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Cónego Manuel Pombo Fernandes, Atelier Vicente’s, 1960 (c.), Museu de Fotografia da Madeira
Cónego Manuel Pombo Fernandes (1893-1973), Atelier Vicente’s, 1960 (c.), Museu de Fotografia da Madeira. Reconhecido como sacerdote dedicado e trabalhador, foi um homem de grande discernimento, tanto no esclarecimento como na formação. O “cónego Pombo”, como era conhecido, é considerado um dos principais intervenientes de uma grande geração do clero madeirense e ficou conhecido pelos seus costumes impolutos, desprendimento e pobreza. (DEM 4)
Miniatura de conjunto de mobiliário de obra de vime, mestre Luís da Paixão Fernandes, 1960 (c.), Núcleo Museológico de “Arte popular” do Grupo da Boa Nova, Funchal, ilha da Madeira
Miniatura de conjunto de mobiliário de obra de vime Mestre Luís da Paixão Fernandes (1915-1982), 1960 (c.) Base do painel de homenagem ao centenário do seu nascimento, Núcleo Museológico de “Arte popular” do Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova. Centro Cívico de Santa Maria Maior, Rua das Murteiras, Funchal, ilha da Madeira. O Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova foi fundado a 15 de agosto de 1965 (data da 1ª atuação do grupo), sendo os seus cofundadores: Luís da Paixão Fernandes (1915-1982), Zina Gonçalves Fernandes e Manuel Ferreira Pio (1928-1993), com sede provisória no Caminho do […]
Caminho do Palheiro sob o Solar e Quinta da Boa Nova, litografia de lady Susan Vernon Harcourt, 1849 e 1850, Funchal, ilha da Madeira.
Caminho do Palheiro sob o Solar e Quinta da Boa Nova. On Palheiro Road. Desenho de lady Susan Vernon Harcourt (1824-1894). Litografia aguarelada, 34,5 x cm. A Sketch of Madeira, Ed. Thomas McLean, Londres, 1850. Santana, ilha da Madeira. A capela de Nossa Senhora da Boa Hora foi fundada em 1701 por Eusébio da Silva Barreto. Fica no sítio do Farrobo da Boa Nova, na freguesia de São Gonçalo. Distingue-se pelos seus curiosos azulejos de albarradas em azul e branco, atribuídos à oficina de António Oliveira Bernardes (1660-1732) e a aprendizes do antigo mestre Gabriel Del Barco (1649-1703), datados de […]
Homenagem a Luís da Paixão Fernandes no centenário do seu nascimento, 2015, Centro Cívico de Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira
Homenagem a Luís da Paixão Fernandes no centenário do seu nascimento, (1915-1982) Núcleo Museológico de “Arte popular” do Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova. Centro Cívico de Santa Maria Maior, Rua das Murteiras, Funchal, ilha da Madeira. O Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova foi fundado a 15 de agosto de 1965 (data da 1ª atuação do grupo), sendo os seus cofundadores: Luís da Paixão Fernandes (1915-1982), Zina Gonçalves Fernandes e Manuel Ferreira Pio (1928-1993), com sede provisória no Caminho do Terço nº 10, freguesia de Santa Maria Maior. Os Estatutos foram redigidos e apresentados para […]
Grupo Folclórico, Cultural e Recreativo da Boa Nova, São Gonçalo, primeira apresentação pública, 15 de agosto de 1965, Molhe da Pontinha do porto do Funchal, ilha da Madeira
Grupo Folclórico, Cultural e Recreativo da Boa Nova Apresentação oficial do chamado Grupo Adulto, quando da chegada de um grupo de excursionistas, provenientes do arquipélago das Canárias, no paquete Funchal. Fotografia Perestrellos, Raul Martins Perestrelo (1915-1998) (atr.), 15 de agosto de 1965, Museu de Fotografia da Madeira. Molhe da Pontinha do porto do Funchal, ilha da Madeira. O Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova foi fundado a 15 de agosto de 1965 (data da 1ª atuação do grupo), sendo os seus cofundadores: Luís da Paixão Fernandes (1915-1982), Zina Gonçalves Fernandes e Manuel Ferreira Pio (1928-1993), com sede provisória […]
Grupo Folclórico, Cultural e Recreativo da Boa Nova, São Gonçalo, primeira apresentação pública, 15 de agosto de 1965, Molhe da Pontinha do porto do Funchal, ilha da Madeira
Grupo Folclórico, Cultural e Recreativo da Boa Nova Apresentação oficial do chamado Grupo Adulto, quando da chegada de um grupo de excursionistas, provenientes do arquipélago das Canárias, no paquete Funchal. Fotografia Perestrellos, Raul Martins Perestrelo (1915-1998) (atr.), posteriormente animada, 15 de agosto de 1965. Molhe da Pontinha do porto do Funchal, ilha da Madeira. O Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova foi fundado a 15 de agosto de 1965 (data da 1ª atuação do grupo), sendo os seus cofundadores: Luís da Paixão Fernandes (1915-1982), Zina Gonçalves Fernandes e Manuel Ferreira Pio (1928-1993), com sede provisória no Caminho do […]
Luís da Paixão Fernandes regressando da Venezuela, Funchal, 28 maio 1953, ilha da Madeira
Luís da Paixão Fernandes, dirigente do Grupo Infantil da Boa Nova, (1915-1982) Desembarcando no porto do Funchal no regresso da viagem à Venezuela, 28 maio 1953. Museu de Fotografia da Madeira. Luís da Paixão Fernandes (Boa Nova, freguesia de São Gonçalo, 2 abr. 1915-1982) foi artesão, folclorista, dirigente associativo e industrial. Filho de António Fernandes e de Joaquina da Conceição, foi o descendente mais novo de uma família numerosa constituída por seis rapazes e seis raparigas. Aos cinco anos, aprende com o seu progenitor a tocar o machete de braguinha e integra o grupo Viva a Sociedade da Música Nova […]
Topónimos e Gentílicos, Ivo Xavier Fernandes, 2 volumes, Porto, Educação Nacional, 1941 e 1943, Portugal.
Ivo Xavier Fernandes (1884-1966), Topónimos e Gentílicos, 2 volumes, Porto, Educação Nacional, 1941 e 1943, Portugal. Ivo Xavier Fernandes (Funchal, 3 de dezembro de 1884-Lisboa, 27 de dezembro de 1966) foi um professor, autor e articulista, que ficou conhecido pela volumosa obra filológica que dedicou à língua portuguesa. Doutorou-se, pela Universidade de Bruxelas, em filosofia e letras e foi professor de língua portuguesa no ensino secundário. “Amante da vernaculidade da língua pátria” (FERNANDES, 1923, I, 8), Ivo Xavier Fernandes julgou ter a “obrigação profissional e moral de a estudar profundamente, procurando desvendar as suas inumeráveis dificuldades, propagando o remédio de […]
Estudos de Linguística, Ivo Xavier Fernandes, Porto, Educação Nacional, 1939, Portugal.
Ivo Xavier Fernandes (1884-1966), Estudos de Linguística, I volume, mas de que se desconhece outro, Porto, Educação Nacional, 1939, Portugal. Ivo Xavier Fernandes (Funchal, 3 de dezembro de 1884-Lisboa, 27 de dezembro de 1966) foi um professor, autor e articulista, que ficou conhecido pela volumosa obra filológica que dedicou à língua portuguesa. Doutorou-se, pela Universidade de Bruxelas, em filosofia e letras e foi professor de língua portuguesa no ensino secundário. “Amante da vernaculidade da língua pátria” (FERNANDES, 1923, I, 8), Ivo Xavier Fernandes julgou ter a “obrigação profissional e moral de a estudar profundamente, procurando desvendar as suas inumeráveis dificuldades, […]
Questões de Língua Pátria: Coisas que as Gramáticas Não Dizem e Outras Contra o que Elas Dizem, Ivo Xavier Fernandes, vol. 1, Rio de Janeiro, Álvaro Pinto, 1923 e vol. 2, Lisboa, Revista Ocidente, Editorial Império, 1947-1949.
