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Dr. Manuel Brito apresentando o prémio Emanuel Rodrigues 2024 da Assembleia, Funchal, 19 de julho de 2024, ilha da Madeira

Jornalista Élvio Passos e João Palla Lizardo, vendedores do prémio Emanuel Rodrigues 2024 da Assembleia, Funchal, 19 de julho de 2024, ilha da Madeira

Jornalista Élvio Passos e João Palla Lizardo, autores dos Presos Políticos do Estado Novo da Madeira Com  José Manuel Rodrigues, presidente Assembleia Legislativa Regional, na entrega do prémio Emanuel Rodrigues (1943-2019), 2024. Espaço IDEIA, Funchal, 19 de julho de 2024, ilha da Madeira O jornalista Élvio Passos e o advogado e historiador João Palla Lizardo, autores do livro “Presos Políticos do Estado Novo na Madeira”, venceram a edição de 2024 do Prémio Emanuel Rodrigues, instituído pela Assembleia Legislativa da Madeira. O Presidente do Parlamento madeirense salientou que o livro “insere-se na cultura de memória que temos o dever de cultivar, de recordar […]

Mesa da apresentação dos Presos Políticos do Estado Novo da Madeira, Salão Nobre da Assembleia, 12 de abril de 2024, Funchal, ilha da Madeira

Mesa da apresentação dos Presos Políticos do Estado Novo da Madeira Do jornalista Élvio Passos, do Diário de Notícias do Funchal e de João Lizardo, advogado. Com o Dr. Ricardo de Oliveira, diretor da empresa do Diário de Notícias, editora da obra, juiz conselheiro Cunha Rodrigues, antigo Procurador-Geral da República, juiz conselheiro Ireneu Cabral Barreto, representante da República e autor do prefácio, José Manuel Rodrigues, presidente Assembleia Legislativa Regional, Eduardo Jesus, secretário regional do Turismo e Cultura e João Lizardo. Salão Nobre da Assembleia, 12 de abril de 2024, Funchal, ilha da Madeira ‘Presos Políticos do Estado Novo na Madeira’ é um […]

Jornalista Élvio Passos e João Palla Lizardo, vendedores do prémio Emanuel Rodrigues 2024 da Assembleia, Funchal, 19 de julho de 2024, ilha da Madeira

Jornalista Élvio Passos e João Palla Lizardo, autores dos Presos Políticos do Estado Novo da Madeira Com  José Manuel Rodrigues, presidente Assembleia Legislativa Regional, na entrega do prémio Emanuel Rodrigues (1943-2019), 2024. Espaço IDEIA, Funchal, 19 de julho de 2024, ilha da Madeira O jornalista Élvio Passos e o advogado e historiador João Palla Lizardo, autores do livro “Presos Políticos do Estado Novo na Madeira”, venceram a edição de 2024 do Prémio Emanuel Rodrigues, instituído pela Assembleia Legislativa da Madeira. O Presidente do Parlamento madeirense salientou que o livro “insere-se na cultura de memória que temos o dever de cultivar, de recordar […]

Jornalista Élvio Passos na apresentação dos Presos Políticos do Estado Novo da Madeira, Assembleia Legislativa Regional, Funchal, 12 de abril de 2024, ilha da Madeira

Jornalista Élvio Passos na apresentação dos Presos Políticos do Estado Novo da Madeira Mesa com o Dr. Ricardo de Oliveira, diretor da empresa do Diário de Notícias, editora da obra, juiz conselheiro Cunha Rodrigues, antigo Procurador-Geral da República, juiz conselheiro Ireneu Cabral Barreto, representante da República e autor do prefácio, José Manuel Rodrigues, presidente Assembleia Legislativa Regional, Eduardo Jesus, secretário regional do Turismo e Cultura e João Lizardo. Salão Nobre da Assembleia Legislativa Regional, Funchal, 12 de abril de 2024, ilha da Madeira O co-autor do livro ‘Presos Políticos do Estado Novo da Madeira’ João Lizardo, advogado no Funchal e doutorando […]

1936 foi o ano mais negro e violento na Madeira, notícia sobre os “Presos Políticos do Estado Novo da Madeira”, Diário de Notícias, Funchal, 12 de abril de 2024, ilha da Madeira.

1936 foi o ano mais negro e violento na Madeira. Jornalista Élvio Passos e João Palla Lizardo e os Presos Políticos do Estado Novo da Madeira Roberto Ferreira in Diário de Notícias, Funchal, 12 de abril de 2024. Fotografia de Miguel Espada, Funchal, 12 de abril de 2024, ilha da Madeira O co-autor do livro ‘Presos Políticos do Estado Novo da Madeira’ João Lizardo, advogado no Funchal e doutorado em Arqueologia pela FCSH da Universidade de Lisboa não deixou de frisar tratar-se de uma obra pioneira em Portugal, porque aborda a generalidade da população. “Acho que este trabalho será provavelmente o primeiro […]

João Palla Lizardo e os “Presos Políticos do Estado Novo da Madeira”, Funchal, 12 de abril de 2024, ilha da Madeira

João Palla Lizardo e os Presos Políticos do Estado Novo da Madeira Com jornalista Élvio Passos, Funchal, Diário, 12 de abril de 2024. Fotografia de Miguel Espada, Funchal, 12 de abril de 2024, ilha da Madeira O co-autor do livro ‘Presos Políticos do Estado Novo da Madeira’ João Lizardo, advogado no Funchal e doutorado em Arqueologia pela FCSH da Universidade de Lisboa não deixou de frisar tratar-se de uma obra pioneira em Portugal, porque aborda a generalidade da população. “Acho que este trabalho será provavelmente o primeiro em Portugal a respeito dos presos políticos na generalidade da população”. Ao DIÁRIO, editor do ‘projecto […]

Boletim da Dívida da Região Autónoma da Madeira 3 / 2025, Funchal, Entidade Orçamental do Tesouro e Finanças da Região Autónoma da Madeira, 2025.

Boletim da Dívida da Região Autónoma da Madeira 3 / 2025, Funchal, Entidade Orçamental do Tesouro e Finanças da Região Autónoma da Madeira, 2025.

Entrada da Junta Geral do Distrito Autónomo engalanada, 1968, Avenida Arriaga, Funchal, ilha da Madeira.

Entrada da Junta Geral do Distrito Autónomo engalanada. Projeto de panos de armas ou colgaduras com base em desenho de Fernando Augusto Câmara (1880-1949) (atr.) Photographia Perestrellos, 1968, Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicentes. Avenida Arriaga, Funchal, ilha da Madeira. Fernando Augusto Câmara (1880-1949) nasceu na freguesia de Santa Luzia, em 11 de junho de 1880. Seus pais eram João Urbano Câmara e Luzia Augusta da Piedade Câmara, que fixaram residência nos Açores. Foram seus irmãos João Urbano Câmara Júnior e Luís Câmara, que também se estabeleceram nos Açores. Era tio-avô do pintor e caricaturista açoriano Vítor Câmara, que […]

A paisagem madeirense no séc. XIX, cartaz de exposição do Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, Madeira Shopping, 5 de novembro de 2022, Funchal, ilha da Madeira

A paisagem madeirense no séc. XIX Cartaz de exposição do Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, Madeira Shopping, 5 de novembro de 2022, Caminho de Santa Quitéria, São Martinho, Funchal, ilha da Madeira No Madeira Shopping, a exposição de fotografia em colódio húmido da coleção Photographia Vicente com o tema das Paisagens nos primórdios da Photographia Vicente’s, é uma mostra integrada no projeto ‘Cultura no Centro’, que revela um conjunto de imagens de paisagens da Madeira datadas de meados e finais do século XIX. Estas fotografias foram captadas originalmente através do processo analógico histórico de Colódio Húmido e retratam […]

Os Sistemas Regionais de Proteção dos Direitos Humanos, Ano de 2023, Rio de Janeiro, Núcleo de Estudos e Pesquisa e Direito Internacional da UERJ, 2024, Brasil

Os Sistemas Regionais de Proteção dos Direitos Humanos, Ano de 2023, Rio de Janeiro, Núcleo de Estudos e Pesquisa e Direito Internacional da UERJ, 2024, Brasil

Comentário da Convenção Europeia dos Direitos Humanos e dos Protocolos Adicionais, Paulo Pinto de Albuquerque (Org.), Lisboa, 2 vols., Universidade Católica Editora, 2019 e 2020, Portugal.

Paulo Pinto de Albuquerque (Org.), Comentário da Convenção Europeia dos Direitos Humanos e dos Protocolos Adicionais, Lisboa, 2 vols., Universidade Católica Editora, 2019 e 2020, Portugal. O Comentário da Convenção Europeia dos Direitos Humanos e dos Protocolos Adicionais recolhe, em três volumes, os contributos de 142 Autores, incluindo 17 Professores Doutores Catedráticos, 38 Professores Doutores Associados, 72 Professores Doutores Auxiliares e 26 Conselheiros ou antigos Conselheiros do Tribunal Constitucional, do Supremo Tribunal de Justiça, do Supremo Tribunal Administrativo e do Tribunal de Contas. Complementam a investigação uma lista de legislação nacional e internacional citada na obra com 35 páginas, uma […]

A Convenção Europeia dos Direitos do Homem, Um Instrumento Vivo, Lisboa, Conselho da Europa, 2020, Portugal

A Convenção Europeia dos Direitos do Homem, Um Instrumento Vivo, Lisboa, Conselho da Europa, 2020, Portugal A Convenção Europeia dos Direitos do Homem, assinada em Roma a 4 de novembro de 1950, foi o primeiro instrumento a concretizar e a dar efeito vinculativo aos direitos consagrados na Declaração Universal dos Direitos do Homem. Estabelece direitos absolutos que os Estados não podem infringir, como o direito à vida ou a proibição da tortura, e protege direitos e liberdades que só podem ser restringidos por lei quando tais medidas são necessárias numa sociedade democrática, como por exemplo, o direito à liberdade e […]

Ordenação de São Pedro Gonçalves Telmo ou Corpo Santo, óleo de LSA, 1615, Capela do Corpo Santo, Funchal, ilha da Madeira.

Ordenação de São Pedro Gonçalves Telmo ou Corpo Santo. (1190-1246) Óleo sobre tela da oficina de LSA, 1615. Fotografia de agosto de 2020. Capela do Corpo Santo, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia da capela do Corpo Santo Séc. 15, fins – início da construção; 1520 (c.) acabamento da passagem a pedra do edifício; 1530 / 1550 – execução das tábuas do retábulo-mor; 1567 – representação na planta do Funchal de Mateus Fernandes III; 1580 – execução do cálice gótico datado, hoje no Museu de Arte Sacra; c. 1590 – execução das tábuas de Nossa Senhora da Estrela e de São Lourenço […]

São Pedro Gonçalves Telmo ou Corpo Santo, oficina portuguesa, 1700 (c.), Capela do Corpo Santo, Funchal, ilha da Madeira.

São Pedro Gonçalves Telmo ou Corpo Santo. (1190-1246) Madeira entalhada e policromada de oficina portuguesa, 1700 (c.). Fotografia de 2 de agosto de 2026. Capela do Corpo Santo, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia da capela do Corpo Santo Séc. 15, fins – início da construção; 1520 (c.) acabamento da passagem a pedra do edifício; 1530 / 1550 – execução das tábuas do retábulo-mor; 1567 – representação na planta do Funchal de Mateus Fernandes III; 1580 – execução do cálice gótico datado, hoje no Museu de Arte Sacra; c. 1590 – execução das tábuas de Nossa Senhora da Estrela e de São […]

Direitos Fundamentais e Justiça Constitucional Em Estado de Direito Democrático, Jorge Reis Novais, Coimbra Editora, dezembro de 2012, Portugal

Jorge Reis Novais, Direitos Fundamentais e Justiça Constitucional Em Estado de Direito Democrático, Coimbra Editora, dezembro de 2012, Portugal Em julho de 2012, um jornalista britânico, colunista do Financial Times, foi convidado para palestrar em Lisboa sobre a crise financeira e quando foi confrontado, à chegada, com a decisão do Tribunal Constitucional português que acabara de declarar a inconstitucionalidade dos cortes dos 13.º e 14.º meses de funcionários públicos e pensionistas, não lhe ocorreu melhor que exclamar algo do género: isso de entregar a um bando de juízes um poder sério é de loucos… Nessa posição esteve bem acompanhado, entre […]

Carta das Nações Unidas e Estatuto do Tribunal Internacional de Justiça, José da Costa Pimenta, Coimbra, Livraria da Universidade, edição bilingue, abr. 1993, Portugal

José da Costa Pimenta (1955-), juiz, Carta das Nações Unidas e Estatuto do Tribunal Internacional de Justiça, Coimbra, Livraria da Universidade, edição bilingue, abr. 1993, Portugal.

Direitos Fundamentais, Jorge Miranda, 2.ª edição, Coimbra, Livraria Almedina, novembro de 2017, Portugal.

Jorge Miranda (1942-), Direitos Fundamentais, 2.ª edição, Coimbra, Livraria Almedina, novembro de 2017, Portugal. Os direitos fundamentais encontram-se no cerne do Estado de direito democrático. Na primeira parte deste livro, começa-se por proceder a um excurso histórico-cultural e dilucidam-se os necessários conceitos de trabalho. Na segunda parte, apresenta-se o atual sistema constitucional português, baseado na dignidade da pessoa humana, no enlace com a Declaração Universal dos Direitos do Homem e na diferenciação, sem excessos, entre direitos, liberdades e garantias e direitos económicos, sociais e culturais.

O Direito Regional e a Autonomia Tributária das Regiões Autónomas, José Alexandre Azevedo Faria, Coimbra, Livraria Almedina, 2024, Portugal

José Alexandre Azevedo Faria, O Direito Regional e a Autonomia Tributária das Regiões Autónomas, Coimbra, Livraria Almedina, 2024, Portugal Sinopse: Foram os frutos da fé e firmeza que fizeram vigorar do vale à montanha, como refere o Hino da RAM, o atual regime político e administrativo da regiões autónomas. fizeram vigorar. Mas o que separa este regime próprio de uma verdadeira independência jurídica?  A resposta a esta questão exigiu-nos uma desconstrução do próprio conceito de Direito, onde, com auxílio da dogmática jurídica, identificámos os pressupostos daquilo a que chamámos o “subsistema regional”. O Direito regional é nada mais que um […]

Cartaz do I Congresso de Direito Regional, Colégio dos Jesuítas, 12 e 13 de março de 2026, Funchal, ilha da Madeira.

Cartaz do I Congresso de Direito Regional, ADRAM Colégio dos Jesuítas, 12 e 13 de março de 2026. Sala dos Arcos da Universidade da Madeira, Rua dos Ferreiros, Funchal, ilha da Madeira. A Região Autónoma da Madeira recebeu nos dias 12 e 13 de março o I Congresso de Direito Regional, uma iniciativa da Associação de Direito Regional da Região Autónoma da Madeira, ADRAM, destinada a académicos, profissionais do Direito, decisores políticos e sociedade civil interessada. A sessão de abertura teve lugar no Auditório do Edifício da Reitoria – Colégio dos Jesuítas, na Universidade da Madeira, às 9h15 do dia 12 […]

Rubina Leal no encerramento do I Congresso de Direito Regional, ADRAM, 13 de março de 2026, Sala dos Arcos da Universidade da Madeira, Rua dos Ferreiros, Funchal, ilha da Madeira

Rubina Leal, presidente da Assembleia, no encerramento do I Congresso de Direito Regional, ADRAM Fotografia de Rui Silva, Aspress, DN, 12 de março de 2026. Sala dos Arcos da Universidade da Madeira, Rua dos Ferreiros, Funchal, ilha da Madeira. A Região Autónoma da Madeira recebeu nos dias 12 e 13 de março o I Congresso de Direito Regional, uma iniciativa da Associação de Direito Regional da Região Autónoma da Madeira  ADRAM, destinada a académicos, profissionais do Direito, decisores políticos e sociedade civil interessada. A sessão de abertura teve lugar no Auditório do Edifício da Reitoria – Colégio dos Jesuítas, na Universidade […]

Rubina Leal no encerramento do I Congresso de Direito Regional, ADRAM, 13 de março de 2026, Sala dos Arcos da Universidade da Madeira, Rua dos Ferreiros, Funchal, ilha da Madeira

Rubina Leal, presidente da Assembleia Regional, no encerramento do I Congresso de Direito Regional, ADRAM Fotografia de Roberto Matos, ALRAM, 13 de março de 2026. Sala dos Arcos da Universidade da Madeira, Rua dos Ferreiros, Funchal, ilha da Madeira. A Região Autónoma da Madeira recebeu nos dias 12 e 13 de março o I Congresso de Direito Regional, uma iniciativa da Associação de Direito Regional da Região Autónoma da Madeira, ADRAM, destinada a académicos, profissionais do Direito, decisores políticos e sociedade civil interessada. A sessão de abertura teve lugar no Auditório do Edifício da Reitoria – Colégio dos Jesuítas, na Universidade […]

Mesa da abertura do I Congresso de Direito Regional, 12 de março de 2026, Universidade da Madeira, Funchal, ilha da Madeira.

Mesa de abertura do I Congresso de Direito Regional. ADRAM Juiz Dr. Paulo Pereira de Gouveia, professor Sílvio Fernandes, reitor da UMa, Dr. Miguel Albuquerque, presidente do GR, Dr. Altino Sousa Freitas e Dr. Ricardo de Oliveira, do Diário de Notícias, Fotografia de Rui Marote, 12 de março de 2026. Sala dos Arcos da Universidade da Madeira, Rua dos Ferreiros, Funchal, ilha da Madeira. A Região Autónoma da Madeira recebeu nos dias 12 e 13 de março o I Congresso de Direito Regional, uma iniciativa da Associação de Direito Regional da Região Autónoma da Madeira destinada a académicos, profissionais do […]

Assistência à sessão de abertura do I Congresso de Direito Regional, 12 de março de 2026, Universidade da Madeira, Funchal, ilha da Madeira.

Assistência na abertura do I Congresso de Direito Regional, ADRAM Fotografia de Rui Silva, Aspress, 12 de março de 2026. Sala dos Arcos da Universidade da Madeira, Rua dos Ferreiros, Funchal, ilha da Madeira. A Região Autónoma da Madeira recebeu nos dias 12 e 13 de março o I Congresso de Direito Regional, uma iniciativa da Associação de Direito Regional da Região Autónoma da Madeira destinada a académicos, profissionais do Direito, decisores políticos e sociedade civil interessada. A sessão de abertura teve lugar no Auditório do Edifício da Reitoria – Colégio dos Jesuítas, na Universidade da Madeira, às 9h15 do […]

Miguel Albuquerque, presidente do GR, na abertura do I Congresso de Direito Regional, 12 de março de 2026, Universidade da Madeira, Funchal, ilha da Madeira.

Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional, na abertura do I Congresso de Direito Regional. Fotografia da Presidência do GR, 12 de março de 2026. Sala dos Arcos da Universidade da Madeira, Rua dos Ferreiros, Funchal, ilha da Madeira. A Região Autónoma da Madeira recebeu nos dias 12 e 13 de março o I Congresso de Direito Regional, uma iniciativa da Associação de Direito Regional da Região Autónoma da Madeira destinada a académicos, profissionais do Direito, decisores políticos e sociedade civil interessada. A sessão de abertura teve lugar no Auditório do Edifício da Reitoria – Colégio dos Jesuítas, na Universidade da […]

Imagens e Memórias do Concelho de Câmara de Lobos, catálogo bilingue de exposição, Casa da Cultura de Câmara de Lobos, 30 maio a 31 julho de 2019, ilha da Madeira.

Imagens e Memórias do Concelho de Câmara de Lobos. Pictures and Memory of the Municipality of Câmara de Lobos. Catálogo bilingue de exposição com curadoria do Arquivo Regional e Biblioteca Pública da Madeira, Breve memória histórica de Jorge Valdemar Guerra. Casa da Cultura de Câmara de Lobos, 30 maio a 31 julho de 2019. Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

20 Anos de Autonomia na Madeira, Projecto Comemorativo do CEHA: A Autonomia, História e documentos, coordenação de Alberto Vieira, patrocínio da Assembleia Legislativa Regional, Funchal, 2001, ilha da Madeira.

20 Anos de Autonomia na Madeira. Projecto Comemorativo do CEHA: A Autonomia, História e documentos. Centro de Estudos de História do Atlântico, coordenação de Alberto Vieira (1956-2019). Patrocínio: Assembleia Legislativa Regional, Funchal, 2001, ilha da Madeira.

A Revisão Constitucional de 1982 (Textos e projectos), Diogo Freitas do Amaral, Lisboa, Instituto Amaro da Costa, 1984, Portugal.

Diogo Freitas do Amaral (1941-2019), A Revisão Constitucional de 1982 (Textos e projectos), Lisboa, Instituto Amaro da Costa, 1984, Portugal. Diogo Freitas do Amaral (Póvoa de Varzim, 21 jul. 1941; Cascais, 3 out. 2019)

As Finanças Regionais, Eduardo Paz Ferreira, prefácio de António de Sousa Franco, Lisboa, Imprensa Nacional Casa da Moeda, Estudos Gerais, Série Universitária, 1985, Portugal

Eduardo Paz Ferreira (1953-), As Finanças Regionais, prefácio de António de Sousa Franco (1942-2004), Lisboa, Imprensa Nacional Casa da Moeda, Estudos Gerais, Série Universitária, 1985, Portugal A criação da Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira constituiu uma das mais profundas inovações introduzidas na estrutura do Estado Português pela Constituição de 1976. A autonomia financeira atribuída a essas regiões representa também um elemento fortemente inovador no quadro das Finanças Públicas Portuguesas e que tem sido abordado quase sempre em termos emotivos no Continente como nas Regiões. Este livro procura contribuir para uma análise serena desta problemática. Para tanto, optou-se por […]

As Finanças do Sector Público – Introdução aos Subsectores Institucionais, António de Sousa Franco, 2.ª ed., Lisboa, Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa, 2003, Portugal

António de Sousa Franco (1942-2004), As Finanças do Sector Público – Introdução aos Subsectores Institucionais, 2.ª ed., Lisboa, Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa, 2003, Portugal.

João Filipe Pestana, “Conselho científico lança bases para história da diáspora e museu digital”, in Diário de Notícias, Funchal, 8 fev. 2025, p. 9, ilha da Madeira.

“Conselho científico lança bases para história da diáspora e museu digital”, reportagem de João Filipe Pestana, in Diário de Notícias, Funchal, 8 fev. 2025, p. 9. O Centro das Comunidades Madeirenses foi fundado em 1977 na dependência da Presidência do Governo Regional, no sentido de apoiar a dinamização do movimento associativo da Madeira no mundo, a promoção do destino turístico junto das comunidades madeirenses e o acompanhamento às de imigrantes residentes na Região. Em 1989, já sob a tutela da Secretaria Regional do Turismo, Cultura e, então, também Emigração, passa a designar-se Centro das Comunidades Madeirenses e muda as suas […]

Capela de Nossa Senhora das Neves, reconstrução de 1550 e seguintes, Sítio das Neves, São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira.

Capela de Nossa Senhora das Neves. Reconstrução de 1550 e seguintes. Fotografia de 2026. Sítio das Neves, São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira Cronologia Séc. 16, meados – edificada pelo povoador João Afonso Mialheiro e sua mulher, D. Catarina de Sá; 1590 (c.) – execução do retábulo da Procissão das Neves pela oficina de Fernão Gomes (Hernán Gómez Román, 1548-1612) (atr.); 1593, 31 ago. – falecimento do morgado Bartolomeu Machado, que aqui jaz; Séc. 17, inícios – até esta altura foi sede de um curato, tendo sido ali instalado, provisoriamente, a paróquia, até ao começo da construção da Igreja Paroquial […]

Vitral alusivo à Faculdade de Farmácia do Universidade do Porto, Ricardo Leone, 1934, Museu da Faculdade de Farmácia, Rua Aníbal Cunha, Porto, Portugal.

Vitral alusivo à Faculdade de Farmácia do Universidade do Porto. Ricardo Leone (c. 1890-1971), 1934. Antiga Faculdade, hoje Museu da Faculdade de Farmácia, Rua Aníbal Cunha, Porto, Portugal. Entre as personalidades indissociáveis do percurso da FFUP inclui-se a do professor doutor Aníbal Cunha (1868-1931), principal obreiro da transformação do ensino farmacêutico no país, e a quem se ficou a dever a construção do mítico edifício da Faculdade da Farmácia do Porto, entre 1916 e 1929, na rua com o seu nome. Marcante foi também o incêndio ocorrido em maio de 1975 e que quase destruiu por completo este edifício, obrigando […]

Jardim do Ilhéu com o Coroa de Rigo 23 e Mestre Bailhinha, julho de 2021, Câmara de Lobos, 2026, ilha da Madeira

Jardim do Ilhéu com o Coroa de Rigo 23 e Mestre Bailhinha, Trabalho inaugurado a 6 de julho de 2021, Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, 2026, ilha da Madeira. Trabalho da escultura/embarcação/instalação montada no alto do antigo Ilhéu de Câmara de Lobos, onde se levantara um bairro de pescadores inaugurado em 1949, mas depois desmantelado. O conjunto ficou com a designação Coroa do Ilhéu, com uma embarcação tradicional xavelha construída pelo mestre Bailhinha, Jorge Oliveira, ao longo de 2020 e envolveu uma verba de 65.500 euros por parte da Comissão dos 600 Anos, tendo o contrato sido […]

Palavras de D. Nuno Brás na entrada solene na sé do Funchal, 17 de fevereiro de 2019, Funchal, ilha da Madeira.

Palavras de D. Nuno Brás na entrada solene na sé do Funchal. Com D.  Manuel José Macário do Nascimento Clemente (1948-), cardeal patriarca, D, Teodoro de Faria (1930-2025), bispo emérito e outros Fotografia de Duarte Gomes, Jornal da Madeira, 17 de fevereiro de 2019 Funchal, ilha da Madeira Nuno Brás da Silva Martins (Vimieiro, Lourinhã, 12 maio 1963-) licenciou-se em teologia pela Universidade Católica de Lisboa, em 1985, ordenando-se padre em 4 jul. 1987, também em Lisboa. Realizou depois doutoramento pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, em 1999, tendo, entre 2005 e 2011, sido reitor do Seminário Maior de Cristo […]

Introdução ao Direito e ao Discurso Legitimador, João Baptista Machado, Coimbra, Almedina, 1982, Portugal.

João Baptista Machado (1927-1989), Introdução ao Direito e ao Discurso Legitimador, Coimbra, Almedina, 1982, Portugal.

O Direito: Introdução e Teoria Geral, José de Oliveira Ascensão, 13.ª ed. (1.ª ed. de 2005), Coimbra, Almedina, 2017, Portugal

José de Oliveira Ascensão (1932-2022), O Direito: Introdução e Teoria Geral, 13.ª ed. (1.ª ed. de 2005), Coimbra, Almedina, 2017, Portugal.

Carlos Carneiro, Galeria Alvarez do Porto, em 2003, Portugal

Carlos Carneiro (1900-1971) Autorretrato de 1961. Catálogo editado pela Galeria Alvarez do Porto, em 2003, onde se reproduziram aguarelas da sua visita a Berlim em junho-agosto de 1943, o que não deixou de incomodar muita gente.  Coleção dos herdeiros, Porto, Portugal. Carlos Carneiro (1900-1971), filho do pintor António Carneiro (1872-1930) e irmão do compositor Cláudio Carneiro (1895-1963). Frequentou a Escola de Belas Artes do Porto, onde foi discípulo de seu pai e de Marques de Oliveira (1853- 1927). Expôs pela primeira vez de forma coletiva em 1919, no Salão dos “Humorista” e estreou-se individualmente em 1924, no Porto. A sua […]

Autorretrato, óleo de Carlos Carneiro, 1961, coleção dos herdeiros, Porto, Portugal.

Autorretrato Óleo de Carlos Carneiro (1900-1971), 1961. Autorretrato que serviu de capa ao catálogo editado pela Galeria Alvarez do Porto, em 2003, onde se reproduziram aguarelas da sua visita a Berlim em junho-agosto de 1943, o que não deixou de incomodar muita gente.  Coleção dos herdeiros, Porto, Portugal. Carlos Carneiro (1900-1971), filho do pintor António Carneiro (1872-1930) e irmão do compositor Cláudio Carneiro (1895-1963). Frequentou a Escola de Belas Artes do Porto, onde foi discípulo de seu pai e de Marques de Oliveira (1853- 1927). Expôs pela primeira vez de forma coletiva em 1919, no Salão dos “Humorista” e estreou-se […]

Ilha da Madeira e suas Virtualidades Espirituais, Sant’Anna Dionísio, Lisboa, Impressão Neogravura, 1970, Portugal

Sant’Anna Dionísio (1902-1991), Ilha da Madeira e suas Virtualidades Espirituais, Lisboa, Impressão Neogravura, 1970 José Augusto Santana Dionísio (1902-1991), natural do Porto, conhecido por Sant’Anna Dionísio, foi professor, escritor, jornalista e pensador. Esteve na Madeira de 1931 a 1935, como professor de Filosofia, no Liceu Jaime Moniz, no Funchal. Muito ativo na vida cultural, foi um dos fundadores da revista Nova Esperança, tendo também colaborado, entre 1934 e 1935, na revista de cinema Movimento e na Prisma, entre 1936 e 1941. Colaborou também na Seara Nova, na qual publicou diversos artigos, entre os quais alguns sobre o arquipélago da Madeira, […]

A Filosofia como Objecto de Pedagogia, Sant’Anna Dionísio, Lisboa, Seara Nova, 1952, Portugal

Sant’Anna Dionísio (1902-1991), A Filosofia como Objecto da Pedagogia, Lisboa, Seara Nova, 1952 José Augusto Santana Dionísio (1902-1991), natural do Porto, conhecido por Sant’Anna Dionísio, foi professor, escritor, jornalista e pensador. Esteve na Madeira de 1931 a 1935, como professor de Filosofia, no Liceu Jaime Moniz, no Funchal. Muito ativo na vida cultural, foi um dos fundadores da revista Nova Esperança, tendo também colaborado, entre 1934 e 1935, na revista de cinema Movimento e na Prisma, entre 1936 e 1941. Colaborou também na Seara Nova, na qual publicou diversos artigos, entre os quais alguns sobre o arquipélago da Madeira, os […]

Santana Dionísio no Porto, desenho de Carlos Carneiro, 1930 (c.), coleção particular, Porto, Portugal.

Santana Dionísio no Porto Desenho de Carlos Carneiro (1900-1971), 1930 (c.) Coleção particular, Porto, Portugal. José Augusto Santana Dionísio (1902-1991), natural do Porto, conhecido por Sant’Anna Dionísio, foi professor, escritor, jornalista e pensador. Esteve na Madeira de 1931 a 1935, como professor de Filosofia, no Liceu Jaime Moniz, no Funchal. Muito ativo na vida cultural, foi um dos fundadores da revista Nova Esperança, tendo também colaborado, entre 1934 e 1935, na revista de cinema Movimento e na Prisma, entre 1936 e 1941. Colaborou também na Seara Nova, na qual publicou diversos artigos, entre os quais alguns sobre o arquipélago da Madeira, […]

D. Nuno Brás na sé do Funchal, 7 de abril de 2023, ilha da Madeira

D. Nuno Brás na sé do Funchal. Missa de Sexta-feira Santa de 7 de abril de 2023 Fotografia de Mariana Pacífico, Diário de Notícias do Funchal Funchal, ilha da Madeira Nuno Brás da Silva Martins (Vimieiro, Lourinhã, 12 maio 1963-) licenciou-se em teologia pela Universidade Católica de Lisboa, em 1985, ordenando-se padre em 4 jul. 1987, também em Lisboa. Realizou depois doutoramento pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, em 1999, tendo, entre 2005 e 2011, sido reitor do Seminário Maior de Cristo Rei, nos Olivais. Foi nomeado Cónego da Sé Metropolitana Patriarcal de Lisboa a 10 jan. 2009, lugar de […]

Bula Praeminenti Excelentia, Roma, 12 de junho de 1514, Torre do Tombo, Lisboa, Portugal

Bula Praeminenti Excelentia de fundação da Diocese do Funchal. Roma, papa Leão X (Giovanni di Lorenzo de Medici, 1475-1521), 12 de junho de 1514 Arquivo Nacional Torre do Tombo, Bulas, maço 20, doc. 34, Lisboa, Portugal. A fundação da Diocese do Funchal, pela bula Praeminenti Excelentia, data de 12 de junho de 1514, distando, portanto, quase noventa anos do início do povoamento do arquipélago, em 1425. Ao longo desse período, os grandes problemas de ordem espiritual com que deparou o território do arquipélago foram o de uma extrema falta de párocos, agravada pela inexistência de um prelado que os pudesse ordenar […]

Inéditos e Esparsos, Júlio Dinis, capa da 23.ª edição, Lisboa, J. Rodrigues & Compª., 1923, Portugal.

Júlio Dinis (1839-1871), Inéditos e Esparsos, Biblioteca Escolhida XXVII, capa da 23.ª edição (1.ª ed. 1910), Lisboa, J. Rodrigues & Compª., 1923. Joaquim Guilherme Gomes Coelho (Porto, 14 nov. 1839; idem, 12 set. 1871), assinava os seus trabalhos literários como Júlio Dinis. Médico e escritor esteve na Madeira 3 vezes em busca da cura para a tuberculose, entre 8 mar. e 20 maio 1869; 17 out. maio 1870 e meados de out. 1870 a 20 maio 1871, mas acabando por falecer no Porto nesse último ano.

Inéditos e Esparsos, Júlio Dinis, Lisboa, J. Rodrigues & Compª., 1910 e reedição de 2020, Portugal.

Júlio Dinis (1839-1871), Inéditos e Esparsos, Capa da reedição de Lisboa, 2020 (1.ª ed. 1910). Joaquim Guilherme Gomes Coelho (Porto, 14 nov. 1839; idem, 12 set. 1871), assinava os seus trabalhos literários como Júlio Dinis. Médico e escritor esteve na Madeira 3 vezes em busca da cura para a tuberculose, entre 8 mar. e 20 maio 1869; 17 out. maio 1870 e meados de out. 1870 a 20 maio 1871, mas acabando por falecer no Porto nesse último ano.

Inéditos e Esparsos, Júlio Dinis, capa da segunda edição, Lisboa, J. Rodrigues & Compª., 1910, Portugal.

Júlio Dinis (1839-1871), Inéditos e Esparsos, Palavras preliminares de Sousa Viterbo (1845-1910), capa da segunda edição, Lisboa, J. Rodrigues & Compª., 1910. Joaquim Guilherme Gomes Coelho (Porto, 14 nov. 1839; idem, 12 set. 1871), assinava os seus trabalhos literários como Júlio Dinis. Médico e escritor esteve na Madeira 3 vezes em busca da cura para a tuberculose, entre 8 mar. e 20 maio 1869; 17 out. maio 1870 e meados de out. 1870 a 20 maio 1871, acabando por falecer no Porto com essa doença.

Inéditos e Esparsos, Júlio Dinis, rosto da primeira edição, Lisboa, J. Rodrigues & Compª., 1910, Portugal.

Júlio Dinis (1839-1871), Inéditos e Esparsos, rosto da primeira edição, Lisboa, J. Rodrigues & Compª., 1910. Joaquim Guilherme Gomes Coelho (Porto, 14 nov. 1839; idem, 12 set. 1871), assinava os seus trabalhos literários como Júlio Dinis. Médico e escritor esteve na Madeira 3 vezes em busca da cura para a tuberculose, entre 8 mar. e 20 maio 1869; 17 out. maio 1870 e meados de out. 1870 a 20 maio 1871, acabando por falecer no Porto com essa doença.

Grupo Folclórico da Casa da Madeira de Toronto nos 36 anos do Grupo, Toronto, 31 de janeiro de 2020, Canadá.

Grupo Folclórico da Casa da Madeira de Toronto. Fundado em 1984 Fotografia dos 36 anos do Grupo, 31 de janeiro de 2020. Community Centre de Toronto, 1621, Dupont Street, Toronto, Canadá. Depois por passar por outros locais, em 1995, a organização comprou e mudou-se para um edifício maior, de três andares, no número 1621 da Dupont Street, onde atualmente se realizam os eventos do Clube fora do Parque. A atual sede do Clube inclui um salão com palco, com capacidade para 260 pessoas, e uma cozinha industrial no piso térreo, bem como escritórios no segundo piso e uma biblioteca/centro de […]

Grupo Folclórico da Casa da Madeira de Toronto nos 36 anos do Grupo, Toronto, 31 de janeiro de 2020, Canadá.

Grupo Folclórico da Casa da Madeira de Toronto. Fundado em 1984 Fotografia dos 36 anos do Grupo, 31 de janeiro de 2020. Community Centre de Toronto, 1621, Dupont Street, Toronto, Canadá. Depois por passar por outros locais, em 1995, a organização comprou e mudou-se para um edifício maior, de três andares, no número 1621 da Dupont Street, onde atualmente se realizam os eventos do Clube fora do Parque. A atual sede do Clube inclui um salão com palco, com capacidade para 260 pessoas, e uma cozinha industrial no piso térreo, bem como escritórios no segundo piso e uma biblioteca/centro de […]

Grupo Folclórico da Casa da Madeira de Toronto nos 36 anos do Grupo, Toronto, 31 de janeiro de 2020, Canadá.

Grupo Folclórico da Casa da Madeira de Toronto. Fundada em 1984 Fotografia dos 36 anos do Grupo, 31 de janeiro de 2020. Community Centre de Toronto, 1621, Dupont Street, Toronto, Canadá. Depois por passar por outros locais, em 1995, a organização comprou e mudou-se para um edifício maior, de três andares, no número 1621 da Dupont Street, onde atualmente se realizam os eventos do Clube fora do Parque. A atual sede do Clube inclui um salão com palco, com capacidade para 260 pessoas, e uma cozinha industrial no piso térreo, bem como escritórios no segundo piso e uma biblioteca/centro de […]

Cartaz da Festa Rancho de 1 de agosto de 2026, Pretoria West, África do Sul.

Cartaz da Festa Rancho de agosto de 2026. Fundado com Grupo Folclórico da Casa da Madeira de Pretoria em 1982. Pretoria West, África do Sul. CASA SOCIAL DA MADEIRA, Sekel Street, Elandspoort, 0183 Pretoria West, África do Sul

Grupo Folclórico da Casa da Madeira de Pretoria, cartaz da Festa Rancho de agosto de 2026, Pretoria West, África do Sul.

Grupo Folclórico da Casa da Madeira de Pretoria. Fundado em 1982. Cartaz da Festa Rancho de agosto de 2026. Pretoria West, África do Sul. CASA SOCIAL DA MADEIRA, Sekel Street, Elandspoort, 0183 Pretoria West, África do Sul.

Grupo Folclórico da Casa da Madeira de Pretória fundado em 1982, Pretoria West, 2025, África do Sul.

Grupo Folclórico da Casa da Madeira de Pretória. Fundado em 1982. Fotografia de 2025. Pretoria West, África do Sul. CASA SOCIAL DA MADEIRA, Sekel Street, Elandspoort, 0183 Pretoria West, África do Sul

Reunião dos Pioneiros em 1963, Orangeville, Canadá.

Reunião dos Pioneiros em 1963. Conjunto de emigrantes portugueses de onde provem o grupo fundador da Casa da Madeira de Toronto Fotografia de julho de 1963 Coleção Casa da Madeira, Community Centre de Toronto, Orangeville, Canadá. O Clube Madeira do Canadá foi fundado em 1963, mas as suas raízes remontam a 1953, com a chegada dos primeiros imigrantes portugueses ao abrigo da Lei de Imigração do Canadá de 1952. Mais concretamente, a 2 de junho de 1953, um navio atracou no Cais 21 de Halifax, ponto de partida para os novos imigrantes no Canadá, trazendo um grande contingente de madeirenses. De […]

Rubina Leal na Casa da Madeira, Community Centre de Toronto, fotografia 27 de julho de 2026, 1621, Dupont Street, Toronto, Canadá.

Rubina Leal, presidente da Assembleia da Madeira no Canadá. Casa da Madeira de Toronto fundada em 1963 Fotografia de 27 de julho de 2026. Casa da Madeira, Community Centre de Toronto, 1621, Dupont Street, Toronto, Canadá. Depois por passar por outros locais, em 1995, a organização comprou e mudou-se para um edifício maior, de três andares, no número 1621 da Dupont Street, onde atualmente se realizam os eventos do Clube fora do Parque. A atual sede do Clube inclui um salão com palco, com capacidade para 260 pessoas, e uma cozinha industrial no piso térreo, bem como escritórios no segundo […]

Casa da Madeira, Community Centre de Toronto, fotografia da Semana Cultural de 2025, 1621, Dupont Street, Toronto, Canadá.

Casa da Madeira, Community Centre de Toronto. Fundada em 1963 Fotografia da Semana Cultural de 2025. 1621, Dupont Street, Toronto, Canadá. Depois por passar por outros locais, em 1995, a organização comprou e mudou-se para um edifício maior, de três andares, no número 1621 da Dupont Street, onde atualmente se realizam os eventos do Clube fora do Parque. A atual sede do Clube inclui um salão com palco, com capacidade para 260 pessoas, e uma cozinha industrial no piso térreo, bem como escritórios no segundo piso e uma biblioteca/centro de recursos no terceiro piso. O Clube Madeira do Canadá foi […]

Procissão de Nossa Senhora de Fátima e Nossa Senhora do Monte, Madeira Park, 24 de agosto de 2025, Georgina, Toronto, Canadá.

Procissão de Nossa Senhora de Fátima e Nossa Senhora do Monte Casa da Madeira, Community Centre de Toronto. Fotografia de 24 de agosto de 2025. Madeira Park, Georgina, Toronto, Canadá. Propriedade comprada no ano de 1963 por 4.500 dólares tendo os 233 sócios contribuído com 20 dólares para a aquisição daquele terreno com 49 acres e que hoje vale 4 a 5 milhões. Todos os anos confraternizam nesta data milhares de descendentes de madeirenses, muitos deles ficando acampados naquele fim-de-semana dado que aquela propriedade rural tem centenas de árvores de grande porte, sanitários, cozinha, dezenas de mesas e grelhadores, dois […]

Madeira Park, 2018, Georgina, Toronto, Canadá.

Madeira Park. Com andores em fundo de Nossa Senhora de Fátima e Nossa Senhora do Monte Casa da Madeira, Community Centre de Toronto. Fotografia de 2018. Madeira Park, Georgina, Toronto, Canadá. Propriedade comprada no em 1963 por 4.500 dólares tendo os 233 sócios contribuído com 20 dólares para a aquisição daquele terreno com 49 acres e que hoje vale 4 a 5 milhões. Todos os anos confraternizam nesta data milhares de descendentes de madeirenses, muitos deles ficando acampados naquele fim-de-semana dado que aquela propriedade rural tem centenas de árvores de grande porte, sanitários, cozinha, dezenas de mesas e grelhadores, dois […]

Cartaz do Dia da Poncha, Casa da Madeira de Toronto, Madeira Park, 25 de julho de 2026, Georgina, Toronto, Canadá.

Cartaz do Dia da Poncha. Casa da Madeira Community Centre de Toronto. Sábado, 25 de julho de 2026. Madeira Park, Georgina, Toronto, Canadá. Propriedade comprada no em 1963 por 4.500 dólares tendo os 233 sócios contribuído com 20 dólares para a aquisição daquele terreno com 49 acres e que hoje vale 4 a 5 milhões. Todos os anos confraternizam nesta data milhares de descendentes de madeirenses, muitos deles ficando acampados naquele fim-de-semana dado que aquela propriedade rural tem centenas de árvores de grande porte, sanitários, cozinha, dezenas de mesas e grelhadores, dois dos quais de grandes dimensões onde são preparados […]

Flandres, Notas e Impressões, Manuel da Costa Dias, Lisboa, Imprensa Libânio da Silva, 1920, Portugal.

Manuel da Costa Dias (1883-1930), Flandres, Notas e Impressões, Lisboa, Imprensa Libânio da Silva, 1920, Portugal. Manuel da Costa Dias (Ponta do Pargo, 18 out. 1883; Lisboa, 24 jul. 1930), militar, professor, político, intelectual e escritor madeirense, casou com D. Helena Ribeiro Costa Dias, de quem teve dois filhos. Na juventude, entretanto, frequentou o Seminário Diocesano do Funchal e o Liceu do Funchal. Mais tarde, já no continente, frequentou o Instituto Industrial e Comercial do Porto e a Escola do Exército. Como militar, iniciou a carreira em 1903 e, mais tarde, prestou serviço em Angola, em 1910, como colaborador do […]

Obras no Liceu de Jaime Moniz, projeto de Edmundo Tavares, 1942 (c.), Funchal, ilha da Madeira.

Obras no Liceu de Jaime Moniz. Liceu Nacional do Funchal, Liceu do Funchal e hoje Escola Secundária Jaime Moniz Projeto inicial de Edmundo Tavares (1892-1983), de 1936 a 1939, sucessivamente alterado pela Direção Escolar de Lisboa até 1946. Fotografia Perestrellos Photographos, Raul Martins Perestrello (1915-1998) (atr.), 1942 (c.). Museu de Fotografia da Madeira (PER 1295), Atelier Vicente’s. Funchal, ilha da Madeira. Em 1940 o Estado fez a cedência dos terrenos do Hospital Militar, tendo sido adjudicado a construção de um novo edifício, que já se equacionava desde 1936, com o primeiro projeto de Edmundo Tavares (1892-1983). Ainda com muitas obras […]

Obras no Liceu de Jaime Moniz, projeto de Edmundo Tavares, 1942 (c.), Funchal, ilha da Madeira.

Obras no Liceu de Jaime Moniz. Liceu Nacional do Funchal, Liceu do Funchal e hoje Escola Secundária Jaime Moniz Projeto inicial de Edmundo Tavares (1892-1983), de 1936 a 1939, sucessivamente alterado pela Direção Escolar de Lisboa até 1946. Fotografia Perestrellos Photographos, Raul Martins Perestrello (1915-1998) (atr.), 1942 (c.). Museu de Fotografia da Madeira (PER 1298), Atelier Vicente’s. Funchal, ilha da Madeira. Em 1940 o Estado fez a cedência dos terrenos do Hospital Militar, tendo sido adjudicado a construção de um novo edifício, que já se equacionava desde 1936, com o primeiro projeto de Edmundo Tavares (1892-1983). Ainda com muitas obras […]

Entidades oficiais envolvidas nas obras do Liceu Jaime Moniz, convidadas pelo empreiteiro “António Pereira Camacho & Cª”, 22 de dezembro de 1941, Freguesia de Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira.

Entidades oficiais envolvidas nas obras do Liceu Jaime Moniz, convidadas pelo empreiteiro “António Pereira Camacho & Cª“. Por ocasião da finalização do levantamento das paredes do edifício do Liceu, o empreiteiro António Pereira Camacho deu uma festa, da qual constou um “Madeira de Honra”, oferecido às entidades oficiais e particulares e uma refeição oferecida aos operários que trabalharam na obra. Vê-se, ao centro, o governador civil do Distrito do Funchal, Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?), à direita, o presidente da Junta Geral do Distrito do Funchal, Dr. João Abel de Freitas (1893-1948), à esquerda, o reitor do Liceu Nacional […]

Planta geral dos arruamentos envolventes do edifício do Liceu de Jaime Moniz, 1940 (c.), Funchal, ilha da Madeira.

Planta geral dos arruamentos envolventes do edifício do Liceu de Jaime Moniz. Liceu Nacional do Funchal, Liceu do Funchal e hoje Escola Secundária Jaime Moniz, Projeto inicial de Edmundo Tavares (1892-1983), de 1936 a 1939, sucessivamente alterado pela Direção Escolar de Lisboa até 1946. Fotografia Perestrellos Photographos, negativo simples, 12,7 x 17,6 cm. Museu de Fotografia da Madeira (PER 1285), Atelier Vicente’s. PT/ABM/PER/F/005-002/000008 Funchal, ilha da Madeira. Em 1940 o Estado fez a cedência dos terrenos do Hospital Militar, tendo sido adjudicado a construção de um novo edifício, que já se equacionava desde 1936, com o primeiro projeto de Edmundo […]

Planta do 2º piso do edifício do Liceu de Jaime Moniz, gabinete de Edmundo Tavares, 1940 (c.), Funchal, ilha da Madeira.

Planta do 2º piso do edifício do Liceu de Jaime Moniz. Liceu Nacional do Funchal, Liceu do Funchal e hoje Escola Secundária Jaime Moniz, Projeto inicial de Edmundo Tavares (1892-1983), de 1936 a 1939, sucessivamente alterado pela Direção Escolar de Lisboa até 1946. Fotografia Perestrellos Photographos, Museu de Fotografia da Madeira (PER 1285), Atelier Vicente’s. Funchal, ilha da Madeira. Em 1940 o Estado fez a cedência dos terrenos do Hospital Militar, tendo sido adjudicado a construção de um novo edifício, que já se equacionava desde 1936, com o primeiro projeto de Edmundo Tavares (1892-1983). Ainda com muitas obras em curso, […]

Alçados do Liceu de Jaime Moniz, gabinete de Edmundo Tavares, 1940 (c.), Funchal, ilha da Madeira.

Alçados do edifício do Liceu de Jaime Moniz. Liceu Nacional do Funchal, Liceu do Funchal e hoje Escola Secundária Jaime Moniz, Projeto inicial de Edmundo Tavares (1892-1983), de 1936 a 1939, sucessivamente alterado pela Direção Escolar de Lisboa até 1946. Fotografia Perestrellos Photographos, Museu de Fotografia da Madeira (PER 1286), Atelier Vicente’s, PT/ABM/PER/F/005-002/000007. Funchal, ilha da Madeira. Em 1940 o Estado fez a cedência dos terrenos do Hospital Militar, tendo sido adjudicado a construção de um novo edifício, que já se equacionava desde 1936, com o primeiro projeto de Edmundo Tavares (1892-1983). Ainda com muitas obras em curso, iniciaram-se as […]

Liceu de Jaime Moniz nas vésperas da inauguração, outubro de 1946, Funchal, ilha da Madeira.

Liceu de Jaime Moniz nas vésperas da inauguração. Liceu Nacional do Funchal, Liceu do Funchal e hoje Escola Secundária Jaime Moniz Projecto inicial de Edmundo Tavares (1892-1983), de 1936 a 1939, sucessivamente alterado pela Direção Escolar de Lisboa até 1946. Fotografia Perestrellos Photographos, Raul Martins Perestrello (1915-1998) (atr.), outubro de 1946. Museu de Fotografia da Madeira (PER 1296), Atelier Vicente’s. Funchal, ilha da Madeira. Em 1940 o Estado fez a cedência dos terrenos do Hospital Militar, tendo sido adjudicado a construção de um novo edifício, que já se equacionava desde 1936, com o primeiro projeto de Edmundo Tavares (1892-1983). Ainda […]

Entidades oficiais envolvidas nas obras do Liceu Jaime Moniz, 22 de dezembro de 1941, Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira.

Retrato das entidades oficiais envolvidas nas obras do Liceu Jaime Moniz, convidadas pelo empreiteiro “António Pereira Camacho & Cª“. Com o empreiteiro António Pereira Camacho, Eng. Abel Rodrigues da Silva Vieira (1898-1972), Dr. Ângelo Augusto da Silva (1896-1987), Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?), Dr. João Abel de Freitas (1893-1948) e outros. A contar da esquerda, as entidades presentes são: o governador civil do Distrito do Funchal, Gustavo Teixeira Dias (quarto); o presidente da Junta Geral do Distrito do Funchal, Dr. João Abel de Freitas (quinto); o diretor das obras públicas da Junta Geral do Distrito do Funchal, engenheiro Abel […]

D. Duarte Nuno, Diário de Notícias, Funchal, 31 de outubro de 1942, p. 1, ilha da Madeira.

D. Duarte Nuno Viagem para a Europa após o casamento de D. Duarte Nuno (1907-1976) e Dona Maria Francisca de Órleans Bragança (1914-1968) celebrado na embaixada de Portugal, no Rio de Janeiro e, depois, em Petrópolis, de harmonia com as leis brasileiras. Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 31 de outubro de 1942, p. 1. Levantamento para o DEM 4, entrada de Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. D. Duarte Nuno de Bragança (Áustria, 23 set. 1907 – Lisboa, 24 dez. 1976), descendente do rei […]

Viagem de príncipes, Diário de Notícias, Funchal, 29 de outubro de 1942, p. 1, ilha da Madeira.

Viagem de príncipes Viagem para a Europa após o casamento de D. Duarte Nuno (1907-1976) e Dona Maria Francisca de Órleans Bragança (1914-1968) celebrado na embaixada de Portugal, no Rio de Janeiro e, depois, em Petrópolis, de harmonia com as leis brasileiras. Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 29 de outubro de 1942, p. 1. Levantamento para o DEM 4, entrada de Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. D. Duarte Nuno de Bragança (Áustria, 23 set. 1907 – Lisboa, 24 dez. 1976), descendente do rei […]

O sr. D. Duarte Nuno encontra-se em Lisboa, Diário de Notícias, Funchal, 28 de outubro de 1942, p. 1, ilha da Madeira.

D. Duarte Nuno encontra-se em Lisboa Viagem para a Europa após o casamento de D. Duarte Nuno (1907-1976) e Dona Maria Francisca de Órleans Bragança (1914-1968) celebrado na embaixada de Portugal, no Rio de Janeiro e, depois, em Petrópolis, de harmonia com as leis brasileiras. Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 28 de outubro de 1942, p. 1. Levantamento para o DEM 4, entrada de Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. D. Duarte Nuno de Bragança (Áustria, 23 set. 1907 – Lisboa, 24 dez. 1976), […]

D. Duarte Nuno e esposa chegaram a Lisboa, Diário de Notícias, Funchal, 27 de outubro de 1942, p. 1, ilha da Madeira.

D. Duarte Nuno e esposa chegaram a Lisboa Viagem para a Europa após o casamento de D. Duarte Nuno (1907-1976) e Dona Maria Francisca de Órleans Bragança (1914-1968) celebrado na embaixada de Portugal, no Rio de Janeiro e, depois, em Petrópolis, de harmonia com as leis brasileiras. Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 27 de outubro de 1942, p. 1. Levantamento para o DEM 4, entrada de Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. D. Duarte Nuno de Bragança (Áustria, 23 set. 1907 – Lisboa, 24 […]

Príncipes em viagem, Diário de Notícias, Funchal, 26 de outubro de 1942, p. 1, ilha da Madeira.

Príncipes em viagem Viagem para a Europa após o casamento de D. Duarte Nuno (1907-1976) e Dona Maria Francisca de Órleans Bragança (1914-1968) celebrado na embaixada de Portugal, no Rio de Janeiro e, depois, em Petrópolis, de harmonia com as leis brasileiras. Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 26 de outubro de 1942, p. 1. Levantamento para o DEM 4, entrada de Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. D. Duarte Nuno de Bragança (Áustria, 23 set. 1907 – Lisboa, 24 dez. 1976), descendente do rei […]

O Casamento do sr. Dom Duarte Nuno de Bragança no Rio de Janeiro, Diário de Notícias, Funchal, 25 de outubro de 1942, p. 1, ilha da Madeira.

O Casamento do sr. Dom Duarte Nuno de Bragança  Casamento de D. Duarte Nuno (1907-1976) e Dona Maria Francisca de Órleans Bragança (1914-1968) celebrado na embaixada de Portugal, no Rio de Janeiro e, depois, em Petrópolis, de harmonia com as leis brasileiras. Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 25 de outubro de 1942, p. 1. Levantamento para o DEM 4, entrada de Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. D. Duarte Nuno de Bragança (Áustria, 23 set. 1907 – Lisboa, 24 dez. 1976), descendente do rei […]

O Presidente Carmona na Madeira, Diário de Notícias, Funchal, 25 de outubro de 1942, p. 1, ilha da Madeira.

O Presidente Carmona na Madeira Notícia da muito boa receção em Lisboa do trabalho do jornalista Dr. Elmano Vieira (1892-1962), O presidente Carmona na Madeira: dez horas maravilhosas da História Insular, 13 de julho de 1938, com capa de Max Römer (1878-1960), editado pelo Governo do Distrito Autónomo do Funchal, em 1942, tendo assim aguardado em São Lourenço 4 anos para a sua publicação. Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 25 de outubro de 1942, p. 1. Levantamento para o DEM 4, entrada de Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, […]

Dr. Gustavo Teixeira Dias, Diário de Notícias, Funchal, 17 de setembro de 1944, p. 1, ilha da Madeira.

Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Pub. na edição comemorativa da visita do Senhor Dom Manuel Gonçalves Cerejeira (1888-1977) Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 17 de setembro de 1944, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) era natural de Resende e filho de Amélia Guilhermina, como indica a sua matrícula na Universidade de Coimbra, a 3 out. 1904, não se indicando o nome do pai, provavelmente já falecido. Terminou o curso de Direito em 1910, tendo sido magistrado judicial e, depois, governador […]

Realizam-se hoje as eleições de Deputados, Diário de Notícias, Funchal, 1 de novembro de 1942, p. 1, ilha da Madeira.

Realizam-se hoje as eleições de Deputados. Drs. Juvenal de Araújo (1903-1977), Álvaro Favila Vieira (1902-1963) e Luís Vieira de Castro (1898-1954) Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 1 de novembro de 1942, p. 1. Levantamento para a entrada do DEM de Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) era natural de Resende e filho de Amélia Guilhermina, como indica a sua matrícula na Universidade de Coimbra, a 3 out. 1904, não se indicando o nome do pai, provavelmente já […]

Dr. Gustavo Teixeira Dias, Diário de Notícias, Funchal, 25 de outubro de 1942, p. 1, ilha da Madeira.

Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) O significado do Acto Eleitoral. O sr. Governador Civil em entrevista concedida ao “Diário de Notícias” diz-nos da sua grande fé no resultado patriótico das próximas eleições que vão realizar-se neste Distrito. Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 25 de outubro de 1942, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) era natural de Resende e filho de Amélia Guilhermina, como indica a sua matrícula na Universidade de Coimbra, a 3 out. 1904, não se indicando o nome […]

O significado do Acto Eleitoral, entrevista do sr. Governador Civil, Gustavo Teixeira Civil, Diário de Notícias, Funchal, 25 de outubro de 1942, p. 1, ilha da Madeira.

O significado do Acto Eleitoral. O sr. Governador Civil em entrevista concedida ao “Diário de Notícias” diz-nos da sua grande fé no resultado patriótico das próximas eleições que vão realizar-se neste Distrito. Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 25 de outubro de 1942, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) era natural de Resende e filho de Amélia Guilhermina, como indica a sua matrícula na Universidade de Coimbra, a 3 out. 1904, não se indicando o nome […]

Levantamento do edifício do Liceu do Funchal, Diário de Notícias, Funchal, 23 de dezembro de 1941, p. 1, ilha da Madeira.

O Funchal Moderno. Ficou ontem engalgado o edifício do novo Liceu do Funchal Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 23 de dezembro de 1941, p. 1. Levantamento para o DEM 4, entrada de Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) era natural de Resende e filho de Amélia Guilhermina, como indica a sua matrícula na Universidade de Coimbra, a 3 out. 1904, não se indicando o nome do pai, provavelmente já falecido. Terminou o curso de Direito em 1910, […]

Jantar oferecido pelo Chefe do Distrito, Diário de Notícias, Funchal, 23 de dezembro de 1941, p. 1, ilha da Madeira.

Em honra do sr. comandante e guarnição militar da Madeira. Um jantar oferecido pelo Chefe do Distrito. Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 23 de dezembro de 1941, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) era natural de Resende e filho de Amélia Guilhermina, como indica a sua matrícula na Universidade de Coimbra, a 3 out. 1904, não se indicando o nome do pai, provavelmente já falecido. Terminou o curso de Direito em 1910, tendo sido magistrado […]

Continuação da reportagem dum grande acontecimento na vida da Madeira, Diário de Notícias, Funchal, 18 de setembro de 1944, p. 4, ilha da Madeira.

Continuação da reportagem dum grande acontecimento na vida da Madeira A visita do cardeal Dom Manuel Gonçalves Cerejeira (1888-1977) Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 18 de setembro de 1944, p. 4. Levantamento para a entrada do DEM do governador Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Manuel Gonçalves Cerejeira (Lousado, Vila Nova de Famalicão, 29 nov. 1888; Lisboa, 2 ago. 1977) foi o 14.º patriarca de Lisboa, nomeado a 18 nov. 1929. Diplomado em Teologia e em Ciências Histórico-Geográficas pela Universidade de Coimbra, […]

Continuação da reportagem dum grande acontecimento na vida da Madeira, Diário de Notícias, Funchal, 18 de setembro de 1944, p. 3, ilha da Madeira.

Continuação da reportagem dum grande acontecimento na vida da Madeira A visita do cardeal Dom Manuel Gonçalves Cerejeira (1888-1977) Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 18 de setembro de 1944, p. 3. Levantamento para a entrada do DEM do governador Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Manuel Gonçalves Cerejeira (Lousado, Vila Nova de Famalicão, 29 nov. 1888; Lisboa, 2 ago. 1977) foi o 14.º patriarca de Lisboa, nomeado a 18 nov. 1929. Diplomado em Teologia e em Ciências Histórico-Geográficas pela Universidade de Coimbra, […]

Continuação da reportagem dum grande acontecimento na vida da Madeira, Diário de Notícias, Funchal, 18 de setembro de 1944, p. 2, ilha da Madeira.

Continuação da reportagem dum grande acontecimento na vida da Madeira A visita do cardeal Dom Manuel Gonçalves Cerejeira (1888-1977) Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 18 de setembro de 1944, p. 2. Levantamento para a entrada do DEM do governador Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Manuel Gonçalves Cerejeira (Lousado, Vila Nova de Famalicão, 29 nov. 1888; Lisboa, 2 ago. 1977) foi o 14.º patriarca de Lisboa, nomeado a 18 nov. 1929. Diplomado em Teologia e em Ciências Histórico-Geográficas pela Universidade de Coimbra, […]

Grandiosa manifestação de Fé, in Diário de Notícias, Funchal, 18 de setembro de 1944, p. 1, ilha da Madeira.

Grandiosa manifestação de Fé A visita do cardeal Dom Manuel Gonçalves Cerejeira (1888-1977) Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 18 de setembro de 1944, p. 1. Levantamento para a entrada do DEM do governador Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Manuel Gonçalves Cerejeira (Lousado, Vila Nova de Famalicão, 29 nov. 1888; Lisboa, 2 ago. 1977) foi o 14.º patriarca de Lisboa, nomeado a 18 nov. 1929. Diplomado em Teologia e em Ciências Histórico-Geográficas pela Universidade de Coimbra, na respetiva Faculdade de Letras obteve […]

D. Teodósio de Gouveia, in Diário de Notícias, Funchal, 17 de setembro de 1944, p. 6, ilha da Madeira.

D. Teodósio de Gouveia Edição da visita do cardeal Dom Manuel Gonçalves Cerejeira (1888-1977) Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 17 de setembro de 1944, p. 6. Levantamento para a entrada do DEM do governador Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Dom Teodósio Clemente de Gouveia (São Jorge, ilha da Madeira, 13 maio 1889; Lourenço Marques (hoje, Maputo), 6 fev. 1962). Filho de Clemente Francisco de Gouveia e Ana Augusta Jardim, veio a entrar para o seminário da Encarnação do Funchal em 1905 […]

Notícias da visita do cardeal Dom Manuel Gonçalves Cerejeira, Diário de Notícias, Funchal, 17 de setembro de 1944, p. 2, ilha da Madeira.

A visita do cardeal Dom Manuel Gonçalves Cerejeira. (1888-1977) Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 17 de setembro de 1944, p. 1. Levantamento para a entrada do DEM do governador Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Manuel Gonçalves Cerejeira (Lousado, Vila Nova de Famalicão, 29 nov. 1888; Lisboa, 2 ago. 1977) foi o 14.º patriarca de Lisboa, nomeado a 18 nov. 1929. Diplomado em Teologia e em Ciências Histórico-Geográficas pela Universidade de Coimbra, na respetiva Faculdade de Letras obteve em 1919 o grau […]

Notícia da visita do cardeal Dom Manuel Gonçalves Cerejeira, Diário de Notícias, Funchal, 17 de setembro de 1944, p. 1, ilha da Madeira.

Senhor Dom Manuel Gonçalves Cerejeira. (1888-1977) Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 17 de setembro de 1944, p. 1. Levantamento para a entrada do DEM do governador Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Manuel Gonçalves Cerejeira (Lousado, Vila Nova de Famalicão, 29 nov. 1888; Lisboa, 2 ago. 1977) foi o 14.º patriarca de Lisboa, nomeado a 18 nov. 1929. Diplomado em Teologia e em Ciências Histórico-Geográficas pela Universidade de Coimbra, na respetiva Faculdade de Letras obteve em 1919 o grau de doutor em […]

Notícia da chegada do novo Governador da Madeira de Lisboa, Diário de Notícias, Funchal, 12 de março de 1941, p. 1, ilha da Madeira.

O Governador da Madeira chegou de Lisboa tendo tido uma calorosa receção. Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 12 de março de 1941, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) era natural de Resende e filho de Amélia Guilhermina, como indica a sua matrícula na Universidade de Coimbra, a 3 out. 1904, não se indicando o nome do pai, provavelmente já falecido. Terminou o curso de Direito em 1910, tendo sido magistrado judicial e, depois, governador civil […]

Frei Pedro da Guarda, o Santo Servo de Deus, reabilitação com painel de azulejos de 2014, Convento franciscano de São Bernardino, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Frei Pedro da Guarda, o Santo Servo de Deus  (Guarda, 1435; Câmara de Lobos, 27 jul. 1505) Campanha de obras de 1735 (c.) e reabilitação com painel de azulejos de 2014 Fotografia de 2024. Convento franciscano de São Bernardino. Paróquia de Santa Cecília, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Cronologia 1459 – vinda para a Ilha de frei Gil de Carvalho, quando os franciscanos começavam a abandonar o primitivo eremitério de São João no Funchal, instalando-se em Câmara de Lobos junto à ribeira com dois leigos, João Afonso e Martinho Afonso, em terrenos doados por João Afonso, escudeiro do infante […]

Notícia da Posse do novo Governador da Madeira em Lisboa, Diário de Notícias, Funchal, 13 de fevereiro de 1941, p. 1, ilha da Madeira.

Notícia da futura Posse do novo Governador da Madeira em Lisboa. Dr. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 13 de fevereiro de 1941, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Gustavo Teixeira Dias (c. 1886-?) era natural de Resende e filho de Amélia Guilhermina, como indica a sua matrícula na Universidade de Coimbra, a 3 out. 1904, não se indicando o nome do pai, provavelmente já falecido. Terminou o curso de Direito em 1910, tendo sido magistrado judicial e, depois, governador civil de […]

A Pomba de Juan Abreu, abril de 2025, Funchal, ilha da Madeira.

A Pomba de abril de 2025. Juan Abreu, abril de 2025. Funchal, ilha da Madeira.

Materiais da 44ª A Feira do Livro do Funchal. Avenida Arriaga, junho de 2018, ilha da Madeira.

Materiais da 44ª A Feira do Livro do Funchal. Avenida Arriaga, junho de 2018. Organização de Sandra Nóbrega e design de Juan Abreu. Departamento de Cultura da Câmara Municipal do Funchal, junho de 2018, ilha da Madeira.

43ª A Feira do Livro do Funchal. Avenida Arriaga, 26 de maio a 4 de junho de 2017, cartaz de Juan Abreu, Funchal, ilha da Madeira.

43ª A Feira do Livro do Funchal. Avenida Arriaga, 26 de maio a 4 de junho de 2017. Organização de Sandra Nóbrega e cartaz de Juan Abreu. Departamento de Cultura da Câmara Municipal do Funchal, maio de 2017, ilha da Madeira. Apresentação do Descobrimento da Ilha da Madeira de Francisco Manuel de Melo, obra comentada por Cristina Trindade, Paulo Perneta, Luísa Marinho Antunes Paolinelli e Rui Carita, com fotografias de Francisco Correia, coordenação e organização de Luís Eduardo Nicolau, Feira do Livro do Funchal, 3 de junho de 2017. Imprensa Académica, Associação Académica da Universidade da Madeira, Funchal, ilha da […]

42ª A Feira do Livro do Funchal. Avenida Arriaga, 13 a 22 de maio de 2016, cartaz de Juan Abreu, Funchal, ilha da Madeira.

42ª A Feira do Livro do Funchal. Avenida Arriaga, 13 a 22 de maio de 2016. Organização de Sandra Nóbrega e cartaz de Juan Abreu. Departamento de Cultura da Câmara Municipal do Funchal, maio de 2016, ilha da Madeira. Lançamento do Descobrimento da Ilha da Madeira de Jerónimo Dias Leite, comentários de Cristina Trindade, Raimundo Quintal e Rui Carita, coordenação, organização de Luís Eduardo Nicolau e prefácio de José Eduardo Franco, Funchal, Imprensa Académica, a 21 de maio de 2016. Jerónimo Dias Leite (c. 1537; c. 1593). Filho de Gaspar Dias, alfaiate e de Isabel Fernandes, foi vigário de Arguim […]

Máscara da Venezuela, Juan Abreu, 2022, Funchal, ilha da Madeira.

Máscara da Venezuela. Técnica mista de Juan Abreu, 2022 Funchal, ilha da Madeira.

Máscaras da Venezuela, Juan Abreu, 2016, Museu de Arte Sacra do Funchal, ilha da Madeira.

Máscaras da Venezuela. Técnica mista de Juan Abreu, 2016 Paisagens. A Presença do Religioso, exposição celebrando o Dia Internacional dos Museus com o tema “Paisagens Culturais” Curadoria de Martinho Mendes e ilustração de Juan Abreu com imagens do religioso da Venezuela. Museu de Arte Sacra do Funchal, 18 de maio a 29 de julho de 2016, ilha da Madeira.

Palmito da exposição Paisagens. A Presença do Religioso, curadoria de Martinho Mendes, Museu de Arte Sacra do Funchal, 18 de maio a 29 de julho de 2016, ilha da Madeira.

Palmito da exposição Paisagens. A Presença do Religioso Exposição celebrando o Dia Internacional dos Museus com o tema “Paisagens Culturais” Curadoria de Martinho Mendes e ilustração de Juan Abreu com imagens do religioso da Venezuela. Museu de Arte Sacra do Funchal, 18 de maio a 29 de julho de 2016, ilha da Madeira.

Abertura da exposição Paisagens. A Presença do Religioso, curadoria de Martinho Mendes e ilustração de Juan Abreu, Museu de Arte Sacra do Funchal, maio e julho de 2016, ilha da Madeira.

Paisagens. A Presença do Religioso Abertura da exposição celebrando o Dia Internacional dos Museus com o tema “Paisagens Culturais” Curadoria de Martinho Mendes e ilustração de Juan Abreu com imagens do religioso da Venezuela Museu de Arte Sacra do Funchal, 18 de maio a 29 de julho de 2016, ilha da Madeira.

Auto de Santo Aleixo da antologia de Baltazar Dias, ilustração de Juan Abreu, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018.

Auto de Santo Aleixo da antologia de Baltazar Dias (c. 1480-1548) Ilustração de Juan Abreu Coordenação geral de Eduardo Franco, Luísa Antunes Paolinelli e Cristina Trindade. Coleção Baltazar Dias, nº 1, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018. O nome mais importante do teatro madeirense deve ser o de Baltazar Dias (c. 1480-1548), do qual pouco se sabe, apesar de ter tido grande nomeada no seu tempo como poeta e autor de vários autos, que as classes populares liam avidamente e de que se fizeram muitas edições. Vagamente consta que nasceu na freguesia de Santana e presume-se que tivesse […]

Auto de Santa Catarina da antologia de Baltazar Dias, ilustração de Juan Abreu, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018.

Auto de Santa Catarina da antologia de Baltazar Dias (c. 1480-1548) Ilustração de Juan Abreu Coordenação geral de Eduardo Franco, Luísa Antunes Paolinelli e Cristina Trindade. Coleção Baltazar Dias, nº 1, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018. O nome mais importante do teatro madeirense deve ser o de Baltazar Dias (c. 1480-1548), do qual pouco se sabe, apesar de ter tido grande nomeada no seu tempo como poeta e autor de vários autos, que as classes populares liam avidamente e de que se fizeram muitas edições. Vagamente consta que nasceu na freguesia de Santana e presume-se que tivesse […]

Auto de Santa Catarina da antologia de Baltazar Dias, ilustração de Juan Abreu, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018.

Auto de Santa Catarina da antologia de Baltazar Dias (c. 1480-1534) Ilustração de Juan Abreu Coordenação geral de Eduardo Franco, Luísa Antunes Paolinelli e Cristina Trindade. Coleção Baltazar Dias, nº 1, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018. O nome mais importante do teatro madeirense deve ser o de Baltazar Dias (c. 1480-1534), do qual pouco se sabe, apesar de ter tido grande nomeada no seu tempo como poeta e autor de vários autos, que as classes populares liam avidamente e de que se fizeram muitas edições. Vagamente consta que nasceu na freguesia de Santana e presume-se que tivesse […]

Tragédia do Marquês de Mântua da antologia de Baltazar Dias, ilustração de Juan Abreu, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018.

Tragédia do Marquês de Mântua da antologia de Baltazar Dias (c. 1480-1534) Ilustração de Juan Abreu Coordenação geral de Eduardo Franco, Luísa Antunes Paolinelli e Cristina Trindade. Coleção Baltazar Dias, nº 1, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018. O nome mais importante do teatro madeirense deve ser o de Baltazar Dias (c. 1480-1534), do qual pouco se sabe, apesar de ter tido grande nomeada no seu tempo como poeta e autor de vários autos, que as classes populares liam avidamente e de que se fizeram muitas edições. Vagamente consta que nasceu na freguesia de Santana e presume-se que […]

Malícia das Mulheres da antologia de Baltazar Dias, ilustração de Juan Abreu, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018.

Malícia das Mulheres da antologia de Baltazar Dias (c. 1480-1534) Ilustração de Juan Abreu Coordenação geral de Eduardo Franco, Luísa Antunes Paolinelli e Cristina Trindade. Coleção Baltazar Dias, nº 1, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018. O nome mais importante do teatro madeirense deve ser o de Baltazar Dias (c. 1480-1534), do qual pouco se sabe, apesar de ter tido grande nomeada no seu tempo como poeta e autor de vários autos, que as classes populares liam avidamente e de que se fizeram muitas edições. Vagamente consta que nasceu na freguesia de Santana e presume-se que tivesse passado […]

História da Imperatriz Porcina da antologia de Baltazar Dias, ilustração de Juan Abreu, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018.

História da Imperatriz Porcina da antologia de Baltazar Dias (c. 1480-1534) Ilustração de Juan Abreu Coordenação geral de Eduardo Franco, Luísa Antunes Paolinelli e Cristina Trindade. Coleção Baltazar Dias, nº 1, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018. O nome mais importante do teatro madeirense deve ser o de Baltazar Dias (c. 1480-1534), do qual pouco se sabe, apesar de ter tido grande nomeada no seu tempo como poeta e autor de vários autos, que as classes populares liam avidamente e de que se fizeram muitas edições. Vagamente consta que nasceu na freguesia de Santana e presume-se que tivesse […]

Conselhos para bem casar da antologia de Baltazar Dias, ilustração de Juan Abreu, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018.

Conselhos para bem casar da antologia de Baltazar Dias (c. 1480-1534) Ilustração de Juan Abreu Coordenação geral de Eduardo Franco, Luísa Antunes Paolinelli e Cristina Trindade. Coleção Baltazar Dias, nº 1, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018. O nome mais importante do teatro madeirense deve ser o de Baltazar Dias (c. 1480-1534), do qual pouco se sabe, apesar de ter tido grande nomeada no seu tempo como poeta e autor de vários autos, que as classes populares liam avidamente e de que se fizeram muitas edições. Vagamente consta que nasceu na freguesia de Santana e presume-se que tivesse […]

Ficha técnica da antologia de Baltazar Dias, Luísa Antunes Paolinelli e ilustração de Juan Abreu, Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018, ilha da Madeira

Ficha técnica da antologia de Baltazar Dias (c. 1480-1534) Coordenação geral de Eduardo Franco, Luísa Antunes Paolinelli e Cristina Trindade, ilustração de Juan Abreu Coleção Baltazar Dias, nº 1, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018. O nome mais importante do teatro madeirense deve ser o de Baltazar Dias (c. 1480-1534), do qual pouco se sabe, apesar de ter tido grande nomeada no seu tempo como poeta e autor de vários autos, que as classes populares liam avidamente e de que se fizeram muitas edições. Vagamente consta que nasceu na freguesia de Santana e presume-se que tivesse passado uma […]

Baltazar Dias, Luisa Paolinelli e outros, ilustração de Juan Abreu, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018, ilha da Madeira

Baltazar Dias (c. 1480-1534) Coordenação geral de Eduardo Franco, Luisa Antunes Paolinelli e Cristina Trindade, ilustrações de Juan Abreu Coleção Baltazar Dias, nº 1, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018. O nome mais importante do teatro madeirense deve ser o de Baltazar Dias (c. 1480-1534), do qual pouco se sabe, apesar de ter tido grande nomeada no seu tempo como poeta e autor de vários autos, que as classes populares liam avidamente e de que se fizeram muitas edições. Vagamente consta que nasceu na freguesia de Santana e presume-se que tivesse passado uma parte considerável da sua vida […]

Baltazar Dias, Luisa Paolinelli e outros, ilustração de Juan Abreu, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018, ilha da Madeira

Baltazar Dias (c. 1480-1534) Coordenação geral de Eduardo Franco, Luisa Antunes Paolinelli e Cristina Trindade, ilustrações de Juan Abreu Coleção Baltazar Dias, nº 1, Porto e Funchal, Edições Esgotadas, maio de 2018. O nome mais importante do teatro madeirense deve ser o de Baltazar Dias (c. 1480-1534), do qual pouco se sabe, apesar de ter tido grande nomeada no seu tempo como poeta e autor de vários autos, que as classes populares liam avidamente e de que se fizeram muitas edições. Vagamente consta que nasceu na freguesia de Santana e presume-se que tivesse passado uma parte considerável da sua vida […]

Tragédia do Marquês de Mântua e do Imperador Carlos Magno, Baltazar Dias, Lisboa, 1692, Portugal

Baltazar Dias (c. 1480-1534), Tragédia do Marquês de Mantua e do Imperador Carlos Magno, Lisboa, oficina de Domingos Carneiro, 1692, Portugal. Coleção particular, Lisboa, Portugal O nome mais importante do teatro madeirense deve ser o de Baltazar Dias (c. 1480-1534), do qual pouco se sabe, apesar de ter tido grande nomeada no seu tempo como poeta e autor de vários autos, que as classes populares liam avidamente e de que se fizeram muitas edições. Vagamente consta que nasceu na freguesia de Santana e presume-se que tivesse passado uma parte considerável da sua vida no continente do reino, onde faleceu em […]

Auto de Santa Catarina, Baltazar Dias, Lisboa, oficina de António Pedroso Galrão, 1738, Portugal.

Auto de Santa Catarina. Obra novamente feita da vida da Bem aventurada Santa Catharina Virgem, e Martyr, filha do rei Costo de Alexandria, em a qual se conta seu martyrio, e glorioso fim, e muito devota, e contemplativa. Balthezar Dias (c. 1480-1534), Lisboa, oficina de António Pedroso Galrão, 1738. Coleção particular. O nome mais importante do teatro madeirense deve ser o de Baltazar Dias (c. 1480-1534), do qual pouco se sabe, apesar de ter tido grande nomeada no seu tempo como poeta e autor de vários autos, que as classes populares liam avidamente e de que se fizeram muitas edições. […]

Tampa de panela com provérbio, Cabinda, recolha de 1950 (c.), Angola, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Tampa de panela com provérbio. Cabinda, recolha de José Gonçalves Coelho, 1950 (c.), Angola. Fotografia de 3 de fevereiro de 2013. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. Os elementos culturais designados por mabaya ma nzungu (singular libaya li nzungu) – o que, à letra, significa tábuas de panela – são discos em madeira destinados a cobrir as panelas de terracota, em que os cabindas cozinhavam e se serviam da sua comida. São artisticamente trabalhadas apresentando, na parte que havia de ficar para fora – além de alguns motivos meramente decorativos – os célebres zinônguno (singular nônguno) designação local dos símbolos […]

Tampas de panelas com provérbios, Cabinda, 1950 (c.), Angola, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Tampas de panela com provérbios. Cabinda, recolha de José Gonçalves Coelho, 1950 (c.), Angola. Fotografia de 19 de junho de 2016. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. Os elementos culturais designados por mabaya ma nzungu (singular libaya li nzungu) – o que, à letra, significa tábuas de panela – são discos em madeira destinados a cobrir as panelas de terracota, em que os cabindas cozinhavam e se serviam da sua comida. São artisticamente trabalhadas apresentando, na parte que havia de ficar para fora – além de alguns motivos meramente decorativos – os célebres zinônguno (singular nônguno) designação local dos símbolos […]

Tampas de panelas com provérbios, Cabinda, 1950 (c.), Angola, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Tampas de panela com provérbios. Cabinda, recolha de José Gonçalves Coelho, 1950 (c.), Angola. Fotografia de 19 de junho de 2016. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. Os elementos culturais designados por mabaya ma nzungu (singular libaya li nzungu) – o que, à letra, significa tábuas de panela – são discos em madeira destinados a cobrir as panelas de terracota, em que os cabindas cozinhavam e se serviam da sua comida. São artisticamente trabalhadas apresentando, na parte que havia de ficar para fora – além de alguns motivos meramente decorativos – os célebres zinônguno (singular nônguno) designação local dos símbolos […]

Matéria da fala. Tampas de panelas com provérbios, Cabinda, Angola, 2016, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Matéria da fala. Tampas de panelas com provérbios. Cabinda, Angola. Fotografia 16 de junho de 2016. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. Os elementos culturais designados por mabaya ma nzungu (singular libaya li nzungu) – o que, à letra, significa tábuas de panela – são discos em madeira destinados a cobrir as panelas de terracota, em que os cabindas cozinhavam e se serviam da sua comida. São artisticamente trabalhadas apresentando, na parte que havia de ficar para fora – além de alguns motivos meramente decorativos – os célebres zinônguno (singular nônguno) designação local dos símbolos e figurações que materializam os […]

O museu muitas coisas, exposição permanente de 31 de janeiro de 2013, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

O museu muitas coisas. Tampa de panela com provérbio de Cabinda, Angola. Cartaz da Exposição Permanente de 31 de janeiro de 2013. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia, em Lisboa, inaugurou a sua primeira exposição permanente a 31 de janeiro de 2013, intitulada O museu, muitas coisas, que se divide em núcleos representativos do acervo e do trabalho de investigação até agora efectuado. Os seus conteúdos irão ser rotativos, de modo a abordar o maior número possível de temas e mostrar todo o material que o museu tem. Os elementos culturais designados por mabaya ma […]

Tampas de panelas com provérbios, legenda da recolha de José Gonçalves Coelho, 1950 (c.), Angola, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Tampas de panelas com provérbios. Cabinda, legenda da recolha de José Gonçalves Coelho, 1950 (c.), Angola. Fotografia de 16 de junho de 2016. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. Os elementos culturais designados por mabaya ma nzungu (singular libaya li nzungu) – o que, à letra, significa tábuas de panela – são discos em madeira destinados a cobrir as panelas de terracota, em que os cabindas cozinhavam e se serviam da sua comida. São artisticamente trabalhadas apresentando, na parte que havia de ficar para fora – além de alguns motivos meramente decorativos – os célebres zinônguno (singular nônguno) designação local […]

Tampa de panela com provérbio, Cabinda, recolha de 1950 (c.), Angola, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Tampa de panela com provérbio. Falta-lhe filho de pessoa: amamenta filho de cão. Cabinda, recolha de 1950 (c.), Angola. Fotografia de 19 de junho de 2016. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. Os elementos culturais designados por mabaya ma nzungu (singular libaya li nzungu) – o que, à letra, significa tábuas de panela – são discos em madeira destinados a cobrir as panelas de terracota, em que os cabindas cozinhavam e se serviam da sua comida. São artisticamente trabalhadas apresentando, na parte que havia de ficar para fora – além de alguns motivos meramente decorativos – os célebres zinônguno (singular […]

Tampas de panelas com provérbios, Cabinda, 1950 (c.), Angola, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Tampas de panelas com provérbios. Cabinda, recolha de 1950 (c.), Angola. Fotografia de 19 de junho de 2016. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. Os elementos culturais designados por mabaya ma nzungu (singular libaya li nzungu) – o que, à letra, significa tábuas de panela – são discos em madeira destinados a cobrir as panelas de terracota, em que os cabindas cozinhavam e se serviam da sua comida. São artisticamente trabalhadas apresentando, na parte que havia de ficar para fora – além de alguns motivos meramente decorativos – os célebres zinônguno (singular nônguno) designação local dos símbolos e figurações que […]

O museu muitas coisas, cartaz da Exposição Permanente de 31 de janeiro de 2013, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

O museu muitas coisas. Tampa de panela com provérbio de Cabinda, Angola e máscara do Mali. Cartaz da Exposição Permanente de 31 de janeiro de 2013. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia, em Lisboa, inaugurou a sua primeira exposição permanente a 31 de janeiro de 2013, intitulada O museu, muitas coisas, que se divide em núcleos representativos do acervo e do trabalho de investigação até agora efectuado. Os seus conteúdos irão ser rotativos, de modo a abordar o maior número possível de temas e mostrar todo o material que o museu tem. Os elementos culturais […]

Heróis à Moda da Bola, Versão Verde-Rubra – A História do CS Marítimo, Lídio Araújo, Porto, Lugar da Palavra, agosto 2014, Portugal

Lídio Araújo (1961-), Heróis à Moda da Bola, Versão Verde-Rubra – A História do CS Marítimo, Porto, Lugar da Palavra, agosto 2014 Contem Dicionário Madeirense de Futebolês Em Heróis à Moda da Bola, versão Verde-Rubra, conta-se toda a glória do Club Sport Marítimo, numa história narrada entre um antigo atleta maritimista e o seu neto. Um livro que faltava ao grande clube da Madeira. Inclui também o Dicionário Madeirense de Futebolês! Expressões da bola que não pode perder! “O Marítimo dera um banho de bola e cilindrara o adversário por um concludente 7-1, limpinho e sem espinhas“. “Afinal, a Madeira […]

Interior de “Os Bravos da Picada, Diário de Guerra da 2ª Companhia do Batalhão Expedicionário 5014, Zobué, Moçambique”, Lídio Araújo, Câmara de Lobos, O Liberal, 2003, ilha da Madeira

Lídio Araújo (1961-), Os Bravos da Picada, Diário de Guerra da 2ª Companhia do Batalhão Expedicionário 5014, Zobué, Moçambique, Câmara de Lobos, O Liberal, 2003, Madeira Um diário de guerra. Ou quase. Porque a escrita do eu – jovem furriel madeirense – se esconde atrás de uma terceira pessoa:2 4/11/73: (…) Poderia ter fugido para lá dos Pirinéus, como muitos rapazes da sua idade, e trabalhar nas obras em França, no Luxemburgo ou na Alemanha. Mas para quê? Este era o seu país. (…) Ali era o lugar onde desejava constituir família e viver sem problemas de consciência por ser […]

Os Bravos da Picada, Diário de Guerra da 2ª Companhia do Batalhão Expedicionário 5014, Zobué, Moçambique (contra-capa), Lídio Araújo, Câmara de Lobos, O Liberal, 2003, ilha da Madeira

Lídio Araújo (1961-), Os Bravos da Picada, Diário de Guerra da 2ª Companhia do Batalhão Expedicionário 5014, Zobué, Moçambique, Câmara de Lobos, O Liberal, 2003, Madeira Um diário de guerra. Ou quase. Porque a escrita do eu – jovem furriel madeirense – se esconde atrás de uma terceira pessoa:2 4/11/73: (…) Poderia ter fugido para lá dos Pirinéus, como muitos rapazes da sua idade, e trabalhar nas obras em França, no Luxemburgo ou na Alemanha. Mas para quê? Este era o seu país. (…) Ali era o lugar onde desejava constituir família e viver sem problemas de consciência por ser […]

Os Bravos da Picada, Diário de Guerra da 2ª Companhia do Batalhão Expedicionário 5014, Zobué, Moçambique, Lídio Araújo, Câmara de Lobos, O Liberal, 2003, ilha da Madeira

Lídio Araújo (1961-), Os Bravos da Picada, Diário de Guerra da 2ª Companhia do Batalhão Expedicionário 5014, Zobué, Moçambique, Câmara de Lobos, O Liberal, 2003, Madeira Um diário de guerra. Ou quase. Porque a escrita do eu – jovem furriel madeirense – se esconde atrás de uma terceira pessoa:2 4/11/73: (…) Poderia ter fugido para lá dos Pirinéus, como muitos rapazes da sua idade, e trabalhar nas obras em França, no Luxemburgo ou na Alemanha. Mas para quê? Este era o seu país. (…) Ali era o lugar onde desejava constituir família e viver sem problemas de consciência por ser […]

Assistência na apresentação de Madeira 1954 by F.A. Roper (1899-1985), coordenação e notas de Cláudia Faria, Funchal, Centro Cultural Quinta Magnólia, 29 de março de 2023, ilha da Madeira.

