de Joannes Cieremans, João Pascácio Cosmander (1602-1648) e do engenheiro francês Jean Gilot (1614-1657), 1643 a 1648 e seguintes. Fotografia da Câmara Municipal de 20 de outubro de 2010. Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal. Joannes Cieremans, mais conhecido em Portugal como João Pascácio Cosmander, nasceu em Hertogenbosh (Países Baixos) em 7 de abril de 1602 e morreu em Olivença em 18 de junho de 1648. Padre da Companhia de […]

Casa da Guarda do Caminho da Guarda superior do forte de Santa Luzia, projeto do padre jesuíta João Pascácio Cosmander e do engenheiro francês Jean Gilot, 1643 a 1648 e seguintes, Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal

Casa da Guarda do caminho da guarda superior do forte de Santa Luzia. Depois, Casa do Fresco do Comandante Alvenaria de pedra rebocada e esculpida. Projeto de Joannes Cieremans, João Pascácio Cosmander (1602-1648) e do engenheiro francês Jean Gilot (1614-1657), 1643 a 1648 e seguintes. Fotografia da Câmara Municipal de 20 de outubro de 2010. Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal. Joannes Cieremans, mais conhecido em Portugal como João Pascácio Cosmander, nasceu em Hertogenbosh (Países Baixos) em 7 de abril de 1602 e morreu em Olivença em 18 de junho de 1648. Padre da Companhia de […]

Reparo para peças de 12 do trem de Lagos, Teodoro da Silva Reboxo, 1790 (c.), Lagos, Portugal

Estudo de peças de artilharia e dos reparos do trem de Lagos. Reparo para peças de 12 curtas e compridas do trem de Lagos Tinta da china com aguadas a claro-escuro; 60,3 x 39,5 cm. Teodoro da Silva Reboxo (1726-1793), 1790 (c.). Biblioteca Nacional de Portugal (Cota D. 187 A. e purl.pt 25980), Lisboa, Portugal

Centro Interpretativo do Património de Elvas do forte de Santa Luzia, núcleo museológico de 2019, Elvas, Portugal

Centro Interpretativo do Património de Elvas do forte de Santa Luzia. Núcleo museológico com farda dos Pupilos do Exército, arranjo de 2019 Projeto do forte de Joannes Cieremans, João Pascácio Cosmander (1602-1648) e do engenheiro francês Jean Gilot (1614-1657), 1643 a 1648 e seguintes. Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal. Joannes Cieremans, mais conhecido em Portugal como João Pascácio Cosmander, nasceu em Hertogenbosh (Países Baixos) em 7 de abril de 1602 e morreu em Olivença em 18 de junho de 1648. Padre da Companhia de Jesus, notável matemático e engenheiro militar, fez parte do grupo de […]

Casa do comandante na parada superior do forte de Santa Luzia, projeto do padre jesuíta João Pascácio Cosmander e do engenheiro francês Jean Gilot, 1643 a 1648 e seguintes, Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal

Casa do comandante na parada superior do forte de Santa Luzia. Alvenaria de pedra rebocada e esculpida. Projeto de Joannes Cieremans, João Pascácio Cosmander (1602-1648) e do engenheiro francês Jean Gilot (1614-1657), 1643 a 1648 e seguintes. Fotografia da Câmara Municipal de 20 de outubro de 2010. Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal. Joannes Cieremans, mais conhecido em Portugal como João Pascácio Cosmander, nasceu em Hertogenbosh (Países Baixos) em 7 de abril de 1602 e morreu em Olivença em 18 de junho de 1648. Padre da Companhia de Jesus, notável matemático e engenheiro militar, fez parte […]

Parada superior e cisterna do forte de Santa Luzia, projeto do padre jesuíta João Pascácio Cosmander e do engenheiro francês Jean Gilot, 1643 a 1648 e seguintes, Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal

Parada superior e cisterna do forte de Santa Luzia. Alvenaria de pedra rebocada e esculpida. Projeto de Joannes Cieremans, João Pascácio Cosmander (1602-1648) e do engenheiro francês Jean Gilot (1614-1657), 1643 a 1648 e seguintes. Fotografia da Câmara Municipal de 20 de outubro de 2010. Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal. Joannes Cieremans, mais conhecido em Portugal como João Pascácio Cosmander, nasceu em Hertogenbosh (Países Baixos) em 7 de abril de 1602 e morreu em Olivença em 18 de junho de 1648. Padre da Companhia de Jesus, notável matemático e engenheiro militar, fez parte do grupo […]

Forte de Santa Luzia, projeto do padre jesuíta João Pascácio Cosmander e do engenheiro francês Jean Gilot, 1643 a 1648 e seguintes, Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal

Forte de Santa Luzia. Alvenaria de pedra rebocada e esculpida. Projeto de Joannes Cieremans, João Pascácio Cosmander (1602-1648) e do engenheiro francês Jean Gilot (1614-1657), 1643 a 1648 e seguintes. Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal. Joannes Cieremans, mais conhecido em Portugal como João Pascácio Cosmander, nasceu em Hertogenbosh (Países Baixos) em 7 de abril de 1602 e morreu em Olivença em 18 de junho de 1648. Padre da Companhia de Jesus, notável matemático e engenheiro militar, fez parte do grupo de arquitectos e engenheiros estrangeiros contratados no início da Guerra da Restauração para fortificar as […]

Guarita do forte de Santa Luzia, projeto do padre jesuíta João Pascácio Cosmander e do engenheiro francês Jean Gilot, 1643 a 1648 e seguintes, Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal

Guarita do Forte de Santa Luzia. Alvenaria de pedra rebocada e esculpida. Projeto de Joannes Cieremans, João Pascácio Cosmander (1602-1648) e do engenheiro francês Jean Gilot (1614-1657), 1643 a 1648 e seguintes. Fotografia da Câmara Municipal de 20 de outubro de 2010. Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal. Joannes Cieremans, mais conhecido em Portugal como João Pascácio Cosmander, nasceu em Hertogenbosh (Países Baixos) em 7 de abril de 1602 e morreu em Olivença em 18 de junho de 1648. Padre da Companhia de Jesus, notável matemático e engenheiro militar, fez parte do grupo de arquitectos e […]

Guarita do forte de Santa Luzia, projeto do padre jesuíta João Pascácio Cosmander e do engenheiro francês Jean Gilot, 1643 a 1648 e seguintes, Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal

Guarita do Forte de Santa Luzia. Alvenaria de pedra rebocada e esculpida. Projeto de Joannes Cieremans, João Pascácio Cosmander (1602-1648) e do engenheiro francês Jean Gilot (1614-1657), 1643 a 1648 e seguintes. Fotografia da Câmara Municipal de 20 de outubro de 2010. Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal. Joannes Cieremans, mais conhecido em Portugal como João Pascácio Cosmander, nasceu em Hertogenbosh (Países Baixos) em 7 de abril de 1602 e morreu em Olivença em 18 de junho de 1648. Padre da Companhia de Jesus, notável matemático e engenheiro militar, fez parte do grupo de arquitectos e […]

Fosso e caminho da guarda do forte de Santa Luzia, projeto do padre jesuíta João Pascácio Cosmander e do engenheiro francês Jean Gilot, 1643 a 1648 e seguintes, Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal

Fosso e caminho da guarda do Forte de Santa Luzia. Alvenaria de pedra rebocada e esculpida. Projeto de Joannes Cieremans, João Pascácio Cosmander (1602-1648) e do engenheiro francês Jean Gilot (1614-1657), 1643 a 1648 e seguintes. Fotografia da Câmara Municipal de 20 de outubro de 2010. Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal. Joannes Cieremans, mais conhecido em Portugal como João Pascácio Cosmander, nasceu em Hertogenbosh (Países Baixos) em 7 de abril de 1602 e morreu em Olivença em 18 de junho de 1648. Padre da Companhia de Jesus, notável matemático e engenheiro militar, fez parte do […]

Fosso do forte de Santa Luzia, projeto do padre jesuíta João Pascácio Cosmander e do engenheiro francês Jean Gilot, 1643 a 1648 e seguintes, Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal

Fosso do Forte de Santa Luzia. Alvenaria de pedra rebocada e esculpida. Projeto de Joannes Cieremans, João Pascácio Cosmander (1602-1648) e do engenheiro francês Jean Gilot (1614-1657), 1643 a 1648 e seguintes. Fotografia da Câmara Municipal de 20 de outubro de 2010. Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal. Joannes Cieremans, mais conhecido em Portugal como João Pascácio Cosmander, nasceu em Hertogenbosh (Países Baixos) em 7 de abril de 1602 e morreu em Olivença em 18 de junho de 1648. Padre da Companhia de Jesus, notável matemático e engenheiro militar, fez parte do grupo de arquitectos e […]

Fosso e obras cornas do forte de Santa Luzia, projeto do padre jesuíta João Pascácio Cosmander e do engenheiro francês Jean Gilot, 1643 a 1648 e seguintes, Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal

Fosso e obras cornas do Forte de Santa Luzia. Alvenaria de pedra rebocada e esculpida. Projeto de Joannes Cieremans, João Pascácio Cosmander (1602-1648) e do engenheiro francês Jean Gilot (1614-1657), 1643 a 1648 e seguintes. Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal. Joannes Cieremans, mais conhecido em Portugal como João Pascácio Cosmander, nasceu em Hertogenbosh (Países Baixos) em 7 de abril de 1602 e morreu em Olivença em 18 de junho de 1648. Padre da Companhia de Jesus, notável matemático e engenheiro militar, fez parte do grupo de arquitectos e engenheiros estrangeiros contratados no início da Guerra […]

Baluarte central do forte de Santa Luzia, projeto do padre jesuíta João Pascácio Cosmander e do engenheiro francês Jean Gilot, 1643 a 1648 e seguintes, Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal

Baluarte central do Forte de Santa Luzia. Alvenaria de pedra rebocada e esculpida. Projeto de Joannes Cieremans, João Pascácio Cosmander (1602-1648) e do engenheiro francês Jean Gilot (1614-1657), 1643 a 1648 e seguintes. Fotografia da Câmara Municipal de 20 de outubro de 2010. Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal. Joannes Cieremans, mais conhecido em Portugal como João Pascácio Cosmander, nasceu em Hertogenbosh (Países Baixos) em 7 de abril de 1602 e morreu em Olivença em 18 de junho de 1648. Padre da Companhia de Jesus, notável matemático e engenheiro militar, fez parte do grupo de arquitectos […]

Forte de Santa Luzia, projeto do padre jesuíta João Pascácio Cosmander e do engenheiro francês Jean Gilot, 1643 a 1648 e seguintes, Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal

Forte de Santa Luzia. Alvenaria de pedra rebocada e esculpida. Projeto de Joannes Cieremans, João Pascácio Cosmander (1602-1648) e do engenheiro francês Jean Gilot (1614-1657), 1643 a 1648 e seguintes. Fotografia da Câmara Municipal de 20 de outubro de 2010. Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal. Joannes Cieremans, mais conhecido em Portugal como João Pascácio Cosmander, nasceu em Hertogenbosh (Países Baixos) em 7 de abril de 1602 e morreu em Olivença em 18 de junho de 1648. Padre da Companhia de Jesus, notável matemático e engenheiro militar, fez parte do grupo de arquitectos e engenheiros estrangeiros […]

Forte de Santa Luzia, projeto do padre jesuíta João Pascácio Cosmander e do engenheiro francês Jean Gilot, 1643 a 1648 e seguintes, Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal

Forte de Santa Luzia. Alvenaria de pedra rebocada e esculpida. Projeto de Joannes Cieremans, João Pascácio Cosmander (1602-1648) e do engenheiro francês Jean Gilot (1614-1657), 1643 a 1648 e seguintes. Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal. Joannes Cieremans, mais conhecido em Portugal como João Pascácio Cosmander, nasceu em Hertogenbosh (Países Baixos) em 7 de abril de 1602 e morreu em Olivença em 18 de junho de 1648. Padre da Companhia de Jesus, notável matemático e engenheiro militar, fez parte do grupo de arquitectos e engenheiros estrangeiros contratados no início da Guerra da Restauração para fortificar as […]

Armas do antigo Regimento de Lanceiros de Elvas, painel de azulejos, 1960 (c.), Museu Militar de Elvas, Portugal.

Armas do antigo Regimento de Lanceiros de Elvas. Viver com Honra, morrer com Glória Painel de azulejos, 1960 (c.). Antigo Quartel do Casarão construído no antigo convento de São Domingos. Museu Militar de Elvas, Portugal Quando da sua constituição, em 1831, esta unidade era designada por Regimento de Cavalaria de Elvas, passando em 1834, a Regimento de Cavalaria N.º 3 e, sendo extinto nesse mesmo ano, pela Convenção de Évora-Monte (documento assinado entre liberais e miguelistas que pôs fim ao período de guerra civil que decorreu entre 1828-1834). Após a extinção desta unidade foi constituído, também em 1834, em Lisboa, […]

Forte de Santa Luzia, projeto do padre jesuíta João Pascácio Cosmander e Jean Gilot, 1643 a 1648 e seguintes, Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal

Forte de Santa Luzia. Alvenaria de pedra rebocada e esculpida. Projeto de Joannes Cieremans, João Pascácio Cosmander (1602-1648) e do engenheiro francês Jean Gilot (1614-1657), 1643 a 1648 e seguintes. Museu Militar de Elvas e Câmara Municipal de Elvas, Portugal. Joannes Cieremans, mais conhecido em Portugal como João Pascácio Cosmander, nasceu em Hertogenbosh (Países Baixos) em 7 de abril de 1602 e morreu em Olivença em 18 de junho de 1648. Padre da Companhia de Jesus, notável matemático e engenheiro militar, fez parte do grupo de arquitectos e engenheiros estrangeiros contratados no início da Guerra da Restauração para fortificar as […]

Arcabuz alemão, 1534, Museu Nacional Germânico de Nuremberga, Alemanha

Arcabuz alemão Doppelhaken ou doppelhakebüchse Bronze e madeira de oficina alemã,  1534. Fotografia de Kriegsbuch-blogspot.com Germanisches Nationalmuseum, Nuremberga, Alemanha. O Museu Nacional Germânico de Nuremberga, Germanisches Nationalmuseum, foi fundado em 1852, pelo barão e antiquário Hans von Aufsess (1801-1872) e abriga o maior acervo do país de objetos relacionados com a cultura e arte alemãs, numa coleção de milhão e meio de peças, que se estende desde os tempos pré-históricos até os dias de hoje. As atuais instalações integram a antiga abadia e convento da Cartuxa de Nuremberga (Kartäuserkloster), dissolvida em 1525 e posteriormente utilizada para uma variedade de finalidades […]

Arcabuz alemão, 1510 a 1520 (c.), Museu Nacional Germânico de Nuremberga, Alemanha

Arcabuz alemão Doppelhaken ou doppelhakebüchse Bronze e madeira de oficina alemã,  1510 a 1520 (c.). Fotografia de Kriegsbuch-blogspot.com Germanisches Nationalmuseum, Nuremberga, Alemanha. O Museu Nacional Germânico de Nuremberga, Germanisches Nationalmuseum, foi fundado em 1852, pelo barão e antiquário Hans von Aufsess (1801-1872) e abriga o maior acervo do país de objetos relacionados com a cultura e arte alemãs, numa coleção de milhão e meio de peças, que se estende desde os tempos pré-históricos até os dias de hoje. As atuais instalações integram a antiga abadia e convento da Cartuxa de Nuremberga (Kartäuserkloster), dissolvida em 1525 e posteriormente utilizada para uma […]

Arcabuzes alemães, 1510 a 1534, Museu Nacional Germânico de Nuremberga, Alemanha

Arcabuzes alemães Doppelhaken ou doppelhakebüchse Bronze e madeira de oficina alemã,  1510 a 1534 (c.). Fotografia de Kriegsbuch-blogspot.com Germanisches Nationalmuseum, Nuremberga, Alemanha. O Museu Nacional Germânico de Nuremberga, Germanisches Nationalmuseum, foi fundado em 1852, pelo barão e antiquário Hans von Aufsess (1801-1872) e abriga o maior acervo do país de objetos relacionados com a cultura e arte alemãs, numa coleção de milhão e meio de peças, que se estende desde os tempos pré-históricos até os dias de hoje. As atuais instalações integram a antiga abadia e convento da Cartuxa de Nuremberga (Kartäuserkloster), dissolvida em 1525 e posteriormente utilizada para uma […]

Canário, fotografia de Juan Emilio, 2012, Parque Rural del Nublo, Gran Canária, Canárias

Canário ou canário-do-Reino (Serinus canaria canaria) Serinus canaria (Linnaeus 1758) Fotografia de Juan Emilio, 4 de fevereiro de 2012. Parque Rural del Nublo, Gran Canária, Canárias. Canário-da-terra ou canário-do-reino, Serinus canaria (Linnaeus 1758), para o distinguir do canário verdadeiro da América do Sul. Espécie endémica da Macaronésia, que ocorre nos arquipélagos dos Açores, da Madeira e das Canárias. Ocorre em todas as ilhas do arquipélago, exceto nas Selvagens, e pode ser encontrado em distintos habitats e a várias altitudes. No verão, em especial, aparece em alguns dos picos mais altos da ilha da Madeira, mas, em geral, ocorre em áreas […]

Canário (Serinus canaria canaria), fotografia de José Lemos Silva, 2015, Ribeira dos Socorridos, Funchal, ilha da Madeira

Canário ou canário-do-Reino (Serinus canaria canaria) Serinus canaria (Linnaeus 1758) Fotografia de José Lemos Silva, 14 de março de 2015, tirada nas proximidades da foz da Ribeira dos Socorridos no calhau à frente do forte do mesmo nome. Ribeira dos Socorridos, Funchal, Ilha da Madeira. Canário-da-terra ou canário-do-reino, Serinus canaria (Linnaeus 1758), para o distinguir do canário verdadeiro da América do Sul. Espécie endémica da Macaronésia, que ocorre nos arquipélagos dos Açores, da Madeira e das Canárias. Ocorre em todas as ilhas do arquipélago, exceto nas Selvagens, e pode ser encontrado em distintos habitats e a várias altitudes. No verão, […]