Ivo Xavier Fernandes (1884-1966), Questões de Língua Pátria: Coisas que as Gramáticas Não Dizem e Outras Contra o que Elas Dizem, vol. 1, Rio de Janeiro, Álvaro Pinto, 1923 e vol. 2, Lisboa, Revista Ocidente, Editorial Império, 1947-1949. Ivo Xavier Fernandes (Funchal, 3 de dezembro de 1884-Lisboa, 27 de dezembro de 1966) foi um professor, autor e articulista, que ficou conhecido pela volumosa obra filológica que dedicou à língua portuguesa. Doutorou-se, pela Universidade de Bruxelas, em filosofia e letras e foi professor de língua portuguesa no ensino secundário. “Amante da vernaculidade da língua pátria” (FERNANDES, 1923, I, 8), Ivo Xavier […]
Un Hiver à Madère: 1859 – 1860, Impremerie I. R. de la Cour et de l’Etat, Viena, 1863, Kunsthaus Lempertz, Köln, Colónia, Alemanha
Un Hiver à Madère: 1859 – 1860, Impremerie I. R. de la Cour et de l’Etat, Viena, 1863, Carlota de Saxe-Coburgo e Áustria (1840-1927), no Funchal, entre 1859 e 1860 Exemplar do leilão de 25 set. 2026, Venator & Hanstein KG, Kunsthaus Lempertz, Köln, Colónia, lote 516, vendido por 228 euros. Carlota de Saxe-Coburgo (Bruxelas, 7 jun. 1840; idem, 19 jan. 1927)
Un Hiver à Madère: 1859 – 1860, Impremerie I. R. de la Cour et de l’Etat, Viena, 1863, Kunsthaus Lempertz, Köln, Colónia, Alemanha
Un Hiver à Madère: 1859 – 1860, Impremerie I. R. de la Cour et de l’Etat, Viena, 1863, Carlota de Saxe-Coburgo e Áustria (1840-1927), no Funchal, entre 1859 e 1860 Exemplar do leilão de 25 set. 2026, Venator & Hanstein KG, Kunsthaus Lempertz, Köln, Colónia, lote 516, vendido por 228 euros. Carlota de Saxe-Coburgo (Bruxelas, 7 jun. 1840; idem, 19 jan. 1927)
Funchal, vue prise de la Cidadelle, Carlota de Saxe-Coburgo e Áustria, Funchal, 1860, ilha da Madeira.
Funchal, vue prise de la Cidadelle. Litografia a partir de desenho de Carlota de Saxe-Coburgo e Áustria (1840-1927), Funchal, 1860, pub. Un Hiver à Madère: 1859 – 1860, Impremerie I. R. de la Cour et de l’Etat, Viena, 1863, leilão de 25 set. 2026, Venator & Hanstein KG, Kunsthaus Lempertz, Köln, Colónia, lote 516, vendido por 228 euros. Fortaleza de São João do Pico e margem da Ribeira de São João, Funchal, ilha da Madeira. Carlota de Saxe-Coburgo (Bruxelas, 7 jun. 1840; idem, 19 jan. 1927)
Entrada da casa onde viveu Manuel Gonçalves, O Feiticeiro do Norte, 1858-1927, Arco de São Jorge, Santana, ilha da Madeira.
Entrada da casa onde viveu Manuel Gonçalves O Feiticeiro do Norte, 1858-1927 Arco de São Jorge, Santana, ilha da Madeira. Manuel de Jesus Gonçalves de Freitas, o Feiticeiro do Norte (Arco de São Jorge, 14 0ut. 1858; idem, 19 mar. 1927) foi um dos mais célebres poetas populares da Madeira, um agricultor e poeta, homem do povo e analfabeto, cuja poesia popular ganhou adeptos por toda a ilha. Filho de João Gonçalves de Freitas e de Maria Júlia, conservou a designação dos seus antepassados capazes de criar rimas quase espontâneas e em público, deliciando assim os seus ouvintes. Casou ainda […]
Aqui Viveu Manuel Gonçalves O Feiticeiro do Norte, Trovador, 1858-1927, placa da casa do Feiticeiro no Arco de São Jorge, 2010 (c.), Santana, ilha da Madeira.
Aqui Viveu Manuel Gonçalves O Feiticeiro do Norte, Trovador, 1858-1927 Placa da casa do Feiticeiro no Arco de São Jorge, 2010 (c.), Santana, ilha da Madeira. Manuel de Jesus Gonçalves de Freitas, o Feiticeiro do Norte (Arco de São Jorge, 14 0ut. 1858; idem, 19 mar. 1927) foi um dos mais célebres poetas populares da Madeira, um agricultor e poeta, homem do povo e analfabeto, cuja poesia popular ganhou adeptos por toda a ilha. Filho de João Gonçalves de Freitas e de Maria Júlia, conservou a designação dos seus antepassados capazes de criar rimas quase espontâneas e em público, deliciando […]
Versos, Manuel Gonçalves (Feiticeiro do Norte), prefácio e notas de Alberto Figueira Gomes, Funchal, SRTC, DRAC, 2ª edição, 1994, ilha da Madeira.
Versos, Manuel Gonçalves (Feiticeiro do Norte). (1858-1927) Prefácio e notas de Alberto Figueira Gomes (1912-1986), Funchal, SRTC, DRAC, 2ª edição, 1994 (1ª ed. 1959), ilha da Madeira. Manuel de Jesus Gonçalves de Freitas, o Feiticeiro do Norte (Arco de São Jorge, 14 0ut. 1858; idem, 19 mar. 1927) foi um dos mais célebres poetas populares da Madeira, um agricultor e poeta, homem do povo e analfabeto, cuja poesia popular ganhou adeptos por toda a ilha. Filho de João Gonçalves de Freitas e de Maria Júlia, conservou a designação dos seus antepassados capazes de criar rimas quase espontâneas e em público, […]
A Cidade do Funchal, Versos do “Feiticeiro do Norte” (Manuel Gonçalves), Funchal, Tipografia Bazar do Povo, 1902, ilha da Madeira.
Versos do “Feiticeiro do Norte” (Manuel Gonçalves), A Cidade do Funchal. (1858-1927) Funchal, Tipografia Bazar do Povo, 1902. Exemplar do Arquivo Regional e proveniente da antiga Divisão de Documentação da DRAC, Funchal, ilha da Madeira. Manuel de Jesus Gonçalves de Freitas, o Feiticeiro do Norte (Arco de São Jorge, 14 0ut. 1858; idem, 19 mar. 1927) foi um dos mais célebres poetas populares da Madeira, um agricultor e poeta, homem do povo e analfabeto, cuja poesia popular ganhou adeptos por toda a ilha. Filho de João Gonçalves de Freitas e de Maria Júlia, conservou a designação dos seus antepassados capazes […]
A Chegada de Suas Magestades (22 de Junho de 1901), Versos do “Feiticeiro do Norte” (Manuel Gonçalves), Funchal, Tipografia Bazar do Povo, 1902, ilha da Madeira.
Versos do “Feiticeiro do Norte” (Manuel Gonçalves), A Chegada de Suas Magestades (22 de Junho de 1901). (1858-1927) Funchal, Tipografia Bazar do Povo, 1902. Exemplar do Arquivo Regional e proveniente da antiga Divisão de Documentação da DRAC. Existe 2.ª edição da Tipografia Popular, 1929, dois anos depois do seu falecimento, na Biblioteca Municipal do Funchal, ilha da Madeira. Manuel de Jesus Gonçalves de Freitas, o Feiticeiro do Norte (Arco de São Jorge, 14 0ut. 1858; idem, 19 mar. 1927) foi um dos mais célebres poetas populares da Madeira, um agricultor e poeta, homem do povo e analfabeto, cuja poesia popular […]
Literatura de Cordel de Manuel Gonçalves, o Feiticeiro do Norte, Danilo José Fernandes, Funchal: Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova, 2020, ilha da Madeira.
Danilo José Fernandes, Literatura de Cordel de Manuel Gonçalves, o Feiticeiro do Norte. (1858-1927) Coleção O Trilho, Núcleo Museológico de Arte Popular, Caderno nº 7, edição comemorativa dos 600 Anos da Madeira e Porto Santo com prefácio de Jorge Freitas Branco, Funchal: Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova, 2020. Ilha da Madeira. Manuel de Jesus Gonçalves de Freitas, o Feiticeiro do Norte (Arco de São Jorge, 14 0ut. 1858; idem, 19 mar. 1927) foi um dos mais célebres poetas populares da Madeira, um agricultor e poeta, homem do povo e analfabeto, cuja poesia popular ganhou adeptos por toda […]
The Wizard of Calheta, Eugénio Perregil and Rafaela Rodrigues, Câmara Municipal da Calheta e Edições Esgotadas, set. 2023
The Wizard of Calheta, text Eugénio Perregil, ilustrations Rafaela Rodrigues Câmara Municipal da Calheta e Edições Esgotadas, set. 2023. João Gomes de Sousa (Calheta, Lombo do Atouguia, 30 nov. 1895; Idem, Lombo do Brasil, 8 jul. 1974), nascido a 30 de novembro de 1895 numa família numerosa e pobre, nunca foi à escola e viveu sem saber ler nem escrever. Apesar disso, foi um poeta popular importante, dotado de agudeza de espírito, de poder de observação e de memória invulgar. Desde muito cedo, compunha versos que depois eram passados à escrita por um amigo e, mais tarde, pela sua única […]
O Feiticeiro da Calheta, a primeira Festa da Vindima e a origem do Bailinho da Madeira, apresentação na Casa da Cultura de Santa Cruz, Quinta do Revoredo 8 de abril de 2020, ilha da Madeira.
O Feiticeiro da Calheta, a primeira Festa da Vindima e a origem do Bailinho da Madeira. João Gomes de Sousa (1895-1974), criador do Bailinho da Madeira depois popularizado por Maximiano de Sousa (Max) (1918-1980) Apresentação na Casa da Cultura de Santa Cruz, Quinta do Revoredo 8 de abril de 2020, ilha da Madeira. João Gomes de Sousa (Calheta, Lombo do Atouguia, 30 nov. 1895; Idem, Lombo do Brasil, 8 jul. 1974), nascido a 30 de novembro de 1895 numa família numerosa e pobre, nunca foi à escola e viveu sem saber ler nem escrever. Apesar disso, foi um poeta popular […]
O Feiticeiro da Calheta, Museu dos Baleieros, ilha do Pico, 16 mar. 2020, Açores.