Assistência na apresentação de Madeira 1954 by F.A. Roper (1899-1985), coordenação e notas de Cláudia Faria, Funchal, SRTC, março de 2023, ilha da Madeira. Martinho Mendes, Maria da Paz e Teresa Brasão, Graça Alves etc. Original da coleção de Edward Kassab, Funchal e apresentação no Centro Cultural Quinta Magnólia a 29 de março de 2023 “Madeira 1954 by F.A. Roper” é uma edição de um diário pessoal de Frances Ann Roper (nascida Hubbard), descendente dos Phelps do Funchal e casada, em 22 de agosto de 1933, com Arthur Cecil Roper, sendo filha de Arthur John Hubbard e Charlotte Marian Vizard, […]

Mesa de apresentação de Madeira “1954 by F.A. Roper (1899-1985)”, coordenação e notas de Cláudia Faria, Centro Cultural Quinta Magnólia, 29 de março de 2023, Funchal, ilha da Madeira.

Apresentação de Madeira 1954 by F.A. Roper (1899-1985), coordenação e notas de Cláudia Faria, Funchal, SRTC, março de 2023, ilha da Madeira. Mesa com a coordenadora, Eduardo Jesus, secretário regional e Edward Kassab, dono do diário. Original da coleção de Edward Kassab, Funchal e apresentação no Centro Cultural Quinta Magnólia a 29 de março de 2023 “Madeira 1954 by F.A. Roper” é uma edição de um diário pessoal de Frances Ann Roper (nascida Hubbard), descendente dos Phelps do Funchal e casada, em 22 de agosto de 1933, com Arthur Cecil Roper, sendo filha de Arthur John Hubbard e Charlotte Marian […]

Mesa de apresentação de “Madeira 1954 by F.A. Roper” (1899-1985), coordenação e notas de Cláudia Faria, Centro Cultural Quinta Magnólia, 29 de março de 2023, Funchal, ilha da Madeira.

Apresentação de Madeira 1954 by F.A. Roper (1899-1985), coordenação e notas de Cláudia Faria, Funchal, SRTC, março de 2023, ilha da Madeira. Mesa com a coordenadora, Eduardo Jesus, secretário regional e Edward Kassab, dono do diário. Original da coleção de Edward Kassab, Funchal e apresentação no Centro Cultural Quinta Magnólia a 29 de março de 2023 “Madeira 1954 by F.A. Roper” é uma edição de um diário pessoal de Frances Ann Roper (nascida Hubbard), descendente dos Phelps do Funchal e casada, em 22 de agosto de 1933, com Arthur Cecil Roper, sendo filha de Arthur John Hubbard e Charlotte Marian […]

Madeira 1954 by F.A. Roper, coordenação e notas de Cláudia Faria, Funchal, SRTC, março de 2023, ilha da Madeira.

Madeira 1954 by F.A. Roper (1899-1985), coordenação e notas de Cláudia Faria, Funchal, SRTC, março de 2023, ilha da Madeira. Original da coleção de Edward Kassab, Funchal e apresentação no Centro Cultural Quinta Magnólia a 29 de março de 2023 “Madeira 1954 by F.A. Roper” é uma edição de um diário pessoal de Frances Ann Roper (nascida Hubbard), descendente dos Phelps do Funchal e casada, em 22 de agosto de 1933, com Arthur Cecil Roper, sendo filha de Arthur John Hubbard e Charlotte Marian Vizard, nascida em Londres, a 6 de dezembro 1899 e falecida em Sussex, a 24 de […]

Madeira 1954 by F.A. Roper, coordenação e notas de Cláudia Faria, Funchal, SRTC, março de 2023, ilha da Madeira.

Madeira 1954 by F.A. Roper (1899-1985), coordenação e notas de Cláudia Faria, Funchal, SRTC, março de 2023, ilha da Madeira. Original da coleção de Edward Kassab, Funchal e apresentação no Centro Cultural Quinta Magnólia a 29 de março de 2023 “Madeira 1954 by F.A. Roper” é uma edição de um diário pessoal de Frances Ann Roper (nascida Hubbard), descendente dos Phelps do Funchal e casada, em 22 de agosto de 1933, com Arthur Cecil Roper, sendo filha de Arthur John Hubbard e Charlotte Marian Vizard, nascida em Londres, a 6 de dezembro 1899 e falecida em Sussex, a 24 de […]

Alberto João Jardim na apresentação do livro “Elisabeth Phelps – Com a Madeira no coração (1796-1876)”, Cláudia Faria, Feira do Livro do Porto Santo, 19 de julho de 2025, ilha do Porto Santo.

Alberto João Jardim na apresentação do livro Elisabeth Phelps – Com a Madeira no coração (1796-1876), Cláudia Faria, Ponta Delgada, Letras Lavadas, 2025, ilha de São Miguel, Açores. Apresentação na Feira do Livro do Porto Santo, a 19 de julho de 2025, cidade do Porto Santo. Elisabeth Dickinson (1796-1876), filha do Capitão Thomas Dickinson (1754-1869) e de Francis de Brissac (1760-1854), chega à Madeira em 1819 acompanhada pelo seu marido, Joseph Phelps (1791-1876), um dos herdeiros da Phelps Page & Co. Instalada no Funchal, na rua do Carmo, a jovem integra-se no círculo britânico residente na capital madeirense. Enquanto se […]

Apresentação do livro “Elisabeth Phelps – Com a Madeira no coração (1796-1876)”, Cláudia Faria, Feira do Livro do Porto Santo, 19 de julho de 2025, ilha do Porto Santo.

Apresentação do livro Elisabeth Phelps – Com a Madeira no coração (1796-1876), Cláudia Faria, Ponta Delgada, Letras Lavadas, 2025, ilha de São Miguel, Açores. Apresentação na Feira do Livro do Porto Santo, a 19 de julho de 2025, cidade do Porto Santo. Elisabeth Dickinson (1796-1876), filha do Capitão Thomas Dickinson (1754-1869) e de Francis de Brissac (1760-1854), chega à Madeira em 1819 acompanhada pelo seu marido, Joseph Phelps (1791-1876), um dos herdeiros da Phelps Page & Co. Instalada no Funchal, na rua do Carmo, a jovem integra-se no círculo britânico residente na capital madeirense. Enquanto se dedica à família e […]

Apresentação do livro “Elisabeth Phelps – Com a Madeira no coração (1796-1876)”, Cláudia Faria, Ponta Delgada, Letras Lavadas, 29 de outubro de 2025, ilha de São Miguel, Açores.

Apresentação do livro Elisabeth Phelps – Com a Madeira no coração (1796-1876), Cláudia Faria, Ponta Delgada, Letras Lavadas, 2025, ilha de São Miguel, Açores. Apresentação na Feira do Livro do Porto Santo, a 19 de julho de 2025 e em Ponta Delgada, Açores, a 29 de outubro de 2025; Elisabeth Dickinson (1796-1876), filha do Capitão Thomas Dickinson (1754-1869) e de Francis de Brissac (1760-1854), chega à Madeira em 1819 acompanhada pelo seu marido, Joseph Phelps (1791-1876), um dos herdeiros da Phelps Page & Co. Instalada no Funchal, na rua do Carmo, a jovem integra-se no círculo britânico residente na capital […]

Apresentação do livro “Elisabeth Phelps – Com a Madeira no coração (1796-1876)”, Cláudia Faria, Ponta Delgada, Letras Lavadas, 29 de outubro de 2025, ilha de São Miguel, Açores.

Apresentação do livro Elisabeth Phelps – Com a Madeira no coração (1796-1876), Cláudia Faria, Ponta Delgada, Letras Lavadas, 2025, ilha de São Miguel, Açores. Apresentação na Feira do Livro do Porto Santo, a 19 de julho de 2025 e em Ponta Delgada, Açores, a 29 de outubro de 2025; Elisabeth Dickinson (1796-1876), filha do Capitão Thomas Dickinson (1754-1869) e de Francis de Brissac (1760-1854), chega à Madeira em 1819 acompanhada pelo seu marido, Joseph Phelps (1791-1876), um dos herdeiros da Phelps Page & Co. Instalada no Funchal, na rua do Carmo, a jovem integra-se no círculo britânico residente na capital […]

Apresentação da reedição dos Canhenhos da Ilha, de Horácio Bento de Gouveia, Museu de Fotografia da Madeira – Atelier Vicente’s, 21 de julho de 2026, ilha da Madeira.

Apresentação da reedição dos Canhenhos da Ilha, de Horácio Bento de Gouveia (1901-1983) Com Medeiros Gaspar, Eduardo Jesus e Horácio Bento de Gouveia (filho) Ilustrações de António Aragão (1921-2008) Museu de Fotografia da Madeira – Atelier Vicente’s, 21 de julho de 2026, ilha da Madeira. Horácio Bento de Gouveia (Ponta Delgada, 1901; Funchal, 1983). Professor do Liceu Nacional do Funchal, deixou uma vasta obra inspirada nos usos e costumes regionais sendo uma das figuras incontornáveis da cultura do Estado Novo na Madeira. Foi apresentada, a 21 de junho de 2026, a reedição do livro ‘Canhenhos da Ilha‘, de Horácio Bento […]

Quinta do Furão, 2026, Achada do Gramacho, Santana, ilha da Madeira.

Quinta do Furão. Fotografia por drone de 2026. Achada do Gramacho, Santana, ilha da Madeira. O hotel Quinta do Furão, em Santana, foi reconhecido em finais de 2021 pelo site de viagens HolidayCheck, líder de mercado na Alemanha, na Áustria e na Suíça, como o ‘Melhor hotel da Ilha da Madeira‘.

Canhenhos da Ilha, Horácio Bento de Gouveia, 1966, ilustrações de António Aragão, Funchal, reedição DRC, junho de 2026, ilha da Madeira

Horácio Bento de Gouveia, Canhenhos da Ilha. (1901-1983) Ilustrações de António Aragão (1921-2008) Reedição Funchal, DRC, junho de 2026, ilha da Madeira. Horácio Bento de Gouveia (Ponta Delgada, 1901; Funchal, 1983). Professor do Liceu Nacional do Funchal, deixou uma vasta obra inspirada nos usos e costumes regionais sendo uma das figuras incontornáveis da cultura do Estado Novo na Madeira. Foi apresentada, a 21 de junho de 2026, a reedição do livro ‘Canhenhos da Ilha‘, de Horácio Bento de Gouveia. Na ocasião, o filho do escritor fez questão de notar que o termo ‘canhenhos‘ designa um livro de lembranças ou de memórias. […]

Através da França, Suíça e Itália. Diário de Viagem, João dos Reis Gomes, Lisboa, Livraria Clássica, 1929, Portugal

João dos Reis Gomes (1869-1950), Através da França, Suíça e Itália. Diário de Viagem, Lisboa, Livraria Clássica, 1929, Portugal. João dos Reis Gomes (Fx. 5 jan. 1869-Id. 21 jan. 1950), oficial de Artilharia e escritor, interessou-se, sobretudo, pelo teatro, de que recolheu um importante acervo fotográfico e bibliográfico na sua Quinta Esmeraldo, a São Martinho, onde faleceu, infelizmente, parcialmente perdido com o seu falecimento, dado se encontrar no andar térreo e a propriedade ter ficado muitos anos inabitada. Frequentou as Escolas do Exército e Politécnica e foi oficial de Artilharia, onde foi promovido a major em 1916. Foi comandante da […]

Elisabeth Phelps – Com a Madeira no coração, Cláudia Faria, Ponta Delgada, Letras Lavadas, 2025, ilha de São Miguel, Açores.

Elisabeth Phelps – Com a Madeira no coração (1796-1876), Cláudia Faria, Ponta Delgada, Letras Lavadas, 2025, ilha de São Miguel, Açores. Apresentação na Feira do Livro do Porto Santo, a 19 de julho de 2025 e em Ponta Delgada, Açores, a 29 de outubro de 2025; Elisabeth Dickinson (1796-1876), filha do Capitão Thomas Dickinson (1754-1869) e de Francis de Brissac (1760-1854), chega à Madeira em 1819 acompanhada pelo seu marido, Joseph Phelps (1791-1876), um dos herdeiros da Phelps Page & Co. Instalada no Funchal, na rua do Carmo, a jovem integra-se no círculo britânico residente na capital madeirense. Enquanto se […]

O Falar do Porto Santo. Contribuição para o Estudo do Vocalismo e Algumas Considerações sobre o Consonantismo, Helena Rebelo (2005), Lisboa, Edições Colibri, 2022.

O Falar do Porto Santo. Contribuição para o Estudo do Vocalismo e Algumas Considerações sobre o Consonantismo, Helena Rebelo (tese de 2005), Lisboa, Edições Colibri, 2022. Helena Rebelo dedica-se aos Estudos Linguísticos, sobretudo à Língua Portuguesa, tendo diversas publicações. Está ligada a algumas associações nomeadamente a Associação Internacional de Lusitanistas e a sua formação passou por várias universidades portuguesas. É licenciada (1990) e mestre (1997) pela Universidade de Coimbra. Doutorou-se em Linguística Portuguesa (2005) na Universidade da Madeira, onde é docente desde 1998. Na Universidade Aberta, realizou uma qualificação em Ciências da Educação (1999) e, na Universidade de Aveiro, um […]

O Açúcar de Cana na Ilha da Madeira: do Mediterrâneo ao Atlântico.Terminologia e tecnologia históricas e atuais da cultura açucareira, Naidia Nunes Nunes, dissertação de doutoramento, Universidade da Madeira, 2002

O Açúcar de Cana na Ilha da Madeira: do Mediterrâneo ao Atlântico. Terminologia e tecnologia históricas e atuais da cultura açucareira, Naidia Nunes Nunes, dissertação de doutoramento em Linguística Românica orientada pelo professor doutor Ivo Castro, Universidade da Madeira, 2002.

Atlas Linguistique de la France, Jules Gilliéron e Edmond Edmont, Paris (1902 e segs.), reedição dos suplementos de 2022, França

Atlas Linguistique de la France, Jules Gilliéron (1854-1926) e Edmond Edmont (1849-1926), Paris (1902 e segs.), reedição dos suplementos de 2022.

Palavras d’Aquintrodia: Contribuição para o Estudo dos Regionalismos Madeirenses, Ana Cristina Figueiredo, tese de mestrado de 2004, Lisboa, Fonte da Palavra, 2012, Portugal.

Ana Cristina Figueiredo, Palavras d’Aquintrodia: Contribuição para o Estudo dos Regionalismos Madeirenses, sob a orientação do Prof. Malaca Casteleiro, 2004, Lisboa, Fonte da Palavra, 2012, Portugal. Ana Cristina Alves Martins de Figueiredo é natural de Santa Cruz, na ilha da Madeira. É professora do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário desde 1997. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Portugueses e Franceses, pela Universidade da Madeira, em 1998, e concluiu o Mestrado em Ensino da Língua e Literatura Portuguesas na mesma instituição, tendo defendido a sua tese a 31 de Janeiro de 2005. A dissertação Palavras […]

A Vinha e o Vinho, Os Trabalhos do Linho e da Lã, Atlas Linguístico-Etnográfico da Madeira e do Porto Santo. Volume II, Naidea Nunes e Helena Rebelo; João Saramago e Gabriela Vitorino, Funchal, SRTC, 2026, ilha da Madeira

A Vinha e o Vinho, Os Trabalhos do Linho e da Lã, A Fiação e Tecelagem.  Atlas Linguístico-Etnográfico da Madeira e do Porto Santo. Volume II, Naidea Nunes e Helena Rebelo; João Saramago e Gabriela Vitorino, Funchal, SRTC, 2026, ilha da Madeira.

A Criação de Gado, Atlas Linguístico-Etnográfico da Madeira e do Porto Santo. Volume I, Naidea Nunes e Helena Rebelo; João Saramago e Gabriela Vitorino, Funchal, SRTC, 2019, ilha da Madeira

A Criação de Gado, O Gado Bovino, Ovino e Caprino, O Leite e os Derivados; O Porco e a Matança. Atlas Linguístico-Etnográfico da Madeira e do Porto Santo. Volume I. Organização de Naidea Nunes (UMa – CIERL e CLUL) e Helena Rebelo (UMa – CIERL e UA – CLLC); João Saramago e Gabriela Vitorino (Recolha, Revisão e Introdução). Funchal, SRTC | Direção Regional da Cultura, Serviço de Publicações, 2019. O Atlas Linguístico Etnográfico da Madeira e do Porto Santo, uma parceria natural DRC | Universidade de Lisboa | Universidade da Madeira, constituirá um repositório da herança linguística e da tradição […]

Convite para a apresentação do livro A Vinha e o Vinho. Os Trabalhos do Linho e da Lã. Vol. II do Atlas Linguístico-Etnográfico da Madeira e do Porto Santo, vários autores, Reitoria da Universidade da Madeira, 27 de fevereiro de 2026, Funchal, ilha da Madeira.

Convite para a apresentação do livro A Vinha e o Vinho. Os Trabalhos do Linho e da Lã. Vol. II do Atlas Linguístico-Etnográfico da Madeira e do Porto Santo. Organização de Naidea Nunes (UMa – CIERL e CLUL) e Helena Rebelo (UMa – CIERL e UA – CLLC); João Saramago e Gabriela Vitorino (Recolha, Revisão e Introdução), edição, Funchal, SRTC, 2026 Conferência do doutor João Saramago, “Atlas Linguístico-Etnográficos, Áreas Lexicais e variação Linguística no Continente e nas Ilhas”, Sala do Pátio II do Colégio dos Jesuítas, Reitoria da Universidade da Madeira, 27 de fevereiro de 2026, Funchal, ilha da Madeira.

Acúrcio Silva, vencedor do primeiro Rallye da Madeira, em 1948, Funchal, ilha da Madeira.

Acúrcio Silva. Vencedor do primeiro Rallye da Madeira, em 1948 Funchal, ilha da Madeira. Arquivo de João Carlos Guerra Mendes de Almeida, Caniço, ilha da Madeira.

Partida da prova Largo da Sé-Hotel Reid’s, Festas do Fim do Ano de 1935, Avenida Arriaga, Funchal, ilha da Madeira.

Partida da prova Largo da Sé-Hotel Reid’s, Festas do Fim do Ano de 1935. Avenida Arriaga, Funchal, ilha da Madeira. Arquivo de João Carlos Guerra Mendes de Almeida, Caniço, ilha da Madeira.

Concorrente na prova Largo da Sé-Hotel Reid’s, Festas do Fim do Ano de 1935, Avenida Arriaga, Funchal, ilha da Madeira.

Concorrente na prova Largo da Sé-Hotel Reid’s, Festas do Fim do Ano de 1935. Avenida Arriaga, Funchal, ilha da Madeira. Arquivo de João Carlos Guerra Mendes de Almeida, Caniço, ilha da Madeira.

Bugatti de Almeida Araújo na partida da Rampa dos Barreiros, 1935, Funchal, ilha da Madeira.

Bugatti de Almeida Araújo Partida da Rampa dos Barreiros, 1935. Avenida Arriaga, Funchal, ilha da Madeira. Arquivo de João Carlos Guerra Mendes de Almeida, Caniço, ilha da Madeira.

José Bernardino Lampreia, vencedor da primeira Volta à Ilha da Madeira, em 1959, em MGA, Funchal, ilha da Madeira

José Bernardino Lampreia, em MGA  (1938-2013) Vencedor da primeira Volta à Ilha da Madeira, em 1959 Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira. Arquivo de João Carlos Guerra Mendes de Almeida, Caniço, ilha da Madeira A partida para a “I Volta à Ilha da Madeira“, 1959, foi na Avenida Arriaga, registando-se a participação de dois BMW “Isetta” (registo de Marco Pestana).

Moeda de ouro de 400 réis, cruzado novo ou pinto de D. João V, Lisboa, 1744, Portugal

Moeda de ouro de D. João V, 400 réis, 1744. Cruzado novo ou pinto de D. João V (1689-1750), ouro, Casa da Moeda de Lisboa (atr.), 1744. Coleção privada, Portugal

Moeda de ouro de 400 réis, cruzado novo ou pinto de D. João V (verso), Lisboa, 1744, Portugal

Moeda de ouro de D. João V, 400 réis (verso), 1744. Cruzado novo ou pinto de D. João V (1689-1750), ouro, Casa da Moeda de Lisboa (atr.), 1744. Coleção privada, Portugal

Moeda de ouro de 400 réis, cruzado novo ou pinto de D. João V (verso), Lisboa, 1718, Portugal

Moeda de ouro de D. João V, 400 réis (verso), 1718. Cruzado novo ou pinto de D. João V (1689-1750), ouro, Casa da Moeda de Lisboa (atr.), 1718. Coleção privada, Portugal.

Moeda de ouro de 400 réis, cruzado novo ou pinto, D. João V, Lisboa, 1718, Portugal

Moeda de ouro de D. João V, 400 réis, 1718. Cruzado novo ou pinto de D. João V (1689-1750), ouro, Casa da Moeda de Lisboa (atr.), 1718. Coleção privada, Portugal

Moeda de ouro de 400 réis, cruzado novo ou pinto, D. João V, Lisboa, 1742, Portugal

Moeda de ouro de D. João V, 400 réis, 1742. Cruzado novo ou pinto de D. João V (1689-1750), ouro, Casa da Moeda de Lisboa (atr.), 1742. Coleção privada, Portugal.

Carta Europeia de Autonomia Local, 1985, Lisboa, janeiro de 2021, Portugal

Carta Europeia de Autonomia Local, 1985, Lisboa, Conselho da Europa, janeiro de 2021, Portugal.

O Euro e o Futuro de Portugal e da União Europeia, José Renato Gonçalves, Coimbra, Coimbra Editora, 2020, Portugal.

José Renato Gonçalves, O Euro e o Futuro de Portugal e da União Europeia, Coimbra, Coimbra Editora, 2020, Portugal.

Região Autónoma da Madeira. Governo Regional, 1952 e 1987 e seguintes, Avenida Zarco, Funchal, ilha da Madeira.

Região Autónoma da Madeira, Governo Regional Antiga entrada da antiga Junta Geral do Funchal. Letras de bronze sobre cantaria regional, projeto do arquiteto Januário Godinho de Almeida (1910-1990), 1952. Fotografia de 2021. Fachada à Avenida Zarco, Funchal, ilha da Madeira.

Nau portuguesa do séc. XVI, óleo sobre tela de João Vaz, 1920 (c.), Museu de Marinha, Lisboa, Portugal.

Nau portuguesa do séc. XVI. Óleo sobre tela, . João Vaz (1859-1931), 1920 (c.). Museu de Marinha (MM.05225), Lisboa, Portugal João Vaz (1859-1931), nasceu em Setúbal e iniciou uma formação de Artista em 1872, na Academia Real de Belas Artes. Discípulo de Tomaz da Anunciação (1818-1879) e de Silva Porto (1850-1893), foi figura marcante do “Grupo do Leão”, de Columbano (1857–1929), que revolucionou a arte portuguesa no final do séc. XIX. Pintor da primeira fase do Naturalismo, realçou um aspeto fundamental da cultura portuguesa, o mar, as praias, os rios, as “águas belas”, numa abordagem tranquila de contemplação e de luz. A […]

Miradouro do Cabo Girão, 1938 e seguintes, reforma de 2012, Câmara de Lobos, ilha da Madeira

Miradouro do Cabo Girão. Projeto de Fernando Augusto Câmara (1880-1949), 1938 e seguintes. Reformulação de 2012. Fotografia por drone de 2025. Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Com primeiro projeto turístico de 1938, de Fernando Augusto Câmara (1880-1949), técnico superior da Direção das Obras Públicas da Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal e para a recém-instituída Delegação de Turismo da Madeira (1936-1979),  situado a 580 metros acima do nível do mar, com vistas amplas sobre o recorte das falésias e dado um pouco abusivamente como “um dos mais altos do mundo“, o miradouro do Cabo Girão tornou-se o mais […]

Nau ou carraca Madre de Deus, 1589, Museu de Marinha, 2000, Lisboa, Portugal.

Nau Madre de Deus. 1589 (c.) Maqueta de madeira, cordame e pano, comprimento: 1000 mm, altura: 280 mm, (Escala 1/50) Ferdinando Oliveira Simões, António Marques da Silva, Manuel Leitão, 2000 (c.) Museu de Marinha, Lisboa, Portugal. A Nau Madre de Deus, dado como o maior navio do mundo, no seu tempo, navegando a partir das Índias Orientais, na sua segunda viagem à Índia e na esperança de parar para reabastecimento nos Açores, em agosto de 1592, já no regresso a Lisboa foi atacado e capturado, por uma frota de seis navios, perto da Ilha das Flores. Foi a maior captura de […]

Brasão de armas da Diocese do Funchal, 2 de maio de 2019, ilha da Madeira.

Brasão de armas da Diocese do Funchal Projeto de Miguel Silva Reichinger Pinto Correia e execução reidarmas.com, 2 de maio de 2019 Diocese do Funchal, ilha da Madeira. O novo brasão de armas da Diocese do Funchal apresenta um escudo com a ponta redonda, boleado; escudo terciado em mantel: o primeiro de Vermelho com um livro aberto de Ouro, sobre a página dextra um Alfa de Vermelho e sobre a página sinistra um Ómega do mesmo; representa o Padroeiro Principal da Diocese do Funchal, o Apóstolo São Tiago Menor. Escreveu uma das epístolas do Novo Testamento. Foi o primeiro Bispo […]

A Administração Periférica do Estado, João Caupers, Lisboa, Aequitas e Editorial Notícias. 1994, Portugal.

João Caupers, A Administração Periférica do Estado. Estudo de Ciência da Administração, Lisboa, Aequitas e Editorial Notícias. 1994, Portugal. Estudo de Ciência da Administração. Dissertação de Doutoramento em Ciências Jurídico-Políticas na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Contém anexo um caderno solto com as principais alterações legislativas entre abril de 1993 e fevereiro de 1994.  Estudo acerca das unidades funcionais dos serviços do Estado não qualificados como forças ou serviços de segurança e dos institutos públicos sem carácter empresarial que, numa porção limitada de território continental, exercem funções de administração civil.

Da Autonomia Política: Estatuto da Região Autónoma da Madeira (notas e comentários), Fernão Rebelo de Freitas, Lisboa, Livraria Sá da Costa, 2001, Portugal.

Fernão Rebelo de Freitas, Da Autonomia Política: Estatuto da Região Autónoma da Madeira (notas e comentários). Lisboa, Livraria Sá da Costa, 2001, Portugal.

Livro dos Conselhos de El-Rei D. Duarte (livro da cartuxa), edição diplomática. Lisboa: Estampa, 1982, Portugal.

Livro dos Conselhos de El-Rei D. Duarte (livro da cartuxa) (1391-1438). Transcrição de João José Alves Dias (1957-); introdução deste  e de A.H. de Oliveira Marques (1933-2007). Edição diplomática. Lisboa: Estampa, 1982. Primeira e única edição de um manuscrito, em parte inédito, que constitui fonte essencial para conhecer o reinado do rei D. Duarte e, escreve Oliveira Marques: “Quase se podia refazer a nossa visão da época utilizando como fonte exclusiva o Livro da Cartuxa“.

O Infante D. Henrique e a Descoberta e Povoamento da Ilha da Madeira, padre Manuel Juvenal Pita Ferreira, Funchal, 1960, ilha da Madeira

Padre Manuel Juvenal Pita Ferreira, O Infante D. Henrique e a Descoberta e Povoamento da Ilha da Madeira, Funchal, 1960, ilha da Madeira Padre Manuel Juvenal Pita Ferreira (Câmara de Lobos, 16 abr. 1912; Funchal, 9 out. 1963). Filho de Francisco Ferreira e de Filomena Celeste Pita Ferreira, seguiu a vida eclesiástica, tendo sido ordenado sacerdote a 25 ago. 1935. Foi nomeado a 29 set. 1935capelão da Sé Catedral, escrivão do Juízo Eclesiástico e professor do Seminário, e a 5 ago. 1936, secretário interino da Câmara Eclesiástica. Desempenhou, entretanto, as funções de capelão da Capela de Nossa Senhora da Conceição […]

Reunião dos presidentes das assembleias legislativas dos Açores e da Madeira, Funchal, 17 de julho de 2026, ilha da Madeira

Reunião dos presidentes das assembleias legislativas dos Açores e da Madeira. Luís Garcia e Rubina Leal, Assembleia Legislativa da Madeira, fotografia de Roberto Matos, 17 de julho de 2026, Funchal, ilha da Madeira. A Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira,  recebeu o Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Luís Garcia, que se encontra na Madeira a convite da Presidente para participar na Sessão Solene Comemorativa dos 50 anos da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, a realizar-se no próximo dia 19 de julho. No decorrer do encontro, Rubina Leal ofereceu ao seu homólogo […]

Constituição da República Portuguesa, 16.ª edição, Lisboa, Quid Juris, Sociedade Editora, 2017.

Constituição da República Portuguesa, 16.ª edição, Lisboa, Quid Juris, Sociedade Editora, 2017, Portugal.

Autonomia Estatutária das Empresas Públicas e Descentralização Administrativa, Rui Guerra da Fonseca, Coimbra, Livraria Almedina, 2005, Portugal.

Rui Guerra da Fonseca (1975-), Autonomia Estatutária das Empresas Públicas e Descentralização Administrativa, Coimbra, Livraria Almedina, 2005, Portugal. Nos últimos anos, muito por influência do Direito Europeu, o conceito e o regime jurídico da empresa pública sofreram alterações consideráveis. E, do mesmo passo, a sua aptidão associativa foi sendo utilizada pelo Estado para, em conjunto com outras entidades públicas e privadas, encontrar novas e complexas formas de administrar. O controlo do Estado sobre as empresas públicas em cujo capital o mesmo participa com outras entidades públicas (maxime, quando estas pertençam à Administração autónoma) deve ser analisado no contexto da sua […]

Administração Autónoma e Associações Públicas, Vital Moreira, reimpressão de Coimbra, Livraria Almedina, 1994, Portugal

Administração Autónoma e Associações Públicas, Vital Moreira(1944-), reimpressão de Coimbra, Livraria Almedina, 1994 e abril de 1997, Portugal

Madeira Construir o Futuro Hoje, João Abel de Freitas, Lisboa, Editorial Caminho, 1984, Portugal

João Abel de Freitas (1942-), Madeira, Construir o Futuro Hoje, Lisboa, Editorial Caminho, 1984

Galeão do Mergulho de Ícaro, cópia de trabalho de Pieter Brueghel, the Elder, 1558 a 1560 (c.), Museu Real de Belas Artes de Bruxelas, Bélgica.

Galeão do Mergulho de Ícaro. Carraca da Queda de Ícaro. Pormenor de óleo sobre tela, 73,5 x 112 cm. Cópia de original perdido de Pieter Brueghel, the Elder (c. 1525-30-1569), 1558 a 1560 (c.) Museu Real de Belas Artes de Bruxelas, Bélgica.

A Emigração Portuguesa, Joel Serrão (1863-1949), Coleção Horizonte nº 12. Livros Horizonte, Lisboa, 1974, Portugal.

A Emigração Portuguesa, Joel Serrão (1863-1949), Coleção Horizonte nº 12. Livros Horizonte, Lisboa, 1974, Portugal.

Fontes da Demografia Portuguesa 1800-1862, Joel Serrão (1863-1949), Coleção Horizonte nº 19. Livros Horizonte, Lisboa, 1973, Portugal.

Fontes da Demografia Portuguesa 1800-1862, Joel Serrão (1863-1949), Coleção Horizonte nº 19. Livros Horizonte, Lisboa, 1973.

A família e a sua relação com o meio. Uma experiência com genealogias numa paróquia reconstituída (1675-1980), Maria Norberta Amorim, Cadernos do Noroeste, vol. 3, Guimarães, 1990, Portugal

Maria Norberta Amorim, A família e a sua relação com o meio. Uma experiência com genealogias numa paróquia reconstituída (1675-1980), Cadernos do Noroeste, vol. 3, Guimarães, 1990, Portugal.

“A Mulher e as Mobilidades”, Colóquio de Mobilidades Humanas do CEHA, Funchal, 15 de novembro de 2012, ilha da Madeira.

“A Mulher e as Mobilidades”, Colóquio de Mobilidades Humanas do CEHA, Funchal, 15 de novembro de 2012, ilha da Madeira.

Vota pela Madeira, Assembleia Regional, Votando PPD, cartaz do PPD com Madeira e Porto Santo, eleições regionais de abril de 1976, ilha da Madeira.

Cartaz do PPD com Madeira e Porto Santo. Vota pela Madeira, Assembleia Regional, Votando PPD Partido Popular Democrático (PPD), eleições regionais de 27 de junho de 1976. Ilha da Madeira. Eleições efetuadas a 27 de junho de 1976,  onde a abstenção foi de 25,20%, ou seja, dos 143 403 eleitores recenseados votaram 107 265, elegendo o PPS 29 deputados, o PS, o CDS e a UDP, 2.

Vota pela Madeira, Votando PPD, cartaz do PPD com Madeira e Porto Santo, eleições legislativas de abril de 1975, ilha da Madeira.

Cartaz do PPD com Madeira e Porto Santo. Vota pela Madeira, Votando PPD Partido Popular Democrático (PPD), eleições legislativas de 25 de abril de 1975. Ilha da Madeira.

Verso do bilhete-postal do forte holandês de Demerara, bilhete-postal animado Booker, Bros, 1918, Georgetown, Demerara.

Verso do bilhete-postal do forte holandês de Demerara.  Ruins of an Old Dutch Fort on Fort Island, River Essequibo, once the Seat of the Government of the Colony 1918 Bilhete-postal animado Booker, Bros, Georgetown, Demerara. Coleção particular, Funchal O território da costa norte da América do Sul integrou a Guiana inglesa desde 1838 até 1966, altura em que se tornou país independente e passou a designar-se República Cooperativa da Guiana. A sua capital, Georgetown, encontra-se na foz do rio Demerara, pelo que a região também ficou conhecida como Demerara. O território compreende uma faixa costeira pantanosa, conhecida, no séc. XIX, […]

Ruins of an Old Dutch Fort on Fort Island, River Essequibo, bilhete-postal animado Booker, Bros, 1918, Georgetown, Demerara.

Part of the Sea Wall, Georgetown, bilhete-postal animado 1152, The Argosy Company, 1910 (c.), Georgetown, Demerara

Part of the Sea Wall, Georgetown 1910 Este e um outro coreto na chamada Parede do Mar, foram mandados levantar em 1900, em homenagem à rainha Vitoria de Inglaterra (1819-1901) Bilhete-postal animado 1152 The Argosy Company, Georgetown, Demerara. Coleção particular, Funchal O território da costa norte da América do Sul integrou a Guiana inglesa desde 1838 até 1966, altura em que se tornou país independente e passou a designar-se República Cooperativa da Guiana. A sua capital, Georgetown, encontra-se na foz do rio Demerara, pelo que a região também ficou conhecida como Demerara. O território compreende uma faixa costeira pantanosa, conhecida, […]

On the Banks of the Demerara River, bilhete-postal animado The Argosy Co., 1909, Georgetown, Demerara.

On the Banks of the Demerara River, 1909 Bilhete-postal The Argosy Co., Georgetown, Demerara. Coleção particular, Funchal O território da costa norte da América do Sul integrou a Guiana inglesa desde 1838 até 1966, altura em que se tornou país independente e passou a designar-se República Cooperativa da Guiana. A sua capital, Georgetown, encontra-se na foz do rio Demerara, pelo que a região também ficou conhecida como Demerara. O território compreende uma faixa costeira pantanosa, conhecida, no séc. XIX, dos madeirenses pelos pântanos, onde terão morrido muitos destes emigrantes ilhéus. A América Central e do Sul surge como o principal […]

Robb street, Georgetown, Demerara, bilhete-postal R. P. Kaps, Jeweller, 1906, Georgetown, Demerara

Robb street Looking west, Georgetown, Demerara, 1906 Bilhete-postal R. P. Kaps, Jeweller, Higt Street, Georgetown, Demerara. Coleção particular, Funchal O território da costa norte da América do Sul integrou a Guiana inglesa desde 1838 até 1966, altura em que se tornou país independente e passou a designar-se República Cooperativa da Guiana. A sua capital, Georgetown, encontra-se na foz do rio Demerara, pelo que a região também ficou conhecida como Demerara. O território compreende uma faixa costeira pantanosa, conhecida, no séc. XIX, dos madeirenses pelos pântanos, onde terão morrido muitos destes emigrantes ilhéus. A América Central e do Sul surge como […]

British Guayana, ou Demerara, John Tallis’s Illustrated Atlas, London & New York: John Tallis & co, 1851 (c.), Demerara.

British Guayana, Litografia colorida, 24,9 x 34,8 cm. Mapa com ilustrações de vistas de Georgetown, New Amsterdam, ‘Ataraipu’ ou Devil’s Rock e a Christmas Cataract no Rio Berbice. John Tallis’s Illustrated Atlas (1817-1876), London & New York: John Tallis & co, c. 1851, álbum publicado quando da Exposição Universal de Londres. Coleção particular, Funchal O território da costa norte da América do Sul integrou a Guiana inglesa desde 1838 até 1966, altura em que se tornou país independente e passou a designar-se República Cooperativa da Guiana. A sua capital, Georgetown, encontra-se na foz do rio Demerara, pelo que a região […]

Hadfield da Aquila Airways na baía do Funchal, bilhete-postal da Foto Perestrellos, 1949 (c.), Museu de Fotografia da Madeira.

Hadfield da Aquila Airways na baía do Funchal. Bilhete-postal da Foto Perestrellos, 1949 (c.), número 267 Original no Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, Inv. PER/813 (negativo fotográfico) Funchal, ilha da Madeira. O Hadfield era um dos hidroaviões Hythe da Aquila Airways que operaram regularmente na baía do Funchal entre 1949 e 1958. A Aquila Airways foi uma companhia aérea independente britânica, formada em 18 de maio de 1948 e sediada em Southampton, Hampshire. O fundador, Barry Aikman (1914; Londres, 8 jan. 1986), converteu os hidroaviões Sunderland após a Crise de Berlim, que haviam sido criados pela British Overseas […]

Hadfield da Aquila Airways na baía do Funchal, fotografia Perestrellos, 1949 (c.), Museu de Fotografia da Madeira.

Hadfield da Aquila Airways na baía do Funchal. Negativo simples, película, gelatina e sais de prata, 12,8 x 17,8 cm. Fotografia Perestrellos, 1949 (c.), de que há bilhete-postal com o número 267 Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, Inv. PER/813 Funchal, ilha da Madeira. O Hadfield era um dos hidroaviões Hythe da Aquila Airways que operaram regularmente na baía do Funchal entre 1949 e 1958. Aquila Airways foi uma companhia aérea independente britânica, formada em 18 de maio de 1948 e sediada em Southampton, Hampshire. O fundador, Barry Aikman (1914; Londres, 8 jan. 1986), converteu os hidroaviões Sunderland após […]

Senhora no Campo de Golfe, Foto Vicente’s, Santo da Serra, 1940 (c.), ilha da Madeira.

Senhora no Campo de Golfe Jovem caddie apresenta os trajes tradicionais madeirenses que aparecem após a inauguração 25 fev. 1937 Santo da Serra, 1940 (c.). Foto Vicente’s, Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s. Coleção do Campo de Golfe do Santo da Serra, ilha da Madeira. O primeiro campo de golfe na Madeira remonta a 1920, mais precisamente no Clube de Golf Santo da Serra e as fotografias atestam que o golfe aqui se jogou já em 1932 e com senhoras, nos terrenos em frente à antiga Club house na Estalagem Serra Golf. O campo original de 9 buracos era composto por […]

Senhora no Campo de Golfe, Foto Vicente’s, Santo da Serra, 1940 (c.), ilha da Madeira.

Senhora no Campo de Golfe Jovem caddie, no entanto, não apresenta os trajes tradicionais madeirenses que aparecem após a inauguração 25 fev. 1937 Santo da Serra, 1940 (c.). Foto Vicente’s, Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s. Coleção do Campo de Golfe do Santo da Serra, ilha da Madeira. O primeiro campo de golfe na Madeira remonta a 1920, mais precisamente no Clube de Golf Santo da Serra e as fotografias atestam que o golfe aqui se jogou já em 1932 e com senhoras, nos terrenos em frente à antiga Club house na Estalagem Serra Golf. O campo original de 9 […]

Senhora no Campo de Golfe, Foto Vicente’s, Santo da Serra, 1940 (c.), ilha da Madeira.

Senhora no Campo de Golfe Jovem caddie com os trajes tradicionais madeirenses que aparecem após a inauguração 25 fev. 1937 Santo da Serra, 1940 (c.) Foto Vicente’s, Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s. Coleção do Campo de Golfe do Santo da Serra, ilha da Madeira. O primeiro campo de golfe na Madeira remonta a 1920, mais precisamente no Clube de Golf Santo da Serra e as fotografias atestam que o golfe aqui se jogou já em 1932 e com senhoras, nos terrenos em frente à antiga Club house na Estalagem Serra Golf. O campo original de 9 buracos era composto […]

Senhores no Campo de Golfe, Foto Vicente’s, Santo da Serra, 1932 a 1940 (c.), ilha da Madeira.

Senhor e senhora no Campo de Golfe Santo da Serra, 1932 a 1940 (c.). Foto Vicente’s, Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s. Coleção do Campo de Golfe do Santo da Serra, ilha da Madeira. O primeiro campo de golfe na Madeira remonta a 1920, mais precisamente no Clube de Golf Santo da Serra e as fotografias atestam que o golfe aqui se jogou já em 1932 e com senhoras, nos terrenos em frente à antiga Club house na Estalagem Serra Golf. O campo original de 9 buracos era composto por apenas 3 buracos par. Nos finais de 1935 iniciaram-se os […]

Senhora no Campo de Golfe, Foto Vicente’s, Santo da Serra, 1932, ilha da Madeira.

Senhora no Campo de Golfe Jovem caddie ainda não com os trajes tradicionais madeirenses que aparecem após a inauguração 25 fev. 1937 Santo da Serra, 1932. Foto Vicente’s, Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s. Coleção do Campo de Golfe do Santo da Serra, ilha da Madeira. O primeiro campo de golfe na Madeira remonta a 1920, mais precisamente no Clube de Golf Santo da Serra e as fotografias atestam que o golfe aqui se jogou já em 1932 e com senhoras, nos terrenos em frente à antiga Club house na Estalagem Serra Golf. O campo original de 9 buracos era […]

O Sapo Vaidoso, A Canoa, nº 49, Maria do Carmo Leite Monteiro Rodrigues, Funchal, 11 de agosto de 1971, ilha da Madeira

O Sapo Vaidoso, A Canoa, 2ª série, nº 49, Propriedade e direção de Maria do Carmo Leite Monteiro Rodrigues (1924-2014) Funchal, 11 de agosto de 1971, ilha da Madeira Maria do Carmo Pimenta Leite Monteiro nasceu em 1924 na rua do Torreão, e com 17 anos viu o seu primeiro texto publicado no suplemento de Natal d’O Jornal, com o pseudónimo Suzana Pobre, que usaria até se casar com José M. S. Rodrigues. Em 1964, publica Dona Trabucha, a Costureira Bucha, incentivada por Cabral do Nascimento. Entre 1969 e 1971, dirigiu o jornal infantil A Canoa, suplemento do Eco do […]

‘Os bancos da Avenida do Mar- azulejos de boa memória’, Casa-Museu Frederico de Freitas, 21 de dezembro de 2023, Funchal, ilha da Madeira

Os bancos da Avenida do Mar- azulejos de boa memória Apresentação que contou com o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, da Assembleia Legislativa da Madeira, José Manuel Rodrigues e secretário regional do Turismo e Cultura, Eduardo Jesus. Edição do material da exposição D’Uma Estampa Antiga. Desenhos de Alfredo Miguéis para a Avenida do Mar, com curadoria de Martinho Mendes, realizada no Museu de Arte Sacra do Funchal, entre 26.06 a 21.08. 2021, trabalho apresentado pelas diretoras do MASF, Graça Alves e da CMFF, Ana Margarida Camacho, casa-museu com toda uma muito especial relação com tudo o que diga respeito […]

Colégio Missionário do Sagrado Coração de Jesus, 1928 e seguintes, Caminho do Monte, Funchal, ilha da Madeira.

Colégio Missionário do Sagrado Coração de Jesus Inauguração de 20 fev. 1958 Fotografia de Bernardes Franco, 2020. Caminho do Monte, Funchal, ilha da Madeira. Ainda sob o papel influente da Igreja no ensino, em 1947, os padres dehonianos da Congregação do Sagrado Coração de Jesus fundaram o colégio missionário, com 10 alunos, numa quinta situada no caminho do Monte, Chacara Brasil, instalações inauguradas a 17 out. 1947, na quinta que havia sido propriedade do Dr. Jacinto Henriques. Foram os padres italianos Ângelo Colombo (1913-1995) e Gastão Canova (1921-1985) que criaram este seminário menor e médio, cuja missão seria a preparação […]

Primeiro carro do Colégio Missionário oferecido pelo Bispo do Funchal, 1947, Funchal, ilha da Madeira.

Primeiro carro do Colégio Missionário oferecido pelo Bispo do Funchal D. António Manuel Pereira Ribeiro (1879-1957) Fotografia de 1947. Arquivo do Colégio Missionário do Sagrado Coração de Jesus, Funchal,  ilha da Madeira. Ainda sob o papel influente da Igreja no ensino, em 1947, os padres dehonianos da Congregação do Sagrado Coração de Jesus fundaram o colégio missionário, com 10 alunos, numa quinta situada no caminho do Monte, Chacara Brasil, instalações inauguradas a 17 out. 1947, na quinta que havia sido propriedade do Dr. Jacinto Henriques. Foram os padres italianos Ângelo Colombo (1913-1995) e Gastão Canova (1921-1985) que criaram este seminário […]

Padres do Colégio Missionário do Monte, porto do Funchal, novembro de 1952, ilha da Madeira.

Padres do Colégio Missionário do Monte Padres italianos Ângelo Colombo (1913-1995) e Gastão Canova (1921-1985) Fotografia de novembro de 1952. Arquivo do Colégio Missionário do Sagrado Coração de Jesus, Funchal,  ilha da Madeira. Ainda sob o papel influente da Igreja no ensino, em 1947, os padres dehonianos da Congregação do Sagrado Coração de Jesus fundaram o colégio missionário, com 10 alunos, numa quinta situada no caminho do Monte, Chacara Brasil, instalações inauguradas a 17 out. 1947, na quinta que havia sido propriedade do Dr. Jacinto Henriques. Foram os padres italianos Ângelo Colombo (1913-1995) e Gastão Canova (1921-1985) que criaram este […]

Chacara Brasil, inicial Colégio Missionário do Monte, bilhete-postal Perestrellos Fotógrafos de 1948 (c.), Funchal, ilha da Madeira.

Chacara Brasil, inicial Colégio Missionário do Monte Bilhete-postal Perestrellos Fotógrafos de 1948 (c.). Arquivo do Colégio Missionário do Sagrado Coração de Jesus, Funchal. Monte, Chacara Brasil, Funchal, ilha da Madeira. Ainda sob o papel influente da Igreja no ensino, em 1947, os padres dehonianos da Congregação do Sagrado Coração de Jesus fundaram o colégio missionário, com 10 alunos, numa quinta situada no caminho do Monte, Chacara Brasil, instalações inauguradas a 17 out. 1947, na quinta que havia sido propriedade do Dr. Jacinto Henriques. Foram os padres italianos Ângelo Colombo (1913-1995) e Gastão Canova (1921-1985) que criaram este seminário menor e […]

Max na chegada para Festa da Boa Vontade do Colégio Missionário, novembro de 1952, arquivo do Colégio Missionário do Sagrado Coração de Jesus, Funchal.

Max na chegada para Festa da Boa Vontade do Colégio Missionário, (Maximiano de Sousa, 1918-1980) Com os padres Gastão Canova (1921-1985) e Ângelo Colombo (1913-1995), novembro de 1952, Arquivo do Colégio Missionário do Sagrado Coração de Jesus, Funchal. Maximiano de Sousa, popularizado como Max (São Pedro, Funchal, 20 jan. 1918; Lisboa, 29 maio 1980), foi um ator, cantor e compositor de excecional talento, muito contribuindo para a divulgação do folclore madeirense e da Ilha. Ainda sob o papel influente da Igreja no ensino, em 1947, os padres dehonianos da Congregação do Sagrado Coração de Jesus fundaram o colégio missionário, com […]

Finanças Públicas e Direito Financeiro, António de Sousa Franco, 4.ª ed. 2 vols. (1ª edição, 1995), Coimbra, Livraria Almedina, 2022, Portugal

António de Sousa Franco (1942-2004), Finanças Públicas e Direito Financeiro, 4.ª ed. 2 vols. (1ª edição, 1995), Coimbra, Livraria Almedina, 2022, Portugal

Ensaio de Finanças Públicas, Eduardo Paz Ferreira, Coimbra, Livraria Almedina, setembro de 2020, Portugal

Eduardo Paz Ferreira (1953-), Ensaio de Finanças Públicas, Coimbra, Livraria Almedina, setembro de 2020, Portugal

Região Autónoma da Madeira. Governo Regional, 1952 e 1987 e seguintes, Avenida Zarco, Funchal, ilha da Madeira.

Região Autónoma da Madeira, Governo Regional Antiga entrada da antiga Junta Geral do Funchal. Letras de bronze sobre cantaria regional, projeto do arquiteto Januário Godinho de Almeida (1910-1990), 1952. Fotografia de 2021. Fachada à Avenida Zarco, Funchal, ilha da Madeira.

Livro das Citações de O Deve e o Haver, Alberto Vieira e outras, Funchal, CEHA, 2014, Região Autónoma da Madeira.

Alberto Vieira (1956-2019), Livro das Citações de O Deve e o Haver,  projeto O Deve e o Haver, Funchal, CEHA, 2014, Região Autónoma da Madeira.

O Deve e o Haver das Finanças da Madeira, Alberto Vieira, Funchal, CEHA, 2014, Região Autónoma da Madeira.

Alberto Vieira (1956-2019), O Deve e o Haver das Finanças da Madeira,  projeto O Deve e o Haver, Funchal, CEHA, 2014, Região Autónoma da Madeira.

Entender o Deve e o Haver das Finanças da Madeira, Alberto Vieira, Funchal, CEHA, 2013, Região Autónoma da Madeira.

Alberto Vieira (1956-2019), Entender o Deve e o Haver das Finanças da Madeira,  projeto O Deve e o Haver, Funchal, CEHA, 2013, Região Autónoma da Madeira. Aguarela de Arnaud Julien Pallière (1784-1862) da entrada da princesa Leopoldina de Aústria (1797-1826) no Funchal, a 11 de setembro de 1817, coleção dos herdeiros de Alfredo Allen (1828-1907), Porto. Arnaud Julien Pallière (Bordeaux, França 1784 ; idem 1862). Pintor, desenhista, estudou retrato e pintura histórica em Paris, em 1805. Participou do Salão de Paris em 1808, 1810 e 1814. Chega ao Rio de Janeiro em 1817, no mesmo navio que traz a princesa […]

A Importância das Ilhas no Quadro das Políticas e do Direito do Mar – O Caso das Selvagens, Pedro Quartin Graça, Funchal, CEHA, 2019, Região Autónoma da Madeira

Pedro Quartin Graça, A Importância das Ilhas no Quadro das Políticas e do Direito do Mar – O Caso das Selvagens, Funchal, CEHA, 2019, Região Autónoma da Madeira A Importância das Ilhas no Quadro das Políticas e do Direito do Mar – O Caso das Selvagens é a designação da tese de doutoramento em Políticas Públicas apresentada pelo o autor no ISCTE-IUL e que deu origem à presente obra. As ilhas Selvagens encontram-se localizadas no Oceano Atlântico, entre a ilha da Madeira e as Canárias, sendo que, de um ponto de vista geográfico, estão fisicamente mais próximas do arquipélago das Canárias. […]

A Importância das Ilhas no Quadro das Políticas e do Direito do Mar – O Caso das Selvagens, Pedro Quartin Graça, Lisboa, Chiado Editora, 2014

Pedro Quartin Graça, A Importância das Ilhas no Quadro das Políticas e do Direito do Mar – O Caso das Selvagens, “A última fronteira”, Lisboa, Chiado Editora, 2014 A Importância das Ilhas no Quadro das Políticas e do Direito do Mar – O Caso das Selvagens é a designação da tese de doutoramento em Políticas Públicas apresentada pelo o autor no ISCTE-IUL e que deu origem à presente obra. As ilhas Selvagens encontram-se localizadas no Oceano Atlântico, entre a ilha da Madeira e as Canárias, sendo que, de um ponto de vista geográfico, estão fisicamente mais próximas do arquipélago das Canárias. […]

Reposteiro do Cabido da sé do Funchal, oficina portuguesa ou madeirense, 1720 a 1740 (c.), sacristia do Colégio do Funchal, ilha da Madeira.

Reposteiro do Cabido da sé do Funchal. Pano de porta com Cruz de Cristo como emblema e selo do cabido sob a coroa real Seda e damasco bordado. Oficina portuguesa ou madeirense, 1720 (c.) a 1740, quando das obras do edifício do Cabido. Fotografia de Virgílio Gomes, 17 de outubro de 2019. Preparação da exposição 450 anos do Colégio dos Jesuítas do Funchal, no Museu Diocesano de Arte Sacra do Funchal. Igreja de São João Evangelista do Colégio do Funchal, ilha da Madeira. Reposteiro que se encontra com o par que guardava as porta de acesso à sacristia e à […]

50 Anos de Autonomia, 1976-2026, Rui Carita, design Virgílio Gomes, Assembleia Legislativa, Região Autónoma da Madeira, 2026.

Rui Carita, 50 Anos de Autonomia, 1976-2026, Design Virgílio Gomes, Assembleia Legislativa, Região Autónoma da Madeira, apresentação a 11 de junho de 2026. Funchal, ilha da Madeira. O Presidente da República presidiu a 11 de junho de 2028, na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, à Cerimónia de apresentação do livro “50 Anos de Autonomia Regional 1976-2026”, da autoria do Professor Rui Carita, e à inauguração da exposição fotográfica “50 Anos de Autonomia”. Recebido pela Presidente da Assembleia Legislativa, Rubina Leal, o Chefe de Estado cumprimentou os Vice-Presidentes, os Líderes Parlamentares e Deputados Únicos e assinou o Livro de Honra […]

Interior do plenário da Assembleia Legislativa Regional, projeto Raul Chorão Ramalho, 1989 e reforma de 2010, Funchal, ilha da Madeira

Interior do plenário da Assembleia Legislativa Regional, Projeto Raul Chorão Ramalho (1914-2002), 1989 e reforma de 2010, após aluvião Fotografia de 2025. Funchal, ilha da Madeira.

Constituição da República Portuguesa, Anotada, J. J. Gomes Canotilho e Vital Moreira, vol. I, Coimbra Editora, 2004, Portugal

Constituição da República Portuguesa, Anotada, José Joaquim Gomes Canotilho (1942-) e Vital Martins Moreira (1944-), vol. I, Artigos 1º a 107º, 4.ª Edição revista, reimpressão, Coimbra Editora, 2004, Portugal.

Quartel dos Bombeiros Voluntários de Câmara de Lobos, torre de Rigo 23, julho de 2019, Câmara de Lobos, ilha da Madeira

Quartel dos Bombeiros Voluntários de Câmara de Lobos Trabalho de Rigo 23 (n. 1966), inaugurado a 23 de julho de 2019. Fotografia de 2023. Câmara de Lobos, ilha da Madeira Rigo 23, Ricardo Gouveia (Madeira, 1966; -), um madeirense residente em São Francisco, é um artista urbano que faz das paredes a sua voz, pintando murais com consciência política, mas não só. Como tem referido: “Parte da minha prática artística tem sido inserir a voz do cidadão em lugares onde ela não pertence necessariamente. Por exemplo, pondo mensagens pessoais em veículos utilizados para cenários de trânsito”. Envolvendo-se com um contexto […]

Relatório apresentado à Junta Geral pela Comissão Executiva na sessão ordinária de Maio de 1883, Funchal, Tipografia do Direito, 1883, ilha da Madeira

Relatório apresentado à Junta Geral pela Comissão Executiva na sessão ordinária de Maio de 1883, Funchal, Tipografia do Direito, 1883, Ilha da Madeira As Juntas Gerais de Província e, depois, de Distrito, foram criadas em 1832, mas esta estrutura somente foi instalada na Madeira em 1837 e, com alguma continuidade, depois da reforma de 1842, altura em que passou a contar com sala própria em S. Lourenço e horário e dia estabelecidos para as reuniões. Ainda foi reformulada em 1854, em 1895 e só teria efetiva continuidade a partir de 1901, então como Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal. […]

Cortejo presidencial à chegada do largo do Colégio para a sessão solene de boas vindas na Câmara Municipal, 30 de maio de 1955, Funchal, ilha da Madeira

Cortejo presidencial à chegada do largo do Colégio para a sessão solene de boas vindas na Câmara Municipal General Francisco Higino Craveiro Lopes (1894-1964). Película, gelatina e sais de prata, 6 x 9 cm. Fotografia Vicente’s, 30 de maio de 1955 Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, (VIC 21474) em depósito na DRABL. A sua visita ao arquipélago da Madeira, ocorreu entre 30 de maio e 2 de junho de 1955. Atualmente, as visitas presidenciais ocorrem com maior frequência, mas no passado estas aconteciam em raras ocasiões e eram motivo de rejúbilo. Mota de Vasconcelos, no seu livro “Memória Histórica […]

Formatura da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa frente à Sé do Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira.

Formatura da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa frente à Sé do Funchal. Capitães Romão Loureiro e João Manuel Maltez Soares, enquadrados por forças do Batalhão independente de Infantaria do Funchal e outras da Zona Militar da Madeira. À direita, o sargento clarim do Batalhão e, à esquerda, em segundo plano, o tenente-coronel Fernando Homem da Costa (1911-1997), cmdt. do BII 19. Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira. Película em gelatina e sais de prata, 6,1 x 9,3 cm. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (inv. VIC/47258.2), em depósito na DRABL. No dia […]

Formatura da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa frente à Sé do Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira.

Formatura da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa frente à Sé do Funchal. Capitães Romão Loureiro e João Manuel Maltez Soares, enquadrados por forças do Batalhão independente de Infantaria do Funchal e outras da Zona Militar da Madeira, sob o comando do coronel Gregório de Paiva Cunha. À esquerda, o tenente-coronel Fernando Homem da Costa (1911-1997), cmdt. do BII 19. Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira. Película em gelatina e sais de prata, 6,1 x 9,3 cm. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (inv. VIC/47258.1), em depósito na DRABL. No dia 19 de […]

Desfile da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa na Avenida do Mar, Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira.

Desfile da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa na Avenida do Mar. Capitão Romão Loureiro Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira. Película em gelatina e sais de prata, 6,1 x 9,1 cm. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (inv. VIC/47257.2), em depósito na DRABL. No dia 19 de junho de 1957, os soldados da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à Índia, do Batalhão Independente de Infantaria n.º 19, regressaram a casa. Tinham partido a 2 de setembro de 1954 para Goa, integrando o esforço militar português num período de crescente tensão entre Portugal […]

Desfile da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa na Avenida do Mar, Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira.

Desfile da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa na Avenida do Mar. Capitães Romão Loureiro e João Manuel Maltez Soares Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira. Película em gelatina e sais de prata, 6,1 x 9,1 cm. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (inv. VIC/47257.1), em depósito na DRABL. No dia 19 de junho de 1957, os soldados da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à Índia, do Batalhão Independente de Infantaria n.º 19, regressaram a casa. Tinham partido a 2 de setembro de 1954 para Goa, integrando o esforço militar português num período […]

Soldados da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa saindo do molhe da Pontinha para desfile no Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira.

Soldados da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa saindo do molhe da Pontinha para desfile no Funchal. Molhe da Pontinha do Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira. Película em gelatina e sais de prata, 6,2 x 9,4 cm. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (inv. VIC/47253), em depósito na DRABL. No dia 19 de junho de 1957, os soldados da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à Índia, do Batalhão Independente de Infantaria n.º 19, regressaram a casa. Tinham partido a 2 de setembro de 1954 para Goa, integrando o esforço militar português num […]

Entidades superiores do Arquipelago subindo ao paquete “Niassa” onde vinha a 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa, Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira.

Entidades superiores do Arquipélago subindo ao paquete “Niassa” onde vinha a 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa. Molhe da Pontinha do Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira. Película em gelatina e sais de prata, 6,2 x 9,4 cm. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (inv. VIC/47252), em depósito na DRABL. No dia 19 de junho de 1957, os soldados da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à Índia, do Batalhão Independente de Infantaria n.º 19, regressaram a casa. Tinham partido a 2 de setembro de 1954 para Goa, integrando o esforço militar português num […]

Soldados da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa, paquete “Niassa”, Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira.

Soldados da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa. Paquete Niassa, Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira. Película em gelatina e sais de prata, 6,2 x 9,4 cm. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (inv. VIC/47251), em depósito na DRABL. No dia 19 de junho de 1957, os soldados da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à Índia, do Batalhão Independente de Infantaria n.º 19, regressaram a casa. Tinham partido a 2 de setembro de 1954 para Goa, integrando o esforço militar português num período de crescente tensão entre Portugal e a União Indiana, processo […]

Graduados da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa, paquete “Niassa”, Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira.

Graduados da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa. Paquete Niassa, Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira. Película em gelatina e sais de prata, 6,2 x 9,4 cm. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (inv. VIC/47251), em depósito na DRABL. No dia 19 de junho de 1957, os soldados da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à Índia, do Batalhão Independente de Infantaria n.º 19, regressaram a casa. Tinham partido a 2 de setembro de 1954 para Goa, integrando o esforço militar português num período de crescente tensão entre Portugal e a União Indiana, processo […]

Marinheiros e soldados da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa, paquete “Niassa”, Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira.

Marinheiros e soldados da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa. Paquete Niassa, Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira. Película em gelatina e sais de prata, 6,2 x 9,4 cm. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (inv. VIC/47249), em depósito na DRABL. No dia 19 de junho de 1957, os soldados da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à Índia, do Batalhão Independente de Infantaria n.º 19, regressaram a casa. Tinham partido a 2 de setembro de 1954 para Goa, integrando o esforço militar português num período de crescente tensão entre Portugal e a União […]

Regresso da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa, paquete “Niassa”, Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira.

Regresso da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à antiga Índia Portuguesa. Paquete Niassa, Funchal, 19 de junho de 1957, ilha da Madeira. Película em gelatina e sais de prata, 6,2 x 9,4 cm. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (inv. VIC/47248), em depósito na DRABL. No dia 19 de junho de 1957, os soldados da 1.ª Companhia Expedicionária da Madeira à Índia, do Batalhão Independente de Infantaria n.º 19, regressaram a casa. Tinham partido a 2 de setembro de 1954 para Goa, integrando o esforço militar português num período de crescente tensão entre Portugal e a União Indiana, processo […]

Vista do Funchal de oeste com as ruínas do convento de São Francisco, fotografia de 1866 a 1883 (c.), Funchal, ilha da Madeira

Vista do Funchal de oeste com as ruínas do convento de São Francisco  Negativo estereoscópico, colódio, 8,3 x 16,9 cm. Fotografia de 1866 a 1883 (c.) Vicente Gomes da Silva (pai) (1827-1906) ou (filho) (1857-1933). Anúncio da exposição temporária “A Invenção do Funchal”, com curadoria do arquiteto Paulo David. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, (inv. VIC/210) em depósito na DRABL. O convento de São Francisco do Funchal foi fundado no ano de 1473, data inscrita numa lápide tumular com os nomes dos fundadores Luís Álvares da Costa e seu filho Francisco, tendo tido uma primeira instalação na área da […]

José António Gonçalves e a estátua de Colombo, Parque de Santa Catarina, Funchal, 1970 (c.), ilha da Madeira.

José António Gonçalves e a estátua de Colombo (1954-2005) Bronze de Henrique Moreira (1890-1979), 1940, mas só inaugurado no Parque de Santa Catarina a 12 de outubro de 1968. Parque de Santa Catarina, Funchal, 1970 (c.). Coleção de Marco Gonçalves, Funchal, ilha da Madeira. José António de Freitas Gonçalves (S. Martinho, Funchal, 13.06.1954; idem, 30 de março de 2005), ativo jornalista do Jornal da Madeira, foi também um interessante poeta e organizador de várias antologias, pertencendo aos órgãos diretivos da Associação Portuguesa de Escritores (APE), foi presidente da Associação de Escritores da Madeira (AEM), da qual foi cofundador (1989). Cristóvão Colombo […]

Fortaleza de São João Baptista do Pico, 1600 a 1650 (c.), Funchal, ilha da Madeira.

Fortaleza de São João Baptista do Pico. Mateus Fernandes (III) (c. 1520-1597), Jerónimo Jorge (c. 1570-1617) e Bartolomeu João (c. 1590-1658), 1600 a 1650 (c.) Fortaleza de São João Baptista, fortaleza de São João do Pico ou do Pico Rádio. Fotografia por drone de Ricardo Paulino de 2025. Funchal, ilha da Madeira. Cronologia da fortaleza de São João do Pico: 1567 – representação do pico na planta de Mateus Fernandes (c. 1520-1597) como Pico das Freiras, de Santa Clara, deduz-se; 1572 – ordem de construção de uma fortaleza para remate da muralha poente da cidade; 1582 – 1º planta da […]

Interior da residencial Mariazinha, reposição de 2000 (c.), Rua de Santa Maria, 155, Funchal, ilha da Madeira.

Interior da residencial Mariazinha. Zona de estar interior. Alvenaria de pedra rebocada e pintada, reposição de 1805 (c.), após aluvião de 1803. Antiga confeitaria Mariazinha, reabilitação de 2000 (c.). Mariazinha, a Padeira (São Gonçalo, 17 de dezembro de 1936-St. Maria Maior, abril de 2011) Fotografia de 2015. Rua de Santa Maria, 155, Funchal, ilha da Madeira. Estadia entre 8 e 13 de junho de 2026, para cerimónia na Assembleia Regional com Dr. António José Seguro, presidente da República.

Interior da residencial Mariazinha, reposição de 1805 (c.), após aluvião de 1803 e reabilitação de 2000 (c.), Rua de Santa Maria, 155, Funchal, ilha da Madeira.

Interior da residencial Mariazinha. Zona de estar a céu aberto, pátio interior. Alvenaria de pedra rebocada e pintada, reposição de 1805 (c.), após aluvião de 1803. Antiga confeitaria Mariazinha, reabilitação de 2000 (c.). Mariazinha, a Padeira (São Gonçalo, 17 de dezembro de 1936-St. Maria Maior, abril de 2011) Fotografia de 2025. Rua de Santa Maria, 155, Funchal, ilha da Madeira. Estadia entre 8 e 13 de junho de 2026, para cerimónia na Assembleia Regional com Dr. António José Seguro, presidente da República.

Interior da residencial Mariazinha, reposição de 1805 (c.), após aluvião de 1803 e reabilitação de 2000 (c.), Rua de Santa Maria, 155, Funchal, ilha da Madeira.

Interior da residencial Mariazinha. Zona de estar a céu aberto, pátio interior. Alvenaria de pedra rebocada e pintada, reposição de 1805 (c.), após aluvião de 1803. Antiga confeitaria Mariazinha, reabilitação de 2000 (c.). Mariazinha, a Padeira (São Gonçalo, 17 de dezembro de 1936-St. Maria Maior, abril de 2011) Fotografia de 2015. Rua de Santa Maria, 155, Funchal, ilha da Madeira. Estadia entre 8 e 13 de junho de 2026, para cerimónia na Assembleia Regional com Dr. António José Seguro, presidente da República.

Interior da residencial Mariazinha, reposição de 1805 (c.), após aluvião de 1803 e reabilitação de 2000 (c.), Rua de Santa Maria, 155, Funchal, ilha da Madeira.

Interior da residencial Mariazinha. Zona de refeições, Cantinho da Mariazinha. Alvenaria de pedra rebocada e pintada, reposição de 1805 (c.), após aluvião de 1803. Antiga confeitaria Mariazinha, reabilitação de 2000 (c.). Mariazinha, a Padeira (São Gonçalo, 17 de dezembro de 1936-St. Maria Maior, abril de 2011) Fotografia de 2015. Rua de Santa Maria, 155, Funchal, ilha da Madeira. Estadia entre 8 e 13 de junho de 2026, para cerimónia na Assembleia Regional com Dr. António José Seguro, presidente da República.

Fachada da Residencial Mariazinha, reposição de 1805 (c.), após aluvião de 1803 e reabilitação de 2000 (c.), Rua de Santa Maria, 155, Funchal, ilha da Madeira.

Fachada da Residencial Mariazinha. Alvenaria de pedra rebocada e pintada, reposição de 1805 (c.), após aluvião de 1803. Antiga confeitaria Mariazinha, reabilitação de 2000 (c.). Mariazinha, a Padeira (São Gonçalo, 17 de dezembro de 1936-St. Maria Maior, abril de 2011) Fotografia de 2015. Rua de Santa Maria, 155, Funchal, ilha da Madeira. Estadia entre 8 e 13 de junho de 2026, para cerimónia na Assembleia Regional com Dr. António José Seguro, presidente da República.

Residencial Mariazinha, reposição de 1805 (c.), após aluvião de 1803 e reabilitação de 2000 (c.), Rua de Santa Maria, 155, Funchal, ilha da Madeira.

Residencial Mariazinha. Alvenaria de pedra rebocada e pintada, reposição de 1805 (c.), após aluvião de 1803. Antiga confeitaria Mariazinha, reabilitação de 2000 (c.). Mariazinha, a Padeira (São Gonçalo, 17 de dezembro de 1936-St. Maria Maior, abril de 2011) Fotografia de 2025. Rua de Santa Maria, 155, Funchal, ilha da Madeira. Estadia entre 8 e 13 de junho de 2026, para cerimónia na Assembleia Regional com Dr. António José Seguro, presidente da República.

Residencial Mariazinha, reposição de 1805 (c.), após aluvião de 1803 e reabilitação de 2000 (c.), Rua de Santa Maria, 155, Funchal, ilha da Madeira.

Residencial Mariazinha. Alvenaria de pedra rebocada e pintada, reposição de 1805 (c.), após aluvião de 1803. Antiga confeitaria Mariazinha, reabilitação de 2000 (c.). Mariazinha, a Padeira (São Gonçalo, 17 de dezembro de 1936-St. Maria Maior, abril de 2011) Fotografia de 2025. Rua de Santa Maria, 155, Funchal, ilha da Madeira. Estadia entre 8 e 13 de junho de 2026, para cerimónia na Assembleia Regional com Dr. António José Seguro, presidente da República.

Quinta das Vistas, 1920 (c.), fotografia de 1932 como clínica médico-cirúrgica Américo Durão, Caminho de Santo António, Funchal, Museu de Fotografia da Madeira

Quinta das Vistas ou Clínica Médico-Cirúrgica Américo Durão (1894-1984) Alvenaria mista rebocada e pintada, 1920 (c.) e 2000. Antigo Quartel do Pico de São João, no Funchal, deu origem, depois, à Quinta Dr. Américo Durão (1894-1984) e, Hotel da Quinta das Vistas, Palace Garden. Caminho de Santo António, 52, Funchal, ilha da Madeira. Negativo em vidro, gelatina e sais de prata, 10 x 15 cm. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, Fotografia Figueiras (inv. PHF/1178) em depósito na DRABL. Américo Durão (1894-1984), nascido em Torres Novas, a 25 de novembro de 1894, notabilizou-se na Madeira enquanto cirurgião, com especialidade em ortopedia, […]

Quinta das Vistas, 1920 (c.), fotografia de 1932 como clínica médico-cirúrgica Américo Durão, Caminho de Santo António, Funchal, Museu de Fotografia da Madeira

Quinta das Vistas ou Clínica Médico-Cirúrgica Américo Durão (1894-1984) Alvenaria mista rebocada e pintada, 1920 (c.) e 2000. Antigo Quartel do Pico de São João, no Funchal, deu origem, depois, à Quinta Dr. Américo Durão (1894-1984) e, Hotel da Quinta das Vistas, Palace Garden. Caminho de Santo António, 52, Funchal, ilha da Madeira. Negativo em vidro, gelatina e sais de prata, 10 x 15 cm. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, Fotografia Figueiras (inv. PHF/1177) em depósito na DRABL. Américo Durão (1894-1984), nascido em Torres Novas, a 25 de novembro de 1894, notabilizou-se na Madeira enquanto cirurgião, com especialidade em ortopedia, […]

Dr. José Lino Tranquada Gomes na segunda conferência na Universidade da Madeira, Sala do Senado da UMa, 30 de setembro de 2016, Penteada, São Roque, Funchal, ilha da Madeira

Dr. José Lino Tranquada Gomes na segunda conferência Autonomia e Identidade, Perspetivas de Sucesso. Perante os professores da Universidade da Madeira, com Paulo Miguel Rodrigues em primeiro plano. Sala do Senado da UMa, 30 de setembro de 2016. Fotografia do arquivo da Assembleia da RAM. Edifício do Tecnopolo, Penteada, São Roque, Funchal, ilha da Madeira. Dr. José Lino Tranquada Gomes (Funchal, Santo António, 23 set. 1958; -), filho de Germano Gomes e de Maria Egídia do Patrocínio Gonçalves Tranquada Gomes, concluiu os seus estudos secundários no Liceu Jaime Moniz no Funchal e Direito, na Universidade de Lisboa, passando a exercer […]

Apresentação das Regiões Autónomas, de Paulo Miguel Rodrigues, Feira do Livro de Lisboa, Fundação Francisco Manuel dos Santos, junho de 2026, Portugal.

Apresentação das Regiões Autónomas, de Paulo Miguel Rodrigues, Lisboa, Fundação Francisco Manuel dos Santos, junho de 2026. Praça Roxa, Feira do Livro de Lisboa, 6 de junho de 2026. Com José Eduardo Franco, madeirense e historiador, Armando Rocha, açoriano e professor de Direito, o Autor e moderação da jornalista Isabel Lucas. Lisboa, Portugal. O regime político autonómico, estabelecido em 1976, ao reconhecer a existência de duas Regiões Autónomas, representou um avanço inédito em relação a qualquer das experiências político-administrativas anteriores, e um progresso muito significativo no Estatuto até então reconhecido aos dois arquipélagos atlânticos, no quadro dos regimes e sistemas […]

Apresentação das Regiões Autónomas, de Paulo Miguel Rodrigues, Feira do Livro de Lisboa, Fundação Francisco Manuel dos Santos, junho de 2026, Portugal.

Apresentação das Regiões Autónomas, de Paulo Miguel Rodrigues, Lisboa, Fundação Francisco Manuel dos Santos, junho de 2026. Praça Roxa, Feira do Livro de Lisboa, 6 de junho de 2026. Com José Eduardo Franco, madeirense e historiador, Armando Rocha, açoriano e professor de Direito, o Autor e moderação da jornalista Isabel Lucas. Lisboa, Portugal. O regime político autonómico, estabelecido em 1976, ao reconhecer a existência de duas Regiões Autónomas, representou um avanço inédito em relação a qualquer das experiências político-administrativas anteriores, e um progresso muito significativo no Estatuto até então reconhecido aos dois arquipélagos atlânticos, no quadro dos regimes e sistemas […]

Regiões Autónomas, Paulo Miguel Rodrigues, Lisboa, Fundação Francisco Manuel dos Santos, junho de 2026, Portugal.

Paulo Miguel Rodrigues, Regiões Autónomas, Lisboa, Fundação Francisco Manuel dos Santos, junho de 2026. Lançamento na Praça Roxa, Feira do Livro de Lisboa, 6 de junho de 2026. Com o Autor, José Eduardo Franco, madeirense e historiador, Armando Rocha, açoriano e professor de Direito, e moderação da jornalista Isabel Lucas. Lisboa, Portugal. O regime político autonómico, estabelecido em 1976, ao reconhecer a existência de duas Regiões Autónomas, representou um avanço inédito em relação a qualquer das experiências político-administrativas anteriores, e um progresso muito significativo no Estatuto até então reconhecido aos dois arquipélagos atlânticos, no quadro dos regimes e sistemas políticos […]

Dicionário Breve de História da Autonomia da Madeira, de Paulo Rodrigues. Funchal, Imprensa Académica, junho de 2021, ilha da Madeira.

Paulo Miguel Rodrigues, Dicionário Breve de História da Autonomia da Madeira, Funchal, Imprensa Académica, junho de 2021. Lançamento nos jardins da Quinta Magnólia, 30 de junho de 2021. Exemplar do IDEIA, fotografia de 12 de junho de 2026. Funchal, ilha da Madeira Este livro permite compreender de forma acessível a história associada à autonomia madeirense, teve edição da Imprensa Académica e o apoio da Direção Regional de Cultura, e tem como objetivo apresentar um estudo de síntese, em forma de dicionário (de A a Z), com entradas quase sempre breves, sobre aqueles que neste momento se podem considerar os temas, […]

Mesa do lançamento do Dicionário Breve de História da Autonomia da Madeira, de Paulo Rodrigues, Jardins da Quinta Magnólia, 30 de junho de 2021, Funchal, ilha da Madeira.

Mesa do lançamento do Dicionário Breve de História da Autonomia da Madeira, de Paulo Rodrigues Com Sílvio Fernandes, reitor da UMa, Miguel Albuquerque, presidente do governo, Eduardo Jesus, secretário regional e o autor Paulo Rodrigues. Jardins da Quinta Magnólia, 30 de junho de 2021. Funchal, ilha da Madeira Este livro permite compreender de forma acessível a história associada à autonomia madeirense, teve edição da Imprensa Académica e o apoio da Direção Regional de Cultura, e tem como objetivo apresentar um estudo de síntese, em forma de dicionário (de A a Z), com entradas quase sempre breves, sobre aqueles que neste […]

Mesa do lançamento do Dicionário Breve de História da Autonomia da Madeira, de Paulo Rodrigues, Jardins da Quinta Magnólia, 30 de junho de 2021, Funchal, ilha da Madeira.

Mesa do lançamento do Dicionário Breve de História da Autonomia da Madeira, de Paulo Rodrigues Com o autor Paulo Rodrigues, Eduardo Jesus, secretário regional, Miguel Albuquerque, presidente do governo e Sílvio Fernandes, reitor da UMa. Jardins da Quinta Magnólia, 30 de junho de 2021. Funchal, ilha da Madeira Este livro permite compreender de forma acessível a história associada à autonomia madeirense, teve edição da Imprensa Académica e o apoio da Direção Regional de Cultura, e tem como objetivo apresentar um estudo de síntese, em forma de dicionário (de A a Z), com entradas quase sempre breves, sobre aqueles que neste […]

Paulo Rodrigues, UMa, 24 de agosto de 2023, ilha da Madeira

Paulo Rodrigues A propósito do Dicionário Breve de História da Autonomia da Madeira, lançamento nos jardins da Quinta Magnólia, 30 de junho de 2021. Jornal da Madeira, Madeira Ilustrada, UMa, 24 de agosto de 2023, ilha da Madeira Este livro permite compreender de forma acessível a história associada à autonomia madeirense, teve edição da Imprensa Académica e o apoio da Direção Regional de Cultura, e tem como objetivo apresentar um estudo de síntese, em forma de dicionário (de A a Z), com entradas quase sempre breves, sobre aqueles que neste momento se podem considerar os temas, questões, datas e conceitos […]

Doação do espólio fotográfico de Rui Marote ao Museu de Fotografia da Madeira, Funchal, 1 de outubro de 2023, Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, Funchal, ilha da Madeira.

Doação do espólio fotográfico de Rui Marote ao Museu de Fotografia da Madeira Com Nuno Morna, diretor-geral, Eduardo Jesus, secretário regional e Filipe Bettencourt, diretor do Museu. Funchal, 1 de outubro de 2023. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, Funchal, ilha da Madeira. Rui Marote (1945-) iniciou a sua atividade nos meios de comunicação em 1972 na então Lourenço Marques, em Moçambique, na firma “Som Imagem”, sendo também correspondente da RTP naquela província e, em 1973, colaborou na Telecine Moçambique. No mesmo ano realizou uma comissão de serviço em Angola, na Telecine África, participando na produção de diversos documentários […]

Com Edgar as caixinhas vão acabar, cartoon de José Alves, Campanha Presidenciais 2015, ilha da Madeira

Com Edgar as caixinhas vão acabar Edgar Silva (1962-). Campanha Presidenciais 2015 Cartoon de José Alves, 2015 FunchalNotíci@s on-line, setembro de 2015, ilha da Madeira Edgar Freitas Gomes Silva (São Martinho, Funchal, 25 sete. 1962; -), frequentou o seminário de Lisboa, onde se licenciando depois pela Universidade Católica, universidade onde veio a ser professor, entre 1987 e 1992, tendo sido assistente nacional do Movimento Católico de Estudantes (MEC), entre 1992 e 1995. No Funchal, entretanto, entre 1987 e 1992, foi membro fundador do MAC – Movimento de Apoio à Criança e da Escola Aberta, integrando movimentos de apoio às crianças […]

Saudação Pastoral de D. frei David de Sousa, O. F. M., Funchal, dezembro de 1957, ilha da Madeira.