Elmo bacinete com viseira, 1300 (c.), Museu Nacional Germânico de Nuremberga, Alemanha

Elmo bacinete com viseira Ferro batido de oficina alemã,  1300 (c.). Germanisches Nationalmuseum, Nuremberga, Alemanha. O Museu Nacional Germânico de Nuremberga, Germanisches Nationalmuseum, foi fundado em 1852, pelo barão e antiquário Hans von Aufsess (1801-1872) e abriga o maior acervo do país de objetos relacionados com a cultura e arte alemãs, numa coleção de milhão e meio de peças, que se estende desde os tempos pré-históricos até os dias de hoje. As atuais instalações integram a antiga abadia e convento da Cartuxa de Nuremberga (Kartäuserkloster), dissolvida em 1525 e posteriormente utilizada para uma variedade de finalidades seculares. O moderno e […]

São Benedito, oficina portuguesa, 1700 (c.), Capela do Corpo Santo do Funchal, ilha da Madeira

São Benedito. Pretinho das Malaçadas. Madeira entalhada e policromada, 70 cm. Oficina portuguesa, 1700 (c.). Fotografia de 19 de janeiro de 2016. Capela do Corpo Santo, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia da capela do Corpo Santo Séc. 15, fins – início da construção; 1520 (c.) acabamento da passagem a pedra do edifício; 1530 / 1550 – execução das tábuas do retábulo-mor; 1567 – representação na planta do Funchal de Mateus Fernandes III; 1580 – execução do cálice gótico datado, hoje no Museu de Arte Sacra; c. 1590 – execução das tábuas de Nossa Senhora da Estrela e de São Lourenço […]

Segismundo do Luxemburgo, óleo de Albrecht Dürer, 1509 a 1516, Museu Nacional Germânico de Nuremberga, Alemanha

Segismundo do Luxemburgo (1368-1437) Óleo e tempera sobre madeira,  215 x 115 cm. Albrecht Dürer (1471-1528), 1509 a 1516. Germanisches Nationalmuseum (Gm168), Nuremberga, Alemanha. O Museu Nacional Germânico de Nuremberga, Germanisches Nationalmuseum, foi fundado em 1852, pelo barão e antiquário Hans von Aufsess (1801-1872) e abriga o maior acervo do país de objetos relacionados com a cultura e arte alemãs, numa coleção de milhão e meio de peças, que se estende desde os tempos pré-históricos até os dias de hoje. As atuais instalações integram a antiga abadia e convento da Cartuxa de Nuremberga (Kartäuserkloster), dissolvida em 1525 e posteriormente utilizada […]

Carlos Magno, óleo de Albrecht Dürer, 1511 a 1513, Museu Nacional Germânico de Nuremberga, Alemanha

Carlos Magno (742-814) Óleo e tempera sobre madeira,  215 x 115 cm. Albrecht Dürer (1471-1528), 1511 a 1513. Germanisches Nationalmuseum (Gm167), Nuremberga, Alemanha. O Museu Nacional Germânico de Nuremberga, Germanisches Nationalmuseum, foi fundado em 1852, pelo barão e antiquário Hans von Aufsess (1801-1872) e abriga o maior acervo do país de objetos relacionados com a cultura e arte alemãs, numa coleção de milhão e meio de peças, que se estende desde os tempos pré-históricos até os dias de hoje. As atuais instalações integram a antiga abadia e convento da Cartuxa de Nuremberga (Kartäuserkloster), dissolvida em 1525 e posteriormente utilizada para […]

Os Imperadores de Albrecht Dürer, 1509 a 1516, Museu Nacional Germânico de Nuremberga, Alemanha

Carlos Magno e Segismundo do Luxemburgo (742-814) e (1368-1437) Óleo e tempera sobre madeira,  215 x 115 cm. Albrecht Dürer (1471-1528), 1509 a 1516. Germanisches Nationalmuseum (Gm168 e Gm168), Nuremberga, Alemanha. O Museu Nacional Germânico de Nuremberga, Germanisches Nationalmuseum, foi fundado em 1852, pelo barão e antiquário Hans von Aufsess (1801-1872) e abriga o maior acervo do país de objetos relacionados com a cultura e arte alemãs, numa coleção de milhão e meio de peças, que se estende desde os tempos pré-históricos até os dias de hoje. As atuais instalações integram a antiga abadia e convento da Cartuxa de Nuremberga […]

Peça de acompanhamento do século XVIII, 1780 (c.), Museu Militar de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil.

Peça de acompanhamento do século XVIII. Oficina Ibérica (atr.), 1780 (c.) Museu Militar da Região Militar Sul do Exército Brasileiro. Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil

Bernardo Trindade, Lisboa, 2020, Portugal

Bernardo Trindade, (1970-) Lisboa, Arquivo Aspres, 2020. Portugal. Bernardo Trindade (Funchal, 4 maio 1970-), licenciado em Economia, ex-deputado, ex-secretário de Estado do Turismo e membro do secretariado nacional do PS, candidato a presidente da Associação da Hotelaria de Portugal.

Bernardo Trindade, Lisboa, Feira do Turismo, 2021, Portugal

Bernardo Trindade, (1970-) Lisboa, Feira do Turismo, 2021. Portugal. Bernardo Trindade (Funchal, 4 maio 1970-), licenciado em Economia, ex-deputado, ex-secretário de Estado do Turismo e membro do secretariado nacional do PS, candidato a presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (Notícias.net. 2021)

Bernardo Trindade, Funchal, Expresso, 2022, ilha da Madeira.

Bernardo Trindade, (1970-) Funchal, Expresso, 2022. Ilha da Madeira. Bernardo Trindade (Funchal, 4 maio 1970-), licenciado em Economia, ex-deputado, ex-secretário de Estado do Turismo e membro do secretariado nacional do PS, candidato a presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (Expresso abr. 2022)

António Trindade, Funchal, 2022, ilha da Madeira

António Trindade, (1948-) Funchal, Expresso, 2022. Ilha da Madeira. Figura de destaque no desenvolvimento da hotelaria nacional nas últimas três décadas, António Trindade (Funchal, 1 jan. 1948-), com 74 anos, lidera um grupo com 12 hotéis em Portugal (sete na Madeira, dois em Lisboa, dois no Porto e um no Algarve) e três no Brasil. Em 2019, o grupo com origem madeirense obteve uma receita global de 86,5 milhões de euros. Empresário de competência e sucesso reconhecido, filho de pai madeirense e de mãe belga, a sua primeira experiência profissional acontece quando, no final do curso de Direito, o pai, […]

António Trindade, Funchal, 2022, ilha da Madeira

António Trindade, (1948-) Funchal, Expresso, 2022. Ilha da Madeira. Figura de destaque no desenvolvimento da hotelaria nacional nas últimas três décadas, António Trindade (Funchal, 1 jan. 1948-), com 74 anos, lidera um grupo com 12 hotéis em Portugal (sete na Madeira, dois em Lisboa, dois no Porto e um no Algarve) e três no Brasil. Em 2019, o grupo com origem madeirense obteve uma receita global de 86,5 milhões de euros. Empresário de competência e sucesso reconhecido, filho de pai madeirense e de mãe belga, a sua primeira experiência profissional acontece quando, no final do curso de Direito, o pai, […]

Afro-Atlantic Catholics, American’s First Black Christians, Jeroen Dewulf, Indiana: University of Notre Dame Press, agosto de 2022, Estados Unidos da América

Jeroen Dewulf, Afro-Atlantic Catholics, American’s First Black Christians, Indiana: University of Notre Dame Press, agosto de 2022, Estados Unidos da América Black Christianity in America has long been studied as a blend of indigenous African and Protestant elements. Jeroen Dewulf redirects the conversation by focusing on the enduring legacy of seventeenth century Afro-Atlantic Catholics in the broader history of African American Christianity. With homelands in parts of Africa with historically strong Portuguese influence, such as the Cape Verde Islands, São Tomé, and Kongo, these Africans embraced variants of early modern Portuguese Catholicism that they would take with them to the […]

Canário (Serinus canaria canaria), fotografia de José Lemos Silva, Ribeira dos Socorridos, Funchal, 2015, ilha da Madeira

Canário ou canário-do-Reino (Serinus canaria canaria) Serinus canaria (Linnaeus 1758) Fotografia de José Lemos Silva, 14 de março de 2015, tirada nas proximidades da foz da Ribeira dos Socorridos no calhau à frente do forte do mesmo nome. Ribeira dos Socorridos, Funchal, Ilha da Madeira. Canário-da-terra ou canário-do-reino, Serinus canaria (Linnaeus 1758), para o distinguir do canário verdadeiro da América do Sul. Espécie endémica da Macaronésia, que ocorre nos arquipélagos dos Açores, da Madeira e das Canárias. Ocorre em todas as ilhas do arquipélago, exceto nas Selvagens, e pode ser encontrado em distintos habitats e a várias altitudes. No verão, […]

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios 2022, folheto Dar a Ver da DSMPC/DRC, visita guiada à Sé do Funchal, A Geometria de Deus, 18 de abril de 2022, Funchal, ilha da Madeira

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios 2022. Folheto Dar a Ver da DSMPC/DRC, visita guiada à Sé do Funchal, A Geometria de Deus. Francisco Clode de Sousa e Rita Rodrigues, 18 de abril de 2022, às 21h:00. Funchal, ilha da Madeira.