O Feiticeiro da Calheta, Museu dos Baleieros, ilha do Pico, 16 mar. 2020, Açores. João Gomes de Sousa (1895-1974), criador do Bailinho da Madeira depois popularizado por Maximiano de Sousa (Max) (1918-1980) Com Francisco Faria e João Augusto Abreu, um filme de Luís Miguel Jardim, foi apresentado em estreia a 5 de março de 2017 no Centro de Congressos da Madeira. Uma parte da coordenação foi feita por Eugénio Perregil, tendo participado Alberto João Jardim, Carlos Lélis da Câmara Gonçalves, João Carlos Abreu, Nini Andrade Silva e outras figuras da vida social e política madeirense, inclusivamente a mulher e o […]
O Feiticeiro da Calheta, um filme de Luís Miguel Jardim, com Francisco Faria e outros, estreia a 5 de março de 2017 no Centro de Congressos da Madeira, Funchal, ilha da Madeira.
O Feiticeiro da Calheta. João Gomes de Sousa (1895-1974), criador do Bailinho da Madeira depois popularizado por Maximiano de Sousa (Max) (1918-1980) Com Francisco Faria e João Augusto Abreu, um filme de Luís Miguel Jardim, foi apresentado em estreia a 5 de março de 2017 no Centro de Congressos da Madeira. Uma parte da coordenação foi feita por Eugénio Perregil, tendo participado Alberto João Jardim, Carlos Lélis da Câmara Gonçalves, João Carlos Abreu, Nini Andrade Silva e outras figuras da vida social e política madeirense, inclusivamente a mulher e o então Representante da República, Dr. Ireneu Barreto. Calheta, ilha da […]
O Feiticeiro da Calheta, texto de Eugénio Perregil e ilustração de Rafaela Rodrigues, Câmara Municipal da Calheta e Edições Esgotadas, 2.ª ed., 2021, ilha da Madeira
Eugénio Perregil, O Feiticeiro da Calheta, ilustração de Rafaela Rodrigues Câmara Municipal da Calheta e Edições Esgotadas, 2.ª ed., 2021 (1.ª edição, nov. 2020) João Gomes de Sousa (Calheta, Lombo do Atouguia, 30 nov. 1895; Idem, Lombo do Brasil, 8 jul. 1974), nascido a 30 de novembro de 1895 numa família numerosa e pobre, nunca foi à escola e viveu sem saber ler nem escrever. Apesar disso, foi um poeta popular importante, dotado de agudeza de espírito, de poder de observação e de memória invulgar. Desde muito cedo, compunha versos que depois eram passados à escrita por um amigo e, […]
Constituição da República dos Estados Unidos do Brazil promulgada em 24 fev. 1891, Arquivo Nacional do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil.
Nós, o Povo. Constituição da República dos Estados Unidos do Brazil. Nascida do pronunciamento de 15 nov. 1889, que depôs a Monarquia no Brasil, veio a ser promulgada em 24 fev. 1891. Arquivo Nacional do Brasil, sediado no Rio de Janeiro, Brasil.
Gaiolas de produção de dourada por aquacultura no Arco da Calheta, 2025, ilha da Madeira.
Gaiolas de produção de dourada por aquacultura no Arco da Calheta. Sparos aurata, Linnaes 1758. Fotografia pub. Ricardo Duarte Freitas in Diário de Notícias, Funchal, 7 de fevereiro de 2025. Instalação da Marismar, Aquicultura Marinha, Lda., Arco da Calheta, ilha da Madeira Algumas douradas (Sparus aurata) criadas em aquacultura, de vez em quando escapam ao cativeiro, como na Ribeira Brava, sendo possível observá-las em alguns pontos da costa, nomeadamente à saída de ribeiras.
Gaiolas de produção de dourada por aquacultura no Arco da Calheta, 2019, ilha da Madeira.
Gaiolas de produção de dourada por aquacultura no Arco da Calheta. Sparos aurata, Linnaes 1758. Fotografia da plataforma AZIA, contra a aquacultura no Arco da Calheta e na Madeira, 2019, pub. in Jornal da Madeira, 2025. Instalação da Marismar, Arco da Calheta, ilha da Madeira Algumas douradas (Sparus aurata) criadas em aquacultura, de vez em quando escapam ao cativeiro, como na Ribeira Brava, sendo possível observá-las em alguns pontos da costa, nomeadamente à saída de ribeiras.
Dourada, Sparos aurata, 2020, produção por aquacultura na ilha da Madeira.
Dourada. Sparos aurata, Linnaes 1758. Fotografia de 2020. Produção por aquacultura na Madeira, Funchal, ilha da Madeira Algumas douradas (Sparus aurata) criadas em aquacultura, de vez em quando escapam ao cativeiro, sendo possível observá-la em alguns pontos da costa, nomeadamente à saída de ribeiras.
Par de rãs-verdes da Ribeira de João Gomes, Virgílio Gomes, junho de 2015, Funchal, ilha da Madeira.
Par de rãs-verdes. Pelophylax perezi, López-Seoane 1885. Fotografia de Virgílio Gomes, 23 de junho de 2015. Ribeira de João Gomes, Funchal, ilha da Madeira O único anfíbio atualmente existente na Madeira, a rã (Pelophylax perezi), terá sido introduzido intencionalmente em meados do séc. XIX, para dar um pouco de vida às ribeiras e para ajudar no combate aos insetos. Ao longo da história da Ilha, esta não foi a única espécie de anfíbio a ser introduzida. O mesmo aconteceu com a Hyla meridionalis, que, tudo indica, não terá conseguido estabelecer-se.
Cabra das Desertas, Virgílio Gomes, 8 de outubro de 2003, ilhas Desertas, Região Autónoma da Madeira.
Cabra das Desertas. Capra pyrenaica, Schinz 1838. Extintas a tiro entre 2002 e 2004 para proteção dos endemismos vegetais, dificilmente se pode concluir hoje o seu absoluto parentesco com a cabra ibérica ou com a cabra das Canárias. Fotografia de Virgílio Gomes, 8 de outubro de 2003. Ilhas Desertas, Região Autónoma da Madeira. A cabra-montês, também conhecida como Íbex-ibérico, é uma das espécies de bovídeos do género Capra, que apresenta um acentuado dimorfismo sexual, à semelhança de muitos outros bovídeos. As fêmeas têm cerca de 1,20 metros de comprimento e pesam entre 30 e 40 quilogramas. Tem cornos bastante curtos e parecem-se […]
Viveiro das Trutas do Ribeiro Frio, 2020, São Roque do Faial, Santana, ilha da Madeira.
Viveiro das Trutas do Ribeiro Frio. Trutas Arco-íris (Oncorhynchus mykiss, Walbaum 1792) Fotografia de Bernardes Franco, 2020. São Roque do Faial, Santana, ilha da Madeira. O sítio do Ribeiro Frio, atravessado pela Levada da Serra e cujo ribeiro alimenta parte da Levada do Furado, tornara-se desde os meados do séc. XIX num importante polo turístico, até pelo acesso aos Balcões, à coluna basáltica do Homem-em-Pé, etc., subsistindo inúmeras fotografias do local nesse século. Começou por possuir uma casa de abrigo para os visitantes e, também, para os empregados da levada e, em abril de 1932, uma Casa de Chá, a […]
Campanha salve uma ave marinha, SPEA BirdLife Madeira, Funchal, setembro de 2023, ilha da Madeira.
Campanha salve uma ave marinha Reduza a iluminação. Ajude-as a chegar ao mar em segurança Pterodroma madeira (Mathews 1934) Funchal, SPEA BirdLife Madeira, setembro de 2023. Ilha da Madeira. Freira-da-madeira Pterodroma madeira (Mathews 1934). Ave endémica da ilha da Madeira que nidifica apenas nos picos mais elevados da mesma, entre o Pico do Areeiro e o Pico Ruivo. É considerada a ave marinha mais ameaçada da Europa e julgou-se extinta até aos finais da década de 1960, altura em que foi redescoberta por Paul Alexander Zino (1916-2004). O seu nome inglês, Zino’s petrel, é um reconhecimento ao trabalho desenvolvido por […]
Cartaz Apague as luzes pela freira-da-madeira, SPEA BirdLife Madeira, 27 de setembro de 2023, ilha da Madeira.
Cartaz Apague as luzes pela freira-da-madeira Pterodroma madeira (Mathews 1934) Funchal, SPEA BirdLife Madeira, 27 de setembro de 2023. Ilha da Madeira. Freira-da-madeira Pterodroma madeira (Mathews 1934). Ave endémica da ilha da Madeira que nidifica apenas nos picos mais elevados da mesma, entre o Pico do Areeiro e o Pico Ruivo. É considerada a ave marinha mais ameaçada da Europa e julgou-se extinta até aos finais da década de 1960, altura em que foi redescoberta por Paul Alexander Zino (1916-2004). O seu nome inglês, Zino’s petrel, é um reconhecimento ao trabalho desenvolvido por este ornitólogo. Desde o período da sua […]
Cartaz Apague as luzes pela freira-da-madeira, Funchal, 27 de setembro de 2026, ilha da Madeira.
