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Arquipelago de Origem:
Açores
Data da Peça:
1900-00-00
Data de Publicação:
05/04/2026
Autor:
Mestre açoriano
Chegada ao Arquipélago:
2026-04-05
Proprietário da Peça:
Museu Nacional de Etnologia
Proprietário da Imagem:
Museu Nacional de Etnologia
Autor da Imagem:
Museu Nacional de Etnologia
Tambor das festas do Espírito Santo nos Açores, 1900 (c.), Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.

Categorias
    Descrição
    Tambor das festas do Espírito Santo nos Açores.
    1900 (c.)
    O Museu, muitas coisas, galeria de exposição permanente. A Música e os dias. 
    A coleção dos instrumentos musicais populares resultou da pesquisa sistemática promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob proposta de Jorge Dias (1907-1973) e conduzida no terreno por  Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020) entre os anos de 1960 e 1965.
    Lisboa, 2005.
    Museu Nacional de Etnologia, Restelo, Lisboa, Portugal.

    O Museu Nacional de Etnologia foi criado pelo grupo de trabalho de Jorge Dias (1907-1973) e Margot Dias (1908-2001), Fernando Galhano (1904-1995), Ernesto Veiga de Oliveira (1910-1990) e Benjamim Enes Pereira (1928-2020), primeiro, na Universidade do Porto e no Centro de Estudos de Etnologia Peninsular, fundado em 1945 por António Mendes Corrêa (1888-1960), passando depois à Universidade de Coimbra, onde Jorge Dias leciona entre 1952 e 1956, e neste último ano, a Lisboa, onde se fixa, passando a lecionar no Instituto Superior de Estudos Ultramarinos e na Faculdade de Letras. Foi este grupo, a partir de 1962, que foi responsável pela montagem, primeiro, do Museu de Etnologia do Ultramar, mas a partir de 1965, Museu Nacional de Etnologia, construído, depois, em 1976, por coincidência, na Avenida da Ilha da Madeira, com projeto do arquiteto António Saragga Seabra (). O acervo do museu é vasto e diversificado, contando com cerca de 42.000 peças representativas de 80 países dos cinco continentes, com especial destaque para culturas africanas, asiáticas e ameríndias, bem como para a cultura tradicional portuguesa.
    O Museu Nacional de Etnologia com o falecimento de Jorge Dias em 1973, passa à direção de Ernesto Veiga de Oliveira e que, a partir desses anos, dirige uma série de campanhas de recolha de material da vida rural portuguesa, levadas a cabo, especialmente, por Benjamim Enes Pereira e, depois, da responsabilidade de estudo e de exposição deste último. Destas campanhas e no quadro das recolhas alargadas de todo o território nacional da vida rural, entrou no Museu Nacional diverso material, tanto da Madeira como dos Açores, tendo sido nesse quadro que nasceu a ideia de montar na Ilha um museu dedicado à etnografia insular e local.