Cartão de acesso de António Aragão ao Arquivo Secreto do Vaticano, Roma, 28 de setembro de 1962, Espólio António Aragão, ilha da Madeira.

Cartão de acesso de António Aragão ao Arquivo Secreto do Vaticano. Archivio Secreto Vaticano Roma, 28 de setembro de 1962, válido até 15 de julho de 1963, Espólio António Aragão, ilha da Madeira. António Manuel de Sousa Aragão Mendes Correia (São Vicente, ilha da Madeira, 21 set. 1921; Funchal, 11 ago. 2008). Filho de Henrique Agostinho Aragão Mendes Correia e de Maria José de Sousa, frequentou o Liceu Jaime Moniz, a Escola Superior de Belas Artes e licenciou-se em Ciências Históricas-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo, em 1960, estagiado em Paris e Roma, onde frequentou ateliers […]

Esplanada alta do Museu Militar de Elvas, reforma de 1830 (c.), Elvas, Portugal.

Esplanada alta do Museu Militar de Elvas. Antigo Quartel do Casarão construído no antigo convento de São Domingos. Reforma de 1830 (c.). Museu Militar de Elvas, Portugal O Museu Militar de Elvas surgiu fruto da reorganização do Exército Português e dos Museus Militares no ano 2006 e ocupa as instalações do antigo Regimento de Infantaria N.º8, aquartelamento designado “Quartéis do Casarão” (Convento de S. Domingos, século XIII e seguintes, Muralha Fernandina, século XIV e parte da Muralha Seiscentista, século XVII). É um caso único no panorama museológico nacional pois as suas infraestruturas são três Monumentos Nacionais (classificados Património da Humanidade […]

Esmeril de Miguel de Vasconcelos na Sala Camões, 1640, Museu Militar de Lisboa, Portugal

Esmeril de Miguel de Vasconcelos na Sala Camões. (c. 1590-1640) João Pereira, 1640. Bronze cinzelado, comp. 110,1 cm, calibre 3,5 cm. Reparo de madeira e ferro. Disparava pelouro de chumbo. Sala Camões, Museu Militar de Lisboa (AH/47), Portugal Finamente cinzelado com a armas de Miguel de Vasconcelos e Brito (c. 1590-1640) e inscrição evocativa, destinava-se a decorar a entrada das instalações do todo poderoso secretário do governo de Portugal, no Paço da Ribeira, em Lisboa, na vigência da Duquesa de Mântua, Margarida de Saboia (1589-1656). Dado que fundido e cinzelado em 1640, teria tido pouco convivido com o Secretário, assassinado […]

Peça de bronze montada, desenho de Ludwig von Eyb zum Hartenstein no seu Livro de Guerra, 1500 (c.), Universidade de Erlander em Nuremberga, Alemanha.

Peça de bronze montada. Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Ludwig von Eyb zum Hartenstein (Ludwig Ⅵ von Eyb “o Novo”, 1450-1521), 1500 (c.) Manuscrito da biblioteca da Universidade de Erlander em Nuremberga, UER MS.B 26, p. 285 v., Alemanha. Peça excecionalmente decorada e a cascavel com cabeça de animal fantástico.

Peça sextavada de bronze montada, desenho de Ludwig von Eyb zum Hartenstein no seu Livro de Guerra, 1500 (c.), Universidade de Erlander em Nuremberga, Alemanha.

Peça sextavada de bronze montada. Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Ludwig von Eyb zum Hartenstein (Ludwig Ⅵ von Eyb “o Novo”, 1450-1521), 1500 (c.) Manuscrito da biblioteca da Universidade de Erlander em Nuremberga, UER MS.B 26, p. 285 r., Alemanha.

Manuseamento de grande bombarda grossa de ferro, desenho de Ludwig von Eyb zum Hartenstein no seu Livro de Guerra, 1500 (c.), Universidade de Erlander em Nuremberga, Alemanha.

Manuseamento de grande bombarda grossa de ferro (?). Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Ludwig von Eyb zum Hartenstein (Ludwig Ⅵ von Eyb “o Novo”, 1450-1521), 1500 (c.) Manuscrito da biblioteca da Universidade de Erlander em Nuremberga, UER MS.B 26, p. 274 r., Alemanha.

Bombarda montada, desenho de Ludwig von Eyb zum Hartenstein no seu Livro de Guerra, 1500 (c.), Universidade de Erlander em Nuremberga, Alemanha.

Bombarda de ferro montada. Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Ludwig von Eyb zum Hartenstein (Ludwig Ⅵ von Eyb “o Novo”, 1450-1521), 1500 (c.) Manuscrito da biblioteca da Universidade de Erlander em Nuremberga, UER MS.B 26, p. 262 v., Alemanha. Bombarda em ferro forjado montada em reparo mono-bloco, reforçado com flechas laterais e com os rodados desmontados.

Bombarda de ferro e peças de bronze montadas, desenho de Ludwig von Eyb zum Hartenstein no seu Livro de Guerra, 1500 (c.), Universidade de Erlander em Nuremberga, Alemanha.

Bombarda de ferro e peças de bronze montadas. Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Ludwig von Eyb zum Hartenstein (Ludwig Ⅵ von Eyb “o Novo”, 1450-1521), 1500 (c.) Manuscrito da biblioteca da Universidade de Erlander em Nuremberga, UER MS.B 26, p. 261 v., Alemanha. Bombarda em ferro forjado montada em reparo mono-bloco e peça de bronze sextavada já com rodados mais modernos. O terceiro desenho parece representar uma bombarda miúda do tipo colubrina com aparelho de pontaria, o que igualmente parece representar-se nos outros desenhos.

Bombardas montadas, desenho de Ludwig von Eyb zum Hartenstein no seu Livro de Guerra, 1500 (c.), Universidade de Erlander em Nuremberga, Alemanha.

Bombardas montadas. 1450 (c.) Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Ludwig von Eyb zum Hartenstein (Ludwig Ⅵ von Eyb “o Novo”, 1450-1521), 1500 (c.) Manuscrito da biblioteca da Universidade de Erlander em Nuremberga, UER MS.B 26, p. 65 r., Alemanha. Duas bombardas em ferro forjado montadas em reparos com rudimentares aparelhos de pontaria, remetendo-se, em princípio, a época anterior à execução do desenho.

Boca de fogo de campanha montada, 1780 (c.), Museu Militar de Elvas, Portugal

Boca de fogo de campanha montada. Peça de acompanhamento. Fundição de Lisboa, 1780 (c.). Reparo dos meados do século XIX. Museu Militar de Elvas, Portugal O Museu Militar de Elvas surgiu fruto da reorganização do Exército Português e dos Museus Militares no ano 2006 e ocupa as instalações do antigo Regimento de Infantaria N.º8, aquartelamento designado “Quartéis do Casarão” (Convento de S. Domingos, século XIII e seguintes, Muralha Fernandina, século XIV e parte da Muralha Seiscentista, século XVII). É um caso único no panorama museológico nacional pois as suas infraestruturas são três Monumentos Nacionais (classificados Património da Humanidade em 30 […]

Bombardas grossas e bombarda de mão, 1400 a 1450 (c.), Museu Nacional da Idade Média, Hotel de Cluny, Paris, França

Bombardas grossas e bombarda de mão. Oficina francesa ou flamenga, 1400 (c.). Fotografia de 16 de setembro de 2007. Museu Nacional da Idade Média, Hotel de Cluny, Paris, França.

Berço em ferro forjado, 1480 (c.), Museu do Exército de Paris, França.

Berço em ferro forjado. Ferro: 141 cm; peso: 40 kgs. Oficina francesa ou flamenga, século XV (último quartel), 1480 (c.) Fotografia de 20 de agosto de 2007. Museu do Exército de Paris, França.

Berço em ferro forjado na exposição Os Homens, as Armas e a Guerra – da Flecha ao Drone, 2020, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores.