Cartaz Apague as luzes pela freira-da-madeira Pterodroma madeira (Mathews 1934) Funchal, SPEA BirdLife Madeira, 27 de setembro de 2026. Ilha da Madeira. Freira-da-madeira Pterodroma madeira (Mathews 1934). Ave endémica da ilha da Madeira que nidifica apenas nos picos mais elevados da mesma, entre o Pico do Areeiro e o Pico Ruivo. É considerada a ave marinha mais ameaçada da Europa e julgou-se extinta até aos finais da década de 1960, altura em que foi redescoberta por Paul Alexander Zino (1916-2004). O seu nome inglês, Zino’s petrel, é um reconhecimento ao trabalho desenvolvido por este ornitólogo. Desde o período da sua […]
Escaravelho longicórnio do Ilhéu de Fora, projeto Rescue Selvagens do IFCN, 2021, ilhas Selvagens, Região Autónoma da Madeira.
Escaravelho longicórnio do Ilhéu de Fora Deucalion oceanicum (Wollaston, 1854) Fotografia do projeto Rescue Selvagens do IFCN, 2021. Escaravelho hospedeiro da euforbia das Selvagens. Ilhéu de Fora, ilhas Selvagens, Região Autónoma da Madeira. O projeto “Resgate da extinção de espécies endémicas de plantas e escaravelhos das Ilhas Selvagens” pretende salvaguardar um conjunto de espécies únicas que se encontram em estado crítico de conservação, nomeadamente duas espécies de plantas vasculares, a estreleira das Selvagens (Argyranthemum thalassophilum) e a eufórbia das Selvagens (Euphorbia anachoreta) e o escaravelho longicórnio do ilhéu de Fora (Deucalion oceanicum).
Crisolina da “quebra-panela”, Faial, 2021, ilha da Madeira
Crisolina da “quebra-panela“ Chrysolina fragariae (Wollaston, 1854) Orlas e clareiras da floresta Laurissilva do Til. Pub. Museu de História Natural do Funchal, 12 jul. 2021, ilha da Madeira. Este crisomelídeo é muito raro, com uma coloração verde metalizada. Mede cerca de 1 cm, corpo alongado e hábitos noturnos. Esta espécie não voa e é braquíptero (asas curtas). Tanto as suas larvas como os adultos alimentam-se única e exclusivamente da planta, quebra-panela (Bystropogon maderensis), também endémica da ilha da Madeira. É por isso um caso de duplo endemismo.
Borboleta Cleópatra da Madeira, Gonepteryx maderensis, Faial, Virgílio Gomes, março de 2022, ilha da Madeira.
Borboleta Cleópatra da Madeira. Gonepteryx maderensis (Felder, 1862), foto Virgílio Gomes, 7 de março de 2022. Borboleta da família dos Pieridae, que vive em bosques abertos com a presença da sua planta hospedeira o aderno (Rhamnus alaternus). Parque da Laurissilva, Faial, ilha da Madeira.
Borboleta endémica da Madeira Hipparchia madeirensis, Parque Ecológico do Funchal, Virgílio Gomes, março de 2008, ilha da Madeira.
Borboleta endémica da Madeira. Hipparchia madeirensis (Bethune-Baker, 1891), família Nymphalidae, foto Virgílio Gomes, 12 de março de 2008. Monte, Parque Ecológico do Funchal, ilha da Madeira.
Semi-lesma endémica madeirovitrina da Laurissilva, Plutonia albopaliata, Faial, Virgílio Gomes, março de 2008, ilha da Madeira.
Semi-lesma endémica madeirovitrina da Laurissilva. Plutonia albopaliata (Groh & Hemmen, 1986), foto Virgílio Gomes, 12 de março de 2008. Faial, ilha da Madeira.
Caracol endémico da Madeira, Leptaxis groviana, Ponta de São Lourenço, Virgílio Gomes, 2012, ilha da Madeira.
Caracol endémico da Madeira. Leptaxis groviana (A. Férussac, 1832), família Hygromidae, foto Virgílio Gomes, 2012. Ponta de São Lourenço, ilha da Madeira.
Caracol endémico do Porto Santo, Hystricella turricula, Ilhéu de Cima, 2017, Porto Santo.
Caracol endémico do Porto Santo. Hystricella turricula (R. T. Lowe, 1831), Fotografia do Instituto das Florestas e Conservação da Natureza, 2017. Ilhéu de Cima, Porto Santo.
Vertebrados terrestres autóctones dos Arquipélagos da Madeira e Selvagens, Repteis e Mamíferos, coleção Biodiversidade Madeirense: avaliação e conservação 6, coordenação de José Jesus e design gráfico de Virgílio Gomes, Funchal, Direção Regional do Ambiente, 2009, ilha da Madeira
Vertebrados terrestres autóctones dos Arquipélagos da Madeira e Selvagens, Repteis e Mamíferos, J. Jesus, S. Teixeira, D. Teixeira, T. Freitas e D. Russo, coleção Biodiversidade Madeirense: avaliação e conservação 6, coordenação de José Jesus e design gráfico de Virgílio Gomes, Funchal, Direção Regional do Ambiente, novembro de 2009, ilha da Madeira
Listagem dos fungos, flora e fauna terrestres dos arquipélagos da Madeira e Selvagens, vários, Funchal, Direção Regional do Ambiente do Governo Regional da Madeira etc., 2008, ilha da Madeira
Listagem dos fungos, flora e fauna terrestres dos arquipélagos da Madeira e Selvagens, coordenação de Paulo A. V. Borges, Cristina Abreu, António M. Franquinho Aguiar, Palmira Carvalho, Roberto Jardim, Ireneia Melo, Paulo Oliveira, Cecília Sérgio, Artur R. M. Serrano e Paulo Vieira, Funchal, Direção Regional do Ambiente do Governo Regional da Madeira e instituições similares da área da Madeira, Açores e Canárias, 2008, ilha da Madeira.
Lagartixa-da-madeira, Bernardes Franco, 2020, ilha da Madeira
Lagartixa. Lagartixa-da-madeira, Lacerta dugesii (Milne-Edwards, 1829) Família: Lacertidae Henri Milne-Edwards (1800-1885) em homenagem a Antoine Louis Dugès (1797-1838) Fotografia de Bernardes Franco, 2020, ilha da Madeira. A lagartixa-da-madeira está presente em praticamente todos os tipos de habitats terrestres do arquipélago, desde a costa e junto da água, nas praias de calhau e de areia, o que é uma originalidade nas subespécies congéneres, até às montanhas mais altas, passando por áreas urbanas e rurais. No interior, em zonas arborizadas mais densas, circunscreve-se a clareira ou levadas, onde a luz do sol penetra. Relativamente aos répteis, existe a Lagartixa-da-Madeira (Teira dugesii) como […]
30 Anos de Memórias, catálogo de exposição, Caniçal, Museu da Baleia, nov. 2020, ilha da Madeira
30 Anos de Memórias, catálogo de exposição, Caniçal, Museu da Baleia, nov. 2020, ilha da Madeira
30 Anos de Memórias, catálogo de exposição, Caniçal, Museu da Baleia, nov. 2020, ilha da Madeira
30 Anos de Memórias, catálogo de exposição, Caniçal, Museu da Baleia, nov. 2020, ilha da Madeira
Cetáceos no Arquipélago da Madeira, Luís Freitas, Ana Dinis, Filipe Alves e Filipe Nóbrega, ilustração científica de Helena Encarnação, Caniçal, Museu da Baleia, 2002, ilha da Madeira
Cetáceos no Arquipélago da Madeira, Luís Freitas, Ana Dinis, Filipe Alves e Filipe Nóbrega, ilustração científica de Helena Encarnação (1974-2013), Caniçal, Museu da Baleia, 2002, ilha da Madeira
Lançamento dos Peixes do Arquipélago da Madeira, José Manuel Biscoito e Helena Paula Olim Encarnação, Funchal, Câmara Municipal, 8 jun. 2026, ilha da Madeira.
Lançamento dos Peixes do Arquipélago da Madeira, José Manuel Biscoito e Helena Paula Olim Encarnação (1974-2013), Funchal, Câmara Municipal, 8 jun. 2026. O livro cataloga 195 espécies de diferentes peixes presentes nas águas do arquipélago e que representam 15 anos de trabalho, tendo tido apresentação de José António González, professor e investigador de Canárias, especialista em ecologia marinha. A data do seu lançamento não foi escolhida ao acaso, uma vez que se celebra a 8 de agosto o Dia Mundial dos Oceanos. A obra nasceu de uma parceria com a ilustradora científica Helena Paula Encarnação, entretanto falecida, e serve-se de […]
Peixes do Arquipélago da Madeira, José Manuel Biscoito e Helena Paula Olim Encarnação, Funchal, Câmara Municipal, 8 jun. 2026, ilha da Madeira.
