Cumprimentos de Alberto João Jardim a D. Nuno Brás, novo bispo do Funchal, entrada solene e tomada de posse, Sé do Funchal, 17 de fevereiro de 2019, ilha da Madeira
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Cumprimentos de Alberto João Jardim a D. Nuno Brás, novo bispo do Funchal,
O então presidente do GR, Miguel Albuquerque, encontrava-se em Lisboa
Fotografia de Duarte Gomes/JM na Entrada Solene e Tomada de Posse, 17 de fevereiro de 2019.
Sé do Funchal, ilha da Madeira.
Nuno Brás da Silva Martins (Vimieiro, Lourinhã, 12 maio 1963-) licenciou-se em teologia pela Universidade católica de Lisboa, em 1985, ordenando-se padre em 4 jul. 1987, também em Lisboa. Realizou depois doutoramento pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, em 1999, tendo, entre 2005 e 2011, sido reitor do Seminário Maior de Cristo Rei, nos Olivais. Foi nomeado Cónego da Sé Metropolitana Patriarcal de Lisboa a 10 jan. 2009, lugar de que tomou posse a 21 jan. seguinte e foi nomeado bispo-auxiliar de Lisboa em 10 out. 2011, sendo consagrado bispo-titular da Diocese de Elvas, no Mosteiro dos Jerónimos, a 20 nov. seguinte. Nomeado bispo da diocese do Funchal em 12 jan. 2019, entrou solenemente na sé do Funchal a 17 fev. seguinte, com a presença de quase todo o corpo da conferência episcopal portuguesa, sucedendo a D. António José Cavaco Carrilho (Loulé, 11 abr. 1942; ) na Diocese do Funchal, que optou, entretanto, por ficar no Funchal.
Alberto João Gonçalves Cardoso Jardim (1943; -). Filho de uma irmã do Dr. Agostinho Cardoso (1908-1979) e de um funcionário da repartição de Finanças do Funchal, falecido prematuramente, licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra, escrevendo depois na Voz da Madeira, onde representou as ideias da Ala Liberal da primavera marcelista, passando, depois, para os quadros do Jornal da Madeira, órgão da Diocese do Funchal, onde foi diretor. Desempenhou, entretanto, funções diretivas na União da Cooperativa de Lacticínios e na Cooperativa Agrícola do Funchal. Tendo sido um dos fundadores do Partido Social Democrático na Madeira, veio a desempenhar o mais incontornável papel na implantação da Autonomia Regional, sendo presidente do Governo desde 17 mar. 1978 a 20 de abril de 2015, sempre com maiorias absolutas e, entre eleições regionais, autárquicas, europeias, presidenciais e legislativas nacionais, averbou para o seu partido 46 vitórias eleitorais, governando a Região ao longo de mais de 37 anos, o que é um recorde de longevidade no poder verdadeiramente notável.