Inauguração do monumento aos Mortos da Grande Guerra, "Diário de Notícias", Funchal, 3 de fevereiro de 1952, p. 3, ilha da Madeira
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A cerimónia da inauguração do monumento aos mortos da Grande Guerra
Notícia do Diário de Notícias, direção de Alberto Araújo (1892-1976), Funchal, 3 de fevereiro de 1952, p. 3.
Na primeira página é referido como obelisco aos Mortos da Grande Guerra
Arquivo Regional da Madeira, Coleção de Jornais, DN, Funchal, ilha da Madeira.
Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira.
Para este Monumento aos Mortos da I Grande Guerra foi lançada a primeira pedra em 11 nov. 1935, por ordem de Lisboa de 22 out. 1935, na então Praça Marquês de Pombal, mas com as obras da Avenida do Mar, somente em 1 de fev. 1952 e para mais junto da linha de água, se procedeu à inauguração do mesmo, custeado pela Câmara Municipal do Funchal. O Diário de Notícias, 1 de fevereiro de 1952, na véspera da inauguração do monumento em homenagem às vítimas da 1.ª guerra, escreve que tanto tempo depois, pensa que "deve ser o último monumento aos Mortos", mas o que vem "testemunhar que as vítimas continuam a viver na nossa recordação". Nenhuma notícia da comunicação social do Funchal, entretanto, ao que tenhamos conhecimento, refere a autoria do monumento e muito menos a do escultor Francisco Franco (1885-1955), que se radicara em Lisboa em 1934, como refere o autor ou autores de Monumentos aos Combatentes da Grande Guerra e do Ultramar da Liga dos Combatentes, 2013, embora essa publicação refira uma parceria com o arquiteto João Moreira Rato Júnior (1860-1937) e que na versão de 1952 se teria optado pela proposta deste.