Berço em ferro forjado na exposição Os Homens, as Armas e a Guerra – da Flecha ao Drone. Ferro: 129 cm; comprimento do cano: 72 cm; comprimento da culatra: 25,5 cm; comprimento da haste posterior: 31,5 cm. Diâmetro máximo (junto à forquilha): 22,9 cm; diâmetro anterior (na boca): 11,5 cm; diâmetro posterior (na culatra): 15,2 cm. Calibre (estimado): 8 a 9 cm. Oficina ibérica ou flamenga, século XV (último quartel), 1480 (c.) Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima,  Museu de Angra do Heroísmo (MAH.R.1995.0541), ilha Terceira, Açores. Todas as partes móveis estão consolidadas pela oxidação. Pub. Jaime […]

Berço em ferro forjado, 1480 (c.), Museu de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Berço em ferro forjado Ferro: 129 cm; comprimento do cano: 72 cm; comprimento da culatra: 25,5 cm; comprimento da haste posterior: 31,5 cm. Diâmetro máximo (junto à forquilha): 22,9 cm; diâmetro anterior (na boca): 11,5 cm; diâmetro posterior (na culatra): 15,2 cm. Calibre (estimado): 8 a 9 cm. Oficina ibérica ou flamenga, século XV (último quartel), 1480 (c.) Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, na exposição “Os Homens, as Armas e a Guerra – da Flecha ao Drone”, Museu de Angra do Heroísmo (MAH.R.1995.0541), ilha Terceira, Açores. Todas as partes móveis estão consolidadas pela oxidação. Pub. Jaime […]

Berço em ferro forjado, 1480 (c.), Museu de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Berço em ferro forjado Ferro: 157 cm; comprimento do cano: 86 cm; comprimento da culatra: 30 cm; comprimento da haste posterior: 41 cm. Diâmetro máximo (junto à forquilha): 29 cm; diâmetro anterior (na boca): 16 cm; diâmetro posterior (na culatra): 14 cm. Calibre (estimado): 8 a 9 cm.; Peso: 68 kg. Oficina ibérica ou flamenga, século XV (último quartel), 1480 (c.) Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, na exposição “Os Homens, as Armas e a Guerra – da Flecha ao Drone”, Museu de Angra do Heroísmo (MAH.R.1995.0714), ilha Terceira, Açores. Todas as partes móveis estão consolidadas pela […]

Bombarda do castelo de Pinhel, 1400 (c.), Museu/Casa da Cultura de Pinhel, Guarda, Portugal

Bombarda do castelo de Pinhel Ferro de oficina ibérica ou flamenga, calibre de 34 cm. Finais do séc. XIV a inícios do XV, 1400 (c.). Fotografia de 2021 Museu/Casa da Cultura de Pinhel, Guarda, Portugal.

Intervenção, restauro e montagem da grande bombarda do castelo de Pinhel, Lainho Team, 13 de maio de 2021, Guarda, Portugal

Intervenção, restauro e montagem da grande bombarda do castelo de Pinhel Canhão da Trincheira. Ferro de oficina ibérica ou flamenga. Disparava projéteis de pedra com cerca de 50 quilos a mais de um quilómetro de distância. Inícios a meados do XV, 1450 (c.). Fotografia de Lainho Team de 13 de maio de 2021 Centro Interpretativo do Castelo de Pinhel, Guarda, Portugal. Esta bombarda de Pinhel, em ferro forjado, do século XV, foi construída pela justaposição de barras de ferro longitudinais, reforçadas por argolas de ferro transversais colocadas contiguamente e reforçadas em algumas partes, com outros conjuntos de argolas mais exteriores. […]

Grande bombarda, 1450 (c.), Centro Interpretativo do Castelo de Pinhel, Guarda, Portugal

Grande bombarda do castelo de Pinhel Canhão da Trincheira. Ferro de oficina ibérica ou flamenga. Disparava projéteis de pedra com cerca de 50 quilos a mais de um quilómetro de distância. Inícios a meados do XV, 1450 (c.). Fotografia de Lainho Team de 15 de junho de 2021 Centro Interpretativo do Castelo de Pinhel, Guarda, Portugal. Esta grande bombarda do castelo de Pinhel, em ferro forjado, do século XV, foi construída pela justaposição de barras de ferro longitudinais, reforçadas por argolas de ferro transversais colocadas contiguamente e reforçadas em algumas partes, com outros conjuntos de argolas mais exteriores. Associada às […]

Grande bombarda do parque do castelo de Pinhel, 1450 (c.), Guarda, Portugal

Grande bombarda do parque do castelo de Pinhel Canhão da Trincheira. Ferro de oficina ibérica ou flamenga. Disparava projéteis de pedra com cerca de 50 quilos a mais de um quilómetro de distância. Inícios a meados do XV, 1450 (c.). Associada às Tercenas de Pinhel, estruturas militares mandadas construir pelo rei D. João II (1455-1495) em 1488, segundo relato de Rui de Pina (1440-1522), natural da Guarda, no entanto, em princípio, parece uma arma de Artilharia algo anterior. Fotografia de 2020 (c.) Parque da Trincheira do Castelo de Pinhel, Guarda, Portugal. Esta outra bombarda de Pinhel, em ferro forjado, do […]

Grande bombarda do parque do castelo de Pinhel, 1450 (c.), Guarda, Portugal

Grande bombarda do parque do castelo de Pinhel Canhão da Trincheira. Ferro de oficina ibérica ou flamenga. Disparava projéteis de pedra com cerca de 50 quilos a mais de um quilómetro de distância. Inícios a meados do XV, 1450 (c.). Associada às Tercenas de Pinhel, estruturas militares mandadas construir pelo rei D. João II (1455-1495) em 1488, segundo relato de Rui de Pina (1440-1522), natural da Guarda, no entanto, em princípio, parece uma arma de Artilharia algo anterior. Fotografia de 2020 (c.) Parque da Trincheira do Castelo de Pinhel, Guarda, Portugal. Esta outra bombarda de Pinhel, em ferro forjado, do […]

Grande bombarda do parque do castelo de Pinhel, 1450 (c.), Guarda, Portugal

Grande bombarda do parque do castelo de Pinhel Canhão da Trincheira. Ferro de oficina ibérica ou flamenga. Disparava projéteis de pedra com cerca de 50 quilos a mais de um quilómetro de distância. Inícios a meados do XV, 1450 (c.). Associada às Tercenas de Pinhel, estruturas militares mandadas construir pelo rei D. João II (1455-1495) em 1488, segundo relato de Rui de Pina (1440-1522), natural da Guarda, no entanto, em princípio, parece uma arma de Artilharia algo anterior. Fotografia de 2010 (c.). Parque da Trincheira do Castelo de Pinhel, Guarda, Portugal. Outra bombarda de Pinhel, em ferro forjado, do século […]

Bombarda do castelo de Pinhel, 1400 (c.), Guarda, Portugal

Bombarda do castelo de Pinhel Ferro de oficina ibérica ou flamenga, calibre de 34 cm. Finais do séc. XIV a inícios do XV, 1400 (c.). Fotografia do Terreiro junto ao Castelo de Pinhel, mas encontrando-se desde 2021 no Museu/Casa da Cultura de Pinhel, Guarda, Portugal. Pela sua parcial destruição durante a Guerra Civil, no século XIX, para aproveitamento do ferro, ficou visível a técnica de construção, sendo evidentes as barras longitudinais de ferro forjado e os aros de ferro que as estruturam e que neste caso se encontram encostados entre si. Pub. Jaime Ferreira Regalado, “Primórdios da Artilharia Naval Portuguesa […]

Bombarda miúda também designada serpentina, França, 1460 (c.), Castelo de Chatelnaud, Chatelnaud-la-Chapelle, França

Bombarda miúda também designada serpentina Canon Veuglaire Ferro, 115 cm.; lançando pelouros de pedra a 200 metros (c.). Meados ou finais séc. XV, 1460 (c.). Fotografia de 23 de abril de 2019. Museu da Guerra da Idade Média do Castelo de Chatelnaud, Chatelnaud-la-Chapelle, Aquitânia, França. Bombarda miúda, de retrocarga com câmara amovível, em ferro construída pela justaposição de barras de ferro forjado e consolidadas por aros de ferro colocados transversalmente ao longo da cana. O reparo (reconstituição) é em madeira com rodado e na parte posterior, um dispositivo para pontaria em elevação na sua parte posterior.

Bombarda miúda também designada serpentina, França, 1460 (c.), Castelo de Chatelnaud, Chatelnaud-la-Chapelle, França

Bombarda miúda também designada serpentina Canon Veuglaire Ferro, 115 cm.; lançando pelouros de pedra a 200 metros (c.). Meados ou finais séc. XV, 1460 (c.). Fotografia: Sémhur/Wiki Museu da Guerra da Idade Média do Castelo de Chatelnaud, Chatelnaud-la-Chapelle, Aquitânia, França. Bombarda miúda, de retrocarga com câmara amovível, em ferro construída pela justaposição de barras de ferro forjado e consolidadas por aros de ferro colocados transversalmente ao longo da cana. O reparo (reconstituição) é em madeira com rodado e na parte posterior, um dispositivo para pontaria em elevação na sua parte posterior. Pub. Jaime Ferreira Regalado, “Primórdios da Artilharia Naval Portuguesa […]

Experiência de tiro com os arcabuzes na sala de armas de Maximiliano I, 1502 (c.), códice 222 da Biblioteca Nacional de Munique, Alemanha

Experiência de tiro com arcabuzes na sala de armas de Maximiliano I (1459-1519) Circa 1502. Iluminura de Cod. Icon 222, Livro de Armas do Imperador Maximiliano I, fl. 73 r, Bayerische Staatsbibliothek München, Alemanha.