Saudação Pastoral de D. Frei David de Sousa, O. F. M., aos seus caros Diocesanos por ocasião da sua entrada na Diocese, Funchal, dezembro de 1957, ilha da Madeira 28º bispo do Funchal (1911-2006) onde entrou a 4 de dezembro de 1957 Funchal, ilha da Madeira. Dom frei David de Sousa, O.F.M., (São João de Alpendurada, 25 out. 1911; Lisboa, 5 fev. 2006). Filho de Manuel de Sousa e de Maria de Jesus de Sousa, entrou no Colégio Seráfico de Santo António, em Tui, na Galiza, em 1931, professando como religioso da Ordem dos Frades Menores (Franciscanos), em 7 set. […]

Museu de Imprensa da Madeira, 2013, Câmara de Lobos, ilha da Madeira

Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Fotografia do anúncio da inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 com curadoria de Lourenço de Freitas, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Artigo de divulgação de Catarina Gouveia, Jornal da Madeira, Funchal, 7 de abril de 2026, p. 22, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra […]

Rui Marote na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, Museu de Imprensa da Madeira, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Rui Marote na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da […]

Meio século de Autonomia contado pela imprensa, Museu de Imprensa da Madeira, Jornal da Madeira, Funchal, 7 de abril de 2026, ilha da Madeira.

Meio século de Autonomia contado pela imprensa Inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 com curadoria de Lourenço de Freitas. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Artigo de divulgação de Catarina Gouveia, Jornal da Madeira, Funchal, 7 de abril de 2026, p. 22, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia […]

Inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, Museu de Imprensa da Madeira, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia do Jornal da Madeira, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da Madeira e Diário da Madeira, que […]

Rubina Leal, presidente da Assembleia Regional, na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, Museu de Imprensa da Madeira, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Rubina Leal, presidente da Assembleia Regional, na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário […]

Rubina Leal, presidente da Assembleia Regional, na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, Museu de Imprensa da Madeira, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Rubina Leal, presidente da Assembleia Regional, na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário […]

Rui Marote na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, Museu de Imprensa da Madeira, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Rui Marote na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da […]

Rui Marote na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, Museu de Imprensa da Madeira, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Rui Marote na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Com Celso Bettencourt, presidente da Câmara Municipal de Câmara de Lobos e Rubina Leal, presidente da Assembleia Legislativa Regional Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado […]

Rui Marote na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, Museu de Imprensa da Madeira, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Rui Marote na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Com Rubina Leal, presidente da Assembleia Legislativa Regional Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional […]

Nossa Senhora de Fátima e os Pastorinhos, oficina portuguesa, 2012 (c.), igreja de São João Batista, Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira.

Nossa Senhora de Fátima e os Pastorinhos. Escultura de oficina portuguesa de 2012 Projeto geral do arquiteto João da Cunha Paredes, igreja dedicada a 12 de junho de 2012 Fotografia das Paróquias da Calheta de 28 de junho de 2018. Igreja de São João Batista, Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira. A paróquia de São João do Lombo do Atouguia foi criada a 24 de novembro de 1960, por decreto de D. frei David de Sousa (1911-2006), então bispo do Funchal e, depois, arcebispo emérito de Évora, tendo sido desmembrada da paróquia do Espírito Santo da Calheta. Oficialmente, a […]

Assinatura do São João Batista, grande baixo relevo de bronze de 2012, igreja de São João Batista, Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira.

Assinatura da baixo relevo de São João Batista. Eis o Cordeiro de Deus. Baixo relevo de bronze de 2012 Projeto geral do arquiteto João da Cunha Paredes, igreja dedicada a 12 de junho de 2012 Fotografia das Paróquias da Calheta de 22 de março de 2019. Igreja de São João Batista, Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira. A paróquia de São João do Lombo do Atouguia foi criada a 24 de novembro de 1960, por decreto de D. frei David de Sousa (1911-2006), então bispo do Funchal e, depois, arcebispo emérito de Évora, tendo sido desmembrada da paróquia do […]

São João Batista, grande baixo relevo de bronze de 2012, igreja de São João Batista, Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira.

São João Batista. Eis o Cordeiro de Deus. Baixo relevo de bronze de 2012 Projeto geral do arquiteto João da Cunha Paredes, igreja dedicada a 12 de junho de 2012 Fotografia de 2021. Igreja de São João Batista, Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira. A paróquia de São João do Lombo do Atouguia foi criada a 24 de novembro de 1960, por decreto de D. frei David de Sousa (1911-2006), então bispo do Funchal e, depois, arcebispo emérito de Évora, tendo sido desmembrada da paróquia do Espírito Santo da Calheta. Oficialmente, a fundação entrou em vigor em janeiro de […]

São João Batista, grande baixo relevo de bronze de 2012, igreja de São João Batista, Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira.

São João Batista. Eis o Cordeiro de Deus. Baixo relevo de bronze de 2012 Projeto geral do arquiteto João da Cunha Paredes, igreja dedicada a 12 de junho de 2012 Fotografia das Paróquias da Calheta, 22 de março de 2019. Igreja de São João Batista, Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira. A paróquia de São João do Lombo do Atouguia foi criada a 24 de novembro de 1960, por decreto de D. frei David de Sousa (1911-2006), então bispo do Funchal e, depois, arcebispo emérito de Évora, tendo sido desmembrada da paróquia do Espírito Santo da Calheta. Oficialmente, a […]

São João Batista, grande baixo relevo de bronze de 2012, igreja de São João Batista, Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira.

São João Batista. Eis o Cordeiro de Deus. Baixo relevo de bronze de 2012 Projeto geral do arquiteto João da Cunha Paredes, igreja dedicada a 12 de junho de 2012 Fotografia das Paróquias da Calheta, 22 de março de 2019. Igreja de São João Batista, Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira. A paróquia de São João do Lombo do Atouguia foi criada a 24 de novembro de 1960, por decreto de D. frei David de Sousa (1911-2006), então bispo do Funchal e, depois, arcebispo emérito de Évora, tendo sido desmembrada da paróquia do Espírito Santo da Calheta. Oficialmente, a […]

Cristo, grande baixo relevo de bronze de 2012, igreja de São João Batista, Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira.

Cristo. Eis o Cordeiro de Deus. Baixo relevo de bronze de 2012 Projeto geral do arquiteto João da Cunha Paredes, igreja dedicada a 12 de junho de 2012 Fotografia das Paróquias da Calheta, 22 de março de 2019. Igreja de São João Batista, Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira. A paróquia de São João do Lombo do Atouguia foi criada a 24 de novembro de 1960, por decreto de D. frei David de Sousa (1911-2006), então bispo do Funchal e, depois, arcebispo emérito de Évora, tendo sido desmembrada da paróquia do Espírito Santo da Calheta. Oficialmente, a fundação entrou […]

Retábulo de Cristo, grande baixo relevo de bronze de 2012, igreja de São João Batista, Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira.

Cristo. Eis o Cordeiro de Deus. Baixo relevo de bronze de 2012 Projeto geral do arquiteto João da Cunha Paredes, igreja dedicada a 12 de junho de 2012 Fotografia das Paróquias da Calheta, 22 de março de 2019. Igreja de São João Batista, Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira. A paróquia de São João do Lombo do Atouguia foi criada a 24 de novembro de 1960, por decreto de D. frei David de Sousa (1911-2006), então bispo do Funchal e, depois, arcebispo emérito de Évora, tendo sido desmembrada da paróquia do Espírito Santo da Calheta. Oficialmente, a fundação entrou […]

Cristo, grande baixo relevo de bronze de 2012, igreja de São João Batista, Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira.

Cristo. Eis o Cordeiro de Deus. Baixo relevo de bronze de 2012 Projeto do arquiteto João da Cunha Paredes, igreja dedicada a 12 de junho de 2012 Fotografia de 2020. Igreja de São João Batista, Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira. A paróquia de São João do Lombo do Atouguia foi criada a 24 de novembro de 1960, por decreto de D. frei David de Sousa (1911-2006), então bispo do Funchal e, depois, arcebispo emérito de Évora, tendo sido desmembrada da paróquia do Espírito Santo da Calheta. Oficialmente, a fundação entrou em vigor em janeiro de 1961 e a […]

Igreja de São João Batista do Atouguia, 2012, Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira

Igreja de São João Batista do Lombo do Atouguia. Alvenaria mista de cimento, projeto do arquiteto João da Cunha Paredes, 2012. Dedicada a 12 de junho de 2012 Fotografia da Câmara Municipal da Calheta, 2025. Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira. A paróquia de São João do Lombo do Atouguia foi criada a 24 de novembro de 1960, por decreto de D. frei David de Sousa (1911-2006), então bispo do Funchal e, depois, arcebispo emérito de Évora, tendo sido desmembrada da paróquia do Espírito Santo da Calheta. Oficialmente, a fundação entrou em vigor em janeiro de 1961 e a […]

Igreja de São João Batista do Atouguia, 2012, Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira

Igreja de São João Batista do Lombo do Atouguia. Alvenaria mista de cimento, projeto do arquiteto João da Cunha Paredes, 2012. Dedicada a 12 de junho de 2012 Fotografia de Rui Marote, 2025. Lombo do Atouguia, Calheta, ilha da Madeira. A nave central, no rés-do-chão, tem capacidade para 290 lugares sentados e acolhe ainda uma capela-mor; um altar lateral; uma capela do Santíssimo; um batistério; uma sacristia; sala pastoral; um cartório e uma sacristia do dia-a-dia; uma sala de flores; uma sala de catequese; e WC. No segundo piso ficam as salas de catequese e outros espaços para os materiais […]

Jardim da Serra e igreja paroquial de São Tiago, novembro de 2009, Sítio do Marco, Corticeiras, 2025, Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Jardim da Serra e igreja paroquial de São Tiago. Projeto do arquiteto João da Cunha Paredes, novembro de 2009. Fotografia de Rui Marote, 2025. Sítio do Marco, Corticeiras, Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira A Paróquia de São Tiago foi criada no dia 1 de janeiro de 1961, por D. frei David de Sousa (1911-2006), depois arcebispo emérito de Évora, sendo desmembrada da Paróquia do Estreito de Câmara de Lobos. A sua sede ficaria, primitivamente, instalada na Capela do Fôro (entre jan. 1961 a abr. 1967), sendo transferida em 1967 para um novo templo construído na zona das […]

Semana da Cultura da Ribeira Brava, 24 de abril a 4 de maio de 2026, Ribeira Brava, ilha da Madeira.

5ª Semana da Cultura da Ribeira Brava, Onde a Cultura Acontece, Ribeira Brava, 24 de abril a 4 de maio de 2026, Nova Praça, Ribeira Brava, ilha da Madeira.

Santa Faz, cartaz das Festas do Concelho de Santa Cruz, 19-25 junho 2026, Santa Cruz, ilha da Madeira.

Santa Faz, Cartaz das Festas do Concelho de Santa Cruz, 19-25 junho 2026. Brinquinho ou bailinho. Santa Cruz, ilha da Madeira. O brinquinho ou “bailhinho”, designações populares utilizadas na Madeira, é um dos instrumentos musicais tradicionais madeirenses mais divulgados, sendo a cana vieira uma das matérias-primas utilizadas na sua construção. É um idiofone misto de concussão direta, composto por um conjunto de bonecos em pano (usualmente sete figuras, masculinas e femininas), trajando indumentária tradicional, portadores de castanholas nas costas e fitilhos, dispostos na extremidade de uma cana de roca, em duas ou mais séries circulares, de diâmetro desigual e encimado […]

Abertura da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, Museu de Imprensa da Madeira, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Abertura da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976  Com Rubina Leal, presidente da Assembleia legislativa Regional, antitriões e demais convidados. Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa […]

Bernardo Martins na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, Museu de Imprensa da Madeira, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Bernardo Martins na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da […]

Rui Marote na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, Museu de Imprensa da Madeira, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Rui Marote na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976  Com Rubina Leal, presidente da Assembleia legislativa Regional. Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional […]

Catálogo da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, Museu de Imprensa da Madeira, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Catálogo da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da Madeira e Diário […]

Assistência na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, Museu de Imprensa da Madeira, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Assistência na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Com Marcelino de Castro em primeiro Plano e, em fundo, Carlos Barradas. Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais […]

Exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, Museu de Imprensa da Madeira, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da Madeira e Diário da Madeira, […]

Rubina Leal na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, Museu de Imprensa da Madeira, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Rubina Leal na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da […]

Rubina Leal na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, Museu de Imprensa da Madeira, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Rubina Leal na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da […]

Rubina Leal na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, Museu de Imprensa da Madeira, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Rubina Leal na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da […]

Rubina Leal na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, Museu de Imprensa da Madeira, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Rubina Leal na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de Rui Marote, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da Madeira e Diário da […]

Rubina Leal na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, Museu de Imprensa da Madeira, 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Rubina Leal na inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Foto-jornalista Rui Marote (1945-) em segundo plano. Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de […]

A Autonomia na Imprensa de 1976, exposição no Museu de Imprensa da Madeira (MIM), 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira

Exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de Rui Marote, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da Madeira e Diário da Madeira, que documentam os principais […]

A Autonomia na Imprensa de 1976, cartaz de exposição no Museu de Imprensa da Madeira (MIM), 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira

Cartaz da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da Madeira e Diário da Madeira, que documentam os principais acontecimentos desse ano histórico, […]

A Autonomia na Imprensa de 1976, cartaz de exposição no Museu de Imprensa da Madeira (MIM), 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira

Cartaz da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de Rui Marote, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da Madeira e Diário da Madeira, que documentam […]

A Autonomia na Imprensa de 1976, cartaz de exposição no Museu de Imprensa da Madeira (MIM), 9 de abril de 2026, Câmara de Lobos, ilha da Madeira

Catálogo da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de Rui Marote, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da Madeira e Diário da Madeira, que documentam […]

O “25 de Abril” na Madeira. Tensões sociais e políticas em 1974-75, à luz da Imprensa Regional, Lino Bernardo Calaça Martins, tese de doutoramento de agosto de 2022, Universidade da Madeira

Lino Bernardo Calaça Martins, O “25 de Abril” na Madeira. Tensões sociais e políticas em 1974-75, à luz da Imprensa Regional, Tese de doutoramento em Ilhas Atlânticas: História, Património e Quadro Jurídico-Institucional, da Faculdade de Artes e Humanidades da Universidade da Madeira, orientada pelo Doutor Nelson Veríssimo, de agosto de 2022 e cujas provas públicas decorreram em fevereiro de 2023, tendo cabido depois ao mesmo a apresentação da obra em livro como “O primeiro trabalho, cientificamente realizado no âmbito da História, sobre a Revolução do 25 de Abril na Madeira”, a 8 de abril de 2024, na Sala dos Arcos […]

Exposição de Emanuel Aguiar, 40 Anos a Criar, Salão Nobre do Teatro Municipal, 2 de outubro de 2019, Funchal, ilha da Madeira.

Exposição de Emanuel Aguiar, 40 Anos a Criar. (1959-) Salão Nobre do Teatro Municipal, 2 de outubro de 2019. Funchal, ilha da Madeira. Emanuel Reis Vaz de Aguiar (1959-).

Exposição de Emanuel Aguiar, 40 Anos a Criar, Salão Nobre do Teatro Municipal, 2 de outubro de 2019, Funchal, ilha da Madeira.

Exposição de Emanuel Aguiar, 40 Anos a Criar. (1959-) Salão Nobre do Teatro Municipal, 2 de outubro de 2019. Funchal, ilha da Madeira. Emanuel Reis Vaz de Aguiar (1959-).

Hastear da bandeira nacional em São Lourenço, 10 de junho de 2026, Funchal, ilha da Madeira

Hastear da bandeira nacional em São Lourenço. Fotografia de Rui Marote, 10 de junho de 2026. Funchal, ilha da Madeira.

Coronel Carlos de Matos Gomes e a filha, Feira do Livro de Lisboa, 10 de junho de 2018, Portugal.

Coronel Carlos de Matos Gomes e a filha. (1946-2025) Com a 2.ª edição do romance Nó Cego, sob o pseudónimo de Carlos Vale Ferraz, apresentado depois, a 18 de junho, oficialmente, em Lisboa Fotografia da Feira do Livro de 10 de junho de 2018. Lisboa, Portugal. Carlos Manuel Serpa de Matos Gomes (Vila Nova da Barquinha, 24 jul. 1946; Lisboa, 13 abr. 2025). Companheiro de Salgueiro Maia (1944-1992) no colégio de Tomar, foi expulso depois da Mocidade Portuguesa, dado já mostrar alguma dificuldade de articulação com o regime. No entanto, foi oficial do Exército, tendo cumprido três comissões em Angola, […]

Lapinha do Caseiro, 1890 a 1920 (c.), Museu Etnográfico da Madeira, 13 dez. 2023, Ribeira Brava, ilha da Madeira.

Lapinha do Caseiro. Francisco Ferreira (1848-1931), 1890 a 1920 (c.) Trabalho de remontagem iniciado em 2021. Museu Etnográfico da Madeira (MEM), 13 dez. 2023 Ribeira Brava, ilha da Madeira A mais célebre lapinha da Madeira teria sido a do Caseiro do Monte. Francisco Ferreira (1848-1931), por alcunha “o Caseiro“, dado ter sido caseiro das freiras de Santa Clara, construiu ele próprio a sua lapinha, em madeira entalhada a canivete e depois pintada com tintas que o próprio fabricava, tendo esculpido as suas primeiras imagens aos 14 anos de idade. Viria a casar com Maria Augusta Fernandes (1851-1937), natural da Calheta, […]

Caniçal e o seu porto, campanha de 1994 a 2005 e seguintes, fotografia de 2026, ilha da Madeira.

Caniçal e o seu porto. Campanha de 1994 a 2005 e seguintes. Fotografia de 2026. Caniçal, ilha da Madeira Em 1988, iniciou-se a construção do Parque Industrial da Zona Franca da Madeira, que atualmente integra o Centro Internacional de Negócios da Madeira. Como terminal de apoio à Zona Franca Industrial, foi construído o Porto do Caniçal, cujas obras se iniciaram em 1994. Em 27 de outubro de 2005, atracou, neste porto, o primeiro navio porta-contentores, denominado «Apolo».

Pormenor do porto do Caniçal, campanha de 1994 a 2005 e seguintes, fotografia de 2025, ilha da Madeira.

Porto do Caniçal. Campanha de 1994 a 2005 e seguintes. Fotografia de 2025. Caniçal, ilha da Madeira Em 1988, iniciou-se a construção do Parque Industrial da Zona Franca da Madeira, que atualmente integra o Centro Internacional de Negócios da Madeira. Como terminal de apoio à Zona Franca Industrial, foi construído o Porto do Caniçal, cujas obras se iniciaram em 1994. Em 27 de outubro de 2005, atracou, neste porto, o primeiro navio porta-contentores, denominado «Apolo».

Imprensa Periódica Madeirense e os Jornais da Autonomia (1976-2016), Lourenço Freitas, Funchal, O Liberal, dezembro de 2016, ilha da Madeira

Lourenço Freitas, Imprensa Periódica Madeirense e os Jornais da Autonomia (1976-2016), Coordenador do Museu de Imprensa da Madeira, Apresentação no Museu de Imprensa da Madeira, 7 de dezembro de 2016, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Decorreu em 7 de dezembro, no Museu de Imprensa, em Câmara de Lobos, o lançamento do livro Imprensa Periódica Madeirense e os Jornais da Autonomia (1975-2016). Esta cerimónia contou com a presença do presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque e do presidente da autarquia local, Pedro Coelho, assim como de outras personalidades da nossa praça e da população em geral. O livro é da autoria de Lourenço Freitas, actual director […]

Imprensa Periódica Madeirense e os Jornais da Autonomia (1976-2016), Lourenço Freitas, Funchal, O Liberal, dezembro de 2016, ilha da Madeira

Lourenço Freitas, Imprensa Periódica Madeirense e os Jornais da Autonomia (1976-2016), Coordenador do Museu de Imprensa da Madeira, Apresentação no Museu de Imprensa da Madeira, 7 de dezembro de 2016, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Decorreu em 7 de dezembro, no Museu de Imprensa, em Câmara de Lobos, o lançamento do livro Imprensa Periódica Madeirense e os Jornais da Autonomia (1975-2016). Esta cerimónia contou com a presença do presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque e do presidente da autarquia local, Pedro Coelho, assim como de outras personalidades da nossa praça e da população em geral. O livro é da autoria de Lourenço Freitas, actual director […]

Convite para o lançamento da “Imprensa Periódica Madeirense e os Jornais da Autonomia (1976-2016)”, de Lourenço Freitas, Museu de Imprensa da Madeira, 7 de dezembro de 2016, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Imprensa Periódica Madeirense e os Jornais da Autonomia (1976-2016), Lourenço Freitas, coordenador do Museu de Imprensa da Madeira, Apresentação no Museu de Imprensa da Madeira, 7 de dezembro de 2016, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Decorreu em 7 de dezembro, no Museu de Imprensa, em Câmara de Lobos, o lançamento do livro Imprensa Periódica Madeirense e os Jornais da Autonomia (1975-2016). Esta cerimónia contou com a presença do presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque e do presidente da autarquia local, Pedro Coelho, assim como de outras personalidades da nossa praça e da população em geral. O livro é da autoria de Lourenço Freitas, actual director […]

António Henrique Sampaio na exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Museu de Imprensa da Madeira, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

António Henrique Sampaio na exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Coordenação de Lourenço Freitas do Museu de Imprensa da Madeira, Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A exposição temporária, composta pelos jornais madeirenses que noticiaram a Revolução do 25 de Abril de 1974, inaugurada a 26 de abril de 2024, pelas 10:30H, no Museu de Imprensa – Madeira, sob a curadoria de Lourenço Freitas, composta por três dezenas de páginas de jornais publicas em abril e junho de 1974, na sua maioria originais, e complementada […]

António Henrique Sampaio na exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Museu de Imprensa da Madeira, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

António Henrique Sampaio na exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Coordenação de Lourenço Freitas do Museu de Imprensa da Madeira, Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A exposição temporária, composta pelos jornais madeirenses que noticiaram a Revolução do 25 de Abril de 1974, inaugurada a 26 de abril de 2024, pelas 10:30H, no Museu de Imprensa – Madeira, sob a curadoria de Lourenço Freitas, composta por três dezenas de páginas de jornais publicas em abril e junho de 1974, na sua maioria originais, e complementada […]

Bernardo Martins na exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Museu de Imprensa da Madeira, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Bernardo Martins na exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Coordenação de Lourenço Freitas do Museu de Imprensa da Madeira, Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A exposição temporária, composta pelos jornais madeirenses que noticiaram a Revolução do 25 de Abril de 1974, inaugurada a 26 de abril de 2024, pelas 10:30H, no Museu de Imprensa – Madeira, sob a curadoria de Lourenço Freitas, composta por três dezenas de páginas de jornais publicas em abril e junho de 1974, na sua maioria originais, e complementada com […]

Apresentação da exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Museu de Imprensa da Madeira, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Apresentação da exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Coordenação de Lourenço Freitas do Museu de Imprensa da Madeira, Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A exposição temporária, composta pelos jornais madeirenses que noticiaram a Revolução do 25 de Abril de 1974, inaugurada a 26 de abril de 2024, pelas 10:30H, no Museu de Imprensa – Madeira, sob a curadoria de Lourenço Freitas, composta por três dezenas de páginas de jornais publicas em abril e junho de 1974, na sua maioria originais, e complementada com vários […]

Apresentação da exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Museu de Imprensa da Madeira, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Apresentação da exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Coordenação de Lourenço Freitas do Museu de Imprensa da Madeira, Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A exposição temporária, composta pelos jornais madeirenses que noticiaram a Revolução do 25 de Abril de 1974, inaugurada a 26 de abril de 2024, pelas 10:30H, no Museu de Imprensa – Madeira, sob a curadoria de Lourenço Freitas, composta por três dezenas de páginas de jornais publicas em abril e junho de 1974, na sua maioria originais, e complementada com vários […]

Lourenço Freitas na exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Museu de Imprensa da Madeira, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Lourenço Freitas na exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Coordenador do Museu de Imprensa da Madeira, Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A exposição temporária, composta pelos jornais madeirenses que noticiaram a Revolução do 25 de Abril de 1974, inaugurada a 26 de abril de 2024, pelas 10:30H, no Museu de Imprensa – Madeira, sob a curadoria de Lourenço Freitas, composta por três dezenas de páginas de jornais publicas em abril e junho de 1974, na sua maioria originais, e complementada com vários painéis documentais. A […]

CF na exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Museu de Imprensa da Madeira, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira

CF, Comércio do Funchal na exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Cartoons de Paulo Sá Braz (1919-2003), 1974 Coordenação de Lourenço Freitas do Museu de Imprensa da Madeira, Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A exposição temporária, composta pelos jornais madeirenses que noticiaram a Revolução do 25 de Abril de 1974, inaugurada a 26 de abril de 2024, pelas 10:30H, no Museu de Imprensa – Madeira, sob a curadoria de Lourenço Freitas, composta por três dezenas de páginas de jornais publicas em abril e junho […]

Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Museu de Imprensa da Madeira, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira

Exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Coordenação de Lourenço Freitas do Museu de Imprensa da Madeira, Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A exposição temporária, composta pelos jornais madeirenses que noticiaram a Revolução do 25 de Abril de 1974, inaugurada a 26 de abril de 2024, pelas 10:30H, no Museu de Imprensa – Madeira, sob a curadoria de Lourenço Freitas, composta por três dezenas de páginas de jornais publicas em abril e junho de 1974, na sua maioria originais, e complementada com vários painéis documentais. […]

Catálogo da exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Museu de Imprensa Madeira, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Catálogo da exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Lourenço Freitas, coordenador do Museu de Imprensa da Madeira, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A exposição temporária, composta pelos jornais madeirenses que noticiaram a Revolução do 25 de Abril de 1974, inaugurada a 26 de abril de 2024, pelas 10:30H, no Museu de Imprensa – Madeira, sob a curadoria de Lourenço Freitas, composta por três dezenas de páginas de jornais publicas em abril e junho de 1974, na sua maioria originais, e complementada com vários painéis documentais. A exposição ficou patente ao publico até […]

Apresentação da exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Museu de Imprensa Madeira, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Inauguração da exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Lourenço Freitas, coordenador do Museu de Imprensa Madeira, 26 de abril de 2024, Com Carlos Barradas e outros. Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos de 26 de abril de 2024 Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A exposição temporária, composta pelos jornais madeirenses que noticiaram a Revolução do 25 de Abril de 1974, inaugurada a 26 de abril de 2024, pelas 10:30H, no Museu de Imprensa – Madeira, sob a curadoria de Lourenço Freitas, composta por três dezenas de páginas de jornais publicas em abril e junho de […]

Apresentação da exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Museu de Imprensa Madeira, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Apresentação da exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Lourenço Freitas, coordenador do Museu de Imprensa Madeira, 26 de abril de 2024, Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos de 26 de abril de 2024 Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A exposição temporária, composta pelos jornais madeirenses que noticiaram a Revolução do 25 de Abril de 1974, inaugurada a 26 de abril de 2024, pelas 10:30H, no Museu de Imprensa – Madeira, sob a curadoria de Lourenço Freitas, composta por três dezenas de páginas de jornais publicas em abril e junho de 1974, na sua maioria originais, […]

Inauguração da exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Museu de Imprensa Madeira, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Inauguração da exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Lourenço Freitas, coordenador do Museu de Imprensa Madeira, 26 de abril de 2024, Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos de 26 de abril de 2024 Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A exposição temporária, composta pelos jornais madeirenses que noticiaram a Revolução do 25 de Abril de 1974, inaugurada a 26 de abril de 2024, pelas 10:30H, no Museu de Imprensa – Madeira, sob a curadoria de Lourenço Freitas, composta por três dezenas de páginas de jornais publicas em abril e junho de 1974, na sua maioria originais, […]

Apresentação da exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Museu de Imprensa Madeira, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Apresentação da exposição Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Lourenço Freitas, coordenador do Museu de Imprensa Madeira, 26 de abril de 2024, Fotografia da Câmara Municipal de Câmara de Lobos de 26 de abril de 2024 Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A exposição temporária, composta pelos jornais madeirenses que noticiaram a Revolução do 25 de Abril de 1974, inaugurada a 26 de abril de 2024, pelas 10:30H, no Museu de Imprensa – Madeira, sob a curadoria de Lourenço Freitas, composta por três dezenas de páginas de jornais publicas em abril e junho de 1974, na sua maioria originais, […]

Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Museu de Imprensa da Madeira, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira

Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Museu de Imprensa da Madeira, 26 de abril de 2024, Fotografia do JM de 27 de abril de 2024 Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A exposição temporária, composta pelos jornais madeirenses que noticiaram a Revolução do 25 de Abril de 1974, inaugurada a 26 de abril de 2024, pelas 10:30H, no Museu de Imprensa – Madeira, sob a curadoria de Lourenço Freitas, composta por três dezenas de páginas de jornais publicas em abril e junho de 1974, na sua maioria originais, e complementada com vários painéis documentais. A exposição ficou patente ao […]

Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, cartaz do Museu de Imprensa Madeira, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira

Os dias da Revolução nos Jornais Madeirenses, Museu de Imprensa Madeira, 26 de abril de 2024, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A exposição temporária, composta pelos jornais madeirenses que noticiaram a Revolução do 25 de Abril de 1974, inaugurada a 26 de abril de 2024, pelas 10:30H, no Museu de Imprensa – Madeira, sob a curadoria de Lourenço Freitas, composta por três dezenas de páginas de jornais publicas em abril e junho de 1974, na sua maioria originais, e complementada com vários painéis documentais. A exposição ficou patente ao publico até finais de julho e abriu com uma conferencia […]

Instrumentos musicais madeirenses, cartaz de exposição do Festival Raízes do Atlântico 2026, Funchal, ilha da Madeira.

Instrumentos Musicais da Madeira Festeiro com brinquinho. Cartaz de exposição do Festival Raízes do Atlântico 2026 Fotografia de 1950 (c.) Curadoria da Xarabanda – Associação Musical e Cultural, 5 de junho de 2026. Avenida Arriaga, Funchal, ilha da Madeira. A exposição “Instrumentos Musicais da Madeira” foi inaugurada a 5 de junho de 2026, pelas 14h30, na Avenida Arriaga, no Funchal, dando a conhecer a riqueza, a diversidade e a singularidade do património musical madeirense. A iniciativa integra a programação do Festival Raízes do Atlântico 2026 e é promovida pela Secretaria Regional de Turismo, Ambiente e Cultura, através da Direção Regional da […]

Virtudes e Conflitos da Autonomia, Madeira, Gregório Gouveia, Funchal, maio de 2026, ilha da Madeira

Gregório Gouveia, Madeira, Virtudes e Conflitos da Autonomia, Espaço Ideia, Funchal, 25 de maio de 2026, Assembleia Legislativa da Madeira Chama-se ‘Madeira Virtudes e Conflitos da Autonomia‘ o livro que o ex-deputado do Partido Socialista Gregório Gouveia apresentado na tarde de 25 de maio de 2026 no Espaço Ideia da Assembleia Legislativa da Madeira, no Funchal. A obra integra o contributo da Associação dos ex-deputados da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira nas comemorações dos 50 anos da Autonomia, que este ano se assinalam.

Vítor Serrão em casa com Thomas da Costa Kaufmann, Vale de Santarém, junho de 2026, Portugal

Vitor Serrão em casa com Thomas da Costa Kaufmann (1952-) e (1948; -) Sequência do doutoramento honoris causa, na faculdade de Letras de Lisboa, a 29 de maio 2026 Fotografia de 1 de junho de 2026. Vale de Santarém, Portugal Vitor Serrão (28 dez. 1952-) é uma referência no campo da História da Arte em Portugal. Doutorado pela Universidade de Coimbra, é Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e coordenador do Instituto de História da Arte e da sua Revista Artis. Especializou-se no estudo da pintura portuguesa renascentista, maneirista e barroca, bem como em Teoria da […]

Antiga lota de Câmara de Lobos, 1955 (c.), Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Antiga lota de Câmara de Lobos Projeto do engenheiro José Sena Lino (1908-2002), inaugurada em 1954. Película em gelatina e sais de prata, 5,6 x 8,3 cm. Perestrellos Photographos, por certo, Raul Martins Perestrello (1915-1998), pouco posterior a 1954, quando foi inaugurada. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (n.º inv. PER /13124.1), em depósito na DRABL Câmara de Lobos, ilha da Madeira Refere o comunicado do Museu, que havia 68 anos que fora inaugurada a lota de Câmara de Lobos, um projeto da antiga Junta Central da Casa dos Pescadores, cuja obra teve início em 1953, sob supervisão técnica do […]

Convite para a apresentação de “Da Madeira, Vozes do 25 de Abril, Testemunhos, memórias e reflexões”, Comissão para as Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril na Madeira, ed. AMRAM, UMa, 5 de maio de 2026, ilha da Madeira

Convite para a apresentação de Da Madeira, Vozes do 25 de Abril, Testemunhos, memórias e reflexões, Funchal, Comissão para as Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril na Madeira, coordenação de Teresa Nascimento, ed. AMRAM. Sala de Atos da Reitoria da Universidade da Madeira, 30 de abril de 2026, ilha da Madeira A apresentação do livro “Da Madeira, vozes do 25 de Abril: testemunhos, memórias e reflexões”, da Comissão para as Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril na Madeira e tendo como coordenadora a professora Teresa Nascimento, foi apresentado a 30 de abril de 2026 no Colégio […]

Início das demolições para a construção do aeroporto do Funchal num campo de bananeiras, Santa Catarina, 5 de junho de 1961, Santa Cruz, ilha da Madeira

Início das demolições para a construção do aeroporto do Funchal num campo de bananeiras Atual aeroporto Internacional Cristiano Ronaldo Película em gelatina e sais de prata, 6 x 9 cm. Perestrellos Photographos, por certo, Raul Martins Perestrello (1915-1998), 5 de junho de 1961. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (n.º inv. PER 8567) em depósito na DRABL Freguesia e Concelho de Santa Cruz, ilha da Madeira. Refere um comunicado do Museu, ao se completarem 65 anos sobre o início dos trabalhos de construção do Aeroporto do Funchal (atual Aeroporto Internacional da Madeira – Cristiano Ronaldo), que nesse dia, uma […]

Autoridades no início das demolições para a construção do aeroporto do Funchal, Santa Catarina, 5 de junho de 1961, Santa Cruz, ilha da Madeira

Início das demolições para a construção do aeroporto do Funchal Atual aeroporto Internacional Cristiano Ronaldo Película em gelatina e sais de prata, 6 x 9 cm. Perestrellos Photographos, por certo, Raul Martins Perestrello (1915-1998), 5 de junho de 1961. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (n.º inv. PER/8566), em depósito na DRABL Freguesia e Concelho de Santa Cruz, ilha da Madeira. Refere um comunicado do Museu, ao se completarem 65 anos sobre o início dos trabalhos de construção do Aeroporto do Funchal (atual Aeroporto Internacional da Madeira – Cristiano Ronaldo), que nesse dia, uma escavadora e uma raspo-transportadora operaram […]

Autoridades no início das demolições para a construção do aeroporto do Funchal, Santa Catarina, 5 de junho de 1961, Santa Cruz, ilha da Madeira

Início das demolições para a construção do aeroporto do Funchal Atual aeroporto Internacional Cristiano Ronaldo Película em gelatina e sais de prata, 6 x 9 cm. Perestrellos Photographos, por certo, Raul Martins Perestrello (1915-1998), 5 de junho de 1961. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (n.º inv. PER/8528), em depósito na DRABL Freguesia e Concelho de Santa Cruz, ilha da Madeira. Refere um comunicado do Museu, ao se completarem 65 anos sobre o início dos trabalhos de construção do Aeroporto do Funchal (atual Aeroporto Internacional da Madeira – Cristiano Ronaldo), que nesse dia, uma escavadora e uma raspo-transportadora operaram […]

Início das demolições para a construção do aeroporto do Funchal, Santa Catarina, 5 de junho de 1961, Santa Cruz, ilha da Madeira

Início das demolições para a construção do aeroporto do Funchal Atual aeroporto Internacional Cristiano Ronaldo Película em gelatina e sais de prata, 6 x 9 cm. Perestrellos Photographos, por certo, Raul Martins Perestrello (1915-1998), 5 de junho de 1961. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (n.º inv. PER/8526), em depósito na DRABL Freguesia e Concelho de Santa Cruz, ilha da Madeira Refere um comunicado do Museu, ao se completarem 65 anos sobre o início dos trabalhos de construção do Aeroporto do Funchal (atual Aeroporto Internacional da Madeira – Cristiano Ronaldo), que nesse dia, uma escavadora e uma raspo-transportadora operaram […]

Início das demolições para a construção do aeroporto do Funchal, Santa Catarina, 5 de junho de 1961, Santa Cruz, ilha da Madeira

Início das demolições para a construção do aeroporto do Funchal Atual aeroporto Internacional Cristiano Ronaldo Película em gelatina e sais de prata, 6 x 9 cm. Perestrellos Photographos, por certo, Raul Martins Perestrello (1915-1998), 5 de junho de 1961. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (n.º inv. PER/8525), em depósito na DRABL Freguesia e Concelho de Santa Cruz, ilha da Madeira. Refere um comunicado do Museu, ao se completarem 65 anos sobre o início dos trabalhos de construção do Aeroporto do Funchal (atual Aeroporto Internacional da Madeira – Cristiano Ronaldo), que nesse dia, uma escavadora e uma raspo-transportadora operaram […]

Autoridades no início das demolições para a construção do aeroporto do Funchal, Santa Catarina, 5 de junho de 1961, Santa Cruz, ilha da Madeira

Início das demolições para a construção do aeroporto do Funchal Atual aeroporto Internacional Cristiano Ronaldo Película em gelatina e sais de prata, 6 x 9 cm. Perestrellos Photographos, por certo, Raul Martins Perestrello (1915-1998), 5 de junho de 1961. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (n.º inv. PER/8524) em depósito na DRABL Freguesia e Concelho de Santa Cruz, ilha da Madeira. Refere um comunicado do Museu, ao se completarem 65 anos sobre o início dos trabalhos de construção do Aeroporto do Funchal (atual Aeroporto Internacional da Madeira – Cristiano Ronaldo), que nesse dia, uma escavadora e uma raspo-transportadora operaram […]

Início das demolições para a construção do aeroporto do Funchal, Santa Catarina, 5 de junho de 1961, Santa Cruz, ilha da Madeira

Início das demolições para a construção do aeroporto do Funchal Atual aeroporto Internacional Cristiano Ronaldo Película em gelatina e sais de prata, 6 x 9 cm. Perestrellos Photographos, por certo, Raul Martins Perestrello (1915-1998), 5 de junho de 1961. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (n.º inv. PER/8523), em depósito na DRABL Freguesia e Concelho de Santa Cruz, ilha da Madeira. Refere um comunicado do Museu, ao se completarem 65 anos sobre o início dos trabalhos de construção do Aeroporto do Funchal (atual Aeroporto Internacional da Madeira – Cristiano Ronaldo), que nesse dia, uma escavadora e uma raspo-transportadora operaram […]

Mercearia A Central da firma Passos Freitas, fotografia de 1930 (c.), Largo Dr. António José de Almeida, Funchal, ilha da Madeira.

Mercearia A Central da firma Passos Freitas Fotografia de 1930 (c.), quando era gerente a madeirense Cary Garton, Carolina Passos Freitas (1885-1985) Prédio que passou depois a Thérèse Escallier Guilloteau, que ali levantou um conjunto com apartotel, projetado por Raul Chorão Ramalho (1914-2002), em 1970 e em cujo piso térreo funcionava a cervejaria Coral e, hoje, o CC da Sé. Fotografia do Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, divulgada pelo fotojornalista Rui Marote e quando se processavam obras no telhado da antiga Alfândega do Funchal, hoje Assembleia Legislativa Regional. Largo Dr. António José de Almeida, Funchal, ilha da Madeira. […]

Crianças em Câmara de Lobos, fotografia de João Pestana, 1960 a 1970, ilha da Madeira

Crianças em Câmara de Lobos Fotografia de João Pestana (1929-2017), 1960 a 1970. Película, gelatina e sais de prata Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (n.º inv. JAP 454.4), em depósito na DRABL. Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Texto do Museu, assinalando o Dia Mundial da Criança de 2026, “uma efeméride que procura chamar a atenção para os direitos, o bem-estar e a proteção das crianças em todo o mundo. Esta data recorda o princípio de que todas as crianças, independentemente da raça, cor, religião, origem social ou país de origem, têm direito ao afeto, à compreensão, à alimentação […]

Crianças em Câmara de Lobos, fotografia de João Pestana, 1960 a 1970, ilha da Madeira

Crianças em Câmara de Lobos Fotografia de João Pestana (1929-2017), 1960 a 1970. Película, gelatina e sais de prata Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (n.º inv. JAP 454.6), em depósito na DRABL. Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Texto do Museu, assinalando o Dia Mundial da Criança de 2026, “uma efeméride que procura chamar a atenção para os direitos, o bem-estar e a proteção das crianças em todo o mundo. Esta data recorda o princípio de que todas as crianças, independentemente da raça, cor, religião, origem social ou país de origem, têm direito ao afeto, à compreensão, à alimentação […]

Crianças em Câmara de Lobos, fotografia de João Pestana, 1960 a 1970, ilha da Madeira

Crianças em Câmara de Lobos Fotografia de João Pestana (1929-2017), 1960 a 1970. Película, gelatina e sais de prata Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (n.º inv. JAP 465), em depósito na DRABL. Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Texto do Museu, assinalando o Dia Mundial da Criança de 2026, “uma efeméride que procura chamar a atenção para os direitos, o bem-estar e a proteção das crianças em todo o mundo. Esta data recorda o princípio de que todas as crianças, independentemente da raça, cor, religião, origem social ou país de origem, têm direito ao afeto, à compreensão, à alimentação […]

Procissão do Corpo de Deus no Sítio do Trapiche, 31 de maio de 1956, Santo António, Funchal, ilha da Madeira.

Procissão do Corpo de Deus no sítio do Trapiche, A procissão saiu da igreja de São João da Casa de Saúde do Trapiche com os diáconos e assistentes vestindo todos roqueta, com turíbulos de incenso, sendo a naveta levada por um jovem de calções e o Santíssimo exposto em custódia sob pálio, vindo atrás a banda. Película gelatina e sais de prata, 6,1 x 9,1 cm. Fotografia de 31 de maio de 1956. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (n.º inv. VIC/35147), em depósito na DRABL Sítio da Trapiche, freguesia de Santo António, Concelho do Funchal. Publicação do Museu: […]

Procissão do Corpo de Deus no adro da capela da Casa de Saúde de São João de Deus, 31 de maio de 1956, Sítio da Trapiche, freguesia de Santo António, Concelho do Funchal.

Procissão do Corpo de Deus no adro da capela da Casa de Saúde de São João de Deus saudando o Santíssimo, Os diáconos e assistentes vestem todos roqueta e o Santíssimo encontra-se exposto em custódia, sob tabernáculo, seguindo depois em procissão sob pálio que se encontra ao lado. Película gelatina e sais de prata, 6,1 x 9,1 cm. Fotografia de 31 de maio de 1956. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (n.º inv. VIC/35145), em depósito na DRABL Sítio da Trapiche, freguesia de Santo António, Concelho do Funchal. Publicação do Museu: Hoje é Dia do Corpo de Deus (5 […]

Procissão do Corpo de Deus saindo da capela da Casa de Saúde de São João de Deus, 31 de maio de 1956, Sítio da Trapiche, freguesia de Santo António, Concelho do Funchal.

Procissão do Corpo de Deus saindo a cantar da capela da Casa de Saúde de São João de Deus, Os diáconos e assistentes vestem todos roqueta Película gelatina e sais de prata, 6,1 x 9,1 cm. Fotografia de 31 de maio de 1956. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (n.º inv. VIC/35149), em depósito na DRABL Sítio da Trapiche, freguesia de Santo António, Concelho do Funchal. Publicação do Museu: Hoje é Dia do Corpo de Deus (5 de junho de 2026), uma solenidade católica que celebra o mistério da Eucaristia. Assinalamos a data com a publicação de um conjunto […]

António Jorge, Rua Fernão Ornelas, 1 de junho de 2026, Funchal, ilha da Madeira

António Jorge (1953-) Fotografia de Rui Marote, 1 de junho de 2026. Rua Fernão Ornelas, Funchal, ilha da Madeira António Jorge Silva Nunes (1953-), Gigi, o provocador, foi o primeiro bailarino madeirense a integrar a Companhia Nacional de Bailado e o Ballet Gulbenkian, tendo cumprido serviço militar na ilha da Madeira, em 1975, como 1.º cabo e integrando a equipa da Dinamização Cultural do MFA, que percorreu então grande parte da Ilha em sessões de esclarecimento.

Guarita ocidental da parada baixa da fortaleza de Santiago, ampliação de Francisco Tosi Columbina (atr.), 1767 (c.), Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira.

Guarita ocidental da parada baixa da fortaleza de Santiago. Ampliação da campanha de obras de Francisco Tosi Columbina (Génova, 1701-Índia, c. 1770), 1767 (c.) e seguintes Fortaleza de São Tiago, Funchal, fotografia de Rui Marote, 2021. Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia: 1523, 6 mar. – resposta de D. João III (1502-1557) a um pedido da Câmara do Funchal para se fortificarem os arrifes de Santa Catarina e do Corpo Santo; 1611 – reativação das obras nos muros das muralhas do Funchal no Cabo do Calhau com o mestre das obras reais Jerónimo Jorge (c. 1560-1618) e filhos […]

Cunhal da demolida guarita da parada baixa da fortaleza de Santiago, 1767 (c.) e 1824, Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira.

Cunhal da demolida guarita da parada baixa da fortaleza de Santiago . Ampliação da campanha de obras de Francisco Tosi Columbina (Génova, 1701-Índia, c. 1770), 1767 (c.) e seguintes Demolição da guarita com a montagem da posição para peça de longo alcance de Paulo Dias de Almeida (c. 1778-1832), 1824. Fortaleza de São Tiago, Funchal, fotografia de Rui Marote, 2021. Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia: 1523, 6 mar. – resposta de D. João III (1502-1557) a um pedido da Câmara do Funchal para se fortificarem os arrifes de Santa Catarina e do Corpo Santo; 1611 – reativação […]

Cunhal da demolida guarita da parada baixa da fortaleza de Santiago, 1767 (c.) e 1824, Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira.

Cunhal da demolida guarita da parada baixa da fortaleza de Santiago . Ampliação da campanha de obras de Francisco Tosi Columbina (Génova, 1701-Índia, c. 1770), 1767 (c.) e seguintes Demolição da guarita com a montagem da posição para peça de longo alcance de Paulo Dias de Almeida (c. 1778-1832), 1824. Fortaleza de São Tiago, Funchal, fotografia de Rui Marote, 2021. Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia: 1523, 6 mar. – resposta de D. João III (1502-1557) a um pedido da Câmara do Funchal para se fortificarem os arrifes de Santa Catarina e do Corpo Santo; 1611 – reativação […]

Fortaleza de Santiago vista do mar, ampliação de Francisco Tosi Columbina (atr.), 1767 (c.) e seguintes, Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira.

Fortaleza de Santiago vista do mar. Ampliação da campanha de obras de Francisco Tosi Columbina (Génova, 1701-Índia, c. 1770), 1767 (c.) e seguintes Esta fortaleza foi novamente acrescentada sendo governador e capitão general desta Ilha José Correia de Sá e para a mesma fortaleza mandou vir de Londres cinquenta peças de artilharia com todos os seus reparos no ano de 1767. Reforma seguinte de António Pedro de Azevedo (1812-1889), 1850 (c.) Fortaleza de São Tiago, Funchal, fotografia de Rui Marote, 2021. Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia: 1523, 6 mar. – resposta de D. João III (1502-1557) a […]

Apresentação de “Da Madeira, Vozes do 25 de Abril, Testemunhos, memórias e reflexões”, Comissão para as Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril na Madeira, ed. AMRAM, UMa, 5 de maio de 2026, ilha da Madeira

Apresentação de Da Madeira, Vozes do 25 de Abril, Testemunhos, memórias e reflexões, Mesa com professora Teresa Nascimento e apresentação da Dr.ª Doroteia Leça da AMRAM. Funchal, Comissão para as Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril na Madeira, coordenação de Teresa Nascimento, ed. AMRAM. Sala de Atos da Reitoria da Universidade da Madeira, 30 de abril de 2026, ilha da Madeira A apresentação do livro “Da Madeira, vozes do 25 de Abril: testemunhos, memórias e reflexões”, da Comissão para as Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril na Madeira e tendo como coordenadora a professora Teresa Nascimento, […]

Da Madeira, Vozes do 25 de Abril, Testemunhos, memórias e reflexões, Comissão para as Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril na Madeira, ed. AMRAM, maio de 2026, ilha da Madeira

Da Madeira, Vozes do 25 de Abril, Testemunhos, memórias e reflexões, Funchal, Comissão para as Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril na Madeira, coordenação de Teresa Nascimento, ed. AMRAM, maio de 2026, ilha da Madeira A apresentação do livro “Da Madeira, vozes do 25 de Abril: testemunhos, memórias e reflexões”, da Comissão para as Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril na Madeira e tendo como coordenadora a professora Teresa Nascimento, foi apresentado a 30 de abril de 2026 no Colégio dos Jesuítas, numa cerimonia que integrou o programa das celebrações do dia da Revolução dos Cravos, […]

Florbela Espanca, perdidamente …, mármore de Francisco Simões, 2025, Vila Viçosa, Portugal

Florbela Espanca, perdidamente … (1894-1930) Mármore de Francisco Simões (1946-2026), 2025 Inauguração a 30 de março de 2025. Jardim Florbela Espanca, coordenação do arquiteto Nuno Lopes, Vila Viçosa, Portugal Florbela da Alma da Conceição Espanca (Vila Viçosa, 8 dez. 1894; Matosinhos, 8 dez. 1930) foi uma poetisa portuguesa, autora de sonetos e contos marcantes da literatura portuguesa, como uma das primeiras feministas de Portugal. A sua poesia é conhecida por um estilo peculiar, com forte teor emocional, na qual o sofrimento, a solidão e o desencanto estão aliados ao desejo de ser feliz. O pai, João Maria Espanca, era casado com […]

Histórias do Renato, um menino muito chato, O Tique-Taque, António Gomes Dalmeida, Lisboa, Roma Editora, janeiro de 2005, Portugal

António Gomes Dalmeida, Histórias do Renato, um menino muito chato O Tique-Taque (1933-) Ilustrações de Zé Manel (1944-2019), 2005. Lisboa, Roma Editora, janeiro de 2005, Portugal Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se o Diário de […]

Histórias do Renato, um menino muito chato, O Tique-Taque, António Gomes Dalmeida, Lisboa, Roma Editora, janeiro de 2005, Portugal

António Gomes Dalmeida, Histórias do Renato, um menino muito chato O Tique-Taque (1933-) Ilustrações de Zé Manel (1944-2019), 2005. Lisboa, Roma Editora, janeiro de 2005, Portugal Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se o Diário de […]

Histórias do Renato, um menino muito chato, Dentes Bonitos, António Gomes Dalmeida, Lisboa, Roma Editora, janeiro de 2005, Portugal

António Gomes Dalmeida, Histórias do Renato, um menino muito chato Dentes Bonitos (1933-) Ilustrações de Zé Manel (1944-2019), 2005. Lisboa, Roma Editora, janeiro de 2005, Portugal Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se o Diário de […]

Histórias do Renato, um menino muito chato, Vermelho, Amarelo e Verde, António Gomes Dalmeida, Lisboa, Roma Editora, janeiro de 2005, Portugal

António Gomes Dalmeida, Histórias do Renato, um menino muito chato Vermelho, Amarelo e Verde (1933-) Ilustrações de Zé Manel (1944-2019), 2005. Lisboa, Roma Editora, janeiro de 2005, Portugal Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se o […]

Je Commence, ilustrações de Zé Manel, manual do 2.º Ano do Ciclo Preparatório do Ensino Secundário, 1971, Ed. Aster, Lisboa, Portugal

Maria de Lourdes Monteiro dos Santos Costa, Je Commence Manuel do 2.º Ano do Ciclo Preparatório do Ensino Secundário Ilustrações de Zé Manel (1944-2019), 1971. Ed. Aster, Lisboa, Portugal Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se […]

Je Commence, ilustrações de Zé Manel, manual do 1.º Ano do Ciclo Preparatório do Ensino Secundário, 1971, Ed. Aster, Lisboa, Portugal

Maria de Lourdes Monteiro dos Santos Costa, Je Commence Manuel do 1.º Ano do Ciclo Preparatório do Ensino Secundário Ilustrações de Zé Manel (1944-2019), 1971. Ed. Aster, Lisboa, Portugal Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se […]

A História da Papoila, Luísa Ducla Soares, ilustrações de Zé Manel, Ed. Cor Infantil, Lisboa, 1973, Portugal

Luísa Ducla Soares, A História da Papoila (1939-) Ilustrações de Zé Manel (1944-2019), 1973. Ed. Cor Infantil, Lisboa, Portugal Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se o Diário de Notícias de Lisboa, o Jornal do Exército, a Rádio […]

O Ratinho Marinheiro, Luísa Ducla Soares e Zé Manel, Ed. Cor Infantil, Lisboa, 1973, Portugal

Luísa Ducla Soares, O Ratinho Marinheiro (1939-) Ilustrações de Zé Manel (1944-2019), 1973. Ed. Cor Infantil, Lisboa, Portugal Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se o Diário de Notícias de Lisboa, o Jornal do Exército, a Rádio & […]

Histórias da Branca de Neve, a Última de Zé Manel, revista Rádio & Televisão, Lisboa, 2000, Portugal

Histórias da Branca de Neve Não, Filha … A Rainha Madrasta não era lésbica, os Anõezinhos da floresta não curtiam numa comunidade homossexual, a Branca de Neve não era ninfomaníaca, o Príncipe … Cartoon de Zé Manel (1944-2019), 2000. Revista Rádio & Televisão, Lisboa, Portugal Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual […]

Parabéns Moura BD, cartoon de Zé Manel, 12 de novembro de 2005, Moura, Alentejo, Portugal

Parabéns Moura BD pelo 15º Aniversário Cartoon de Zé Manel (1944-2019), 12 de novembro de 2005. Livro de Honra do Moura BD, Câmara Municipal de Moura, Alentejo, Portugal Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se o […]

Moura BD, cartoon de Zé Manel, 2004, Moura, Alentejo, Portugal

Moura sou Eu Cartoon de Zé Manel (1944-2019), 2004. 14º Salão de Banda Desenhada, Moura BD 2004 Livro de Honra do Moura BD, Câmara Municipal de Moura, Alentejo, Portugal Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se […]

Moura BD, cartoon de Zé Manel, 2001, Moura, Alentejo, Portugal

Deslocação a Moura de mota Cartoon de Zé Manel (1944-2019), 2001. Livro de Honra do Moura BD, Câmara Municipal de Moura, Alentejo, Portugal Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se o Diário de Notícias de Lisboa, […]

Moura BD, programa e catálogo, Moura, 11 a 25 de novembro de 2000, Alentejo, Portugal

Moura BD 2000 Moura BD, 10.º Salão de Banda Desenhada, 11 a 29 de novembro de 2000. Participação de Zé Manel (1944-2019) no Livro de Honra da Câmara Municipal de Moura. Moura, Alentejo, Portugal Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações […]

Moura BD, cartoon de Zé Manel, 11 de novembro de 2000, Moura, Alentejo, Portugal

Moura BD Cartoon de Zé Manel (1944-2019), 2000. Inspiração na plantadora de arroz de Cipriano Dourado (1921-1981), 1954 Moura BD, 10.º Salão de Banda Desenhada, 11 a 29 de novembro de 2000. Livro de Honra da Câmara Municipal de Moura, Alentejo, Portugal Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial […]

Como era antes de haver? António Gomes Dalmeida e Zé Manel, Lisboa, D. Quixote e Leya, 2011, Portugal e Brasil.

António Gomes Dalmeida, Como era antes de haver? (1933-) Cartoon de Zé Manel (1944-2019), As diferenças que o Tempo e o Saber trouxeram à vida da gente de hoje. Todos os dias nos servimos de objectos comuns ou de tecnologias que fazem parte da nossa vida quotidiana, e que nos são tão familiares, que nunca paramos um momento para fazermos estas perguntas simples: Como foi que ISTO nasceu?… Quem inventou?, e esta outra, consequência das anteriores: Como era, ANTES DE ISTO EXISTIR? Por exemplo: um jovem de hoje, que passa várias horas por dia diante de um televisor, ou de […]

Fado, cartoon de Zé Manel, 2000 (c.), Portugal

Fado Cartoon de Zé Manel (1944-2019), 2000 (c.) Portugal. Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se o Diário de Notícias de Lisboa, o Jornal do Exército, a Rádio & Televisão, as Flores e o Sol, que foi editado no […]

Os cartoones dos políticos nos jornais, Zé Manel, novembro de 2004 (c.), Portugal

Os cartoones dos políticos nos jornais  Zé Manel (1944-2019), novembro de 2004 (c.) Paulo Portas (1962-) e Pedro Santana Lopes (1956-); Eduardo Ferro Rodrigues (1949-), Francisco Louçã (1956-) e José Manuel Durão Barroso (1956-) Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações […]

Madame Butterfly, 1904, ilustração de “Os Burros, as Flores e o Sol” de Zé Manel, Ozaka, 1998, Japão

Os Burros, as Flores e o Sol Madame Butterfly, 1904   Zé Manel (1944-2019). Em 1998, a Exposição Internacional de Osaka encomenda ilustrações para o livro infantil “Os Burros, as Flores e o Sol”. Desse mesmo ano são as encomendas do Instituto Cultural de Macau para o livro “As 8 cartas de Macau” de Célia Veiga de Oliveira e Ana Cristina Alves, e do Governo de Macau para o álbum gráfico “Macau a Tinta da China” com textos de Diniz de Abreu”. Este último trabalho merece um destaque especialíssimo pela sua extraordinária qualidade e por ser responsável por um reencontro estético […]

Capa de O Cavaleiro Andante, 1, Fernando Bento, direção de Adolfo Simões Müller, Lisboa, 5 de janeiro de 1952, Portugal

Capa de O Cavaleiro Andante, 1, Fernando Bento (1910-1996), direção de Adolfo Simões Müller (1909-1989), Lisboa, 5 de janeiro de 1952, Portugal O Cavaleiro Andante foi uma revista portuguesa de banda desenhada que teve a duração de 556 números, publicados entre 5 de janeiro de 1952 e 25 de agosto de 1962. O seu fundador e diretor foi Adolfo Simões Müller (1909-1989), jornalista que frequentou a Faculdade de Medicina mas que abandonou o curso, passando a secretário de redação do jornal Novidades e fundando e dirigido depois publicações várias, a primeira das quais, em 1941, o jornal infantil O Papagaio.

Capa de “O Cavaleiro Andante”, 103, Eduardo Teixeira Coelho, Lisboa, direção de Adolfo Simões Müller, 19 de dezembro de 1953, Portugal

Capa de O Cavaleiro Andante, 103, Eduardo Teixeira Coelho (Angra do Heroísmo, 1919; Florença, 2005), direção de Adolfo Simões Müller (1909-1989), Lisboa, 19 de dezembro de 1953, Portugal O Cavaleiro Andante foi uma revista portuguesa de banda desenhada que teve a duração de 556 números, publicados entre 5 de janeiro de 1952 e 25 de agosto de 1962. O seu fundador e diretor foi Adolfo Simões Müller (1909-1989), jornalista que frequentou a Faculdade de Medicina mas que abandonou o curso, passando a secretário de redação do jornal Novidades e fundando e dirigido depois publicações várias, a primeira das quais, em 1941, o […]

Capa de “O Cavaleiro Andante”, 131, Artur Correia, direção de Adolfo Simões Müller, Lisboa, 1954, Portugal

Capa de O Cavaleiro Andante, 131, Artur Correia (1932-2018), direção de Adolfo Simões Müller (1909-1989), Lisboa, 1953, Portugal O Cavaleiro Andante foi uma revista portuguesa de banda desenhada que teve a duração de 556 números, publicados entre 5 de janeiro de 1952 e 25 de agosto de 1962. O seu fundador e diretor foi Adolfo Simões Müller (1909-1989), jornalista que frequentou a Faculdade de Medicina mas que abandonou o curso, passando a secretário de redação do jornal Novidades e fundando e dirigido depois publicações várias, a primeira das quais, em 1941, o jornal infantil O Papagaio. Artur da Costa Correia (Lisboa, 20 […]

Os Maias, uma análise ilustrada, António Gomes Dalmeida e Zé Manel, Lisboa, D. Quixote, setembro de 2008, Portugal.

Os Maias, uma análise ilustrada José Maria de Eça de Queiroz, (1845-1900), Porto, 1888 António Gomes Dalmeida (1933-) e Zé Manel (1944-2019). A leitura desta obra não substitui a do romance que o génio de Eça de Queiroz imaginou – mas facilita essa leitura e a sua compreensão. É uma versão original, organizada por capítulos concisos, sobre cada um dos episódios mais interessantes e, principalmente, sobre cada uma das personagens, com apresentações individualizadas, usando as palavras exactas com que Eça as descreveu. Nesta crítica à vida lisboeta dos finais do século XIX, essas apresentações, ilustradas com os “retratos” fiéis das […]

Salgueiro Maia, Super-Heróis da História de Portugal II, ilustrada por Artur Correia; Lisboa, Correio da Manhã, 2016, Portugal

Salgueiro Maia António Gomes de Almeida, Super-Heróis da História de Portugal II, ilustrada por Artur Correia (1933-) e (1932-2018) Correio da Manhã, Lisboa, 2016. Portugal. Nesta série de biografias são contados os feitos de alguns heróis da nossa história num tom divertido mas didáctico, com o objectivo de aproximar o leitor dessas figuras sem aqueles excessos de erudição que obrigatoriamente surgem nos livros de História tradicionais. Depois de ter adaptado a banda desenha a História Alegre de Portugal, de Manuel Pinheiro Chagas, e, depois, de António Gomes Dalmeida (texto), numa parceria que vinha de 1955, Artur Correia e António Gomes […]

António Gomes de Almeida, Super-Heróis da História de Portugal II, ilustrada por Artur Correia, Bertrand, Lisboa, 1 de fevereiro de 2006, Portugal

António Gomes de Almeida, Super-Heróis da História de Portugal II, ilustrada por Artur Correia (1933-) e (1932-2018) Inês Negra Bertrand, Lisboa, 1 de fevereiro de 2006. Portugal. Nesta série de biografias são contados os feitos de alguns heróis da nossa história num tom divertido mas didáctico, com o objectivo de aproximar o leitor dessas figuras sem aqueles excessos de erudição que obrigatoriamente surgem nos livros de História tradicionais. Depois de ter adaptado a banda desenha a História Alegre de Portugal, de Manuel Pinheiro Chagas, e, depois, de António Gomes Dalmeida (texto), numa parceria que vinha de 1955, Artur Correia e […]

António Gomes de Almeida, Super-Heróis da História de Portugal, ilustrada por Artur Correia, Bertrand, Lisboa, abril de 2004, Portugal.

António Gomes de Almeida, Super-Heróis da História de Portugal, ilustrada por Artur Correia (1933-) e (1932-2018) Bertrand, Lisboa, abril de 2004. Portugal. Nesta série de biografias são contados os feitos de alguns heróis da nossa história num tom divertido mas didáctico, com o objectivo de aproximar o leitor dessas figuras sem aqueles excessos de erudição que obrigatoriamente surgem nos livros de História tradicionais. Depois de ter adaptado a banda desenha a História Alegre de Portugal, de Manuel Pinheiro Chagas, e, depois, de António Gomes Dalmeida (texto), numa parceria que vinha de 1955, Artur Correia e António Gomes Dalmeida mantêm-se fiéis […]

António Gomes de Almeida, História Alegre de Portugal II, ilustrada por Artur Correia, Bertrand, Lisboa, janeiro de 2016, Portugal.

António Gomes de Almeida, História Alegre de Portugal II, ilustrada por Artur Correia (1933-) e (1932-2018) Bertrand, Lisboa, janeiro de 2016. Portugal. Depois de ter adaptado a banda desenha a História Alegre de Portugal, de Manuel Pinheiro Chagas, esse distinto político e homem de letras do século XIX, Artur Correia faz agora parceria com António Gomes Dalmeida (texto), numa parceria que vinha de 1955, para dar continuidade a esse notável trabalho, publicado pela Bertrand Editora. Pegando agora na Historia de Portugal a partir do momento em que Pinheiro Chagas a interrompeu, Artur Correia e António Gomes Dalmeida mantêm-se fiéis ao […]

Manuel Pinheiro Chagas, A History of Portugal, ilustrada por Artur Correia, Bertrand, Lisboa, janeiro de 2026, Portugal.

Manuel Pinheiro Chagas, A History of Portugal, ilustrada por Artur Correia (1842-1895) e (1932-2018) Bertrand, Lisboa, janeiro de 2026. Indicação de se terem vendido já 20.000 exemplares Portugal. Adaptação a banda desenhada da obra homónima de Manuel Pinheiro Chagas, brilhante escritor e político português do século XIX. A narrativa – constituída por dez serões em que João Agualva, mestre-escola aposentado, decide relatar de forma fácil e didáctica a História do País a um grupo de saloios da sua terra, situada entre Belas e o Cacém – tem início antes da independência de Portugal e culmina no reinado de D. Luís, […]

Manuel Pinheiro Chagas, História Alegre de Portugal, ilustrada por Artur Correia, Bertrand, Lisboa, maio de 2011, Portugal.

Manuel Pinheiro Chagas, História Alegre de Portugal, ilustrada por Artur Correia (1842-1895) e (1932-2018) Bertrand, Lisboa, maio de 2011. Portugal. Adaptação a banda desenhada da obra homónima de Manuel Pinheiro Chagas, brilhante escritor e político português do século XIX. A narrativa – constituída por dez serões em que João Agualva, mestre-escola aposentado, decide relatar de forma fácil e didáctica a História do País a um grupo de saloios da sua terra, situada entre Belas e o Cacém – tem início antes da independência de Portugal e culmina no reinado de D. Luís, tal como a obra de Pinheiro Chagas.  Artur […]

Artur Costa Correia, cartão da Mocidade Portuguesa, Lisboa, 1946, Portugal

Artur Costa Correia (1932-2018) Cartão da Mocidade Portuguesa, Lisboa, 4 de junho de 1946. Lisboa, Portugal. Artur da Costa Correia (Lisboa, 20 abr. 1932; idem, 1 mar. 2018) foi uma das principais figuras da ilustração portuguesa dos finais do século XX e inícios do XXI. Vindo do teatro amador, como ator e ensaiador, profissionalmente iniciou-se no jornal O Papagaio, ingressando, em  1949, no Diário de Notícias e, em 1951, no quadro do Cavaleiro Andante, onde planificou, desenhou e colaborou em todas as edições desta revista. Nessa sequência, estendeu a sua colaboração a inúmeras outras publicações, ilustrando ainda diversos livros escolares […]

Artur Correia, cartoon de Zé Manel, Lisboa, 2009 (c.), Portugal

Artur Correia Lisboa, 20/04/1932 (1932-2018) Cartoon de Zé Manel (1944-2019), 2009 (c.) Lisboa, Portugal. Artur da Costa Correia (Lisboa, 20 abr. 1932; idem, 1 mar. 2018) foi uma das principais figuras da ilustração portuguesa dos finais do século XX e inícios do XXI. Vindo do teatro amador, como ator e ensaiador, profissionalmente iniciou-se no jornal O Papagaio, ingressando, em  1949, no Diário de Notícias e, em 1951, no quadro do Cavaleiro Andante, onde planificou, desenhou e colaborou em todas as edições desta revista. Nessa sequência, estendeu a sua colaboração a inúmeras outras publicações, ilustrando ainda diversos livros escolares e criando […]

Francisco de Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa (1934-1980), organização da Associação Cultural Ephemera, Câmara Municipal do Porto, 23 de abril de 2025, Portugal.

Francisco de Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa, (1934-1980) Entrada da exposição organizada pela Associação Cultural Ephemera, com curadoria do historiador e fundador da associação, José Pacheco Pereira. Câmara Municipal do Porto, 23 de abril de 2025, Portugal. Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro (Porto, 19 jul. 1934; Camarate, 4 dez. 1980). Licenciado na faculdade de Direito de Lisboa, viria a começar a sua vida política na Ala Liberal da Assembleia Nacional da Primavera Marcelista, sendo após o 25 de Abril de 1974, um dos fundadores do Partido Popular Democrático (PPD), depois designado Partido Social Democrata (PSD) e […]

Entrada da exposição Francisco de Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa (1934-1980), organização da Associação Cultural Ephemera, Câmara Municipal do Porto, 23 de abril de 2025, Portugal.

Francisco de Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa, (1934-1980) Entrada da exposição organizada pela Associação Cultural Ephemera, com curadoria do historiador e fundador da associação, José Pacheco Pereira. Câmara Municipal do Porto, 23 de abril de 2025, Portugal. Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro (Porto, 19 jul. 1934; Camarate, 4 dez. 1980). Licenciado na faculdade de Direito de Lisboa, viria a começar a sua vida política na Ala Liberal da Assembleia Nacional da Primavera Marcelista, sendo após o 25 de Abril de 1974, um dos fundadores do Partido Popular Democrático (PPD), depois designado Partido Social Democrata (PSD) e […]

Cartaz e convite para a exposição da Ephemera, “Francisco de Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa (1934-1980)”, Câmara Municipal do Porto, 23 de abril de 2025, Portugal.

Francisco de Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa, (1934-1980) Cartaz e convite para a exposição organizada pela Associação Cultural Ephemera, com curadoria do historiador e fundador da associação, José Pacheco Pereira. Câmara Municipal do Porto, 23 de abril de 2025, Portugal. Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro (Porto, 19 jul. 1934; Camarate, 4 dez. 1980). Licenciado na faculdade de Direito de Lisboa, viria a começar a sua vida política na Ala Liberal da Assembleia Nacional da Primavera Marcelista, sendo após o 25 de Abril de 1974, um dos fundadores do Partido Popular Democrático (PPD), depois designado Partido Social […]

Cartaz e convite para a exposição da Ephemera, “Francisco de Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa (1934-1980)”, Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 30 de outubro de 2025, Portugal.

Francisco de Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa, (1934-1980) Cartaz e convite para a exposição organizada pela Associação Cultural Ephemera, com curadoria do historiador e fundador da associação, José Pacheco Pereira, primeiro montada na Câmara Municipal do Porto e, depois, em Lisboa. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Lisboa Social Mitra, 30 de outubro de 2025, Portugal. Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro (Porto, 19 jul. 1934; Camarate, 4 dez. 1980). Licenciado na faculdade de Direito de Lisboa, viria a começar a sua vida política na Ala Liberal da Assembleia Nacional da Primavera Marcelista, sendo após o 25 […]

Francisco de Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa (1934-1980), organização da Associação Cultural Ephemera, Câmara Municipal do Porto, 23 de abril de 2025, Portugal.

Francisco de Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa, (1934-1980) Exposição organizada pela Associação Cultural Ephemera, com curadoria do historiador e fundador da associação, José Pacheco Pereira. Câmara Municipal do Porto, 23 de abril de 2025, Portugal. Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro (Porto, 19 jul. 1934; Camarate, 4 dez. 1980). Licenciado na faculdade de Direito de Lisboa, viria a começar a sua vida política na Ala Liberal da Assembleia Nacional da Primavera Marcelista, sendo após o 25 de Abril de 1974, um dos fundadores do Partido Popular Democrático (PPD), depois designado Partido Social Democrata (PSD) e ficando a […]

Francisco de Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa (1934-1980), organização da Associação Cultural Ephemera, Lisboa, palácio da Mitra, 30 de outubro de 2025, Portugal.

Francisco de Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa, (1934-1980) Exposição organizada pela Associação Cultural Ephemera, com curadoria do historiador e fundador da associação, José Pacheco Pereira, primeiro montada na Câmara Municipal do Porto e, depois, em Lisboa. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Lisboa Social Mitra, 30 de outubro de 2025, Portugal. Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro (Porto, 19 jul. 1934; Camarate, 4 dez. 1980). Licenciado na faculdade de Direito de Lisboa, viria a começar a sua vida política na Ala Liberal da Assembleia Nacional da Primavera Marcelista, sendo após o 25 de Abril de 1974, um […]

Francisco de Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa (1934-1980), organização da Associação Cultural Ephemera, Lisboa, palácio da Mitra, 30 de outubro de 2025, Portugal.

Francisco de Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa, (1934-1980) Exposição organizada pela Associação Cultural Ephemera, com curadoria do historiador e fundador da associação, José Pacheco Pereira, primeiro montada na Câmara Municipal do Porto e, depois, em Lisboa. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Lisboa Social Mitra, 30 de outubro de 2025, Portugal. Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro (Porto, 19 jul. 1934; Camarate, 4 dez. 1980). Licenciado na faculdade de Direito de Lisboa, viria a começar a sua vida política na Ala Liberal da Assembleia Nacional da Primavera Marcelista, sendo após o 25 de Abril de 1974, um […]

Cartazes da exposição Francisco de Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa (1934-1980), organização da Associação Cultural Ephemera, Lisboa, palácio da Mitra, 30 de outubro de 2025, Portugal.

Francisco de Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa, (1934-1980) Cartazes de Augusto Sobral Cid (1941-2019) Exposição organizada pela Associação Cultural Ephemera, com curadoria do historiador e fundador da associação, José Pacheco Pereira, primeiro montada na Câmara Municipal do Porto e, depois, em Lisboa. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Lisboa Social Mitra, 30 de outubro de 2025, Portugal. Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro (Porto, 19 jul. 1934; Camarate, 4 dez. 1980). Licenciado na faculdade de Direito de Lisboa, viria a começar a sua vida política na Ala Liberal da Assembleia Nacional da Primavera Marcelista, sendo após o […]

Francisco de Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa (1934-1980), organização da Associação Cultural Ephemera, Lisboa, palácio da Mitra, 30 de outubro de 2025, Portugal.

Francisco de Sá Carneiro e a Construção da Democracia Portuguesa, (1934-1980) Exposição organizada pela Associação Cultural Ephemera, com curadoria do historiador e fundador da associação, José Pacheco Pereira, primeiro montada na Câmara Municipal do Porto e, depois, em Lisboa. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Lisboa Social Mitra, 30 de outubro de 2025, Portugal. Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro (Porto, 19 jul. 1934; Camarate, 4 dez. 1980). Licenciado na faculdade de Direito de Lisboa, viria a começar a sua vida política na Ala Liberal da Assembleia Nacional da Primavera Marcelista, sendo após o 25 de Abril de 1974, um […]

Retábulo da confraria de Nossa Senhora da Conceição e do Corpo Santo de Santa Cruz, 1770 (c.) e seguintes, igreja matriz do Salvador de Santa Cruz, ilha da Madeira.

Retábulo da confraria de Nossa Senhora da Conceição e do Corpo Santo. Campanha de obras de 1770 (c.) e seguintes. Capela lateral de Nossa Senhora da Conceição. Fotografia de 2025. Igreja matriz do Salvador de Santa Cruz, ilha da Madeira. A confraria do Corpo Santo de Santa Cruz parece nunca ter tido altar próprio, mas também nenhuma documentação chegou até nós a seu respeito. Segundo a tradição teria funcionado nesta capela, hoje de Nossa Senhora da Conceição, mas que teve outras devoções e confrarias ali a funcionarem, devendo o arco exterior datar de data muito perto da de construção geral […]

A Ceia dos Cardeais de Júlio Dantas, 1902, Teatro Municipal de Baltazar Dias, julho de 2008, Funchal, ilha da Madeira

A Ceia dos Cardeais Peça do tenente médico Júlio Dantas (1876-1962), 1902. Com José António Barros (), João Carlos Abreu (1935-) e Virgílio Pereira (1941-2021). Teatro Municipal de Baltazar Dias, organização CriaMar, 7 a 13 de julho de 2008. Coleção Universo de Memórias, João Carlos Abreu, Funchal, ilha da Madeira. Em 1907 atuou no então Teatro D. Maria Pia a Companhia Dramática Maria Falcão, com os atores Chaby Pinheiro (1873-1933) e o madeirense Pato Moniz (1863-1922), entre outros, que levou à cena A Ceia dos Cardeais pela primeira vez na Madeira. Esta peça do médico militar Júlio Dantas (1876-1962), das […]

Cerimónia do lava-pés, oficina madeirense, 1670 (c.), capela do Santíssimo da igreja matriz do Salvador de Santa Cruz, ilha da Madeira.

Cerimónia do lava-pés. Elementos também utilizados para a figuração da Última Ceia. Madeira esculpida e policromada de oficina madeirense, 1670 (c.). Oficina de Manuel Pereira (c. 1600-1679) (atr. com reservas) Antiga capela da família Morais, hoje capela do Santíssimo. Fotografia de 6 de maio de 2025. Igreja matriz do Salvador de Santa Cruz, ilha da Madeira.

Câmara Municipal de Santa Cruz, Praça Dr. João Abel de Freitas e Rua 17 de Junho de 1876, fotografia de 1935 (c.), freguesia e concelho de Santa Cruz, ilha da Madeira.

Câmara Municipal de Santa Cruz. Negativo simples, vidro, gelatina sal de prata, 10,7 x 8,2 cm Fotografia do major Charles Courtenay Shaw (1878-1971), 1935 (c.) Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s (Inv. CCS/193), depósito na ABPM Praça Dr. João Abel de Freitas e Rua 17 de Junho de 1876, freguesia e concelho de Santa Cruz, ilha da Madeira. Charles Courtenay Shaw (Londres, 15 ago. 1878; Funchal, 5 jul. 1971). Fixou-se na Madeira em 1920 para trabalhar na firma Blandy Brother’s & Ca, tendo ocupado o lugar de diretor geral, cargo que exerceu até 1946. Era casado com Jean Ruby Blanche […]

Câmara Municipal de Santa Cruz, reforma do arquiteto Luís da Conceição Teixeira, dezembro de 1978, Santa Cruz, ilha da Madeira

Câmara Municipal de Santa Cruz. Arquiteto Luís da Conceição Teixeira (1913-1984), inaugurado em dezembro de 1978. Praça com o cruzeiro com as armas da família Freitas, mármore, 336 cm., oficina de Lisboa, 1520 (c.). Largo da igreja matriz de Santa Cruz, ilha da Madeira. O inicial edifício ou conjunto edificado foi adquirido por João de Freitas (c. 1465-c. 1533), em 1516, com o intuito de ali instalar a Câmara de Santa Cruz, após a elevação a vila, que ocorreu em 1515. Estima-se que este edifício tenha sido construído nas primeiras décadas do século XVI e, posteriormente, no século XX, sofreu […]

Logradouro Chapelaria Boutique Hotel, reforma de 2026, Rua de Santa Maria Maior, 235, Funchal, ilha da Madeira.

Logradouro Chapelaria Boutique Hotel. Inauguração a 5 de maio de 2026, Rua de Santa Maria Maior, 235, Funchal, ilha da Madeira. O prédio ao lado, desde 1948 que foi a Fábrica de Chapéus de Santa Maria (cf. fotografia de Celso Caires (1958-2016) (?) de 1990 (c.), na Rua de Santa Maria Maior, 237 e 239, Funchal, ilha da Madeira. Este edifício, entretanto, era de habitação. Quando da inauguração,o empresário Daniel Serrão recordou o percurso do grupo, com 14 anos de atividade e cinco unidades no Funchal, totalizando cerca de 70 quartos, admitindo que a pandemia representou um período difícil. Ainda […]

Logradouro Chapelaria Boutique Hotel, reforma de 2026, Rua de Santa Maria Maior, 235, Funchal, ilha da Madeira.

Logradouro Chapelaria Boutique Hotel. Inauguração a 5 de maio de 2026, Rua de Santa Maria Maior, 235, Funchal, ilha da Madeira. O prédio ao lado, desde 1948 que foi a Fábrica de Chapéus de Santa Maria (cf. fotografia de Celso Caires (1958-2016) (?) de 1990 (c.), na Rua de Santa Maria Maior, 237 e 239, Funchal, ilha da Madeira. Este edifício, entretanto, era de habitação. Quando da inauguração,o empresário Daniel Serrão recordou o percurso do grupo, com 14 anos de atividade e cinco unidades no Funchal, totalizando cerca de 70 quartos, admitindo que a pandemia representou um período difícil. Ainda […]

Chapelaria Boutique Hotel do “Jornal da Madeira”, Funchal, 21 de maio de 2026, ilha da Madeira.

Chapelaria Boutique Hotel. Anúncio da abertura do Jornal da Madeira, 21 de maio de 2026. Inauguração a 5 de maio de 2026, Rua de Santa Maria Maior, 235, Funchal, ilha da Madeira. O prédio ao lado, desde 1948 que foi a Fábrica de Chapéus de Santa Maria (cf. fotografia de Celso Caires (1958-2016) (?) de 1990 (c.), na Rua de Santa Maria Maior, 237 e 239, Funchal, ilha da Madeira. Este edifício, entretanto, era de habitação. Quando da inauguração,o empresário Daniel Serrão recordou o percurso do grupo, com 14 anos de atividade e cinco unidades no Funchal, totalizando cerca de […]

Alegoria ao trabalhador açoriano, Querubim Lapa, 1961, gare do aeroporto Terra Nostra das Lajes, Praia da Vitória, ilha Terceira, Açores.

Alegoria ao trabalhador açoriano Painel em cerâmica relevada, policromada e vidrada Querubim Lapa (Portimão, 1925; Lisboa, 2016), 1961. Fotografia de Serafina Gaspar Silva, janeiro de 2026 Gare do aeroporto Terra Nostra das Lajes, Praia da Vitória, ilha Terceira, Açores. Querubim Lapa de Almeida (1925-2016) nasceu em Portimão, no Algarve e cedo veio viver para Lisboa com a sua família,  demonstrando desde tenra idade um especial gosto por trabalhos manuais e criativos. Foi na Escola Industrial António Arroio, onde ingressou em 1942, que obteve as preciosas bases de formação e preparação em artes. Foi também nesta escola que tomou contacto com […]

Pormenor da alegoria ao trabalhador açoriano, Querubim Lapa, 1961, gare do aeroporto Terra Nostra das Lajes, Praia da Vitória, ilha Terceira, Açores.

Pormenor da alegoria ao trabalhador açoriano Painel em cerâmica relevada, policromada e vidrada Querubim Lapa (Portimão, 1925; Lisboa, 2016), 1961. Fotografia de Serafina Gaspar Silva, janeiro de 2026 Gare do aeroporto Terra Nostra das Lajes, Praia da Vitória, ilha Terceira, Açores. Querubim Lapa de Almeida (1925-2016) nasceu em Portimão, no Algarve e cedo veio viver para Lisboa com a sua família,  demonstrando desde tenra idade um especial gosto por trabalhos manuais e criativos. Foi na Escola Industrial António Arroio, onde ingressou em 1942, que obteve as preciosas bases de formação e preparação em artes. Foi também nesta escola que tomou […]

Alegoria ao trabalhador açoriano, Querubim Lapa, 1961, gare do aeroporto Terra Nostra das Lajes, Praia da Vitória, ilha Terceira, Açores.

Alegoria ao trabalhador açoriano Painel em cerâmica relevada, policromada e vidrada Querubim Lapa (Portimão, 1925; Lisboa, 2016), 1961. Fotografia de Serafina Gaspar Silva, janeiro de 2026 Gare do aeroporto Terra Nostra das Lajes, Praia da Vitória, ilha Terceira, Açores. Querubim Lapa de Almeida (1925-2016) nasceu em Portimão, no Algarve e cedo veio viver para Lisboa com a sua família,  demonstrando desde tenra idade um especial gosto por trabalhos manuais e criativos. Foi na Escola Industrial António Arroio, onde ingressou em 1942, que obteve as preciosas bases de formação e preparação em artes. Foi também nesta escola que tomou contacto com […]

Painel cerâmico de Querubim Lapa, 1971, antiga Cervejaria Coral, Funchal, ilha da Madeira

Painel em cerâmica relevada, policromada e vidrada Antigo conjunto de apartotel de Thérèse Escallier Guilloteau, projetado por Raul Chorão Ramalho (1914-2002), 1970. Querubim Lapa (Portimão, 1925; Lisboa, 2016), 1971. Antiga Cervejaria Coral e CC da Sé, Funchal, ilha da Madeira. Querubim Lapa (1925-2016) nasceu em Portimão, no Algarve e cedo veio viver para Lisboa com a sua família,  demonstrando desde tenra idade um especial gosto por trabalhos manuais e criativos. Foi na Escola Industrial António Arroio, onde ingressou em 1942, que obteve as preciosas bases de formação e preparação em artes. Foi também nesta escola que tomou contacto com o […]

Alegoria ao trabalhador açoriano, Querubim Lapa, 1961, gare do aeroporto Terra Nostra das Lajes, Praia da Vitória, ilha Terceira, Açores.

