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Arquipelago de Origem:
Porto Santo
Data da Peça:
1975-05-18
Data de Publicação:
21/12/2025
Autor:
Não identificado
Chegada ao Arquipélago:
2025-12-21
Proprietário da Peça:
Jornal da Madeira
Proprietário da Imagem:
ABM
Autor da Imagem:
ABM
Reunião do Professor Francisco Simões no Porto Santo, "Jornal da Madeira", 18 de maio de 1975, p. 12, ilha da Madeira.

Categorias
    Descrição
    Reunião do Professor Francisco Simões no Porto Santo, 
    Como delegado M. E. C. para o serviço cívico estudantil e delegado da F. A. O. J. (Fundo de Apoio à Organização Juvenil).
    Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 18 de maio de 1975, p. 12.
    Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira.

    Francisco Simões Santos (Porto Brandão, Almada, 1946-) concluiu, em 1965, o curso da Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa e, entre 1967 e 1968, esteve em Itália e em França, como bolseiro. Radicado na Madeira, em 1969, veio a ocupar o lugar de professor da Escola Secundária da Ribeira Brava em 1972 e, no seguinte ano de 1973, passou a integrar a comissão diretiva do Museu da Quinta das Cruzes. Concluiu o curso de Escultura, em 1974, na então Academia de Música e Belas Artes da Madeira, mas teve de abandonar a Madeira um ano e pouco depois, na sequência da conturbada situação regional após o 25 de Abril de 1974. Veio então a desenvolver uma interessante carreira como artista plástico e ilustrador, tendo começado por assinar alguns trabalhos de pintura como Francisco de Almada e reservando o apelido de Simões para a escultura. Como escultor "O autor considera-se um descendente dos escultores da escola de Mafra e das suas técnicas manuais de dar vida à pedra. Na época da mecanização recusa o facilitismo destes processos, preferindo o moldar cuidado de cada centímetro de pedra por processos manuais. O resultado final é esplendoroso, os brilhos dos mármores são potenciados libertando a sua beleza escondida" (Texto do Metropolitano de Lisboa).
    Voltaria ainda à ilha da Madeira em 2019, depois de ter vivido e trabalhado quase 20 anos em Sintra, onde se instalara em 1991, adquirindo no Funchal a Quinta da Alegria, em São Roque, onde instalou o  "Centro de Artes Francisco Simões". Logo naquele ano de 2019, a 10 de maio, apresentou os seus trabalhos na Galeria Anjos Teixeira (1908-1997), na Rua João de Deus, Funchal e, a 23 de junho de 2023, ocuparia o átrio da Assembleia Legislativa Regional com uma grande exposição de obras suas e da sua coleção pessoal, organizada no quadro do Forum Económico Internacional do Instituto do Mundo Lusófono, exposição com curadoria de Márcia de Sousa. Em agosto de 2025, no entanto, venderia a quinta da Alegria do Funchal e regressava ao continente.