António Aragão: a sua intervenção no estudo e na defesa do património cultural insular, Biblioteca Municipal de São Vicente, 23 de fevereiro de 2022, ilha da Madeira
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António Aragão: a sua intervenção no estudo e na defesa do património cultural insular
Itinerância da exposição na Biblioteca Municipal de São Vicente.
Inauguração, 23 de fevereiro de 2022.
Até 31 de março de 2022, a DRABM promove a itinerância da exposição “António Aragão: a sua intervenção no estudo e na defesa do património cultural insular”, que divulga o trabalho que foi desenvolvido por António Aragão, natural deste concelho, nomeadamente em recolhas etnográficas, levantamentos de arquitetura rural ou inventários artísticos.
Biblioteca Municipal de São Vicente, Rua da Carne Azeda, São Vicente, ilha da Madeira.
António Manuel de Sousa Aragão Mendes Correia (São Vicente, ilha da Madeira, 22 set. 1924; Funchal, 11 ago. 2008). Filho de Henrique Agostinho Aragão Mendes Correia e de Maria José de Sousa, frequentou o Liceu Jaime Moniz, a Escola Superior de Belas Artes e licenciou-se em Ciências Históricas-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo, em 1960, estagiado como bibliotecário em Itália, onde frequentou então ateliers de restauro. Em 1946, António Aragão ganhara o 2º prémio dos Jogos Florais da Madeira com o poema: "Presentemente", tendo depois integrado com outros autores o grupo português de poesia experimental e, a partir da década de 60, também se dedicou à pintura. Desde 1972 e até à década de 80 foi diretor do Arquivo Regional da Madeira, anteriormente designado Arquivo Distrital do Funchal, fazendo também parte da comissão diretiva do Museu da Quinta das Cruzes e sido professor da cadeira de História da Arte na Academia de Música e Belas-Artes da Madeira. Deixou interessante obra pública escultórica na Madeira e no Porto Santo, ilustrou a obra Canhenhos da Ilha, de Horácio Bento Gouveia (1901-1983), 1966 e deixou ainda obra historiográfica, com especial referência para o Funchal.