Serviço Cívico: Uma resposta necessária (II), intervenção de Rui Carita na mesa redonda na Escola Industrial do Funchal, Diário de Notícias, Funchal, 25 de março de 1975, p. 5, ilha da Madeira.
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Serviço Cívico: Uma resposta necessária (II)
Intervenção de Rui Carita na mesa redonda na Escola Industrial do Funchal sobre a problemática do Ensino Básico na Madeira em questão
Com António Teodoro (1950-), inspetor-chefe do Ensino Básico, Paquete de Oliveira (1936-2016), membro da Junta de Planeamento, responsável pelos Assuntos Sociais, Rui Carita (1946-), capitão, representante das Forças Armadas e 4 professores do Arquipélago da Madeira, tendo como moderador José Francisco de Nereu
Diário de Notícias, direção de J. M. Paquete de Oliveira (1936-2016), Funchal, 25 de março de 1975, p. 5.
Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira.
No período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril de 1974, foram delineados diversos programas de natureza pública e privada que procuraram elevar a condição social, económica e cultural dos portugueses, como as Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA), o Serviço Cívico Estudantil, etc. Paralelamente, ainda foram as Forças Armadas chamadas a colaborar em outras áreas. Francisco Nereu, mais tarde, integrou uma delegação da Dinamização Cultural a França, para contactos com a comunidade emigrante portuguesa em diversas cidades. Dessa delegação, chefiada pelo alferes João Cabral de Miranda, em nome do MFA, elemento que integrara a comissão de dinamização cultural da Madeira e de cuja delegação fez parte o célebre guitarrista Carlos Paredes (1925-2004).