Peixes do Arquipélago da Madeira, José Manuel Biscoito e Helena Paula Olim Encarnação (1974-2013), Funchal, Câmara Municipal, 8 jun. 2026. O livro cataloga 195 espécies de diferentes peixes presentes nas águas do arquipélago e que representam 15 anos de trabalho, tendo tido apresentação de José António González, professor e investigador de Canárias, especialista em ecologia marinha. A data do seu lançamento não foi escolhida ao acaso, uma vez que se celebra a 8 de agosto o Dia Mundial dos Oceanos. A obra nasceu de uma parceria com a ilustradora científica Helena Paula Encarnação, entretanto falecida, e serve-se de inspiração do […]
Peixes do Arquipélago da Madeira, José Manuel Biscoito e Helena Paula Olim Encarnação, Funchal, Câmara Municipal, 8 jun. 2026, ilha da Madeira.
Peixes do Arquipélago da Madeira, José Manuel Biscoito e Helena Paula Olim Encarnação (1974-2013), Funchal, Câmara Municipal, 8 jun. 2026. O livro cataloga 195 espécies de diferentes peixes presentes nas águas do arquipélago e que representam 15 anos de trabalho, tendo tido apresentação de José António González, professor e investigador de Canárias, especialista em ecologia marinha. A data do seu lançamento não foi escolhida ao acaso, uma vez que se celebra a 8 de agosto o Dia Mundial dos Oceanos. A obra nasceu de uma parceria com a ilustradora científica Helena Paula Encarnação, entretanto falecida, e serve-se de inspiração do […]
Lapa, Patella, Caniçal, junho de 2003, ilha da Madeira.
Lapa. Patella (Linnaeus, 1758) Família: Patellidae Fotografia de Virgílio Gomes, 26 de junho de 2003. Caniçal, ilha da Madeira
Caracol endémico da Madeira, Leptaxis membranacea, Ribeira da Metade, 2011, Faial, ilha da Madeira.
Caracol endémico da Madeira. Leptaxis membranacea (R. T. Lowe, 1831), Fotografia de Sebastian Sant, 2011. Ribeira da Metade, Faial, ilha da Madeira.
Caracol endémico da Madeira, Disculella madeirensis, Ponta de São Lourenço, out. 2022, ilha da Madeira.
Caracol endémico da Madeira. Disculella madeirensis (W. Wood, 1828), família Geomitridae, foto Radovan Coufal, 22 out. 2022. Ponta de São Lourenço, ilha da Madeira.
Caracol endémico do Porto Santo, Hystricella turricula, Ilhéu de Cima, 2020, Região Autónoma da Madeira.
Caracol endémico do Porto Santo. Hystricella turricula (R. T. Lowe, 1831), Fotografia de Dinarte Teixeira, 2020. Ilhéu de Cima, Porto Santo.
Caracol endémico do Porto Santo, Idiomela subplicata, Ilhéu de Baixo ou Ilhéu da Cal, 2020, Região Autónoma da Madeira.
Caracol endémico do Porto Santo. Idiomela subplicata (G. B. Sowerby I, 1824), Fotografia de Dinarte Teixeira, 2020. Ilhéu de Baixo ou Ilhéu da Cal, Porto Santo.
Caracol endémico da Madeira, Leptaxis furva, Porto Moniz, 2011, ilha da Madeira.
Caracol endémico da Madeira. Leptaxis furva (R. T. Lowe, 1831), Fotografia de Sebastian Sant, 2011. Porto Moniz, ilha da Madeira.
Semi-lesma endémica madeirovitrina da Laurissilva, Faial, 2009, ilha da Madeira.
Semi-lesma endémica madeirovitrina da Laurissilva. Plutonia albopaliata (Groh & Hemmen, 1986), Fotografia de Virgílio Gomes, 13 de maio de 2009. Parque da Laurissilva, Faial, ilha da Madeira.
Semi-lesma endémica madeirovitrina da Laurissilva, Faial, 2020, ilha da Madeira.
Semi-lesma endémica madeirovitrina da Laurissilva. Plutonia albopaliata (Groh & Hemmen, 1986), Fotografia da Madeira, Fauna & Flora de 2020. Parque da Laurissilva, Faial, ilha da Madeira.
Semi-lesma endémica da Laurissilva, Faial, 2020, ilha da Madeira.
Semi-lesma endémica da Laurissilva. Plutonia ruivensis (A. A. Gould, 1846), Fotografia do IFCN de 2020. Parque da Laurissilva, Faial, ilha da Madeira.
Monographia Molluscorum Terrestrium, Fluvialium, Lacustrium Insularium Maderensium, Barão de Castello de Paiva, Academic Press, Lisboa, 1867, exemplar do Smithsonian Institut, Washington DC.
Barão de Castello de Paiva (António da Costa Paiva, 1806-1879), Monographia Molluscorum Terrestrium, Fluvialium, Lacustrium Insularium Maderensium, Academic Press, Lisboa, 1867, exemplar do Smithsonian Institut, Washington DC.
Vaca-preta ou Maria-café, Monte, junho de 2008, Funchal, ilha da Madeira.
Vaca-preta ou Maria-café. Ommatoiulus moreletti (Lucas, 1860), Fotografia de Virgílio Gomes, junho de 2008. Monte, Funchal, ilha da Madeira. Das espécies introduzidas, Ommatoiulus moreletii é uma espécie fitófaga, considerada uma praga invasora, uma das 100 mais importantes na Macaronésia. É nativa de Portugal continental, a partir de onde deve ter sido introduzida, acidentalmente, na Madeira, por meio do uso de produtos agrícolas. A sua coloração mais frequente é negra e o corpo pode atingir até 4,5 cm de comprimento. Atinge a maturação sexual ao fim de dois anos, pode pôr até 200 ovos por ano e tem uma longevidade de […]
Aranha-lobo da Deserta Grande ou tarântula das Desertas, Vale da Castanheiro, 2008, Deserta Grande.
Aranha-lobo da Deserta Grande ou tarântula das Desertas. Hogna ingens (Blackwall, 1856), Fotografia de Virgílio Gomes, junho de 2008. Vale da Castanheira, Deserta Grande, Região Autónoma da Madeira.
Aranha-lobo da Deserta Grande ou tarântula das Desertas, Vale da Castanheiro, 2020, Deserta Grande.
Aranha-lobo da Deserta Grande ou tarântula das Desertas. Hogna ingens (Blackwall, 1856), Fotografia do IFCN de 2020. Vale da Castanheira, Deserta Grande, Região Autónoma da Madeira.
Aracnídeos da Madeira, 2020, entrada do DEM 4, ilha da Madeira.
Aracnídeos da Madeira, 2020, entrada do DEM 4, ilha da Madeira. Da esquerda para a direita e de cima para baixo: Garypus sp. (ordem Pseudoscorpiones), Trombidiidae (ordem Prostigmata), Ixodes ricinus (ordem Ixodida), Phalangiidae (ordem Opiliones), Argyope bruennichi (ordem Araneae) e Hogna heeri (ordem Araneae) (fotografias de António Aguiar). Os aracnídeos constituem um grupo de artrópodes em que se incluem as aranhas e os escorpiões. São frequentemente confundidos com insetos, no entanto, diferem destes no número de patas (os aracnídeos têm quatro pares, mais um do que os insetos), nunca apresentam asas e os seus corpos nunca são claramente divididos em […]
Abelha em São Martinho, janeiro de 2014, Funchal, ilha da Madeira.
Abelha em São Martinho. Apis mellifera (Linnaeus, 1758) Fotografia de Virgílio Gomes, 21 de janeiro de 2014. Levantamento para a entrada Invertebrados do DEM 4, set. 2026. Funchal, ilha da Madeira. Apis mellifera (Linnaeus, 1758), é um himenóptero social também designado por abelha doméstica.
Invertebrados da Madeira, 2020, entrada do DEM 4, ilha da Madeira.
Invertebrados da Madeira, 2020, entrada do DEM 4, ilha da Madeira. Da esquerda para a direita e de cima para baixo: Fasciola gigantea (filo Platyhelminthes) (fotografia de Dora Pombo), Pratylenchus sp. (filo Nematoda) (fotografia de António Aguiar), Dendrobaena sp. (filo Annelida) (fotografia de Dora Aguin Pombo), Oniscus asellus (filo Arthropoda, subfilo Crustacea) (fotografia de António Aguiar), Cylindroiulus sp. (filo Arthropoda, subfilo Myriapoda) (fotografia de António Aguiar) e Lithobius sp. (filo Arthropoda, subfilo Myriapoda) (fotografia de António Aguiar). As classificações biológicas agrupam os seres vivos em categorias taxonómicas, sendo as principais o reino, filo, classe, ordem, família, género e espécie. No […]
Ermida de Nossa Senhora de Fátima do Pico da Cova, 1945, São Vicente, ilha da Madeira.
Ermida de Nossa Senhora de Fátima. Campanha de 1945. Pico da Cova, São Vicente, ilha da Madeira. A cerimónia da bênção da primeira pedra reuniu cerca de 2000 pessoas, 13 de maio de 1945, segundo noticiado por O Jornal. A ideia de construir a capela surgiu no contexto das “Bodas da Aparição”, coincidindo com o fim da Segunda Guerra Mundial, como forma de agradecimento pelo regresso da paz. Um pormenor curioso relatado é que cada devoto presente levou consigo uma pedra destinada à construção da capela (“‘O Jornal’ no campo – S. Vicente”, O Jornal, 24 jun. 1945, 2).