Alegoria ao trabalhador açoriano Painel em cerâmica relevada, policromada e vidrada Querubim Lapa (Portimão, 1925; Lisboa, 2016), 1961. Antiga gare do aeroporto Terra Nostra das Lajes, Praia da Vitória, ilha Terceira, Açores. Querubim Lapa de Almeida (1925-2016) nasceu em Portimão, no Algarve e cedo veio viver para Lisboa com a sua família,  demonstrando desde tenra idade um especial gosto por trabalhos manuais e criativos. Foi na Escola Industrial António Arroio, onde ingressou em 1942, que obteve as preciosas bases de formação e preparação em artes. Foi também nesta escola que tomou contacto com o movimento neorrealista, movimento artístico de reação […]

Painel em cerâmica relevada, policromada e vidrada, Querubim Lapa, Lisboa, 1960 (c.), Leilão Correio Velho, 2025, Portugal

Painel em cerâmica relevada, policromada e vidrada Dim. aprox.: 67 x 119 x 8 cm. Querubim Lapa (Portimão, 1925; Lisboa, 2016), 1960 (c.) Catálogo do Palácio do Correio Velho, leilão de Lisboa, 14 de abril de 2025, lote 245, estimado €10,000 – €20,000, Portugal. Querubim Lapa (1925-2016) nasceu em Portimão, no Algarve e cedo veio viver para Lisboa com a sua família,  demonstrando desde tenra idade um especial gosto por trabalhos manuais e criativos. Foi na Escola Industrial António Arroio, onde ingressou em 1942, que obteve as preciosas bases de formação e preparação em artes. Foi também nesta escola que […]

Mestre Querubim Lapa e as suas cerâmicas, Lisboa, 2010, Portugal

Mestre Querubim Lapa e as suas cerâmicas. Querubim Lapa de Almeida (Portimão, 1925; Lisboa, 2016), 2010 Lisboa, Portugal. Querubim Lapa (1925-2016) nasceu em Portimão, no Algarve e cedo veio viver para Lisboa com a sua família,  demonstrando desde tenra idade um especial gosto por trabalhos manuais e criativos. Foi na Escola Industrial António Arroio, onde ingressou em 1942, que obteve as preciosas bases de formação e preparação em artes. Foi também nesta escola que tomou contacto com o movimento neorrealista, movimento artístico de reação contestatária ao regime ditatorial em que Portugal vivia. A sua formação estendeu-se ainda ao Curso de […]

Fachada do Hospício Princesa D. Maria Amélia, projeto Edward Buckton Lamb e acompanhamento da execução de João Figueirôa de Freitas e Albuquerque, 1855 a 1870, Funchal, ilha da Madeira.

Fachada do Hospício Princesa D. Maria Amélia. Projeto de Edward Buckton Lamb (1805-1869), 1855. Alvenaria mista de pedra pintada e aparente, 1870 (c.). Avenida do Infante, n.º 12, Funchal, ilha da Madeira. A instituição do Hospício Princesa D. Maria Amélia foi feita pela ex-imperatriz do Brasil, D. Amélia de Beauharnais Leuchetenberg (1812-1873), duquesa de Bragança, em memória da filha, falecida no Funchal 4 de fevereiro de 1853. O projeto tinha sido encomendado em Inglaterra, por concurso organizado pelo Dr. Francisco António Barral (1801-1878), ao arquitecto F. B. Lamb, mas no Funchal foi algo alterado pelo engenheiro e arquiteto João Figueirôa […]

Quarto de D. Afonso VI, azulejos de chão de 1440 (c.), cama com dossel, 1660 (c.), Palácio Nacional de Sintra, Portugal

Quarto de D. Afonso VI. D. Afonso VI (1643-1683) Cama com sobrecéu ou com dossel, 1660 (c.) Chão de azulejos mudéjares de Sevilha, 1440 (c.). Palácio Nacional de Sintra, Portugal. Este é o núcleo mais antigo do palácio, uma estrutura fortificada que foi construída para defender o território envolvente, situado na zona mandada construir, ou reconstruir, por D. Dinis (1261-1325) e D. Isabel de Aragão (1271-1336), no século XIV. Exibia, perante a população, a autoridade senhorial e, autoridade essa que cabia à Rainha, a quem o rei entregava as terras (ou vila) de Sintra para sua gestão. Como autoridade máxima, […]

D. Afonso Henriques, João Cutileiro, 2001, Guimarães, Portugal

D. Afonso Henriques (c. 1106-1185) Escultura de pedra de João Cutileiro (1937-2021), inaugurada a 24 de junho de 2001. Largo da Misericórdia, Guimarães, Portugal Escultura contemporânea situada no Largo da Misericórdia que representa D. Afonso Henriques, o primeiro rei português. A escultura contemporânea que representa D. Afonso Henriques é da autoria do escultor João Cutileiro, e foi aqui colocada em 2001. Esta escultura representa a memória do passado com marca e leitura do presente. Traduz a figura do soldado, com a sua espada e o seu escudo. É uma escultura plena de vigor, com um Afonso Henriques poderoso e seguro […]

D. Duarte Nuno de Bragança, Duarte Pio, Henrique e Miguel de Bragança, paquete “Angola”, 20 de julho de 1959, Funchal, ilha da Madeira

D. Duarte Nuno de Bragança e filhos. (1907-1976) Duarte Pio (1945;-), Henrique (1949-2017) e Miguel de Bragança (1946;-), atrás, D. Fernanda Margarida de Matos Noronha da Câmara (Funchal, 25 ago. 1916-idem, 14 set. 2009), casada com Francisco João de Vasconcelos do Couto Cardoso (Funchal, 11 jul. 1918-idem, 20 out. 1993) e que foi a bordo com o marido, a irmã, D. Teresa Guiomar de Matos Noronha da Câmara (Funchal, 25 out. 2009) e o cunhado, engenheiro Ricardo de Vasconcelos do Couto Cardoso (3 abr. 1915-Londres, 26 set. 1981) A bordo do paquete “Angola“, Funchal, 20 de julho de 1959. Fotografia […]

Torre da fachada sul do edifício do Mosteiro dos Jerónimos após a derrocada de 18 de dezembro de 1878, José Cinatti e A. Rambois, 1869 a 1878, Belém, Lisboa, Portugal

Torre da fachada sul do edifício Mosteiro dos Jerónimos após a derrocada de 18 de dezembro de 1878. Reconstrução de Giuseppe Cinatti (1808-1879) e Achille Rambois (1810-1882), 1869 a 1878. Complexo do mosteiro dos Jerónimos, Belém, Lisboa, Portugal. A Casa Pia de Lisboa, fundada em 3 de julho de 1780 e instalada no Castelo de São Jorge, transitou para a zona monacal do Mosteiro dos Jerónimos após a extinção das ordens religiosas, não sem antes ter passado pelo Convento do Desterro. Fez-se sentir de imediato a necessidade de obras e, após a nomeação para provedor de José Maria Eugénio, em […]

La Poulle Noire, óleo de Henrique Franco, 1922, ilha da Madeira

La Poulle Noire. O rapaz da Galinha Preta. Óleo sobre tela, 113 x 50 cm. Henrique Franco (1883-1961), 1922. Museu Henrique e Francisco Franco. Rua João de Deus, Funchal, ilha da Madeira.

Noite Escaldante, prancha de BD de Zé Manel, Lisboa, 2009 (c.), Portugal

Noite Escaldante Prancha de Zé Manel (1944-2019), 2009 (c.) Lisboa, Portugal. Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, Filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se o Diário de Notícias de Lisboa, o Jornal do Exército, a Rádio & Televisão, as Flores e o Sol, que foi […]

Prancha 2 de Zé Manel para Salúquia. A Lenda de Moura em Banda Desenhada, Moura, junho de 2009, Portugal.

Salúquia. A Lenda de Moura em Banda Desenhada Prancha 1 de Zé Manel (1944-2019). Esta obra contém a lenda da Moura Salúquia (que deu o nome à cidade de Moura, no Alentejo) interpretada por alguns dos grandes nomes da BD portuguesa: Artur Correia (1932-2018), Augusto Trigo, Baptista Mendes, Carlos Alberto Santos (1933-2016), Catherine Labey, Eugénio Silva, Isabel Lobinho (1947-2021), Jorge Magalhães, José Abrantes, José Antunes, José Garcês, José Pires, José Ruy, Luís Afonso, Pedro Massano e Zé Manel (1944-2019). Câmara Municipal de Moura, junho de 2009, Alentejo, Portugal. Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; […]

Prancha 1 de Zé Manel para Salúquia. A Lenda de Moura em Banda Desenhada, Moura, junho de 2009, Portugal.

Salúquia. A Lenda de Moura em Banda Desenhada Prancha 1 de Zé Manel (1944-2019). Esta obra contém a lenda da Moura Salúquia (que deu o nome à cidade de Moura, no Alentejo) interpretada por alguns dos grandes nomes da BD portuguesa: Artur Correia (1932-2018), Augusto Trigo, Baptista Mendes, Carlos Alberto Santos (1933-2016), Catherine Labey, Eugénio Silva, Isabel Lobinho (1947-2021), Jorge Magalhães, José Abrantes, José Antunes, José Garcês, José Pires, José Ruy, Luís Afonso, Pedro Massano e Zé Manel (1944-2019). Câmara Municipal de Moura, junho de 2009, Alentejo, Portugal. Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; […]

Salúquia. A Lenda de Moura em Banda Desenhada, capa de Carlos Alberto Santos, Câmara Municipal de Moura, junho de 2009, Alentejo, Portugal.

Salúquia. A Lenda de Moura em Banda Desenhada Capa com ilustração de Carlos Alberto Santos (1933-2016). Esta obra contém a lenda da Moura Salúquia (que deu o nome à cidade de Moura, no Alentejo) interpretada por alguns dos grandes nomes da BD portuguesa: Artur Correia (1932-2018), Augusto Trigo, Baptista Mendes, Carlos Alberto Santos (1933-2016), Catherine Labey, Eugénio Silva, Isabel Lobinho (1947-2021), Jorge Magalhães, José Abrantes, José Antunes, José Garcês, José Pires, José Ruy, Luís Afonso, Pedro Massano e Zé Manel (1944-2019). Câmara Municipal de Moura, junho de 2009, Alentejo, Portugal. Isabel Lobinho (Vila Nova da Barquinha, 11 jun. 1947-Lisboa, jun. […]

Projeto para vitral e cartoons de Zé Manel, 1996 (c.), 18º Salão Internacional Moura BD 2013, pavilhão da Câmara Municipal de Moura, Portugal.

Projeto para vitral e cartoons de Zé Manel (1944-2019), Cartoon de Teresa Guilherme (1955-) para a TV Guia de 1996 (c.). Exposição Eros Uma Vez …, O Humorista Zé Manel, produzida por Osvaldo Macedo de Sousa (1954-)/Humorgrafe, 18º Salão Internacional Moura BD 2013, Fotografia de abril de 2013, Pavilhão da Câmara Municipal de Moura, Portugal. Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, Filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na […]

Cartoons de Zé Manel, 1975 a 2008, 18º Salão Internacional Moura BD 2013, pavilhão da Câmara Municipal de Moura, Portugal.

Cartoons de Zé Manel (1944-2019), 1975 a 2008. Exposição Eros Uma Vez …, O Humorista Zé Manel, produzida por Osvaldo Macedo de Sousa (1954-)/Humorgrafe, 18º Salão Internacional Moura BD 2013, Fotografia de abril de 2013, Pavilhão da Câmara Municipal de Moura, Portugal. Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, Filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência […]

Eros Uma Vez …, O Humorista Zé Manel, catálogo de Osvaldo Macedo de Sousa, 18º Salão Internacional Moura BD 2013, Câmara Municipal de Moura, Portugal

Eros Uma Vez …, O Humorista Zé Manel, (1944-2019) Catálogo de exposição produzida por Osvaldo Macedo de Sousa (1954-)/Humorgrafe e que integrou o 18º Salão Internacional Moura BD 2013, Câmara Municipal de Moura, 2013, Portugal. Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, Filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas […]

Cartoon Viajantes de Papel de Zé Manel, Menção honrosa do Moura BD 2011, 17º Salão Internacional de Banda Desenhada, Câmara Municipal de Moura, abril de 2011, Portugal.

Cartoon Viajantes de Papel de Zé Manel, 2011 (1944-2019) Menção honrosa do Moura BD 2011, 17º Salão Internacional de Banda Desenhada, tema, Viajantes de Papel 22 de abril a 8 de maio de 2011. Câmara Municipal de Moura, abril de 2011, Portugal. Salão com homenagem a Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), que foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada. Filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à […]

Moura BD 2013, 18º Salão Internacional de Banda Desenhada, homenagem a Zé Manel, 19 de abril a 1 de maio de 2013, Câmara Municipal de Moura, Portugal.

Moura BD 2013, 18º Salão Internacional de Banda Desenhada, homenagem a Zé Manel 19 de abril a 1 de maio de 2013. Câmara Municipal de Moura, abril de 2011, Portugal. Salão com homenagem a Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), que foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada. Filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações […]

Moura BD 2011, 17º Salão Internacional de Banda Desenhada, tema, Viajantes de Papel, 22 de abril a 8 de maio de 2011, Câmara Municipal de Moura, Portugal.

Moura BD 2011, 17º Salão Internacional de Banda Desenhada, tema, Viajantes de Papel 22 de abril a 8 de maio de 2011. Câmara Municipal de Moura, abril de 2011, Portugal. Salão com homenagem a Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), que foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada. Filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações […]

Donzela que vai à Guerra e A Nau Catrineta, Artur Correia, Cadernos Moura BD, n.º 10, Câmara Municipal de Moura, abril de 2018, Portugal

Donzela que vai à Guerra e A Nau Catrineta 2 Histórias completas de Artur Correia (1932-2018). Cadernos Moura BD, n.º 10, 1 de abril de 2018. Câmara Municipal de Moura, abril de 2018, Portugal.  

Isabel Lobinho, Cadernos Moura BD, n.º 3, Câmara Municipal de Moura, junho de 2002, Portugal.

Isabel Lobinho (1947-2021). Cadernos Moura BD, n.º 3, junho de 2002. Reedição de trabalho com Mário-Henrique Leiria (1923-1980), pub. Lisboa, Visão, 1975. Câmara Municipal de Moura, junho de 2002, Portugal. Isabel Lobinho (Vila Nova da Barquinha, 11 jun. 1947-Lisboa, jun. 2021). Tendo estudado no Instituto de Odivelas, onde já era uma referência no desenho e na pintura, estudou depois publicidade e marketing, publicando ilustrações em inúmeras revistas e periódicos, como na Visão, Flama, Observador, etc. Estudou, entretanto, também gravura com Ilda Reis (1923-1998), tendo sido responsável pela imagem da revista Máxima e trabalhando na edição de trabalhos de inúmeros autores, […]

Isabel Lobinho, Cadernos Moura BD, n.º 3, Câmara Municipal de Moura, junho de 2002, Portugal.

Isabel Lobinho (1947-2021). Cadernos Moura BD, n.º 3, junho de 2002. Reedição de trabalho com Mário-Henrique Leiria (1923-1980), pub. Lisboa, Visão, 1975. Câmara Municipal de Moura, junho de 2002, Portugal. Isabel Lobinho (Vila Nova da Barquinha, 11 jun. 1947-Lisboa, jun. 2021). Tendo estudado no Instituto de Odivelas, onde já era uma referência no desenho e na pintura, estudou depois publicidade e marketing, publicando ilustrações em inúmeras revistas e periódicos, como na Visão, Flama, Observador, etc. Estudou, entretanto, também gravura com Ilda Reis (1923-1998), tendo sido responsável pela imagem da revista Máxima e trabalhando na edição de trabalhos de inúmeros autores, […]

Maria Eugénia de Afonseca Acciaiolly Rego Pereira, Funchal, 1895, ilha da Madeira

Maria Eugénia de Afonseca Acciaiolly Rego Pereira (1877-1947) Indicação: “11.252, D. Eugénia Rego, Rua da Mouraria“, sinal que vivia então no Funchal e registo de 25 de novembro de 1895. Negativo em vidro, gelatina e sais de prata, 10,9 x 8,2 cm. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s (inv. VIC/10146), em depósito na DRABL Funchal, ilha da Madeira Maria Eugénia de Afonseca Acciaiolly Rego Pereira (Ponta de Sol, 1/5/1877, Funchal, 27/8/1947). Filha de Carlos Acciaiolly Rego, escrivão da fazenda pública e de Juliana de Afonseca Acciaiolly Rego, foi uma figura de vulto na sua época, notabilizando-se na área artística como […]

Flautista, desenho de Zé Manel, in Parada da Paródia, Lisboa, 1965 (c.), Portugal

Flautista. Zé Manel (1944-2019), Lisboa, in Parada da Paródia, 1965 (c.), Portugal. Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, Filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se o Diário de Notícias de Lisboa, o Jornal do Exército, a Rádio & Televisão, as Flores e o Sol, que […]

Chiado às 6 da tarde, cartoon de Zé Manel, Parada da Paródia, Lisboa, 1961, Portugal.

Chiado às 6 da tarde. Provavelmente o primeiro cartoon publicado por este autor, então com 17 anos e inspirado nos então recentes publicados pelo arquiteto João Abel Manta (1928-2026) no Reino dos Pachecos, in Almanack, edição de Joaquim Figueiredo Magalhães (1916-2008). Bonecos de Zé Manel (1944-2019), identificado também como Méco Júnior Lisboa, in Parada da Paródia, 1961, Portugal. Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, Filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o […]

Cartoon alusivo às eleições presidenciais de 1976, Zé Manel, in Diário de Notícias, Lisboa, 1976, Portugal.

Cartoon alusivo às eleições presidenciais de 1976. General António Ramalho Eanes (1935: -): Muitos prometem, Eanes cumpre! Zé Manel (1944-2019), Lisboa, in Diário de Notícias, 1976, Portugal. Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, Filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se o Diário […]

Prancha 3 de Os 7 Magníficos candidatos a Belém, Zé Manel e António Gomes de Almeida, Lisboa, 1980, BD Amadora, 2014, Portugal.

Prancha 3 de Os 7 Magníficos candidatos a Belém. (Miss Bethlém) Desenho de Zé Manel (1944-2019) e textos interiores de António Gomes de Almeida, Lisboa, Agência Portuguesa de Revistas, 1980, Portugal. Exposição Eros Uma Vez …, O Humorista Zé Manel, produzida por Osvaldo Macedo de Sousa (1954-)/Humorgrafe e que integrou o 18º Salão Internacional Moura BD 2013, Fotografia de Leituras de BD, 13 de março de 2014, Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, BD Amadora, Portugal. Tratavam-se de figuras com grande destaque político naqueles anos seguintes ao 25 de Abril de 1974 e que se perfilavam para concorrer à presidência […]

Prancha 3 de Os 7 Magníficos candidatos a Belém, desenho de Zé Manel e texto de António Gomes de Almeida, Lisboa, Agência Portuguesa de Revistas, 1980, Portugal.

Prancha 3 de Os 7 Magníficos candidatos a Belém. (Miss Bethlém) Desenho de Zé Manel (1944-2019) e textos interiores de António Gomes de Almeida Lisboa, Agência Portuguesa de Revistas, 1980, Portugal Tratavam-se de figuras com grande destaque político naqueles anos seguintes ao 25 de Abril de 1974 e que se perfilavam para concorrer à presidência da República, ao palácio de Belém, entre os quais Manuel Alegre (1936; -, PS) e Carlos Brito (1933-2026, PCP), vários militares, como o brigadeiro Otelo Saraiva de Carvalho (1936-2021),  os generais Ramalho Eanes (1935;-), António Soares Carneiro (1928-2014) e Galvão de Melo (1921-2008), e o […]

Prancha 2 de Os 7 Magníficos candidatos a Belém, desenho de Zé Manel e texto de António Gomes de Almeida, Lisboa, Agência Portuguesa de Revistas, 1980, Portugal.

Prancha 2 de Os 7 Magníficos candidatos a Belém. (Miss Bethlém) Desenho de Zé Manel (1944-2019) e textos interiores de António Gomes de Almeida Lisboa, Agência Portuguesa de Revistas, 1980, Portugal Tratavam-se de figuras com grande destaque político naqueles anos seguintes ao 25 de Abril de 1974 e que se perfilavam para concorrer à presidência da República, ao palácio de Belém, entre os quais Manuel Alegre (1936; -, PS) e Carlos Brito (1933-2026, PCP), vários militares, como o brigadeiro Otelo Saraiva de Carvalho (1936-2021),  os generais Ramalho Eanes (1935;-), António Soares Carneiro (1928-2014) e Galvão de Melo (1921-2008), e o […]

Prancha 1 de Os 7 Magníficos candidatos a Belém, desenho de Zé Manel e texto de António Gomes de Almeida, Lisboa, Agência Portuguesa de Revistas, 1980, Portugal.

Prancha 1 de Os 7 Magníficos candidatos a Belém. (Miss Bethlém) Desenho de Zé Manel (1944-2019) e textos interiores de António Gomes de Almeida Lisboa, Agência Portuguesa de Revistas, 1980, Portugal Tratavam-se de figuras com grande destaque político naqueles anos seguintes ao 25 de Abril de 1974 e que se perfilavam para concorrer à presidência da República, ao palácio de Belém, entre os quais Manuel Alegre (1936; -, PS) e Carlos Brito (1933-2026, PCP), vários militares, como o brigadeiro Otelo Saraiva de Carvalho (1936-2021),  os generais Ramalho Eanes (1935;-), António Soares Carneiro (1928-2014) e Galvão de Melo (1921-2008), e o […]

Poster de Os 7 Magníficos candidatos a Belém, desenho de Zé Manel e texto de António Gomes de Almeida, Lisboa, Agência Portuguesa de Revistas, 1980, Portugal.

Os 7 Magníficos candidatos a Belém. (Miss Bethlém) Poster com desenho de Zé Manel (1944-2019) e textos interiores de António Gomes de Almeida Lisboa, Agência Portuguesa de Revistas, 1980, Portugal Tratavam-se de figuras com grande destaque político naqueles anos seguintes ao 25 de Abril de 1974 e que perfilavam para concorrer à presidência da República, ao palácio de Belém, entre os quais Manuel Alegre (1936; -, PS) e Carlos Brito (1933-2026, PCP), vários militares, como o brigadeiro Otelo Saraiva de Carvalho (1936-2021),  os generais Ramalho Eanes (1935;-), António Soares Carneiro (1928-2014) e Galvão de Melo (1921-2008), e o brigadeiro António […]

Os 7 Magníficos candidatos a Belém, desenho de Zé Manel e texto de António Gomes de Almeida, Lisboa, Agência Portuguesa de Revistas, 1980, Portugal.

Os 7 Magníficos candidatos a Belém. (Miss Bethlém) Desenho de Zé Manel (1944-2019) e textos de António Gomes de Almeida Lisboa, Agência Portuguesa de Revistas, 1980, Portugal Tratavam-se de figuras com grande destaque político naqueles anos seguintes ao 25 de Abril de 1974 e que perfilavam para concorrer à presidência da República, ao palácio de Belém, entre os quais vários militares, como os generais António Soares Carneiro (1928-2014), Ramalho Eanes (1935;-) e Galvão de Melo (1921-2008), Manuel Alegre (1936; -, PS), brigadeiro António Pires Veloso (O Rei do Norte, 1926-2014, tio de Rui Veloso, 1957), brigadeiro Otelo Saraiva de Carvalho […]

A Mão do PS, cartoon de Zé Manel, in Politiquices, Lisboa, 1978, Portugal.

A Mão do PS de 1978. Zé Manel (1944-2019), Lisboa, in Politiquices, 1978, Portugal. Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, Filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se o Diário de Notícias de Lisboa, o Jornal do Exército, a Rádio & Televisão, as Flores e o Sol, […]

Cartoon sobre as eleições de 1961, Zé Manel, Lisboa, Os Ridículos, 1961, Portugal.

Cartoon sobre as eleições de 1961. Zé Manel (1944-2019), Lisboa, Os Ridículos, 1961, Portugal. Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, Filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se o Diário de Notícias de Lisboa, o Jornal do Exército, a Rádio & Televisão, as Flores e o […]

Anedota do Jornal do Exército, Zé Manel, Lisboa, 1975, Portugal.

Anedota do Jornal do Exército. Zé Manel (1944-2019), Lisboa, 1975, Portugal. Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, Filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio, escola à qual sempre atribuiu especial referência na sua formação. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se o Diário de Notícias de Lisboa, o Jornal do Exército, a Rádio & Televisão, as Flores e o Sol, que foi […]

Salazarentos, António Almeida e capa de Zé Manel, Lisboa, Estaminé, 1975, Portugal

António Almeida, Salazarentos, Lisboa: Estaminé – Estúdio de Arte Comercial, 1975, Portugal. Obra que se insere num tipo de produção gráfica e satírica que dialoga diretamente com a cultura visual da imprensa durante o período do Estado Novo em Portugal. Uma peça de comentário visual e político, onde imagem jornalística e texto satírico se combinam. Capa de Zé Manel (1944-2019), 1975. Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, Filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel […]

Salazarentos, politiquices e outros trabalhos de cartoon de Zé Manel, Lisboa, 1975 a 2008, Portugal.

Salazarentos, politiquices e outros trabalhos. Cartoon de Zé Manel (1944-2019), 1975 a 2008. Exposição Eros Uma Vez …, O Humorista Zé Manel, produzida por Osvaldo Macedo de Sousa (1954-)/Humorgrafe e que integrou o 18º Salão Internacional Moura BD 2013, Fotografia de Leituras de BD, 13 de março de 2014, Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, BD Amadora, Portugal. A sala de exposições temporárias do Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem (CNBDI) acolheu a partir do dia 13 de março de 2014 a mostra Eros Uma Vez… O Humorista Zé Manel, dedicada à obra de José Manuel Alves Mendes, o […]

Politiquices e outros trabalhos de cartoon de Zé Manel, Lisboa, 2008, Portugal.

Politiquices e outros trabalhos. Cartoon de Zé Manel (1944-2019), 1975 a 2008. Exposição Eros Uma Vez …, O Humorista Zé Manel, produzida por Osvaldo Macedo de Sousa (1954-)/Humorgrafe e que integrou o 18º Salão Internacional Moura BD 2013, Fotografia de Leituras de BD, 13 de março de 2014, Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, BD Amadora, Portugal. A sala de exposições temporárias do Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem (CNBDI) acolheu a partir do dia 13 de março de 2014 a mostra Eros Uma Vez… O Humorista Zé Manel, dedicada à obra de José Manuel Alves Mendes, o desenhador […]

Banco da Avenida do Mar com azulejos e nau São Lourenço, Alfredo Miguéis, cartão de 1942 (c.), execução de 1944 (c.), Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira.

Antigo banco da Avenida do Mar com azulejos e nau São Lourenço Cartão de A. Miguéis azulejos da Fábrica Constança. Alfredo Miguéis (1883-1943), cartão de 1942 (c.), execução dos azulejos de 1944 (c.) Fotografia de Rui Marote, 2013. Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira. Bancos que deram origem à exposição D’Uma Estampa Antiga. Desenhos de Alfredo Miguéis para a Avenida do Mar, com curadoria de Martinho Mendes, realizada no Museu de Arte Sacra do Funchal, entre 26.06 a 21.08. 2021 e cujo material foi depois editado como Os bancos da Avenida do Mar- azulejos de boa memória, apresentado na […]

Casas torreadas do antigo snack-bar Rio de Janeiro, 1720 (c.), Rua da Carreira, Funchal, ilha da Madeira.

Casas torreadas do antigo snack-bar Rio de Janeiro. Alvenaria de pedra e cantaria aparente, 1720 (c.) Fotografia da Rua dos Aranhas, Rui Marote, 20 de maio de 2026. Rua da Carreira 170, Funchal, ilha da Madeira.

Achada do Teixeira, Santana, 23 de abril de 2026, ilha da Madeira

Achada do Teixeira, Fotografia de 23 de abril de 2026, Santana, ilha da Madeira A Achada do Teixeira possui a mítica escultura natural em pedra de basalto que é o “homem em pé” e o marco de divisão entre três freguesias do concelho de Santana que aí confluem: Santana, Faial e Ilha. Dadas as condições do local foi construido um parque de estacionamento para apoio dos visitantes, até porque a zona circundante à Achada do Teixeira está entre os melhores locais para a observação astronómica a nível nacional, pelo que desde 2002 que o Grupo de Astronomia da Universidade da […]

Manuela Aranha com Cristina Pedra, Rubina Leal e Helena Leal, Câmara Municipal do Funchal, 8 de maio de 2024, ilha da Madeira.

Manuela Aranha com Cristina Pedra, Rubina Leal e Helena Leal (1931-) Fotografia Ligia Neves/Jornal da Madeira, 8 de maio de 2024. Câmara Municipal do Funchal, ilha da Madeira. Manuela Aranha da Conceição (Funchal, 2 jun. 1931; -) destacou-se no panorama artístico como escultora e medalhista. Estudou na Escola Superior de Belas Artes do Porto, foi Diretora Regional dos Assuntos Culturais e deixou um legado artístico significativo. Em reconhecimento do seu trabalho, recebeu em 2014 o título de Comendadora da Ordem de Mérito e, em 2018, a Insígnia Autonómica de Valor. Maria Cristina Andrade Pedra Costa (Monte, Funchal, 13 maio 1966; -), […]

Cartaz das celebrações do 49º aniversário do 25 de abril de 1974, Câmara Municipal do Funchal, 25 de abril de 2023, ilha da Madeira.

Cartaz das celebrações do 49º aniversário do 25 de abril de 1974. Câmara Municipal do Funchal, 2023 Anúncio da participação do antigo capitão Francisco Faria Paulino (1945-) Salão da Assembleia Municipal do Funchal, 25 de abril de 2023 Largo do Município do Funchal, ilha da Madeira.

Revista Portuguesa de História Militar, Ano IV, n.º 6, junho de 2024, Portugal

Comissão Portuguesa de História Militar, Revista Portuguesa de História Militar, Ano IV, n.º 6, junho de 2024, Portugal Dossier: 25 de abril de 1974, Operações Militares

Igreja de Santa Maria Maior depois da entrada da procissão de São Tiago Menor ou Procissão do Voto do Funchal, 1 de maio de 1960, Largo do Socorro, Funchal, ilha da Madeira.

Igreja de Santa Maria Maior depois da entrada da procissão de São Tiago Menor ou Procissão do Voto do Funchal. À frente, elementos da filarmónica municipal do Funchal. Película em gelatina e sais de prata, 6,1 x 7 cm Fotografia Perestrellos Photographos, muito provavelmente, Raul Martins Perestrello (1915-1998), 1 de maio de 1960. Museu de Fotografia da Madeira-AtelierVicente’s, PER 12026, em depósito na DRABM Rua Fernão Ornelas e Ponte do Mercado dos Lavradores, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia do Voto: Séc. 15, finais – execução do Santiago Maior nas oficinas de Dieric Bouts (1415-1475) para uma das capelas da sé […]

Autoridades superior governativas na procissão de São Tiago Menor ou Procissão do Voto do Funchal, 1 de maio de 1960, Rua Fernão Ornelas e Ponte do Mercado dos Lavradores, Funchal, ilha da Madeira.

Autoridades superior governativas na procissão de São Tiago Menor ou Procissão do Voto do Funchal. À frente, o então governador civil do Funchal, o Cmdt. Inocêncio Camacho de Freitas (1902-1993). Película em gelatina e sais de prata, 6,1 x 7 cm Fotografia Perestrellos Photographos, muito provavelmente, Raul Martins Perestrello (1915-1998), 1 de maio de 1960. Museu de Fotografia da Madeira-AtelierVicente’s, PER 12025, em depósito na DRABM Rua Fernão Ornelas e Ponte do Mercado dos Lavradores, Funchal, ilha da Madeira. João Inocêncio Camacho de Freitas (Ribeira Brava, 19 fev. 1899; Lisboa, 1 jul. 1969). Filho de António Freitas júnior e de […]

Autoridades camarárias na procissão de São Tiago Menor ou Procissão do Voto do Funchal, 1 de maio de 1960, Rua Fernão Ornelas e Ponte do Mercado dos Lavradores, Funchal, ilha da Madeira.

Autoridades camarárias na procissão de São Tiago Menor ou Procissão do Voto do Funchal. À frente, o então presidente da câmara Municipal do Funchal, o Dr. António Bettencourt Sardinha (1902-1993). Película em gelatina e sais de prata, 6,1 x 7 cm Fotografia Perestrellos Photographos, muito provavelmente, Raul Martins Perestrello (1915-1998), 1 de maio de 1960. Museu de Fotografia da Madeira-AtelierVicente’s, PER 12025, em depósito na DRABM Rua Fernão Ornelas e Ponte do Mercado dos Lavradores, Funchal, ilha da Madeira. António Bettencourt Sardinha (1902-1993), vogal da vereação de Fernão Ornelas (1908-1978), manteve-se na vereação de 1952 a 1954, passando a presidente […]

Autoridades religiosas na procissão de São Tiago Menor ou Procissão do Voto do Funchal, 1 de maio de 1960, Rua Fernão Ornelas e Ponte do Mercado dos Lavradores, Funchal, ilha da Madeira.

Autoridades religiosas na procissão de São Tiago Menor ou Procissão do Voto do Funchal. Em primeiro plano e levando o Santo Lenho, o cónego Jaime de Gouveia Barreto (1887-1963), ladeado pelo padre Rafael Maria Andrade (1935-2021) e pelo diácono Aires dos Passos Vieira; atrás, D. frei David de Sousa (1911-2006), bispo do Funchal. Película em gelatina e sais de prata, 6,1 x 7 cm Fotografia Perestrellos Photographos, muito provavelmente, Raul Martins Perestrello (1915-1998), 1 de maio de 1960. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, PER 12025, em depósito na DRABM Rua Fernão Ornelas e Ponte do Mercado dos Lavradores, Funchal, […]

Autoridades judiciais e militares na procissão de São Tiago Menor ou Procissão do Voto do Funchal, 1 de maio de 1960, Rua Fernão Ornelas e Ponte do Mercado dos Lavradores, Funchal, ilha da Madeira.

Autoridades judiciais e militares na procissão de São Tiago Menor ou Procissão do Voto do Funchal. À frente das autoridades militares, o Dr. Agostinho Cardoso (1908-1979, médico camarário do Funchal e, à esquerda, o tenente-coronel Fernando Homem Costa (1911-1997), que nesse ano seria chamado à presidência da Junta Geral, com o brigadeiro Amadeu Buceta Martins, que assumira o comando militar a 5 set. 1959. Película em gelatina e sais de prata, 6,1 x 7 cm Fotografia Perestrellos Photographos, muito provavelmente, Raul Martins Perestrello (1915-1998), 1 de maio de 1960. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, PER 12024, em depósito na […]

Encerramento da procissão de São Tiago Menor ou Procissão do Voto do Funchal, 1 de maio de 1960, Rua Fernão Ornelas e Ponte do Mercado dos Lavradores, Funchal, ilha da Madeira.

Encerramento da procissão de São Tiago Menor ou Procissão do Voto do Funchal. Bombeiros municipais, delegação da Mocidade Portuguesa e do Sindicato Nacional dos Estivadores de Carga e Descarga do Porto do Funchal. Película em gelatina e sais de prata, 6,1 x 7 cm Fotografia Perestrellos Photographos, muito provavelmente, Raul Martins Perestrello (1915-1998), 1 de maio de 1960. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, PER 12023, em depósito na DRABM Rua Fernão Ornelas e Ponte do Mercado dos Lavradores, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia do Voto: Séc. 15, finais – execução do Santiago Maior nas oficinas de Dieric Bouts (1415-1475) […]

Deposição das Chaves da Cidade aos pés de São Tiago Menor, Cristina Pedra, 1 de maio de 2024, Sé do Funchal, ilha da Madeira.

Deposição das Chaves da Cidade aos pés de São Tiago Menor Sendo presidente da CMF, Cristina Pedra (1966-) Fotografia de 1 de maio de 2024. Capela-mor da sé da Sé, Funchal, ilha da Madeira. Maria Cristina Andrade Pedra Costa (Monte, Funchal, 13 maio 1966; -), é uma advogada, empresária e política madeirense, que presidiu em 2013 à ACIF, tendo sido a primeira mulher a exercer aquele cargo na história daquela associação comercial. Em 2021, aceitou, como independente, integrar a lista concorrente à Câmara Municipal do Funchal, encabeçada pelo Dr. Pedro Calado (1971;-), lista que saiu vencedora e, ocupando Cristina Pedra […]

São Tiago Menor, padroeiro do Funchal, com as Chaves da Cidade, Procissão do Voto de 1 de maio de 2024, Sé do Funchal, ilha da Madeira.

São Tiago Menor, padroeiro do Funchal Deposição das Chaves da Cidade aos pés do Santo Fotografia de antes da Procissão do Voto de 1 de maio de 2024. Sé do Funchal, ilha da Madeira. Cronologia do Voto: 1521, 7 mar. – grande surto de peste no Funchal, que chega a levar ao abandono parcial da cidade; 11 jun. – auto do voto da cidade em que saiu por sortes como padroeiro Santiago Menor; 1523, 24 jan. – renovação voto da cidade a Santiago Menor, acrescentando-se os bem aventurados São Sebastião e São Roque, habituais padroeiros contra as epidemias, como padroeiros […]

Bandeira de São Tiago Menor na procissão do Voto de 2023, adro norte da Sé, Funchal, ilha da Madeira.

Procissão do Voto de São Tiago Menor de 2023 Bandeira de Santiago Menor, padroeiro do Funchal, 2020 (c.). Fotografia de Rui Silva, Aspress, 1 de maio de 2023. Adro Norte da Sé, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia do Voto: 1521, 7 mar. – grande surto de peste no Funchal, que chega a levar ao abandono parcial da cidade; 11 jun. – auto do voto da cidade em que saiu por sortes como padroeiro Santiago Menor; 1523, 24 jan. – renovação voto da cidade a Santiago Menor, acrescentando-se os bem aventurados São Sebastião e São Roque, habituais padroeiros contra as epidemias, […]

Procissão do Voto de São Tiago Menor de 2026, Largo da Sé, 1 de maio de 2026, Funchal, ilha da Madeira

Procissão do Voto de São Tiago Menor de 2026 Procissão que utilizou como cartaz a imagem de Santiago Menor, padroeiro do Funchal, pintura a óleo por monotipia, 100 x 70 cm.; Rui Carita (1946-), 1987, da Sala da Assembleia Municipal do Funchal, tal como manteve a nova tradição dos colares de maio, até recentemente não comum no Funchal e nas áreas urbanas. Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM, 1 de maio de 2026. Largo da Sé, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia do Voto: 1521, 7 mar. – grande surto de peste no Funchal, que chega a levar ao […]

Procissão do Voto de São Tiago Menor de 2026, Rua de Santa Maria, 1 de maio de 2026, Funchal, ilha da Madeira

Procissão do Voto de São Tiago Menor de 2026 Procissão que utilizou como cartaz a imagem de Santiago Menor, padroeiro do Funchal, pintura a óleo por monotipia, 100 x 70 cm.; Rui Carita (1946-), 1987, da Sala da Assembleia Municipal do Funchal, tal como manteve a nova tradição dos colares de maio, até recentemente não comum no Funchal e nas áreas urbanas. Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM, 1 de maio de 2026. Rua de Santa Maria, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia do Voto: 1521, 7 mar. – grande surto de peste no Funchal, que chega a levar […]

D. Nuno Brás na procissão do Voto de São Tiago Menor de 2026 Rua de Santa Maria, 1 de maio de 2026, Funchal, ilha da Madeira.

D. Nuno Brás com o Santíssimo na procissão do Voto de São Tiago Menor de 2026 (1963-) Dr.ª Rubina Leal, presidente da Assembleia Legislativa Regional, Dr.ª Paula Margarido, secretária regional para a Inclusão, Trabalho e Juventude, e os membros da Câmara do Funchal Procissão que utilizou como cartaz a imagem de Santiago Menor, padroeiro do Funchal, pintura a óleo por monotipia, 100 x 70 cm.; Rui Carita (1946-), 1987, da Sala da Assembleia Municipal do Funchal, tal como manteve a nova tradição dos colares de maio, até recentemente não comum no Funchal e nas áreas urbanas. Fotografia de Roberto Matos, […]

D. Nuno Brás na procissão do Voto de São Tiago Menor de 2026 Rua do Bettencourt, 1 de maio de 2026, Funchal, ilha da Madeira.

D. Nuno Brás com o Santíssimo na procissão do Voto de São Tiago Menor de 2026 (1963-) Dr.ª Rubina Leal, presidente da Assembleia Legislativa Regional, Dr.ª Paula Margarido, secretária regional para a Inclusão, Trabalho e Juventude, e os membros da Câmara do Funchal Procissão que utilizou como cartaz a imagem de Santiago Menor, padroeiro do Funchal, pintura a óleo por monotipia, 100 x 70 cm.; Rui Carita (1946-), 1987, da Sala da Assembleia Municipal do Funchal, tal como manteve a nova tradição dos colares de maio, até recentemente não comum no Funchal e nas áreas urbanas. Fotografia de Roberto Matos, […]

Entidades regionais para a procissão do Voto de São Tiago Menor, 2026, adro da Sé do Funchal, ilha da Madeira.

Entidades regionais para a procissão do Voto de São Tiago Menor de 2026 Dr.ª Rubina Leal, presidente da Assembleia Legislativa Regional, Dr.ª Paula Margarido, secretária regional para a Inclusão, Trabalho e Juventude, e os membros da Câmara do Funchal Procissão que utilizou como cartaz a imagem de Santiago Menor, padroeiro do Funchal, pintura a óleo por monotipia, 100 x 70 cm.; Rui Carita (1946-), 1987, da Sala da Assembleia Municipal do Funchal, tal como manteve a nova tradição dos colares de maio, até recentemente não comum no Funchal e nas áreas urbanas. Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM, […]

Chegada das entidades regionais para a procissão do Voto de São Tiago Menor, 2026, adro da Sé do Funchal, ilha da Madeira.

Entidades regionais para a procissão do Voto de São Tiago Menor de 2026 Dr.ª Rubina Leal, presidente da Assembleia Legislativa Regional, Dr.ª Paula Margarido, secretária regional para a Inclusão, Trabalho e Juventude, e os membros da Câmara do Funchal Procissão que utilizou como cartaz a imagem de Santiago Menor, padroeiro do Funchal, pintura a óleo por monotipia, 100 x 70 cm.; Rui Carita (1946-), 1987, da Sala da Assembleia Municipal do Funchal, tal como manteve a nova tradição dos colares de maio, até recentemente não comum no Funchal e nas áreas urbanas. Fotografia do GR, 1 de maio de 2026. […]

Chegada das entidades regionais para a procissão do Voto de São Tiago Menor, 2026, adro da Sé do Funchal, ilha da Madeira.

Chegada das entidades regionais para a procissão do Voto de São Tiago Menor, 2026 Dr.ª Rubina Leal, presidente da Assembleia Legislativa Regional e os membros da Câmara do Funchal Procissão que utilizou como cartaz a imagem de Santiago Menor, padroeiro do Funchal, pintura a óleo por monotipia, 100 x 70 cm.; Rui Carita (1946-), 1987, da Sala da Assembleia Municipal do Funchal, tal como manteve a recente tradição dos colares de maio, tradição até recentemente não comum no Funchal e nas áreas urbanas. Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM, 1 de maio de 2026. Adro da Sé do […]

Autorretrato com os políticos da década de 90, cartoon de Zé Manel, Lisboa, 2008, Portugal.

Autorretrato com os políticos da década de 90. Cartoon de Zé Manel (1944-2019), 2008. Exposição Eros Uma Vez …, O Humorista Zé Manel, produzida por Osvaldo Macedo de Sousa (1954-)/Humorgrafe e que integrou o 18º Salão Internacional Moura BD 2013, Fotografia de Leituras de BD, 13 de março de 2014, Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, BD Amadora, Portugal. A sala de exposições temporárias do Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem (CNBDI) acolheu a partir do dia 13 de março de 2014 a mostra Eros Uma Vez… O Humorista Zé Manel, dedicada à obra de José Manuel Alves Mendes, […]

Autorretrato com os políticos da década de 90, cartoon de Zé Manel, Lisboa, 2008, Portugal.

Autorretrato com os políticos da década de 90. Cartoon de Zé Manel (1944-2019), 2008. Exposição Eros Uma Vez …, O Humorista Zé Manel, produzida por Osvaldo Macedo de Sousa (1954-)/Humorgrafe e que integrou o 18º Salão Internacional Moura BD 2013, Fotografia de Leituras de BD, 13 de março de 2014, Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, BD Amadora, Portugal. A sala de exposições temporárias do Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem (CNBDI) acolheu a partir do dia 13 de março de 2014 a mostra Eros Uma Vez… O Humorista Zé Manel, dedicada à obra de José Manuel Alves Mendes, […]

Teresa Guilherme, cartoon de Zé Manel para a TV Guia, 1996 (c.), Portugal.

Teresa Guilherme. (1955-) Cartoon de Zé Manel (1944-2019), para a TV Guia, 1996 (c.). Por esta data, José Vilhena (1927-2025), sob o título Ai que saudades das Casas de Putas de antigamente, publicou também caricatura desta apresentadora e produtora televisiva, in O Moralista, revista quinzenal de humor pagão, nº 3, junho de 1996. Exposição Eros Uma Vez …, O Humorista Zé Manel, produzida por Osvaldo Macedo de Sousa (1954-)/Humorgrafe e que integrou o 18º Salão Internacional Moura BD 2013, Fotografia de Leituras de BD, 13 de março de 2014, Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, BD Amadora, Portugal. A sala de […]

Teresa Guilherme, cartoon de Zé Manel para a TV Guia, 1996 (c.), Portugal.

Teresa Guilherme. (1955-) Cartoon de Zé Manel (1944-2019), para a TV Guia, 1996 (c.). Por esta data, José Vilhena (1927-2025), sob o título Ai que saudades das Casas de Putas de antigamente, publicou também caricatura desta apresentadora e produtora televisiva, in O Moralista, revista quinzenal de humor pagão, nº 3, junho de 1996. Exposição Eros Uma Vez …, O Humorista Zé Manel, produzida por Osvaldo Macedo de Sousa (1954-)/Humorgrafe e que integrou o 18º Salão Internacional Moura BD 2013, Fotografia de Leituras de BD, 13 de março de 2014, Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, BD Amadora, Portugal. A sala de […]

Francisco de Sá Carneiro, caricatura de Zé Manel, 1978 (c.), Lisboa, Portugal

Francisco de Sá Carneiro, (1934-1980) Cartoon de Zé Manel (1944-2019), 1978 (c.) Exposição Eros Uma Vez …, O Humorista Zé Manel, produzida por Osvaldo Macedo de Sousa (1954-)/Humorgrafe e que integrou o 18º Salão Internacional Moura BD 2013, Fotografia de Leituras de BD, 13 de março de 2014, Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, BD Amadora, Portugal. Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro (Porto, 19 jul. 1934; Camarate, 4 dez. 1980). Licenciado na faculdade de Direito de Lisboa, viria a começar a sua vida política na Ala Liberal da Assembleia Nacional da Primavera Marcelista, sendo após o 25 de Abril de 1974, […]

Subsídio de férias, cartoon de Zé Manel, 1975, BD Amadora, Portugal.

Subsídio de férias, Cartoon de Zé Manel (1944-2019), 1975 (c.) Cartoon para A Chucha, única publicação humorista identificada com a via chuchialista. Exposição Eros Uma Vez …, O Humorista Zé Manel, produzida por Osvaldo Macedo de Sousa (1954-)/Humorgrafe e que integrou o 18º Salão Internacional Moura BD 2013, Fotografia de Leituras de BD, 13 de março de 2014, Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, BD Amadora, Portugal. A sala de exposições temporárias do Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem (CNBDI) acolheu a partir do dia 13 de março de 2014 a mostra Eros Uma Vez… O Humorista Zé Manel, […]

Subsídio de férias, cartoon de Zé Manel, 1975, BD Amadora, Portugal.

Subsídio de férias, Cartoon de Zé Manel (1944-2019), 1975. Cartoon para A Chucha, única publicação humorista identificada com a via chuchialista. Exposição Eros Uma Vez …, O Humorista Zé Manel, produzida por Osvaldo Macedo de Sousa (1954-)/Humorgrafe e que integrou o 18º Salão Internacional Moura BD 2013, Fotografia de Leituras de BD, 13 de março de 2014, Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, BD Amadora, Portugal. A sala de exposições temporárias do Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem (CNBDI) acolheu a partir do dia 13 de março de 2014 a mostra Eros Uma Vez… O Humorista Zé Manel, dedicada […]

Zé Manel na exposição da BD Amadora, 13 de março de 2014, Portugal.

Zé Manel na exposição Eros Uma Vez …, O Humorista Zé Manel, (1944-2019) Exposição produzida por Osvaldo Macedo de Sousa (1954-)/Humorgrafe e que integrou o 18º Salão Internacional Moura BD 2013, Fotografia de Leituras de BD, 13 de março de 2014, Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, BD Amadora, Portugal. A sala de exposições temporárias do Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem (CNBDI) acolheu a partir do dia 13 de março de 2014 a mostra Eros Uma Vez… O Humorista Zé Manel, dedicada à obra de José Manuel Alves Mendes, o desenhador que assina Zé Manel. Esta exposição é […]

Eros Uma Vez …, O Humorista Zé Manel, BD Amadora, Lisboa, março de 2014, Portugal

Eros Uma Vez …, O Humorista Zé Manel, (1944-2019) Exposição produzida por Osvaldo Macedo de Sousa (1954-)/Humorgrafe e que integrou o 18º Salão Internacional Moura BD 2013, Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, BD Amadora, Lisboa, 13 de março de 2014, Portugal, Portugal. A sala de exposições temporárias do Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem (CNBDI) acolheu a partir do dia 13 de março de 2014 a mostra Eros Uma Vez… O Humorista Zé Manel, dedicada à obra humorística de José Manuel Alves Mendes, o desenhador que assina Zé Manel. Esta exposição é composta por pranchas, ilustrações, desenhos originais […]

Atendimento permanente, capa de Zé Manel, para a Bomba H, Lisboa, 1975, Portugal

Atendimento permanente. Capa da Bomba H de Zé Manel, José Manuel Alves Mendes (1944-2019), 1975 Lisboa, Portugal. Zé Manel, pseudónimo de José Manuel Domingues Alves Mendes (Lisboa, 22 jan. 1944; Idem, 24 jan. 2019), foi cartunista, ilustrador e criador de banda desenhada português, Filho de António Alves Mendes (Méco, c. 1920, já uma referência em 1940), Zé Manel tinha o curso de desenhador-gravador-litógrafo na Escola de Artes Decorativas António Arroio. Entre as muitas publicações para as quais trabalhou, contam-se o Diário de Notícias de Lisboa, o Jornal do Exército, a Rádio & Televisão, as Flores e o Sol, que foi editado no Japão e, […]

Rui Carita com Albano Bessa Monteiro e Jorge Freitas Branco, Lisboa, 27 de outubro de 2025, Portugal

Rui Carita com Jorge Freitas Branco e Albano Bessa Monteiro (1946-), (1952-) e (1948-) Reunião da Comissão Regional da Dinamização da ilha da Madeira. Fotografia de João Tavares Miranda (1949-), 27 de outubro de 2025 Avenida dos Estados Unidos da América, Lisboa, Portugal No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. As primeiras sessões de dinamização […]

Rui Carita com Jorge Freitas Branco e Albano Bessa Monteiro, Lisboa, 27 de outubro de 2025, Portugal

Rui Carita com Jorge Freitas Branco e Albano Bessa Monteiro (1946-), (1952-) e (1948-) Reunião da Comissão Regional da Dinamização da ilha da Madeira. Fotografia de João Tavares Miranda (1949-), 27 de outubro de 2025 Avenida dos Estados Unidos da América, Lisboa, Portugal No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. As primeiras sessões de dinamização […]

Jorge Freitas Branco e Albano Bessa Monteiro, Lisboa, 27 de outubro de 2025, Portugal

Jorge Freitas Branco e Albano Bessa Monteiro (1952-) e (1948-) Reunião da Comissão Regional da Dinamização da ilha da Madeira. Fotografia de João Tavares Miranda (1949-), 27 de outubro de 2025 Avenida dos Estados Unidos da América, Lisboa, Portugal No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. As primeiras sessões de dinamização cultural na Madeira ocorreram […]

D. Nuno Brás e os peregrinos à Festa do Senhor dos Milagres de Machico, 8 de outubro de 2023, Campo da Barca, Funchal, ilha da Madeira

D. Nuno Brás e os peregrinos à Festa do Senhor dos Milagres de Machico (1963-) Bênção do grupo de mais de 500 pessoas que partiram a pé às 9 da manhã do Campo da Barca, no Funchal, chegando depois por volta das 17 horas a Machico. O bispo ostente um báculo de til que lhe foi oferecido no local, trabalho de José Correia com til Ocotea foetens recolhido na Cova da Roda, em Santana. Fotografia de Duarte Gomes, Jornal da Madeira, 8 de outubro de 2023, pub. Luísa Gonçalves, “Mais de 500 peregrinos a caminho dos Milagres com a bênção […]

D. Nuno Brás com um báculo de til (Ocotea foetens), 8 de outubro de 2023, Campo da Barca, Funchal, ilha da Madeira

D. Nuno Brás com báculo de til Ocotea foetens (1963-) Trabalho de José Correia com til recolhido na Cova da Roda, em Santana.  Bênção do grupo de mais de 500 peregrinos à Festa do Senhor dos Milagres de Machico, que partem a pé às 9 da manhã do Campo da Barca, no Funchal, chegando depois por volta das 17 horas a Machico. Fotografia de Duarte Gomes, Jornal da Madeira, 8 de outubro de 2023, pub. Luísa Gonçalves, “Mais de 500 peregrinos a caminho dos Milagres com a bênção do Bispo”, Jornal da Madeira, Funchal, 8 de outubro de 2023, ilha […]

D. Nuno Brás com um báculo de til (Ocotea foetens), 8 de outubro de 2023, Campo da Barca, Funchal, ilha da Madeira

D. Nuno Brás com báculo de til Ocotea foetens (1963-) Trabalho de José Correia com til recolhido na Cova da Roda, em Santana.  Bênção do grupo de mais de 500 peregrinos à Festa do Senhor dos Milagres de Machico, que partem a pé às 9 da manhã do Campo da Barca, no Funchal, chegando depois por volta das 17 horas a Machico. Fotografia de Duarte Gomes, Jornal da Madeira, 8 de outubro de 2023, pub. Luísa Gonçalves, “Mais de 500 peregrinos a caminho dos Milagres com a bênção do Bispo”, Jornal da Madeira, Funchal, 8 de outubro de 2023, ilha […]

D. Nuno Brás com um báculo de til (Ocotea foetens), 8 de outubro de 2023, Campo da Barca, Funchal, ilha da Madeira

D. Nuno Brás com báculo de til Ocotea foetens (1963-) Trabalho de José Correia com til recolhido na Cova da Roda, em Santana.  Bênção do grupo de mais de 500 peregrinos à Festa do Senhor dos Milagres de Machico, que partem a pé às 9 da manhã do Campo da Barca, no Funchal, chegando depois por volta das 17 horas a Machico. Fotografia de Duarte Gomes, Jornal da Madeira, 8 de outubro de 2023, pub. Luísa Gonçalves, “Mais de 500 peregrinos a caminho dos Milagres com a bênção do Bispo”, Jornal da Madeira, Funchal, 8 de outubro de 2023, ilha […]

Graça Morais e os “Anjos do Apocalipse”, Centro de Arte Contemporânea de Bragança, dezembro de 2025, Portugal,

Anjos do Apocalipse Exposição de Graça Morais, “É uma exposição muito dura“, diz a artista plástica (1948-) Fotografia de Glória Lopes, JN, 20 de dezembro de 2025 Centro de Arte Contemporânea de Bragança, Portugal Graça Morais (Vieiro, Vila Flor, 1948-) Pintora e militante formada no Porto, onde, com Jaime Silva (1947-), entre outros, fundou o grupo Puzzle (1975), transpôs para a tela uma afirmação do seu país e, especialmente, das mulheres do profundo Trás-os-Montes. As lendas e as gentes, como de Cabo Verde, preenchem igualmente os seus últimos trabalhos. A Pintora ganhara em janeiro de 2023, o prémio de cidadania […]

Graça Morais e os “Anjos do Apocalipse”, Centro de Arte Contemporânea de Bragança, dezembro de 2025, Portugal,

Anjos do Apocalipse Exposição de Graça Morais, “É uma exposição muito dura“, diz a artista plástica (1948-) Fotografia de Glória Lopes, JN, 20 de dezembro de 2025 Centro de Arte Contemporânea de Bragança, Portugal Graça Morais (Vieiro, Vila Flor, 1948-) Pintora e militante formada no Porto, onde, com Jaime Silva (1947-), entre outros, fundou o grupo Puzzle (1975), transpôs para a tela uma afirmação do seu país e, especialmente, das mulheres do profundo Trás-os-Montes. As lendas e as gentes, como de Cabo Verde, preenchem igualmente os seus últimos trabalhos. A Pintora ganhara em janeiro de 2023, o prémio de cidadania […]

A Santa do Calhau, Maria Aurora Carvalho Homem, Funchal, Editorial Notícias, abril de 1992, ilha da Madeira

Maria Aurora Carvalho Homem, A Santa do Calhau, Funchal, Editorial Notícias, abril de 1992, ilha da Madeira (1939-2010) Capa de Eduardo de Freitas (1955; -), 1992. Aurora Augusta Figueiredo de Carvalho Homem (Satão, Viseu, 13 nov. 1939-Funchal, 11 jun. 2010). Tendo frequentado a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, veio a radicar-se no Funchal em 1974, onde foi professora do ensino secundário. Trabalho como jornalista e escritora, fez rádio e televisão, sendo, especialmente, uma animadora cultural de incontornável referência no trabalho que levou a efeito na Câmara Municipal do Funchal, a cujo departamento cultural pertenceu e através do qual […]

Padre Giselo Andrade e D. Nuno Brás quando da oferta de um báculo de til (Ocotea foetens), 8 de outubro de 2023, Campo da Barca, Funchal, ilha da Madeira

Padre Giselo Andrade e D. Nuno Brás com báculo de til Ocotea foetens (1980-) e (1963-) Trabalho de José Correia com til recolhido na Cova da Roda, em Santana.  Bênção do grupo de mais de 500 peregrinos à Festa do Senhor dos Milagres de Machico, que partem a pé às 9 da manhã do Campo da Barca, no Funchal, chegando depois por volta das 17 horas a Machico. Fotografia de Duarte Gomes, Jornal da Madeira, 8 de outubro de 2023, pub. Luísa Gonçalves, “Mais de 500 peregrinos a caminho dos Milagres com a bênção do Bispo”, Jornal da Madeira, Funchal, […]

Padre Giselo Andrade na reunião dos peregrinos à Festa do Senhor dos Milagres de Machico, Campo da Barca, 8 de outubro de 2023, Funchal, ilha da Madeira

Padre Giselo Andrade na reunião onde ofereceram a D. Nuno Brás um báculo de til Ocotea foetens (1980-) e (1963-) Trabalho de José Correia com til recolhido na Cova da Roda, em Santana.  Bênção do grupo de mais de 500 peregrinos à Festa do Senhor dos Milagres de Machico, que partem a pé às 9 da manhã do Campo da Barca, no Funchal, chegando depois por volta das 17 horas a Machico. Fotografia de Duarte Gomes, Jornal da Madeira, 8 de outubro de 2023, pub. Luísa Gonçalves, “Mais de 500 peregrinos a caminho dos Milagres com a bênção do Bispo”, […]

Senhor dos Milagres, 1550 (c.), na igreja matriz, 9 de outubro de 2021, antes de regressar à sua capela, ilha da Madeira

Senhor dos Milagres na igreja matriz Madeira entalhada de oficina portuguesa, que teve, pelo menos, 5 para 6 repinturas, 1550 (c.) Fotografia de 9 de outubro de 2021, antes de regressar à sua capela. Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Machico, ilha da Madeira O Senhor dos Milagres passou a ser evocado como padroeiro de Machico depois da aluvião de 1803 e da sua recuperação ao largo das Desertas por uma fragata norte-americana, sendo o seu culto especialmente representado pelos homens do mar, que lhe fazem anualmente uma concorrida procissão nos dias e 8 e 9 de outubro. A […]

Cartaz da festa do Senhor dos Milagres de Machico, 8 e 9 de outubro 2024, edição da Câmara Municipal de Machico, ilha da Madeira

Cartaz da festa do Senhor dos Milagres de Machico 2024 Imagem de madeira entalhada de oficina portuguesa, que teve, pelo menos, 5 para 6 repinturas, 1550 (c.) Machico, 8 e 9 de outubro de 2024. Câmara Municipal de Machico, ilha da Madeira O Senhor dos Milagres passou a ser evocado como padroeiro de Machico depois da aluvião de 1803 e da sua recuperação ao largo das Desertas por uma fragata norte-americana, sendo o seu culto especialmente representado pelos homens do mar, que lhe fazem anualmente uma concorrida procissão nos dias e 8 e 9 de outubro. A imagem do Senhor […]

Imagem do Senhor dos Milagres na procissão de 2022 a caminho da igreja matriz de Machico, 8 de outubro de 2022, ilha da Madeira.

Imagem do Senhor dos Milagres na procissão de 2022 a caminho da Matriz. Imagem de madeira entalhada de oficina portuguesa, que teve, pelo menos, 5 para 6 repinturas, 1550 (c.) Fotografia de Duarte Gomes, Jornal da Madeira, 8 de outubro de 2022. Machico, ilha da Madeira. O Senhor dos Milagres passou a ser evocado como padroeiro de Machico depois da aluvião de 1803 e da sua recuperação ao largo das Desertas por uma fragata norte-americana, sendo o seu culto especialmente representado pelos homens do mar, que lhe fazem anualmente uma concorrida procissão nos dias e 8 e 9 de outubro. […]

Imagem do Senhor dos Milagres na procissão de 2019 a caminho da igreja matriz de Machico, 8 de outubro de 2019, ilha da Madeira.

Imagem do Senhor dos Milagres na procissão de 2019 a caminho da Matriz. Imagem de madeira entalhada de oficina portuguesa, que teve, pelo menos, 5 para 6 repinturas, 1550 (c.) Fotografia de Duarte Gomes, Jornal da Madeira, 8 de outubro de 2019. Machico, ilha da Madeira. O Senhor dos Milagres passou a ser evocado como padroeiro de Machico depois da aluvião de 1803 e da sua recuperação ao largo das Desertas por uma fragata norte-americana, sendo o seu culto especialmente representado pelos homens do mar, que lhe fazem anualmente uma concorrida procissão nos dias e 8 e 9 de outubro. A […]

Entrada solene de D. Nuno Brás na sé do Funchal, 17 de fevereiro de 2019, ilha da Madeira.

Entrada solene de D. Nuno Brás na sé do Funchal. Fotografia de Duarte Gomes, Jornal da Madeira, 17 de fevereiro de 2019 Funchal, ilha da Madeira Nuno Brás da Silva Martins (Vimieiro, Lourinhã, 12 maio 1963-) licenciou-se em teologia pela Universidade Católica de Lisboa, em 1985, ordenando-se padre em 4 jul. 1987, também em Lisboa. Realizou depois doutoramento pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, em 1999, tendo, entre 2005 e 2011, sido reitor do Seminário Maior de Cristo Rei, nos Olivais. Foi nomeado Cónego da Sé Metropolitana Patriarcal de Lisboa a 10 jan. 2009, lugar de que tomou posse a […]

Oferta a D. Nuno Brás de um báculo de til (Ocotea foetens), 8 de outubro de 2023, Campo da Barca, Funchal, ilha da Madeira

Oferta a D. Nuno Brás de um báculo de til Ocotea foetens Trabalho de José Correia com til recolhido na Cova da Roda, em Santana.  Bênção do grupo de mais de 500 peregrinos à Festa do Senhor dos Milagres de Machico, que partem a pé às 9 da manhã do Campo da Barca, no Funchal, chegando depois por volta das 17 horas a Machico. Fotografia de Duarte Gomes, Jornal da Madeira, 8 de outubro de 2023, pub. Luísa Gonçalves, “Mais de 500 peregrinos a caminho dos Milagres com a bênção do Bispo”, Jornal da Madeira, Funchal, 8 de outubro de […]

Rubina Leal, presidente da Assembleia Regional no encerramento do Congresso Global Educação, Pestana Casino Park Hotel, 10 de junho de 2025, Funchal, ilha da Madeira.

Rubina Leal, presidente da Assembleia Legislativa Regional no encerramento do Congresso Global Educação, Congresso Internacional ‘Educação, Solidariedade e Evangelização: Da Europa para a Madeira, da Madeira para o Mundo‘, a decorrer no auditório do Pestana Casino Park Hotel para assinalar o centenário da chegada das Irmãs da Apresentação de Maria à Madeira, Funchal, 7 a 10 de julho de 2025. Pestana Casino Park Hotel, fotografia de João Carita, 10 de junho de 2025 Funchal, ilha da Madeira. Rubina Maria Branco Leal Vargas (Funchal, jun. 1966; -) é licenciada em Sociologia pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) e […]

As Mulheres de Maria Lamas, exposição na Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 26 de janeiro a 28 de maio de 2024, Portugal

As Mulheres de Maria Lamas (1893-1983) Exposição As Mulheres de Maria Lamas com mais de 60 fotografias de Maria Lamas e que inclui ainda objetos pessoais e primeiras edições dos livros da jornalista, investigadora e defensora dos direitos humanos no século XX, mostrando como nos anos 40 uma jornalista em reportagem coligiu a melhor coleção de fotografia de mulheres portuguesas e ela própria se tornou uma das mais notáveis. Fundação Calouste Gulbenkian, curadoria de Jorge Calado, Lisboa, 26 de janeiro a 28 de maio de 2024, Portugal Exposição dentro das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril que pretendem celebrar […]

Maria Lamas, 1920, Lisboa, Portugal.

Maria Lamas (1893-1983) Fotografia de 1920. Exposição As Mulheres de Maria Lamas com mais de 60 fotografias de Maria Lamas e que inclui ainda objetos pessoais e primeiras edições dos livros da jornalista, investigadora e defensora dos direitos humanos no século XX, mostrando como nos anos 40 uma jornalista em reportagem coligiu a melhor coleção de fotografia de mulheres portuguesas e ela própria se tornou uma das mais notáveis. Coleção dos herdeiros. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal Exposição dentro das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril que pretendem celebrar a conquista da liberdade e a construção da democracia. Entre 2022 e […]

Serviço de transporte das vagonetas carregadas de carvão nas minas de São Pedro da Cova, Maria Lamas, 1948 a 1950, Gondomar, Porto, Portugal.

Serviço de transporte das vagonetas carregadas de carvão nas minas de São Pedro da Cova.  Maria Lamas (1893-1983), 1948 a 1950, Coimbra Exposição As Mulheres de Maria Lamas com mais de 60 fotografias de Maria Lamas e  com curadoria de Jorge Calado, inclui ainda objetos pessoais e primeiras edições dos livros da jornalista, investigadora e defensora dos direitos humanos no século XX, mostrando como nos anos 40 uma jornalista em reportagem coligiu a melhor coleção de fotografia de mulheres portuguesas e ela própria se tornou uma das mais notáveis. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal Exposição dentro das Comemorações dos 50 anos do […]

Jovens trabalhadoras das minas de S. Pedro da Cova, Maria Lamas, 1948 a 1950, Gondomar, Porto, Portugal.

Jovens trabalhadoras das minas de S. Pedro da Cova.  Maria Lamas (1893-1983), 1948 a 1950, Gondomar, Porto Começam a trabalhar aos 14 anos e fazem a remoção, ou seja, o transportar do carvão ou da pedra, à cabeça, em gigos. O pó do carvão , entretanto, dá-lhes um ar precocemente endurecido. Exposição As Mulheres de Maria Lamas com mais de 60 fotografias de Maria Lamas e  com curadoria de Jorge Calado, inclui ainda objetos pessoais e primeiras edições dos livros da jornalista, investigadora e defensora dos direitos humanos no século XX, mostrando como nos anos 40 uma jornalista em reportagem coligiu […]

As bordadeiras, Maria Lamas, 1948 a 1950, exposição da fundação Calouste Gulbenkian, fevereiro de 2024, Lisboa, Portugal

As bordadeiras  Maria Lamas (1893-1983), 1948 a 1950, Exposição As Mulheres de Maria Lamas com mais de 60 fotografias de Maria Lamas e  com curadoria de Jorge Calado, inclui ainda objetos pessoais e primeiras edições dos livros da jornalista, investigadora e defensora dos direitos humanos no século XX, mostrando como nos anos 40 uma jornalista em reportagem coligiu a melhor coleção de fotografia de mulheres portuguesas e ela própria se tornou uma das mais notáveis. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal Exposição dentro das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril que pretendem celebrar a conquista da liberdade e a construção da […]

Baile no campo, Maria Lamas, 1948 a 1950, exposição na Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal

Baile no campo Maria Lamas (1893-1983), 1948 a 1950, Exposição As Mulheres de Maria Lamas com mais de 60 fotografias de Maria Lamas e  com curadoria de Jorge Calado, inclui ainda objetos pessoais e primeiras edições dos livros da jornalista, investigadora e defensora dos direitos humanos no século XX, mostrando como nos anos 40 uma jornalista em reportagem coligiu a melhor coleção de fotografia de mulheres portuguesas e ela própria se tornou uma das mais notáveis. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal Exposição dentro das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril que pretendem celebrar a conquista da liberdade e a construção […]

As Mulheres do Meu País, Maria Lamas, 1948 a 1950, Portugal

As mulheres do meu país Maria Lamas (1893-1983), 1948 a 1950, Exposição As Mulheres de Maria Lamas com mais de 60 fotografias de Maria Lamas e  com curadoria de Jorge Calado, inclui ainda objetos pessoais e primeiras edições dos livros da jornalista, investigadora e defensora dos direitos humanos no século XX, mostrando como nos anos 40 uma jornalista em reportagem coligiu a melhor coleção de fotografia de mulheres portuguesas e ela própria se tornou uma das mais notáveis. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal Exposição dentro das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril que pretendem celebrar a conquista da liberdade e […]

Jovem mãe da Castanheira, Serra da Estrela, Maria Lamas, 1948 a 1950, capa do catálogo da exposição da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, fevereiro de 2024, Portugal

Jovem mãe da Castanheira, Serra da Estrela Maria Lamas (1893-1983), 1948 a 1950, Exposição As Mulheres de Maria Lamas com mais de 60 fotografias de Maria Lamas e  com curadoria de Jorge Calado, inclui ainda objetos pessoais e primeiras edições dos livros da jornalista, investigadora e defensora dos direitos humanos no século XX, mostrando como nos anos 40 uma jornalista em reportagem coligiu a melhor coleção de fotografia de mulheres portuguesas e ela própria se tornou uma das mais notáveis. Catálogo com prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins, dois textos do curador da exposição, Jorge Calado, um texto de Alexandre Pomar, um […]

Jovem mãe da Castanheira, Serra da Estrela, Maria Lamas, 1948 a 1950, Guarda, Portugal

Jovem mãe da Castanheira, Serra da Estrela Maria Lamas (1893-1983), 1948 a 1950, Exposição As Mulheres de Maria Lamas com mais de 60 fotografias de Maria Lamas e  com curadoria de Jorge Calado, inclui ainda objetos pessoais e primeiras edições dos livros da jornalista, investigadora e defensora dos direitos humanos no século XX, mostrando como nos anos 40 uma jornalista em reportagem coligiu a melhor coleção de fotografia de mulheres portuguesas e ela própria se tornou uma das mais notáveis. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal Exposição dentro das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril que pretendem celebrar a conquista da […]

Peixeiras na praia do Furadouro, fotografia de Maria Lamas, 1948 a 1950, Ovar, Aveiro, Portugal

Peixeiras na praia do Furadouro Maria Lamas (1893-1983), 1948 a 1950, Ovar, Aveiro Exposição As Mulheres de Maria Lamas com mais de 60 fotografias de Maria Lamas e  com curadoria de Jorge Calado, inclui ainda objetos pessoais e primeiras edições dos livros da jornalista, investigadora e defensora dos direitos humanos no século XX, mostrando como nos anos 40 uma jornalista em reportagem coligiu a melhor coleção de fotografia de mulheres portuguesas e ela própria se tornou uma das mais notáveis. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal Exposição dentro das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril que pretendem celebrar a conquista da […]

As Mulheres de Maria Lamas, Fundação Calouste Gulbenkian, 26 de janeiro de 2024, Lisboa, Portugal

As Mulheres de Maria Lamas (1893-1983) Exposição As Mulheres de Maria Lamas com mais de 60 fotografias de Maria Lamas e que inclui ainda objetos pessoais e primeiras edições dos livros da jornalista, investigadora e defensora dos direitos humanos no século XX, mostrando como nos anos 40 uma jornalista em reportagem coligiu a melhor coleção de fotografia de mulheres portuguesas e ela própria se tornou uma das mais notáveis. Retrato de Júlio Pomar (1926-2018), 1954. Fotografia de António Bracons, 26 de janeiro de 2024. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal Exposição dentro das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril que pretendem […]

Rapariga de Covão da Ponte a joeirar centeio, Maria Lamas, 1948 a 1950, Manteigas, Serra da Estrela, Portugal

Rapariga de Covão da Ponte a joeirar centeio Maria Lamas (1893-1983), 1948 a 1950, Esta rapariga de Covão da Ponte, região de Manteigas, em plena Serra da Estrela, está a joeirar centeio, da pequena colheita da sua família, numa eira improvisada num terreiro em frente da sua casa. Para facilitar esta tarefa, extremamente fatigante, visto ser necessário aguentar e agitar constantemente a joeira, cheia de cereal, é costume apoiarem-na num pau Reposição da exposição As Mulheres de Maria Lamas da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, com mais de 60 fotografias de Maria Lamas e que inclui ainda objetos pessoais e primeiras edições […]

Rapariga de Covão da Ponte a joeirar centeio, Maria Lamas, 1948 a 1950, Manteigas, Serra da Estrela, Portugal

Rapariga de Covão da Ponte a joeirar centeio Maria Lamas (1893-1983), 1948 a 1950, Esta rapariga de Covão da Ponte, região de Manteigas, em plena Serra da Estrela, está a joeirar centeio, da pequena colheita da sua família, numa eira improvisada num terreiro em frente da sua casa. Para facilitar esta tarefa, extremamente fatigante, visto ser necessário aguentar e agitar constantemente a joeira, cheia de cereal, é costume apoiarem-na num pau Exposição As Mulheres de Maria Lamas com mais de 60 fotografias de Maria Lamas e que inclui ainda objetos pessoais e primeiras edições dos livros da jornalista, investigadora e defensora […]

Arquipélago da Madeira, Maria Lamas, Eco do Funchal, 1956, ilha da Madeira

Maria Lamas, Arquipélago da Madeira: Maravilha Atlântica, Eco do Funchal, 1956, (1893-1983) Exposição As Mulheres de Maria Lamas com mais de 60 fotografias de Maria Lamas e que inclui ainda objetos pessoais e primeiras edições dos livros da jornalista, investigadora e defensora dos direitos humanos no século XX, mostrando como nos anos 40 uma jornalista em reportagem coligiu a melhor coleção de fotografia de mulheres portuguesas e ela própria se tornou uma das mais notáveis. Fotografia do padre Giselo Andrade (1980-), Jornal da Madeira, 11 de fevereiro de 2024. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal Exposição dentro das Comemorações dos 50 anos do […]

Máquina de escrever de Maria Lamas, Halberg, 1953 (c.), Fundação Calouste Gulbenkian, 11 de fevereiro de 2024, Lisboa, Portugal

Máquina de escrever de Maria Lamas (1893-1983) Halberg, Alemanha, 1953 (c.) Exposição As Mulheres de Maria Lamas com mais de 60 fotografias de Maria Lamas e que inclui ainda objetos pessoais e primeiras edições dos livros da jornalista, investigadora e defensora dos direitos humanos no século XX, mostrando como nos anos 40 uma jornalista em reportagem coligiu a melhor coleção de fotografia de mulheres portuguesas e ela própria se tornou uma das mais notáveis. Fotografia do padre Giselo Andrade (1980-), Jornal da Madeira, 11 de fevereiro de 2024. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal Exposição dentro das Comemorações dos 50 anos do 25 […]

As Mulheres de Maria Lamas, Fundação Calouste Gulbenkian, 11 de fevereiro de 2024, Lisboa, Portugal

As Mulheres de Maria Lamas (1893-1983) Exposição As Mulheres de Maria Lamas com mais de 60 fotografias de Maria Lamas e que inclui ainda objetos pessoais e primeiras edições dos livros da jornalista, investigadora e defensora dos direitos humanos no século XX, mostrando como nos anos 40 uma jornalista em reportagem coligiu a melhor coleção de fotografia de mulheres portuguesas e ela própria se tornou uma das mais notáveis. Retrato de Júlio Pomar (1926-2018), 1953 (c.). Fotografia do padre Giselo Andrade (1980-), Jornal da Madeira, 11 de fevereiro de 2024. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal Exposição dentro das Comemorações dos 50 anos […]

As Mulheres de Maria Lamas, Fundação Calouste Gulbenkian, 11 de fevereiro de 2024, Lisboa, Portugal

As Mulheres de Maria Lamas (1893-1983) Exposição As Mulheres de Maria Lamas com mais de 60 fotografias de Maria Lamas e que inclui ainda objetos pessoais e primeiras edições dos livros da jornalista, investigadora e defensora dos direitos humanos no século XX, mostrando como nos anos 40 uma jornalista em reportagem coligiu a melhor coleção de fotografia de mulheres portuguesas e ela própria se tornou uma das mais notáveis. Retrato de Júlio Pomar (1926-2018), 1953 (c.). Fotografia do padre Giselo Andrade (1980-), Jornal da Madeira, 11 de fevereiro de 2024. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal Exposição dentro das Comemorações dos 50 anos […]

O general António de Spínola e O Portugal e o Futuro, Lisboa, 1987, Portugal.

O general António de Spínola e O Portugal e o Futuro. António Sebastião Ribeiro de Spínola (Estremoz, 11 abr. 1910; Lisboa, 13 ago. 1996) Fotografia Trustinnews.pt, Lusa e Visão, Lisboa, 1987, Portugal. António Sebastião Ribeiro de Spínola (Estremoz, 11 abr. 1910; Lisboa, 13 ago. 1996). Aluno do Colégio Militar, seguiu a carreira militar até aos mais altos postos, sendo governador da Guiné em 1968 e, novamente, em 1972, onde desenvolve intensa atividade militar e diplomática, contactando com diversos líderes africanos, como Leopoldo Sedar Senghor (1906-2001). Regressa a Lisboa em nov. 1973, altura em que Marcello Caetano (1906-1980) o convida para […]

Procissão do Voto de São Tiago Menor, 1 de maio de 2026, Rua dos Profetas, ilha da Madeira.

Procissão do Voto de São Tiago Menor, 2026 Funchal, 1 de maio de 2026 Procissão que utilizou como cartaz a imagem de Santiago Menor, padroeiro do Funchal, pintura a óleo por monotipia, 100 x 70 cm.; Rui Carita (1946-), 1987, da Sala da Assembleia Municipal do Funchal, tal como manteve a nova tradição dos colares de maio, tradição até recentemente não comum no Funchal e nas áreas urbanas. Fotografia de Nelson Veríssimo. Rua dos Profetas, Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia do Voto: 1521, 7 mar. – grande surto de peste no Funchal, que chega a levar ao […]

Coronel António Gil Marques Nunes, RTP Madeira, 4 de março de 2016, Funchal, ilha da Madeira

Coronel António Gil Marques Nunes (1940; 10 abr. 2026). Comandante da Polícia de Segurança Pública do Funchal e Chefe do Estado-Maior da Zona Militar da Madeira. RTP Madeira, 4 de março de 2016, Funchal, ilha da Madeira. António Gil Marques Nunes (1940-2026). Foi um militar altamente condecorado na Índia, Angola, Moçambique e Guiné, oficial superior com o posto de Coronel Tirocinado, que concluiu com bom aproveitamento o curso de promoção a Oficial General, embora nunca tenha ocupado essa patente. Foi Comandante da Polícia de Segurança Pública na Madeira entre setembro de 1974 e outubro de 1978. Foi ainda diretor administrador […]

Entrega do Monumento ao Combatente Madeirense no Ultramar 1954-1975 à Câmara Municipal do Funchal, 8 de março de 2023, ilha da Madeira.

Entrega do Monumento ao Combatente Madeirense no Ultramar 1954-1975 à Câmara Municipal do Funchal. Mármore e bronze, Ricardo Veloza (1947-), 1988 e inaugurado a 26 de abril de 2003 pela Liga dos Combatentes, no jardim do bairro da Nazaré, São Martinho. Fotografia de Ruben Pires, 8 de março de 2023. Câmara Municipal do Funchal, ilha da Madeira. Monumento inaugurado e removido várias vezes e, entregue formalmente à Câmara do Funchal em 8 de março de 2023. “Este monumento, que foi inaugurado em 2002, tendo tido apoio financeiro da autarquia, e, primeiramente, implantado na Rua dos Estados Unidos da América, (Mata […]

Monumento ao Combatente Madeirense no Ultramar 1954-1975, Ricardo Veloza, 1988 e inaugurado a 26 de abril de 2003, São Martinho, Funchal, ilha da Madeira.

Monumento ao Combatente Madeirense no Ultramar 1954-1975. Mármore e bronze, Ricardo Veloza (1947-), 1988 e seguintes. Liga dos Combatentes, jardim do bairro da Nazaré, São Martinho, inaugurado a 26 de abril de 2003. Fotografia de 2022. São Martinho, Funchal, ilha da Madeira. Monumento inaugurado e removido várias vezes e, entregue formalmente à Câmara do Funchal em 8 de março de 2023. “Este monumento, que foi inaugurado em 2002, tendo tido apoio financeiro da autarquia, e, primeiramente, implantado na Rua dos Estados Unidos da América, (Mata da Nazaré, sendo, depois, transferido para um espaço arrelvado, domínio público da autarquia, situado nas […]

Inscrição do monumento ao Combatente Madeirense no Ultramar 1954-1975, 26 de abril de 2003 e reposição de 2022, Funchal, ilha da Madeira.

Inscrição do monumento ao Combatente Madeirense no Ultramar 1954-1975. Mármore e bronze, Ricardo Veloza (1947-), 1988 e seguintes. Liga dos Combatentes, jardim do bairro da Nazaré, São Martinho, inaugurado a 26 de abril de 2003 e reposição de 2022. Fotografia Stuart Banham, 7 de outubro de 2022. Rua Corveta D. Estefânia, Funchal, ilha da Madeira. Monumento inaugurado e removido várias vezes e, entregue formalmente à Câmara do Funchal em 8 de março de 2023. “Este monumento, que foi inaugurado em 2002, tendo tido apoio financeiro da autarquia, e, primeiramente, implantado na Rua dos Estados Unidos da América, (Mata da Nazaré, […]

Monumento ao Combatente Madeirense no Ultramar, Ricardo Veloza, 1988 e reposição de 2022, Funchal, ilha da Madeira

Monumento ao Combatente Madeirense no Ultramar 1954-1975. Mármore e bronze, Ricardo Veloza (1947-), 1988 e seguintes. Liga dos Combatentes, jardim do bairro da Nazaré, São Martinho, inaugurado a 26 de abril de 2003 e reposição de 2022. Fotografia Stuart Banham, 7 de outubro de 2022. Rua Corveta D. Estefânia, Funchal, ilha da Madeira. Monumento inaugurado e removido várias vezes e, entregue formalmente à Câmara do Funchal em 8 de março de 2023. “Este monumento, que foi inaugurado em 2002, tendo tido apoio financeiro da autarquia, e, primeiramente, implantado na Rua dos Estados Unidos da América, (Mata da Nazaré, sendo, depois, […]

Monumento ao Combatente Madeirense no Ultramar, Ricardo Veloza, 1988 e reposição de 2022, Funchal, ilha da Madeira

Monumento ao Combatente Madeirense no Ultramar 1954-1975. Mármore e bronze, Ricardo Veloza (1947-), 1988 e seguintes. Liga dos Combatentes, jardim do bairro da Nazaré, São Martinho, inaugurado a 26 de abril de 2003 e reposição de 2022. Fotografia Stuart Banham, 7 de outubro de 2022. Rua Corveta D. Estefânia, Funchal, ilha da Madeira. Monumento inaugurado e removido várias vezes e, entregue formalmente à Câmara do Funchal em 8 de março de 2023. “Este monumento, que foi inaugurado em 2002, tendo tido apoio financeiro da autarquia, e, primeiramente, implantado na Rua dos Estados Unidos da América, (Mata da Nazaré, sendo, depois, […]

Monumento ao Combatente Madeirense no Ultramar, Ricardo Veloza, 1988 e reposição de 2022, Funchal, ilha da Madeira

Monumento ao Combatente Madeirense no Ultramar. Mármore e bronze, Ricardo Veloza (1947-), 1988 e seguintes. Liga dos Combatentes, jardim do bairro da Nazaré, São Martinho, inaugurado a 26 de abril de 2003 e reposição de 2022. Fotografia Paulo Camacho, 10 de julho de 2022. Rua Corveta D. Estefânia, Funchal, ilha da Madeira. Monumento inaugurado e removido várias vezes e, entregue formalmente à Câmara do Funchal em 8 de março de 2023. “Este monumento, que foi inaugurado em 2002, tendo tido apoio financeiro da autarquia, e, primeiramente, implantado na Rua dos Estados Unidos da América, (Mata da Nazaré, sendo, depois, transferido […]

Cantigas pr’Ascensão, cartaz do Concerto Comemorativo Centenário de Maria Ascensão Fernandes, auditório da Casa do Povo da Camacha, 13 de maio de 2026, ilha da Madeira.

