Ourivesaria Portuguesa nas colecções particulares, Reynaldo dos Santos e Irene Quilhó, 1.ª edição, Lisboa, 1959, Portugal
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Reynaldo dos Santos (1880-1970) e Irene Quilhó (1916-2004), Ourivesaria Portuguesa nas colecções particulares, vol. I, 1.ª edição, Lisboa, 1959,
Dr. Reynaldo dos Santos (Vila Franca de Xira, 3 dez. 1880 - Lisboa, 6 maio 1970). Médico e cirurgião, investigador e historiador de arte, tendo presidido à Academia Nacional de Belas-Artes e existindo escultura sua de Francisco Franco (1885-1955), de 1950 (c.), em gesso e em bronze, no museu do Funchal. A Academia de Belas-Artes foi criada a 25 out. 1836, por decreto da rainha D. Maria II (1836-40), com o governo de Passos Manuel (Manuel da Silva Passos, 1805-1862), colocando-a numa parte do edifício do extinto convento de São Francisco de Lisboa e criando uma biblioteca de Belas Artes, para o que nomeou os diversos empregos da academia e as pessoas para os mesmos. Visava-se uma alargada reforma do ensino, centralizando-se o ensino artístico para formar os artistas de belas artes e das artes fabris. A Academia tinha funções honoríficas, culturais e pedagógicas, sendo constituída por docentes proprietários e substitutos, académicos de mérito, académicos honorários e académicos agregados.