Capela de São José e Escola Nuno Álvares, 1924 e 1930, Largo da Achada da Camacha, ilha da Madeira.
Capela de São José e Escola da Cruzada de Nuno Álvares. Beato Nuno Álvares Pereira (1360-1431), o Santo Condestável Alvenaria mista de pedra e gesso pintado, 1924 e 1930. Irmãs de Nossa Senhora das Vitórias Fotografia de 2025. Largo da Achada da Camacha, ilha da Madeira. Capela-escola fundada pelo jovem Abel Ferreira de Nóbrega (1904-1924), com o apoio dos pais, Alfredo Ferreira de Nóbrega e de Josefina Iria de Nóbrega, assim como da família do conselheiro Aires de Ornelas, como D. Joaquina Saldanha da Gama, D. Maria de Jesus Sousa Holtein e D. Luiza de Ornelas Tomaszswsky, entre outras pessoas. […]
Imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima no Porto da Cruz, 10 de abril de 1948, ilha da Madeira.
Imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima em Porto da Cruz. Viagem à Volta da Ilha da Imagem Peregrina. Fotografia, película em gelatina e sais de prata, 6,1 x 7,1 cm., Perestrellos Photographos, 10 de abril de 1948. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, inv. PER/2189. Porto da Cruz, ilha da Madeira. Para a difusão do culto fatimita contribuiu, outrossim, a epopeia que levou a Imagem Peregrina da Virgem de Fátima pelo mundo e que integrou a Madeira logo nos primeiros episódios desta expedição. A primeira vez que esta escultura visitou o território madeirense foi em 1948, entre 7 de […]
Faróis da Madeira, Porto Santo, Desertas e Selvagens, The Madeira Archipelago Lighthouses, Teixeira de Aguilar e Filipe Jorge, Lisboa, Argumentum, 2006
Teixeira de Aguilar (J.), texto e, Filipe Jorge, fotografias e organização, Faróis da Madeira, Porto Santo, Desertas e Selvagens, The Madeira Archipelago Lighthouses, Lisboa, Argumentum, 2006 O primeiro farol madeirense, um pequeno farolim, foi colocado no ilhéu da Pontinha (ilhéu de Nossa Senhora da Conceição) no porto do Funchal, onde entrou em funcionamento a 18 de maio de 1866. A sua luz era tão fraca que a referenciaram como “a brasa do ilhéu”. Foi substituído por um novo farol, instalado na cabeça da muralha nova, que fez aumentar 300 m para leste, além do ilhéu da Pontinha, este cais acostável […]
Farol do Ilhéu de Ferro do Porto Santo, 1959, Região Autónoma da Madeira.
Farol do Ilhéu de Ferro do Porto Santo. Reconstrução geral de 1956. Fotografia de Bernardes Franco, 2020. Porto Santo, Região Autónoma da Madeira O farol do ilhéu de Cima ou Ilhéu de Ferro, localizado em frente à ponta sudeste do Porto Santo, entrou em funcionamento a 11 de maio de 1901. Inicialmente, foi equipado com candeeiro a petróleo, de luz fixa branca, sendo depois substituído por um aparelho com rotação produzida através de máquina de relojoaria. Eletrificado em 1956, foi remodelado em 1982 e, novamente, em 2003, passando a utilizar energia solar. Uma insólita ocorrência colocou o farol do Porto […]
Lanterna do farol de São Jorge, construção geral de 1959, Ponta do Farol, Santana, ilha da Madeira.
Lanterna do farol de São Jorge. Construção geral de 1959. Fotografia de Bernardes Franco, 2020. Ponta do Farol de São Jorge, Santana, ilha da Madeira
Farol de São Jorge, 1959, Ponta do Farol, Santana, ilha da Madeira.
Farol de São Jorge. Construção de 1959. Fotografia de Bernardes Franco, 2020. Ponta do Farol de São Jorge, Santana, ilha da Madeira
Farolim do farol da Ponta do Pargo, 1922 e seguintes, Calheta, ilha da Madeira.
Farolim do farol da Ponta do Pargo. Campanha de 1922 e seguintes. Fotografia de Bernardes Franco, 2020. Ponta do Pargo, Calheta, ilha da Madeira. Cronologia do farol: 1883 – O Plano Geral de Aluimento e Balizagem aprova a instalação de uma ótica de 2ª ordem, de 3 clarões agrupados, com 25,5 milhas de alcance luminoso em estado médio na Ponta do Pargo; 1896 – estudo visando a sua concretização levada a cabo pelo engenheiro diretor das Obras Públicas do Funchal e pelo capitão do porto respetivo; segundo o relatório efetuado, o terreno a expropriar para a construção do farol era […]
Pátio do farol da Ponta do Pargo, 1922 e seguintes, Calheta, ilha da Madeira.
Pátio do farol da Ponta do Pargo. Campanha de 1922 e seguintes. Fotografia de Bernardes Franco, 2020. Ponta do Pargo, Calheta, ilha da Madeira. Cronologia do farol: 1883 – O Plano Geral de Aluimento e Balizagem aprova a instalação de uma ótica de 2ª ordem, de 3 clarões agrupados, com 25,5 milhas de alcance luminoso em estado médio na Ponta do Pargo; 1896 – estudo visando a sua concretização levada a cabo pelo engenheiro diretor das Obras Públicas do Funchal e pelo capitão do porto respetivo; segundo o relatório efetuado, o terreno a expropriar para a construção do farol era […]
Ilhéu da Ponta de São Lourenço, Ilhéu de Fora ou Ilhéu do Farol, 1870, Machico, ilha da Madeira.
Ilhéu da Ponta de São Lourenço, Ilhéu de Fora ou Ilhéu do Farol. Farol que entrou em funcionamento a 30 de setembro de 1870 Fotografia de Bernardes Franco, 2020. Machico, ilha da Madeira. O farol de São Lourenço, na extremidade este da Ilha, entrou em funcionamento a 30 de setembro de 1870, sendo o primeiro (grande) farol da Madeira. Está instalado no ilhéu de Fora, separado da costa pelo estreito-canal do Boqueirão. Inicialmente, estava equipado com um sistema rotativo de relojoaria e candeeiro a azeite, que foi depois substituído por petróleo. Posteriormente, seguiram-se várias modificações, como a eletrificação e a […]
Farol da Ponta do Pargo, 1922 e seguintes, Calheta, ilha da Madeira.
Farol da Ponta do Pargo. Campanha de 1922 e seguintes. Fotografia de Bernardes Franco, 2020. Ponta do Pargo, Calheta, ilha da Madeira. Cronologia do farol: 1883 – O Plano Geral de Aluimento e Balizagem aprova a instalação de uma ótica de 2ª ordem, de 3 clarões agrupados, com 25,5 milhas de alcance luminoso em estado médio na Ponta do Pargo; 1896 – estudo visando a sua concretização levada a cabo pelo engenheiro diretor das Obras Públicas do Funchal e pelo capitão do porto respetivo; segundo o relatório efetuado, o terreno a expropriar para a construção do farol era de lavradio, […]
Os Arquivos da Inquisição, Maria do Carmo Jasmins Dias Farinha, Lisboa, Arquivo Nacional da Torre do Tombo, 1990, Portugal
Maria do Carmo Jasmins Dias Farinha (1937-2014), Os Arquivos da Inquisição, Lisboa, Arquivo Nacional da Torre do Tombo, 1990, Portugal Obra que apresenta e contextualiza a documentação produzida pelos tribunais do Santo Ofício em Portugal. O livro descreve como esses arquivos foram formados, que tipos de processos e registos contêm — desde denúncias e interrogatórios até sentenças — e explica o funcionamento interno da Inquisição, as suas práticas de vigilância religiosa e social, e o impacto que teve na vida quotidiana de milhares de pessoas. A obra também mostra a importância histórica desses documentos para compreender a repressão religiosa, a […]
A Ilha da Madeira vista por intelectuais e artistas portugueses, Maria Mendonça, Eco do Funchal, 1954, ilha da Madeira
Maria Mendonça, A Ilha da Madeira vista por intelectuais e Artistas portugueses, Funchal, Editorial Eco do Funchal, Lta., 1954, ilha da Madeira MARIA MENDONÇA (1916-1997) Notável jornalista e escritora, que desenvolveu múltiplas iniciativas com personalidades de renome e desafiadoras para o regime político da altura. A sua criatividade pioneira deixou marcas em vários projetos culturais da Madeira apesar do controlo da censura e da Pide. Maria da Trindade de Mendonça era natural de Nordeste, Açores, onde nasceu a 16 de fevereiro de 1916. Era filha de Maria Raposo e de Manuel Franco de Mendonça e viveu a maior parte da […]
Andorinha e as Árvores Falantes, Teatro Infantil, Bernardete Falcão (1924-2017), Câmara Municipal do Funchal, 1983, ilha da Madeira.