Cantigas pr’Ascensão  (1926-2001) Cartaz do Concerto Comemorativo Centenário de Maria Ascensão Fernandes, Auditório da Casa do Povo da Camacha, 13 de maio de 2026. Casa do Povo da Camacha, ilha da Madeira O Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha foi fundado em março de 1948 com o objetivo de representar a Madeira e Portugal no Concurso Internacional de Danças de Madrid, em Espanha, evento em maio desse ano, em que foi agraciado com o 2º lugar na modalidade de Danças Mistas. O dia 1 de novembro foi a data escolhida para a celebração do seu aniversário. O seu […]

Vendedeiras de flores, bilhete-postal Foto Figueiras, 1950 (c.), Entrada da Cidade do Funchal, ilha da Madeira.

Floristas na Entrada da Cidade  Vendedeiras de flores, Madeira. Bilhete-postal Foto Figueiras, 1950 (c.). Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, PHF 2407.13, em depósito na DRABM Entrada do Funchal, ilha da Madeira. As floristas da Entrada da Cidade do Funchal terão sido, por ventura, uma das mais divulgadas imagens da ilha da Madeira, havendo muitas dezenas de fotografias dos principais fotógrafos que aqui trabalharam, tal como inúmeras edições de bilhetes-postais, especialmente das Foto Perestrellos e Foto Figueiras, quase sempre sob a identificação de Vendedeiras de flores.

Vendedeiras de flores, bilhete-postal Foto Figueiras, 1950 (c.), Entrada da Cidade do Funchal, ilha da Madeira.

Turista e floristas na Entrada da Cidade  Vendedeiras de flores. Bilhete-postal Foto Figueiras (1930-1989), 1950 (c.). Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, PHF 82, em depósito na DRABM Entrada da Cidade do Funchal, ilha da Madeira. As floristas da Entrada da Cidade do Funchal terão sido, por ventura, uma das mais divulgadas imagens da ilha da Madeira, havendo muitas dezenas de fotografias dos principais fotógrafos que aqui trabalharam, tal como inúmeras edições de bilhetes-postais, especialmente das Foto Perestrellos e Foto Figueiras, quase sempre sob a identificação de Vendedeiras de flores.

Procissão de São Tiago Menor ou Procissão do Voto do Funchal, 1 de maio de 1960, Rua Fernão Ornelas e Ponte do Mercado dos Lavradores, Funchal, ilha da Madeira.

Procissão de São Tiago Menor ou Procissão do Voto do Funchal. Fotografia de 1 de maio de 1960. Rua Fernão Ornelas e Ponte do Mercado dos Lavradores, Funchal, ilha da Madeira. Cronologia do Voto: 1521, 7 mar. – grande surto de peste no Funchal, que chega a levar ao abandono parcial da cidade; 11 jun. – auto do voto da cidade em que saiu por sortes como padroeiro Santiago Menor; 1523, 24 jan. – renovação voto da cidade a Santiago Menor, acrescentando-se os bem aventurados São Sebastião e São Roque, habituais padroeiros contra as epidemias, como padroeiros secundários; 21 jul. […]

Família, escultura makonde de Moçambique, 2005, Museu da Presidência da República, Belém, Lisboa, Portugal.

Família. Madeira de ébano esculpida e engraxada dalbergia melanoxylon, ou mpingo, dita pau-preto ou jacarandá-africano. Escultor Makonde do Planalto Maconde, Moçambique Oferta do presidente de Moçambique, Armando Guebuza (1943-) a Jorge Sampaio (1939-2021), em 2005. Museu da Presidência da República, Belém, Lisboa, Portugal. A utilização da madeira dita pau-preto parece ser uma introdução colonial das missões católicas do Norte de Moçambique, dada a dificuldade do trabalho desta madeira particularmente dura e, daí, também a sua fragilidade. Assim, se desde os séculos XVI e XVII fosse utilizada para mobiliário, pelo menos em África e pelos Makondes, ao que tenhamos conhecimento, não […]

Família, escultura makonde de Moçambique, 2005, Museu da Presidência da República, Belém, Lisboa, Portugal.

Família. Madeira de ébano esculpida e engraxada dalbergia melanoxylon, ou mpingo, dita pau-preto ou jacarandá-africano. Escultor Makonde do Planalto Maconde, Moçambique Oferta do presidente de Moçambique, Armando Guebuza (1943-) a Jorge Sampaio (1939-2021), em 2005. Museu da Presidência da República, Belém, Lisboa, Portugal. A utilização da madeira dita pau-preto parece ser uma introdução colonial das missões católicas do Norte de Moçambique, dada a dificuldade do trabalho desta madeira particularmente dura e, daí, também a sua fragilidade. Assim, se desde os séculos XVI e XVII fosse utilizada para mobiliário, pelo menos em África e pelos Makondes, ao que tenhamos conhecimento, não […]

Eleições para a Assembleia da República no Liceu de Jaime Moniz, 25 de abril de 1976, Funchal, ilha da Madeira.

Sessão de voto das eleições para a Assembleia da República no Liceu de Jaime Moniz Fotografia Carlos Fotógrafo, Carlos da Silva Fernandes (1931-2017), 25 de abril de 1976. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s. Espólio Carlos Fotógrafo (inv. CFF/817.2). Funchal, ilha da Madeira. Neste dia 25 de abril de 1976, mais de 5 milhões de eleitores portugueses acorreram às urnas para participar nas primeiras eleições legislativas portuguesas depois da aprovação da Constituição de 1976. Esta data constitui-se como um marco decisivo na consolidação do regime democrático português, ao se proporcionar, pela primeira vez, a eleição da Assembleia da República […]

Eleições para a Assembleia da República no Liceu de Jaime Moniz, 25 de abril de 1976, Funchal, ilha da Madeira.

Eleições para a Assembleia da República no Liceu de Jaime Moniz Fotografia Carlos Fotógrafo, Carlos da Silva Fernandes (1931-2017), 25 de abril de 1976. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s. Espólio Carlos Fotógrafo (inv. CFF/7181.1). Funchal, ilha da Madeira. Neste dia 25 de abril de 1976, mais de 5 milhões de eleitores portugueses acorreram às urnas para participar nas primeiras eleições legislativas portuguesas depois da aprovação da Constituição de 1976. Esta data constitui-se como um marco decisivo na consolidação do regime democrático português, ao se proporcionar, pela primeira vez, a eleição da Assembleia da República em condições de plena […]

Eleições para a Assembleia da República no Liceu de Jaime Moniz, 25 de abril de 1976, Funchal, ilha da Madeira.

Eleições para a Assembleia da República no Liceu de Jaime Moniz Fotografia Carlos Fotógrafo, Carlos da Silva Fernandes (1931-2017), 25 de abril de 1976. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s. Espólio Carlos Fotógrafo (inv. CFF/818.1). Funchal, ilha da Madeira. Neste dia 25 de abril de 1976, mais de 5 milhões de eleitores portugueses acorreram às urnas para participar nas primeiras eleições legislativas portuguesas depois da aprovação da Constituição de 1976. Esta data constitui-se como um marco decisivo na consolidação do regime democrático português, ao se proporcionar, pela primeira vez, a eleição da Assembleia da República em condições de plena […]

Eleições para a Assembleia da República no Liceu de Jaime Moniz, 25 de abril de 1976, Funchal, ilha da Madeira.

Eleições para a Assembleia da República no Liceu de Jaime Moniz Fotografia Carlos Fotógrafo, Carlos da Silva Fernandes (1931-2017), 25 de abril de 1976. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s. Espólio Carlos Fotógrafo (inv. CFF/817.3). Funchal, ilha da Madeira. Neste dia 25 de abril de 1976, mais de 5 milhões de eleitores portugueses acorreram às urnas para participar nas primeiras eleições legislativas portuguesas depois da aprovação da Constituição de 1976. Esta data constitui-se como um marco decisivo na consolidação do regime democrático português, ao se proporcionar, pela primeira vez, a eleição da Assembleia da República em condições de plena […]

Eleições para a Assembleia da República na Escola Secundária de São Martinho, 25 de abril de 1976, Funchal, ilha da Madeira

Eleições para a Assembleia da República na Escola Secundária de São Martinho Fotografia Carlos Fotógrafo, Carlos da Silva Fernandes (1931-2017), 25 de abril de 1976. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s. Espólio Carlos Fotógrafo (inv. CFF/7181 .3). Funchal, ilha da Madeira. Neste dia 25 de abril de 1976, mais de 5 milhões de eleitores portugueses acorreram às urnas para participar nas primeiras eleições legislativas portuguesas depois da aprovação da Constituição de 1976. Esta data constitui-se como um marco decisivo na consolidação do regime democrático português, ao se proporcionar, pela primeira vez, a eleição da Assembleia da República em condições […]

25 de abril “foi uma explosão de alegria, de progresso”, Pe. Martins Júnior em entrevista do padre Giselo Andrade, in “Pedras Vivas”, n.º 173, Jornal da Madeira, Funchal, 21 de abril de 2024, ilha da Madeira

25 de abril “foi uma explosão de alegria, de progresso”  Pe. Martins Júnior (1938-2025) Entrevista do padre Giselo Andrade, in “Pedras Vivas”, n.º 173, Jornal da Madeira, Funchal, 21 de abril de 2024, ilha da Madeira José Martins Júnior (Machico, 16 nov. 1938-idem, 12 jun. 2025) foi ordenado padre a 15 de agosto de 1962 na igreja matriz de Machico, celebrando a sua primeira no mesmo dia. Nomeado a 22 de junho de 1969 como pároco da Ribeira Seca, tornar-se-ia, a partir do 25 de abril de 1974 uma das figuras incontornáveis da política regional. Em 1967, fez uma comissão […]

Machico expõe fases da vida do homem da liberdade, Jornal da Madeira, Funchal, 21 de abril de 2026, ilha da Madeira

Machico expõe fases da vida do homem da liberdade  Pe. Martins Júnior (1938-2025) Artigo de Lígia Neves, Jornal da Madeira, Funchal, 21 de abril de 2026, ilha da Madeira José Martins Júnior (Machico, 16 nov. 1938-idem, 12 jun. 2025) foi ordenado padre a 15 de agosto de 1962 na igreja matriz de Machico, celebrando a sua primeira no mesmo dia. Nomeado a 22 de junho de 1969 como pároco da Ribeira Seca, tornar-se-ia, a partir do 25 de abril de 1974 uma das figuras incontornáveis da política regional. Em 1967, fez uma comissão de dois anos em Moçambique, regressando à […]

Capa da revista Dois, Vhils, n.º 2, junho de 2023, Portugal

Capa da revista Dois, n.º 2, junho de 2023 Retrato em amalgama de jornais e outros periódicos. Vhils (Alexandre Farto, 1987-), 2023 Trabalho de que se partiu para o realizado por camadas de jornais, de manchetes, crises e memórias acumuladas ao longo de uma década, trabalhados como novo retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, que rompe assim com a tradição ao trocar a pintura sobre tela por um novo suporte trabalhado como rosto do Presidente, que reconheceu que “foi a ideia mais louca que tive“. Seixal, 2023, Portugal Vhils é pseudónimo do grafitti português Alexandre Farto (1987-), que se […]

Retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, Vhils, março de 2026, Museu da Presidência, palácio de Belém, Portugal

Retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa (Lisboa, 12 dez. 1948-) Amalgama de jornais e outros periódicos, 1,29 x 96 cm. Vhils (Alexandre Farto, 1987-), 2026 Trabalho feito por camadas de jornais, de manchetes, crises e memórias acumuladas ao longo de uma década, trabalhados como novo retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, que rompe assim com a tradição ao trocar a pintura sobre tela por um novo suporte trabalhado como rosto do Presidente, que reconheceu que “foi a ideia mais louca que tive“. Fotografia do atelier Vhils de março de 2026. Museu da Presidência, palácio de Belém, Portugal Vhils […]

Retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, Vhils, março de 2026, Museu da Presidência, palácio de Belém, Portugal

Inauguração do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa (Lisboa, 12 dez. 1948-) Amalgama de jornais e outros periódicos, 1,29 x 96 cm. Vhils (Alexandre Farto, 1987-), 2026 Trabalho feito por camadas de jornais, de manchetes, crises e memórias acumuladas ao longo de uma década, trabalhados como novo retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, que rompe assim com a tradição ao trocar a pintura sobre tela por um novo suporte trabalhado como rosto do Presidente, que reconheceu que “foi a ideia mais louca que tive“. Fotografia do atelier Vhils de março de 2026. Museu da Presidência, palácio de Belém, […]

Retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa empacotado, atelier Vhils, março de 2026, Arrentela, Seixal, Portugal

Retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa (Lisboa, 12 dez. 1948-) Amalgama de jornais e outros periódicos, 1,29 x 96 cm. Vhils (Alexandre Farto, 1987-), 2026 Trabalho feito por camadas de jornais, de manchetes, crises e memórias acumuladas ao longo de uma década, trabalhados como novo retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, que rompe assim com a tradição ao trocar a pintura sobre tela por um novo suporte trabalhado como rosto do Presidente, que reconheceu que “foi a ideia mais louca que tive“. Fotografia do atelier Vhils de março de 2026. Arrentela, Seixal, Portugal Vhils é pseudónimo do grafitti […]

Rui Carita nas cerimónias do Dia da Cidade a receber a medalha de ouro do Dr. Paulo Cafofo, presidente da Câmara, 21 de agosto de 2018, Praça do Município, Funchal, ilha da Madeira

Rui Carita nas cerimónias do Dia da Cidade a receber a medalha de ouro do Dr. Paulo Cafofo, presidente da Câmara Com a Dr.ª Rubina Leal e demais vereação. Fotografia de João Carita, 21 de agosto de 2018 Praça do Município, Funchal, ilha da Madeira.

Residencial do Largo do Chafariz, maio de 2026, Largo do Chafariz, Funchal, ilha da Madeira.

Residencial do Largo do Chafariz. Antiga farmácia. Fotografia de maio de 2026. Largo do Chafariz, Funchal, ilha da Madeira. Em janeiro de 2013, o prédio ao lado, onde fora o consultório do Dr. Agostinho Cardoso (1908-1979), já havia sido ampliado com mais um andar.

Jardim municipal do Funchal com arranjos ao gosto do Estado Novo, 1935 (c.) e antes de 1940, Funchal, ilha da Madeira.

Jardim municipal do Funchal com arranjos ao gosto do Estado Novo. Negativo em vidro, gelatina e sais de prata, 9,9 x 14,9 cm Foto Figueiras (1930-1989), 1935 (c.) e antes de 1940, quando se alteram as armas municipais, pois que na fotografia PHF 42 aparecem as armas anteriores. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s (inv. PHF/43), em depósito na DRABL. Funchal, ilha da Madeira. Cronologia: 1834 – extinção do convento de São Francisco, passando o espaço da Cerca para a Fazenda Régia; 1887 – início da plantação do Jardim a cargo da Câmara Municipal do Funchal com espécies vegetais vindas […]

Jardim municipal do Funchal com arranjos ao gosto do Estado Novo, 1935 (c.) e antes de 1940, Funchal, ilha da Madeira.

Jardim municipal do Funchal com arranjos ao gosto do Estado Novo. Com engraxador em serviço no primeiro plano, armas nacionais de um lado e municipais, do outro. Negativo em vidro, gelatina e sais de prata, 9,9 x 14,9 cm Foto Figueiras (1930-1989), 1935 (c.) e antes de 1940, quando se alteram as armas municipais. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s (inv. PHF/42), em depósito na DRABL. Funchal, ilha da Madeira. Cronologia: 1834 – extinção do convento de São Francisco, passando o espaço da Cerca para a Fazenda Régia; 1887 – início da plantação do Jardim a cargo da Câmara Municipal […]

Maria Ascensão na Festa da Flor de 1990, fotografia de Rui Marote, Avenida Zarco, Funchal, ilha da Madeira

Maria Ascensão na Festa da Flor de 1990 (1926-2001) Fotografia de Rui Marote divulgada pelo Museu de Fotografia da Madeira. Avenida Zarco, Funchal, ilha da Madeira O Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha foi fundado em março de 1948 com o objetivo de representar a Madeira e Portugal no Concurso Internacional de Danças de Madrid, em Espanha, evento em maio desse ano, em que foi agraciado com o 2º lugar na modalidade de Danças Mistas. O dia 1 de novembro foi a data escolhida para a celebração do seu aniversário. O seu primeiro diretor artístico foi Carlos Maria […]

Alargamento do Largo do Chafariz, 1930 (c.), Funchal, ilha da Madeira

Alargamento do Largo do Chafariz Com a ampliação da Casa Portuguesa, propriedade de Alfredo Guilherme Rodrigues (1862-1942), muito provavelmente, em pessoa no último andar do prédio. Fotografia Foto Figueiras, 1930 (c.) Funchal, ilha da Madeira Exposição Foto Figueiras, Reminiscências de outrora, no Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, 10 de dezembro de 2023. Esta mostra, com 52 fotografias, pretende desafiar o visitante a realizar um exercício de memória, contrapondo as imagens que identifica ao longo do circuito expositivo com a actualidade. As semelhanças e diferenças que encontrará estarão sempre associadas a vivências, a acções ou a episódios que fizeram parte da […]

Inauguração do Campo de Golfe Favellas com os jovens caddies madeirenses, Santo da Serra, 25 de fevereiro de 1937, ilha da Madeira

Jovens caddies com trajes tradicionais madeirenses na inauguração do Campo de Golfe Favellas, Santo da Serra, 25 de fevereiro de 1937. Negativo em vidro, gelatina e sais de prata, 10 x 15 cm Foto Figueiras (1930-1989), 25 de fevereiro de 1937. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s (inv. PHF/1101), em depósito na DRABL. Santo da Serra, ilha da Madeira. O primeiro campo de golfe na Madeira remonta a 1920, mais precisamente no Clube de Golf Santo da Serra e as fotografias atestam que o golfe aqui se jogou já em 1932 e com senhoras, nos terrenos em frente à antiga […]

Inauguração do Campo de Golfe Favellas com os jovens caddies madeirenses, Santo da Serra, 25 de fevereiro de 1937, ilha da Madeira

Jovens caddies com trajes tradicionais madeirenses na inauguração do Campo de Golfe Favellas, Santo da Serra, 25 de fevereiro de 1937. Negativo em vidro, gelatina e sais de prata, 10 x 15 cm Foto Figueiras (1930-1989), 25 de fevereiro de 1937. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s (inv. PHF/1093), em depósito na DRABL. Santo da Serra, ilha da Madeira. O primeiro campo de golfe na Madeira remonta a 1920, mais precisamente no Clube de Golf Santo da Serra e as fotografias atestam que o golfe aqui se jogou já em 1932 e com senhoras, nos terrenos em frente à antiga […]

Jovens caddies na inauguração do Campo de Golfe Favellas, no Santo da Serra, 25 de fevereiro de 1937, ilha da Madeira

Jovens caddies com trajes tradicionais madeirenses na inauguração do Campo de Golfe Favellas, Santo da Serra, 25 de fevereiro de 1937. Negativo em vidro, gelatina e sais de prata, 10 x 15 cm Foto Figueiras (1930-1989), 25 de fevereiro de 1937. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s (inv. PHF/1091), em depósito na DRABL. Santo da Serra, ilha da Madeira. O primeiro campo de golfe na Madeira remonta a 1920, mais precisamente no Clube de Golf Santo da Serra e as fotografias atestam que o golfe aqui se jogou já em 1932 e com senhoras, nos terrenos em frente à antiga […]

Edifícios com fornos exteriores, antiga Rua da Ribeira, 1932 (c.), Funchal, ilha da Madeira

Edifícios com fornos exteriores, Película, gelatina e sais de prata, 6,1 x 6,1 cm. Fotografia de Álvaro Nascimento Figueira (1885-1967), 1932 (c.)Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s (inv. ANF/311), em depósito na DRABL Antiga Rua da Ribeira, hoje Rua Brito Gomes, Funchal, ilha da Madeira. Fotografia que circula na NET animada e de que há do mesmo fotógrafo Álvaro Nascimento Figueira outra vista, efetuada de oriente para ocidente, quando da demolição do conjunto para alargar a rua também por 1932. A utilização de fornos exteriores às habitações não é facilmente explicável e não parece estar ligado a questões de segurança, mas […]

Chalet Vicente, 1900 (c.), Estrada Monumental, Funchal, ilha da Madeira

Chalet Vicente Restaurante Campanha de 1900 (c.) Antiga residência de veraneio da família de Vicente Gomes da Silva Júnior (1857-1933) Fotografia de 1990 (c.) Estrada Monumental, freguesia de São Martinho, Funchal, ilha da Madeira Edifício ao lado do qual se levantou o mítico Navio Azul/Deck-Club, projeto do arquiteto Marcelo Costa (1927-1994), 1969. Existem negativos em vidro de fotografias quando propriedade da família Vicente, de 1906 (c.) (inv. VIC/13771) e, depois, de 1920 (c.) da lapinha de Natal ali montada, etc.

Chalet Vicente Restaurante, 1900 (c.), Estrada Monumental, Funchal, ilha da Madeira

Chalet Vicente Restaurante Campanha de 1900 (c.) Antiga residência de veraneio da família de Vicente Gomes da Silva Júnior (1857-1933) Fotografia de 2010 (c.) Estrada Monumental, freguesia de São Martinho, Funchal, ilha da Madeira Edifício ao lado do qual se levantou o mítico Navio Azul/Deck-Club, projeto do arquiteto Marcelo Costa (1927-1994), 1969. Existem negativos em vidro de fotografias quando propriedade da família Vicente, de 1906 (c.) (inv. VIC/13771) e, depois, de 1920 (c.) da lapinha de Natal ali montada, etc.

Família Vicente no Chalet da Estrada Monumental, 1906 e 1912, Funchal, ilha da Madeira

Vicente Gomes da Silva Júnior e família no Chalet Vicente, (n. Funchal, 23/09/1857; f. Funchal, 30/05/1933) Entre 1906 e 1912 Negativo em vidro, gelatina e sais de prata, 17,7 x 23,8 cm. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s (inv. VIC/13771) em depósito na DRABL Estrada Monumental, Freguesia de São Martinho, Concelho do Funchal Da esquerda para a direita: Maria José Bettencourt Gomes da Silva, Maria Julieta Henriques Gomes da Silva, Maria Aida Henriques Gomes da Silva, João Luís Henriques Gomes da Silva, Maria José Bettencourt Gomes da Silva (sentada) e Vicente Bettencourt da Silva (sentado) (1902-1960), Vicente Ângelo Gomes […]

Florista em São Gonçalo, 1930, Funchal, ilha da Madeira.

Florista em São Gonçalo Negativo em vidro, gelatina e sais de prata, 8,9 x 11,9 cm. Foto Figueiras, 1930. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, PHF 814, em depósito na DRABM São Gonçalo, Funchal, ilha da Madeira.

Entrada da Cidade com turistas frente às floristas e ao Palácio de São Lourenço, 1930 a 1935, Funchal, ilha da Madeira

Entrada da Cidade com turistas frente às floristas Frente ao Palácio de São Lourenço. Negativo em vidro, gelatina e sais de prata, 8,9 x 11,9 cm. Foto Figueiras, 1930 a 1935. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, PHF 2070, em depósito na DRABM Entrada do Funchal, ilha da Madeira. A Capital cosmopolita A cidade foi um porto seguro na época da Expansão Marítima e um refúgio para tantos, para muitos, quando a guerra ecoou na Europa. Um lugar de descanso, de oportunidades e de sonhos tantos. Por aqui se cruzaram viajantes para os Novos Mundos, para a África encantada e para […]

Retábulo-mor da igreja do antigo convento de Santa Mónica, 1700 (c.), Museu de Arte Sacra Cristã, Goa, Índia.

Retábulo-mor da igreja do antigo convento de Santa Mónica. Oficina indo-portuguesa, 1700 (c.). Único convento feminino em Goa, instituído por D. Frei Aleixo de Meneses (1559-1617). Fotografia de 2024. Museu de Arte Sacra Cristã (MoCA) de Goa, Índia. Cronologia: 1598 – o monarca deu autorização às religiosas para construírem uma casa; 1606 – início das obras de construção do Real Convento de Santa Mónica, nas proximidades do Convento de Santo Agostinho; foram destruídas quarenta e duas casas e ocupadas diversas ruas; 1627 – essencial da construção estava terminado; 1636 – convento foi destruído por um incêndio e as freiras tiveram […]

Caixas de esmolas do Museu de Arte Sacra Cristã de Goa (MoCA), 1750 (c.) e seguintes, convento de Santa Mónica, Goa, Índia.

Caixas de esmolas. Oficinas indo-portuguesas, 1750 (c.) e seguintes. Antigo convento feminino de Santa Mónica de Goa, instituído por D. Frei Aleixo de Meneses (1559-1617). Fotografia de 2022. Museu de Arte Sacra Cristã de Goa (MoCA), Índia. Cronologia: 1598 – o monarca deu autorização às religiosas para construírem uma casa; 1606 – início das obras de construção do Real Convento de Santa Mónica, nas proximidades do Convento de Santo Agostinho; foram destruídas quarenta e duas casas e ocupadas diversas ruas; 1627 – essencial da construção estava terminado; 1636 – convento foi destruído por um incêndio e as freiras tiveram que […]

Museu de Arte Sacra Cristã de Goa (MoCA), convento de Santa Mónica, 1650 (c.), Goa, Índia.

Interior Museu de Arte Sacra Cristã de Goa. Oficinas indo-portuguesa, 1700 (c.). Célebre sacrário de prata de 1650 (c.) Antigo convento feminino de Santa Mónica de Goa, instituído por D. Frei Aleixo de Meneses (1559-1617). Fotografia de 2022. Museu de Arte Sacra Cristã de Goa (MoCA), Índia. Cronologia: 1598 – o monarca deu autorização às religiosas para construírem uma casa; 1606 – início das obras de construção do Real Convento de Santa Mónica, nas proximidades do Convento de Santo Agostinho; foram destruídas quarenta e duas casas e ocupadas diversas ruas; 1627 – essencial da construção estava terminado; 1636 – convento […]

Museu de Arte Sacra Cristã de Goa (MoCA), convento de Santa Mónica, 1650 (c.), Goa, Índia.

Interior Museu de Arte Sacra Cristã de Goa. Oficinas indo-portuguesa, 1700 (c.). Célebre sacrário de prata de 1650 (c.) Antigo convento feminino de Santa Mónica de Goa, instituído por D. Frei Aleixo de Meneses (1559-1617). Fotografia de 2022. Museu de Arte Sacra Cristã de Goa (MoCA), Índia. Cronologia: 1598 – o monarca deu autorização às religiosas para construírem uma casa; 1606 – início das obras de construção do Real Convento de Santa Mónica, nas proximidades do Convento de Santo Agostinho; foram destruídas quarenta e duas casas e ocupadas diversas ruas; 1627 – essencial da construção estava terminado; 1636 – convento […]

Retábulo do Senhor Bom Jesus do antigo convento de Santa Mónica, 1700 (c.), Museu de Arte Sacra Cristã de Goa, Índia.

Retábulo do Senhor Bom Jesus do antigo convento de Santa Mónica. Oficina indo-portuguesa, 1700 (c.). Único convento feminino em Goa, instituído por D. Frei Aleixo de Meneses (1559-1617). Fotografia de Hilda Frias, 2025. Museu de Arte Sacra Cristã de Goa, Índia. Cronologia: 1598 – o monarca deu autorização às religiosas para construírem uma casa; 1606 – início das obras de construção do Real Convento de Santa Mónica, nas proximidades do Convento de Santo Agostinho; foram destruídas quarenta e duas casas e ocupadas diversas ruas; 1627 – essencial da construção estava terminado; 1636 – convento foi destruído por um incêndio e […]

Retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, Vhils, março de 2026, Museu da Presidência, palácio de Belém, Portugal

Retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa (Lisboa, 12 dez. 1948-) Amalgama de jornais e outros periódicos, 1,29 x 96 cm. Vhils (Alexandre Farto, 1987-), 2026 Trabalho feito por camadas de jornais, de manchetes, crises e memórias acumuladas ao longo de uma década, trabalhados como novo retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, que rompe assim com a tradição ao trocar a pintura sobre tela por um novo suporte trabalhado como rosto do Presidente, que reconheceu que “foi a ideia mais louca que tive“. Fotografia do atelier Vhils de março de 2026. Museu da Presidência, palácio de Belém, Portugal Vhils […]

Retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, Vhils, março de 2026, Museu da Presidência, palácio de Belém, Portugal

Inauguração do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa (Lisboa, 12 dez. 1948-) Amalgama de jornais e outros periódicos, 1,29 x 96 cm. Vhils (Alexandre Farto, 1987-), 2026 Trabalho feito por camadas de jornais, de manchetes, crises e memórias acumuladas ao longo de uma década, trabalhados como novo retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, que rompe assim com a tradição ao trocar a pintura sobre tela por um novo suporte trabalhado como rosto do Presidente, que reconheceu que “foi a ideia mais louca que tive“. Fotografia do atelier Vhils de março de 2026. Museu da Presidência, palácio de Belém, […]

Inauguração do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, Vhils, março de 2026, Museu da Presidência, palácio de Belém, Portugal

Inauguração do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa (Lisboa, 12 dez. 1948-) Amalgama de jornais e outros periódicos, 1,29 x 96 cm. Vhils (Alexandre Farto, 1987-), 2026 Trabalho feito por camadas de jornais, de manchetes, crises e memórias acumuladas ao longo de uma década, trabalhados como novo retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, que rompe assim com a tradição ao trocar a pintura sobre tela por um novo suporte trabalhado como rosto do Presidente, que reconheceu que “foi a ideia mais louca que tive“. Fotografia de João Porfírio/ASPress, 4 de março de 2026. Museu da Presidência, palácio de […]

Inauguração do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, Vhils, março de 2026, Museu da Presidência, palácio de Belém, Portugal

Inauguração do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa (Lisboa, 12 dez. 1948-) Amalgama de jornais e outros periódicos, 129 x 96 cm. Vhils (Alexandre Farto, 1987-), 2026 Trabalho feito por camadas de jornais, de manchetes, crises e memórias acumuladas ao longo de uma década, trabalhados como novo retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, que rompe assim com a tradição ao trocar a pintura sobre tela por um novo suporte trabalhado como rosto do Presidente, que reconheceu que “foi a ideia mais louca que tive“. Fotografia de João Porfírio/ASPress, 4 de março de 2026. Museu da Presidência, palácio de […]

Inauguração do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, Vhils, março de 2026, Museu da Presidência, palácio de Belém, Portugal

Inauguração do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa (Lisboa, 12 dez. 1948-) Amalgama de jornais e outros periódicos, 129 x 96 cm. Vhils (Alexandre Farto, 1987-), 2026 Trabalho feito por camadas de jornais, de manchetes, crises e memórias acumuladas ao longo de uma década, trabalhados como novo retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, que rompe assim com a tradição ao trocar a pintura sobre tela por um novo suporte trabalhado como rosto do Presidente, que reconheceu que “foi a ideia mais louca que tive“. Fotografia de João Porfírio/ASPress, 4 de março de 2026. Museu da Presidência, palácio de […]

Inauguração do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, Vhils, março de 2026, Museu da Presidência, palácio de Belém, Portugal

Inauguração do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa (Lisboa, 12 dez. 1948-) Amalgama de jornais e outros periódicos, 129 x 96 cm. Vhils (Alexandre Farto, 1987-), 2026 Trabalho feito por camadas de jornais, de manchetes, crises e memórias acumuladas ao longo de uma década, trabalhados como novo retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, que rompe assim com a tradição ao trocar a pintura sobre tela por um novo suporte trabalhado como rosto do Presidente, que reconheceu que “foi a ideia mais louca que tive“. Fotografia de João Porfírio/ASPress, 4 de março de 2026. Museu da Presidência, palácio de […]

Inauguração do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, Vhils, março de 2026, Museu da Presidência, palácio de Belém, Portugal

Inauguração do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa (Lisboa, 12 dez. 1948-) Amalgama de jornais e outros periódicos, 129 x 96 cm. Vhils (Alexandre Farto, 1987-), 2026 Trabalho feito por camadas de jornais, de manchetes, crises e memórias acumuladas ao longo de uma década, trabalhados como novo retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, que rompe assim com a tradição ao trocar a pintura sobre tela por um novo suporte trabalhado como rosto do Presidente, que reconheceu que “foi a ideia mais louca que tive“. Fotografia de Manuel de Almeida/LUSA, 4 de março de 2026. Museu da Presidência, palácio […]

Inauguração do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, Vhils, março de 2026, Museu da Presidência, palácio de Belém, Portugal

Inauguração do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa (Lisboa, 12 dez. 1948-) Presidente com filha de Vhils ao colo Amalgama de jornais e outros periódicos, 129 x 96 cm. Vhils (Alexandre Farto, 1987-), 2026 Trabalho feito por camadas de jornais, de manchetes, crises e memórias acumuladas ao longo de uma década, trabalhados como novo retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, que rompe assim com a tradição ao trocar a pintura sobre tela por um novo suporte trabalhado como rosto do Presidente, que reconheceu que “foi a ideia mais louca que tive“. Fotografia de Manuel de Almeida/LUSA, 4 de […]

Inauguração do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, Vhils, março de 2026, Museu da Presidência, palácio de Belém, Portugal

Inauguração do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa (Lisboa, 12 dez. 1948-) Amalgama de jornais e outros periódicos, 129 x 96 cm. Vhils (Alexandre Farto, 1987-), 2026 Trabalho feito por camadas de jornais, de manchetes, crises e memórias acumuladas ao longo de uma década, trabalhados como novo retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, que rompe assim com a tradição ao trocar a pintura sobre tela por um novo suporte trabalhado como rosto do Presidente, que reconheceu que “foi a ideia mais louca que tive“. Fotografia de Manuel de Almeida/LUSA, 4 de março de 2026. Museu da Presidência, palácio […]

Inauguração do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, Vhils, março de 2026, Museu da Presidência, palácio de Belém, Portugal

Inauguração do retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa (Lisboa, 12 dez. 1948-) Amalgama de jornais e outros periódicos, 129 x 96 cm. Vhils (Alexandre Farto, 1987-), 2026 Trabalho feito por camadas de jornais, de manchetes, crises e memórias acumuladas ao longo de uma década, trabalhados como novo retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, que rompe assim com a tradição ao trocar a pintura sobre tela por um novo suporte trabalhado como rosto do Presidente, que reconheceu que “foi a ideia mais louca que tive“. Fotografia de Geraldo Santos/DN, 4 de março de 2026. Museu da Presidência, palácio de […]

Marcelo Rebelo de Sousa, esboço do retrato a tinta sobre papel de Vhils, fevereiro de 2026, cedido ao jornal Expresso, Lisboa, Portugal

Retrato de Marcelo Rebelo de Sousa (Lisboa, 12 dez. 1948-) Desenho esboço do retrato, tinta sobre papel Vhils (Alexandre Farto, 1987-), fevereiro de 2026 Trabalho depois feito por camadas de jornais, de manchetes, crises e memórias acumuladas ao longo de uma década, trabalhados como novo retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa, que rompe assim com a tradição ao trocar a pintura sobre tela por um novo suporte trabalhado como rosto do Presidente, que reconheceu que “foi a ideia mais louca que tive“. O retrato oficial foi apresentado depois a 4 de março de 2026. Imagem do Ateliê de Vhils […]

As Mulheres do Meu País, Maria Lamas, reedição de Lisboa, Público, março e abril de 2023 e seguintes, Portugal.

Maria Lamas, As Mulheres do Meu País (1893-1983) Reedição dos 15 fascículos editados entre maio de 1948 e abril de 1950 Lisboa, Público, março e abril de 2023 e seguintes. Comissão das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, Portugal As Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril pretendem celebrar a conquista da liberdade e a construção da democracia. Entre 2022 e 2026, a Comissão promoveu um conjunto amplo e diverso de iniciativas que conciliam a evocação da memória da resistência e da Revolução com a reflexão sobre o futuro. No final da década de 40, o panorama artístico nacional […]

Celebrar a liberdade e a democracia. Construir o futuro, com todos, cartaz de Nuno Saraiva, 2022, Lisboa, Portugal

Celebrar a liberdade e a democracia. Construir o futuro, com todos  Cartaz com cartoon de Nuno Saraiva (1969-), Lisboa, 2022. Comissão das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, Portugal As Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril pretendem celebrar a conquista da liberdade e a construção da democracia. Entre 2022 e 2026, a Comissão promoveu um conjunto amplo e diverso de iniciativas que conciliam a evocação da memória da resistência e da Revolução com a reflexão sobre o futuro. 

Celebrar a liberdade e a democracia. Construir o futuro, com todos, cartaz de Nuno Saraiva, 2022, Lisboa, Portugal

Celebrar a liberdade e a democracia. Construir o futuro, com todos  Cartaz com cartoon de Nuno Saraiva (1969-), Lisboa, 2022. Comissão das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, Portugal As Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril pretendem celebrar a conquista da liberdade e a construção da democracia. Entre 2022 e 2026, a Comissão promoveu um conjunto amplo e diverso de iniciativas que conciliam a evocação da memória da resistência e da Revolução com a reflexão sobre o futuro. 

A Descolonização Portuguesa e os seus legados. 50 Anos de Independências, Universidade Católica Portuguesa, Lisboa, 11 de novembro de 2025, Portugal

A Descolonização Portuguesa e os seus legados. 50 Anos de Independências Cartaz a partir da fotografia da bagagem dos retornados no cais de Alcântara e de Belém, junto do Monumento aos Descobrimento (reposição de 1960), em setembro de 1975.  Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (CESOP) da Universidade Católica Portuguesa Lisboa, 11 de novembro de 2025, Portugal O seminário «50 Anos de Independências. A Descolonização Portuguesa e os seus Legados» teve por objetivo aprofundar a reflexão em torno dos resultados da sondagem realizada pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (CESOP) da Universidade Católica Portuguesa, sob coordenação de […]

A Descolonização Portuguesa e os seus legados. 50 Anos de Independências, Universidade Católica Portuguesa, Lisboa, 11 de novembro de 2025, Portugal

A Descolonização Portuguesa e os seus legados. 50 Anos de Independências Cartaz a partir da fotografia da bagagem dos retornados no cais de Alcântara e de Belém, junto do Monumento aos Descobrimento (reposição de 1960), em setembro de 1975. Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (CESOP) da Universidade Católica Portuguesa Lisboa, 11 de novembro de 2025, Portugal O seminário «50 Anos de Independências. A Descolonização Portuguesa e os seus Legados» teve por objetivo aprofundar a reflexão em torno dos resultados da sondagem realizada pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (CESOP) da Universidade Católica Portuguesa, sob coordenação de […]

Mural da Liberdade com a Literacia após o 25 de Abril, Dupla Ruído, Santa Cruz, 14 de outubro de 2024, ilha da Madeira

Mural da Liberdade com a Literacia após o 25 de Abril A Revolução de 25 de Abril de 1974 trouxe mudanças significativas no campo da educação e da literacia. Antes da revolução, o país enfrentava altos níveis de analfabetismo, com uma grande parte da população sem acesso adequado à educação básica. Após a revolução, foram implementadas campanhas de alfabetização de adultos e expandiu-se o acesso à educação em todos os níveis, o que permitiu aumentar significativamente a taxa de alfabetização e promover uma maior consciência cívica e participação democrática entre os cidadãos. Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos […]

Pormenor do Mural da Liberdade com O Papel da Mulher na Revolução, Dupla Ruído, 7 a 12 de outubro de 2024, Urbanização Nova Palmela, Palmela, Portugal.

Execução do Mural da Liberdade com O Papel da Mulher na Revolução Mural 12 O papel das mulheres na Revolução de 25 de Abril foi essencial, embora muitas vezes subestimado. As mulheres participaram ativamente em manifestações, na organização de atividades revolucionárias e na luta pela liberdade e pelos direitos civis. A sua contribuição foi vital para o sucesso da revolução e para a implementação de mudanças sociais significativas. Após a revolução, os direitos das mulheres em Portugal sofreram transformações profundas. A nova Constituição de 1976 consagrou a igualdade de género, garantindo direitos iguais no trabalho, na família e na participação política. […]

Execução do Mural da Liberdade com O Papel da Mulher na Revolução, Dupla Ruído, 11 de outubro de 2024, Urbanização Nova Palmela, Palmela, Portugal.

Execução do Mural da Liberdade com O Papel da Mulher na Revolução Mural 12 O papel das mulheres na Revolução de 25 de Abril foi essencial, embora muitas vezes subestimado. As mulheres participaram ativamente em manifestações, na organização de atividades revolucionárias e na luta pela liberdade e pelos direitos civis. A sua contribuição foi vital para o sucesso da revolução e para a implementação de mudanças sociais significativas. Após a revolução, os direitos das mulheres em Portugal sofreram transformações profundas. A nova Constituição de 1976 consagrou a igualdade de género, garantindo direitos iguais no trabalho, na família e na participação política. […]

Mural da Liberdade com O Papel da Mulher na Revolução, Dupla Ruído, 7 a 12 de outubro de 2024, Urbanização Nova Palmela, Palmela, Portugal.

Mural da Liberdade com O Papel da Mulher na Revolução Mural 12 O papel das mulheres na Revolução de 25 de Abril foi essencial, embora muitas vezes subestimado. As mulheres participaram ativamente em manifestações, na organização de atividades revolucionárias e na luta pela liberdade e pelos direitos civis. A sua contribuição foi vital para o sucesso da revolução e para a implementação de mudanças sociais significativas. Após a revolução, os direitos das mulheres em Portugal sofreram transformações profundas. A nova Constituição de 1976 consagrou a igualdade de género, garantindo direitos iguais no trabalho, na família e na participação política. Essas mudanças […]

Mural da Liberdade, Movimento estudantil e resistência Cultural, mural da Dupla Ruído, 8 de novembro de 2024, Escada dos Gatos, baixa de Coimbra, Portugal.

Mural da Liberdade, Movimento estudantil e resistência Cultural Manifestações Estudantis e Música de Intervenção/Música de Abril O movimento estudantil foi fundamental para a criação de um ambiente de contestação que culminou na Revolução dos Cravos. Durante as décadas de 1960 e de 1970, os estudantes de Coimbra foram protagonistas de várias manifestações e greves que desafiaram o regime autoritário. Adriano Correia de Oliveira (1942-1982), um dos mais influentes cantores de intervenção da época, figura central neste movimento, cujas canções se tornaram hinos da luta estudantil, é a figura central do trabalho, com os músicos Rui Pato e António Portugal. Dupla […]

Mural da Liberdade, Movimento estudantil e resistência Cultural, mural da Dupla Ruído, 8 de novembro de 2024, Escada dos Gatos, baixa de Coimbra, Portugal.

Mural da Liberdade, Movimento estudantil e resistência Cultural Manifestações Estudantis e Música de Intervenção/Música de Abril O movimento estudantil foi fundamental para a criação de um ambiente de contestação que culminou na Revolução dos Cravos. Durante as décadas de 1960 e de 1970, os estudantes de Coimbra foram protagonistas de várias manifestações e greves que desafiaram o regime autoritário. Adriano Correia de Oliveira (1942-1982), um dos mais influentes cantores de intervenção da época, figura central neste movimento, cujas canções se tornaram hinos da luta estudantil, é a figura central do trabalho, com os músicos Rui Pato e António Portugal. Dupla […]

Mural da Liberdade, Movimento estudantil e resistência Cultural, mural da Dupla Ruído, 8 de novembro de 2024, Escada dos Gatos, baixa de Coimbra, Portugal.

Mural da Liberdade, Movimento estudantil e resistência Cultural Manifestações Estudantis e Música de Intervenção/Música de Abril O movimento estudantil foi fundamental para a criação de um ambiente de contestação que culminou na Revolução dos Cravos. Durante as décadas de 1960 e de 1970, os estudantes de Coimbra foram protagonistas de várias manifestações e greves que desafiaram o regime autoritário. Adriano Correia de Oliveira (1942-1982), um dos mais influentes cantores de intervenção da época, figura central neste movimento, cujas canções se tornaram hinos da luta estudantil, é a figura central do trabalho, com os músicos Rui Pato e António Portugal. Dupla […]

Mural da Liberdade, Movimento estudantil e resistência Cultural, mural da Dupla Ruído, 8 de novembro de 2024, Escada dos Gatos, baixa de Coimbra, Portugal.

Mural da Liberdade, Movimento estudantil e resistência Cultural Manifestações Estudantis e Música de Intervenção/Música de Abril O movimento estudantil foi fundamental para a criação de um ambiente de contestação que culminou na Revolução dos Cravos. Durante as décadas de 1960 e de 1970, os estudantes de Coimbra foram protagonistas de várias manifestações e greves que desafiaram o regime autoritário. Adriano Correia de Oliveira (1942-1982), um dos mais influentes cantores de intervenção da época, figura central neste movimento, cujas canções se tornaram hinos da luta estudantil, é a figura central do trabalho, com os músicos Rui Pato e António Portugal. Dupla […]

Câmara de Lobos, 1880 (c.), ilha da Madeira.

Câmara de Lobos. Negativo de vidro, gelatina e colódio, 7,2 x 10,2 cm. Fotografia de Vicente Gomes da Silva (filho) (1857-1933) (atr.), 1880 (c.)  Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, VIC/N-C/002/000003, em depósito no ABM Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Curiosa perspetiva tomada de leste do antigo casario da vila de Câmara de Lobos, observando-se junto do varadouro o alçado traseiro da Capela de Nossa Senhora da Conceição e do Corpo Santo; no cimo do Ilhéu vislumbrar-se os restos das muralhas do Forte de São Sebastião e diversas construções com cobertura de colmo.

Forno da Cal de Câmara de Lobos, 1700 (c.) e 1875, Sítio da Trincheira, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Forno da Cal de Câmara de Lobos. Alvenaria de pedra aparente e rebocada, 1700 (c.), com reconstrução de 1875. Negativo de vidro, gelatina e sais de prata, 6 x 6 cm. Fotografia de Álvaro Nascimento Figueira (1885-1967), 1920 a 1940.  Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, ANF B 00005 000047, em depósito no ABM Sítio da Trincheira, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Crianças a brincarem em zona alagada, fotografia de Álvaro Nascimento Figueira, 1920 a 1940, baixa da zona de São Tiago do Funchal (?), ilha da Madeira.

Crianças a brincarem em zona alagada. Positivo em gelatina e sais de prata, 6 x 6 cm. Fotografia de Álvaro Nascimento Figueira (1885-1967), 1920 a 1940.  Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, ANF 2.66, em depósito no ABM Baixa da zona de São Tiago do Funchal (?), ilha da Madeira.

Casa térrea madeirense, fotografia de Álvaro Nascimento Figueira, 1920 a 1940, ilha da Madeira.

Casa térrea madeirense. Positivo em gelatina e sais de prata, 11.2 x 17.2 cm. Fotografia de Álvaro Nascimento Figueira (1885-1967), 1920 a 1940.  Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, ANF 3.69, em depósito no ABM Arredores do Funchal (?), ilha da Madeira. Casa térrea com cobertura de telha marselha, cobertura geralmente divulgada a partir de 1920, em casa ditas demeranistas, de emigrantes regressados de Demerara. Aqui, no entanto, já com rombo na cobertura e duas crianças descalças, profundamente tristes, parecendo que algo de grave se teria passado.

Complexo Balnear do Lido, fotografia de Álvaro Nascimento Figueira, 1934 (c.), Funchal, ilha da Madeira.

Complexo Balnear do Lido. Pormenor do solário, prancha de saltos para a água e piscina do Lido Positivo em gelatina e sais de prata, 11,4 x 17,2 cm. Fotografia de Álvaro Nascimento Figueira (1885-1967), 1934 (c.).  Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, ANF 5.181, em depósito no ABM Promenade do Lido, Funchal, ilha da Madeira. O Complexo balnear do Lido, até então a pequena piscina do Lido de 1932, reformulou-se por meados de 1935, estando o conjunto das cabines em obras, mas que abriu por julho e agosto desse ano já com os novos balneários prontos. Tornou-se então um […]

Complexo Balnear do Lido, fotografia de Álvaro Nascimento Figueira, 1934 (c.), Funchal, ilha da Madeira.

Complexo Balnear do Lido. Pormenor do solário e piscina do Lido Positivo em gelatina e sais de prata, 11,4 x 17,2 cm. Fotografia de Álvaro Nascimento Figueira (1885-1967), 1934 (c.).  Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, ANF 5.180, em depósito no ABM Promenade do Lido, Funchal, ilha da Madeira. O Complexo balnear do Lido, até então a pequena piscina do Lido de 1932, reformulou-se por meados de 1935, estando o conjunto das cabines em obras, mas que abriu por julho e agosto desse ano já com os novos balneários prontos. Tornou-se então um dos principais equipamentos desportivos da cidade. […]

Complexo Balnear do Lido, reforma de 1935, fotografia de Álvaro Nascimento Figueira, Funchal, ilha da Madeira.

Complexo Balnear do Lido. Pormenor do solário e piscina do Lido Positivo em gelatina e sais de prata, 11,4 x 17,2 cm. Fotografia de Álvaro Nascimento Figueira (1885-1967), 1935.  Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, ANF 5.182, em depósito no ABM Promenade do Lido, Funchal, ilha da Madeira. O Complexo balnear do Lido, até então a pequena piscina do Lido de 1932, reformulou-se por meados de 1935, estando o conjunto das cabines em obras, mas que abriu por julho e agosto desse ano já com os novos balneários prontos. Tornou-se então um dos principais equipamentos desportivos da cidade. O […]

Banhistas na baía do Funchal, fotografia de Álvaro Nascimento Figueira, 1936 a 1938, ilha da Madeira.

Banhistas na baía do Funchal. “Banhos” na baía do Funchal com um hidroavião e um navio, da missão hidrográfica das ilhas adjacentes, como pano de fundo Negativo simples, vidro | Gelatina e sais de prata. Fotografia de Álvaro Nascimento Figueira (1885-1967), 1936 a 1938.  Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, ANF 102. Baía do Funchal, ilha da Madeira. A baía chegou a estar equipada com uma jangada com uma prancha de saltos para a água, especialidade desportiva que teve uma enorme adesão local e de que há bastantes imagens, como as dos saltos dos 25 metros de Carlos Gonçalves, […]

Prancha de saltos para a água na baía do Funchal, fotografia de Álvaro Nascimento Figueira, 1936 a 1938, ilha da Madeira.

Prancha de saltos para a água. Negativo simples, vidro | Gelatina e sais de prata. Fotografia de Álvaro Nascimento Figueira (1885-1967), 1936 a 1938.  Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, ANF 101. Baía do Funchal, ilha da Madeira. Especialidade desportiva que teve uma enorme adesão local e de que há bastantes imagens, como as dos saltos dos 25 metros de Carlos Gonçalves, alguns efetivados durante festivais de beneficência. Pub. por Francisco Santos, História Lúdico-Desportiva da Madeira, SRE, Funchal, 1989, Fig. 20.

Memórias de Abril, 50 Anos de Liberdade, Escolas da Ilha Terceira, 9 a 12 de abril de 2024, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Memórias de Abril, 50 Anos de Liberdade  Escolas da Ilha Terceira, 9 a 12 de abril de 2024 Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores Ao longo desse mês sindicato dos professores promoveu palestras várias e a execução de um mural, a 13 de abril, em azulejos e executado pelas crianças das várias escolas, colocado numa das paredes da Escola Infante D. Henrique do Alto das Covas, em Angra do Heroísmo. Também a Serviço Educativo do MAH levou a efeito uma oficina de pintura em mural no exterior do seu edifício, como então refere, em memória dos chamados “Murais de Abril” […]

Mural da Liberdade, 50 Anos de Abril, 1975-2024, Escola Infante D. Henrique, 13 de abril de 2024, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Mural da Liberdade, 50 Anos de Abril, 1975-2024  Painel de 520 azulejos, 2 x 6 metros. Execução dos alunos das escolas de Angra do Heroísmo, sob coordenação dos professores de expressão artística. Inauguração a 13 de abril de 2024 Escola Infante D. Henrique, Alto das Covas, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores Ao longo desse mês sindicato dos professores promoveu palestras várias e a execução deste mural, em azulejos e executado pelas crianças das várias escolas, colocado numa das paredes da Escola Infante D. Henrique do Alto das Covas, em Angra do Heroísmo. Também a Serviço Educativo do MAH levou […]

Inauguração do Mural da Liberdade, 50 Anos de Abril, 1975-2024, Escola Infante D. Henrique, 13 de abril de 2024, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Mural da Liberdade, 50 Anos de Abril, 1975-2024  Painel de 520 azulejos, 2 x 6 metros. Execução dos alunos das escolas de Angra do Heroísmo, sob coordenação dos professores de expressão artística. Inauguração a 13 de abril de 2024 Escola Infante D. Henrique, Alto das Covas, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores Ao longo desse mês sindicato dos professores promoveu palestras várias e a execução deste mural, em azulejos e executado pelas crianças das várias escolas, colocado numa das paredes da Escola Infante D. Henrique do Alto das Covas, em Angra do Heroísmo. Também a Serviço Educativo do MAH levou […]

Fornos exteriores e chaminés, 1700 (c.) e seguintes, Rua da Ribeira (?), Funchal, ilha da Madeira

Fornos exteriores e chaminés. Campanha de 1700 (c.) e seguintes. Com o edifício da Companhia da Aguardente da Madeira em fundo. Fotografia de Álvaro Nascimento Figueira (1885-1967), 1936 (c.) manipulada. Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, ANF 311 Antiga Rua da Ribeira (?), Funchal, ilha da Madeira. A utilização de fornos exteriores às habitações não é facilmente explicável e não parece estar ligado a questões de segurança, mas a ter sido forno comunitário.

Capela de São Pedro do Porto Santo, reconstrução de 1700 (c.) após a ampliação do adro de 2011, Campo de Baixo, Porto Santo, Região Autónoma da Madeira

Capela de São Pedro do Porto Santo após a ampliação do adro de 2011. Reconstrução de 1700 (c.) Campanha e reposição da calçada madeirense de 1955 com a Barca de São Pedro na forma de galeão português. Fotografia por drone de Rui Melim, 2025 Campo de Baixo, Porto Santo, Região Autónoma da Madeira. A capela de São Pedro do Porto Santo deve ter tido reconstrução por 1700 (c.), podendo a imagem do Orago ser um pouco anterior anterior e de muito boa qualidade. O retábulo atual deve ser da oficina de Estêvão Teixeira de Nóbrega (1746-1833) (atr.) e datar de […]

Cravos em parede, oficina de pintura mural, Museu de Angra do Heroísmo, 27 de abril de 2024, ilha Terceira, Açores

Cravos em parede, oficina de pintura mural  Oficina dos serviços educativos do Museu de Angra do Heroísmo, 27 de abril de 2024 Museu de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores O Serviço Educativo do MAH levou a efeito uma oficina de pintura em mural no exterior do seu edifício, como então refere, em memória dos chamados “Murais de Abril” que começaram a ser pintados entre a Revolução dos Cravos e a aprovação da Constituição Portuguesa de 1976, enchendo as paredes de cores e apelos de todos os partidos políticos portugueses, com o propósito de consciencializar os jovens acerca do significado […]

Cravos em parede, oficina de pintura mural, Museu de Angra do Heroísmo, 27 de abril de 2024, ilha Terceira, Açores

Cravos em parede, oficina de pintura mural  Oficina dos serviços educativos do Museu de Angra do Heroísmo, 27 de abril de 2024 Museu de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores O Serviço Educativo do MAH levou a efeito uma oficina de pintura em mural no exterior do seu edifício, como então refere, em memória dos chamados “Murais de Abril” que começaram a ser pintados entre a Revolução dos Cravos e a aprovação da Constituição Portuguesa de 1976, enchendo as paredes de cores e apelos de todos os partidos políticos portugueses, com o propósito de consciencializar os jovens acerca do significado […]

Dupla Ruído frente ao Mural da Liberdade, Euforia popular pós-Revolução, maio de 2024, Portas de São Pedro, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Dupla Ruído, frente ao Mural da Liberdade Euforia popular pós-Revolução  Artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Fotografia de 20 de maio de 2024. Parede do adro da capela de Santa Catarina, 1550, Portas de São Pedro, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresentou o projeto que visava criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas […]

Mural da Liberdade, Euforia popular pós-Revolução, Dupla Ruído, maio de 2024, Portas de São Pedro, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Mural da Liberdade, Euforia popular pós-Revolução  Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Fotografia de 21 de maio de 2024. Parede do adro da capela de Santa Catarina, 1550, Portas de São Pedro, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresentou o projeto que visava criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas marcantes […]

Mural da Liberdade, Euforia popular pós-Revolução, Dupla Ruído, maio de 2024, Portas de São Pedro, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

Mural da Liberdade, Euforia popular pós-Revolução  Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Fotografia da RTP Açores, 18 de maio de 2024. Parede do adro da capela de Santa Catarina, 1550, Portas de São Pedro, Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresentou o projeto que visava criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando […]

Eleições, afluência excecional, Mural da Liberdade, Dupla Ruído, Lagos, 23 de julho de 2024, Algarve, Portugal

Mural da Liberdade, Eleições, afluência excecional Mural 8 Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Fotografia de 23 de julho de 2024. Lagos, Algarve, Portugal Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresentou o projeto que visava criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas marcantes relacionados com a Revolução dos Cravos e com a sua herança histórica, tendo o […]

Mural da Liberdade com o logo MFA (Movimento das Forças Armadas), Dupla Ruído, 23 a 29 de junho de 2024, Castelo de Vide, Portugal

Mural da Liberdade com o logo MFA (Movimento das Forças Armadas)  Mural 6 O Movimento das Forças Armadas (MFA) foi o principal motor da Revolução dos Cravos. Composto por oficiais militares descontentes com a guerra colonial e o regime ditatorial, o MFA planeou e executou o golpe de Estado de 25 de abril de 1974. A ação coordenada do MFA foi crucial para o sucesso da revolução, assegurando a transição pacífica do poder e iniciando um processo de democratização que mudou radicalmente o panorama político e social de Portugal. A criação de logos, autocolantes e cartazes, no entanto, parece só datar […]

Mural da Liberdade em memória do falhado movimento de 16 de março de 1974, Dupla Ruído, maio de 2024, Caldas da Rainha, Portugal

Mural da Liberdade em memória do falhado movimento de 16 de março de 1974  Mural 3 O mural do 16 de Março homenageia a Revolta das Caldas de 1974, uma tentativa falhada de golpe militar contra o regime do Estado Novo que antecipou a Revolução dos Cravos. Localizado na Rua António Sérgio, o mural retrata o momento em que o brigadeiro Pedro Serrano negoceia a rendição dos militares revoltosos. Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Inauguração a 15 de maio de 2024. Rua António Sérgio, Caldas da Rainha, Portugal […]

Pormenor do Mural da Liberdade com a Radio-transmissão durante o 25 de Abril, Mural 9, Dupla Ruído, 24 a 29 de julho de 2024, Faro, Portugal

João Paulo Diniz nos Emissores Associados colocando para emissão E Depois do Adeus, de Paulo de Carvalho, às 22 horas e 55 minutos do dia 24 de abril de 1974 (1949-) Pormenor do Mural da Liberdade com a Radio-transmissão durante o 25 de Abril Mural 9 A rádio desempenhou um papel crucial durante o 25 de Abril de 1974. As emissoras de rádio foram usadas pelo MFA para transmitir senhas e comunicados importantes. Canções como “E Depois do Adeus” de Paulo de Carvalho (1947-) e “Grândola, Vila Morena” de Zeca Afonso (1929-1987) serviram como sinais codificados para o início das […]

Mural da Liberdade com a Radio-transmissão durante o 25 de Abril, Mural 9, Dupla Ruído, 24 a 29 de julho de 2024, Faro, Portugal

Mural da Liberdade com a Radio-transmissão durante o 25 de Abril Mural 9 A rádio desempenhou um papel crucial durante o 25 de Abril de 1974. As emissoras de rádio foram usadas pelo MFA para transmitir senhas e comunicados importantes. Canções como “E Depois do Adeus” de Paulo de Carvalho (1947-) e “Grândola, Vila Morena” de Zeca Afonso (1929-1987) serviram como sinais codificados para o início das operações. A rádio foi essencial para informar a população e coordenar os movimentos das tropas, tendo sido um dos fatores vitais para o sucesso da revolução e para a comunicação direta com os […]

Mural da Liberdade com a Radio-transmissão durante o 25 de Abril, Mural 9, Dupla Ruído, 24 a 29 de julho de 2024, Faro, Portugal

Mural da Liberdade com a Radio-transmissão durante o 25 de Abril Mural 9 A rádio desempenhou um papel crucial durante o 25 de Abril de 1974. As emissoras de rádio foram usadas pelo MFA para transmitir senhas e comunicados importantes. Canções como “E Depois do Adeus” de Paulo de Carvalho (1947-) e “Grândola, Vila Morena” de Zeca Afonso (1929-1987) serviram como sinais codificados para o início das operações. A rádio foi essencial para informar a população e coordenar os movimentos das tropas, tendo sido um dos fatores vitais para o sucesso da revolução e para a comunicação direta com os […]

Mural da Liberdade com Radio-transmissão durante o 25 de Abril, Mural 9, Dupla Ruído, 24 a 29 de julho de 2024, Faro, Portugal

Mural da Liberdade com a Radio-transmissão durante o 25 de Abril Mural 9 A rádio desempenhou um papel crucial durante o 25 de Abril de 1974. As emissoras de rádio foram usadas pelo MFA para transmitir senhas e comunicados importantes. Canções como “E Depois do Adeus” de Paulo de Carvalho (1947-) e “Grândola, Vila Morena” de Zeca Afonso (1929-1987) serviram como sinais codificados para o início das operações. A rádio foi essencial para informar a população e coordenar os movimentos das tropas, tendo sido um dos fatores vitais para o sucesso da revolução e para a comunicação direta com os […]

Mural Liberdade com O papel da imprensa na Revolução, Dupla Ruído, 30 de junho a 6 de julho de 2024, Centro Comunitário de Povos, Vila Franca de Xira, Portugal

Mural Liberdade com O papel da imprensa na Revolução Mural 7 A imprensa teve um papel fundamental durante a Revolução dos Cravos, tanto na preparação quanto na difusão dos acontecimentos. Antes do 25 de Abril, muitos jornalistas corajosamente enfrentaram a censura para informar a população. No dia da revolução, rádios e jornais rapidamente transmitiram notícias e orientações, ajudando a coordenar as ações do MFA e a mobilizar a população. Posteriormente, a liberdade de imprensa foi um dos principais ganhos, permitindo um fluxo livre de informações e ideias. Este mural reproduz uma fotografia do dia 25 de abril de 1974, em […]

Mural Liberdade com O papel da imprensa na Revolução, Dupla Ruído, 30 de junho a 6 de julho de 2024, Centro Comunitário de Povos, Vila Franca de Xira, Portugal

Mural Liberdade com O papel da imprensa na Revolução Mural 7 A imprensa teve um papel fundamental durante a Revolução dos Cravos, tanto na preparação quanto na difusão dos acontecimentos. Antes do 25 de Abril, muitos jornalistas corajosamente enfrentaram a censura para informar a população. No dia da revolução, rádios e jornais rapidamente transmitiram notícias e orientações, ajudando a coordenar as ações do MFA e a mobilizar a população. Posteriormente, a liberdade de imprensa foi um dos principais ganhos, permitindo um fluxo livre de informações e ideias. Este mural reproduz uma fotografia do dia 25 de abril de 1974, em […]

Mural Liberdade com O papel da imprensa na Revolução, Dupla Ruído, 30 de junho a 6 de julho de 2024, Centro Comunitário de Povos, Vila Franca de Xira, Portugal

Mural Liberdade com O papel da imprensa na Revolução Mural 7 A imprensa teve um papel fundamental durante a Revolução dos Cravos, tanto na preparação quanto na difusão dos acontecimentos. Antes do 25 de Abril, muitos jornalistas corajosamente enfrentaram a censura para informar a população. No dia da revolução, rádios e jornais rapidamente transmitiram notícias e orientações, ajudando a coordenar as ações do MFA e a mobilizar a população. Posteriormente, a liberdade de imprensa foi um dos principais ganhos, permitindo um fluxo livre de informações e ideias. Este mural reproduz uma fotografia do dia 25 de abril de 1974, em […]

Mural da Liberdade com o logo MFA (Movimento das Forças Armadas), Dupla Ruído, 23 a 29 de junho de 2024, Castelo de Vide, Portugal

Mural da Liberdade com o logo MFA (Movimento das Forças Armadas)  Mural 6 O Movimento das Forças Armadas (MFA) foi o principal motor da Revolução dos Cravos. Composto por oficiais militares descontentes com a guerra colonial e o regime ditatorial, o MFA planeou e executou o golpe de Estado de 25 de abril de 1974. A ação coordenada do MFA foi crucial para o sucesso da revolução, assegurando a transição pacífica do poder e iniciando um processo de democratização que mudou radicalmente o panorama político e social de Portugal. A criação de logos, autocolantes e cartazes, no entanto, parece só datar […]

Mural Liberdade com o logo MFA (Movimento das Forças Armadas), Dupla Ruído, 23 a 29 de junho de 2024, Castelo de Vide, Portugal

Mural Liberdade com o logo MFA (Movimento das Forças Armadas)  Mural 6 O Movimento das Forças Armadas (MFA) foi o principal motor da Revolução dos Cravos. Composto por oficiais militares descontentes com a guerra colonial e o regime ditatorial, o MFA planeou e executou o golpe de Estado de 25 de abril de 1974. A ação coordenada do MFA foi crucial para o sucesso da revolução, assegurando a transição pacífica do poder e iniciando um processo de democratização que mudou radicalmente o panorama político e social de Portugal. A criação de logos, autocolantes e cartazes, no entanto, parece só datar de […]

Mural Liberdade com o logo MFA (Movimento das Forças Armadas), Dupla Ruído, 23 a 29 de junho de 2024, Castelo de Vide, Portugal

Mural Liberdade com o logo MFA (Movimento das Forças Armadas)  Mural 6 O Movimento das Forças Armadas (MFA) foi o principal motor da Revolução dos Cravos. Composto por oficiais militares descontentes com a guerra colonial e o regime ditatorial, o MFA planeou e executou o golpe de Estado de 25 de abril de 1974. A ação coordenada do MFA foi crucial para o sucesso da revolução, assegurando a transição pacífica do poder e iniciando um processo de democratização que mudou radicalmente o panorama político e social de Portugal. A criação de logos, autocolantes e cartazes, no entanto, parece só datar de […]

Sede do Núcleo de Vendas Novas da Liga dos Combatentes, construção de 1920 para 30 (c.) e seguintes, Vendas Novas, Portugal

Sede do Núcleo de Vendas Novas da Liga dos Combatentes (LC), Campanha de construção de 1920 para 30 (c.) e seguintes. N4, 47 C, Vendas Novas, Portugal Na parede do logradouro foi pintado um dos Murais da Liberdade (Mural 5), com os símbolos do 25 de Abril (megafone, cravo, chaimite), constando da memória do trabalho que a Revolução dos Cravos é simbolizada por elementos que se tornaram ícones históricos. O megafone representa a voz do povo e dos militares com que comunicaram a revolução. O cravo vermelho, colocado nos canos das espingardas pelos civis, simboliza a paz e a resistência […]

Mural da Liberdade com os símbolos do 25 de Abril, Dupla Ruído, 17 a 22 de junho de 2024, Vendas Novas, Portugal

Mural Liberdade com os símbolos do 25 de Abril (Megafone, Cravo, Chaimite)  Mural 5 A Revolução dos Cravos é simbolizada por elementos que se tornaram ícones históricos. O megafone representa a voz do povo e dos militares com que comunicaram a revolução. O cravo vermelho, colocado nos canos das espingardas pelos civis, simboliza a paz e a resistência não violenta. A chaimite, um veículo blindado utilizado pelos militares do MFA, tornou-se um símbolo de força e mudança, transportando a mensagem de que a transformação seria conduzida de forma ordeira e determinada. A pintura, no entanto, não apresenta a chaimite, mas […]

Antigos capitães de Abril junto ao Mural da Liberdade com os símbolos do 25 de Abril , Dupla Ruído, 30 de junho de 2024, Vendas Novas, Portugal

Mural Liberdade com os símbolos do 25 de Abril (Megafone, Cravo, Chaimite)  Mural 5 A Revolução dos Cravos é simbolizada por elementos que se tornaram ícones históricos. O megafone representa a voz do povo e dos militares com que comunicaram a revolução. O cravo vermelho, colocado nos canos das espingardas pelos civis, simboliza a paz e a resistência não violenta. A chaimite, um veículo blindado utilizado pelos militares do MFA, tornou-se um símbolo de força e mudança, transportando a mensagem de que a transformação seria conduzida de forma ordeira e determinada. Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos […]

Antigos capitães de Abril junto ao Mural da Liberdade com os símbolos do 25 de Abril, Dupla Ruído, 30 de junho de 2024, Vendas Novas, Portugal

Mural Liberdade com os símbolos do 25 de Abril (Megafone, Cravo, Chaimite)  Mural 5 A Revolução dos Cravos é simbolizada por elementos que se tornaram ícones históricos. O megafone representa a voz do povo e dos militares com que comunicaram a revolução. O cravo vermelho, colocado nos canos das espingardas pelos civis, simboliza a paz e a resistência não violenta. A chaimite, um veículo blindado utilizado pelos militares do MFA, tornou-se um símbolo de força e mudança, transportando a mensagem de que a transformação seria conduzida de forma ordeira e determinada. Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos […]

Antigos capitães de Abril junto ao Mural da Liberdade com os símbolos do 25 de Abril, Dupla Ruído, 30 de junho de 2024, Vendas Novas, Portugal

Mural Liberdade com os símbolos do 25 de Abril (Megafone, Cravo, Chaimite)  Mural 5 A Revolução dos Cravos é simbolizada por elementos que se tornaram ícones históricos. O megafone representa a voz do povo e dos militares com que comunicaram a revolução. O cravo vermelho, colocado nos canos das espingardas pelos civis, simboliza a paz e a resistência não violenta. A chaimite, um veículo blindado utilizado pelos militares do MFA, tornou-se um símbolo de força e mudança, transportando a mensagem de que a transformação seria conduzida de forma ordeira e determinada. Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos […]

Antigos capitães de Abril junto ao Mural da Liberdade com os símbolos do 25 de Abril, Dupla Ruído, 30 de junho de 2024, Vendas Novas, Portugal

Mural Liberdade com os símbolos do 25 de Abril (Megafone, Cravo, Chaimite)  Mural 5 A Revolução dos Cravos é simbolizada por elementos que se tornaram ícones históricos. O megafone representa a voz do povo e dos militares com que comunicaram a revolução. O cravo vermelho, colocado nos canos das espingardas pelos civis, simboliza a paz e a resistência não violenta. A chaimite, um veículo blindado utilizado pelos militares do MFA, tornou-se um símbolo de força e mudança, transportando a mensagem de que a transformação seria conduzida de forma ordeira e determinada. A pintura, no entanto, não apresenta a chaimite, mas […]

Antigos capitães de Abril junto ao Mural da Liberdade com os símbolos do 25 de Abril, Dupla Ruído, 30 de junho de 2024, Vendas Novas, Portugal

Mural Liberdade com os símbolos do 25 de Abril (Megafone, Cravo, Chaimite)  Mural 5 A Revolução dos Cravos é simbolizada por elementos que se tornaram ícones históricos. O megafone representa a voz do povo e dos militares com que comunicaram a revolução. O cravo vermelho, colocado nos canos das espingardas pelos civis, simboliza a paz e a resistência não violenta. A chaimite, um veículo blindado utilizado pelos militares do MFA, tornou-se um símbolo de força e mudança, transportando a mensagem de que a transformação seria conduzida de forma ordeira e determinada. Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos […]

Antigos capitães de Abril junto ao Mural da Liberdade com os símbolos do 25 de Abril, Dupla Ruído, 30 de junho de 2024, Vendas Novas, Portugal

Mural Liberdade com os símbolos do 25 de Abril (Megafone, Cravo, Chaimite)  Mural 5 A Revolução dos Cravos é simbolizada por elementos que se tornaram ícones históricos. O megafone representa a voz do povo e dos militares com que comunicaram a revolução. O cravo vermelho, colocado nos canos das espingardas pelos civis, simboliza a paz e a resistência não violenta. A chaimite, um veículo blindado utilizado pelos militares do MFA, tornou-se um símbolo de força e mudança, transportando a mensagem de que a transformação seria conduzida de forma ordeira e determinada. Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos […]

Antigos capitães de Abril junto ao Mural da Liberdade com os símbolos do 25 de Abril , Dupla Ruído, 30 de junho de 2024, Vendas Novas, Portugal

Mural Liberdade com os símbolos do 25 de Abril (Megafone, Cravo, Chaimite)  Mural 5 A Revolução dos Cravos é simbolizada por elementos que se tornaram ícones históricos. O megafone representa a voz do povo e dos militares com que comunicaram a revolução. O cravo vermelho, colocado nos canos das espingardas pelos civis, simboliza a paz e a resistência não violenta. A chaimite, um veículo blindado utilizado pelos militares do MFA, tornou-se um símbolo de força e mudança, transportando a mensagem de que a transformação seria conduzida de forma ordeira e determinada. A pintura, no entanto, não apresenta a chaimite, mas […]

Mural da Liberdade com os símbolos do 25 de Abril, Dupla Ruído, 17 a 22 de junho de 2024, Vendas Novas, Portugal

Mural Liberdade com os símbolos do 25 de Abril (Megafone, Cravo, Chaimite)  Mural 5 A Revolução dos Cravos é simbolizada por elementos que se tornaram ícones históricos. O megafone representa a voz do povo e dos militares com que comunicaram a revolução. O cravo vermelho, colocado nos canos das espingardas pelos civis, simboliza a paz e a resistência não violenta. A chaimite, um veículo blindado utilizado pelos militares do MFA, tornou-se um símbolo de força e mudança, transportando a mensagem de que a transformação seria conduzida de forma ordeira e determinada. A pintura, no entanto, não apresenta a chaimite, mas […]

Mural da Liberdade com os símbolos do 25 de Abril , Dupla Ruído, 17 a 22 de junho de 2024, Vendas Novas, Portugal

Mural Liberdade com os símbolos do 25 de Abril (Megafone, Cravo, Chaimite)  Mural 5 A Revolução dos Cravos é simbolizada por elementos que se tornaram ícones históricos. O megafone representa a voz do povo e dos militares com que comunicaram a revolução. O cravo vermelho, colocado nos canos das espingardas pelos civis, simboliza a paz e a resistência não violenta. A chaimite, um veículo blindado utilizado pelos militares do MFA, tornou-se um símbolo de força e mudança, transportando a mensagem de que a transformação seria conduzida de forma ordeira e determinada. Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos […]

Mural Liberdade em memória do falhado movimento de 16 de março de 1974, Dupla Ruído, maio de 2024, Caldas da Rainha, Portugal

Mural da Liberdade em memória do falhado movimento de 16 de março de 1974  Mural 3 O mural do 16 de Março homenageia a Revolta das Caldas de 1974, uma tentativa falhada de golpe militar contra o regime do Estado Novo que antecipou a Revolução dos Cravos. Localizado na Rua António Sérgio, o mural retrata o momento em que o brigadeiro Pedro Serrano negoceia a rendição dos militares revoltosos. Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Inauguração a 15 de maio de 2024. Rua António Sérgio, Caldas da Rainha, Portugal […]

Mural Liberdade em memória do falhado movimento de 16 de março de 1974, Dupla Ruído, maio de 2024, Caldas da Rainha, Portugal

Mural Liberdade em memória do falhado movimento de 16 de março de 1974  Mural 3 O mural do 16 de Março homenageia a Revolta das Caldas de 1974, uma tentativa falhada de golpe militar contra o regime do Estado Novo que antecipou a Revolução dos Cravos. Localizado na Rua António Sérgio, o mural retrata o momento em que o brigadeiro Pedro Serrano negoceia a rendição dos militares revoltosos. Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Inauguração a 15 de maio de 2024. Rua António Sérgio, Caldas da Rainha, Portugal Para […]

Inauguração do Mural Liberdade sobre a Censura, Lápis azul Nunca Mais, Dupla Ruído, 24 de abril de 2024, São João da Madeira, Portugal

Inauguração do Mural Liberdade da Censura, Lápis azul Nunca Mais Mural 2 Recordação da Fábrica Viarco Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Frederico Draw já havia pintado nesta cidade o mural de Salgueiro Maia (1944-1992), em 2019. Fotografia da inaugurado a 24 de abril de 2024, com o primeiro-ministro Luís Montenegro, acabando por, assim, o primeiro mural desta série, pois o de Bragança veio a ser inaugurado no dia seguinte, 25 de abril de 2024. Rua do Parrinho, São João da Madeira, Portugal Para celebrar o 50.º aniversário do 25 […]

Pormenor do Mural Liberdade da Censura, Lápis azul Nunca Mais, Dupla Ruído, 24 de abril de 2024, São João da Madeira, Portugal

Pormenor do Mural Liberdade da Censura, Lápis azul Nunca Mais Mural 2 Recordação da Fábrica Viarco Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Frederico Draw já havia pintado nesta cidade o mural de Salgueiro Maia (1944-1992), em 2019. Fotografia da Dupla Ruído, Inaugurado a 24 de abril de 2024 com o primeiro-ministro Luís Montenegro, acabando por, assim, o primeiro mural desta série, pois o de Bragança veio a ser inaugurado no dia seguinte, 25 de abril de 2024. Rua do Parrinho, São João da Madeira, Portugal Para celebrar o 50.º aniversário […]

Pormenor do Mural Liberdade, Lápis azul Nunca Mais, Dupla Ruído, 24 de abril de 2024, São João da Madeira, Portugal

Pormenor do Mural Liberdade da Censura, Lápis azul Nunca Mais Mural 2 Recordação da Fábrica Viarco Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Frederico Draw já havia pintado nesta cidade o mural de Salgueiro Maia (1944-1992), em 2019. Fotografia da Dupla Ruído, Inaugurado a 24 de abril de 2024 com o primeiro-ministro Luís Montenegro, acabando por, assim, o primeiro mural desta série, pois o de Bragança veio a ser inaugurado no dia seguinte, 25 de abril de 2024. Rua do Parrinho, São João da Madeira, Portugal Para celebrar o 50.º aniversário […]

Pormenor do Mural Liberdade da Censura, Lápis azul Nunca Mais, Dupla Ruído, 12 de abril de 2024, São João da Madeira, Portugal

Pormenor do Mural Liberdade da Censura, Lápis azul Nunca Mais Mural 2 Recordação da Fábrica Viarco Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Frederico Draw já havia pintado nesta cidade o mural de Salgueiro Maia (1944-1992), em 2019. Fotografia da Dupla Ruído, Inaugurado a 24 de abril de 2024 com o primeiro-ministro Luís Montenegro, acabando por, assim, o primeiro mural desta série, pois o de Bragança veio a ser inaugurado no dia seguinte, 25 de abril de 2024. Rua do Parrinho, São João da Madeira, Portugal Para celebrar o 50.º aniversário […]

Mural Liberdade, Lápis azul Nunca Mais, Dupla Ruído, 24 de abril de 2024, São João da Madeira, Portugal

Mural Liberdade, Lápis azul Nunca Mais Mural 2 Recordação da Fábrica Viarco Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Frederico Draw já havia pintado nesta cidade o mural de Salgueiro Maia (1944-1992), em 2019. Fotografia da Dupla Ruído, Inaugurado a 24 de abril de 2024 com o primeiro-ministro Luís Montenegro, acabando por, assim, o primeiro mural desta série, pois o de Bragança veio a ser inaugurado no dia seguinte, 25 de abril de 2024. Rua do Parrinho, São João da Madeira, Portugal Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril […]

Mural Liberdade, Lápis azul Nunca Mais, Dupla Ruído, 24 de abril de 2024, São João da Madeira, Portugal

Mural Liberdade, Lápis azul Nunca Mais Mural 2 Recordação da Fábrica Viarco Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Frederico Draw já havia pintado nesta cidade o mural de Salgueiro Maia (1944-1992), em 2019. Fotografia da Dupla Ruído, Inaugurado a 24 de abril de 2024 com o primeiro-ministro Luís Montenegro, acabando por, assim, o primeiro mural desta série, pois o de Bragança veio a ser inaugurado no dia seguinte, 25 de abril de 2024. Rua do Parrinho, São João da Madeira, Portugal Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril […]

Mural Liberdade, Lápis azul Nunca Mais, Dupla Ruído, 24 de abril de 2024, São João da Madeira, Portugal

Mural Liberdade, Lápis azul Nunca Mais Mural 2 Recordação da Fábrica Viarco Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Frederico Draw já havia pintado nesta cidade o mural de Salgueiro Maia (1944-1992), em 2019. Fotografia da Dupla Ruído, Inaugurado a 24 de abril de 2024 com o primeiro-ministro Luís Montenegro, acabando por, assim, o primeiro mural desta série, pois o de Bragança veio a ser inaugurado no dia seguinte, 25 de abril de 2024. Rua do Parrinho, São João da Madeira, Portugal Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril […]

Inauguração do Mural Liberdade de Bragança, Manifestações Populares, As Forças Armadas Querem Salvar Portugal, Dupla Ruído, 25 de abril de 2024, Bragança, Portugal

Inauguração do Mural Liberdade, Manifestações Populares, As Forças Armadas Querem Salvar Portugal Mural 1 Recordação da primeira manifestação ocorrida no dia 27 de abril de 1974 Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Fotografia da Câmara Municipal de Bragança, 25 de abril de 2024. Largo Forte São João de Deus, paredes do antigo quartel de Bragança, Portugal Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresentou o projeto que visava criar uma série de 14 murais em diferentes cidades […]

Inauguração do Mural Liberdade de Bragança, Manifestações Populares, As Forças Armadas Querem Salvar Portugal, Dupla Ruído, 25 de abril de 2024, Bragança, Portugal

Inauguração do Mural Liberdade, Manifestações Populares, As Forças Armadas Querem Salvar Portugal Mural 1 Recordação da primeira manifestação ocorrida no dia 27 de abril de 1974 Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Fotografia da Câmara Municipal de Bragança, 25 de abril de 2024. Largo Forte São João de Deus, paredes do antigo quartel de Bragança, Portugal Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresentou o projeto que visava criar uma série de 14 murais em diferentes cidades […]

Mural Liberdade de Bragança, Manifestações Populares, As Forças Armadas Querem Salvar Portugal, Dupla Ruído, 25 de abril de 2024, Bragança, Portugal

Mural Liberdade, Manifestações Populares, As Forças Armadas Querem Salvar Portugal Mural 1 Recordação da primeira manifestação ocorrida no dia 27 de abril de 1974 Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Fotografia da Câmara Municipal de Bragança, 25 de abril de 2024. Largo Forte São João de Deus, paredes do antigo quartel de Bragança, Portugal Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresentou o projeto que visava criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, […]

Mural de Liberdade de Ponta Delgada, Arte e Cultura de Abril, Natália Correia, outubro de 2024, ilha de São Miguel, Açores

Mural de Liberdade de Ponta Delgada, Arte e Cultura de Abril, Natália Correia (1923-1993) Homenagem à Poesia está na Rua, título dos cartazes de homenagem ao 25 de Abril de Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992), Paris, 1975 e à açoriana Natália Correia (1923-1993). Pormenor de mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-), 28 de setembro e 3 de outubro de 2024. Fotografia da Câmara Municipal de Ponta Delgada, 5 de outubro de 2024. Urbanização Diogo Nunes Botelho, em São Roque, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Para […]

Dupla Ruído, mural Eleições, afluência excecional, Lagos, 23 de julho de 2024, Algarve, Portugal

Dupla Ruído, Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Mural 8, Mural Liberdade, Eleições, afluência excecional Fotografia da Câmara Municipal de Lagos, 26 de julho de 2024. Lagos, Algarve, Portugal Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresentou o projeto que visava criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas marcantes relacionados com a Revolução dos Cravos e com a sua herança histórica, […]

Eleições, afluência excecional, Mural da Liberdade, Dupla Ruído, Lagos, 23 de julho de 2024, Algarve, Portugal

Mural da Liberdade, Eleições, afluência excecional Mural 8 Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Fotografia da Câmara Municipal de Lagos, 23 de julho de 2024. Lagos, Algarve, Portugal Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresentou o projeto que visava criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas marcantes relacionados com a Revolução dos Cravos e com a sua […]

Eleições, afluência excecional, Mural da Liberdade, Dupla Ruído, Lagos, 26 de julho de 2024, Algarve, Portugal

Mural Liberdade, Eleições, afluência excecional Mural 8 Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Fotografia da Câmara Municipal de Lagos, 26 de julho de 2024. Lagos, Algarve, Portugal Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresentou o projeto que visava criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas marcantes relacionados com a Revolução dos Cravos e com a sua herança […]

Mural de Liberdade de Ponta Delgada, Arte e Cultura de Abril, Natália Correia, outubro de 2024, ilha de São Miguel, Açores

Mural de Liberdade de Ponta Delgada, Arte e Cultura de Abril, Natália Correia (1923-1993) Homenagem à Poesia está na Rua, título dos cartazes de homenagem ao 25 de Abril de Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992), Paris, 1975 e à açoriana Natália Correia (1923-1993). Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-), 28 de setembro e 3 de outubro de 2024. Fotografia da Câmara Municipal de Ponta Delgada, 5 de outubro de 2024. Urbanização Diogo Nunes Botelho, em São Roque, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Para celebrar o […]

Execução Mural de Liberdade de Ponta Delgada, Arte e Cultura de Abril, Natália Correia, setembro de 2024, ilha de São Miguel, Açores

Execução do Mural de Liberdade de Ponta Delgada, Arte e Cultura de Abril, Natália Correia (1923-1993) Homenagem à Poesia está na Rua, título dos cartazes de homenagem ao 25 de Abril de Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992), Paris, 1975 e à açoriana Natália Correia (1923-1993). Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-), 28 de setembro e 3 de outubro de 2024. Fotografia de Rodrigo Silva, dsmotionframes, Açoriano Oriental. Urbanização Diogo Nunes Botelho, em São Roque, Ponta Delgada,ilha de São Miguel, Açores. Para celebrar o 50.º aniversário do 25 […]

Execução Mural de Liberdade de Ponta Delgada, Arte e Cultura de Abril, Natália Correia, setembro de 2024, ilha de São Miguel, Açores

Execução do Mural de Liberdade de Ponta Delgada, Arte e Cultura de Abril, Natália Correia (1923-1993) Homenagem à Poesia está na Rua, título dos cartazes de homenagem ao 25 de Abril de Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992), Paris, 1975 e à açoriana Natália Correia (1923-1993). Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-), 28 de setembro e 3 de outubro de 2024. Fotografia de Rodrigo Silva, dsmotionframes, Açoriano Oriental. Urbanização Diogo Nunes Botelho, em São Roque, Ponta Delgada,ilha de São Miguel, Açores. Para celebrar o 50.º aniversário do 25 […]

Execução do Mural de Liberdade de Ponta Delgada, Arte e Cultura de Abril, Natália Correia, setembro de 2024, ilha de São Miguel, Açores

Execução do Mural de Liberdade de Ponta Delgada, Arte e Cultura de Abril, Natália Correia (1923-1993) Homenagem à Poesia está na Rua, título dos cartazes de homenagem ao 25 de Abril de Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992), Paris, 1975 e à açoriana Natália Correia (1923-1993). Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-), 28 de setembro e 3 de outubro de 2024. Fotografia de Rodrigo Silva, dsmotionframes, Açoriano Oriental. Urbanização Diogo Nunes Botelho, em São Roque, Ponta Delgada,ilha de São Miguel, Açores. Para celebrar o 50.º aniversário do 25 […]

Mural de Liberdade de Ponta Delgada, Arte e Cultura de Abril, Natália Correia, 2024, ilha de São Miguel, Açores

Mural de Liberdade de Ponta Delgada, Arte e Cultura de Abril, Natália Correia Mural 11, Ponta Delgada. Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-), 28 de setembro e 3 de outubro de 2024. Urbanização Diogo Nunes Botelho, em São Roque, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresentou o projeto “Murais de Liberdade”, que visava criar uma série de 14 murais em […]

Murais de Liberdade, Dupla Ruído, 2024, Portugal

Murais de Liberdade, Dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Apoio do Turismo de Portugal, Portugal Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresentou o projeto “Murais de Liberdade”, que visava criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas marcantes relacionados com a Revolução dos Cravos e com a sua herança histórica, tendo o primeiro da Madeira sido inaugurado […]

Mural de Liberdade de Ponta Delgada, Arte e Cultura de Abril, Natália Correia, outubro de 2024, ilha de São Miguel, Açores

Mural de Liberdade de Ponta Delgada, Arte e Cultura de Abril, Natália Correia (1923-1993) Homenagem à Poesia está na Rua, título dos cartazes de homenagem ao 25 de Abril de Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992), Paris, 1975 e à açoriana Natália Correia (1923-1993). Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-), 28 de setembro e 3 de outubro de 2024. Fotografia de Rodrigo Silva, dsmotionframes, Açoriano Oriental. Urbanização Diogo Nunes Botelho, em São Roque, Ponta Delgada,ilha de São Miguel, Açores. Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril […]

Ruído, Murais de Liberdade, 25 de Abril 74 e 24, Lagos, Algarve, julho de 2024, Portugal

Ruído, Murais de Liberdade, 25 de Abril 74 e 24  T-Shirt da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-). Fotografia da Câmara Municipal de Lagos, Algarve, comemorando o mural 8 Eleições, afluência excecional de 26 de julho de 2024. Lagos, Algarve, Portugal Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresentou o projeto que visava criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, […]

Discurso da Dr.ª Rubina Leal, presidente da Assembleia Regional na homenagem mortos da I Grande Guerra, 9 de abril de 2026, Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira.