Batalha de Aljubarrota em 1385, com o Mestre de Avis combatendo a pé, iluminura da Chronique d’ Angleterre, vol. III, 1480 (c.), The British Library, Londres, Inglaterra

Batalha de Aljubarrota. Iluminura do Mestre de Viena e de Copenhague, da Ordem do Tosão de Ouro, oficina de Bruges, finais séc. XV, 1480 (c.) In Jean de Wavrin (c. 1400-1474), Seigneur de Forester, Chronique d’ Angleterre (Volume III). British Library, Royal 14 E. IV, f. 204 r. The British Library, Londres, Inglaterra Batalha ocorrida a 14 de agosto de 1385, envolvendo as tropas de D. João (1357-1433), mestre de Avis, Nuno Álvares Pereira (1360-1431) e um reforço inglês de João de Gand (1340-1399), duque de Lancastre. As tropas castelhanas eram comandadas por João I (1358-1390) de Castela, casado com […]

Batalha de Aljubarrota em 1385, com o Mestre de Avis combatendo a pé, iluminura da Chronique d’ Angleterre, vol. III, 1480 (c.), British Library, Londres, Inglaterra

Batalha de Aljubarrota. Iluminura do Mestre de Viena e de Copenhague, da Ordem do Tosão de Ouro, oficina de Bruges, finais séc. XV, 1480 (c.) In Jean de Wavrin (c. 1400-1474), Seigneur de Forester, Chronique d’ Angleterre (Volume III). British Library, Royal 14 E. IV, f. 204 r. The British Library, Londres, Inglaterra Batalha ocorrida a 14 de agosto de 1385, envolvendo as tropas de D. João (1357-1433), mestre de Avis, Nuno Álvares Pereira (1360-1431) e um reforço inglês de João de Gand (1340-1399), duque de Lancastre. As tropas castelhanas eram comandadas por João I (1358-1390) de Castela, casado com […]

Morte de Bertrand du Guesclin no cerco de Randon em 1380 com bombarda montada, iluminura da Chronique d’ Angleterre, vol. III, 1480 (c.), British Library, Londres, Inglaterra

Morte de Bertrand du Guesclin no cerco de Randon em 1380 com bombarda montada Bertrand du Guesclin (1320-1380), condestável da França na Guerra dos 100 Anos, faleceu a 13 de julho de 1380 no cerco ao castelo de Châteauneuf-de-Randon Iluminura do Mestre de Viena e de Copenhague, da Ordem do Tosão de Ouro, oficina de Bruges, finais séc. XV, 1480 (c.). In Jean de Wavrin (c. 1400-1474), Seigneur de Forester, Chronique d’ Angleterre (Volume III). British Library, Royal 14 E. IV, f. 47 v. Iluminura da Anchiennes Cronicques d’Engleterre de Jean of Wavrin, ilustrando o cerco de Randon (1380), usando-se […]

Cerco de Pamplona em 1460 (c.) com bombardas montadas, iluminura da Chronique d’ Angleterre, vol. III, 1480 (c.), British Library, Londres, Inglaterra

Cerco de Pamplona em 1460 (c.) com bombardas montadas Iluminura do Mestre de Viena e de Copenhague, da Ordem do Tosão de Ouro, oficina de Bruges, finais séc. XV, 1480 (c.). In Jean de Wavrin (c. 1400-1474), Seigneur de Forester, Chronique d’ Angleterre (Volume III). British Library, Royal 14 E. IV, f. 28 v. Iluminura da Anchiennes Cronicques d’Engleterre de Jean of Wavrin, ilustrando o cerco de Pamplona (circa 1460), sendo evidente o uso de bombardas de grandes dimensões, e respetivos pelouros de pedra.

Bombarda von Steyr, oficina da Estíria, 1408 (c.), Museu de História Militar de Viena de Áustria.

Bombarda von Steyr Pumhart von Steyr Ferro, 259 cm. (comp.) x barras de 144 cm. x 76/88 cm. diam.; 80 cm. calibre; 8.000 kgs. Bombarda grossa quase morteiro, oficina de Liezen na Estíria, inícios séc. XV, 1408 (c.). Fotografia de 9 de agosto de 2010. Heeresgeschichtliches Museum, Museu de História Militar de Viena de Áustria. Bombarda grossa (pedreiro), de antecarga, encamarada, em ferro forjado, para pelouros de pedra. Construída pela justaposição de barras de ferro forjado e aros de ferro que lhes davam estrutura é uma das peças de artilharia mais antigas do mundo. Possui vários ganchos e arganéis para […]

Bombarda von Steyr, oficina da Estíria, 1408 (c.), Museu de História Militar de Viena de Áustria.

Bombarda von Steyr Pumhart von Steyr Ferro, 259 cm. (comp.) x barras de 144 cm. x 76/88 cm. diam.; 80 cm. calibre; 8.000 kgs. Bombarda grossa quase morteiro, oficina de Liezen na Estíria, inícios séc. XV, 1408 (c.). Heeresgeschichtliches Museum, Museu de História Militar de Viena de Áustria. Bombarda grossa (pedreiro), de antecarga, encamarada, em ferro forjado, para pelouros de pedra. Construída pela justaposição de barras de ferro forjado e aros de ferro que lhes davam estrutura é uma das peças de artilharia mais antigas do mundo. Possui vários ganchos e arganéis para imobilização no reparo, tendo operado com uma […]

Cerco de Pamplona em 1460 (c.) com bombardas montadas, iluminura da Chronique d’ Angleterre, vol. III, 1480 (c.), British Library, Londres, Inglaterra

Cerco de Pamplona em 1460 (c.) Iluminura do Mestre de Viena e de Copenhague, da Ordem do Tosão de Ouro, oficina de Bruges, finais séc. XV, 1480 (c.). In Jean de Wavrin (c. 1400-1474), Seigneur de Forester, Chronique d’ Angleterre (Volume III). British Library, Royal 14 E. IV, f. 28 v. Iluminura da Anchiennes Cronicques d’Engleterre de Jean of Wavrin, ilustrando o cerco de Pamplona (circa 1460), sendo evidente o uso de bombardas de grandes dimensões, e respetivos pelouros de pedra. Pub. Jaime Ferreira Regalado, “Primórdios da Artilharia Naval Portuguesa Museu de Angra do Heroísmo: Berços em ferro forjado do […]

Primórdios da Artilharia Naval Portuguesa Museu de Angra do Heroísmo: Berços em ferro forjado do século XV, Jaime Ferreira Regalado, Atlântida, Revista de Cultura, Ciências Humanas / vol. LXV, 2020, pp. 1-20, ilha Terceira, Açores

Jaime Ferreira Regalado, “Primórdios da Artilharia Naval Portuguesa Museu de Angra do Heroísmo: Berços em ferro forjado do século XV”, Atlântida, Revista de Cultura, Ciências Humanas / vol. LXV, Instituto Açoriano de Cultura, Angra do Heroísmo, 2020, pp. 1-20, ilha Terceira, Açores Nasceu em Moçambique em 1964. Licenciado em Bioquímica pela Faculdade de Ciências de Lisboa, pós-graduado em História Militar pela Universidade Lusíada e doutorando em História, Defesa e Relações Internacionais pela Academia Militar-ISCTE/IUL. Desde 1991 que se dedica ao estudo do armamento militar e da sua influência na tática, com diversos trabalhos publicados nacional e internacionalmente. Técnico Superior do […]

Arcabuz e espingarda do Livro de Guerra (Kriegsbuch) de Philipp Mönch, 1496, biblioteca da Universidade de Heidelberg, Alemanha

Arcabuz e espingarda. 1496. Desenho à pena e aguarela sobre papel, 41 x 28,5 cm. Dys büch der stryt vnd bůchßen ou Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Philipp Mönch (c. 1457-c. 1504), mestre de armas do Palatinado do Reno do conde Filipe de Wittelsbach (1448-1476-1508), O Justo, 1496. Manuscrito da biblioteca da Universidade de Heidelberg, Cod. Pal. germ. n.º 126, fol. 28 v., Baden-Württemberg, Alemanha. Representação de arcabuz e espingarda já com os mecanismos montados numa chapa de ferro (primeiros fechos de mecha) aplicada na coronha das armas portáteis e que marcam o início de todo um processo evolutivo. Estão […]

Arcabuz de cano em bronze, oficina ibérica ou flamenga, 1500 a 1540 (c.), Museu de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Arcabuz de cano em bronze. Oficina ibérica ou flamenga, 1500 a 1540 (c.) Comprimento total: 1435 mm. Comprimento do cano: 860 mm. Calibre aproximado: 27 mm. ; Peso: 15,85 kg. Museu de Angra do Heroísmo, (R.1992.0087) ilha Terceira, Açores. Arcabuz de cano em bronze, de secção externa octogonal com maior espessura na porção da culatra, diminuindo gradualmente até à boca, onde possui uma coroa bem marcada, também de secção octogonal. Gancho a meio do cano. Caçoleta lateral sem tampa. Coronha reconstituída. Pub. por Jaime Ferreira Regalado, “Primórdios da Arma de Fogo Portátil no Museu de Angra do Heroísmo: Arcabuz do […]

Arcabuzes e colubretas, desenho de Ludwig von Eyb zum Hartenstein no seu Livro de Guerra, 1500 (c.), Universidade de Erlander em Nuremberga, Alemanha.