Andorinha e as Árvores Falantes, Teatro Infantil, Bernardete Falcão (1924-2017), Câmara Municipal do Funchal, 1983. Maria Bernardete Freitas Simões Falcão, mais conhecida somente por Bernardete Falcão (Angra do Heroísmo, 1924; Funchal, 8 jun. 2017) foi uma poetisa portuguesa que muito nova se radicou no Funchal, onde editou este seu primeiro livro de poesia, em 1961, prefaciado por Maria Lamas (Maria da Conceição Vassalo e Silva, 1893-1983), com quem colaborava no periódico Modas e Bordados, publicação que ultrapassava muito a singeleza do título. Foi mãe da também escritora e professora da universidade da Madeira Margarida Falcão (Funchal, 2 jan. 1949-Idem, 10 […]
Nada Mais Que O Momento, Bernardete Falcão (1924-2017), Lisboa, Livraria Portugal, 1963, ilha da Madeira.
Nada Mais Que O Momento, Bernardete Falcão (1924-2017), Lisboa, Livraria Portugal, 1963. Maria Bernardete Freitas Simões Falcão, mais conhecida somente por Bernardete Falcão (Angra do Heroísmo, 1924; Funchal, 8 jun. 2017) foi uma poetisa portuguesa que muito nova se radicou no Funchal, onde editou este seu primeiro livro de poesia, em 1961, prefaciado por Maria Lamas (Maria da Conceição Vassalo e Silva, 1893-1983), com quem colaborava no periódico Modas e Bordados, publicação que ultrapassava muito a singeleza do título. Foi mãe da também escritora e professora da universidade da Madeira Margarida Falcão (Funchal, 2 jan. 1949-Idem, 10 set. 2016).
A Poesia da Mulher e a Mulher na Poesia, conferência de Bernardete Falcão proferida no Ateneu Comercial do Funchal, Centro Açoriano, 1962, ilha da Madeira.
A Poesia da Mulher e a Mulher na Poesia, conferência de Bernardete Falcão (1924-2017) proferida no Ateneu Comercial do Funchal e apresentada por Horácio Bento de Gouveia (1901-1983), Funchal, Centro Açoriano, 1962. Maria Bernardete Freitas Simões Falcão, mais conhecida somente por Bernardete Falcão (Angra do Heroísmo, 1924; Funchal, 8 jun. 2017) foi uma poetisa portuguesa que muito nova se radicou no Funchal, onde editou este seu primeiro livro de poesia, em 1961, prefaciado por Maria Lamas (Maria da Conceição Vassalo e Silva, 1893-1983), com quem colaborava no periódico Modas e Bordados, publicação que ultrapassava muito a singeleza do título. Foi […]
Jantar de amigos na casa de Ana Margarida Falcão, Funchal, 23 jan. 2016, ilha da Madeira.
Jantar de amigos na casa de Ana Margarida Falcão, Funchal, 23 jan. 2016. Da esquerda para a direita: Nelson Veríssimo, Leonor Martins Coelho, Thierry Proença dos Santos, Ana Margarida Falcão, José de Sainz-Trueva e Irene Lucília Andrade. Arquivo pessoal de José Sainz-Trueva. Ana Margarida Falcão (Funchal, 2 jan. 1949-Idem, 10 set. 2016), de seu nome completo Ana Margarida Simões Falcão Seixas, nasceu no Funchal a 2 de janeiro de 1949 e faleceu na mesma cidade a 10 de setembro de 2016. Era filha de um renomado médico da cidade, Francisco de Sousa Falcão, e de uma explicadora e autora de […]
Apresentação de uma edição do Prémio Literário Cidade do Funchal – Edmundo de Bettencourt, Funchal, 1996 (c.), ilha da Madeira
Apresentação de uma edição do Prémio Literário Cidade do Funchal – Edmundo de Bettencourt, Salão nobre do Teatro Municipal Baltasar Dias (segunda metade da déc. de 90). Da esquerda para a direita: Ana Margarida Falcão, José Manuel Mendes, Miguel Albuquerque e M.ª Aurora Carvalho Homem Arquivo pessoal dos herdeiros de M.ª Aurora Carvalho Homem. Ana Margarida Falcão (Funchal, 2 jan. 1949-Idem, 10 set. 2016), de seu nome completo Ana Margarida Simões Falcão Seixas, nasceu no Funchal a 2 de janeiro de 1949 e faleceu na mesma cidade a 10 de setembro de 2016. Era filha de um renomado médico da […]
Grand Café e Hotel Golden Gate e Delegação de Turismo da Madeira, 1939, Funchal, ilha da Madeira.
Grand Café e Hotel Golden Gate e Delegação de Turismo da Madeira. Foto Figueiras, 1939. Negativo vidro com gelatina e sais de prata, 9,9 x 14,9 cm. Museu de Fotografia da Madeira-Atelier Vicente’s, n.º inv. PHF/2328, em depósito na DRABL. Funchal, ilha da Madeira. No edifício Golden Gate, nos finais do século XIX, já funcionava um café, mas não identificado e, para o lado do mar, também funcionava o então Hotel Central. A data de 1841 para a fundação deste café, é, assim, excessiva, embora já funcionasse em 1910, de acordo com o Roteiro/Guia do Funchal dos Irmãos Trigo, n.ºs 6 […]
Filhos do Mar, Lídio Araújo, Madeira, Edição de Autor, 2002, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Lídio Araújo (1961-), Filhos do Mar, Madeira, Edição de Autor, 2002. Obra sobre a vivência quotidiana da classe piscatória de Câmara de Lobos, com destaque para o seu linguajar característico. “Filhos do mar, ao evidenciar a vivência dos homens do mar de Câmara de lobos, na segunda metade do século XX, pretende homenagear a coragem, a bravura e o desempenho profissional dos pescadores desta terra e transmitir às gerações mais jovens e aos vindouros resquícios de costumes, brincadeiras, alegrias e tristezas de uma classe piscatória que fez história pelo seu elo de ligação ao mar, tendo a pesca por destino.”
O Homem que Comia Névoa, Ernesto Leal, Lisboa, Publicações Europa América, 1964, ilha da Madeira.
Ernesto Leal (1913-2005), O Homem que Comia Névoa, Lisboa, Publicações Europa América, 1964, ilha da Madeira. Em outubro de 2007, a Revista Margem 3, n.º 1, foi dedicada a Ernesto Leal (1913-2005), com coordenação de António Fournier, direção de Teresa Brazão e edição de Maria Aurora Homem, Câmara Municipal do Funchal. Um ano depois, seria editada a coletânea Tio, ilha, anonas e estrelas, organizada pelo mesmo académico madeirense António Fournier, que dá a conhecer aos leitores alguns dos contos de Ernesto Leal, retirados das três colectâneas publicadas em vida pelo autor: “A Velha e o Barco” (1960), “O Homem que […]
Ilha da Madeira – Folclore Madeirense e Estudos Madeirenses, Eduardo Antonino Pestana, Câmara Municipal do Funchal, 1965 e 1970, ilha da Madeira.
Eduardo Antonino Pestana (1891-1963), Ilha da Madeira – Folclore Madeirense e Estudos Madeirenses, Câmara Municipal do Funchal, 1965 e 1970, ilha da Madeira. Vol. I- Folclore Madeirense: Livro Primeiro – Textos Religiosos – Cap. I- O Filho; Cap. II- A Epifania; Cap. III- Ciclo Mariano; Cap. IV- Ciclo Santoral; Cap. V- Ensalmos; Livro Segundo – Romanceiro // Livro Terceiro – Troveiro – Cap. I- Cantigas d’Amor; Cap. Ii- O Leal Conselheiro ou Máximas e Sentenças; Cap. IIi- Canto da Cigarra ou Cantigas de Maldizer; Cap-IV- Saco de Cantigas; Livro Quarto – Cancioneiro; Vol. II- Estudos Madeirenses: Livro Primeiro – O […]
Contos Madeirenses, organização de Nelson Veríssimo, Porto, Campo das Letras, coleção Autores da Madeira, agosto de 2005, ilha da Madeira
Contos Madeirenses, organização de Nelson Veríssimo, Porto, Campo das Letras, coleção Autores da Madeira, agosto de 2005 Autores: Maximiliano de Azevedo, João dos Reis Gomes, Albino de Menezes, Teodoro Correia, Isaura dos Passos Jardim, Horácio Bento de Gouveia, Ricardo N. Jardim, João França, Maria Franco, Ernesto Leal, António Aragão, Carlos Cristóvão, Jorge Sumares, Margarida Marques, Helena Marques, Maria Aurora Carvalho Homem, Irene Lucília Andrade, Ângela Caires, Irene de Mendonça e Freitas, José Viale Moutinho, Ana Margarida Falcão, Luís Ladeira, Ana Teresa Pereira, Laura Moniz, Lília Mata, Naidea Nunes.
Torna-viagem, romance, Horácio Bento de Gouveia, Coimbra Editora Limitada, 1979, ilha da Madeira.