Discurso de homenagem aos Mortos da I Grande Guerra no Funchal Dr. Rubina Leal (1966-), presidente da Assembleia Legislativa da RAM Cerimónias de 9 de abril de 2026 em memória das vitimas da batalha de La Liz, ocorrida entre 7 e 29 de abril de 1918. Projeto do arquiteto João Moreira Rato Júnior (1860-1937), de 1935, recolocado a 1 de fevereiro de 1952 Organização da Liga dos Combatentes, Núcleo do Funchal Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM. Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira. Rubina Maria Branco Leal Vargas (Funchal, jun. 1966; -) é licenciada em Sociologia pelo Instituto Superior […]

Colocação de flores no Monumento aos Mortos da I Grande Guerra no Funchal, Dr.ª Rubina Leal, presidente da Assembleia Regional, homenagem de 9 de abril de 2026, Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira.

Colocação de flores no Monumento aos Mortos da I Grande Guerra no Funchal Dr. Rubina Leal (1966-), presidente da Assembleia Legislativa da RAM Cerimónias de 9 de abril de 2026 em memória das vitimas da batalha de La Liz, ocorrida entre 7 e 29 de abril de 1918. Projeto do arquiteto João Moreira Rato Júnior (1860-1937), de 1935, recolocado a 1 de fevereiro de 1952 Organização da Liga dos Combatentes, Núcleo do Funchal Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM. Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira. Rubina Maria Branco Leal Vargas (Funchal, jun. 1966; -) é licenciada em Sociologia pelo […]

Monumento aos Mortos da I Grande Guerra no Funchal, arquiteto João Moreira Rato Júnior, 1935, recolocado na Avenida do Mar, a 1 de fevereiro de 1952, Funchal, ilha da Madeira.

Monumento aos Mortos da I Grande Guerra no Funchal Projeto do arquiteto João Moreira Rato Júnior (1860-1937), de 1935, recolocado a 1 de fevereiro de 1952 Cerimónias de 9 de abril de 2026 em memória das vitimas da batalha de La Liz, ocorrida entre 7 e 29 de abril de 1918. Organização da Liga dos Combatentes, Núcleo do Funchal Fotografia de Roberto Matos, Assembleia Legislativa da RAM. Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira. Para este Monumento aos Mortos da I Grande Guerra foi lançada a primeira pedra em 11 nov. 1935, por ordem de Lisboa de 22 out. 1935, […]

Jardim da entrada das grutas de São Vicente, campanha de 1996, mas encerradas em março de 2020, Sítio do Pé Passo, São Vicente, ilha da Madeira.

Jardim da entrada das grutas de São Vicente. Campanha de obras de 1996 e seguintes, mas encerradas em março de 2020. Conjunto concessionado à NATURNORTE, empresa municipal responsável pela gestão das Grutas e do Centro de Vulcanismo de São Vicente. Fotografia de 3 de maio de 2026. Sítio do Pé Passo, São Vicente, ilha da Madeira. As Grutas de São Vicente foram o resultado de uma erupção vulcânica no Paul da Serra que teria ocorrido há 890 mil anos. A sua divulgação por parte da população local aconteceu por 1885 e foram abertas ao público em 1 de outubro de 1996, […]

Jardim da entrada das grutas de São Vicente, campanha de 1996, mas encerradas em março de 2020, Sítio do Pé Passo, São Vicente, ilha da Madeira.

Jardim da entrada das grutas de São Vicente. Campanha de obras de 1996 e seguintes, mas encerradas em março de 2020. Conjunto concessionado à NATURNORTE, empresa municipal responsável pela gestão das Grutas e do Centro de Vulcanismo de São Vicente. Fotografia de 3 de maio de 2026. Sítio do Pé Passo, São Vicente, ilha da Madeira. As Grutas de São Vicente foram o resultado de uma erupção vulcânica no Paul da Serra que teria ocorrido há 890 mil anos. A sua divulgação por parte da população local aconteceu por 1885 e foram abertas ao público em 1 de outubro de 1996, […]

Jardim da entrada das grutas de São Vicente, campanha de 1996, mas encerradas em março de 2020, Sítio do Pé Passo, São Vicente, ilha da Madeira.

Jardim da entrada das grutas de São Vicente. Campanha de obras de 1996 e seguintes, mas encerradas em março de 2020. Conjunto concessionado à NATURNORTE, empresa municipal responsável pela gestão das Grutas e do Centro de Vulcanismo de São Vicente. Fotografia de 3 de maio de 2026. Sítio do Pé Passo, São Vicente, ilha da Madeira. As Grutas de São Vicente foram o resultado de uma erupção vulcânica no Paul da Serra que teria ocorrido há 890 mil anos. A sua divulgação por parte da população local aconteceu por 1885 e foram abertas ao público em 1 de outubro de 1996, […]

Baía da cidade de Machico, fotografia de maio de 2026, Machico, ilha da Madeira.

Baía da cidade de Machico. Fotografia do Pico do Facho usada para o cartaz das Festas do Município de Machico de maio de 2026. Machico, ilha da Madeira. As Festas do Município de Machico de 2026 decorreram ao longo de todo o mês de maio, com as comemorações do Dia do Município a acontecerem no dia 8, com a sessão solene, às 10h00, etc.

50 anos da Autonomia, cartaz do Grupo de História da Associação de Estudantes da Escola Secundária de Francisco Franco, Funchal, 20 a 24 de abril de 2026, ilha da Madeira

50 anos da Autonomia. Cartaz do Grupo de História da Associação de Estudantes da Escola Secundária de Francisco Franco, Funchal, 20 a 24 de abril de 2026, ilha da Madeira.

Apresentação da revista Islenha 76, capela do Corpo Santo, Funchal, 23 de abril de 2026, ilha da Madeira.

Apresentação da revista Islenha 76, Conselho Editorial: Élia de Sousa e Rita Rodrigues. Capa com Nau portuguesa em dificuldades, sob proteção do Corpo Santo, óleo sobre madeira de oficina portuguesa, 1550 (c.), tábua central do retábulo-mor da capela do Corpo Santo do Funchal. Edição dada como de 12 de novembro de 2025. Apresentação de Cláudia Faria, diretora da revista, Dr. Eduardo Jesus, secretário regional de Turismo, Ambiente e Cultura, e Dr. Medeiros Gaspar, diretor regional da Cultura. Capela do Corpo Santo, Funchal, 23 de abril de 2026, ilha da Madeira. Pedro Gonçalves Telmo (em castelhano, Pedro González Telmo) (1190-1246) foi […]

Apresentação da revista Islenha 76, capela do Corpo Santo, Funchal, 23 de abril de 2026, ilha da Madeira.

Apresentação da revista Islenha 76, Conselho Editorial: Élia de Sousa e Rita Rodrigues. Capa com Nau portuguesa em dificuldades, sob proteção do Corpo Santo, óleo sobre madeira de oficina portuguesa, 1550 (c.), tábua central do retábulo-mor da capela do Corpo Santo do Funchal. Edição dada como de 12 de novembro de 2025. Apresentação de Cláudia Faria, diretora da revista, Dr. Eduardo Jesus, secretário regional de Turismo, Ambiente e Cultura, e Dr. Medeiros Gaspar, diretor regional da Cultura. Capela do Corpo Santo, Funchal, 23 de abril de 2026, ilha da Madeira. Pedro Gonçalves Telmo (em castelhano, Pedro González Telmo) (1190-1246) foi […]

Revista Islenha 76, Funchal, DRC, 11 de novembro de 2025 e 23 de abril de 2026, ilha da Madeira

Revista Islenha 76, Conselho Editorial: Élia de Sousa e Rita Rodrigues. Capa com Nau portuguesa em dificuldades, sob proteção do Corpo Santo, óleo sobre madeira de oficina portuguesa, 1550 (c.), tábua central do retábulo-mor da capela do Corpo Santo do Funchal. Edição dada como de 12 de novembro de 2025. Apresentação Cláudia Faria, diretora da revista, Dr. Eduardo Jesus, secretário regional de Turismo, Ambiente e Cultura, e Dr. Medeiros Gaspar, diretor regional da Cultura. Capela do Corpo Santo, Funchal, 23 de abril de 2026, ilha da Madeira.

Revista Islenha 75, Funchal, DRC, 12 de novembro de 2025 e 23 de abril de 2026, ilha da Madeira

Revista Islenha 76, Conselho Editorial: Élia de Sousa e Rita Rodrigues. Capa com Nau portuguesa em dificuldades, sob proteção do Corpo Santo, óleo sobre madeira de oficina portuguesa, 1550 (c.), tábua central do retábulo-mor da capela do Corpo Santo do Funchal. Edição dada como de 12 de novembro de 2025. Apresentação Cláudia Faria, diretora da revista, Dr. Eduardo Jesus, secretário regional de Turismo, Ambiente e Cultura, e Dr. Medeiros Gaspar, diretor regional da Cultura. Capela do Corpo Santo, Funchal, 23 de abril de 2026, ilha da Madeira. Pedro Gonçalves Telmo (em castelhano, Pedro González Telmo) (1190-1246) foi um sacerdote católico […]

Apresentação de «O “25 de Abril” na Madeira», de Lino Bernardo Calaça Martins, Funchal, Imprensa Académica, abril de 2024, ilha da Madeira.

Apresentação de O “25 de Abril” na Madeira Tensões sociais e políticas em 1974-75, à luz da imprensa regional, do doutor Lino Bernardo Calaça Martins Obra que constitui, com ligeiras alterações, a tese de doutoramento do autor em Ilhas Atlânticas: História, Património e Quadro Jurídico-Institucional, pela Faculdade de Artes e Humanidades da Universidade da Madeira, orientada pelo Doutor Nelson Veríssimo, e cujas provas públicas decorreram em fevereiro de 2023, tendo cabido ao mesmo a apresentação da obra em causa como “O primeiro trabalho, cientificamente realizado no âmbito da História, sobre a Revolução do 25 de Abril na Madeira”. Cerimónia presidida […]

Cesto Vindimo, 1970 (c.), Museu Etnográfico da Madeira, Ribeira Brava, ilha da Madeira.

O Cesto Vindimo Obra média de vime, 1970 (c.) Museu Etnográfico da Madeira, coleção Vitivinicultura, Ribeira Brava, ilha da Madeira. . A obra de vime é classificada em  três categorias: a obra leve, a obra média e o mobiliário. Os cestos de vários formatos para uso doméstico e os cestos utilizados nas tarefas agrícolas, como este “cesto vindimo”, inserem-se na segunda categoria. Estes cestos, de fabrico artesanal, eram confecionados muitas vezes pelos próprios agricultores, que possuíam plantações de vime, aproveitando depois a matéria-prima na confeção de cestos utilitários. Como a própria designação indica, são utilizados, durante a vindima, para transportar […]

Cesteiro Vindimo do Estreito de Câmara de Lobos, 1980 (c.), Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Cesteiro Vindimo do Estreito de Câmara de Lobos. Fotografia de 1980 (c.). Arquivo e Biblioteca Pública da Madeira. Estreito de Câmara de Lobos, ilha da Madeira. A obra de vime é classificada em  três categorias: a obra leve, a obra média e o mobiliário. Os cestos de vários formatos para uso doméstico e os cestos utilizados nas tarefas agrícolas, como este “cesto vindimo”, inserem-se na segunda categoria. Estes cestos, de fabrico artesanal, eram confecionados muitas vezes pelos próprios agricultores, que possuíam plantações de vime, aproveitando depois a matéria-prima na confeção de cestos utilitários. Como a própria designação indica, são utilizados, […]

Centro de vulcanismo das grutas de São Vicente, campanha de obras de 1996 e seguintes, Sítio do Pé Passo, São Vicente, ilha da Madeira.

Centro de vulcanismo das grutas de São Vicente. Campanha de obras de 1996 e seguintes. Fotografia de 2015 (c.). Sítio do Pé Passo, São Vicente, ilha da Madeira. As Grutas de São Vicente foram o resultado de uma erupção vulcânica no Paul da Serra que teria ocorrido há 890 mil anos. A sua divulgação por parte da população local aconteceu por 1885 e foram abertas ao público em 1 de outubro de 1996, dadas como as primeiras grutas de génese vulcânica a serem abertas ao público em Portugal. O percurso visitável subterrâneo com cerca de 700 metros de comprimento e com […]

Acesso à entrada das grutas de São Vicente, campanha de obras de 1996 e seguintes, Sítio do Pé Passo, São Vicente, ilha da Madeira.

Acesso à entrada das grutas de São Vicente. Campanha de obras de 1996 e seguintes. Fotografia de 2015 (c.). Sítio do Pé Passo, São Vicente, ilha da Madeira. As Grutas de São Vicente foram o resultado de uma erupção vulcânica no Paul da Serra que teria ocorrido há 890 mil anos. A sua divulgação por parte da população local aconteceu por 1885 e foram abertas ao público em 1 de outubro de 1996, dadas como as primeiras grutas de génese vulcânica a serem abertas ao público em Portugal. Constituem, hoje, um percurso visitável subterrâneo com cerca de 700 metros de comprimento […]

Entrada das grutas de São Vicente, campanha de obras de 1996 (c.) e seguintes, Sítio do Pé Passo, São Vicente, ilha da Madeira.

Entrada das grutas de São Vicente. Campanha de obras de 1996 (c.) e seguintes. Fotografia de 2015 (c.). Sítio do Pé Passo, São Vicente, ilha da Madeira. As Grutas de São Vicente foram o resultado de uma erupção vulcânica no Paul da Serra que teria ocorrido há 890 mil anos. A sua divulgação por parte da população local aconteceu por 1885 e foram abertas ao público em 1 de outubro de 1996, dadas como as primeiras grutas de génese vulcânica a serem abertas ao público em Portugal. Constituem, hoje, um percurso visitável subterrâneo com cerca de 700 metros de comprimento e […]

Grutas de São Vicente, campanha de obras de 1996 (c.) e seguintes, Sítio do Pé Passo, São Vicente, ilha da Madeira.

Grutas de São Vicente. Campanha de obras de 1996 (c.) e seguintes. Fotografia de 2005 (c.). Sítio do Pé Passo, São Vicente, ilha da Madeira. As Grutas de São Vicente foram o resultado de uma erupção vulcânica no Paul da Serra que teria ocorrido há 890 mil anos. A sua divulgação por parte da população local aconteceu por 1885 e foram abertas ao público  em 1 de outubro de 1996, dadas como as primeiras grutas de génese vulcânica a serem abertas ao público em Portugal. Constituem, hoje, um percurso visitável subterrâneo com cerca de 700 metros de comprimento e com um […]

Interior da Biblioteca Municipal de São Vicente, 2021, ilha da Madeira

Interior da Biblioteca Municipal de São Vicente. Inauguração oficial, agosto de 2021. Biblioteca Municipal de São Vicente, Rua da Carne Azeda, São Vicente, ilha da Madeira. Situada num edifício histórico, junto à Escola Secundária, foi a ermida da Casa do Passo, passou a sede da PSP e após obras de requalificação que conservaram a porta de cruzeiro, é desde agosto de 2021 um importante espaço cultural no concelho.

Biblioteca Municipal de São Vicente, 2021, ilha da Madeira

Biblioteca Municipal de São Vicente. Inauguração oficial, agosto de 2021. Biblioteca Municipal de São Vicente, Rua da Carne Azeda, São Vicente, ilha da Madeira. Situada num edifício histórico, junto à Escola Secundária, foi a ermida da Casa do Passo, passou a sede da PSP e após obras de requalificação que conservaram a porta de cruzeiro, é desde agosto de 2021 um importante espaço cultural no concelho.

Biblioteca Municipal de São Vicente, 2021, ilha da Madeira

Biblioteca Municipal de São Vicente. Inauguração oficial, agosto de 2021. Biblioteca Municipal de São Vicente, Rua da Carne Azeda, São Vicente, ilha da Madeira. Situada num edifício histórico, junto à Escola Secundária, foi a ermida da Casa do Passo, passou a sede da PSP e após obras de requalificação que conservaram a porta de cruzeiro, é desde agosto de 2021 um importante espaço cultural no concelho.

António Aragão: a sua intervenção no estudo e na defesa do património cultural insular, Biblioteca Municipal de São Vicente, 23 de fevereiro de 2022, ilha da Madeira

António Aragão: a sua intervenção no estudo e na defesa do património cultural insular Itinerância da exposição na Biblioteca Municipal de São Vicente. Inauguração, 23 de fevereiro de 2022. Até 31 de março de 2022, a DRABM promove a itinerância da exposição “António Aragão: a sua intervenção no estudo e na defesa do património cultural insular”, que divulga o trabalho que foi desenvolvido por António Aragão, natural deste concelho, nomeadamente em recolhas etnográficas, levantamentos de arquitetura rural ou inventários artísticos. Biblioteca Municipal de São Vicente, Rua da Carne Azeda, São Vicente, ilha da Madeira. António Manuel de Sousa Aragão Mendes […]

Folhas Perdidas, Eugénia Rego Pereira, Funchal, 1929, ilha da Madeira

Eugénia Rego Pereira, Folhas Perdidas, Funchal, 1929 (1875-1947). Funchal, ilha da Madeira. D. Maria Eugénia de Afonseca Acciaiolly Rego Pereira (Ponta do Sol, 1 maio 1875; Funchal, 27 ago. 1947). Filha de Carlos Acciaiolly Rego, escrivão da Fazenda e de Juliana de Afonseca Acciaiolly Rego, casou com o primeiro-tenente da Armada João Higino Pereira (1875-1906), mas falecido prematuramente e do qual ficou com um filho. Montou então um salão de dança, à Rua do Bispo, por onde haveriam de passar gerações de madeirenses e onde se haveriam de ensaiar inúmeras peças musicais, récitas e um sem número de espetáculos depois […]

Baixo-relevo dos 600 Anos do Descobrimento em Machico, bronze de Luís Paixão, 2 de agosto de 2019, Machico, ilha da Madeira.

Baixo-relevo dos 600 Anos do Descobrimento em Machico. Bronze, 260 x 600 cm., Luís Paixão (1946-), 2018 a 2019 Inauguração a 2 de agosto de 2019. Machico, ilha da Madeira. A CMM gastou nesta obra 103.121 euros 22 cêntimos, em contrato celebrado com José Luís Alves Paixão, o formador António Guedes Lopes, a Fundição de Bronze de Arte Laje e a BC Construções, Unipessoal.

Na rosa dos ventos: Machico à proa, Luís Paixão, 2015, Machico, ilha da Madeira.

Na rosa dos ventos: Machico à proa. Monumento aos Povoadores, cimento branco, 300 cm. Luís Paixão (1946-), 2015 Fotografia de 2023. Machico, ilha da Madeira. No dia 2 de julho de 2015, foi inaugurada uma escultura da autoria de Luís Alves Paixão, promovida pela Câmara Municipal e executada com o apoio de uma cadeia de supermercados, como forma de assinalar o desembarque dos portugueses na baía de Machico. A escultura pretende representar um navegador a colocar um padrão na terra descoberta e intitula-se «Na rosa dos ventos: Machico à proa». O escultor optou por uma representação realista, com nítida influência […]

Em memória de meu pai, Monumento aos Combatentes do Ultramar, Jacinto Rodrigues, 2013, Machico, ilha da Madeira.

Monumento aos Combatentes do Ultramar. Homenagem do Município de Machico aos Combatentes que lutaram pela Pátria – 1961/1974, Para que a Memória não se apague. Jacinto Rodrigues (1973-), 2013 Nas costas da obra «Em memória do meu Pai”, inaugurada a 17 de setembro de 2013. Fotografia de agosto de 2023 Jardim da Graça, Machico, ilha da Madeira. Homenagem do Município de Machico aos Combatentes que lutaram pela Pátria – 1961/1974, Para que a Memória não se apague é o que se pode ler no monumento inaugurado no Jardim da Graça em Machico, da autoria de Jacinto Rodrigues (1973-), que acrescentou, “nas […]

Em memória de meu pai, Monumento aos Combatentes do Ultramar, Jacinto Rodrigues, 2013, Machico, ilha da Madeira.

Monumento aos Combatentes do Ultramar. Homenagem do Município de Machico aos Combatentes que lutaram pela Pátria – 1961/1974, Para que a Memória não se apague. Jacinto Rodrigues (1973-), 2013 Nas costas da obra «Em memória do meu Pai”, inaugurada a 17 de setembro de 2013. Fotografia de agosto de 2023 Jardim da Graça, Machico, ilha da Madeira. Homenagem do Município de Machico aos Combatentes que lutaram pela Pátria – 1961/1974, Para que a Memória não se apague é o que se pode ler no monumento inaugurado no Jardim da Graça em Machico, da autoria de Jacinto Rodrigues (1973-), que acrescentou, “nas […]

Monumento aos Combatentes do Ultramar, Jacinto Rodrigues, 2013, Machico, ilha da Madeira.

Monumento aos Combatentes do Ultramar. Homenagem do Município de Machico aos Combatentes que lutaram pela Pátria – 1961/1974, Para que a Memória não se apague. Jacinto Rodrigues (1973-), 2013 Nas costas da obra «Em memória do meu Pai”, inaugurada a 17 de setembro de 2013. Fotografia de agosto de 2023 Jardim da Graça, Machico, ilha da Madeira. Homenagem do Município de Machico aos Combatentes que lutaram pela Pátria – 1961/1974, Para que a Memória não se apague é o que se pode ler no monumento inaugurado no Jardim da Graça em Machico, da autoria de Jacinto Rodrigues (1973-), que acrescentou, “nas […]

Monumento aos Combatentes do Ultramar, Jacinto Rodrigues, 2013, Machico, ilha da Madeira.

Monumento aos Combatentes do Ultramar. Homenagem do Município de Machico aos Combatentes que lutaram pela Pátria – 1961/1974, Para que a Memória não se apague. Jacinto Rodrigues (1973-), 2013 Nas costas da obra «Em memória do meu Pai”, inaugurada a 17 de setembro de 2013. Fotografia de agosto de 2023 Jardim da Graça, Machico, ilha da Madeira. Homenagem do Município de Machico aos Combatentes que lutaram pela Pátria – 1961/1974, Para que a Memória não se apague é o que se pode ler no monumento inaugurado no Jardim da Graça em Machico, da autoria de Jacinto Rodrigues (1973-), que acrescentou, “nas […]

Monumento aos Combatentes do Ultramar, Jacinto Rodrigues, 2013, Machico, ilha da Madeira.

Monumento aos Combatentes do Ultramar. Homenagem do Município de Machico aos Combatentes que lutaram pela Pátria – 1961/1974, Para que a Memória não se apague. Jacinto Rodrigues (1973-), 2013 Nas costas da obra «Em memória do meu Pai”, inaugurada a 17 de setembro de 2013. Fotografia de agosto de 2023 Jardim da Graça, Machico, ilha da Madeira. Homenagem do Município de Machico aos Combatentes que lutaram pela Pátria – 1961/1974, Para que a Memória não se apague é o que se pode ler no monumento inaugurado no Jardim da Graça em Machico, da autoria de Jacinto Rodrigues (1973-), que acrescentou, “nas […]

Monumento aos Combatentes do Ultramar, Jacinto Rodrigues, 2013, Machico, ilha da Madeira.

Monumento aos Combatentes do Ultramar. Homenagem do Município de Machico aos Combatentes que lutaram pela Pátria – 1961/1974, Para que a Memória não se apague. Jacinto Rodrigues (1973-), 2013 Nas costas da obra «Em memória do meu Pai”, inaugurada a 17 de setembro de 2013. Fotografia de 14 de janeiro de 2018 Jardim da Graça, Machico, ilha da Madeira. Homenagem do Município de Machico aos Combatentes que lutaram pela Pátria – 1961/1974, Para que a Memória não se apague é o que se pode ler no monumento inaugurado no Jardim da Graça em Machico, da autoria de Jacinto Rodrigues (1973-), que […]

Manifestação exigindo o regresso dos soldados do Ultramar, Avenida do Mar, 10 de junho de 1974, Funchal, ilha da Madeira.

Manifestação exigindo o regresso dos soldados do Ultramar. Negativo simples, película 35mm| gelatina e sais de prata Fotografia Carlos Fotógrafo, Carlos da Silva Fernandes (1931-2017), 10 de junho de 1974, Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicentes (inv.  CFF/202) em depósito no ABM. Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira Manifestação contra a guerra colonial na Avenida do Mar no dia 10 de Junho de 1974 na qual se exigia o regresso dos soldados do Ultramar. Demonstra já a mudança de atitude e de posição contra uma ditadura que dominava em Portugal onde a censura ocupava o lugar da liberdade […]

Manifestação sobre desemprego, Funchal, 13 de maio de 1974, ilha da Madeira.

Manifestação sobre desemprego. Negativo simples, película 35mm| gelatina e sais de prata Fotografia Carlos Fotógrafo, Carlos da Silva Fernandes (1931-2017), 13 de maio de 1974, Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicentes (inv.  CFF/200) em depósito no ABM. Entrada superior da Rua Fernão Ornelas, Funchal, ilha da Madeira.

Paisagem Algarvia, óleo de Eduardo Viana, 1925, coleção Novo Banco, em depósito no Palácio de Belém, em Lisboa, Portugal.

Paisagem Algarvia, Óleo sobre tela, 130 x 200 cm. Eduardo Viana (1881-1967), 1925. Pintura encomendada em 1925, juntamente com uma paisagem de Sintra, para a decoração da Brasileira do Chiado. Obra marcante no percurso artístico de Viana como paisagista, integra de um modo muito próprio e individualizado, influências de Cézanne, do cubismo e do Fauvismo. Em primeiro plano, a topografia da paisagem surge em manchas de cor, num equilíbrio de figuração abstrata de rosas, ocres amarelos e verdes, em pinceladas e empastamentos espessos, nos quais se adivinha a morfologia da terra e se descobre o contraste da vegetação no seu […]

Paisagem de Sintra, óleo de Eduardo Viana, 1925, coleção Novo banco, em depósito no Palácio de Belém, em Lisboa, Portugal.

Paisagem de Sintra, Óleo sobre tela, 130 x 200 cm. Eduardo Viana (1881-1967), 1925. Em 1925 Eduardo Viana realizou esta Paisagem de Sintra juntamente com outra pintura, a Paisagem Algarvia, para a decoração da Brasileira do Chiado. Antes de serem colocadas, as pinturas foram apresentadas no Salão de Outono, a primeira exposição da geração modernista. A paisagem, vista numa configuração geometrizante, articula-se cenograficamente em diferentes planos cromáticos que se desenrolam até ao horizonte. São claras as influências da pintura de Cézanne e a inspiração na audácia dos cromatismos fauvistas, que Viana descobre durante a sua viagem a França no início […]

Autenticação de “Lisboa, Águas Livres”, óleo sobre cartão de Eduardo Viana, 1955 (c.), Cabral Moncada Leilões, Lisboa, maio de 2013, Portugal

Autenticação de Lisboa, Águas Livres, Óleo sobre cartão, 40 x 31,5 cm. Eduardo Viana (1881-1967), 1955 (c.) Autenticado pela viúva, Noémia Duarte Ramos Viana (nascida no Rio de Janeiro, em 1918, que tinha nacionalidade britânica e que casou com o pintor em 1963), Lisboa, 4 de julho de 1981, data em que autenticou outros trabalhos. Catálogo de Cabral Moncada Leilões, leilão de Lisboa, 27 de maio de 2013, lote 162, estimado €12,000 – €18,000 mas não vendido, Portugal Eduardo Afonso Viana (1881; 1967) fez o curso de Pintura da Escola de Belas-Artes de Lisboa e em 1905 foi para Paris, […]

Lisboa, Águas Livres, óleo sobre cartão de Eduardo Viana, 1955 (c.), Cabral Moncada Leilões, Lisboa, maio de 2013, Portugal

Lisboa, Águas Livres, Óleo sobre cartão, 40 x 31,5 cm. Eduardo Viana (1881-1967), 1955 (c.) Autenticado pela viúva, Noémia Duarte Ramos Viana (nascida no Rio de Janeiro, em 1918, que tinha nacionalidade britânica e que casou com o pintor em 1963), Lisboa, 4 de julho de 1981, data em que autenticou outros trabalhos. Catálogo de Cabral Moncada Leilões, leilão de Lisboa, 27 de maio de 2013, lote 162, estimado €12,000 – €18,000 mas não vendido, Portugal Eduardo Afonso Viana (1881; 1967) fez o curso de Pintura da Escola de Belas-Artes de Lisboa e em 1905 foi para Paris, onde se […]

Verso da “Paisagem campestre com carroças e cavalos”, óleo sobre cartão de Eduardo Viana, 1935 (c.), leilão do Palácio do Correio Velho, Lisboa, outubro de 2025, Portugal

Verso da Paisagem campestre com carroças e cavalos, Óleo sobre cartão, 18,5 x 23,5 cm.; 43 x 48 cm. Eduardo Viana (1881-1967), 1935 (c.) Autenticado pelo restaurador Manuel dos Reys Santos (1921-2012), que se especializara na obra de Eduardo Viana e com a indicação que pertencia à coleção de M. Bentes. Catálogo do Palácio do Correio Velho, leilão de Lisboa, 6 de outubro de 2025, lote 110, estimado €30,000 – €60,000 mas não vendido, Portugal Eduardo Afonso Viana (1881; 1967) fez o curso de Pintura da Escola de Belas-Artes de Lisboa e em 1905 foi para Paris, onde se tornou […]

Verso da “Paisagem campestre com carroças e cavalos”, óleo sobre cartão de Eduardo Viana, 1935 (c.), leilão do Palácio do Correio Velho, Lisboa, outubro de 2025, Portugal

Verso da Paisagem campestre com carroças e cavalos, Óleo sobre cartão, 18,5 x 23,5 cm.; 43 x 48 cm. Eduardo Viana (1881-1967), 1935 (c.) Autenticado pelo restaurador Manuel dos Reys Santos (1921-2012), que se especializara na obra de Eduardo Viana e com a indicação que pertencia à coleção de M. Bentes. Catálogo do Palácio do Correio Velho, leilão de Lisboa, 6 de outubro de 2025, lote 110, estimado €30,000 – €60,000 mas não vendido, Portugal Eduardo Afonso Viana (1881; 1967) fez o curso de Pintura da Escola de Belas-Artes de Lisboa e em 1905 foi para Paris, onde se tornou […]

Paisagem campestre com carroças e cavalos, óleo sobre cartão de Eduardo Viana, 1935 (c.), leilão do Palácio do Correio Velho, Lisboa, outubro de 2025, Portugal

Paisagem campestre com carroças e cavalos, Óleo sobre cartão, 18,5 x 23,5 cm.; 43 x 48 cm. Eduardo Viana (1881-1967), 1935 (c.) Autenticado pelo restaurador Manuel dos Reys Santos (1921-2012), que se especializara na obra de Eduardo Viana e com a indicação que pertencia à coleção de M. Bentes. Catálogo do Palácio do Correio Velho, leilão de Lisboa, 6 de outubro de 2025, lote 110, estimado €30,000 – €60,000 mas não vendido, Portugal Eduardo Afonso Viana (1881; 1967) fez o curso de Pintura da Escola de Belas-Artes de Lisboa e em 1905 foi para Paris, onde se tornou amigo de […]

Verso da “Paisagem campestre”, óleo de Eduardo Viana, 1925 (c.), Leilão Palácio do Correio Velho, Lisboa, março de 2026, Portugal

Verso da Paisagem campestre, Óleo sobre tela, 30 x 38 cm.; 54 x 53 cm. Eduardo Viana (1881-1967), 1925 (c.) Autenticado pela viúva, Noémia Duarte Ramos Viana (nascida no Rio de Janeiro, em 1918, que tinha nacionalidade britânica e que casou com o pintor em 1963), Lisboa, 4 de julho de 1981 e peça que pertenceu a António Marques Correia, colecionador que vivia no Restelo. Catálogo do Palácio do Correio Velho, leilão de Lisboa, 9 de março de 2026, lote 94, estimado €8,000 – €16,000 e vendido por €15,000,00, Portugal Eduardo Afonso Viana (1881; 1967) fez o curso de Pintura […]

Verso da “Paisagem campestre”, óleo de Eduardo Viana, 1925 (c.), Leilão Palácio do Correio Velho, Lisboa, março de 2026, Portugal

Verso da Paisagem campestre, Óleo sobre tela, 30 x 38 cm.; 54 x 53 cm. Eduardo Viana (1881-1967), 1925 (c.) Autenticado pela viúva, Noémia Duarte Ramos Viana (nascida no Rio de Janeiro, em 1918, que tinha nacionalidade britânica e que casou com o pintor em 1963), Lisboa, 4 de julho de 1981 e peça que pertenceu a António Marques Correia, colecionador que vivia no Restelo. Catálogo do Palácio do Correio Velho, leilão de Lisboa, 9 de março de 2026, lote 94, estimado €8,000 – €16,000 e vendido por €15,000,00, Portugal Eduardo Afonso Viana (1881; 1967) fez o curso de Pintura […]

Paisagem campestre, óleo de Eduardo Viana, 1925 (c.), Leilão Palácio do Correio Velho, Lisboa, março de 2026, Portugal

Paisagem campestre, Óleo sobre tela, 30 x 38 cm.; 54 x 53 cm. Eduardo Viana (1881-1967), 1925 (c.) Autenticado pela viúva, Noémia Duarte Ramos Viana, Lisboa, 4 de julho de 1981 e peça que pertenceu a António Marques Correia, colecionador que vivia no Restelo. Catálogo do Palácio do Correio Velho, leilão de Lisboa, 9 de março de 2026, lote 94, estimado €8,000 – €16,000 e vendido por €15,000,00, Portugal Eduardo Afonso Viana (1881; 1967) fez o curso de Pintura da Escola de Belas-Artes de Lisboa e em 1905 foi para Paris, onde se tornou amigo de Amadeo de Souza-Cardoso (1887-1918) […]

Oficina de palmitos no Museu de Arte Sacra do Funchal, 15 e 16 de março de 2026, Funchal, ilha da Madeira.

Oficina de palmitos. Nesta oficina será possível a cada participante conhecer o processo e elaborar o seu próprio palmito. Palmitos de tamareira, Phoenix dactylifera Museu de Arte Sacra do Funchal, 15 e 16 de março de 2026. Funchal, ilha da Madeira. O Museu de Arte Sacra do Funchal, à semelhança de anos anteriores, oferece um programa de Páscoa a decorrer entre o dia 15 e 25 de março. Este programa promoverá um conjunto de ações que englobam: oficinas práticas, uma visita temática e uma conferência, embora somente com capacidade para 8 adultos. Manda a tradição benzer os palmitos no Domingo […]

Pormenor de “A Casa e a Fábrica”, óleo sobre cartão de Eduardo Viana, 1925 (c.), leilão Palácio do Correio Velho, Lisboa, 2021, Portugal

Pormenor de A Casa e a Fábrica, Óleo sobre cartão, 27 x 34,52 cm. Eduardo Viana (1881-1967), 1925 (c.), provável assinatura e data depois rasurada pelo Autor. Esta obra constou na exposição Eduardo Viana – Exposição Retrospectiva, S.N.I., Palácio Foz, Lisboa 1968, cat. 32, vindo ilustrada e referênciada como sendo da Colecção António de Oliveira Ferraz, Porto. Para obra com a mesma vista, consultar: Eduardo Viana (1881-1967), Mons Musée des Beaux-Arts, Europalia, 1991, págs. 124/125, cat. 42. Verso com indicação do nome do proprietário e etiquetas com o número 22. Pequenos restauros. Emoldurado. Catálogo do Palácio do Correio Velho, leilão […]

Verso de “A Casa e a Fábrica”, óleo sobre cartão de Eduardo Viana, 1925 (c.), leilão Palácio do Correio Velho, Lisboa, 2021, Portugal

Verso de A Casa e a Fábrica, Óleo sobre cartão, 27 x 34,52 cm. Eduardo Viana (1881-1967), 1925 (c.), provável assinatura e data depois rasurada pelo Autor. Esta obra constou na exposição Eduardo Viana – Exposição Retrospectiva, S.N.I., Palácio Foz, Lisboa 1968, cat. 32, vindo ilustrada e referênciada como sendo da Colecção António de Oliveira Ferraz, Porto. Para obra com a mesma vista, consultar: Eduardo Viana (1881-1967), Mons Musée des Beaux-Arts, Europalia, 1991, págs. 124/125, cat. 42. Verso com indicação do nome do proprietário e etiquetas com o número 22. Pequenos restauros. Emoldurado. Catálogo do Palácio do Correio Velho, leilão […]

A Casa e a Fábrica, óleo sobre cartão de Eduardo Viana, 1925 (c.), leilão Palácio do Correio Velho, Lisboa, 2021, Portugal

A Casa e a Fábrica, Óleo sobre cartão, 27 x 34,52 cm. Eduardo Viana (1881-1967), 1925 (c.), provável assinatura e data depois rasurada pelo Autor. Esta obra constou na exposição Eduardo Viana – Exposição Retrospectiva, S.N.I., Palácio Foz, Lisboa 1968, cat. 32, vindo ilustrada e referênciada como sendo da Colecção António de Oliveira Ferraz, Porto. Para obra com a mesma vista, consultar: Eduardo Viana (1881-1967), Mons Musée des Beaux-Arts, Europalia, 1991, págs. 124/125, cat. 42. Verso com indicação do nome do proprietário e etiquetas com o número 22. Pequenos restauros. Emoldurado. Catálogo do Palácio do Correio Velho, leilão de Lisboa, […]

A Casa e a Fábrica, óleo sobre cartão de Eduardo Viana, 1925 (c.), leilão Palácio do Correio Velho, Lisboa, 2021, Portugal

A Casa e a Fábrica, Óleo sobre cartão, 27 x 34,52 cm. Eduardo Viana (1881-1967), 1925 (c.), provável assinatura e data depois rasurada pelo Autor. Esta obra constou na exposição Eduardo Viana – Exposição Retrospectiva, S.N.I., Palácio Foz, Lisboa 1968, cat. 32, vindo ilustrada e referênciada como sendo da Colecção António de Oliveira Ferraz, Porto. Para obra com a mesma vista, consultar: Eduardo Viana (1881-1967), Mons Musée des Beaux-Arts, Europalia, 1991, págs. 124/125, cat. 42. Verso com indicação do nome do proprietário e etiquetas com o número 22. Pequenos restauros. Emoldurado. Catálogo do Palácio do Correio Velho, leilão de Lisboa, […]

A Revolta das Bonecas, óleo de Eduardo Viana, 1916, Museu do Chiado, Lisboa, Portugal

A Revolta das Bonecas, Óleo sobre tela, 114 x 132 cm. Eduardo Viana (1881-1967), 1916. Museu Nacional de Arte Contemporânea, Museu do Chiado, Lisboa, Portugal Eduardo Afonso Viana (1881; 1967) fez o curso de Pintura da Escola de Belas-Artes de Lisboa e em 1905 foi para Paris, onde se tornou amigo de Amadeo de Souza-Cardoso (1887-1918) e, juntamente com Amadeo e o casal Robert (1885-1945) e Sonia Delaunay (1885-1979), desenvolveu em 1916 o cromatismo tímbrico. Não chegou nunca a realizar pinturas abstractas, mas no início dos anos 20 proclamava-se cubista. O sentido moderno da cor permitiu-lhe entender a obra de […]

Bonecos de louça do Minho, óleo de Eduardo Viana, 1919, Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto, Portugal

Bonecos de louça do Minho, Óleo sobre tela, Eduardo Viana (1881-1967), 1919. Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto, Portugal Eduardo Afonso Viana (1881; 1967) fez o curso de Pintura da Escola de Belas-Artes de Lisboa e em 1905 foi para Paris, onde se tornou amigo de Amadeo de Souza-Cardoso (1887-1918) e, juntamente com Amadeo e o casal Robert (1885-1945) e Sonia Delaunay (1885-1979), desenvolveu em 1916 o cromatismo tímbrico. Não chegou nunca a realizar pinturas abstractas, mas no início dos anos 20 proclamava-se cubista. O sentido moderno da cor permitiu-lhe entender a obra de Cézanne (1839-1906). Eduardo Viana realizou […]

Pormenor do homem das louças, óleo de Eduardo Viana, 1919, Museu do Chiado, Lisboa, Portugal

Rosto do homem das louças, Pormenor de óleo sobre tela, 131 x 114 cm Eduardo Viana (1881-1967), 1919. Museu Nacional de Arte Contemporânea, Museu do Chiado, Lisboa, Portugal Eduardo Viana (1881; 1967) fez o curso de Pintura da Escola de Belas-Artes de Lisboa e em 1905 foi para Paris, onde se tornou amigo de Amadeo de Souza-Cardoso (1887-1918) e, juntamente com Amadeo e o casal Robert (1885-1945) e Sonia Delaunay (1885-1979), desenvolveu em 1916 o cromatismo tímbrico. Não chegou nunca a realizar pinturas abstractas, mas no início dos anos 20 proclamava-se cubista. O sentido moderno da cor permitiu-lhe entender a […]

Centro Cívico de São Martinho, ampliação e requalificação de 2006 e 2007, Caminho de São Martinho, Funchal, ilha da Madeira.

Centro Cívico de São Martinho. Ampliação e requalificação de Arlindo Correia & Filhos, S.A., 2006 e 2007. O conjunto da Junta de Freguesia de São Martinho do Funchal dispõe ainda de auditório, sala de exposições multiusos, 2 salas de formação e uma área anexa com recinto para festas e palco ao ar livre e um complexo desportivo. Fotografia de 2010. Caminho de São Martinho, 5, Funchal, ilha da Madeira No dia 22 de maio de 2022, por exemplo, foi efetuado no Centro Cívico de São Martinho o Dia da Interculturalidade com animação, debates, tertúlias, atuação de DJ, espectáculos musicais e […]

Centro Cívico de São Martinho, ampliação e requalificação de 2006 e 2007, Caminho de São Martinho, Funchal, ilha da Madeira.

Centro Cívico de São Martinho. Ampliação e requalificação de Arlindo Correia & Filhos, S.A., 2006 e 2007. O conjunto da Junta de Freguesia de São Martinho do Funchal dispõe ainda de auditório, sala de exposições multiusos, 2 salas de formação e uma área anexa com recinto para festas e palco ao ar livre e um complexo desportivo. Fotografia de 2022. Caminho de São Martinho, 5, Funchal, ilha da Madeira No dia 22 de maio de 2022, por exemplo, foi efetuado no Centro Cívico de São Martinho o Dia da Interculturalidade com animação, debates, tertúlias, atuação de DJ, espectáculos musicais e […]

Centro Cívico de São Martinho, ampliação e requalificação de 2006 e 2007, Caminho de São Martinho, Funchal, ilha da Madeira.

Centro Cívico de São Martinho. Ampliação e requalificação de Arlindo Correia & Filhos, S.A., 2006 e 2007. O conjunto da Junta de Freguesia de São Martinho do Funchal dispõe ainda de auditório, sala de exposições multiusos, 2 salas de formação e uma área anexa com recinto para festas e palco ao ar livre e um complexo desportivo. Fotografia por drone de 2026. Caminho de São Martinho, 5, Funchal, ilha da Madeira No dia 22 de maio de 2022, por exemplo, foi efetuado no Centro Cívico de São Martinho o Dia da Interculturalidade com animação, debates, tertúlias, atuação de DJ, espectáculos […]

O homem das louças, óleo de Eduardo Viana, 1919, Museu do Chiado, Lisboa, Portugal

O homem das louças, Óleo sobre tela, 131 x 114 cm Eduardo Viana (1881-1967), 1919. Museu Nacional de Arte Contemporânea, Museu do Chiado, Lisboa, Portugal Eduardo Viana (1881; 1967) fez o curso de Pintura da Escola de Belas-Artes de Lisboa e em 1905 foi para Paris, onde se tornou amigo de Amadeo de Souza-Cardoso (1887-1918) e, juntamente com Amadeo e o casal Robert (1885-1945) e Sonia Delaunay (1885-1979), desenvolveu em 1916 o cromatismo tímbrico. Não chegou nunca a realizar pinturas abstractas, mas no início dos anos 20 proclamava-se cubista. O sentido moderno da cor permitiu-lhe entender a obra de Cézanne […]

Grande mirante e cerca do antigo convento de Santo André, 1762 e seguintes, entrada do Museu Carlos Machado, Núcleo de Santo André, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Grande mirante e cerca do antigo convento de Santo André. Campanha de 1762 e seguintes. Entrada do Museu Carlos Machado, Núcleo de Santo André. Fotografia de 2023. Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O convento de Santo André foi fundado por Diogo Vaz Carreiro no antigo lugar dos Ermitães, só recebendo aprovação de edificação por bula de 1 de Maio de 1585. As obras teriam sido iniciadas em 1567, falecendo Diogo Vaz Carreiro a 14 de Outubro de 1581. A viúva veio ainda a acabar a inicial edificação por 1583. O Convento foi entretanto objecto de obras em 1762, […]

Coro e sub-coro do antigo convento de Santo André, reforma de 1818 a 1820 (c.), Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Coro e sub-coro do antigo convento de Santo André. À esquerda, grande candelabro das trevas ou tenebrário, 1780 a 1800 (c.) Elementos de épocas várias com campanha de reforma e reabilitação de 1818 a 1820 (c.) e seguintes. Fotografia de 17 de julho de 2018. Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O convento de Santo André foi fundado por Diogo Vaz Carreiro no antigo lugar dos Ermitães, só recebendo aprovação de edificação por bula de 1 de maio de 1585. As obras teriam sido iniciadas em 1567, falecendo Diogo Vaz Carreiro a 14 de outubro de […]

Brasão de armas de D. Nuno Brás, bispo do Funchal, 2011, adro da sé do Funchal, 17 de fevereiro de 2019, ilha da Madeira

Brasão de armas de D. Nuno Brás, bispo do Funchal, In Verbo Tuo Fotografia de Duarte Gomes da Entrada Solene e Tomada de Posse, 17 de fevereiro de 2019. Adro da sé do Funchal, ilha da Madeira. Nuno Brás da Silva Martins (Vimieiro, Lourinhã, 12 maio 1963-) licenciou-se em teologia pela Universidade católica de Lisboa, em 1985, ordenando-se padre em 4 jul. 1987, também em Lisboa. Realizou depois doutoramento pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, em 1999, tendo, entre 2005 e 2011, sido reitor do Seminário Maior de Cristo Rei, nos Olivais. Foi nomeado Cónego da Sé Metropolitana Patriarcal de […]

Cumprimentos de Alberto João Jardim a D. Nuno Brás, novo bispo do Funchal, entrada solene e tomada de posse, Sé do Funchal, 17 de fevereiro de 2019, ilha da Madeira

Cumprimentos de Alberto João Jardim a D. Nuno Brás, novo bispo do Funchal, O então presidente do GR, Miguel Albuquerque, encontrava-se em Lisboa Fotografia de Duarte Gomes/JM na Entrada Solene e Tomada de Posse, 17 de fevereiro de 2019. Sé do Funchal, ilha da Madeira. Nuno Brás da Silva Martins (Vimieiro, Lourinhã, 12 maio 1963-) licenciou-se em teologia pela Universidade católica de Lisboa, em 1985, ordenando-se padre em 4 jul. 1987, também em Lisboa. Realizou depois doutoramento pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, em 1999, tendo, entre 2005 e 2011, sido reitor do Seminário Maior de Cristo Rei, nos Olivais. […]

Oficina de palmitos, Museu de Arte Sacra do Funchal, 16 de março de 2024, Funchal, ilha da Madeira.

Oficina de palmitos. Oficina com a mestre Maria Teresa de Gouveia Correia onde cada participante aprende o processo de elaborar o seu próprio palmito. Palmitos de tamareira, Phoenix dactylifera Museu de Arte Sacra do Funchal, 16 de março de 2024. Funchal, ilha da Madeira. O Museu de Arte Sacra do Funchal, à semelhança de anos anteriores, oferece um programa de Páscoa a decorrer entre o dia 15 e 25 de março de 2026. Este programa promoverá um conjunto de ações que englobam: oficinas práticas, uma visita temática e uma conferência, embora somente com capacidade para 8 adultos. Manda a tradição […]

Exposição dos palmitos de Domingos de Ramos de 2023, Museu de Arte Sacra do Funchal, ilha da Madeira.

Exposição dos palmitos de Domingos de Ramos de 2023. Palmito de tamareira, Phoenix dactylifera Lembrança da entrada de D. Nuno Brás na Sé para a bênção dos palmitos do Domingo de Ramos de 14 de abril de 2023. Manda a tradição benzer os palmitos no Domingo de Ramos que assinala o início da Semana Santa e relembra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. A receção foi assinalada pelo povo com ramos de oliveira e de palmeira, símbolos que continuam a ser usados na celebração deste momento, em que os ramos de palmeira recebem elaborados efeitos decorativos, conhecidos popularmente como […]

Porta manuelina de Machico, 1520 (c.) e seguintes, Rua General António Teixeira de Aguiar, Machico, ilha da Madeira.

Porta manuelina de Machico. Cantaria local esculpida em arco canopial, 1520 (c.) e seguintes. Fotografia de Rui Marote, agosto de 2025. Antiga Rua da Estacada, n.º 87, hoje, Rua General António Teixeira de Aguiar, Nº 87, Machico, ilha da Madeira. Casa com a fachada principal de dois pisos, rebocada e pintada de branco e soco com faixa vermelha, terminada em forte cornija de cantaria vermelha; no piso térreo abrem-se cinco portais de verga recta, um deles integrando arco canopial, e uma janela de peitoril, e no segundo, quatro janelas de peitoril, molduradas; todos os vãos têm portas ou tapa-sóis pintados […]

Lintel da porta manuelina de Machico, 1520 (c.), Rua General António Teixeira de Aguiar, Machico, ilha da Madeira.

Lintel da porta manuelina de Machico. Cantaria local esculpida em arco canopial, 1520 (c.). Fotografia de Rui Marote, agosto de 2025. Antiga Rua da Estacada, n.º 87, hoje, Rua General António Teixeira de Aguiar, Nº 87, Machico, ilha da Madeira. Casa com a fachada principal de dois pisos, rebocada e pintada de branco e soco com faixa vermelha, terminada em forte cornija de cantaria vermelha; no piso térreo abrem-se cinco portais de verga recta, um deles integrando arco canopial, e uma janela de peitoril, e no segundo, quatro janelas de peitoril, molduradas; todos os vãos têm portas ou tapa-sóis pintados […]

Casa da porta manuelina de Machico, 1520 (c.) e seguintes, Rua General António Teixeira de Aguiar, Machico, ilha da Madeira.

Casa da porta manuelina de Machico. Cantaria local esculpida, 1520 (c.) e seguintes. Fotografia de Rui Marote, agosto de 2025. Antiga Rua da Estacada, n.º 87 a 89, hoje, Rua General António Teixeira de Aguiar, Nº 87 a 89, Machico, ilha da Madeira. Casa com a fachada principal de dois pisos, rebocada e pintada de branco e soco com faixa vermelha, terminada em forte cornija de cantaria vermelha; no piso térreo abrem-se cinco portais de verga recta, um deles integrando arco canopial, e uma janela de peitoril, e no segundo, quatro janelas de peitoril, molduradas; todos os vãos têm portas […]

Gárgula joanina da casa da porta manuelina de Machico, reforma de 1680 (c.), Machico, ilha da Madeira.

Gárgula joanina da casa da porta manuelina de Machico. Cantaria local esculpida, reforma de 1680 (c.). Fotografia de Anouk Costa para SIPA, 2010. Antiga Rua da Estacada, n.º 87 a 89, hoje, Rua General António Teixeira de Aguiar, Nº 87 a 89, Machico, ilha da Madeira. Casa com a fachada principal de dois pisos, rebocada e pintada de branco e soco com faixa vermelha, terminada em forte cornija de cantaria vermelha; no piso térreo abrem-se cinco portais de verga recta, um deles integrando arco canopial, e uma janela de peitoril, e no segundo, quatro janelas de peitoril, molduradas; todos os […]

Casa da porta manuelina de Machico, 1520 (c.) e seguintes, Rua General António Teixeira de Aguiar, Machico, ilha da Madeira.

Casa da porta manuelina de Machico. Cantaria local esculpida, 1520 (c.) e seguintes. Fotografia de Anouk Costa para SIPA, 2010. Antiga Rua da Estacada, n.º 87 a 89, hoje, Rua General António Teixeira de Aguiar, Nº 87 a 89, Machico, ilha da Madeira. Casa com a fachada principal de dois pisos, rebocada e pintada de branco e soco com faixa vermelha, terminada em forte cornija de cantaria vermelha; no piso térreo abrem-se cinco portais de verga recta, um deles integrando arco canopial, e uma janela de peitoril, e no segundo, quatro janelas de peitoril, molduradas; todos os vãos têm portas […]

Casa da porta manuelina de Machico, 1520 (c.) e seguintes, Rua General António Teixeira de Aguiar, Machico, ilha da Madeira.

Casa da porta manuelina de Machico. Cantaria local esculpida, 1520 (c.) e seguintes. Fotografia de Paulo Santos Perneta para Wiki, 22 de março de 2019. Antiga Rua da Estacada, n.º 87 a 89, hoje, Rua General António Teixeira de Aguiar, Nº 87 a 89, Machico, ilha da Madeira. Casa com a fachada principal de dois pisos, rebocada e pintada de branco e soco com faixa vermelha, terminada em forte cornija de cantaria vermelha; no piso térreo abrem-se cinco portais de verga recta, um deles integrando arco canopial, e uma janela de peitoril, e no segundo, quatro janelas de peitoril, molduradas; […]

Casa da porta manuelina de Machico, 1520 (c.) e seguintes, Rua General António Teixeira de Aguiar, Machico, ilha da Madeira.

Casa da porta manuelina de Machico. Cantaria local esculpida, 1520 (c.) e seguintes. Fotografia de Paulo Santos Perneta para Wiki, 22 de março de 2019. Antiga Rua da Estacada, n.º 87 a 89, hoje, Rua General António Teixeira de Aguiar, Nº 87, Machico, ilha da Madeira. Casa com a fachada principal de dois pisos, rebocada e pintada de branco e soco com faixa vermelha, terminada em forte cornija de cantaria vermelha; no piso térreo abrem-se cinco portais de verga recta, um deles integrando arco canopial, e uma janela de peitoril, e no segundo, quatro janelas de peitoril, molduradas; todos os […]

Lintel da porta manuelina de Machico, 1520 (c.). Rua General António Teixeira de Aguiar, Machico, ilha da Madeira.

Lintel da porta manuelina de Machico. Cantaria local esculpida em arco canopial, 1520 (c.). Fotografia de Paulo Santos Perneta para Wiki, 2019. Antiga Rua da Estacada, n.º 87, hoje, Rua General António Teixeira de Aguiar, Nº 87, Machico, ilha da Madeira. Casa com a fachada principal de dois pisos, rebocada e pintada de branco e soco com faixa vermelha, terminada em forte cornija de cantaria vermelha; no piso térreo abrem-se cinco portais de verga recta, um deles integrando arco canopial, e uma janela de peitoril, e no segundo, quatro janelas de peitoril, molduradas; todos os vãos têm portas ou tapa-sóis […]

Porta manuelina de Machico, 1520 (c.). Rua General António Teixeira de Aguiar, Machico, ilha da Madeira.

Porta manuelina de Machico. Cantaria local esculpida, 1520 (c.). Fotografia de Paulo Santos Perneta para Wiki, 2019. Antiga Rua da Estacada, n.º 87, hoje, Rua General António Teixeira de Aguiar, Nº 87, Machico, ilha da Madeira. Casa com a fachada principal de dois pisos, rebocada e pintada de branco e soco com faixa vermelha, terminada em forte cornija de cantaria vermelha; no piso térreo abrem-se cinco portais de verga recta, um deles integrando arco canopial, e uma janela de peitoril, e no segundo, quatro janelas de peitoril, molduradas; todos os vãos têm portas ou tapa-sóis pintados de vermelho. No cunhal […]

Porta manuelina de Machico, 1520 (c.). Rua General António Teixeira de Aguiar, Machico, ilha da Madeira.

Porta manuelina de Machico. Cantaria local esculpida, 1520 (c.). Fotografia de Paulo Santos Perneta para Wiki, 2019. Antiga Rua da Estacada, n.º 87, hoje, Rua General António Teixeira de Aguiar, Nº 87, Machico, ilha da Madeira. Casa com a fachada principal de dois pisos, rebocada e pintada de branco e soco com faixa vermelha, terminada em forte cornija de cantaria vermelha; no piso térreo abrem-se cinco portais de verga recta, um deles integrando arco canopial, e uma janela de peitoril, e no segundo, quatro janelas de peitoril, molduradas; todos os vãos têm portas ou tapa-sóis pintados de vermelho. No cunhal […]

Porta manuelina de Machico, 1520 (c.). Rua General António Teixeira de Aguiar, Machico, ilha da Madeira.

Porta manuelina de Machico. Cantaria local esculpida, 1520 (c.). Fotografia de Anouk Costa para SIPA, 2010. Antiga Rua da Estacada, n.º 87 a 89, hoje, Rua General António Teixeira de Aguiar, Nº 87, Machico, ilha da Madeira. Casa com a fachada principal de dois pisos, rebocada e pintada de branco e soco com faixa vermelha, terminada em forte cornija de cantaria vermelha; no piso térreo abrem-se cinco portais de verga recta, um deles integrando arco canopial, e uma janela de peitoril, e no segundo, quatro janelas de peitoril, molduradas; todos os vãos têm portas ou tapa-sóis pintados de vermelho. No […]

Casa de João Teixeira de Aguiar, 1850 a 1920, Machico, ilha da Madeira.

Casa junto à Igreja Matriz de Machico. Construção tradicional, 1850 a 1920. Painel de azulejos: Viveu e faleceu nesta casa João Teixeira de Aguiar, 12-10-1882; 18-05-1964, Presidente da Câmara de Machico de 1927 a 1936 e 1944 a 1946.  Casa que pertenceu à família também do general António Teixeira de Aguiar . Largo do Município, Machico, ilha da Madeira Casa de arquitetura tradicional madeirense com dois pisos e logradouro, paredes caiadas de branco, portas e janelas de madeira pintadas de verde, e telhado de telha vermelha. No jardim frontal, há um grande vaso de barro decorativo rodeado por um canteiro […]

Casa junto à Igreja Matriz de Machico, 1850 a 1920, Machico, ilha da Madeira.

Casa junto à Igreja Matriz de Machico. Construção tradicional, 1850 a 1920. Painel de azulejos: Viveu e faleceu nesta casa João Teixeira de Aguiar, 12-10-1882; 18-05-1964, Presidente da Câmara de Machico de 1927 a 1936 e 1944 a 1946.  Casa que pertenceu à família também do general António Teixeira de Aguiar . Largo do Município, Machico, ilha da Madeira Casa de arquitetura tradicional madeirense com dois pisos e logradouro, paredes caiadas de branco, portas e janelas de madeira pintadas de verde, e telhado de telha vermelha. No jardim frontal, há um grande vaso de barro decorativo rodeado por um canteiro […]

Festas do Município de Machico, maio de 2026, ilha da Madeira

Festas do Município de Machico. Cartaz de maio de 2026. Machico, ilha da Madeira. As Festas do Município de Machico vão decorrer ao longo de todo o mês de maio, com as comemorações do Dia do Município a acontecerem no dia 8, com a sessão solene, às 10h00, e um concerto com Miguel Gameiro & Pólo Norte a partir das 21h00. As comemorações arrancam sexta-feira com a realização do ‘Madeira Ocean Challenge’, prova internacional de canoagem de mar integrada na Taça do Mundo, entre os dias 1 e 3. A Taça da Madeira de Enduro, a prova Trans Madeira – BTT […]

Igreja do Porto da Cruz e quebrada da Terra Chã do Larano, abril de 2010, fotografia de 2025, Porto da Cruz, ilha da Madeira.

Igreja do Porto da Cruz. Projeto de Raul Chorão Ramalho (1914-2002); decoração de António Duarte (1912-1998) e Querubim Lapa (1925-2016) Em fundo a quebrada da estrada da Terra Chã, Larano, ocorrida em abril de 2010. Fotografia de 2025. Porto da Cruz, ilha da Madeira. Cronologia: 1577, 26 set. – alvará régio autorizando o prelado diocesano D. Jerónimo Barreto (Porto, 1544; Faro, 1589) erigir a nova paróquia, e estabelece a côngrua de 20$000 anuais ao pároco; possivelmente a sede da paróquia foi estabelecida na Capela de Nossa Senhora da Piedade; 1580 – D. Guiomar Lomelino, residente na freguesia, doa ao pároco […]

Mercado Quinhentista de Machico, Treefolk, 6, 7 e 8 de junho de 2025, Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico, ilha da Madeira.

Mercado Quinhentista de Machico. Mesteres, o Saber nas Mãos. Cousas de Mercar, de manjar, de beber e de folgar. Cartaz Treefolk, 6, 7 e 8 de junho de 2025. Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico. Largo da Praça de Machico, Machico, ilha da Madeira. Durante três dias, Machico mergulha na história, recriando ambientes, ofícios e vivências de outros tempos, num evento que celebra a nossa identidade e tradições com cor, música e animação, estão previstas cerca de meio milhar de performances, que irão transformar a baixa de Machico num autêntico palco ao ar livre, recriando o […]

Mercado Quinhentista de Machico, Circo Pirata, 6, 7 e 8 de junho de 2025, Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico, ilha da Madeira.

Mercado Quinhentista de Machico. Mesteres, o Saber nas Mãos. Cousas de Mercar, de manjar, de beber e de folgar. Cartaz Circo Pirata, 6, 7 e 8 de junho de 2025. Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico. Largo da Praça de Machico, Machico, ilha da Madeira. Durante três dias, Machico mergulha na história, recriando ambientes, ofícios e vivências de outros tempos, num evento que celebra a nossa identidade e tradições com cor, música e animação, estão previstas cerca de meio milhar de performances, que irão transformar a baixa de Machico num autêntico palco ao ar livre, recriando […]

Mercado Quinhentista de Machico, Urro das Marés, 6, 7 e 8 de junho de 2025, Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico, ilha da Madeira.

Mercado Quinhentista de Machico. Mesteres, o Saber nas Mãos. Cousas de Mercar, de manjar, de beber e de folgar. Cartaz Urro das Marés, 6, 7 e 8 de junho de 2025. Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico. Largo da Praça de Machico, Machico, ilha da Madeira. Durante três dias, Machico mergulha na história, recriando ambientes, ofícios e vivências de outros tempos, num evento que celebra a nossa identidade e tradições com cor, música e animação, estão previstas cerca de meio milhar de performances, que irão transformar a baixa de Machico num autêntico palco ao ar livre, […]

Mercado Quinhentista de Machico, Teatro Jenus, 6, 7 e 8 de junho de 2025, Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico, ilha da Madeira.

Mercado Quinhentista de Machico. Mesteres, o Saber nas Mãos. Cousas de Mercar, de manjar, de beber e de folgar. Cartaz Teatro Jenus, 6, 7 e 8 de junho de 2025. Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico. Largo da Praça de Machico, Machico, ilha da Madeira. Durante três dias, Machico mergulha na história, recriando ambientes, ofícios e vivências de outros tempos, num evento que celebra a nossa identidade e tradições com cor, música e animação, estão previstas cerca de meio milhar de performances, que irão transformar a baixa de Machico num autêntico palco ao ar livre, recriando […]

Mercado Quinhentista de Machico, Porbatuka, 6, 7 e 8 de junho de 2025, Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico, ilha da Madeira.

Mercado Quinhentista de Machico. Mesteres, o Saber nas Mãos. Cousas de Mercar, de manjar, de beber e de folgar. Cartaz Porbatuka, 6, 7 e 8 de junho de 2025. Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico. Largo da Praça de Machico, Machico, ilha da Madeira. Durante três dias, Machico mergulha na história, recriando ambientes, ofícios e vivências de outros tempos, num evento que celebra a nossa identidade e tradições com cor, música e animação, estão previstas cerca de meio milhar de performances, que irão transformar a baixa de Machico num autêntico palco ao ar livre, recriando o […]

Mercado Quinhentista de Machico, Mediaevus Chorus, 6, 7 e 8 de junho de 2025, Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico, ilha da Madeira.

Mercado Quinhentista de Machico. Mesteres, o Saber nas Mãos. Cousas de Mercar, de manjar, de beber e de folgar. Cartaz Mediaevus Chorus, 6, 7 e 8 de junho de 2025. Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico. Largo da Praça de Machico, Machico, ilha da Madeira. Durante três dias, Machico mergulha na história, recriando ambientes, ofícios e vivências de outros tempos, num evento que celebra a nossa identidade e tradições com cor, música e animação, estão previstas cerca de meio milhar de performances, que irão transformar a baixa de Machico num autêntico palco ao ar livre, recriando […]

Mercado Quinhentista de Machico, Guindilhas, 6, 7 e 8 de junho de 2025, Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico, ilha da Madeira.

Mercado Quinhentista de Machico. Mesteres, o Saber nas Mãos. Cousas de Mercar, de manjar, de beber e de folgar. Cartaz Guindilhas, 6, 7 e 8 de junho de 2025. Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico. Largo da Praça de Machico, Machico, ilha da Madeira. Durante três dias, Machico mergulha na história, recriando ambientes, ofícios e vivências de outros tempos, num evento que celebra a nossa identidade e tradições com cor, música e animação, estão previstas cerca de meio milhar de performances, que irão transformar a baixa de Machico num autêntico palco ao ar livre, recriando o […]

Mercado Quinhentista de Machico, Emad Selim, 6, 7 e 8 de junho de 2025, Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico, ilha da Madeira.

Mercado Quinhentista de Machico. Mesteres, o Saber nas Mãos. Cousas de Mercar, de manjar, de beber e de folgar. Cartaz Emad Selim, 6, 7 e 8 de junho de 2025. Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico. Largo da Praça de Machico, Machico, ilha da Madeira. Durante três dias, Machico mergulha na história, recriando ambientes, ofícios e vivências de outros tempos, num evento que celebra a nossa identidade e tradições com cor, música e animação, estão previstas cerca de meio milhar de performances, que irão transformar a baixa de Machico num autêntico palco ao ar livre, recriando […]

Mercado Quinhentista de Machico, Almanach, 6, 7 e 8 de junho de 2025, Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico, ilha da Madeira.

Mercado Quinhentista de Machico. Mesteres, o Saber nas Mãos. Cousas de Mercar, de manjar, de beber e de folgar. Cartaz Almanach, 6, 7 e 8 de junho de 2025. Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico. Largo da Praça de Machico, Machico, ilha da Madeira. Durante três dias, Machico mergulha na história, recriando ambientes, ofícios e vivências de outros tempos, num evento que celebra a nossa identidade e tradições com cor, música e animação, estão previstas cerca de meio milhar de performances, que irão transformar a baixa de Machico num autêntico palco ao ar livre, recriando o […]

Vivenciando a Ilha, cartaz da visita à Estação Zootécnica da Madeira, Junta de Freguesia de Santa Maria Maior do Funchal, 29 de abril de 2026, ilha da Madeira

Vivenciando a Ilha. Cartaz da visita à Estação Zootécnica da Madeira Dr. Carlos Dória (EZM) (1923-1999) Projeto da antiga Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal, 1956, Porto Moniz. Junta de Freguesia de Santa Maria Maior do Funchal, 29 de abril de 2026, ilha da Madeira A história da Estação Zootécnica da Madeira Dr. Carlos Dória (EZM) começou a ser escrita a 22 de novembro de 1956, num terreno com cerca de 38 hectares, no concelho do Porto Moniz, com a ideia de criar um núcleo de recria de reprodutores da espécie bovina. Durante os primeiros anos realizaram-se, também, ensaios […]

Mercado Quinhentista de Machico, “Mesteres, o Saber nas Mãos”, junho de 2025, Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico, ilha da Madeira.

Mercado Quinhentista de Machico. Mesteres, o Saber nas Mãos. Cousas de Mercar, de manjar, de beber e de folgar. Oficina de tanoeiro e de oleiro com formas de açúcar e bilhas. Cartaz do Mercado, 6, 7 e 8 de junho de 2025. Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico. Largo da Praça de Machico, Machico, ilha da Madeira. Durante três dias, Machico mergulha na história, recriando ambientes, ofícios e vivências de outros tempos, num evento que celebra a nossa identidade e tradições com cor, música e animação, estão previstas cerca de meio milhar de performances, que irão […]

Aeroporto de Cabinda e cinema do Chiloango, Cabinda, 1975, Angola

Aeroporto de Cabinda e cinema do Chiloango, Cabinda, 1975 Memórias de Manuel João Batista Rosa, (1952-2025) A consciência política, o 25 de abril na EPAM e a “descolonização” de Cabinda Lisboa, projeto Foco, 2021, Portugal Manuel Rosa (Santana, 1952; Funchal, 25 nov. 2022). Bacharel em Contabilidade pelo Instituto Comercial de Lisboa (ICL) e licenciado em Gestão, pela UMa, tinha entrado para o exército em 1973, no Curso de Oficiais Milicianos, em Mafra. Participou no 25 de abril na EPAM, quartel que ocupou a RTP. Acompanhou a “descolonização” do protetorado de Cabinda. Foi professor durante 43 anos na Escola Secundária Francisco […]

Fábrica de açúcar do Bom Jesus, 1975, Norte de Angola

Fábrica de açúcar do Bom Jesus, Norte de Angola, 1975 Memórias de Manuel João Batista Rosa, (1952-2025) A consciência política, o 25 de abril na EPAM e a “descolonização” de Cabinda Lisboa, projeto Foco, 2021, Portugal Manuel Rosa (Santana, 1952; Funchal, 25 nov. 2022). Bacharel em Contabilidade pelo Instituto Comercial de Lisboa (ICL) e licenciado em Gestão, pela UMa, tinha entrado para o exército em 1973, no Curso de Oficiais Milicianos, em Mafra. Participou no 25 de abril na EPAM, quartel que ocupou a RTP. Acompanhou a “descolonização” do protetorado de Cabinda. Foi professor durante 43 anos na Escola Secundária […]

Rosto de “Memórias” de Manuel João Batista Rosa, fevereiro de 2021, Funchal, ilha da Madeira.

Rosto das Memórias de Manuel João Batista Rosa, (1952-2025) A consciência política, o 25 de abril na EPAM e a “descolonização” de Cabinda Lisboa, projeto Foco, 2021, Portugal Manuel Rosa (Santana, 1952; Funchal, 25 nov. 2022). Bacharel em Contabilidade pelo Instituto Comercial de Lisboa (ICL) e licenciado em Gestão, pela UMa, tinha entrado para o exército em 1973, no Curso de Oficiais Milicianos, em Mafra. Participou no 25 de abril na EPAM, quartel que ocupou a RTP. Acompanhou a “descolonização” do protetorado de Cabinda. Foi professor durante 43 anos na Escola Secundária Francisco Franco onde se aposentou, em 2018. Memórias é […]

Manuel João Batista Rosa na apresentação de Memórias, fevereiro de 2021, Funchal, ilha da Madeira.

Memórias, Manuel João Batista Rosa, Lisboa, projeto Foco, 2021, Portugal

Manuel João Batista Rosa, Memórias (1952-2025) A consciência política, o 25 de abril na EPAM e a “descolonização” de Cabinda Lisboa, projeto Foco, 2021, Portugal Manuel Rosa (Santana, 1952; Funchal, 25 nov. 2022). Bacharel em Contabilidade pelo Instituto Comercial de Lisboa (ICL) e licenciado em Gestão, pela UMa, tinha entrado para o exército em 1973, no Curso de Oficiais Milicianos, em Mafra. Participou no 25 de abril na EPAM, quartel que ocupou a RTP. Acompanhou a “descolonização” do protetorado de Cabinda. Foi professor durante 43 anos na Escola Secundária Francisco Franco onde se aposentou, em 2018. Memórias é uma narrativa pessoal, […]

Francisco Fanhais, Zeca Afonso e José Mário Branco, Quando a Cantiga era uma Arma, capa da revista Visão História, Lisboa, 7 de novembro de 2023, Portugal

Quando a Cantiga era uma Arma, capa da revista Visão História, Francisco Fanhais (1941-), Zeca Afonso (1929-1987) e José Mário Branco (1942-2019), Lisboa, 7 de novembro de 2023, Portugal Em 1973, José Mário Branco (1942-2019) compôs A cantiga é uma arma. Começa assim: “A cantiga é uma arma / Eu não sabia / Tudo depende da bala / E da pontaria”. A palavra cantada pode mover multidões e, entre as linhas de cada partitura, há muitas mensagens que se podem passar. Embora seja impossível dar como certa a relação simbiótica entre a música de intervenção portuguesa e o 25 de […]

Estação Zootécnica do Porto Moniz, 1956, Porto Moniz, , ilha da Madeira.

Estação Zootécnica do Porto Moniz. Estação Zootécnica da Madeira Dr. Carlos Dória (EZM) (1923-1999) Projeto da antiga Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal, 1956. Infraestrutura que agrega 36 hectares, junto ao espaço onde tradicionalmente é realizada a Feira Agropecuária do Porto Moniz. Porto Moniz, ilha da Madeira A história da Estação Zootécnica da Madeira Dr. Carlos Dória (EZM) começou a ser escrita a 22 de novembro de 1956, num terreno com cerca de 38 hectares, no concelho do Porto Moniz, com a ideia de criar um núcleo de recria de reprodutores da espécie bovina. Durante os primeiros anos realizaram-se, […]

V Feira do Livro de Santa Cruz, Promenade dos Reis Magos, 22 a 26 de abril de 2026, Caniço, Santa Cruz, ilha da Madeira.

V Feira do Livro de Santa Cruz. A imprensa e o livro: A mais bela invenção do Mundo Promenade dos Reis Magos, 22 a 26 de abril de 2026, Caniço, Santa Cruz, ilha da Madeira.

Dr. Emanuel Rodrigues, Funchal, 2015, ilha da Madeira.

Dr. Emanuel Rodrigues (1943-2019) Fotografia de Rui Marote, Funchal, 2015. Ilha da Madeira. Emanuel do Nascimento dos Santos Rodrigues (Machico, 25 dez. 1943; 18 ago. 2019). Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, tinha sido professor do Liceu e da Escola Industrial. Viria a ser eleito em 1975 para a Assembleia da República e sucessivamente nas eleições seguintes, quer para a da República, quer para a Assembleia Regional, optando pela segunda, onde foi o primeiro presidente, em 1976. Viria a ser mandatário regional da primeira candidatura do general Ramalho Eanes, retirando-se depois, em 1984, da vida política e dedicando-se à […]

Padre Martins Júnior de Cristina Carvalho, texto e Rafaela Rodrigues, ilustração, coleção Vidas (Des)Conhecidas, Cadmus, Funchal, março de 2025, ilha da Madeira.