Arcabuzes e colubretas. 1500 (c.) Kriegsbuch (Livro de Guerra), de Ludwig von Eyb zum Hartenstein (Ludwig Ⅵ von Eyb “o Novo”, 1450 – 1521), 1500 (c.) Manuscrito da biblioteca da Universidade de Erlander em Nuremberga, UER MS.B 26, p. 276 r., Alemanha. Dois arcabuzes, um em bronze e outro em ferro forjado e duas “colubretas”, uma delas também em bronze e outra em ferro (de cima para baixo), junto com acessórios diversos, balas e sacos de pólvora. O exemplar no topo da página é muito semelhante ao exemplar do Museu de Angra do Heroísmo, mas ainda sem a serpentina para […]

Boca-de-fogo de artilharia já muito aligeirada, iluminura de Bellifortis, Konrad Kyeser, 1405 (c.), biblioteca da Universidade de Göttingen, Alemanha

Boca-de-fogo de artilharia já muito aligeirada, circa 1405 Bellifortis, Konrad Kyeser (26 ago. 1366-depois de 1405), Praga e Eichstätt (?), 1405 (c.) Manuscrito da biblioteca da University of Göttingen (Cod. Ms. philos. 63, fl. 105 v.), Alemanha. É evidente a inflamação da carga através de um ferro incandescente. Apesar do desenvolvimento da tecnologia metalúrgica do ferro e das pólvoras que permitiu aligeirar alguma artilharia, as armas portáteis tiveram uma génese própria que não resultou diretamente do aligeiramento da artilharia e foram taticamente empregues de forma diferenciada. Pub. por Jaime Ferreira Regalado, “Primórdios da Arma de Fogo Portátil no Museu de […]

Carro de Guerra, ou carro-castelo das Guerras Hussitas, aguarela de 1437 (c.), Biblioteca Nacional de Viena de Áustria

Carro de Guerra, ou carro-castelo das Guerras Hussitas (1419-1436) Iluminura do Cod. 3062 (vários Kriegsbuch, Livros de Guerra), 1437 (c.), fl. 148 r., Österreichische Nationalbibliothek, Biblioteca Nacional de Viena de Áustria. Estrutura defensiva constituída por uma formação de carros – Wagenburg (castelo de carros), empregue nas Guerras Hussitas (1419-1436) que combinavam armas portáteis neurobalísticas e pirobalísticas. Estas fortalezas móveis armadas foram uma inovação fundamental deste conflito, assegurando a proteção eficaz contra a cavalaria e protegendo a artilharia colocada em posição mais recuada. As guerras hussitas foram uma série de ações militares ocorridas na Boémia, contra e entre os seguidores do pensador […]

Arcabuzes na sala de armas de Maximiliano I, 1502 (c.), códice 222 da Biblioteca Nacional de Munique, Alemanha

Arcabuzes na sala de armas de Maximiliano I (1459-1519) circa 1502. Iluminura de Cod. Icon 222, Livro de Armas do Imperador Maximiliano I, fl. 73 r, Bayerische Staatsbibliothek München, Alemanha. Pub. por Jaime Ferreira Regalado, “Primórdios da Arma de Fogo Portátil no Museu de Angra do Heroísmo: Arcabuz do Séc. XV”, in Atlântida, Revista de Cultura, Ciências Humanas / vol. LXVI, Instituto Açoriano de Cultura, Angra do Heroísmo, 2021, p. 253, ilha Terceira, Açores

Primórdios da Arma de Fogo Portátil no Museu de Angra do Heroísmo: Arcabuz do Séc. XV, Jaime Ferreira Regalado, in Atlântida, Revista de Cultura, Ciências Humanas / vol. LXVI, Angra do Heroísmo, 2021, pp. 252-272, ilha Terceira, Açores

Jaime Ferreira Regalado, “Primórdios da Arma de Fogo Portátil no Museu de Angra do Heroísmo: Arcabuz do Séc. XV”, Atlântida, Revista de Cultura, Ciências Humanas / vol. LXVI, Instituto Açoriano de Cultura, Angra do Heroísmo, 2021, pp. 252-272, ilha Terceira, Açores Nasceu em Moçambique em 1964, licenciado em Bioquímica pela Faculdade de Ciências de Lisboa, pós-graduado em História Militar pela Universidade Lusíada e doutorando em História, Defesa e Relações Internacionais pela Academia Militar-ISCTE/IUL. Técnico Superior do Museu de Angra do Heroísmo, gestor da Unidade de Militaria e Armamento.

Pente Tchokwe, Angola, 1918 (c.), Museu de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores.

Pente Tchokwe. Escultor Tchokwe, Chokwe ou Quioco, Angola, 1918 (c.) Museu de Angra do Heroísmo (R 1018.2084), ilha Terceira, Açores Histórias que Vêm de Longe Pente Africano O pente é um objeto de uso quotidiano cujo nome deriva da palavra latina ‘pécten‘, que designa um molusco marinho com uma concha com saliências semelhantes aos dentes dos pentes, e que se crê terá sido usado para alisar os cabelos antes de se produzirem artefactos para este fim. Os pentes mais antigos que se conhecem tem cerca de 6000 anos e são de origem egípcia, ostentando cabos ornamentados com figuras de animais […]

Berço em ferro forjado, oficina Ibérica ou flamenga, 1480 (c.), Museu de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores.

Berço em ferro forjado. Oficina Ibérica ou flamenga, séc. XV, 1480 (c.) Museu de Angra do Heroísmo (R 1995.0541), ilha Terceira, Açores Histórias com Pólvora Berço em ferro forjado As primeiras peças de artilharia foram feitas em ferro forjado, construídos pela justaposição de barras de ferro longitudinais, consolidadas por aros de ferro transversais, mais ou menos próximos, conforme a robustez necessária. Face às ameaças de piratas do Magrebe e Norte da Europa às rotas comerciais e às povoações da costa portuguesa foi, logo nos primórdios da artilharia, necessário armar com bocas-de-fogo algumas caravelas de baixa tonelagem (cerca de 80 a […]

Lankata, bronze de oficina da Índia, 1650 (c.), Museu de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Lankata. Bronze de oficina da Índia, séc. XVI/XVII, 1650 (c.) Museu de Angra do Heroísmo (R 1998.0013), ilha Terceira, Açores Museu em Casa Histórias de Viagens Lantaka A “lantaka” é um pequeno canhão, geralmente em bronze, com origem na Malásia, arquipélago do sudoeste asiático. Sendo uma região de grande atividade comercial com um tráfego significativo de embarcações mercantes era fundamental a defesa das mesmas, sobretudo dos piratas que abundavam naquelas águas. Assim, antes ainda da chegada dos portugueses ao sudoeste asiático, era já prática corrente o uso, tanto por comerciantes como por piratas, destas pequenas peças de artilharia montadas geralmente […]

Naveta de prata, oficina portuguesa, 1650 (c.), Museu de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Naveta de prata. Oficina portuguesa, 1650 (c.) Proveniente da igreja do Castelo de São João Baptista. Museu de Angra do Heroísmo (R 1992.0729), ilha Terceira, Açores Histórias de Viagens Naveta Esta naveta, que pertencia à Igreja do Castelo de São João Baptista, tem a forma de uma nau portuguesa, montada sobre uma base circular, sendo a ligação entre o pé e a nave feita por uma seção cónica lisa. A decoração do casco reproduz, através de gravação incisa, a pregaria e o tabuado típicos dos cascos das verdadeiras naus, apresentando bem pronunciados castelos de proa e popa ambos ornados por […]

Santa Bárbara, oficina de Malines, 1500 (c.), coleção privada em exposição no Museu de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Santa Bárbara. Oficina de Malines, 1500 (c.) Coleção Vergílio Schneider. Museu de Angra do Heroísmo, maio a setembro de 2021, ilha Terceira, Açores Santa Bárbara | Uma Escultura de Malines no MAH Edifício de São Francisco | Igreja de Nossa Senhora da Guia, de 8 de maio a setembro 18 Museu Adentro. A influência da arte flamenga, que já se sentia e imperava nos reinos ibéricos desde o século XV, vai acentuar-se no século seguinte, devido à intensificação das relações comerciais. Para satisfazer um mercado peninsular e insular ávido de exibir o seu poder económico, na cidade de Malines, que, […]