Horácio Bento de Gouveia (1901-1983), Torna-viagem, romance, Coimbra Editora Limitada, 1979. Ilha da Madeira. Horácio de Ornelas Bento de Gouveia (Ponta Delgada, Solar do Ladrilho, 5 set. 1901; Funchal, 23 maio 1983). Filho de Francisco Bento de Gouveia e de Firmina Matilde de Ornelas Bento de Gouveia, foi aluno na Escola do Pico, no Liceu do Funchal e na Faculdade de Letras de Lisboa, onde se licenciou em Ciências Históricas e Geográficas, no ano 1930. Foi professor em diversos Liceus de Lisboa, entre eles o de Gil Vicente, e no Liceu Nacional do Funchal, depois de Jaime Moniz, deixando uma […]
Torna-viagem, Colecção: «Obra Completa de Horácio Bento de Gouveia», N.º 2. , 2.ª edição (1ª, 1979), Editorial Correio da Madeira, 1995, ilha da Madeira.
Horácio Bento de Gouveia (1901-1983), Torna-viagem, Colecção: «Obra Completa de Horácio Bento de Gouveia», N.º 2. , 2.ª edição (1ª, 1979). Editorial Correio da Madeira, 1995, ilha da Madeira. . Horácio de Ornelas Bento de Gouveia (Ponta Delgada, Solar do Ladrilho, 5 set. 1901; Funchal, 23 maio 1983). Filho de Francisco Bento de Gouveia e de Firmina Matilde de Ornelas Bento de Gouveia, foi aluno na Escola do Pico, no Liceu do Funchal e na Faculdade de Letras de Lisboa, onde se licenciou em Ciências Históricas e Geográficas, no ano 1930. Foi professor em diversos Liceus de Lisboa, entre eles o […]
Erro ou Desvio?, Helena Rebelo, Lisboa, 5 Livros.pt, 2022.
Helena Rebelo, Erro ou Desvio?, Lisboa, 5 Livros.pt, 2022. Helena Rebelo dedica-se aos Estudos Linguísticos, sobretudo à Língua Portuguesa, tendo diversas publicações. Está ligada a algumas associações nomeadamente a Associação Internacional de Lusitanistas e a sua formação passou por várias universidades portuguesas. É licenciada (1990) e mestre (1997) pela Universidade de Coimbra. Doutorou-se em Linguística Portuguesa (2005) na Universidade da Madeira, onde é docente desde 1998. Na Universidade Aberta, realizou uma qualificação em Ciências da Educação (1999) e, na Universidade de Aveiro, um pós-doutoramento (2011).
Continhos Madeirenses. Folclore Insular, textos do padre Alfredo Vieira de Freitas e ilustrações de Tiago Pinto, Funchal, Imprensa Académica, nov. 2023, ilha da Madeira.
Padre Alfredo Vieira de Freitas (recolha, 1908-1992), Continhos Madeirenses. Folclore Insular, ilustrações de Tiago Pinto, Funchal, Imprensa Académica, nov. 2023, ilha da Madeira. Alfredo Vieira de Freitas nasceu em 1908, na freguesia de Gaula, concelho de Santa Cruz e entrou para o Seminário em 1919, tirando depois o curso de Humanidades, Filosofia e Teologia. Foi professor de Português e de Literatura Portuguesa durante quase meio século. Ainda estudante foi colaborador da “Mocidade”, órgão mensal da antiga escola de Artes e Ofícios. Colaborou no “Jornal da Madeira” e na “Revista Portuguesa”, nesta última sob o anagrama de Viriato. Publicações: 1947 o […]
Linguagem Popular da Madeira, António Marques da Silva, Cadernos Madeirenses, Série II/3, Funchal, DRC, 2013, ilha da Madeira
António Marques da Silva (1900-1978), Linguagem Popular da Madeira, Cadernos Madeirenses, Série II/3, Funchal, DRC, 2013, ilha da Madeira Edição preparada pelo filho António Ribeiro Marques da Silva (1932-6 set. 2022), também pedagogo, investigador, diretor escolar, artista, licenciou-se Histórico-Filosóficas em 1959, após cumprir o serviço militar com passagem por Goa, tendo sido antigo diretor regional dos Assuntos Culturais nos anos 80 do século passado (1980-1982), tal como também licenciado em Pintura pelo ISBAM, em 1980, deputado socialista ao parlamento nacional (1991-1995). António Ribeiro Marques da Silva era um valioso homem de Cultura, que deixou múltiplas contribuições importantes, na esfera política, […]
Saias de Balão (na Ilha da Madeira), Ricardo Jardim, 1946, reedição do Funchal, Imprensa Académica, 2019, ilha da Madeira
Ricardo Jardim, Saias de Balão (na Ilha da Madeira) (1946) Ricardo do Nascimento Jardim (1906-1990) Reedição do Funchal, Imprensa Académica, 2019, ilha da Madeira
Saias de Balão (na Ilha da Madeira), Ricardo Jardim (1946), reedição da Câmara Municipal do Funchal, 1956, ilha da Madeira
Ricardo Jardim, Saias de Balão (na Ilha da Madeira) (1946) Ricardo do Nascimento Jardim (1906-1990) Reedição da Câmara Municipal do Funchal, 1956, ilha da Madeira
Vigia do Pico do Facho, reconstrução de 1750 (c.), Machico, ilha da Madeira.
Vigia do Pico do Facho. Alvenaria de pedra, reconstrução de 1750 (c.). Fotografia da Câmara de Machico de 1987 (c.) Machico, ilha da Madeira.
Ex-voto marítimo do capitão e tripulantes do brigue Freitas & Irmãos, oficina do Porto, 1870, igreja de Nossa Senhora do Monte, Funchal, ilha da Madeira
Ex-voto marítimo do capitão e tripulantes do brigue Freitas & Irmãos, Óleo sobre tela, 54 x 39 cm. Oficinas Marques Pinto, Porto, 1870. Fotografia de Rui Camacho para a revista Islenha, n.º 20, 1997). Igreja de Nossa Senhora do Monte, Funchal, ilha da Madeira Peça que representou a Madeira no catálogo dos Ex-Votos do Museu de Marinha, de 1983, onde tinha o nº. 206. No catálogo especificam-se as característica do brigue Freitas & Irmãos e do seu capitão Manuel de Freitas Martins, filho de João de Freitas Martins e de Maria Rosa Rodrigues, casados no Monte, a 26 jun. 1838.
Milagre de São Pedro Gonçalves Telmo, o Corpo Santo, óleo de 1791, Capela de Nossa Senhora da Conceição e do Corpo Santo, Câmara de Lobos, ilha da Madeira.
Milagre de São Pedro Gonçalves Telmo, o Corpo Santo. Pintura da oficina de Nicolau Ferreira Duarte (1731-c. 1800), 1791. Fotografia de Rui Camacho para a Islenha 20, janeiro de 1997. Capela de Nossa Senhora da Conceição e do Corpo Santo, Câmara de Lobos, ilha da Madeira. Cronologia da Capela da Conceição de Câmara de Lobos Séc. 15, finais – início da construção; Séc. 16, finais – sepultura de D. Joana de Atouguia, mulher de Mendo Roiz de Vasconcelos; 1587 – sepultura de António Soares e sua mulher; 1691 – reformulação da confraria do Corpo Santo de Câmara de Lobos, reservada […]
Ex-Voto, painéis votivos do rio, do mar e do além-mar, Lisboa, Museu de Marinha, 1983, Portugal
Ex-Voto, painéis votivos do rio, do mar e do além-mar, Lisboa, Museu de Marinha, 1983, Portugal Belíssimo catálogo que é também um dos bons trabalhos sobre ex-votos marítimos e fluviais em Portugal. Para além de um inventário muito completo e descritivo, onde se apresentam mais de duas centenas de ex-votos e um apêndice iconográfico, de rara beleza, impresso a cores com reprodução de três dezenas do mais representativos ex-votos dispersos de norte a sul de Portugal. O volume inclui três importantíssimos ensaios de autoria de três investigadores de nomeada, a saber: «”Ex-voto” – uma expressão ambígua», de Carlos Lopes Cardoso; «As […]
O Movimento Intelectual do Arquipélago da Madeira, 1.º período, 1420-1820, Visconde do Porto da Cruz, Aveiro, 1958, ilha da Madeira.
Visconde do Porto da Cruz, O Movimento Intelectual do Arquipélago da Madeira, 1.º período, 1420-1820 (Alfredo de Freitas Branco, 1890-1962) Separata do N.º 84 da Revista Portuguesa Tipografia A Lusitânia, Aveiro, 1958, ilha da Madeira. Alfredo António de Castro Teles de Meneses de Vasconcelos de Bettencourt de Freitas Branco (1890-1962), como se nomeava, nasceu a 1 de janeiro de 1890, no Funchal, onde veio a falecer a 28 de fevereiro de 1962. Era filho de Luís Vicente de Freitas Branco e de Ana Augusta de Castro Leal Freitas Branco. Usava o título de 1.º visconde do Porto da Cruz, que […]
Exposição de fotografia de Manuel Nicolau, junho 2016, Forum de Machico, ilha da Madeira.
Exposição de fotografia de Manuel Nicolau. (1943-2020) Câmara Municipal de Machico, junho 2016. Forum de Machico, ilha da Madeira.
