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Arquipelago de Origem:
Vendas Novas
Data da Peça:
1975-03-25
Data de Publicação:
19/12/2025
Autor:
Jornal da Madeira
Chegada ao Arquipélago:
2025-12-19
Proprietário da Peça:
ABM
Proprietário da Imagem:
ABM
Autor da Imagem:
ABM
Notícia de que o cantor e capitão de Abril Duarte Mendes regressara de Estocolmo, "Jornal da Madeira", Funchal, 25 de março de 1975, p. 14, ilha da Madeira,

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    Descrição
    Notícia de que o cantor e capitão de Abril Duarte Mendes regressara de Estocolmo.
    (1947-)
    Jornal da Madeira, direção de Alberto João Jardim (1943-), Funchal, 25 de março de 1975, p. 14.
    O JM retirou a referência a "capitão de Abril" e outras que constavam da notícia divulgada na restante comunicação social continental.
    Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, JM, Funchal, ilha da Madeira.

    José Henrique Duarte Mendes (Lisboa, 7 ago. 1947-). Educado nas Avenidas Novas de Lisboa e relacionado com o meio musical português, foi igualmente um dos denominados "capitães de Abril", pela sua intervenção como oficial da Escola Prática de Artilharia de Vendas Novas e envolvimento no Movimento das Forças Armas que derrubou o governo do Estado Novo a 25 de abril de 1974, tendo sido agraciado, a 23 de dezembro de 2022, com o grau de Grande-Oficial da Ordem da Liberdade. Paralelamente teve uma interessante carreira musical, começando por participar em 1970, no então Grande Prémio TV da Canção, o mesmo fazendo nos anos seguintes, tendo vencido o festival de 1975 com o tema "Madrugada" e representando Portugal no festival desse ano da EuroVisão, em Estocolmo. A partir de então foi-se retirando dos palcos e da atividade musical, com pontuais trabalhos de colaboração em 1978 e 2006, optando por uma maior dedicação à carreira militar, tendo sido diretor da Polícia Judiciária Militar, em Évora, onde se reformou como coronel. Cf. Joana Stichini Vilela, texto e Francisco Romão Pereira, fotografia, «Duarte Mendes, o capitão de Abril que ganhou o Festival da Canção em 1975: "Passei a vida toda a tentar separar as duas coisas"», in Observador, Lisboa, 15 de fevereiro de 2025.