Falconete de bronze, 1515 a 1540 (c.), Museu de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Falconete. Bronze e ferro, França, 1515 a 1540 (c.) Disparava pelouros de chumbo com cerca de 2 kg, podendo ter um alcance máximo de 1300 m. Proveniente, provavelmente, do Forte de Santo António do Monte Brasil, onde já ali estava em 1583. Museu de Angra do Heroísmo (1998.0014), ilha Terceira, Açores Histórias com Pólvora Falconete Esta peculiar boca-de-fogo com a secção exterior octogonal, sem reforços, é característica da técnica de construção francesa das primeiras três décadas do século XVI. Na superfície superior da bolada, possui uma salamandra, o animal mágico que se acreditava resistente ao fogo, habitando na terra e […]

Espingarda de mecha japonesa, Japão, 1850 (c.), Museu de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Espingarda de mecha japonesa. Ferro, aço, bronze, latão e madeira, Japão, 1850 (c.) Museu de Angra do Heroísmo (1995.0814), ilha Terceira, Açores Histórias de Viagens/Museu em Casa Espingarda Quando, em 1543, os ventos atiraram um junco chinês, onde seguiam os portugueses Fernão Mendes Pinto, António Peixoto e Diogo Zeimoto, para a costa Nipongi, o Japão era um sistema feudal (shogunato) com guerras permanentes entre os senhores feudais ou entre ilhas. Apesar deste estado de guerra constante que levou a grandes reflexões filosóficas, éticas e tácticas sobre a Arte da Guerra, a pólvora e as armas de fogo eram desconhecidas. Quano […]

Vereda do Cavalheiro, 1990 (c.), Achada de Cima, Gaula, Santa Cruz, ilha da Madeira

Vereda do Cavalheiro. Placa toponímica em azulejos, 1990 (c.) Fotografia de Lília Mata, março 2022 Achada de Cima, Gaula, Santa Cruz, ilha da Madeira

Prédio do arquiteto Fernando Machado, 2000 a 2005 (c.) e seguintes, Rua 31 de Janeiro, Funchal, ilha da Madeira

Prédio do arquiteto Fernando Machado. Construção e reposição de 2000 a 2005 (c.) e seguintes. Fotografia de 6 de abril de 2022. Antiga Rua da Princesa (D. Carlota Joaquina), hoje Rua 31 de Janeiro, Funchal, ilha da Madeira.

Prédio da Casa Roldão, 1930 (c.), Funchal, ilha da Madeira

Prédio da Casa Roldão. Construção e reposição de 1930 (c.) e seguintes. Fotografia de 6 de abril de 2022. Antiga Rua da Princesa (D. Carlota Joaquina), hoje Rua 31 de Janeiro, Funchal, ilha da Madeira.

Ilhas Selvagens. Um Ativo Geoestratégico Português, José António Velho Gouveia e outros, 2018, Região Autónoma da Madeira

Ilhas Selvagens Um Ativo Geoestratégico Português A Ação da Autoridade Marítima Nacional e da Marinha na Afirmação da Soberania sobre as Ilhas José António Velho Gouveia e outros. Lisboa e Funchal, Direção-Geral da Autoridade Marítima, 2018, Região Autónoma da Madeira

Capela de São Pedro do Porto Santo, reconstrução de 1700 (c.) após a ampliação do adro de 2011, Campo de Baixo, Porto Santo, Região Autónoma da Madeira

Capela de São Pedro do Porto Santo após a ampliação do adro de 2011. Reconstrução de 1700 (c.) Campanha e reposição da calçada madeirense de 1955 com a Barca de São Pedro na forma de galeão português. Fotografia de Lino Borges, 2012 Campo de Baixo, Porto Santo, Região Autónoma da Madeira. A capela de São Pedro do Porto Santo deve ter tido reconstrução por 1700 (c.), podendo a imagem do Orago ser um pouco anterior anterior e de muito boa qualidade. O retábulo atual deve ser da oficina de Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833) (atr.) e datar de 1790 (c.). […]

Capela de São Pedro do Porto Santo, reconstrução de 1700 (c.) após a ampliação do adro de 2011, Campo de Baixo, Porto Santo, Região Autónoma da Madeira

Capela de São Pedro do Porto Santo após a ampliação do adro de 2011. Reconstrução de 1700 (c.) Campanha e reposição da calçada madeirense de 1955 com a Barca de São Pedro na forma de galeão português. Fotografia de Lino Borges, 2012 Campo de Baixo, Porto Santo, Região Autónoma da Madeira. A capela de São Pedro do Porto Santo deve ter tido reconstrução por 1700 (c.), podendo a imagem do Orago ser um pouco anterior anterior e de muito boa qualidade. O retábulo atual deve ser da oficina de Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833) (atr.) e datar de 1790 (c.). […]

Capela de São Pedro do Porto Santo, reconstrução de 1700 (c.), Campo de Baixo, Porto Santo, Região Autónoma da Madeira

Capela de São Pedro do Porto Santo. Reconstrução de 1700 (c.) Campanha e reposição da calçada madeirense de 1955 com a Barca de São Pedro na forma de galeão português. Fotografia de Best Madeira, 2018 Campo de Baixo, Porto Santo, Região Autónoma da Madeira. A capela de São Pedro do Porto Santo deve ter tido reconstrução por 1700 (c.), podendo a imagem do Orago ser um pouco anterior anterior e de muito boa qualidade. O retábulo atual deve ser da oficina de Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833) (atr.) e datar de 1790 (c.). Teve anexa uma casa de romeiros, já […]

Capela de São Pedro do Porto Santo, reconstrução de 1700 (c.), com os vestígios da antiga casa dos romeiros, Campo de Baixo, Porto Santo, Região Autónoma da Madeira

Capela de São Pedro do Porto Santo com os vestígios da antiga casa dos romeiros. Reconstrução de 1700 (c.) Campanha e reposição da calçada madeirense de 1955 com a Barca de São Pedro na forma de galeão português. Fotografia de All About Portugal, 2018 Campo de Baixo, Porto Santo, Região Autónoma da Madeira. A capela de São Pedro do Porto Santo deve ter tido reconstrução por 1700 (c.), podendo a imagem do Orago ser um pouco anterior anterior e de muito boa qualidade. O retábulo atual deve ser da oficina de Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833) (atr.) e datar de […]

Empedrado do jardim da Quinta de Santa Rita, calçada madeirense de 1940 (c.), Sítio do Arieiro, São Martinho, Funchal, ilha da Madeira

Empedrado do jardim da Quinta de Santa Rita. Tapete de calçada madeirense de 1940 (c.). Fotografia de M.Q.E., 2019 Sítio do Arieiro, São Martinho, Funchal, ilha da Madeira

Capela de São Pedro do Porto Santo, reconstrução de 1700 (c.), Campo de Baixo, Porto Santo, Região Autónoma da Madeira

Capela de São Pedro do Porto Santo. Reconstrução de 1700 (c.) Campanha e reposição da calçada madeirense de 1955 com a Barca de São Pedro na forma de galeão português. Fotografia de Félix Pereira, 2019 Campo de Baixo, Porto Santo, Região Autónoma da Madeira. A capela de São Pedro do Porto Santo deve ter tido reconstrução por 1700 (c.), podendo a imagem do Orago ser um pouco anterior anterior e de muito boa qualidade. O retábulo atual deve ser da oficina de Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833) (atr.) e datar de 1790 (c.). Teve anexa uma casa de romeiros, já […]

Tapete em calçada madeirense do adro da capela de São Pedro do Porto Santo, 28 de junho de 1955, Campo de Baixo, Porto Santo, Região Autónoma da Madeira

Tapete em calçada madeirense do adro da capela de São Pedro do Porto Santo. 28 de Junho de 1955. Campanha e reposição de 1955 com a Barca de São Pedro na forma de galeão português. Fotografia de Paulo Santos Perneta/Wiki, 2019 Campo de Baixo, Porto Santo, Região Autónoma da Madeira. A capela de São Pedro do Porto Santo deve ter tido reconstrução por 1700 (c.), podendo a imagem do Orago ser um pouco anterior anterior e de muito boa qualidade. O retábulo atual deve ser da oficina de Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833) (atr.) e datar de 1790 (c.). Teve […]

Calçada madeirense com motivo “Mar Largo” do pátio interior do Palácio de São Lourenço, visita do secretário de estado britânico Joseph Chamberlain, 10 de março de 1903, Funchal, ilha da Madeira

Calçada madeirense com motivo “Mar Largo” do pátio interior do Palácio de São Lourenço. Fotografia de 10 de março de 1903 (Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s) Visita de Joseph Chamberlain (1836-1914), secretário de Estado das Colónias do Reino Unido. Palácio de São Lourenço, Funchal, ilha da Madeira. Pub. in Calçada Madeirense: Bordados a Preto e Branco, de João Baptista Pereira Silva, engenheiro geólogo, Celso Gomes, professor de Ciência Geológicas e de José Luís de Gouveia e Freitas, Funchal, Imprensa Académica, 2022, p. 301. Joseph Chamberlain (1836-1914) foi um industrial de sucesso, tendo chegado a perfeito de Birmingham e, aos […]

Calçada madeirense em pedra navalheira da Calçada do Pico, fotografia de 1897 a 1905, Funchal, ilha da Madeira

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