Cristina Carvalho, texto e Rafaela Rodrigues, ilustração, Padre Martins Júnior Coleção Vidas (Des)Conhecidas, Cadmus, Funchal, março de 2025, ilha da Madeira. Na antiga vila de Machico nasceu José Martins Júnior, conhecido por Padre Martins. De criança astuta e sonhadora, ascendeu a jovem seminarista. Nos saraus, por si organizados, refinou e incutiu a graça da música, do teatro, do folclore e da poesia aos habitantes da Madeira e Porto Santo. Em África, desafiou a guerra com um vibrante acordeão ao peito. Privou com Zeca Afonso em tertúlias intelectuais que culminavam em cantorias. Na paróquia da Ribeira Seca, após o 25 de […]

José Mário Branco no mural “A Cantiga é Uma Arma” da dupla Ruído, Frederico Draw e Rodrigo Alma, Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024, Machico, ilha da Madeira

José Mário Branco (1942-2019) Pormenor do mural A Cantiga é Uma Arma, homenagem ao padre Martins Júnior (1938-2025) Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-) Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024 Machico, ilha da Madeira Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresenta o projeto “Murais de Liberdade”, que visa criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de […]

Rodrigo Alma e Frederico Draw na inauguração de “A Cantiga é Uma Arma”, Casa da Música de Machico, 6 de setembro de 2024, Machico, ilha da Madeira

Inauguração de A Cantiga é Uma Arma Homenagem ao padre Martins Júnior (1938-2025) Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-) . Casa da Música de Machico, 6 de setembro de 2024 Machico, ilha da Madeira Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresenta o projeto “Murais de Liberdade”, que visa criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas […]

Inauguração de A Cantiga é Uma Arma, mural da dupla Ruído, Frederico Draw e Rodrigo Alma, Casa da Música de Machico, 6 de setembro de 2024, Machico, ilha da Madeira

A Cantiga é Uma Arma Homenagem ao padre Martins Júnior (1938-2025) Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-) com Lino Bernardo Calaça Martins e Ricardo Franco, presidente da câmara municipal de Machico. Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024 Machico, ilha da Madeira Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresenta o projeto “Murais de Liberdade”, que visa criar uma série de 14 murais em […]

A Cantiga é Uma Arma, mural da dupla Ruído, Frederico Draw e Rodrigo Alma, Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024, Machico, ilha da Madeira

A Cantiga é Uma Arma Homenagem ao padre Martins Júnior (1938-2025) Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-) Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024 Machico, ilha da Madeira Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresenta o projeto “Murais de Liberdade”, que visa criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas marcantes relacionados […]

A Cantiga é Uma Arma, mural da dupla Ruído, Frederico Draw e Rodrigo Alma, Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024, Machico, ilha da Madeira

A Cantiga é Uma Arma Homenagem ao padre Martins Júnior (1938-2025) Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-) Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024 Machico, ilha da Madeira Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresenta o projeto “Murais de Liberdade”, que visa criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas marcantes relacionados […]

A Cantiga é Uma Arma, mural da dupla Ruído, Frederico Draw e Rodrigo Alma, Casa da Música de Machico, 6 de setembro de 2024, Machico, ilha da Madeira

A Cantiga é Uma Arma Homenagem ao padre Martins Júnior (1938-2025) Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-) Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024 Machico, ilha da Madeira Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresenta o projeto “Murais de Liberdade”, que visa criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas marcantes relacionados […]

A Cantiga é Uma Arma, mural da dupla Ruído, Frederico Draw e Rodrigo Alma, Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024, Machico, ilha da Madeira

A Cantiga é Uma Arma Homenagem ao padre Martins Júnior (1938-2025) Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-) Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024 Machico, ilha da Madeira Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresenta o projeto “Murais de Liberdade”, que visa criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas marcantes relacionados […]

A Cantiga é Uma Arma, mural da dupla Ruído, Frederico Draw e Rodrigo Alma, Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024, Machico, ilha da Madeira

A Cantiga é Uma Arma Homenagem ao padre Martins Júnior (1938-2025) Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Rodrigo Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-) Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024 Machico, ilha da Madeira Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresenta o projeto “Murais de Liberdade”, que visa criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas marcantes relacionados […]

‘Machico, terra de Abril’ promove reflexão sobre a Revolução, Centro Cívico Cultural e Social da Ribeira Seca, 23 de abril de 2026, Machico, ilha da Madeira

‘Machico, terra de Abril’ promove reflexão sobre a Revolução Sob a imagem do padre Martins Júnior (1938-2025) Comemorações dos 52 anos do 25 de Abril no concelho, promovidas pela Câmara Municipal e que tiveram início no dia 17 de abril de 2026. Testemunhos de Diamantino Alturas, Assunção Bacanhim e Bernardo Martins Centro Cívico Cultural e Social da Ribeira Seca, 23 de abril de 2026 Machico, ilha da Madeira Lino Bernardo Calaça Martins (Machico, ) é doutor em Ilhas Atlânticas: História, Património e Quadro Jurídico-Institucional pela Universidade da Madeira (2023). Mestre em Estudos Regionais e Locais pela Faculdade de Artes e […]

Mês das Almas, novembro de 2025, núcleo da memória do antigo convento de Santo André, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Mês das Almas, Novembro de 2025. Cartaz do núcleo da memória do antigo convento de Santo André. Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O convento de Santo André foi fundado por Diogo Vaz Carreiro no antigo lugar dos Ermitães, só recebendo aprovação de edificação por bula de 1 de maio de 1585. As obras teriam sido iniciadas em 1567, falecendo Diogo Vaz Carreiro a 14 de outubro de 1581. A viúva veio ainda a acabar a inicial edificação por 1583. O Convento foi entretanto objecto de profunda remodelação entre os meados do século XVII e os […]

Sala dos Mártires de Lisboa, óleos sobre madeira de oficina portuguesa, 1525 (c.), Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Sala dos Mártires de Lisboa. Óleos sobre madeira de oficina portuguesa, 1525 (c.). Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado. Igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. A pintura portuguesa do início do século XVI foi essencialmente religiosa, na tradição do que se vinha fazendo desde os meados da centúria anterior. Portugal, ao contrário do que acontecia noutros centros europeus, não deu importância de maior à temática laica, nomeadamente à mitologia clássica. Seria necessário esperar algumas décadas para que este fenómeno, com grande representatividade na Itália, na Flandres e nos Países […]

Vitrina dos marfins orientais, oficinas de Goa, do Ceilão e outras, 1550 (c.) e seguintes, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Vitrina dos marfins orientais. Oficinas de Goa, do Ceilão e outras, 1550 (c.) e seguintes. Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado. Igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O colégio jesuíta de Ponta Delgada, da evocação de Todos os Santos, foi fundado em janeiro de 1591 por três religiosos do colégio de Angra, em terrenos cedidos por João Lopes Henriques, vindo tomar posse do mesmo terreno o padre Fernão Guerreiro, natural de Almodôvar, no Alentejo. As obras, como residência dos padres do colégio de Angra, começaram precariamente em 1 de […]

Fachada do antigo convento de Santo André, campanha de reforma de de 1762 e seguintes, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Fachada do antigo convento de Santo André.  Campanha de reforma de de 1762, data que aparece no portal da cerca (?) Grande reabilitação de 1818 a 1820 (c.) e seguintes. Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O convento de Santo André foi fundado por Diogo Vaz Carreiro no antigo lugar dos Ermitães, só recebendo aprovação de edificação por bula de 1 de maio de 1585. As obras teriam sido iniciadas em 1567, falecendo Diogo Vaz Carreiro a 14 de outubro de 1581. A viúva veio ainda a acabar a inicial edificação por 1583. O Convento foi […]

Interior da igreja do antigo convento de Santo André, reposição de 1818 a 1820 (c.) e seguintes, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Interior da igreja do antigo convento de Santo André.  Campanha de reforma e reabilitação de 1818 a 1820 (c.) e seguintes. Reposição de elementos, por certo, anteriores. Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O convento de Santo André foi fundado por Diogo Vaz Carreiro no antigo lugar dos Ermitães, só recebendo aprovação de edificação por bula de 1 de maio de 1585. As obras teriam sido iniciadas em 1567, falecendo Diogo Vaz Carreiro a 14 de outubro de 1581. A viúva veio ainda a acabar a inicial edificação por 1583. O Convento foi entretanto objecto de […]

Armário paramenteiro da sacristia da igreja do antigo convento de Santo André, reposição de 1818 a 1820 (c.) e seguintes, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Armário paramenteiro da sacristia da igreja do antigo convento de Santo André.  Campanha de reforma e reabilitação de 1818 a 1820 (c.) e seguintes. Reposição de elementos, por certo, anteriores. Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O convento de Santo André foi fundado por Diogo Vaz Carreiro no antigo lugar dos Ermitães, só recebendo aprovação de edificação por bula de 1 de maio de 1585. As obras teriam sido iniciadas em 1567, falecendo Diogo Vaz Carreiro a 14 de outubro de 1581. A viúva veio ainda a acabar a inicial edificação por 1583. O Convento foi […]

Grade do palratório e roda do antigo convento de Santo André, reforma de 1818 a 1820 (c.) e seguintes, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Grade do palratório e roda do antigo convento de Santo André. Campanha de reforma e reabilitação de 1818 a 1820 (c.) e seguintes. Cadeira de rodas com assento de palhinha de 1860 (c.) Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O convento de Santo André foi fundado por Diogo Vaz Carreiro no antigo lugar dos Ermitães, só recebendo aprovação de edificação por bula de 1 de maio de 1585. As obras teriam sido iniciadas em 1567, falecendo Diogo Vaz Carreiro a 14 de outubro de 1581. A viúva veio ainda a acabar a inicial edificação por 1583. […]

Braços do cadeiral do coro do antigo convento de Santo André, 1650 (c.) e seguintes, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Braços do cadeiral do coro do antigo convento de Santo André. Elementos de épocas várias com reposição por 1650 (c.) e seguintes. Campanha de reforma e reabilitação de 1818 a 1820 (c.) e seguintes. Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O convento de Santo André foi fundado por Diogo Vaz Carreiro no antigo lugar dos Ermitães, só recebendo aprovação de edificação por bula de 1 de maio de 1585. As obras teriam sido iniciadas em 1567, falecendo Diogo Vaz Carreiro a 14 de outubro de 1581. A viúva veio ainda a acabar a inicial edificação por […]

Coro do antigo convento de Santo André, reforma de 1818 a 1820 (c.), Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Coro do antigo convento de Santo André. Elementos de épocas várias com campanha de reforma e reabilitação de 1818 a 1820 (c.) e seguintes. Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O convento de Santo André foi fundado por Diogo Vaz Carreiro no antigo lugar dos Ermitães, só recebendo aprovação de edificação por bula de 1 de maio de 1585. As obras teriam sido iniciadas em 1567, falecendo Diogo Vaz Carreiro a 14 de outubro de 1581. A viúva veio ainda a acabar a inicial edificação por 1583. O Convento foi entretanto objecto de profunda remodelação entre […]

Painéis de azulejos mudéjares, oficinas de Sevilha (atr.), 1520 (c.), núcleo do convento de Santo André, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Painéis de azulejos mudéjares. Oficinas de Sevilha (atr.), 1520 (c.) Andar sobre os claustro do convento de Santo André, campanha de 1650 (c.) e seguintes. Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O convento de Santo André foi fundado por Diogo Vaz Carreiro no antigo lugar dos Ermitães, só recebendo aprovação de edificação por bula de 1 de maio de 1585. As obras teriam sido iniciadas em 1567, falecendo Diogo Vaz Carreiro a 14 de outubro de 1581. A viúva veio ainda a acabar a inicial edificação por 1583. O Convento foi entretanto objecto de profunda remodelação […]

Milagre das Águas de São Francisco Xavier, óleo de autor anónimo, 1680 (c.), Museu de Marinha, Lisboa, Portugal.

Milagre das Águas de São Francisco Xavier. (1506-1552) Óleo sobre tela, . Autor anónimo, 1680 (c.). Milagre de São Francisco Xavier (1506-1552) em que transformou a água salgada em água doce, tendo saído de Macau na carraca Santa Cruz com destino ao Japão, Trata-se de uma representação presente em quase todos os colégios dos jesuítas, como no do Funchal, mandada pintar pelo reitor em 1665. Um dos interesses destas pinturas é a representação na nau, assim como dos contentores para recolher a água, muitas vezes cerâmicas e porcelanas chinesas dessa época. Museu de Marinha, complexo dos Jerónimos, Belém, Lisboa, Portugal.

Embaixada de São Francisco Xavier à Corte do Rei do Bungo, no Japão, óleo de Bento Coelho da Silveira, 1670 a 1675, colégio jesuíta de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Embaixada de São Francisco Xavier à Corte do Rei do Bungo, no Japão. Óleo sobre tela, 187 x 243 cm. Bento Coelho da Silveira (1617-1708), 1670 a 1675. Igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos de Ponta Delgada. Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado (MCMD5709), Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O colégio jesuíta de Ponta Delgada, da evocação de Todos os Santos, foi fundado em Janeiro de 1591 por três religiosos do colégio de Angra, em terrenos cedidos por João Lopes Henriques, vindo tomar posse do mesmo terreno o padre Fernão Guerreiro, natural de Almodôvar, […]

Milagre das Águas de São Francisco Xavier, óleo de Bento Coelho da Silveira, 1670 a 1675, colégio jesuíta de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Milagre das Águas de São Francisco Xavier. Óleo sobre tela, 187 x 243 cm. Bento Coelho da Silveira (1617-1708), 1670 a 1675. Milagre de São Francisco Xavier em que transformou a água salgada em água doce e pintura presente em quase todos os colégios dos jesuítas, como do Funchal, mandada pintar pelo reitor em 1665. Um dos interesses destas pinturas é a representação na nau, assim como dos contentores para recolher a água, quase sempre cerâmicas e porcelanas chinesas dessa época, como aqui, com potes de oficina da dinastia Qing (1644-1912), período Kangxi (1622-1722), 1670 (c.) Igreja do colégio jesuíta […]

Pormenor de Cristo no Túmulo, óleo de Joaquim Vitorino Ribeiro, Paris, 1879, igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Pormenor do Cristo Morto ou Cristo no Túmulo Óleo de Joaquim Vitorino Ribeiro (1849-1928), Paris, 1879 Altar lateral da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado, igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Obra que esteve exposta em Paris no Salon de 1879, recebendo boa crítica, o que levou o Autor a executar nova versão ainda nesse ano, então, o Mártir Cristão e que se encontra hoje no Museu Nacional Soares dos Reis, do Porto. Adquirida no 𝘚𝘢𝘭𝘰𝘯 𝘥𝘦 𝘗𝘢𝘳𝘪𝘴 em 𝟭𝟴𝟳𝟵 pelo […]

Cristo no Túmulo, óleo de Joaquim Vitorino Ribeiro, Paris, 1879, igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Cristo Morto ou Cristo no Túmulo Óleo de Joaquim Vitorino Ribeiro (1849-1928), Paris, 1879 Altar lateral da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado, igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Obra que esteve exposta em Paris no Salon de 1879, recebendo boa crítica, o que levou o Autor a executar nova versão ainda nesse ano, então, o Mártir Cristão e que se encontra hoje no Museu Nacional Soares dos Reis, do Porto. Adquirida no 𝘚𝘢𝘭𝘰𝘯 𝘥𝘦 𝘗𝘢𝘳𝘪𝘴 em 𝟭𝟴𝟳𝟵 pelo 2.º 𝘝𝘪𝘴𝘤𝘰𝘯𝘥𝘦 […]

Cristo no Túmulo, óleo de Joaquim Vitorino Ribeiro, Paris, 1879, igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Cristo Morto ou Cristo no Túmulo Óleo de Joaquim Vitorino Ribeiro (1849-1928), Paris, 1879 Altar lateral da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado, igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Obra que esteve exposta em Paris no Salon de 1879, recebendo boa crítica, o que levou o Autor a executar nova versão ainda nesse ano, então, o Mártir Cristão e que se encontra hoje no Museu Nacional Soares dos Reis, do Porto. Adquirida no 𝘚𝘢𝘭𝘰𝘯 𝘥𝘦 𝘗𝘢𝘳𝘪𝘴 em 𝟭𝟴𝟳𝟵 pelo 2.º 𝘝𝘪𝘴𝘤𝘰𝘯𝘥𝘦 […]

Retábulo de Nossa Senhora da Assunção, 1690 (c.) e Cristo no Túmulo de Joaquim Vitorino Ribeiro, Paris, 1879, igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Retábulo de Nossa Senhora da Assunção com os Santos Padres da Companhia. Óleo sobre tela, 264 x 192 cm. de oficina açoriana, 1690 (c.). Cristo Morto ou Cristo no Túmulo de Joaquim Vitorino Ribeiro (1849-1928), Paris, 1879 Obra que esteve exposta em Paris no Salon de 1879, recebendo boa crítica, o que levou o Autor a executar nova versão ainda nesse ano, então, o Mártir Cristão e que se encontra hoje no Museu Nacional Soares dos Reis, do Porto. Adquirida no 𝘚𝘢𝘭𝘰𝘯 𝘥𝘦 𝘗𝘢𝘳𝘪𝘴 em 𝟭𝟴𝟳𝟵 pelo 2.º 𝘝𝘪𝘴𝘤𝘰𝘯𝘥𝘦 𝘥𝘢𝘴 𝘓𝘢𝘳𝘢𝘯𝘫𝘦𝘪𝘳𝘢𝘴, Manuel de Medeiros Costa Araújo e Albuquerque, esta pintura […]

Anjo ceroferário da capela-mor da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, reforma de 1740 (c.), Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Anjo ceroferário da capela-mor da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos. Anjo tocheiro. Madeira entalhada e policromada, 247 cm. Oficina açoriana (?), 1740 (c.). Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado. Igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O colégio jesuíta de Ponta Delgada, da evocação de Todos os Santos, foi fundado em janeiro de 1591 por três religiosos do colégio de Angra, em terrenos cedidos por João Lopes Henriques, vindo tomar posse do mesmo terreno o padre Fernão Guerreiro, natural de Almodôvar, no Alentejo. As obras, como residência […]

Interior da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, reforma de 1740 (c.) e seguintes, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores

Interior da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos. Talha de oficina açoriana, 1740 (c.). Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado. Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O colégio jesuíta de Ponta Delgada, da evocação de Todos os Santos, foi fundado em janeiro de 1591 por três religiosos do colégio de Angra, em terrenos cedidos por João Lopes Henriques, vindo tomar posse do mesmo terreno o padre Fernão Guerreiro, natural de Almodôvar, no Alentejo. As obras, como residência dos padres do colégio de Angra, começaram precariamente em 1 de novembro de 1592 e estariam sumariamente acabadas […]

Interior da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, reforma de 1740 (c.) e seguintes, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores

Interior da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos. Talha de oficina açoriana, 1740 (c.). Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado. Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O colégio jesuíta de Ponta Delgada, da evocação de Todos os Santos, foi fundado em janeiro de 1591 por três religiosos do colégio de Angra, em terrenos cedidos por João Lopes Henriques, vindo tomar posse do mesmo terreno o padre Fernão Guerreiro, natural de Almodôvar, no Alentejo. As obras, como residência dos padres do colégio de Angra, começaram precariamente em 1 de novembro de 1592 e estariam sumariamente acabadas […]

Sacristia da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, reforma de 1740 (c.) e seguintes, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Sacristia da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos. Mobiliário de oficina açoriana, 1740 (c.) e seguintes. Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado. Igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O colégio jesuíta de Ponta Delgada, da evocação de Todos os Santos, foi fundado em janeiro de 1591 por três religiosos do colégio de Angra, em terrenos cedidos por João Lopes Henriques, vindo tomar posse do mesmo terreno o padre Fernão Guerreiro, natural de Almodôvar, no Alentejo. As obras, como residência dos padres do colégio de Angra, começaram precariamente […]

Retábulo de Nossa Senhora da Assunção com os Santos Padres da Companhia, óleo de oficina açoriana, 1690 (c.), igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Retábulo de Nossa Senhora da Assunção com os Santos Padres da Companhia. Oficina açoriana, 1690 (c.). Óleo sobre tela, 264 x 192 cm. Altar lateral da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado. Igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O colégio jesuíta de Ponta Delgada, da evocação de Todos os Santos, foi fundado em janeiro de 1591 por três religiosos do colégio de Angra, em terrenos cedidos por João Lopes Henriques, vindo tomar posse do mesmo terreno o padre Fernão Guerreiro, natural […]

Nossa Senhora do Rosário, oficina luso-flamenga ou flamenga, 1530 (c.), Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Nossa Senhora do Rosário. Madeira entalhada e policromada, 132 cm. Oficina luso-flamenga ou flamenga, 1530 (c.) Proveniente da coleção do poeta, dramaturgo e etnógrafo Dr. Armando Córtes Rodrigues (1891-1971) Nas paredes a vida de São Francisco Xavier (1506-1552) em óleos de Bento Coelho da Silveira (1617-1708), 1670 a 1675. Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado, igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O colégio jesuíta de Ponta Delgada, da evocação de Todos os Santos, foi fundado em janeiro de 1591 por três religiosos do colégio de Angra, em terrenos cedidos […]

Nossa Senhora do Rosário, oficina flamenga ou luso-portuguesa, 1530 (c.), Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Nossa Senhora do Rosário. Madeira entalhada, estofada e policromada, 133,5 cm. Oficina flamenga ou portuguesa de inspiração flamenga (atr.), 1530 (c.) Proveniente da coleção do poeta, dramaturgo e etnógrafo Dr. Armando Córtes Rodrigues (1891-1971) Núcleo da igreja jesuíta de Todos os Santos do colégio de Ponta Delgada Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

São Miguel, gesso de Numídico Bessone, 1940, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

São Miguel, arcanjo. Gesso, 280 x 120 cm. Numídico Bessone (1913-1985), 1940. Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O bronze, entretanto, encomendado pela Câmara Municipal de Ponta Delgada, só foi inaugurado a 29 de setembro de 1955.

Bom Pastor, oficina de Goa, 1650 (c.), Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Bom Pastor. Marfim, alt. 66,5 cm. Oficina de Goa. Século XVII, 1650 (c.). Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Grande Bom Pastor, encimado pela figura de Deus Pai, com os galhos da Árvore da Vida originais, o que é raro. No andar inferior Santa Maria Madalena, sentada numa posição bastante oriental; no andar intermédio, uma figura orando, com um livro ao lado e, no andar superior, Nossa Senhora e São José. Bibliografia: António e Margarida Teves de Oliveira, Imaginária em marfim na ilha de São Miguel, catálogo de exposição organizada no Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, […]

Mulher com cesto de adivinhação, escultor Luba de Angola (atr.), 1890 (c.), Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel.

Mulher com cesto de adivinhação. Madeira entalhada e patinada. Escultor Luba da Lunda de Angola (atr.), atelier do Mestre Mulongo (atr.), 1890 (c.). Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel Os séculos XVIII e XIX testemunharam uma florescente tradição escultórica Luba e Lunda, entre a atual área do Katanga do Congo e a Lunda de Angola, desenvolvida para identificar e glorificar o rei, os chefes e os oficiais titulados que constituíam a complexa hierarquia de liderança dentro do império Luba. Como muitos povos africanos, os Luba consideram seus reis como divinos, dotados de poderes sobrenaturais que podem influenciar […]

Cadeira de soba Tchokwe, Angola, 1890 (c.), Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores

Cadeira de soba Tchokwe Chokwe Chief’s Chair, chitwamo ca mangu or njunga Madeira entalhada e patinada, com tampo em pele, 115 x 47 x 44 cm. Dada como recolhida pelo almirante Craveiro Lopes, final do século XIX, 1890 (c.) Infelizmente, os dados que possuímos para a família Craveiro Lopes são para vários oficiais generais do Exército, ao longo de 3 ou 4 gerações, mas não da Armada Museu Carlos Machado (Inv. 15005), Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Cadeira com espaldar rematado por travessa com quatro mukixis com máscaras Cikunza, patrono da mukanda e máscaras Cihongo, do ancestral masculino […]

Máscara Mwana-Pwo, escultor Tshokwe de Angola, 1950 (c.), coleção privada da Lagoa, Portugal.

Máscara Mwana Pwo. Madeira entalhada e patinada com toucado de rede. Escultor Tshokwe de Angola, 1950 (c.) Fotografia de João Carita, Lagoa de Albufeira, 4 de abril de 2026 Coleção de Hélder Carita, Lagoa, Portugal O rosto desta máscara  Mwana Pwo é ornamentado com a representação das tatuagens ou escarificações mais tradicionais dos tchokwe. É possível observar na região da testa da máscara o cingelyengelye, entrelaçado cruciforme de extremidades triangulares e que na sua forma mais comum lembra a cruz de Malta. Encontrado tanto em pingentes, como em tatuagens e escarificações, o cingelyengelye é o símbolo identitário mais conhecido dos […]

Fiadeira dos Açores, óleo de Domingos Rebelo, 1918, coleção particular, Portugal.

Mulher a fiar Óleo sobre tela, 90 x 70 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1918. Vendido na Cabral Moncada Leilões, Lisboa, 28 maio 2018, lote 250, avaliado entre €2,000 – €3,000, vendido por €2,700.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu da Cidade de Lisboa). […]

Moinho flamengo dos Açores, óleo de Domingos Rebelo, 1920, coleção particular, Portugal.

Moinho flamengo dos Açores Óleo sobre tela, 66 x 94 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1920. Vendido na Cabral Moncada Leilões, Lisboa, 14 set. 2018, lote 311, avaliado entre €3,500 – €5,250, vendido por €3,500.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu da Cidade de […]

Assinatura da “Natureza morta com abóbora”, óleo de Domingos Rebelo, 1927, São Miguel, Açores.

Assinatura da Natureza morta com abóbora Óleo sobre tela, 80 x 102,5 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1927. Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 6 jul. 2021, lote 185, avaliado entre €4,000 – €6,000, vendido por €4,000.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho […]

Natureza morta com abóbora, óleo de Domingos Rebelo, 1927, São Miguel, Açores.

Natureza morta com abóbora Óleo sobre tela, 80 x 102,5 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1927. Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 6 jul. 2021, lote 185, avaliado entre €4,000 – €6,000, vendido por €4,000.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu […]

Trabalho agrícola, óleo de Domingos Rebelo, 1924 (c.), São Miguel, Açores.

Trabalho agrícola. Óleo sobre tela, 129,5 x 140 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1924 (c.). Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 6 jul. 2021, lote 247, avaliado entre €2,600 – €3,600, vendido por €5,500.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu da […]

Trabalho agrícola, óleo de Domingos Rebelo, 1924 (c.), São Miguel, Açores.

Trabalho agrícola. Óleo sobre tela, 129,5 x 140 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1924 (c.). Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 6 jul. 2021, lote 247, avaliado entre €2,600 – €3,600, vendido por €5,500.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu da […]

Verso da moldura da paisagem campestre, óleo de Domingos Rebelo, França (?), 1912 (c.), Portugal.

Verso da moldura da Paisagem campestre França (?) Óleo sobre papel colado em tela, 25,5 x 23,5 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1911 (c.). Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 15 dez. 2025, lote 289, avaliado entre €800 – €1,600, vendido por €3,000.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que […]

Paisagem campestre, óleo de Domingos Rebelo, França (?), 1912 (c.), Portugal.

Paisagem campestre. França (?) Óleo sobre papel colado em tela, 25,5 x 23,5 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1912 (c.). Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 15 dez. 2025, lote 289, avaliado entre €800 – €1,600, vendido por €3,000.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois […]

Assinatura do projeto de mural para retábulo “Via Veritas et Vita”, óleo e técnica mista de Domingos Rebelo, 1954, Portugal

Assinatura do projeto de mural para retábulo “Via Veritas et Vita” Óleo e técnica mista sobre tela, 445 x 410 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1954. Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 29 maio 2023, lote 289, avaliado entre €5,000 – €10,000, vendido por €9,000.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho […]

Pormenor do Calvário do projeto de mural para retábulo “Via Veritas et Vita”, óleo e técnica mista de Domingos Rebelo, 1954, Portugal

Pormenor do Calvário do projeto de mural para retábulo “Via Veritas et Vita” Óleo e técnica mista sobre tela, 445 x 410 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1954. Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 29 maio 2023, lote 289, avaliado entre €5,000 – €10,000, vendido por €9,000.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e […]

Pormenor do projeto de mural para retábulo “Via Veritas et Vita”, óleo e técnica mista de Domingos Rebelo, 1954, Portugal

Pormenor do projeto de mural para retábulo “Via Veritas et Vita” Óleo e técnica mista sobre tela, 445 x 410 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1954. Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 29 maio 2023, lote 289, avaliado entre €5,000 – €10,000, vendido por €9,000.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho […]

Projeto de mural para retábulo “Via Veritas et Vita”, óleo e técnica mista de Domingos Rebelo, 1954, Portugal

Projeto de mural para retábulo “Via Veritas et Vita” Óleo e técnica mista sobre tela, 445 x 410 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1954. Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 29 maio 2023, lote 289, avaliado entre €5,000 – €10,000, vendido por €9,000.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que […]

Título das “Velhas a rezar junto ao altar”, óleo de Domingos Rebelo, São Miguel, 1919, Açores

Título das Velhas a rezar junto ao altar Óleo sobre tela, 116 x 156 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1919. Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 19 jul. 2022, lote 121, avaliad0 entre €3,000 – €6,000, vendido por €3,200.00. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos […]

Assinatura das “Velhas a rezar junto ao altar”, óleo de Domingos Rebelo, São Miguel, 1919, Açores

Assinatura das Velhas a rezar junto ao altar Óleo sobre tela, 116 x 156 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1919. Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 19 jul. 2022, lote 121, avaliad0 entre €3,000 – €6,000, vendido por €3,200.00. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos […]

Velhas a rezar junto ao altar, óleo de Domingos Rebelo, São Miguel, 1919, Açores

Velhas a rezar junto ao altar Óleo sobre tela, 116 x 156 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1919. Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 19 jul. 2022, lote 121, avaliad0 entre €3,000 – €6,000, vendido por €3,200.00. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois […]

Assinatura de “Pensões do Senhor Santo Cristo”, óleo de Domingos Rebelo, 1940 (c.), ilha de São Miguel, Açores.

Pensões do Senhor Santo Cristo Assinatura de óleo sobre tela, 168 x 310 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), ilha de São Miguel, 1940 (c.). Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 19 jul. 2022, lote 577, avaliad0 entre €3,000 – €6,000, vendido por €7,000.00. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho […]

Pormenor de “Pensões do Senhor Santo Cristo”, óleo de Domingos Rebelo, 1940 (c.), ilha de São Miguel, Açores.

Pensões do Senhor Santo Cristo Pormenor de óleo sobre tela, 168 x 310 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), ilha de São Miguel, 1940 (c.). Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 19 jul. 2022, lote 577, avaliad0 entre €3,000 – €6,000, vendido por €7,000.00. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho […]

Pormenor de “Pensões do Senhor Santo Cristo”, óleo de Domingos Rebelo, 1940 (c.), ilha de São Miguel, Açores.

Pensões do Senhor Santo Cristo Pormenor de óleo sobre tela, 168 x 310 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), ilha de São Miguel, 1940 (c.). Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 19 jul. 2022, lote 577, avaliad0 entre €3,000 – €6,000, vendido por €7,000.00. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho […]

Pensões do Senhor Santo Cristo, óleo de Domingos Rebelo, 1940 (c.), ilha de São Miguel, Açores.

Pensões do Senhor Santo Cristo Óleo sobre tela, 168 x 310 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), ilha de São Miguel, 1940 (c.). Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 19 jul. 2022, lote 577, avaliad0 entre €3,000 – €6,000, vendido por €7,000.00. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou […]

Pescador da praia dos Mosteiros, óleo de Domingos Rebelo, ilha de São Miguel, 1924, coleção particular dos Açores.

Pescador da praia dos Mosteiros Óleo sobre madeira Domingos Rebelo (1891-1975), ilha de São Miguel, 1924. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu da Cidade de Lisboa). Com apenas 15 anos, partiu para Paris, tendo os estudos sido custeados por Duarte de […]

Santa Catarina e Marina Forum, José António Paradela, 1990 e seguintes, Funchal, ilha da Madeira

Capela de Santa Catarina e Marina Forum. Reformas de 1680 (c.) e do Arq. José António Paradela (1937-2023), 1990 e seguintes. Fotografia de 2025. Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira. José António Bóia Paradela (Ílhavo, 30 out. 1937-idem, 21 fev. 2023), serralheiro civil e embarcadiço na pesca do bacalhau até aos 18 anos, foi depois arquiteto e bolseiro da Gulbenkian, assinando por vezes os seus textos como Ábio de Lápara, tendo trabalhado na Madeira onde foi coordenador do Plano de Ordenamento Territorial da Região Autónoma da Madeira (POTRAM), tendo sido autor da reformulação do Four Views Baía, antigo Hotel […]

Sports Bar Restaurante, instalação de 2018 (c.) sobre prédio de 1620 (c.) com baluarte oeste de São Lourenço, Rua das Fontes, Funchal, ilha da Madeira.

The Factory Sports Bar Restaurante e baluarte oeste da fortaleza e palácio de São Lourenço Reformulação de 2020 (c.) sobre prédio de 1620 (c.). Baluarte com campanha de obras de Mateus Fernandes (III) (c. 1520-1597), 1572 (c.) e ampliação para palácio de António Vila Vicêncio (c. 1720-1796), 1795 (c.). Fotografia de Paulo Santos Perneta/Wiky, 9 de agosto de 2019. Calçada de São Lourenço e Rua das Fontes, Funchal, ilha da Madeira. A antiga Rua das Fontes junto à fortaleza de São Lourenço e as respetivas fontes de João Dinis, obra referida pela primeira vez em 1490, quando ali procedia a […]

Sports Bar Restaurante, instalação de 2018 (c.) sobre prédio de 1620 (c.), Rua das Fontes, Funchal, ilha da Madeira.

Sports Bar Restaurante Reformulação de 2020 (c.) sobre prédio de 1620 (c.). Fotografia de 2025. Calçada de São Lourenço e Rua das Fontes, Funchal, ilha da Madeira. A antiga Rua das Fontes junto à fortaleza de São Lourenço e as respetivas fontes de João Dinis, obra referidas pela primeira vez em 1490, quando ali procedia a obras o pedreiro Garcia Fernandes, que rebocava também então os novos paços do concelho do Funchal, na sua reformulação de cerca de 1930, foram colocadas a descoberto após a aluvião de 20 de fevereiro de 2010, encontrando-se nos meses seguintes em trabalhos de reposição. […]

Casa do Turista, reforma de 1950 (c.), Rua das Fontes, Funchal, ilha da Madeira.

Casa do Turista The Famous Shop Casa fundada por Augustin Ramos (1905-16 maio 1986). Reformulação de 1950 (c.). Fotografia de 2025. Rua Conselheiro José Silvestre Ribeiro e Rua das Fontes, Funchal, ilha da Madeira. A antiga Rua das Fontes junto à fortaleza de São Lourenço e as respetivas fontes de João Dinis, obra referida pela primeira vez em 1490, quando ali procedia a obras o pedreiro Garcia Fernandes, que rebocava então os novos paços do concelho do Funchal, na sua reformulação de cerca de 1930, foram colocadas a descoberto após a aluvião de 20 de fevereiro de 2010, encontrando-se nos […]

Cartaz da Corrida Zona Militar da Madeira, Funchal, maio de 2025, ilha da Madeira

Largo dos Cafés, 2025, Avenida António José de Almeida, Funchal, ilha da Madeira

Largo dos Cafés Café Funchal e Café Apolo. Fotografia de 2025, Antiga avenida António José de Almeida, Funchal, ilha da Madeira O Largo dos Cafés Funchal, Apolo e Coral, foi, nos finais do século XX, verdadeiramente o centro social da cidade, sendo então apelidado de Triângulo das Bermudas, largo onde diariamente caia toda a população.

Cidade, óleo de Vieira da Silva, 1950 (c.), Kunsthaus de Zurique, Suíça.

Cidade. Óleo sobre tela. Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992), 1950 (c.). Fotografia de Paulo Morais-Alexandre, 2026. Kunsthaus de Zurique, Suíça. Maria Helena Vieira da Silva (Lisboa, 13 jun. 1908; Paris, 6 mar. 1992). Filha do embaixador Marcos Vieira da Silva, ficou órfã de pai aos três anos, tendo sido educada pela mãe em casa do avô materno, José Joaquim da Silva Graça, diretor do jornal O Século. Tendo mostrado interesse, desde muito pequena, pela pintura e pela música começou a estudar pintura, a partir de 1919, com Emília Santos Braga e Armando Lucena, e em 1924, frequenta as aulas […]

Fontanário do Tribunal do Funchal, projeto do Arq. Januário Godinho de Almeida, 1962, Funchal, ilha da Madeira

Fontanário do Tribunal do Funchal. Cantaria cinzenta e vermelha de Cabo Girão esculpidas. Projeto do Arq. Januário Godinho de Almeida (1910-1990) e escultura de António Duarte (1912-1998), 1960 a 1962. Fotografia de 2020. Tribunal do Funchal, Rua Marquês do Funchal, ilha da Madeira. O Ante-projecto, a aguarela e guache sobre papel, de Januário Godinho de Almeida (1910-1990), data de 1946, mas reformulado depois em 1960 e inaugurado em 17 de julho de 1962. Pub., entre outros, por José Manuel de Sainz-Trueva e Nelson Veríssimo, Esculturas da Região Autónoma da Madeira. Inventário, DRAC, Funchal, 1996, p. 275.

Centro Cívico de Santa Maria Maior, 2020, Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira

Centro Cívico de Santa Maria Maior. Núcleo Museológico de Arte Popular do Grupo Folclórico e Etnográfico da Boa Nova Centro Cívico de Santa Maria Maior, Rua das Murteiras, 25 B, Funchal, ilha da Madeira A 20 de dezembro de 2023, por iniciativa do Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova, foi aqui apresentado do Museu Virtual dos Embutidos da Madeira, no Auditório do Centro Cívico de Santa Maria Maior. “Este projecto nasce após as publicações das duas obras ‘Os Grandes Mestres Marceneiros-embutidores da Ilha da Madeira – Escola Industrial António de Augusto Aguiar‘, editadas em 2021 e 2022, pela Associação: […]

Marina Forum, José António Paradela, 1990 e seguintes, Funchal, ilha da Madeira

Marina Forum. Reforma do Arq. José António Paradela (1937-2023), 1990 e seguintes. Fotografia de 2025. Avenida Arriaga e Rua Conselheiro José Silvestre Ribeiro, Funchal, ilha da Madeira. José António Bóia Paradela (Ílhavo, 30 out. 1937-idem, 21 fev. 2023), serralheiro civil e embarcadiço na pesca do bacalhau até aos 18 anos, foi depois arquiteto e bolseiro da Gulbenkian, assinando por vezes os seus textos como Ábio de Lápara, tendo trabalhado na Madeira onde foi coordenador do Plano de Ordenamento Territorial da Região Autónoma da Madeira (POTRAM), tendo sido autor da reformulação do Four Views Baía, antigo Hotel São João, que recebeu […]

Edifício Arriaga, 2020, Praça interior da ACIF, Funchal, ilha da Madeira.

Edifício Arriaga. Antigo edifício do Hotel Voga e outros  Fotografia de Madeira Legacy, 2025. Praça interior da ACIF, Funchal, ilha da Madeira. Edifício Arriaga que absorveu, entre outros, o antigo Hotel Voga, que já fora reposto entre 1942 e 1945.

Edifício Arriaga e Loja do Cidadão, 2020, Avenida Arriaga, Funchal, ilha da Madeira.

Edifício Arriaga e Loja do Cidadão. Antigo edifício do Hotel Voga  Fotografia de Madeira Legacy, 2025. Avenida Arriaga e Rua Conselheiro José Silvestre Ribeiro, Funchal, ilha da Madeira. Edifício Arriaga que absorveu, entre outros, o antigo Hotel Voga, que já fora reposto entre 1942 e 1945.

Edifício Arriaga e Loja do Cidadão, 2020, Avenida Arriaga, Funchal, ilha da Madeira.

Edifício da Loja do Cidadão. Edifício Arriaga Fotografia de Madeira Legacy, 2025. Avenida Arriaga, Funchal, ilha da Madeira. Edifício Arriaga que absorveu também o antigo Hotel Voga, que já fora reposto entre 1942 e 1945.

Edifício Arriaga e Loja do Cidadão, 2026, Avenida Arriaga, Funchal, ilha da Madeira.

Edifício da Loja do Cidadão. Antigo edifício do Hotel Voga  Fotografia de Rui Marote, 2026. Avenida Arriaga e Rua Conselheiro José Silvestre Ribeiro, Funchal, ilha da Madeira. Edifício Arriaga que absorveu o antigo Hotel Voga, que já fora reposto entre 1942 e 1945.

Antiga Casa da Luz, Museu de Eletricidade, arquiteto Chorão Ramalho, 1956 e João Francisco Caires, 1997, Funchal, ilha da Madeira.

Antiga Casa da Luz, Museu de Eletricidade Projeto inicial de Raul Chorão Ramalho (1914-2002), 1956, com projeto de reabilitação do arquiteto João Francisco Caires, Atelier Caires, 1997 (c.). Com monumento à Autonomia de Ricardo Velosa (1946-), 1987, para aqui transferido em maio de 1990. Empresa de Eletricidade da Madeira. Fotografia de 2026. Praça da Autonomia e Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira. A estátua da Autonomia, conhecida como Cicciolina (Ilona Anna Staller, Budapeste, 1951-), bronze, 5,8 metros (c.), foi inaugurada junto ao aeroporto de Santa Catarina, em Santa Cruz, a 1 de julho de 1987, foi transferida para o […]

Cartaz da Procissão do Voto de São Tiago Menor com óleo de Rui Carita, 2026, Câmara Municipal do Funchal, ilha da Madeira.

Cartaz da Procissão do Voto de São Tiago Menor, 2026 Funchal, 1 de maio de 2026 Santiago Menor, padroeiro do Funchal, pintura a óleo por monotipia, 100 x 70 cm.; Rui Carita (1946-), 1987. Sala da Assembleia Municipal do Funchal. Câmara Municipal do Funchal, ilha da Madeira. Cronologia do Voto: 1521, 7 mar. – grande surto de peste no Funchal, que chega a levar ao abandono parcial da cidade; 11 jun. – auto do voto da cidade em que saiu por sortes como padroeiro Santiago Menor; 1523, 24 jan. – renovação voto da cidade a Santiago Menor; 21 jan. – […]

Pote de porcelana Ming com garças, China, 1550 (c.), Museu Nacional Soares dos Reis, Porto, Portugal

Pote Ming com garças. Porcelana com decoração azul e branca, China, dinastia Ming (1368-1644), período Jiajing (1522-1567), 1550 (c.) Museu Nacional Soares dos Reis, Porto, Portugal. Este é um de dois grandes potes da dinastia Ming (1368-1644), do período Jiajing (1522-1567), pertencentes ao grande núcleo de porcelanas, que constitui um terço da coleção de cerâmica no MNSR. Entre as peças mais antigas, salientam-se os potes atrás referidos, vários pratos e uma taça também do século XVI. A China é uma civilização antiga cuja cerâmica é amplamente reconhecida. A proto-porcelana surgiu na China há cerca de 3.500 anos, na dinastia Shang […]

Conjunto de pratos de serviço de decoração azul e branco, dita Quatro Estações ou Fitzhugh, Guangzhou (Cantão), 1800 (c.), China

Conjunto de pratos de serviço de decoração azul e branco, dita Quatro Estações ou Fitzhugh. Porcelana azul e branca chinesa dita Companhia das Índias, de exportação para o mercado europeu e norte-americano, decoração a azul sob vidrado branco, tendo ao centro medalhão, ladeado por quatro conjuntos vegetalistas com rolos de papel e aba com friso de elementos vegetalistas. Oficina da dinastia Qing (1644-1912), período Qianlong (1735-1796) e Jiaqing (1796-1820), 1786 a 1820 (c.). Sessão de leilão do Palácio Correio Velho de 2026, Lisboa, Portugal. Serviço em porcelana branca chinesa de exportação geralmente designada por Companhia das Índias, de exportação para […]

Par de arrecadas de Odemira, 600 a. C. (c.), Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa, Portugal.

Par de arredadas de Odemira, Beja. Ouro, 46 mm. diâmetro x 6 mm, comp.; 10,52 gr. Odemira, Beja,  600 a. C. (c.), já da Idade do Ferro. Coleção de Ourivesaria Arcaica do Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa, Portugal. Pub. por Virgílio Correia, Rui Parreira e Armando Coelho Ferreira da Silva, Ourivesaria Arcaica em Portugal – O Brilho do Poder, Lisboa, CTTs, 2013, Portugal. As chamadas arrecadas de Odemira devem datar do século VIII a. C. ao século VI a. C., enquadrando-se no chamado Período Orientalizante, com uma estrutura de ouro laminado, repuxado e soldado. As técnicas da filigrana e do […]

Pulseira de Cantonha, Guimarães, 800 a. C. (c.), Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa, Portugal.

Bracelete de ouro. Ouro, 350; comp. 65; larg. 5 mm. Peso – 145 g. Pulseira de Cantonha, Guimarães,  800 a. C. (c.) Coleção de Ourivesaria Arcaica (Au 193) do Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa, Portugal. Pub. por Virgílio Correia, Rui Parreira e Armando Coelho Ferreira da Silva, Ourivesaria Arcaica em Portugal – O Brilho do Poder, Lisboa, CTTs, 2013, Portugal Esta obra das coleções de ourivesaria arcaica portuguesa, de autoria repartida entre o Dr. Virgílio Correia (1888-1944), o Dr. Rui Parreira (1954-) e o professor Dr. Armando Coelho Ferreira da Silva (1943-), diz respeito ao estudo de conservação e restauro das obras […]

Pulseira de Cantonha, Guimarães, 800 a. C. (c.), Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa, Portugal.

Bracelete de ouro. Ouro, 350; comp. 65; larg. 5 mm. Peso – 145 g. Pulseira de Cantonha, Guimarães,  800 a. C. (c.) Coleção de Ourivesaria Arcaica (Au 193) do Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa, Portugal. Pub. por Virgílio Correia, Rui Parreira e Armando Coelho Ferreira da Silva, Ourivesaria Arcaica em Portugal – O Brilho do Poder, Lisboa, CTTs, 2013, Portugal Esta obra das coleções de ourivesaria arcaica portuguesa, de autoria repartida entre o Dr. Virgílio Correia (1888-1944), o Dr. Rui Parreira (1954-) e o professor Dr. Armando Coelho Ferreira da Silva (1943-), diz respeito ao estudo de conservação e restauro das obras […]

Pulseira de Cantonha, Guimarães, 800 a. C. (c.), Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa, Portugal.

Bracelete de ouro. Ouro, 350; comp. 65; larg. 5 mm. Peso – 145 g. Pulseira de Cantonha, Guimarães,  800 a. C. (c.) Coleção de Ourivesaria Arcaica (Au 193) do Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa, Portugal. Pub. por Virgílio Correia, Rui Parreira e Armando Coelho Ferreira da Silva, Ourivesaria Arcaica em Portugal – O Brilho do Poder, Lisboa, CTTs, 2013, Portugal Esta obra das coleções de ourivesaria arcaica portuguesa, de autoria repartida entre o Dr. Virgílio Correia (1888-1944), o Dr. Rui Parreira (1954-) e o professor Dr. Armando Coelho Ferreira da Silva (1943-), diz respeito ao estudo de conservação e restauro das obras […]

Edifícios do Arquivo Regional, Biblioteca Pública da Madeira e Piscinas, fotografia de 2022 (c.), Penteada, São Roque, Funchal, ilha da Madeira.

Edifícios do Arquivo Regional, Biblioteca Pública da Madeira e Piscinas. Com igreja de São José de São Roque. Fotografia por drone de 2022 (c.). Penteada, São Roque, Funchal, ilha da Madeira.

Vilão na Levada do Curral e Castelejo, fotografia de Álvaro Nascimento Figueira, 1930 (c.), Freguesia de Santo António, Funchal, ilha da Madeira.

Vilão na Levada do Curral e Castelejo. Reposição de 1930 a 1950, conforme inscrições. Fotografia de Álvaro Nascimento Figueira (1885-1967), Foto Figueiras, 1930 (c.). Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, PHF 107, em depósito no ABM Freguesia de Santo António, Funchal, ilha da Madeira Levada do Curral e Castelejo ou Nova do Curral e Castelejo ou de Santo Amaro. Madre antiga: Ribeira do Curral das Freiras ou dos Socorridos (520 mts) – Fim: Sítio do Avista Navios, São Martinho (220 mts) – 15 km.;  Madre actual: Ribeira da Lapa (325 mts) – Fim: Sítio do Avista Navios, São Martinho (220 mts) […]

“Pingueiras” da Levada do Curral e Castelejo, fotografia de José Lemos Silva, 2026, Freguesia de Santo António, Funchal, ilha da Madeira

“Pingueiras” da Levada do Curral e Castelejo. Reposição de 1930 a 1950, conforme inscrições. Fotografia de José Lemos Silva, 2026, Freguesia de Santo António, Funchal, ilha da Madeira Levada do Curral e Castelejo ou Nova do Curral e Castelejo ou de Santo Amaro. Madre antiga: Ribeira do Curral das Freiras ou dos Socorridos (520 mts) – Fim: Sítio do Avista Navios, São Martinho (220 mts) – 15 km.;  Madre actual: Ribeira da Lapa (325 mts) – Fim: Sítio do Avista Navios, São Martinho (220 mts) – 7 km.

Ourivesaria Arcaica em Portugal, O brilho do poder, Virgílio Correia, Rui Parreira e Armando Coelho Ferreira da Silva, Lisboa, CTTs, 2013, Portugal

Virgílio Correia, Rui Parreira e Armando Coelho Ferreira da Silva, Ourivesaria Arcaica em Portugal – O Brilho do Poder, Lisboa, CTTs, 2013, Portugal Esta obra, de autoria repartida entre o Dr. Virgílio Correia (1888-1944), o Dr. Rui Parreira (1954-) e o professor Dr. Armando Coelho Ferreira da Silva (1943-), diz respeito ao estudo de conservação e restauro das coleções de ourivesaria arcaica portuguesa que são Tesouro Nacional. Destacam-se os braceletes, as arrecadas e os torques executados com técnicas de decoração de uma riqueza e detalhe, que o transformam, sem qualquer dúvida, num dos melhores tesouros mundiais de ourivesaria de qualquer época.

Ourivesaria Portuguesa nas colecções particulares, Reynaldo dos Santos e Irene Quilhó, Vol. II, 1.ª edição, Lisboa, 1959, Portugal

Reynaldo dos Santos (1880-1970) e Irene Quilhó (1916-2004), Ourivesaria Portuguesa nas colecções particulares, vol. II, 1.ª edição, Lisboa, 1959, Gomil e salva seiscentista, cerca de 1650, da Fundação Ricardo Espírito Santo. Dr. Reynaldo dos Santos (Vila Franca de Xira, 3 dez. 1880 – Lisboa, 6 maio 1970). Médico e cirurgião, investigador e historiador de arte, tendo presidido à Academia Nacional de Belas-Artes e existindo escultura sua de Francisco Franco (1885-1955), de 1950 (c.), em gesso e em bronze, no museu do Funchal. A Academia de Belas-Artes foi criada a 25 out. 1836, por decreto da rainha D. Maria II (1836-40), […]

Ourivesaria Portuguesa nas colecções particulares, Reynaldo dos Santos e Irene Quilhó, 1.ª edição, Lisboa, 1959, Portugal

Família, terracota pintada de Ernesto Canto da Maya, 1930 (c.), coleção particular, Lisboa, Portugal.

Família (costas) Terracota pintada, 42 x 20 x 26 cm. Canto da Maya (Ernesto do Canto Faria e Maia, 1890-1981), Épreuve retouchée par l’artiste, prova de artista, 1930 (c.). Um outro exemplar desta Família de Ernesto Canto da Maya encontra-se no Núcleo do Recolhimento de Santa Bárbara do Museu Carlos Machado, tendo aparecido outro exemplar no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 29 de maio de 2023, lote 197, avaliada em €10,000 – €20,000 e vendida por €17,000.00 e ainda voltaria a aparecer outro, na mesma leiloeira, leilão de 9 março de 2026, lote 258, com a mesma avaliação e vendido por […]

Família, terracota pintada de Ernesto Canto da Maya, 1930 (c.), coleção particular, Lisboa, Portugal.

Família, Terracota pintada, 42 x 20 x 26 cm. Canto da Maya (Ernesto do Canto Faria e Maia, 1890-1981), Épreuve retouchée par l’artiste, prova de artista, 1930 (c.). Um outro exemplar desta Família de Ernesto Canto da Maya encontra-se no Núcleo do Recolhimento de Santa Bárbara do Museu Carlos Machado, tendo aparecido outro exemplar no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 29 de maio de 2023, lote 197, avaliada em €10,000 – €20,000 e vendida por €17,000.00 e ainda voltaria a aparecer outro, na mesma leiloeira, leilão de 9 março de 2026, lote 258, com a mesma avaliação e vendido por €10,000.00. […]

O beijo, terracota pintada de Ernesto do Canto da Maya, 1934 (c.), coleção privada, Portugal

O Beijo. Baiser Terracota pintada, 38,5 x 39 x 16 cm. Ernesto do Canto da Maya (1890-1981), 1934 (c.) Existe versão semelhante em que o homem não apresenta barba, no Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores e, ligeiramente diferente, com o homem com barba e o braço da mulher ligeiramente levantado, 95 x 80 x 55 cm., hoje no Museu Soares dos Reis (343 Esc), Porto, Portugal, adquirida pelo Estado em 2000 no leilão do Palácio do Correio Velho, Lisboa, 11 a 19 dez. 2000. Leilão do Palácio Correio Velho, Lisboa, 12 dez. 2022, lote 225, […]

Adão e Eva, terracota pintada Ernesto Canto da Maya, 1929-1939, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Adão e Eva. Terracota pintada, 167 cm. Ernesto do Canto Faria e Maia (1890-1981), 1929-1939. Trabalho que foi realizado para integrar uma fonte de jardim do arquiteto paisagista Paul Andrieu e que foi exibida no Salão de Outono de Paris em 1929. A obra que marca um ponto alto da maturidade do escultor, foi em 1935 adquirida pelo Estado francês e permaneceu no Museu de Jeu de Paume até 1947. O exemplar do Museu Nacional de Arte Contemporânea  (Inv. 918) foi adquirido em 1939 pelo Estado ao Autor e desconhecendo-se a data da versão dos Açores. Fotografia de 2019. Núcleo […]

A Mulher da Serpente, cerâmica pintada de Canto da Maya, 1930 a 1940, Museu Nacional do Azulejo, Lisboa, Portugal

La Femme au Serpent Cerâmica pintada, 44 x 17 x 36,5 cm. Canto da Maya (1890-1981), versão de 1930 ou 1940 de original de 1923. Figura feminina sobre base oval, sentada sobre si, com a perna esquerda fletida, unindo os braços junto ao peito. Nas mãos, abertas em concha, uma maçã e, por entre as pernas e com a cabeça junto ao ventre, uma serpente. O cabelo é apanhado junto à cabeça e cobre as orelhas sob a forma de vírgulas invertidas. Existe também versão na Gulbenkian, em poliéster, do Centro de Arte Moderna (Inv. 81E883) que participou em exposições […]

Mulher da serpente, Canto da Maya, 1923, exposição da Fundação Calouste Gulbenkian, Paris, fevereiro a abril de 1995, França

La Femme au Serpent Poliéster, 44 x 17 x 36,5 cm. Canto da Maya (1890-1981), 1923. Figura feminina sobre base oval, sentada sobre si, com a perna esquerda fletida, unindo os braços junto ao peito. Nas mãos, abertas em concha, uma maçã e, por entre as pernas e com a cabeça junto ao ventre, uma serpente. O cabelo é apanhado junto à cabeça e cobre as orelhas sob a forma de vírgulas invertidas, que participou em exposições várias, como entre 9 fev. e 6 abr. 1995, no Centre Culturel Portugais/FCG, Paris. Existe também versão no Museu Nacional do Azulejo (MNAz […]

Mulher da serpente, Canto da Maya, 1923, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal

La Femme au Serpent Poliéster, 44 x 17 x 36,5 cm. Canto da Maya (1890-1981), 1923. Figura feminina sobre base oval, sentada sobre si, com a perna esquerda fletida, unindo os braços junto ao peito. Nas mãos, abertas em concha, uma maçã e, por entre as pernas e com a cabeça junto ao ventre, uma serpente. O cabelo é apanhado junto à cabeça e cobre as orelhas sob a forma de vírgulas invertidas, que participou em exposições várias, como entre 9 fev. e 6 abr. 1995, no Centre Culturel Portugais/FCG, Paris. Existe também versão no Museu Nacional do Azulejo (MNAz […]

Sereia, gesso patinado de Canto da Maia, 1938 a 1940, Museu da Guarda, Portugal

Sereia Gesso patinado, 155 x 53 x 45 cm. Canto da Maya (Ernesto do Canto Faria e Maia, 1890-1981), Lisboa, 1938 a 1940. Figura híbrida, com membros superiores de mulher e membros inferiores de peixe, deitada de barriga para cima, com os braços estão estendidos para cima, o direito repousa à volta cabeça enquanto o esquerdo se eleva ao nível do queixo. Tem longos cabelos ondulados. A parte inferior é constituída por duas caudas. A cauda esquerda contorce-se para cima da direita. Toda a figura assenta em pequena base retangular. Tudo leva a crer que tenha sido o molde inicial […]

Sereia, gesso patinado de Canto da Maia, 1938 a 1940, Museu da Guarda, Portugal

Sereia Gesso patinado, 155 x 53 x 45 cm. Canto da Maya (Ernesto do Canto Faria e Maia, 1890-1981), Lisboa, 1938 a 1940. Figura híbrida, com membros superiores de mulher e membros inferiores de peixe, deitada de barriga para cima, com os braços estão estendidos para cima, o direito repousa à volta cabeça enquanto o esquerdo se eleva ao nível do queixo. Tem longos cabelos ondulados. A parte inferior é constituída por duas caudas. A cauda esquerda contorce-se para cima da direita. Toda a figura assenta em pequena base retangular. Tudo leva a crer que tenha sido o molde inicial […]

Canto de Ilusão, terracota pintada de Canto da Maya, 1929, Museu Nacional do Azulejo, Lisboa, Portugal

Canto de Ilusão Terracota pintada, 46,5 x 34,5 x 5 cm. Canto da Maya (Ernesto do Canto Faria e Maia, 1890-1981), Lisboa, 1929. Um outro exemplar encontra-se no Museu Carlos Machado de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores Baixo-relevo em terracota polícroma, a verde e amarelo. Representação da família, inscrita num espaço semi-circular, em forma de nicho. Representação sob a forma de um casal ajoelhado em que o homem abraça a mulher que segura uma criança nos braços. O fundo é paradisíaco, sendo constituído por flores, frutos e animais, hortências e uma árvore em flor, uma ovelha e uma […]

Assinatura de “O beijo”, terracota pintada de Ernesto do Canto da Maya, 1934 (c.), coleção privada, Portugal

O Beijo (assinatura). Baiser Terracota pintada Ernesto do Canto da Maya (1890-1981), 1934 (c.) Existe versão semelhante em que o homem não apresenta barba, no Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores e, ligeiramente diferente, com o homem com barba e o braço da mulher ligeiramente levantado, 95 x 80 x 55 cm., hoje no Museu Soares dos Reis (343 Esc), Porto, Portugal, adquirida pelo Estado em 2000 no leilão do Palácio do Correio Velho, Lisboa, 11 a 19 dez. 2000. Leilão de coleção privada, Portugal. Ernesto do Canto Faria e Maia ou somente Canto da Maya […]

O beijo (costas), terracota pintada de Ernesto do Canto da Maya, 1934 (c.), coleção privada, Portugal

O Beijo (costas). Baiser Terracota pintada, 38,5 x 39 x 16 cm. Ernesto do Canto da Maya (1890-1981), 1934 (c.) Existe versão semelhante em que o homem não apresenta barba, no Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores e, ligeiramente diferente, com o homem com barba e o braço da mulher ligeiramente levantado, 95 x 80 x 55 cm., hoje no Museu Soares dos Reis (343 Esc), Porto, Portugal, adquirida pelo Estado em 2000 no leilão do Palácio do Correio Velho, Lisboa, 11 a 19 dez. 2000. Leilão do Palácio Correio Velho, Lisboa, 12 dez. 2022, lote […]

O beijo, terracota pintada de Ernesto do Canto da Maya, 1934 (c.), coleção privada, Portugal

O Beijo. Baiser Terracota pintada, 38,5 x 39 x 16 cm. Ernesto do Canto da Maya (1890-1981), 1934 (c.) Existe versão semelhante em que o homem não apresenta barba, no Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores e, ligeiramente diferente, com o homem com barba e o braço da mulher ligeiramente levantado, 95 x 80 x 55 cm., hoje no Museu Soares dos Reis (343 Esc), Porto, Portugal, adquirida pelo Estado em 2000 no leilão do Palácio do Correio Velho, Lisboa, 11 a 19 dez. 2000. Leilão do Palácio Correio Velho, Lisboa, 12 dez. 2022, lote 225, […]

O beijo, terracota pintada de Ernesto Canto da Maya, 1934, Museu Soares dos Reis, Porto, Portugal.

O Beijo. Baiser Terracota pintada, 95 x 80 x 55 cm. Ernesto do Canto Faria e Maia (1890-1981), 1934. Existe versão ligeiramente diferente, em que o homem não apresenta barba, no Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Adquirida pelo Estado em 2000 no leilão do Palácio do Correio Velho, Lisboa, 11 a 19 dez. 2000. Museu Soares dos Reis (343 Esc MNSR), Porto, Portugal Ernesto do Canto Faria e Maia ou somente Canto da Maya (Ponta Delgada, Açores, 1890 – ibidem, 1981) desenvolveu a sua formação artística em Lisboa, Paris, Genebra e Madrid, e a carreira mais […]

Cabeça de rapariga, cerâmica patinada como bronze de Canto da Maya, 1925 (c.), Museu Nacional Soares dos Reis, Porto, Portugal.

Cabeça de rapariga Cerâmica patinada como bronze, 44 x 15 x 18 cm Ernesto do Canto da Maya (1890-1981), 1925 (c.). Assinatura gravada na base. Cabeça de rapariga com o rosto ligeiramente voltado para baixo, de cabelo apanhado atrás protegido por um véu muito fino; as linhas do rosto são simplificadas notando-se, em particular, a indefinição da íris. Corte vertical de cada um dos lados da base do pescoço. O suporte é um maciço paralelepipédico que faz parte integrante da obra. Pertenceu à Coleção Herdeiros de Canto da Maia e foi adquirida num leilão no Palácio do Correio Velho de […]

Pormenor do “Beni soit le fruit de tes entraille”, bronze de Canto da Maya, 1920 a 1922, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal

Pormenor de Beni soit le fruit de tes entrailles Bronze, 170 x 120 x 65 cm. Canto da Maya (1890-1981), 1920 a 1922 Uma versão deste trabalho foi apresentado em 1922, no Grand Palais, em Paris, no 15.º Salão de Outono, recebendo muito boas críticas na comunicação social parisiense, que pensamos que seja a versão que depois, em São Miguel, passou a usar o título em português Bendito seja o fruto do vosso ventre, 97 x 57 x 30,5 cm., hoje no Museu Carlos Machado (MCM5259), Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Nesta outra maior versão de Lisboa, o […]

Beni soit le fruit de tes entraille, bronze de Canto da Maya, 1920 a 1922, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal

Beni soit le fruit de tes entrailles Bronze, 170 x 120 x 65 cm. Canto da Maya (1890-1981), 1920 a 1922 Uma versão deste trabalho foi apresentado em 1922, no Grand Palais, em Paris, no 15.º Salão de Outono, recebendo muito boas críticas na comunicação social parisiense, que pensamos que seja a versão que depois, em São Miguel, passou a usar o título em português Bendito seja o fruto do vosso ventre, 97 x 57 x 30,5 cm., hoje no Museu Carlos Machado (MCM5259), Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Nesta outra maior versão de Lisboa, o homem apresenta […]

Bendito seja o fruto do vosso ventre, terracota pintada de Canto da Maya, 1922 (c.), Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores

Bendito seja o fruto do vosso ventre Terracota pintada, 97 x 57 x 30,5 cm. Canto da Maya (1890-1981), 1920 a 1922 Uma versão deste trabalho  intitulado “Beni soit le fruit de tes entrailles” foi apresentado em 1922, no Grand Palais, em Paris, no 15.º Salão de Outono, recebendo muito boas críticas na comunicação social parisiense. Uma outra versão onde o homem apresenta cabelo curto (170 x 120 x 65 cm.), pertence ao Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, adquirida em 1986 (Inv. 86E636) e foi passada a bronze, tendo estado no jardim e hoje (2026), […]

Canto da Maya, Lisboa, CAM da Fundação Calouste Gulbenkian / Instituto Português do Património Cultural, 1990, Portugal

Canto da Maya (Ernesto do Canto Faria e Maia, 1890-1981) O catálogo apresenta esculturas e desenhos de Canto de Maia. Contém três textos de apresentação, quatro textos sobre o artista e a sua obra de Carlos Antero Ferreira, Aurélio Henriques da Fonseca, Ana Mafalda Barros, José-Augusto França, Raquel Henriques da Silva, Violante Canto da Maia e Paulo Henriques, antologia de textos, biografia cronológica e bibliografia. As obras reproduzidas são acompanhadas de breves comentários. Editado em português e francês (um texto). Lisboa, Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian / Instituto Português do Património Cultural, 1990, Portugal Catálogo com reprodução do […]

Eva do conjunto Adão e Eva, terracota pintada de Canto da Maya, 1929-1939, Museu Nacional de Arte Contemporânea, Chiado, Lisboa, Portugal.

Eva. Do conjunto Adão e Eva, também designada como Primavera e Hino ao Amor Terracota pintada, 167 cm. Canto da Maya (Ernesto do Canto Faria e Maia, 1890-1981), 1929-1939. Escultura de que há exemplar também no Museu Carlos Machado, hoje (2020-2026) no Núcleo de Santa Bárbara, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Trabalho que foi realizado para integrar uma fonte de jardim do arquiteto paisagista Paul Andrieu e que foi exibida no Salão de Outono de Paris em 1929. A obra que marca um ponto alto da maturidade do escultor, foi em 1935 adquirida pelo Estado francês e permaneceu […]

Adão do conjunto Adão e Eva, terracota pintada de Canto da Maya, 1929-1939, Museu Nacional de Arte Contemporânea, Chiado, Lisboa, Portugal.

Adão. Do conjunto Adão e Eva, também designada como Primavera e Hino ao Amor Terracota pintada, 167 cm. Canto da Maya (Ernesto do Canto Faria e Maia, 1890-1981), 1929-1939. Escultura de que há exemplar também no Museu Carlos Machado, hoje (2020-2026) no Núcleo de Santa Bárbara, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Trabalho que foi realizado para integrar uma fonte de jardim do arquiteto paisagista Paul Andrieu e que foi exibida no Salão de Outono de Paris em 1929. A obra que marca um ponto alto da maturidade do escultor, foi em 1935 adquirida pelo Estado francês e permaneceu […]

Adão e Eva, terracota pintada de Canto da Maya, 1929-1939, Museu Nacional de Arte Contemporânea, Chiado, Lisboa, Portugal.

Adão e Eva. Também designada como Primavera e Hino ao Amor Terracota pintada, 167 cm. Canto da Maya (Ernesto do Canto Faria e Maia, 1890-1981), 1929-1939. Escultura de que há exemplar também no Museu Carlos Machado, hoje (2020-2026) no Núcleo de Santa Bárbara, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Trabalho que foi realizado para integrar uma fonte de jardim do arquiteto paisagista Paul Andrieu e que foi exibida no Salão de Outono de Paris em 1929. A obra que marca um ponto alto da maturidade do escultor, foi em 1935 adquirida pelo Estado francês e permaneceu no Museu de […]

Adão e Eva, terracota pintada de Canto da Maya, 1929-1939, Museu Nacional de Arte Contemporânea, Chiado, Lisboa, Portugal.

Adão e Eva. Também designada como Primavera e Hino ao Amor Terracota pintada, 167 cm. Canto da Maya (Ernesto do Canto Faria e Maia, 1890-1981), 1929-1939. Escultura de que há exemplar também no Museu Carlos Machado, hoje (2020-2026) no Núcleo de Santa Bárbara, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Trabalho que foi realizado para integrar uma fonte de jardim do arquiteto paisagista Paul Andrieu e que foi exibida no Salão de Outono de Paris em 1929. A obra que marca um ponto alto da maturidade do escultor, foi em 1935 adquirida pelo Estado francês e permaneceu no Museu de […]

Jarra simbolista, cerâmica vidrada com decoração em relevo de Canto da Maya, 1917, Museu Nacional do Azulejo, Convento da Madre de Deus, Lisboa, Portugal.

Jarra simbolista Cerâmica vidrada com decoração em relevo, 31 x 25 cm (diâmetro) Ernesto do Canto da Maya (1890-1981), assinada Ernesto do Canto I-VI-917. Marcas: “Boulogne S/S”, Atelier de céramique d’art de Boulogne, de André Fau (1896-1982) e Marcel Guillard (1896-1983) Assinatura gravada na base. Pertenceu à Coleção Herdeiros de Canto da Maia e foi adquirida num leilão no Palácio do Correio Velho através de Fundos PIDDAC/2000 Museu Nacional do Azulejo (MNAz 354 Ce), Convento da Madre de Deus, Lisboa, Portugal. Ernesto do Canto Faria e Maia ou somente Canto da Maya (Ponta Delgada, Açores, 1890 – ibidem, 1981) desenvolveu […]

Jarra simbolista, cerâmica vidrada com decoração em relevo de Canto da Maya, 1917, Museu Nacional do Azulejo, Convento da Madre de Deus, Lisboa, Portugal.

Jarra simbolista Cerâmica vidrada com decoração em relevo, 31 x 25 cm (diâmetro) Ernesto do Canto da Maya (1890-1981), assinada Ernesto do Canto I-VI-917. Marcas: “Boulogne S/S”, Atelier de céramique d’art de Boulogne, de André Fau (1896-1982) e Marcel Guillard (1896-1983) Assinatura gravada na base. Pertenceu à Coleção Herdeiros de Canto da Maia e foi adquirida num leilão no Palácio do Correio Velho através de Fundos PIDDAC/2000 Museu Nacional do Azulejo (MNAz 354 Ce), Convento da Madre de Deus, Lisboa, Portugal. Ernesto do Canto Faria e Maia ou somente Canto da Maya (Ponta Delgada, Açores, 1890 – ibidem, 1981) desenvolveu […]

Jarra simbolista, cerâmica vidrada com decoração em relevo de Canto da Maya, 1917, Museu Nacional do Azulejo, Convento da Madre de Deus, Lisboa, Portugal.

Jarra simbolista Cerâmica vidrada com decoração em relevo, 31 x 25 cm (diâmetro) Ernesto do Canto da Maya (1890-1981), assinada Ernesto do Canto I-VI-917. Marcas: “Boulogne S/S”, Atelier de céramique d’art de Boulogne, de André Fau (1896-1982) e Marcel Guillard (1896-1983) Assinatura gravada na base. Pertenceu à Coleção Herdeiros de Canto da Maia e foi adquirida num leilão no Palácio do Correio Velho através de Fundos PIDDAC/2000 Museu Nacional do Azulejo (MNAz 354 Ce), Convento da Madre de Deus, Lisboa, Portugal. Ernesto do Canto Faria e Maia ou somente Canto da Maya (Ponta Delgada, Açores, 1890 – ibidem, 1981) desenvolveu […]

Jarra simbolista, cerâmica vidrada com decoração em relevo de Canto da Maya, 1917, Museu Nacional do Azulejo, Convento da Madre de Deus, Lisboa, Portugal.

Jarra simbolista Cerâmica vidrada com decoração em relevo, 31 x 25 cm (diâmetro) Ernesto do Canto da Maya (1890-1981), assinada Ernesto do Canto I-VI-917. Marcas: “Boulogne S/S”, Atelier de céramique d’art de Boulogne, de André Fau (1896-1982) e Marcel Guillard (1896-1983) Assinatura gravada na base. Pertenceu à Coleção Herdeiros de Canto da Maia e foi adquirida num leilão no Palácio do Correio Velho através de Fundos PIDDAC/2000 Museu Nacional do Azulejo (MNAz 354 Ce), Convento da Madre de Deus, Lisboa, Portugal. Ernesto do Canto Faria e Maia ou somente Canto da Maya (Ponta Delgada, Açores, 1890 – ibidem, 1981) desenvolveu […]

O beijo, terracota pintada de Ernesto Canto da Maya, 1934, Museu Soares dos Reis, Porto, Portugal.

O Beijo. Baiser Terracota pintada, 95 x 80 x 55 cm. Ernesto do Canto Faria e Maia (1890-1981), 1934. Existe versão ligeiramente diferente, em que o homem não apresenta barba, no Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Adquirida pelo Estado em 2001 no leilão do Palácio do Correio Velho, Lisboa, 11 a 19 dez. 2000. Museu Soares dos Reis (343 Esc MNSR), Porto, Portugal Ernesto do Canto Faria e Maia ou somente Canto da Maya (Ponta Delgada, Açores, 1890 – ibidem, 1981) desenvolveu a sua formação artística em Lisboa, Paris, Genebra e Madrid, e a carreira mais […]

Bendito seja o fruto do vosso ventre, terracota pintada de Canto da Maya, 1922 (c.), Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores

Bendito seja o fruto do vosso ventre Terracota pintada, 97 x 57 x 30,5 cm. Canto da Maya (1890-1981), 1920 a 1922 Uma versão deste trabalho  intitulado “Beni soit le fruit de tes entrailles” foi apresentado em 1922, no Grand Palais, em Paris, no 15.º Salão de Outono, recebendo muito boas críticas na comunicação social parisiense. Uma outra versão onde o homem apresenta cabelo curto (170 x 120 x 65 cm.), pertence ao Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, adquirida em 1986 (Inv. 86E636) e foi passada a bronze, tendo estado no jardim e hoje (2026), […]

Família, terracota pintada de Ernesto Canto da Maya, 1930 (c.), Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Família Terracota pintada, 42 x 20 x 26 cm. Canto da Maya (Ernesto do Canto Faria e Maia, 1890-1981), 1930 (c.). Um outro exemplar desta Família de Ernesto Canto da Maya encontra-se no Núcleo do Recolhimento de Santa Bárbara do Museu Carlos Machado, tendo aparecido outro exemplar no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 29 de maio de 2023, lote 197, avaliada em €10,000 – €20,000 e vendida por €17,000.00; outro também no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 27 de novembro de 2023, lote 321, avaliado em €10,000 – €20,000 e vendido por €10,000.00e ainda voltaria a aparecer outro, na mesma […]

Canto de Ilusão, terracota pintada de Canto da Maya, 1929, Museu Nacional do Azulejo, Lisboa, Portugal

Canto de Ilusão Terracota pintada, 46,5 x 34,5 x 5 cm. Canto da Maya (Ernesto do Canto Faria e Maia, 1890-1981), Lisboa, 1929. Um outro exemplar encontra-se no Museu Carlos Machado de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores Baixo-relevo em terracota polícroma, a verde e amarelo. Representação da família, inscrita num espaço semi-circular, em forma de nicho. Representação sob a forma de um casal ajoelhado em que o homem abraça a mulher que segura uma criança nos braços. O fundo é paradisíaco, sendo constituído por flores, frutos e animais, hortências e uma árvore em flor, uma ovelha e uma […]

O beijo, terracota pintada Ernesto Canto da Maya, 1934, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

O Beijo. Baiser Terracota pintada, 95 x 80 x 55 cm. Ernesto do Canto Faria e Maia (1890-1981), 1934. Existe versão ligeiramente diferente, em que o homem apresenta barba, no Museu Soares dos Reis (343 Esc MNSR), no Porto, adquirida em 2000. Fotografia de 2019. Núcleo do Recolhimento de Santa Bárbara do Museu Carlos Machado. Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Ernesto do Canto Faria e Maia ou somente Canto da Maya (Ponta Delgada, Açores, 1890 – ibidem, 1981) desenvolveu a sua formação artística em Lisboa, Paris, Genebra e Madrid, e a carreira mais consagrada e internacional de um […]

Pormenor de O beijo, terracota pintada Ernesto Canto da Maya, 1934, Museu Soares dos Reis, Porto, Portugal.

Pormenor de O Beijo. Baiser Terracota pintada, 95 x 80 x 55 cm. Ernesto do Canto Faria e Maia (1890-1981), 1934. Existe versão ligeiramente diferente, em que o homem não apresenta barba, no Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Adquirida pelo Estado em 2001 no leilão do Palácio do Correio Velho. Museu Soares dos Reis (343 Esc MNSR), Porto, Portugal Ernesto do Canto Faria e Maia ou somente Canto da Maya (Ponta Delgada, Açores, 1890 – ibidem, 1981) desenvolveu a sua formação artística em Lisboa, Paris, Genebra e Madrid, e a carreira mais consagrada e internacional de […]

Jarra simbolista, cerâmica vidrada com decoração em relevo de Canto da Maya, 1917, Museu Nacional do Azulejo, Convento da Madre de Deus, Lisboa, Portugal.

Jarra simbolista Cerâmica vidrada com decoração em relevo, 31 x 25 cm (diâmetro) Ernesto do Canto da Maya (1890-1981), assinada Ernesto do Canto I-VI-917. Marcas: “Boulogne S/S”, Atelier de céramique d’art de Boulogne, de André Fau (1896-1982) e Marcel Guillard (1896-1983) Assinatura gravada na base. Pertenceu à Coleção Herdeiros de Canto da Maia e foi adquirida num leilão no Palácio do Correio Velho através de Fundos PIDDAC/2000 Museu Nacional do Azulejo (MNAz 354 Ce), Convento da Madre de Deus, Lisboa, Portugal. Ernesto do Canto Faria e Maia ou somente Canto da Maya (Ponta Delgada, Açores, 1890 – ibidem, 1981) desenvolveu […]

Bendito seja o fruto do vosso ventre, terracota pintada de Canto da Maya, 1922 (c.), Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores

Bendito seja o fruto do vosso ventre Terracota pintada, 97 x 57 x 30,5 cm. Canto da Maya (1890-1981), 1920 a 1922 Uma versão deste trabalho  intitulado “Beni soit le fruit de tes entrailles” foi apresentado em 1922, no Grand Palais, em Paris, no 15.º Salão de Outono, recebendo muito boas críticas na comunicação social parisiense. Uma outra versão onde o homem apresenta cabelo curto, pertence ao Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa e foi passada a bronze, tendo estado no jardim e hoje (2026), no interior do CAM. Museu Carlos Machado (MCM5259), Ponta Delgada, ilha […]

Centro Cívico de Santa Maria Maior, 2020, Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira

Centro Cívico de Santa Maria Maior. Núcleo Museológico de Arte Popular do Grupo Folclórico e Etnográfico da Boa Nova Centro Cívico de Santa Maria Maior, Rua das Murteiras, 25 B, Funchal, ilha da Madeira A 20 de dezembro de 2023, por iniciativa do Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova, foi aqui apresentado do Museu Virtual dos Embutidos da Madeira, no Auditório do Centro Cívico de Santa Maria Maior. “Este projecto nasce após as publicações das duas obras ‘Os Grandes Mestres Marceneiros-embutidores da Ilha da Madeira – Escola Industrial António de Augusto Aguiar‘, editadas em 2021 e 2022, pela Associação: […]

Assinatura da Família, terracota pintada de Ernesto Canto da Maya, 1930 (c.), coleção particular, Lisboa, Portugal.

Assinatura da Família Terracota pintada, 42 x 20 x 26 cm. Canto da Maya (Ernesto do Canto Faria e Maia, 1890-1981), Épreuve retouchée par l’artiste, prova de artista, 1930 (c.). Um outro exemplar desta Família de Ernesto Canto da Maya encontra-se no Núcleo do Recolhimento de Santa Bárbara do Museu Carlos Machado, tendo aparecido outro exemplar no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 29 de maio de 2023, lote 197, avaliada em €10,000 – €20,000 e vendida por €17,000.00 e ainda voltaria a aparecer outro, na mesma leiloeira, leilão de 9 março de 2026, lote 258, com a mesma avaliação e vendido […]

Família (costas), terracota pintada de Ernesto Canto da Maya, 1930 (c.), coleção particular, Lisboa, Portugal.

Família (costas) Terracota pintada, 42 x 20 x 26 cm. Canto da Maya (Ernesto do Canto Faria e Maia, 1890-1981), Épreuve retouchée par l’artiste, prova de artista, 1930 (c.). Um outro exemplar desta Família de Ernesto Canto da Maya encontra-se no Núcleo do Recolhimento de Santa Bárbara do Museu Carlos Machado, tendo aparecido outro exemplar no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 29 de maio de 2023, lote 197, avaliada em €10,000 – €20,000 e vendida por €17,000.00 e ainda voltaria a aparecer outro, na mesma leiloeira, leilão de 9 março de 2026, lote 258, com a mesma avaliação e vendido por […]

Família, terracota pintada de Ernesto Canto da Maya, 1930 (c.), coleção particular, Lisboa, Portugal.

Família Terracota pintada, 42 x 20 x 26 cm. Canto da Maya (Ernesto do Canto Faria e Maia, 1890-1981), Épreuve retouchée par l’artiste, prova de artista, 1930 (c.). Um outro exemplar desta Família de Ernesto Canto da Maya encontra-se no Núcleo do Recolhimento de Santa Bárbara do Museu Carlos Machado, tendo aparecido outro exemplar no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 29 de maio de 2023, lote 197, avaliada em €10,000 – €20,000 e vendida por €17,000.00 e ainda voltaria a aparecer outro, na mesma leiloeira, leilão de 9 março de 2026, lote 258, com a mesma avaliação e vendido por €10,000.00. […]

Família, terracota pintada de Ernesto Canto da Maya, 1930 (c.), Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Família Terracota pintada, 42 x 20 x 26 cm. Canto da Maya (Ernesto do Canto Faria e Maia, 1890-1981), 1930 (c.). Um outro exemplar apareceu no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 29 de maio de 2023, lote 197, avaliada em €10,000 – €20,000 e vendida por €17,000.00; outro também no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 27 de novembro de 2023, lote 321, avaliado em €10,000 – €20,000 e vendido por €10,000.00 e ainda voltaria a aparecer outro, na mesma leiloeira, leilão de 9 março de 2026, lote 258, com a mesma avaliação e vendido por €10,000.00. Fotografia de 21 de […]

Exposição de Ernesto Canto da Maya, 2020, Núcleo do Recolhimento de Santa Bárbara do Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Ernesto do Canto Faria e Maia (1890-1981). Fotografia de 21 de junho de 2020. Núcleo do Recolhimento de Santa Bárbara do Museu Carlos Machado. Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O Recolhimento de Santa Bárbara remonta ao início do séc. XVII, e foi mandado construir por Roque Teixeira Fonseca e sua esposa Maria Esteves, que também fizeram erguer a ermida sob a invocação de Santa Bárbara. A partir de 1662, as suas filhas passaram a viver nesta casa, como se fossem freiras recolhidas, de hábito branco e sob a Ordem Terceira de Santo Agostinho. A sua fama de honestidade […]

O beijo, terracota pintada Ernesto Canto da Maya, 1934, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

O Beijo. Baiser Terracota pintada. Ernesto do Canto Faria e Maia (1890-1981), 1934. Existe versão ligeiramente diferente, em que o homem apresenta barba, no Museu Soares dos Reis, no Porto, adquirida em 2001. Fotografia de 2019. Núcleo do Recolhimento de Santa Bárbara do Museu Carlos Machado. Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Ernesto do Canto Faria e Maia ou somente Canto da Maya (Ponta Delgada, Açores, 1890 – ibidem, 1981) desenvolveu a sua formação artística em Lisboa, Paris, Genebra e Madrid, e a carreira mais consagrada e internacional de um escultor português na primeira metade do século, destacando-se entre […]

Adão e Eva, terracota pintada Ernesto Canto da Maya, 1929-1939, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.

Adão e Eva. Terracota pintada, 167 cm. Ernesto do Canto Faria e Maia (1890-1981), 1929-1939. Trabalho que foi realizado para integrar uma fonte de jardim do arquiteto paisagista Paul Andrieu e que foi exibida no Salão de Outono de Paris em 1929. A obra que marca um ponto alto da maturidade do escultor, foi em 1935 adquirida pelo Estado francês e permaneceu no Museu de Jeu de Paume até 1947. O exemplar do Museu Nacional de Arte Contemporânea  (Inv. 918) foi adquirido em 1939 pelo Estado ao Autor e desconhecendo-se a data da versão dos Açores. Fotografia de 2019. Núcleo […]

Tríptico sem título de Paula Rego, Londres, 1964 (?), Coleção do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal.

Tríptico sem título. Técnica com colagem e óleo sobre tela, 101 x 3 x 76 cm. (228 cm.) Paula Rego (1935-2022), 1964 (?). Uma peço semelhante proveniente da coleção do poeta Alberto de Lacerda (Ilha de Moçambique, 1928-Londres, 2007), 76 x 140 cm., igualmente datável de 1964, foi vendido em leilão Palácio Correio Velho, março de 2008 por 250 mil euros. Coleção do Centro de Arte Moderna (83P973) da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022). Em 1951 permaneceu dois semestres em Kent, no Reino Unido, o que lhe viria […]

Coronel António Gil Marques Nunes, Funchal, 1990 (c.), ilha da Madeira

Coronel António Gil Marques Nunes (1940; 10 abr. 2026). Comandante da Polícia de Segurança Pública do Funchal e Chefe do Estado-Maior da Zona Militar da Madeira. Funchal, 1990 (c.), ilha da Madeira. António Gil Marques Nunes (1940-2026). Foi um militar altamente condecorado na Índia, Angola, Moçambique e Guiné, oficial superior com o posto de Coronel Tirocinado, que concluiu com bom aproveitamento o curso de promoção a Oficial General, embora nunca tenha ocupado essa patente. Foi Comandante da Polícia de Segurança Pública na Madeira entre setembro de 1974 e outubro de 1978. Foi ainda diretor administrador do Mercado Abastecedor (CAP) em […]

Coronel Carlos de Matos Gomes, Lisboa, 2022, Portugal.

Coronel Carlos de Matos Gomes. (1946-2025) Fotografia de 2022. Lisboa, Portugal. Carlos Manuel Serpa de Matos Gomes (Vila Nova da Barquinha, 24 jul. 1946; Lisboa, 13 abr. 2025). Companheiro de Salgueiro Maia (1944-1992) no colégio de Tomar, foi expulso depois da Mocidade Portuguesa, dado já mostrar alguma dificuldade de articulação com o regime. No entanto, foi oficial do Exército, tendo cumprido três comissões em Angola, Moçambique e na Guiné-Bissau na Guerra Colonial, quando se ofereceu para ir para a Guiné, em 1972, tinha decidido que depois disso abandonaria a carreira militar por acreditar que a única solução para a Guerra […]

Coronéis Carlos Matos Gomes e Aniceto Afonso, Porto, 2009, Portugal.

Coronéis Carlos Matos Gomes e Aniceto Afonso. (1946-2025) e (1942-) Fotografia de 2009 do lançamento de O Meu Avô Africano, no Porto. Porto, Portugal. Carlos Manuel Serpa de Matos Gomes (Vila Nova da Barquinha, 24 jul. 1946; Lisboa, 13 abr. 2025). Companheiro de Salgueiro Maia (1944-1992) no colégio de Tomar, foi expulso depois da Mocidade Portuguesa, dado já mostrar alguma dificuldade de articulação com o regime. No entanto, foi oficial do Exército, tendo cumprido três comissões em Angola, Moçambique e na Guiné-Bissau na Guerra Colonial, quando se ofereceu para ir para a Guiné, em 1972, tinha decidido que depois disso […]

Francisco Pinto Balsemão nos 50 anos do Expresso, podcast de 6 de janeiro de 2023, Portugal

Francisco Pinto Balsemão nos 50 anos do Expresso (1 set. 1937- 21 out. 2025) Anúncio dos podcast do Expresso no aniversário dos 50 anos. Lisboa, Expresso, 6 de janeiro de 2023, Portugal. Francisco Pinto Balsemão (1 set. 1937- 21 out. 2025), depois primeiro ministro, lançou um podcast para assinalar o início das comemorações dos 50 anos do Expresso fundado a 6 de janeiro de 1973 . Durante 50 semanas, e em contagem decrescente para o dia de aniversário a 6 de janeiro de 2023, o fundador e primeiro diretor do jornal entrevista 50 personalidades marcantes dos mais diversos setores da […]

Exposição dos 50 anos do Expresso, Calçadão da Avenida do Mar, novembro de 2023, Funchal, ilha da Madeira.

Exposição dos 50 anos do Expresso. 50 anos do semanário Expresso. Fotografia de Rui Marote, novembro de 2023. Calçadão da Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira Fundado a 6 de janeiro de 1973 pelo Dr. Francisco Pinto Balsemão (1 set. 1937- 21 out. 2025), depois primeiro ministro, esta icónica publicação já havia comemorado os 40 anos com uma série de exposições, coordenadas pelo Dr. Francisco Faria Paulino (1945-), sucessivamente montadas pelo país, acompanhadas de debates sobre o futuro de Portugal nas mais variadas áreas, exposição que fotografamos a 7 de outubro de 2013, no Funchal. Para os 50 anos […]

Cruz processional manuelina do Funchal, 1520 a 1525, sé do Funchal, 30 de março de 2026, ilha da Madeira.

Cruz processional manuelina do Funchal. Prata lavrada e parcialmente dourada, 127 x 55 cm. Oficina régia de Gil Vicente (atr.), 1520 a 1525. Dada como oferta do rei D. Manuel (1469-1521) à sé do Funchal depois da sua sagração em 1514, mas logo mandada pagar pela fábrica do Funchal e só chegando no reinado de D. João III (1502-1557). Semana Santa na sé do Funchal, 30 de março de 2026, ilha da Madeira. Talvez a mais conhecida peça móvel do património da ilha da Madeira, esteve em quase todas as exposições nacionais e internacionais desde a de Londres e Lisboa, […]

Promenade da Praça do Povo, 2014, Rui Camacho, 2023, Funchal, ilha da Madeira.

Promenade inferior da Praça do Povo. Proveniente do aterro da aluvião de 20 de fevereiro de 2010, foi inaugurada a 7 de novembro de 2014. Fotografia de Rui Alberto Camacho, 2023. Praça do Povo, Funchal, ilha da Madeira.

Inauguração do monumento aos Mortos da Grande Guerra, “Diário de Notícias”, Funchal, 3 de fevereiro de 1952, p. 6, ilha da Madeira

Inauguração do monumento aos mortos da Grande Guerra Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 3 de fevereiro de 1952, p. 6. Na primeira página é referido como obelisco aos Mortos da Grande Guerra Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira. Para este Monumento aos Mortos da I Grande Guerra foi lançada a primeira pedra em 11 nov. 1935, por ordem de Lisboa de 22 out. 1935, na então Praça Marquês de Pombal, mas com as obras da Avenida do Mar, somente em 1 […]

Inauguração do monumento aos Mortos da Grande Guerra, “Diário de Notícias”, Funchal, 3 de fevereiro de 1952, p. 3, ilha da Madeira

A cerimónia da inauguração do monumento aos mortos da Grande Guerra Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 3 de fevereiro de 1952, p. 3. Na primeira página é referido como obelisco aos Mortos da Grande Guerra Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira. Para este Monumento aos Mortos da I Grande Guerra foi lançada a primeira pedra em 11 nov. 1935, por ordem de Lisboa de 22 out. 1935, na então Praça Marquês de Pombal, mas com as obras da Avenida do Mar, […]

Inauguração do monumento aos Mortos da Grande Guerra, “Diário de Notícias”, Funchal, 3 de fevereiro de 1952, p. 1, ilha da Madeira

No ato inaugural do obelisco aos Mortos da Grande Guerra  Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 3 de fevereiro de 1952, p. 1. Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira. Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira. Para este Monumento aos Mortos da I Grande Guerra foi lançada a primeira pedra em 11 nov. 1935, por ordem de Lisboa de 22 out. 1935, na então Praça Marquês de Pombal, mas com as obras da Avenida do Mar, somente em 1 de fev. 1952 e para mais junto da linha de […]

Monumento aos Mortos da I Grande Guerra no Funchal, in “Monumentos aos Combatentes da Grande Guerra e do Ultramar”, Lisboa, Liga dos Combatentes, 2013, Portugal

Monumento aos Mortos da I Grande Guerra no Funchal Referência dos Monumentos aos Combatentes da Grande Guerra e do Ultramar da Liga dos Combatentes, 2013, onde se refere projeto do escultor Francico Franco (1885-1955) em parceria com o arquiteto João Moreira Rato Júnior (1860-1937) e que na versão de 1952 se teria optado pela proposta deste. Nenhuma outra fonte refere essa autoria. Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira. Para este Monumento aos Mortos da I Grande Guerra foi lançada a primeira pedra em 11 nov. 1935, por ordem de Lisboa de 22 out. 1935, na então Praça Marquês de […]

Monumento aos Mortos da Grande Guerra, 1935 e 1952, Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira.

Natércia Salgueiro Maia na homenagem ao capitão de Abril Fernando Salgueiro Maia, Santarém, 25 de abril de 2022, Portugal.

Natércia Salgueiro Maia na homenagem ao capitão de Abril Fernando Salgueiro Maia, (1944-1992) Pela sua coragem, integridade e papel determinante na Revolução dos Cravos, simbolizando os valores da liberdade e da democracia. Monumento inaugurado a 24 de abril de 1999, da autoria do escultor Álvaro França e no Largo Cândido dos Reis, veio a ser entretanto desmontado e, remontado no Jardim dos Cravos, em 2006. Fotografia de 25 de abril de 2022. Monumento do Jardim dos Cravos, Saída de Santarém,  Portugal. Fernando José Salgueiro Maia (Castelo de Vide, 1944; Lisboa, Hospital Militar de Belém, 1992). Depois de frequentar a Academia […]

Grupo das saloias do cortejo da visita das insígnias do Espírito Santo na matriz de Santo António do Funchal, 14 de maio de 2023, ilha da Madeira

Grupo das saloias do cortejo da visita das insígnias do Espírito Santo em Santo António. Fotografia de Rui Alberto Camacho, 14 de maio de 2023. Largo da igreja matriz de Santo António, Funchal, ilha da Madeira. Cf. artigo de Eugénio Perregil, “Camacha retomou a tradição do Espírito Santo”, in Diário de Notícias, Funchal, 17 abr. 2022, onde se refere que a comunidade da Camacha começa as visitas das insígnias do Espírito Santo sempre no domingo de Páscoa, nesse ano com as famílias dos sítios do Ribeiro Fernando e dos Salgados. Como então referia o pároco, “Ao fim ao cabo isto […]

Vendedor de colares de flores de giesta tradicionais da Festa dos Maios, Largo da Sé do Funchal, 1 de maio de 2025, ilha da Madeira.

Vendedor de colares de flores de giesta tradicionais da Festa dos Maios. Fotografia de Rui Alberto Camacho, 1 de maio de 2025, Artífice, provavelmente do Sítio do Rochão da Camacha ou da Ponta do Pargo, áreas que ainda mantém esta tradição Largo D. Manuel I ou Largo da Sé do Funchal, ilha da Madeira. Tradição muito antiga, ligada à primavera e aos rituais da agricultura, ocorre no equinócio da primavera e o solstício do verão. Manda a tradição que na noite de 30 de abril para 1 de maio as pessoas enfeitem as portas, janelas e outros locais com flores […]

Passeio da Liberdade Salgueiro Maia, Câmara Municipal de Loures, 21 de abril de 2025, Portugal.

Passeio da Liberdade Salgueiro Maia, (1944-1992) Cartaz da Associação Salgueiro Maia com referência ao coronel João Andrade da Silva, Câmara Municipal de Loures, 21 de abril de 2025, Portugal. Fernando José Salgueiro Maia (Castelo de Vide, 1944; Lisboa, Hospital Militar de Belém, 1992). Depois de frequentar a Academia Militar e a Escola Prática de Cavalaria, desempenhou funções de alferes-comando em Moçambique, durante a Guerra Colonial. Já com o posto de capitão, na madrugada de 25 de abril de 1974, dirigiu as tropas revolucionárias de Santarém, com Tavares de Almeida, até Lisboa, tornando-se uma das figuras-chave do golpe. Tomou os ministérios […]

Natércia Salgueiro Maia recebendo a chave de ouro de Lisboa em nome do marido, Fernando Salgueiro Maia, Câmara Municipal de Lisboa, 2 de julho de 2025, Portugal.

Natércia Salgueiro Maia agradecendo a homenagem a título póstumo ao marido capitão Fernando Salgueiro Maia, (1944-1992) Chave de ouro de Lisboa, pela sua coragem, integridade e papel determinante na Revolução dos Cravos, simbolizando os valores da liberdade e da democracia. Câmara Municipal de Lisboa, 2 de julho de 2025, Portugal. Fernando José Salgueiro Maia (Castelo de Vide, 1944; Lisboa, Hospital Militar de Belém, 1992). Depois de frequentar a Academia Militar e a Escola Prática de Cavalaria, desempenhou funções de alferes-comando em Moçambique, durante a Guerra Colonial. Já com o posto de capitão, na madrugada de 25 de abril de 1974, […]

Natércia Salgueiro Maia agradecendo a chave de ouro de Lisboa em nome do marido, Fernando Salgueiro Maia, Câmara Municipal de Lisboa, 2 de julho de 2025, Portugal.

Natércia Salgueiro Maia agradecendo a homenagem a título póstumo ao marido capitão Fernando Salgueiro Maia, (1944-1992) Chave de ouro de Lisboa, pela sua coragem, integridade e papel determinante na Revolução dos Cravos, simbolizando os valores da liberdade e da democracia. Câmara Municipal de Lisboa, 2 de julho de 2025, Portugal. Fernando José Salgueiro Maia (Castelo de Vide, 1944; Lisboa, Hospital Militar de Belém, 1992). Depois de frequentar a Academia Militar e a Escola Prática de Cavalaria, desempenhou funções de alferes-comando em Moçambique, durante a Guerra Colonial. Já com o posto de capitão, na madrugada de 25 de abril de 1974, […]

Natércia Salgueiro Maia na homengem ao capitão de Abril Fernando Salgueiro Maia, Santarém, 25 de abril de 2025, Portugal.

Natércia Salgueiro Maia na homenagem ao capitão de Abril Fernando Salgueiro Maia, (1944-1992) Pela sua coragem, integridade e papel determinante na Revolução dos Cravos, simbolizando os valores da liberdade e da democracia. Monumento inaugurado a 24 de abril de 1999, da autoria do escultor Álvaro França e no Largo Cândido dos Reis, veio a ser entretanto desmontado e, remontado no Jardim dos Cravos, em 2006. Elenco camarário de Santarém e coronel João Andrade da Silva, da Associação Salgueiro Maia. Fotografia de 25 de abril de 2024. Monumento do Jardim dos Cravos, Saída de Santarém,  Portugal. Fernando José Salgueiro Maia (Castelo […]

Natércia Salgueiro Maia recebendo a chave de ouro de Lisboa em nome do marido, Fernando Salgueiro Maia, Câmara Municipal de Lisboa, 2 de julho de 2025, Portugal.

Natércia Salgueiro Maia recebe homenagem a título póstumo ao marido Fernando Salgueiro Maia, (1944-1992) Chave de ouro de Lisboa, pela sua coragem, integridade e papel determinante na Revolução dos Cravos, simbolizando os valores da liberdade e da democracia. Câmara Municipal de Lisboa, 2 de julho de 2025, Portugal. Fernando José Salgueiro Maia (Castelo de Vide, 1944; Lisboa, Hospital Militar de Belém, 1992). Depois de frequentar a Academia Militar e a Escola Prática de Cavalaria, desempenhou funções de alferes-comando em Moçambique, durante a Guerra Colonial. Já com o posto de capitão, na madrugada de 25 de abril de 1974, dirigiu as […]

Natércia Salgueiro Maia recebendo a chave de ouro de Santarém em nome do marido, Fernando Salgueiro Maia, convento de São Francisco, 29 de março de 2026, Portugal.

Natércia Salgueiro Maia recebe homenagem a título póstumo ao marido Fernando Salgueiro Maia, (1944-1992) Chave de ouro de Santarém, pela sua coragem, integridade e papel determinante na Revolução dos Cravos, simbolizando os valores da liberdade e da democracia. Cerimónia para o convento de São Francisco, 29 de março de 2026, Portugal. Fernando José Salgueiro Maia (Castelo de Vide, 1944; Lisboa, Hospital Militar de Belém, 1992). Depois de frequentar a Academia Militar e a Escola Prática de Cavalaria, desempenhou funções de alferes-comando em Moçambique, durante a Guerra Colonial. Já com o posto de capitão, na madrugada de 25 de abril de […]

Vitór Serrão recebendo a chave de ouro de Santarém em nome do pai, professor doutor Joaquim Veríssimo Serrão, convento de São Francisco, 29 de março de 2026, Portugal.

Professor doutor Vítor Serrão recebe homenagem a título póstumo ao pai Joaquim Veríssimo Serrão, (1952-) e (1925-2020) Chave de ouro de Santarém, pela sua obra, como uma referência maior da historiografia nacional e dedicação à investigação e ao ensino marcaram gerações, projetando o nome de Santarém e do país. Ex aequo com o tenente-coronel Fernando Salgueiro Maia (1944-1992) Homenageado pela coragem, integridade e papel determinante na Revolução dos Cravos, simbolizando os valores da liberdade e da democracia. Cerimónia para o convento de São Francisco, 29 de março de 2026, Portugal. Joaquim Veríssimo Serrão (Santarém, 8 jul. 1925; Idem, 31 jul. […]

Joaquim Veríssimo Serrão, O Mirante, Santarém, julho de 2025, Portugal.

Joaquim Veríssimo Serrão, “1925-2020” Centenário do seu nascimento Um Historiador com alma de poeta . Capa do periódico O Mirante, Santarém, julho de 2025, Portugal. Joaquim Veríssimo Serrão (Santarém, 8 jul. 1925; Idem, 31 jul. 2020), considerado um dos maiores historiadores portugueses do século XX, foi o autor da História de Portugal em XVIII volumes, que começou a escrever em 1977. Professor catedrático jubilado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, reitor da Universidade de Lisboa (1973-1974) e presidente da Academia Portuguesa da História, entre 1975 e 2006, recebeu o Prémio Príncipe das Astúrias de Ciências Sociais, em 1995. […]

Professor doutor Joaquim Veríssimo Serrão, chave de ouro de Santarém, 2026, Santarém, Portugal

Professor doutor Joaquim Veríssimo Serrão, (1925-2020) A título póstumo, a chave de ouro de Santarém, pela sua obra, como uma referência maior da historiografia nacional e dedicação à investigação e ao ensino marcaram gerações, projetando o nome de Santarém e do país. Ex aequo com o tenente-coronel Fernando Salgueiro Maia (1944-1992) Homenageado pela coragem, integridade e papel determinante na Revolução dos Cravos, simbolizando os valores da liberdade e da democracia. Cerimónia para o convento de São Francisco, 29 de março de 2026, Portugal. Joaquim Veríssimo Serrão (Santarém, 8 jul. 1925; Idem, 31 jul. 2020), considerado um dos maiores historiadores portugueses […]

Apresentação de O “25 de Abril” na Madeira, de Lino Bernardo Calaça Martins, Funchal, Imprensa Académica, 8 de abril de 2024, ilha da Madeira.

Lino Bernardo Calaça Martins, O “25 de Abril” na Madeira Tensões sociais e políticas em 1974-75, à luz da imprensa regional, Funchal, Imprensa Académica, abril de 2024. Fotografia de Rui Alberto Camacho (1960-), Universidade da Madeira, 8 de abril de 2024, ilha da Madeira. Lino Bernardo Calaça Martins (Machico, ) é doutor em Ilhas Atlânticas: História, Património e Quadro Jurídico-Institucional pela Universidade da Madeira (2023). Mestre em Estudos Regionais e Locais pela Faculdade de Artes e Humanidades da Universidade da Madeira (2016). Licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (1983). Professor do ensino secundário (1977-1979; 1983-1990). Secretário […]

Apresentação de O “25 de Abril” na Madeira, de Lino Bernardo Calaça Martins, Funchal, Imprensa Académica, 8 de abril de 2024, ilha da Madeira.

Professor Nelson Veríssimo na apresentação de O “25 de Abril” na Madeira Tensões sociais e políticas em 1974-75, à luz da imprensa regional, do doutor Lino Bernardo Calaça Martins Cerimónia presidida pelo professor Sílvio Fernandes, reitor da Universidade. Obra que constitui, com ligeiras alterações, a tese de doutoramento do autor em Ilhas Atlânticas: História, Património e Quadro Jurídico-Institucional, pela Faculdade de Artes e Humanidades da Universidade da Madeira, orientada pelo Doutor Nelson Veríssimo, e cujas provas públicas decorreram em fevereiro de 2023, tendo cabido ao mesmo a apresentação da obra em causa como “O primeiro trabalho, cientificamente realizado no âmbito […]

Carmen Miranda, pormenor de acrílico de Paula Rego, 1985, exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia.

Cármen Miranda. Pormenor de acrílico sobre papel montado em tela, 121 x 151 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing⁣ (Paula Rego’s son). Coleção particular. Exposição Paula Rego: The Story of Stories at Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante […]

Alcácer-Quibir, tapeçaria de Paula Rego, 1966, Casa das Histórias de Cascais, exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia.

Alcácer-Quibir, tapeçaria, 1966 e Carmen Miranda, acrílico sobre tela, 1985 Tapeçaria, 250 x 650 cm. e acrílico sobre papel montado em tela, 121 x 151 cm. Paula Rego (1935-2022), 1966 e 1985. Casa das Histórias de Cascais, exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Maria Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) começou a desenhar ainda em criança e partiu para a capital britânica com 17 anos, em 1951, permanecendo dois semestres em Kent, no Reino Unido, o que lhe viria a permitir o contacto com a Slade School of Arts, em […]

Anjo Ancorado, homenagem aos trabalhadores do sector da construção civil e obras públicas, bronze de Ricardo Velosa, 2004, Praça Assicom, Estrada Monumental, Funchal, ilha da Madeira.

Anjo Ancorado, homenagem aos trabalhadores do sector da construção civil e obras públicas, bronze de Ricardo Velosa, 2004, Praça Assicom, Estrada Monumental, Funchal, ilha da Madeira.

Museu da Baleia, 2011 (c.) e seguintes, Caniçal, ilha da Madeira

Museu da Baleia Remodelação de setembro de 2011. Tutela da Câmara Municipal de Machico. Caniçal, ilha da Madeira O Museu da Baleia narra toda a história da caça à baleia decorrida no arquipélago da Madeira. Aberto ao público em 1989 na vila piscatória do Caniçal, de início, funcionou no antigo mercado do peixe e, desde setembro de 2011, ocupa um moderno edifício, concebido pelo arquiteto João Pedro Silva Vieira, do atelier ‘Espaço Cidade Arquitetos’, merecendo, desde então de alguns prémios pela inovação museológica. Os aspetos da biologia e da proteção das baleias e golfinhos são abordados na exposição contribuindo para […]

Inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, 9 de abril de 2026, Museu de Imprensa, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de Rui Marote, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da Madeira e Diário da Madeira, que documentam […]

Inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, 9 de abril de 2026, Museu de Imprensa, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de Rui Marote, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da Madeira e Diário da Madeira, que documentam […]

Inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, 9 de abril de 2026, Museu de Imprensa, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Com Carlos Barradas à esquerda. Fotografia de Rui Marote, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da Madeira e […]

Inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, 9 de abril de 2026, Museu de Imprensa, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de Rui Marote, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da Madeira e Diário da Madeira, que documentam […]

Inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, 9 de abril de 2026, Museu de Imprensa, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Inauguração da exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de Rui Marote, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa da Madeira (MIM), Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da Madeira e Diário da Madeira, que documentam […]

O “Diário da Assembleia Constituinte” na exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, 9 de abril de 2026, Museu de Imprensa, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

O Diário da Assembleia Constituinte na exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de Rui Marote, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da Madeira e Diário da Madeira, que […]

Assistência na exposição A Autonomia na Imprensa de 1976, 9 de abril de 2026, Museu de Imprensa, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.

Assistência na exposição A Autonomia na Imprensa de 1976 Curadoria de Lourenço de Freitas. Fotografia de Rui Marote, 9 de abril de 2026. Museu de Imprensa, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. O Museu de Imprensa – Madeira inaugurou a 9 de abril de 2026 a exposição temporária ‘A Autonomia na Imprensa de 1976’, iniciativa que assinala os 50 anos da Autonomia Política e Administrativa da Madeira. De acordo com um comunicado da autarquia câmara-lobense, a mostra apresenta exemplares originais da imprensa regional de 1976, incluindo Diário de Notícias, Jornal da Madeira e Diário da Madeira, que documentam os principais acontecimentos […]

Paradise, acrílico de Paula Rego, 1985, exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia.

Paradise, Acrílico sobre tela, 220 x 200 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing⁣ (Paula Rego’s son). Coleção particular. Exposição Paula Rego: The Story of Stories at Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária capacidade de livre associação […]

Carmen Miranda, acrílico de Paula Rego, 1985, exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia.

Cármen Miranda. Acrílico sobre papel montado em tela, 121 x 151 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing⁣ (Paula Rego’s son). Coleção particular. Exposição Paula Rego: The Story of Stories at Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária […]

Na Praia, acrílico de Paula Rego, 1985, exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia.

Na praia. Acrílico sobre papel, 200 x 220 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing⁣ (Paula Rego’s son). Coleção particular em depósito na Casa das Histórias de Paula Rego, em Cascais, Portugal. Exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e […]

The Mosquito’s House, acrílico de Paula Rego, 1984, da Caixa Geral de Depósitos em exposição na Casa das Mudas, Calheta, ilha da Madeira.

The Mosquito’s House, Acrílico sobre tela, 242 x 159 cm. Paula Rego (1935-2022), 1984. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing⁣ (Paula Rego’s son). Coleção da Caixa Geral de Depósitos, Lisboa, Portugal. Fotografia de 27 de janeiro de 2023, Casa das Mudas, Calheta, ilha da Madeira. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a […]

Vivian Girls as Windmills, acrílico de Paula Rego, Londres, 1984, CAM da Fundação Gulbenkian, Lisboa, Portugal

Vivian Girls as Windmills, As Raparigas Vivian como Moinhos de Vento Acrílico sobre tela, 242 x 179 cm. Paula Rego (1935-2022), 1984. O primeiro contacto de Paula Rego com as Vivian Girls ocorreu numa exposição em 1979, em Londres. Os desenhos ilustrados do romance de início do século XX de Henry Darger (1892-1973), The Realms of the Unreal, fascinaram-na de tal forma que decidiu pintar várias cenas da vida dessas personagens. A saga conta-nos as várias façanhas de um bando de raparigas que consegue dar a volta a soldados malvados. Paula Rego diz que as raparigas Vivian foram escravizadas pelo […]

Vivian girls in Tunisian, acrílico de Paula Rego, 1985, exposição Letting Loose, Victoria Miro Gallery, novembro de 2023, Londres, Inglaterra.

Vivian girls in Tunisian, Acrílico sobre tela, 220 x 180 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing⁣ (Paula Rego’s son). Coleção particular de Nova Iorque, USA. Exposição Letting Loose, Victoria Miro Gallery, novembro de 2023, Londres, Inglaterra. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária capacidade de livre […]

Pormenor de Vivian girls in Tunisian, acrílico de Paula Rego, 1985, cartaz da exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia.

Vivian girls in Tunisian, Pormenor de acrílico sobre tela, 220 x 180 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing⁣ (Paula Rego’s son). Coleção particular de Nova Iorque, USA. Catálogo da exposição Paula Rego: The Story of Stories at Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula […]

Vivian girls in Tunisian, acrílico de Paula Rego, 1985, exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia.

Vivian girls in Tunisian, Acrílico sobre tela, 220 x 180 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing⁣ (Paula Rego’s son). Coleção particular de Nova Iorque, USA. Exposição Paula Rego: The Story of Stories at Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e […]

Vivian girls in Tunisian, acrílico de Paula Rego, 1985, exposição do Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia.

Vivian girls in Tunisian, Acrílico sobre tela, 220 x 180 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing⁣ (Paula Rego’s son). Coleção particular de Nova Iorque, USA. Exposição Paula Rego: The Story of Stories at Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e […]

Pormenor de Paradise, acrílico de Paula Rego, 1985, exposição em Istambul, 2023, Turquia

Paradise, Pormenor de acrílico sobre tela, 220 x 200 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing⁣ (Paula Rego’s son). Coleção particular. Exposição Paula Rego: The Story of Stories at Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária capacidade de […]

Pormenor de Vivian Girls on the farm, acrílico de Paula Rego, Londres, 1984 e 1985, Museu Serralves, Porto, Portugal

Vivian Girls on the farm, Pormenor de acrílico sobre tela, 245,5 x 181,5 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. O primeiro contacto de Paula Rego com as Vivian Girls ocorreu numa exposição em 1979, em Londres. Os desenhos ilustrados do romance de início do século XX de Henry Darger (1892-1973), The Realms of the Unreal, fascinaram-na de tal forma que decidiu pintar várias cenas da vida dessas personagens. A saga conta-nos as várias façanhas de um bando de raparigas que consegue dar a volta a soldados malvados. Paula Rego diz que as raparigas Vivian foram escravizadas pelo mundo adulto mas conseguiram […]

Vivian Girls on the farm, acrílico de Paula Rego, Londres, 1984 e 1985, Museu Serralves, Porto, Portugal

Vivian Girls on the farm, Acrílico sobre tela, 245,5 x 181,5 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. O primeiro contacto de Paula Rego com as Vivian Girls ocorreu numa exposição em 1979, em Londres. Os desenhos ilustrados do romance de início do século XX de Henry Darger (1892-1973), The Realms of the Unreal, fascinaram-na de tal forma que decidiu pintar várias cenas da vida dessas personagens. A saga conta-nos as várias façanhas de um bando de raparigas que consegue dar a volta a soldados malvados. Paula Rego diz que as raparigas Vivian foram escravizadas pelo mundo adulto mas conseguiram lutar em […]

The Mosquito’s House, acrílico de Paula Rego, 1984, Caixa Geral de Depósitos, Lisboa, Portugal.

The Mosquito’s House, Acrílico sobre tela, 242 x 159 cm. Paula Rego (1935-2022), 1984. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing⁣ (Paula Rego’s son). Fotografia de José Fabião. Coleção da Caixa Geral de Depósitos, Lisboa, Portugal. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária capacidade de livre associação de imagens. No início dos […]

The Bride, acrílico de Paula Rego, 1985, Cathy Wills Collection, Londres, Inglaterra

The Bride, Acrílico sobre tela, 244 x 186 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing⁣ (Paula Rego’s son). Cathy Wills Collection, Londres, Inglaterra. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária capacidade de livre associação de imagens. No início dos anos 60, o expressionismo e o surrealismo deram […]

Vivian Girls trans, acrílico de Paula Rego, 1985, Londres, Inglaterra

Vivian Girls trans, Acrílico sobre tela, 244 x 186 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. O primeiro contacto de Paula Rego com as Vivian Girls ocorreu numa exposição em 1979, em Londres. Os desenhos ilustrados do romance de início do século XX de Henry Darger (1892-1973), The Realms of the Unreal, fascinaram-na de tal forma que decidiu pintar várias cenas da vida dessas personagens. A saga conta-nos as várias façanhas de um bando de raparigas que consegue dar a volta a soldados malvados. Paula Rego diz que as raparigas Vivian foram escravizadas pelo mundo adulto mas conseguiram lutar em sua defesa: […]

Paradise, acrílico de Paula Rego, 1985, exposição em Istambul, 2023, Turquia

Paradise, Acrílico sobre tela, 220 x 200 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing⁣ (Paula Rego’s son). Coleção particular. Exposição Paula Rego: The Story of Stories at Pera Museum of Istanbul, março de 2023, Istambul, Turquia. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária capacidade de livre associação […]

The Drowned Bear AKA In and Out of the Sea, acrílico de Paula Rego, 1985, coleção particular, Inglaterra

The Drowned Bear AKA In and Out of the Sea, Acrílico sobre tela, 244 x 186 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing⁣ (Paula Rego’s son). Imagem for courtesy Ostrich Arts Ltd and Victoria Miro Coleção particular, Londres, Inglaterra. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária capacidade […]

Paula Rego no seu atelier de Londres, junho de 2016, Inglaterra

Paula Rego no seu atelier de Londres. It’s horrible to be so old and still so afraid Fotografia de António Olmos, 2016, Inglaterra Sessão da qual uma das fotografias serviu de capa à Revista Expresso, Paula Rego, Lisboa, 27 de junho de 2016, Portugal. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou assim do informalismo e mediante a sua extraordinária capacidade de livre associação de imagens. No início dos anos 60, o […]

In and Out of The Sea AKA The Raft, acrílico de Paula Rego, 1985, coleção particular, Inglaterra

In and Out of The Sea AKA The Raft, Acrílico sobre tela, 240 x 190 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing⁣ (Paula Rego’s son). Imagem for courtesy Ostrich Arts Ltd and Victoria Miro Coleção particular em depósito na Casa das Histórias de Paula Rego, em Cascais, Portugal. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da […]

Na praia, acrílico de Paula Rego, 1985, depósito na Casa das Histórias de Paula Rego, em Cascais, Portugal.

Na praia. Acrílico sobre papel, 200 x 220 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing⁣ (Paula Rego’s son). Coleção particular em depósito na Casa das Histórias de Paula Rego, em Cascais, Portugal. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária capacidade de livre associação de imagens. No início […]

Na praia, acrílico de Paula Rego, 1985, depósito na Casa das Histórias de Paula Rego, em Cascais, Portugal.

Na praia. Acrílico sobre papel, 200 x 220 cm. Paula Rego (1935-2022), 1985. “These paintings, perhaps more than any others, helped her to understand herself and those close to her.” – Nick Willing⁣ (Paula Rego’s son). Coleção particular em depósito na Casa das Histórias de Paula Rego, em Cascais, Portugal. Tendo estudado em Londres, Paula Figueiroa Rego (Lisboa, 26 jan. 1935; Londres, 8 jun. 2022) tomou muito cedo conhecimento de certos movimentos de síntese surgidos após o informalismo. A génese da nova figuração da Paula derivou do informalismo e mediante a extraordinária capacidade de livre associação de imagens. No início […]

Deusa romana Flora, gesso de Arlindo Rocha, 1947, Cinema Batalha, Porto, Portugal.

Deusa romana Flora. Gesso de Arlindo Rocha (1921–1999), 1947. Fotografia de Miguel Bombarda, Porto Art District Batalha Centro de Cinema, Porto Arlindo Gonçalves da Rocha (Porto, Bonfim, 22 jan. 1921; idem, fev. 1999). Tendo frequentado o curso de Escultura da Escola de Belas Artes do Porto, curso que acabou em 1945, obteve uma bolsa do Instituto de Alta Cultura, em 1953, para estagiar em Itália e, em 1959, mais uma bolsa, então da Fundação Calouste Gulbenkian, para o Egito e a Grécia, visitando os principais Museus da Europa. Ao longo do seu percurso escultórico podemos observar abordagens de diferentes tipologias […]

Cabeça de jovem, bronze de Arlindo Rocha, 1946, Portugal

Cabeça de jovem. Bronze de Arlindo Rocha (1921–1999), 1946. Fotografia de João Carita, Lagoa de Albufeira, 4 de abril de 2026 Coleção de Hélder Carita, Lagoa, Portugal Arlindo Gonçalves da Rocha (Porto, Bonfim, 22 jan. 1921; idem, fev. 1999). Tendo frequentado o curso de Escultura da Escola de Belas Artes do Porto, curso que acabou em 1945, obteve uma bolsa do Instituto de Alta Cultura, em 1953, para estagiar em Itália e, em 1959, mais uma bolsa, então da Fundação Calouste Gulbenkian, para o Egito e a Grécia, visitando os principais Museus da Europa. Ao longo do seu percurso escultórico […]

Cabeça de jovem, bronze de Arlindo Rocha, 1946, Portugal

Cabeça de jovem. Bronze de Arlindo Rocha (1921–1999), 1946. Fotografia de João Carita, Lagoa de Albufeira, 4 de abril de 2026 Coleção de Hélder Carita, Lagoa, Portugal Arlindo Gonçalves da Rocha (Porto, Bonfim, 22 jan. 1921; idem, fev. 1999). Tendo frequentado o curso de Escultura da Escola de Belas Artes do Porto, curso que acabou em 1945, obteve uma bolsa do Instituto de Alta Cultura, em 1953, para estagiar em Itália e, em 1959, mais uma bolsa, então da Fundação Calouste Gulbenkian, para o Egito e a Grécia, visitando os principais Museus da Europa. Ao longo do seu percurso escultórico […]

Cabeça de jovem, bronze de Arlindo Rocha, 1946, Portugal

Cabeça de jovem. Bronze de Arlindo Rocha (1921–1999), 1946. Fotografia de João Carita, Lagoa de Albufeira, 4 de abril de 2026 Coleção de Hélder Carita, Lagoa, Portugal Arlindo Gonçalves da Rocha (Porto, Bonfim, 22 jan. 1921; idem, fev. 1999). Tendo frequentado o curso de Escultura da Escola de Belas Artes do Porto, curso que acabou em 1945, obteve uma bolsa do Instituto de Alta Cultura, em 1953, para estagiar em Itália e, em 1959, mais uma bolsa, então da Fundação Calouste Gulbenkian, para o Egito e a Grécia, visitando os principais Museus da Europa. Ao longo do seu percurso escultórico […]

Boneca Mwila de barro do sudoeste de Angola, 1966 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Boneca Mwila de barro do sudoeste de Angola Montagem a partir de escultura de barro quase que só seco ao sol com pontuais decorações, essenciais para figurarem o penteado. Grupo cultural Nyaneka-Humbi do sudoeste de Angola, 1966 (c.) Este conjunto de duas bonecas  de barro é composto por exemplares provindos do mesmo grupo cultural, mwila (nyaneka-humbi), e tendo o mesmo material constituinte: barro pouco cozido. A boneca AP.071 apresenta o penteado omalunyonga, típico da mulher casada com filhos, usado por este grupo, onde os pedaços de cana simbolizam a fertilidade e também representado em bonecas tronco. Entende-se o interesse por uma […]

Boneca kwanyama corpo dos Ovambo, sudoeste de Angola, 1966 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Boneca kwanyama corpo do sudoeste de Angola Montagem a partir de uma semente de duplo bojo com panos vários a partir do estrangulamento, botões, missangas, etc. Grupo cultural ovambo do sudoeste de Angola, 1966 (c.) Bonecas kwanyama corpo, grupo que agrega duas bonecas com uma figura mais antropomórfica. Estas bonecas apresentam trajes que em tudo são semelhantes aos usados pelas kwanyamas (ovambo). No relatório de campanha, António Carreira (Cabo Verde, Fogo, 1905-1988) refere que “[os kwanyamas] deixaram já de usar vestes (…) em peles. A mulher cuanhama usa presentemente o tecido europeu, uma espécie de antigo pano de colchão, que tingem […]

Boneca kwanyama okana dos Ovambo, sudoeste de Angola, 1966 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Boneca kwanyama okana do sudoeste de Angola Montagem a partir de uma semente de duplo bojo com panos vários a partir do estrangulamento, botões, missangas, etc. Grupo cultural ovambo do sudoeste de Angola, 1966 (c.) Bonecas kwanyama okana (ovambo) que formam um grupo muito homogéneo de 18 bonecas, em termos de materiais constituintes: definidas por uma semente de duplo bojo; o seu estrangulamento apresenta uma saia, e um número variável de saiotes. Em 1966, na sua segunda missão, em que pela segunda e última vez coleta bonecas deste tipo, António Carreira (Cabo Verde, Fogo, 1905-1988) anexa a seguinte informação: “Estas bonecas […]

Boneca tronco do sudoeste de Angola, 1960 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Boneca tronco do sudoeste de Angola Montagem a partir de um toro de madeira com estrutura de vime, decorada com botões, missangas e panos vários. Grupo cultural mwila (nyaneka-humbi) do sudoeste de Angola, 1960 (c.) Bonecas tronco, conjunto que reúne bonecas caracterizadas por uma mesma estrutura – um toro de madeira –, envolvida, a maioria delas, por uma malha entrançada. Por cima da referida estrutura cada boneca apresenta uma composição de variados elementos, configurando um traje e diferentes adornos. Em muitas figuram seios, e todas elas exibem complexos penteados, construídos em diferentes materiais – fibras vegetais, cabelo natural, missangas, botões, […]

Boneca de carolo de milho, grupo Nyaneka-humbi e Herrero do sudoeste de Angola, 1960 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Boneca do sudoeste de Angola Montagem a partir de uma massaroca ou carolo de milho com panos vários. Grupo Nyaneka-humbi e Herrero do sudoeste de Angola, 1960 (c.) Existem dezanove bonecas deste tipo provenientes dos dois grupos etnolinguísticos nyaneka-humbi e herero (sendo também possível estabelecer relações de afinidades com outros grupos culturais não representados na coleção). No seu estudo sobre o grupo etnolinguístico nyaneka-humbi, Alphonse Lang, um missionário nos princípios do século XX, referencia estas bonecas: “[u]m carolo de milho vestido como elas [meninas] faz a vez de boneca. Dependendo das estações, as fibras disponíveis ou as barbas do milho […]

Bonecas de carolo de milho, grupo Nyaneka-humbi e Herero do sudoeste de Angola, 1960 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Bonecas do sudoeste de Angola Montagem a partir de uma massaroca ou carolo de milho com panos vários. Grupo Nyaneka-humbi e Herrero do sudoeste de Angola, 1960 (c.) Existem dezanove bonecas deste tipo provenientes dos dois grupos etnolinguísticos nyaneka-humbi e herero (sendo também possível estabelecer relações de afinidades com outros grupos culturais não representados na coleção). No seu estudo sobre o grupo etnolinguístico nyaneka-humbi, Alphonse Lang, um missionário nos princípios do século XX, referencia estas bonecas: “[u]m carolo de milho vestido como elas [meninas] faz a vez de boneca. Dependendo das estações, as fibras disponíveis ou as barbas do milho […]

A brincar e já a sério. Bonecas do sudoeste angolano, 1960 (c.) e 2015, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

A brincar e já a sério. Bonecas do sudoeste angolano. Recolha, em grande parte, de António Carreira (Cabo Verde, Fogo, 1905-1988), em Angola, 1960 (c.). Montagem O museu, muitas coisas, 2015 (c.). Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. A coleção integra o núcleo «A Brincar e Já a Sério. Bonecas do Sudoeste de Angola» da exposição permanente do Museu Nacional de Etnologia O museu, muitas coisas. Trata-se de uma coleção constituída por oitenta e três bonecas diferentes (18 kwanyama okana; 2 kwanyama corpo; 19 Carolo de milho; 42 Tronco; 2 Mwila barro) resultantes de diversos grupos culturais e que […]

A brincar e já a sério. Bonecas do sudoeste angolano, 1960 (c.) e 2015, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

A brincar e já a sério. Bonecas do sudoeste angolano. Recolha, em grande parte, de António Carreira (Cabo Verde, Fogo, 1905-1988), em Angola, 1960 (c.). Montagem O museu, muitas coisas, 2015 (c.). Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. A coleção integra o núcleo «A Brincar e Já a Sério. Bonecas do Sudoeste de Angola» da exposição permanente do Museu Nacional de Etnologia O museu, muitas coisas. Trata-se de uma coleção constituída por oitenta e três bonecas diferentes (18 kwanyama okana; 2 kwanyama corpo; 19 Carolo de milho; 42 Tronco; 2 Mwila barro) resultantes de diversos grupos culturais e que […]

Bonecas do Sudoeste de Angola, Inês Ponte, Lisboa, Museu Nacional de Etnologia e Imprensa Nacional/Casa da Moeda, fevereiro de 2015, Portugal.

Inês Ponte, Bonecas do Sudoeste de Angola, Objetos e Coleções, Museu Nacional de Etnologia e Imprensa Nacional/Casa da Moeda, Lisboa, fevereiro de 2015, Portugal. Núcleo A brincar e já a sério. Bonecas do sudoeste angolano. Montagem O museu, muitas coisas, 2015 (c.). Recolha, em grande parte, de António Carreira (Cabo Verde, Fogo, 1905-1988), em Angola, 1960 (c.). Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. A coleção integra o núcleo «A Brincar e Já a Sério. Bonecas do Sudoeste de Angola» da exposição permanente do Museu Nacional de Etnologia O museu, muitas coisas. Trata-se de uma coleção constituída por oitenta e […]

Boneca de carolo de milho, grupo Nyaneka-humbi e Herrero do sudoeste de Angola, 1960 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Boneca do sudoeste de Angola Montagem a partir de uma massaroca ou carolo de milho com panos vários. Grupo Nyaneka-humbi e Herrero do sudoeste de Angola, 1960 (c.) Existem dezanove bonecas deste tipo provenientes dos dois grupos etnolinguísticos nyaneka-humbi e herero (sendo também possível estabelecer relações de afinidades com outros grupos culturais não representados na coleção). No seu estudo sobre o grupo etnolinguístico nyaneka-humbi, Alphonse Lang, um missionário nos princípios do século XX, referencia estas bonecas: “[u]m carolo de milho vestido como elas [meninas] faz a vez de boneca. Dependendo das estações, as fibras disponíveis ou as barbas do milho […]

Bonecas tronco do sudoeste de Angola, 1960 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Bonecas tronco do sudoeste de Angola Montagem a partir de um toro de madeira com estrutura de vime e panos vários. Grupo cultural mwila (nyaneka-humbi) do sudoeste de Angola, 1960 (c.) Bonecas tronco, conjunto que reúne bonecas caracterizadas por uma mesma estrutura – um toro de madeira –, envolvida, a maioria delas, por uma malha entrançada. Por cima da referida estrutura cada boneca apresenta uma composição de variados elementos, configurando um traje e diferentes adornos. Em muitas figuram seios, e todas elas exibem complexos penteados, construídos em diferentes materiais – fibras vegetais, cabelo natural, missangas, botões, tachas, correntes ou alfinetes […]

Boneca de carolo de milho, grupo Nyaneka-humbi e Herrero do sudoeste de Angola, 1960 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Boneca do sudoeste de Angola Montagem a partir de uma massaroca ou carolo de milho com panos vários. Grupo Nyaneka-humbi e Herrero do sudoeste de Angola, 1960 (c.) Existem dezanove bonecas deste tipo provenientes dos dois grupos etnolinguísticos nyaneka-humbi e herero (sendo também possível estabelecer relações de afinidades com outros grupos culturais não representados na coleção). No seu estudo sobre o grupo etnolinguístico nyaneka-humbi, Alphonse Lang, um missionário nos princípios do século XX, referencia estas bonecas: “[u]m carolo de milho vestido como elas [meninas] faz a vez de boneca. Dependendo das estações, as fibras disponíveis ou as barbas do milho […]

A brincar e já a sério. Bonecas do sudoeste angolano, 2005 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

A brincar e já a sério. Bonecas do sudoeste angolano. Recolha, em grande parte, de António Carreira (Cabo Verde, Fogo, 1905-1988), em Angola, 1960 (c.). Montagem O museu, muitas coisas, 2015 (c.). Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. A coleção integra o núcleo «A Brincar e Já a Sério. Bonecas do Sudoeste de Angola» da exposição permanente do Museu Nacional de Etnologia O museu, muitas coisas. Trata-se de uma coleção constituída por oitenta e três bonecas diferentes (18 kwanyama okana; 2 kwanyama corpo; 19 Carolo de milho; 42 Tronco; 2 Mwila barro) resultantes de diversos grupos culturais e que […]

Adufe de Idanha-a-Nova, 1969, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Adufe. Recolha de Ernesto Veiga Oliveira, em Idanha-a-Nova, 1969. A coleção dos instrumentos musicais populares resultou da pesquisa sistemática promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob proposta de Jorge Dias (1907-1973) e conduzida no terreno por  Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020) entre os anos de 1960 e 1965. Museu Nacional de Etnologia (AR 478), Restelo, Lisboa, Portugal. O Adufe foi introduzido na Península Ibérica pelas invasões islâmicas, entre os séculos VIII e XII, encontrando-se a sua utilização centrada no centro-leste de Portugal, com especial incidência para a área de Castelo Branco, mas também no Alentejo. É […]

Visita de índios Waujá à câmara municipal de Goiânia, 6 de novembro de 2024, Goiás, Brasil.

Visita de índios Waujá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso à câmara municipal de Goiânia. A visita deste indígenas fez parte do evento “Presença Originária na UFG – Ações de Inclusão e Diversidade na Universidade Federal de Goiás”, 6 de novembro de 2024. Câmara Municipal da Goiânia, Goiás, Brasil Os Waujá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção de […]

A Arte dos Sonhos, Uma Iconografia Ameríndia, Aristóteles Barcelos Neto, Lisboa, Museu Nacional de Etnologia e Assírio & Alvim, fevereiro de 2002, Portugal.

Aristóteles Barcelos Neto, A Arte dos Sonhos, Uma Iconografia Ameríndia Máscaras Atujuwá dos Waurá do Alto Xingu, recolha de 1950 Ed. Lisboa, Museu Nacional de Etnologia e Assírio & Alvim, fevereiro de 2002,  Portugal. Os Waurá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção de Aristóteles Barcelos Neto, em 2000. Além da riqueza de sua cultura material, esse povo possui uma complexa e […]

Máscaras Atujuwá dos Waurá do Alto Xingu, 1950, Mato Grosso, Brasil, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Máscaras Atujuwá dos Waurá do Alto Xingu. Recolha de 1950 e incorporação de 2000, através da coleção do depois professor Aristóteles Barcelos Neto, Alto Xingu, Mato Grosso, Brasil. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. Os Waurá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção de Aristóteles Barcelos Neto, em 2000. Além da riqueza de sua cultura material, esse povo possui uma complexa e […]

Máscaras Sagradas Waurá, 2024, Museu de História Natural do Mato Grosso, Cuiabá-MT, Brasil.

Máscaras Sagradas Waurá, Materialidade, Morfologia, e Ritualista do Alto Xingu. Máscaras Atujuwá dos Waurá da aldeia do Alto Xingu-MT, Exposição de 20 ago. a 30 nov. 2024 Museu de História Natural do Mato Grosso, Cuiabá-MT, Brasil. Os Waujá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção de Aristóteles Barcelos Neto, em 2000. Além da riqueza de sua cultura material, esse povo possui uma […]

Máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu, Museu do Centro Cultural do Vale do Maranhão, 2024, São Luís-MA, Brasil.

Máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu. Aldeia do Alto Xingu-MT, Fotografia de exposição de 20 ago. 30 nov. 2024 Museu do Centro Cultural do Vale do Maranhão, São Luís-MA, Brasil. Os Waujá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção de Aristóteles Barcelos Neto, em 2000. Além da riqueza de sua cultura material, esse povo possui uma complexa e fascinante mito-cosmologia, na qual […]

Máscaras Sagradas Waurá, 2024, Museu de História Natural do Mato Grosso, Cuiabá-MT, Brasil.

Máscaras Sagradas Waurá, Materialidade, Morfologia, e Ritualista do Alto Xingu. Máscaras Atujuwá dos Waurá da aldeia do Alto Xingu-MT, Cartaz de exposição de 20 ago. 30 nov. 2024 Museu de História Natural do Mato Grosso, Cuiabá-MT, Brasil. Os Waujá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção de Aristóteles Barcelos Neto, em 2000. Além da riqueza de sua cultura material, esse povo possui […]

Máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu, Museu do Centro Cultural do Vale do Maranhão, 2024, São Luís-MA, Brasil.

Máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu. Aldeia do Alto Xingu-MT, Fotografia de exposição de 20 ago. 30 nov. 2024 Museu do Centro Cultural do Vale do Maranhão, São Luís-MA, Brasil. Os Waujá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção de Aristóteles Barcelos Neto, em 2000. Além da riqueza de sua cultura material, esse povo possui uma complexa e fascinante mito-cosmologia, na qual […]

Máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu, Museu do Centro Cultural do Vale do Maranhão, 2024, São Luís-MA, Brasil.

Máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu. Aldeia do Alto Xingu-MT, Fotografia de exposição de 20 ago. 30 nov. 2024 Museu do Centro Cultural do Vale do Maranhão, São Luís-MA, Brasil. Os Waujá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção de Aristóteles Barcelos Neto, em 2000. Além da riqueza de sua cultura material, esse povo possui uma complexa e fascinante mito-cosmologia, na qual […]

Máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu, 2001, Mato Grosso, Brasil.

Máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu. Aldeia do Alto Xingu-MT, Fotografia do professor Aristóteles Barcelos Neto, 2001 Mato Grosso, Brasil. Os Waujá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção de Aristóteles Barcelos Neto, em 2000. Além da riqueza de sua cultura material, esse povo possui uma complexa e fascinante mito-cosmologia, na qual os vínculos entre os animais, as coisas, os humanos e […]

Conferência do professor Aristóteles Barcelos Neto no Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, 12 de fevereiro de 2026, Portugal

As relações entre o Museu Indígena Ulupuwene e os museus de etnologia à luz das sensibilidades culturais xinguanas e do código de Ética do ICOM. Máscaras Atujuwá dos Waurá do Alto Xingu, recolha de 1950 Conferência do professor Aristóteles Barcelos Neto a 12 de fevereiro de 2026. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. Os Waujá, habitantes do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, são notórios pela singularidade de sua cerâmica, o grafismo de seus cestos, sua arte plumária e máscaras rituais, de que o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa possui uma importante recolha de 1950, incorporada da coleção […]

Coleção de máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu, Mato Grosso, recolha e montagem de 2015, Museu Nacional do Índio, Rio de Janeiro, Brasil.

Coleção de máscaras Atujuwá dos Waurá do Xingu. Artesãos Daikir Talatalakuma Waurá e Karapotan Waurá, da Aldeia Piyulaga (Xingu-MT), 2015 Mato Grosso, Brasil. Museu Nacional do Índio, Rio de Janeiro, Brasil Os artesãos Daikir Talatalakuma Waurá e Karapotan Waurá, da Aldeia Piyulaga (Xingu-MT), chegam ao Rio de Janeiro, a convite do Museu do Índio, para montar quatro máscaras tradicionais Waurá que serão exibidas ao público em futuras exposições. O convite do Museu do Índio tem como objetivo principal a documentação do processo de montagem das máscaras dentro da instituição. Esse registro é importante para a transmissão de saberes e práticas na […]

Máscara Mwana-Pwo, escultor Tshokwe de Angola, 1950 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Máscara Mwana-Pwo. Escultor Tshokwe de Angola. Adquirida, em 1960, pelo Dr. Machado Cruz, no Chefado de Sachicungo, Xassengue. ©DGPM / José Pessoa. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, fundado em 1945 por António Mendes Corrêa (1888-1960), passando depois à Universidade de Coimbra, onde Jorge Dias leciona entre 1952 e 1956, e neste último ano, a […]

Máscara Chokwe-Ganguela, 1970 (c.), Alto Cubango, Angola, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Máscara Chokwe-Ganguela Máscara, do Alto Cubango (Angola). Doada pelo extinto Centro de Estudos Africanos, da Faculdade de Letras da ULisboa, em 2009. Tinha sido oferecida àquela instituição pelo Prof. Manuel Viegas Guerreiro (1912-1997), e a este, anteriormente, por um estudante ex-miliciano, que cumpriu serviço militar em Angola, por volta de 1975. ©AF-MNE / João André. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no […]

Margot Dias, Mueda, 1961, Moçambique, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Margot Dias  (1908-2001) Mueda, 1961, Moçambique. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, fundado em 1945 por António Mendes Corrêa (1888-1960), passando depois à Universidade de Coimbra, onde Jorge Dias leciona entre 1952 e 1956, e neste último ano, a Lisboa, onde se fixa, passando a lecionar no Instituto Superior de Estudos Ultramarinos e na Faculdade […]

Revista Gerador, 40, Lisboa, janeiro 2023, Portugal.

Revista Gerador, 40, Lisboa, janeiro 2023, Portugal. Sustentabilidade ambiental: contradições entre metas e políticas implementadas. Largo trabalho sobre Restituição às ex-colónias: a luta pela libertação da memória e identidade com recurso ao material iconográfico da Museu Nacional de Etnologia de Lisboa, Portugal.

Cachimbo angolano da coleção de António de Oliveira, 1670 (c.), Angola, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Cachimbo angolano da coleção de António de Oliveira. Adquirida pelo MNE, em 1959, e proveniente do sobado de Ngunza Mbambe (Angola), com a indicação de ter pertencido ao rei do Dongo, D. João I, morto em 1671 Angola. Fotografia Bárbara Monteiro, 2005. Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, fundado em 1945 por António Mendes Corrêa […]

Figura antropomórfica ou ídolo de pregos do Museu Nacional de Etnologia, Angola, 1880 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Figura antropomórfica, ídolo de pregos Figura em postura real telama lwimbanganga, indicativa da sua capacidade de clarividência. Esta postura nem sempre traduz agressividade, mas está também ligada à ordem e reequilíbrio social. Embora seja o escultor que executa estes objetos, é o nganga (especialista do ritual) que providencia obilongo. Ou seja, é ele que através das substâncias mágicas que coloca na figura (nomeadamente no recetáculo do ventre), lhe confere a força sobrenatural. Para ativar um nkisi ou ngaanga crava-se-lhe uma peça em metal de acordo com o pedido que lhe foi dirigido. Comprada, em 1969, em Lisboa, ao Dr. Rui […]

Iran ou Irã dos Bijagós, 1930 (c.), Guiné-Bissau, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Iran ou Irã Objeto cultual, de que o mais antigo recolhido parece ser o da Museu da Sociedade de Geografia de Lisboa, de 1880 (c.), que contém energia sagrada e ao qual toda a aldeia presta homenagem. Aparece também referido como o “Remédio do Espírito”, que serve de intermediário entre os vivos e os seus antepassados. Os Irãs Grandes, chamados Irãs do Chão, são os mais poderosos da tabanca. Para além da forma humana, eles podem assumir outras formas. Em princípio, os Irãs Grandes devem estar na chamada «baloba dos defuntos», que é o santuário das mulheres; mas, devido aos […]

Adorno de cintura dos kabaro bijagós, 1950 (c.), Guiné-Bissau, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Adorno de cintura Adorno de cintura usado nos rituais de iniciação, ou de passagem de idade para a vida adulta. Antes da saída dos novos iniciados kamabi da mata, os jovens kabaro são submetidos aos ensaios de aperfeiçoamento das coreografias de dança e fazem a primeira apresentação pública no palco etikapungnhana para a saída dos kamabi de fanado (retiro iniciático). Depois, sempre que se organizam eventos e, sob a orientação dos kamabi, os kabaro são convidados a dançar e a animar a comunidade, inclusivamente, no sentido de promoção física pessoal, pois numa sociedade fortemente matriarcal, quem escolhe o parceiro é […]

Marimba, quiau, carriquiau, etc., 1960 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.

Marimba Quiau, carriquiau, carriculau, etc., são termos portugueses para o mesmo instrumento de percusão e fricção. Secção de A Música e os dias. O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente.    A coleção dos instrumentos musicais populares resultou da pesquisa sistemática promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob proposta de Jorge Dias (1907-1973) e conduzida no terreno por  Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020) entre os anos de 1960 e 1965. Lisboa, 2005. Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e […]

Sarroncas, 1950 e seguintes, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.

Sarroncas Roncadeira, zabumba, zamburra, zurra-burros e ronca são outros termos portugueses para o mesmo membranofone de fricção. Secção de A Música e os dias. O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente.    A sarronca é um instrumento musical tradicional, do tipo membranofone de fricção. É constituído por um cântaro de barro que funciona como caixa de ressonância, uma pele que tapa a boca do vaso e um elemento fricativo que consiste numa haste em cana ou madeira. O executante segura a sarronca debaixo de um dos braços em posição oblíqua e fricciona a membrana com movimentos lineares. Por ação do executante, a haste trespassa a pele e coloca-a em […]

Tambores chokwe e kacongo, 1950 (c.), Angola (?), Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.

Tambores chokwe e kacongo (atr.) Madeira esculpida e patinada. Escultor chokwe e kacongo, 1950 (c.) O grande tambor de fenda dos chokwe, nguvu (hipopótamo, dada a profundidade do som), mas também chinguvo, é por vezes representado nas cadeiras de soba e em lugar de destaque, sinal do seu estatuto. Leste de Angola (?). Secção de A Música e os dias. O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente.   A coleção dos instrumentos musicais populares resultou da pesquisa sistemática promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob proposta de Jorge Dias (1907-1973) e conduzida no terreno por  Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) […]

Apitos de caça chokwe e kacongo, 1950 (c.), Angola, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.

Apitos de caça chokwe e kacongo Hunting whistle “kasengosengo” Madeira esculpida e patinada. Escultor chokwe e kacongo, 1950 (c.) Leste de Angola ou República Democrática do Congo. Secção de A Música e os dias. O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente.   A coleção dos instrumentos musicais populares resultou da pesquisa sistemática promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob proposta de Jorge Dias (1907-1973) e conduzida no terreno por  Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020) entre os anos de 1960 e 1965. Lisboa, 2005. Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia […]

A Música e os dias, O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente, 2005, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.

A Música e os dias. O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente.   A coleção dos instrumentos musicais populares resultou da pesquisa sistemática promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob proposta de Jorge Dias (1907-1973) e conduzida no terreno por  Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020) entre os anos de 1960 e 1965. Lisboa, 2005. Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na […]

A Música e os dias, O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente, 2005, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.

A Música e os dias. O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente.   A coleção dos instrumentos musicais populares resultou da pesquisa sistemática promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob proposta de Jorge Dias (1907-1973) e conduzida no terreno por  Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020) entre os anos de 1960 e 1965. Lisboa, 2005. Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na […]

Tambor das festas do Espírito Santo nos Açores, 1900 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.

Tambor das festas do Espírito Santo nos Açores. 1900 (c.) O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente. A Música e os dias.  A coleção dos instrumentos musicais populares resultou da pesquisa sistemática promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob proposta de Jorge Dias (1907-1973) e conduzida no terreno por  Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020) entre os anos de 1960 e 1965. Lisboa, 2005. Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de […]

O Museu, muitas coisas, A Música e os dias, galeria de exposição permanente, 2005, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.

O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente. A Música e os dias. As festas do Espírito Santo nos Açores. A coleção dos instrumentos musicais populares resultou da pesquisa sistemática promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob proposta de Jorge Dias (1907-1973) e conduzida no terreno por  Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020) entre os anos de 1960 e 1965. Lisboa, 2005. Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e […]

O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente, 2005, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.

O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente. Com este conjunto de objetos e alguns elementos de cronologia, lembramos os principais protagonistas que, desde a origem deste museu, definiram as suas linhas de ação e nele cruzam os seus percursos. Desde logo, Jorge Dias (1907-1973), Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Pereira (1928-2019) que, mesmo antes de haver museu, a partir do final da década de 1940, formaram o grupo de pesquisa coeso e exigente do Centro de Estudos de Etnologia. Lembramos também os investigadores do museu ou a ele associados que no […]

O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente, 2005, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.

O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente. Com este conjunto de objetos e alguns elementos de cronologia, lembramos os principais protagonistas que, desde a origem deste museu, definiram as suas linhas de ação e nele cruzam os seus percursos. Desde logo, Jorge Dias (1907-1973), Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Pereira (1928-2019) que, mesmo antes de haver museu, a partir do final da década de 1940, formaram o grupo de pesquisa coeso e exigente do Centro de Estudos de Etnologia. Lembramos também os investigadores do museu ou a ele associados que no […]

O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente, 2005, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.

O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente. Com este conjunto de objetos e alguns elementos de cronologia, lembramos os principais protagonistas que, desde a origem deste museu, definiram as suas linhas de ação e nele cruzam os seus percursos. Desde logo, Jorge Dias (1907-1973), Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Pereira (1928-2019) que, mesmo antes de haver museu, a partir do final da década de 1940, formaram o grupo de pesquisa coeso e exigente do Centro de Estudos de Etnologia. Lembramos também os investigadores do museu ou a ele associados que no […]

Máscaras Transmontanas, pelo artesão Amável Alves Antão, Museu Ibérico da Máscara e do Traje, 4 de setembro de 2021, Bragança, Portugal.

Máscaras Transmontanas, Pelo artesão Amável Alves Antão (1961-). Museu Ibérico da Máscara e do Traje, 4 de setembro de 2021. Bragança, Portugal. Durante as Festas dos Caretos, nos Rituais do Solstício de Inverno, também conhecidos por Festa dos Rapazes, ocorrem uma série de celebrações festivas cuja origem e simbologia antecedem à época da romanização, provavelmente ao período celta na Península Ibérica. As festas de inverno em Trás-os-Montes, celebram a mudança de ciclo ou a entrada de uma nova estação, fazendo sair às ruas máscaras e ritos de raízes milenares. Os enigmáticos caretos são daqueles raros exemplos de sobrevivência cultural. Personagens […]

Máscara Sogow, cabeça de macaco, 1980 (c.), etnia Ségou, Mali, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Máscara Sogow, cabeça de macaco. Etnia Ségou, Mali, Doação de Francisco Capelo, 2004. Fotografia de Victor Oliveira, 2020 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, fundado em 1945 por António Mendes Corrêa (1888-1960), passando depois à Universidade de Coimbra, onde Jorge Dias leciona entre 1952 e 1956, e neste último ano, a Lisboa, onde se […]

Tsijibinda Ilunga, Tchokwe, 1900 (c.), Museu Nacional de Antropologia, Lisboa, Portugal.

Tsijibinda. Tshibinda ou Chibinda Ilunga. Madeira entalhada e patinada, 28 cm. Escultor Tchokwe, 1900 (c.). Recolha de António Oliveira, em 1959, em Lola, Lunda, Angola e aquisição em 1965-1966 Museu Nacional de Antropologia, Lisboa, Portugal. A figura do Tshibinda Ilunga pertence à tradição Luba, representando o ancestral masculino dos Chokwe, Tchokwe ou Quiocos, como guerreiro-caçador e, por vezes, com duas pequenas figuras nas mãos, em sinal de proteção de toda a tribo. O ancestral dos Chokwe é o herói cultural Chibinda Ilunga, lendário caçador, em princípio, Luba e que tendo casado com a rainha Lunda Lueji A’Nkonde (c. 1635- c. 1670), deram […]

Máscaras portuguesas, Benjamim Pereira, Lisboa, Junta de Investigação do Ultramar, 1973, Portugal.

Benjamim Pereira (1928-2020), Máscaras portuguesas, Lisboa, Junta de Investigação do Ultramar, 1973. Durante as Festas dos Caretos, nos Rituais do Solstício de Inverno, também conhecidos por Festa dos Rapazes, ocorrem uma série de celebrações festivas cuja origem e simbologia antecedem à época da romanização, provavelmente ao período celta na Península Ibérica. As festas de inverno em Trás-os-Montes, celebram a mudança de ciclo ou a entrada de uma nova estação, fazendo sair às ruas máscaras e ritos de raízes milenares. Os enigmáticos caretos são daqueles raros exemplos de sobrevivência cultural. Personagens com máscaras bizarras de madeira, couro e latão, além de […]

Máscara Sogow, cabeça de macaco, 1980 (c.), etnia Ségou, Mali, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Máscara Sogow, cabeça de macaco. Etnia Ségou, Mali, Doação de Francisco Capelo, 2004. Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, fundado em 1945 por António Mendes Corrêa (1888-1960), passando depois à Universidade de Coimbra, onde Jorge Dias leciona entre 1952 e 1956, e neste último ano, a Lisboa, onde se fixa, passando […]

Máscara elmo Hemba, etnia Suku, 1950 (c.), província do Uíge, Angola, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal

Máscara elmo Hemba, Etnia Suku, província do Uíge, Angola, oferta do Museu Agrícola do Ultramar, em 1967. Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, fundado em 1945 por António Mendes Corrêa (1888-1960), passando depois à Universidade de Coimbra, onde Jorge Dias leciona entre 1952 e 1956, e neste último ano, a Lisboa, […]

Máscara portuguesa da Festa de Santo Estêvão, 1950 (c.), Grijó de Parada, Bragança, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Máscara portuguesa da Festa de Santo Estêvão. Grijó de Parada, Bragança. Adquirida aos herdeiros de Sebastião Pessanha (1892-1965), em 1967. Durante as Festas dos Caretos, nos Rituais do Solstício de Inverno, também conhecidos por Festa dos Rapazes, ocorrem uma série de celebrações festivas cuja origem e simbologia antecedem à época da romanização, provavelmente ao período celta na Península Ibérica. As festas de inverno em Trás-os-Montes, celebram a mudança de ciclo ou a entrada de uma nova estação, fazendo sair às ruas máscaras e ritos de raízes milenares. Os enigmáticos caretos são daqueles raros exemplos de sobrevivência cultural. Personagens com máscaras […]

Peças do Museu de Etnologia, 1900 a 1960, Lisboa, Portugal

Peças do Museu de Etnologia Escultura Tshibinda Ilunga, Tshokwe, 1900 (c.), Região de Lola, Angola. Recolha de António de Oliveira, em 1959 e aquisição de 1965-1966. Tabuleiro de betel, Timor, doação de Ruy Cinatti (1915-1986), 1964. Bilha do Tarrafal, 1950 (c.), ilha de Santiago, Cabo Verde, compra de Jorge Dias (1907-1973) e António Carreira (Cabo Verde, 1905-1988), 1970. Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), […]

Peças do Museu de Etnologia, 1950 a 1960, Lisboa, Portugal

Peças do Museu de Etnologia Máscara portuguesa da Festa de Santo Estêvão, Grijó de Parada, Bragança. Adquirida aos herdeiros de Sebastião Pessanha (1892-1965), em 1967. Máscara elmo Hemba, Suku, província do Uíge, Angola, oferta do Museu Agrícola do Ultramar, em 1967. Buda reclinado, Mahapariniivana Sana, Myanmar, aquisição a Victor Bandeira (1931-2024), 1974. Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e […]

Máscara Kalelwa de circuncisão, 1965 (c.), Tchokwe, Saurimbo (Henrique de Carvalho), Angola, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Máscara Kalelwa de circuncisão. Tchokwe, Saurimbo (Henrique de Carvalho), Angola. Adquirida, em 1967, a António Carreira (Cabo Verde, 1905-1988). As máscaras Kalelwa com figuras vagamente antropomórficas, muito estilizadas e com largo capacete, são usadas nas danças de circuncisão e utilizadas pelo dirigente das mesmas. Como cores domina geralmente o vermelho, o preto e o branco com motivos geométricos.. Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), […]

Cesto Quilengues, Huíla, 1960 (c.), Angola, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Cesto Quilengues. Huíla, Angola. Adquirido, em 1965, a António Carreira (Cabo Verde, 1905-1988). Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, fundado em 1945 por António Mendes Corrêa (1888-1960), passando depois à Universidade de Coimbra, onde Jorge Dias leciona entre 1952 e 1956, e neste último ano, a Lisboa, onde se fixa, passando […]

Urna funerária dos Marajós, 1950 (c.), proveniente do Teso (cemitério) dos Camutins, ilha de Marajó, região do Lago Ararí, Estado do Pará, Brasil.

Urna funerária dos Marajós. Recolhida no Teso (cemitério) dos Camutins, ilha de Marajó, região do Lago Ararí, Estado do Pará, Brasil. Compra a Victor Bandeira (1931-2024), 1964. Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, fundado em 1945 por António Mendes Corrêa (1888-1960), passando depois à Universidade de Coimbra, onde Jorge Dias leciona […]

Peças do Museu de Etnologia, 1940 a 1950, Lisboa, Portugal

Peças do Museu de Etnologia Máscara de Circuncisão, Tchokwe, Saurimbo (Henrique de Carvalho), Angola. Adquirida, em 1967, a António Carreira. Cesto Quilengues, Huíla, Angola, adquirido, em 1965, a António Carreira. Urna funerária dos Marajós, recolhida no Teso (cemitério) dos Camutins, ilha de Marajó, região do Lago Ararí, Estado do Pará, Brasil. Compra a Victor Bandeira (1931-2024), 1964. Máscara Sogow, cabeça de macaco, Ségou, Mali, doação de Francisco Capelo, 2004. Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano […]

Máscara Lipiko de Jorge Dias e Margot Dias, recolha de 1957-1961, Mueda, Moçambique, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Máscara Lipiko. Makonde (Moçambique). Adquirida, em 1958, por Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), no âmbito de uma pesquisa etnográfica, da Missão de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português (1957-1961) Museu Nacional de Etnologia. © DGPC/José Pessoa Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal Utilizada tradicionalmente em danças mapiko por rapazes recém-iniciados ou por homens durante as mesmas cerimónias. O complexo do mapico ou mapiko é um conjunto de crenças e atividades de natureza ritual, visando principalmente o controle social. O mapico é a figura mais importante da cultura Makonde, ou Wamakonde, que envolve uma população de cerca de […]

Máscara Lipiko de Jorge Dias e Margot Dias, recolha de 1957-1961, Mueda, Moçambique, Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal.

Máscara Lipiko. Makonde (Moçambique). Adquirida, em 1958, por Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), no âmbito de uma pesquisa etnográfica, da Missão de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português (1957-1961) Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal Utilizada tradicionalmente em danças mapiko por rapazes recém-iniciados ou por homens durante as mesmas cerimónias. O complexo do mapico ou mapiko é um conjunto de crenças e atividades de natureza ritual, visando principalmente o controle social. O mapico é a figura mais importante da cultura Makonde, ou Wamakonde, que envolve uma população de cerca de 500 mil indivíduos, […]

Máscara hipopótamo, 1950 (c.), Bijagós da Guiné-Bissau, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.

Máscara hipopótamo. A máscara de hipopótamo usada em rituais de iniciação ou de passagem para a idade adulta, faz parte, atualmente, das máscaras de eleição de dança dos jovens kabaro. Antes da saída dos novos iniciados kamabi da mata, os jovens kabaro são submetidos aos ensaios de aperfeiçoamento das coreografias de dança e fazem a primeira apresentação pública no palco etikapungnhana para a saída dos kamabi de fanado (retiro iniciático). Depois, sempre que se organizam eventos e, sob a orientação dos kamabi, os kabaro são convidados a dançar e a animar a comunidade, inclusivamente, no sentido de promoção física pessoal, […]

Peças do Museu de Etnologia, 1940 a 1950, Lisboa, Portugal

Peças do Museu de Etnologia Máscara de Lipiko. Makonde (Moçambique). Adquirida, em 1958, por Jorge Dias e Margot Dias, no âmbito de uma pesquisa etnográfica, da Missão de Estudos das Minorias Étnicas do Ultramar Português (1957-1961) Figura-relicário Nkisi, Woyo, Cabinda, coleção do Seminário das Missões do Espírito Santo, 1969 Máscara de dança dos cardadores de Ílhavo, Aveiro, doação de Sebastião Pessanha, 1964. Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e […]

Benjamim Enes Pereira, 2000 (c.), Portugal

Benjamim Pereira (1928-2020) Fotografia de 2000 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Lisboa, Portugal Benjamim Enes Pereira nasceu em 1928, em Carreço (Viana do Castelo), distinguindo-se muito novo como bailarino de folclore e foi um dos pioneiros da investigação em etnologia e antropologia, através do seu trabalho no Centro de Estudos de Etnologia, e no futuro Museu Nacional de Etnologia, a par de Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990), Jorge Dias (1907-1973), Margot Dias (1908-2001) e Fernando Galhano (1904-1995). Benjamim Pereira tinha completado 91 anos a 25 de dezembro de 2019, mas faleceria a 1 de fevereiro seguinte. O Museu Nacional de […]

Galerias da Vida Rural, projeto de museologia de Benjamim Enes Pereira, 1980 para 1990, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.

Galerias da Vida Rural. Projeto de museologia de Benjamim Enes Pereira (1928-2020), 1980 para 1990. Benjamim Enes Pereira nasceu em 1928, em Carreço (Viana do Castelo), distinguindo-se muito novo como bailarino de folclore e foi um dos pioneiros da investigação em etnologia e antropologia, através do seu trabalho no Centro de Estudos de Etnologia e no futuro Museu Nacional de Etnologia, a par de Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990), Jorge Dias (1907-1973), Margot Dias (1908-2001) e Fernando Galhano (1904-1995). Benjamim Pereira tinha completado 91 anos a 25 de dezembro de 2019, mas faleceria a 1 de fevereiro seguinte. Lisboa, 2025. […]

Galerias da Vida Rural, projeto de museologia de Benjamim Enes Pereira, 1980 para 1990, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.

Galerias da Vida Rural. Projeto de museologia de Benjamim Enes Pereira (1928-2020), 1980 para 1990. Benjamim Enes Pereira nasceu em 1928, em Carreço (Viana do Castelo), distinguindo-se muito novo como bailarino de folclore e foi um dos pioneiros da investigação em etnologia e antropologia, através do seu trabalho no Centro de Estudos de Etnologia e no futuro Museu Nacional de Etnologia, a par de Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990), Jorge Dias (1907-1973), Margot Dias (1908-2001) e Fernando Galhano (1904-1995). Benjamim Pereira tinha completado 91 anos a 25 de dezembro de 2019, mas faleceria a 1 de fevereiro seguinte. Lisboa, 2025. […]

Máscara vaca bruto e máscara hipopótamo, 1940 (c.), Bijagós da Guiné-Bissau, Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.

Máscara vaca bruto e máscara hipopótamo. A máscara cabeça de vaca mungut ou vaca bruto, vaca e a pis berga, peixe-serra, fazem parte, atualmente, das máscaras de eleição de dança dos jovens kabaro. Antes da saída dos novos iniciados kamabi da mata, os jovens kabaro são submetidos aos ensaios de aperfeiçoamento das coreografias de dança e fazem a primeira apresentação pública no palco etikapungnhana para a saída dos kamabi de fanado (retiro iniciático). Depois, sempre que se organizam eventos e, sob a orientação dos kamabi, os kabaro são convidados a dançar e a animar a comunidade. A matéria-prima de confeção […]

Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário, cartaz de exposição no Museu Nacional de Etnologia, 2025, Restelo, Lisboa, Portugal.

Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário. A exposição “Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário” serve de ponto de partida para uma visita que pretende questionar o papel de Portugal no mundo. Trinta anos volvidos da institucionalização da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), Gonçalo Margato (CEI Iscte) propõe uma viagem entre passado e presente, da história do colonialismo aos discursos de política externa na contemporaneidade, questionando os legados mais ou menos visíveis da experiência colonial portuguesa. Lisboa, 2025. Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal. O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias […]

General Carlos de Azeredo na sede do CDS/PP da Madeira, Funchal, 6 de abril de 2006, ilha da Madeira.

General Carlos de Azeredo na sede do CDS/PP da Madeira. (1930-2021) Com José Manuel Rodrigues (1960-) e Rui Miguel da Silva Barreto (1976-) Fotografia de 6 de abril de  2006. Funchal, ilha da Madeira Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme (Marco de Canaveses, 4 out. 1930; Porto, 12 ago. 2021). Oriundo da antiga aristocracia nortenha e filho do genealogista Francisco Carlos de Azeredo Melo e Leme (1900-1988), cumprira várias comissões de serviço militar no antigo Estado Português da Índia, em Cabinda, em Angola e na Guiné, onde trabalhara com o general António de Spínola (1910-1996). Tendo vindo para o […]

Tomada de posse de José Manuel Rodrigues, Plenário da Assembleia Legislativa Regional, 15 de outubro de 2019, Funchal, ilha da Madeira

Tomada de posse de José Manuel Rodrigues  (1960-) Sessão de 15 de outubro de 2019 Plenário da Assembleia Legislativa Regional, Arquivo da Assembleia Legislativa da RAM. José Manuel de Sousa Rodrigues (Funchal, Santa Maria Maior, 13 jul. 1960-), jornalista dos quadros da RTP Madeira, tinha começado a sua carreira no Jornal da Madeira, em 1978, integrando depois redações de vários órgãos de comunicação social como correspondente. Começou a carreira política em 1976, como primeiro presidente da Juventude Centrista da Madeira e, em 1986, foi um dos mandatários jovens da candidatura de Freitas do Amaral (1941-2019) à Presidência da República. Em […]

Tomada de posse de José Manuel Rodrigues, Plenário da Assembleia Legislativa Regional, 15 de outubro de 2019, Funchal, ilha da Madeira

Tomada de posse de José Manuel Rodrigues  (1960-) Sessão de 15 de outubro de 2019 Plenário da Assembleia Legislativa Regional, Arquivo da Assembleia Legislativa da RAM. José Manuel de Sousa Rodrigues (Funchal, Santa Maria Maior, 13 jul. 1960-), jornalista dos quadros da RTP Madeira, tinha começado a sua carreira no Jornal da Madeira, em 1978, integrando depois redações de vários órgãos de comunicação social como correspondente. Começou a carreira política em 1976, como primeiro presidente da Juventude Centrista da Madeira e, em 1986, foi um dos mandatários jovens da candidatura de Freitas do Amaral (1941-2019) à Presidência da República. Em […]

Tomada de posse de José Manuel Rodrigues, Plenário da Assembleia Legislativa Regional, 15 de outubro de 2019, Funchal, ilha da Madeira

José Manuel Rodrigues aguardando a tomada de posse (1960-) Na mesma fila, à esquerda, a Dr.ª Rubina Leal (1966-), que lhe sucederia em 2025 Sessão de 15 de outubro de 2019 Plenário da Assembleia Legislativa Regional, Arquivo da Assembleia Legislativa da RAM. José Manuel de Sousa Rodrigues (Funchal, Santa Maria Maior, 13 jul. 1960-), jornalista dos quadros da RTP Madeira, tinha começado a sua carreira no Jornal da Madeira, em 1978, integrando depois redações de vários órgãos de comunicação social como correspondente. Começou a carreira política em 1976, como primeiro presidente da Juventude Centrista da Madeira e, em 1986, foi […]

XII Legislatura 2019-2023, Um Novo Parlamento para um Tempo Novo, Funchal, IDEIA, Assembleia Legislativa Regional, 2023, ilha da Madeira.

XII Legislatura 2019-2023, Um Novo Parlamento para um Tempo Novo Apresentação de José Manuel Rodrigues (1960-), Funchal, IDEIA, Assembleia Legislativa Regional, 2023, ilha da Madeira. José Manuel de Sousa Rodrigues (Funchal, Santa Maria Maior, 13 jul. 1960-), jornalista dos quadros da RTP Madeira, tinha começado a sua carreira no Jornal da Madeira, em 1978, integrando depois redações de vários órgãos de comunicação social como correspondente. Começou a carreira política em 1976, como primeiro presidente da Juventude Centrista da Madeira e, em 1986, foi um dos mandatários jovens da candidatura de Freitas do Amaral (1941-2019) à Presidência da República. Em 1995, […]

Palavras de despedida de José Manuel Rodrigues da presidência da Assembleia, 10 de abril de 2025, Plenário da Assembleia Legislativa Regional, Funchal, ilha da Madeira

Palavras de despedida de José Manuel Rodrigues  (1960-) Sessão de 10 de abril de 2025 com, na primeira fila, a Dr.ª Rubina Leal (1966-), eleita nesse dia a seguinte presidente Plenário da Assembleia Legislativa Regional, Arquivo da Assembleia Legislativa da RAM. José Manuel de Sousa Rodrigues (Funchal, Santa Maria Maior, 13 jul. 1960-), jornalista dos quadros da RTP Madeira, tinha começado a sua carreira no Jornal da Madeira, em 1978, integrando depois redações de vários órgãos de comunicação social como correspondente. Começou a carreira política em 1976, como primeiro presidente da Juventude Centrista da Madeira e, em 1986, foi um […]

Inauguração do “Abraço”, Monumento de Homenagem aos Profissionais de Saúde, 19 de julho de 2021, Avenida António José de Almeida, Funchal, ilha da Madeira.

Palavras de José Manuel Rodrigues na inauguração do “Abraço”, Monumento de Homenagem aos Profissionais de Saúde. (1960-) Bronze patinada e folheado Martim Velosa (1973-), inaugurado a 19 de julho de 2021. Fotografia da Assembleia Legislativa da Madeira. Avenida António José de Almeida, Funchal, ilha da Madeira José Manuel de Sousa Rodrigues (Funchal, Santa Maria Maior, 13 jul. 1960-), jornalista dos quadros da RTP Madeira, tinha começado a sua carreira no Jornal da Madeira, em 1978, integrando depois redações de vários órgãos de comunicação social como correspondente. Começou a carreira política em 1976, como primeiro presidente da Juventude Centrista da Madeira e, […]

Tomada de posse de José Manuel Rodrigues, Plenário da Assembleia Legislativa Regional, 15 de outubro de 2019, Funchal, ilha da Madeira

Tomada de posse de José Manuel Rodrigues  (1960-) Sessão de 15 de outubro de 2019 Plenário da Assembleia Legislativa Regional, Arquivo da Assembleia Legislativa da RAM. José Manuel de Sousa Rodrigues (Funchal, Santa Maria Maior, 13 jul. 1960-), jornalista dos quadros da RTP Madeira, tinha começado a sua carreira no Jornal da Madeira, em 1978, integrando depois redações de vários órgãos de comunicação social como correspondente. Começou a carreira política em 1976, como primeiro presidente da Juventude Centrista da Madeira e, em 1986, foi um dos mandatários jovens da candidatura de Freitas do Amaral (1941-2019) à Presidência da República. Em […]

Apresentação do “Quinto Centenário do Descobrimento da Madeira”, Funchal, Comissão de Propaganda e Publicidade do Centenário, 1922, ilha da Madeira.

Quinto Centenário do Descobrimento da Madeira Publicação com coordenação do padre Fernando Augusto da Silva (1863-1949), Funchal, Comissão de Propaganda e Publicidade do Centenário, 1922, ilha da Madeira. Oferta do presidente José Manuel Rodrigues ao IDEIA, Investigação e Divulgação de Estudos e Informação sobre a Autonomia. Apresentação com a coleção Figuras tendo como trabalho de lançamento o do primeiro presidente da Assembleia Emanuel Rodrigues (Machico, 25 dez. 1943; 18 ago. 2019). Fotografia de 19 de julho de 2024 Assembleia Legislativa Regional, Rua da Alfândega, Funchal, ilha da Madeira. José Manuel de Sousa Rodrigues (Funchal, Santa Maria Maior, 13 jul. 1960-), […]

Apresentação do “Quinto Centenário do Descobrimento da Madeira”, Funchal, Comissão de Propaganda e Publicidade do Centenário, 1922, ilha da Madeira.

Quinto Centenário do Descobrimento da Madeira Publicação com coordenação do padre Fernando Augusto da Silva (1863-1949), Funchal, Comissão de Propaganda e Publicidade do Centenário, 1922, ilha da Madeira. Oferta do presidente José Manuel Rodrigues ao IDEIA, Investigação e Divulgação de Estudos e Informação sobre a Autonomia. Apresentação da coleção Figuras tendo como trabalho de lançamento o do primeiro presidente da Assembleia Emanuel Rodrigues (Machico, 25 dez. 1943; 18 ago. 2019). Fotografia de 19 de julho de 2024 Assembleia Legislativa Regional, Rua da Alfândega, Funchal, ilha da Madeira. José Manuel de Sousa Rodrigues (Funchal, Santa Maria Maior, 13 jul. 1960-), jornalista […]

Resposta do pároco da Ponta do Sol sobre o desaparecimento de uma imagem em setembro de 1973, p. 2, 18 de abril de 1975, ilha da Madeira

Resposta do pároco da Ponta do Sol sobre o desaparecimento da imagem de São Roque do Séc. XVI de que deu conta em setembro de 1973 Página 1 de 2 pp. Assina Pela Revolução Nacional e a Bem da Nação, padre Joaquim Roque Fernandes Dantas (1905-1996), Ponta do Sol, 18 de abril de 1975. Pasta dos Relatórios das Sessões Realizadas da Dinamização Cultural, Funchal, ilha da Madeira. Joaquim Roque Fernandes Dantas (1905-1996) nasceu no Sítio da Torre, em Câmara de Lobos, a 16 de agosto de 1905 e faleceu, no Funchal, a 22 de abril de 1996. Filho de João […]

Resposta do pároco da Ponta do Sol sobre o desaparecimento de uma imagem em setembro de 1973, p. 1, 18 de abril de 1975, ilha da Madeira

Resposta do pároco da Ponta do Sol sobre o desaparecimento da imagem de São Roque do Séc. XVI de que deu conta em setembro de 1973 Página 1 de 2 pp. Assina Pela Revolução Nacional e a Bem da Nação, padre Joaquim Roque Fernandes Dantas (1905-1996), Ponta do Sol, 18 de abril de 1975. Pasta dos Relatórios das Sessões Realizadas da Dinamização Cultural, Funchal, ilha da Madeira. Joaquim Roque Fernandes Dantas (1905-1996) nasceu no Sítio da Torre, em Câmara de Lobos, a 16 de agosto de 1905 e faleceu, no Funchal, a 22 de abril de 1996. Filho de João […]

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