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Mercado Quinhentista de Machico, “Mesteres, o Saber nas Mãos”, junho de 2025, Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico, ilha da Madeira.
Mercado Quinhentista de Machico. Mesteres, o Saber nas Mãos. Cousas de Mercar, de manjar, de beber e de folgar. Oficina de tanoeiro e de oleiro com formas de açúcar e bilhas. Cartaz do Mercado, 6, 7 e 8 de junho de 2025. Escola Básica e Secundária de Machico e Câmara Municipal de Machico. Largo da Praça de Machico, Machico, ilha da Madeira. Durante três dias, Machico mergulha na história, recriando ambientes, ofícios e vivências de outros tempos, num evento que celebra a nossa identidade e tradições com cor, música e animação, estão previstas cerca de meio milhar de performances, que irão […]
Aeroporto de Cabinda e cinema do Chiloango, Cabinda, 1975, Angola
Aeroporto de Cabinda e cinema do Chiloango, Cabinda, 1975 Memórias de Manuel João Batista Rosa, (1952-2025) A consciência política, o 25 de abril na EPAM e a “descolonização” de Cabinda Lisboa, projeto Foco, 2021, Portugal Manuel Rosa (Santana, 1952; Funchal, 25 nov. 2022). Bacharel em Contabilidade pelo Instituto Comercial de Lisboa (ICL) e licenciado em Gestão, pela UMa, tinha entrado para o exército em 1973, no Curso de Oficiais Milicianos, em Mafra. Participou no 25 de abril na EPAM, quartel que ocupou a RTP. Acompanhou a “descolonização” do protetorado de Cabinda. Foi professor durante 43 anos na Escola Secundária Francisco […]
Fábrica de açúcar do Bom Jesus, 1975, Norte de Angola
Fábrica de açúcar do Bom Jesus, Norte de Angola, 1975 Memórias de Manuel João Batista Rosa, (1952-2025) A consciência política, o 25 de abril na EPAM e a “descolonização” de Cabinda Lisboa, projeto Foco, 2021, Portugal Manuel Rosa (Santana, 1952; Funchal, 25 nov. 2022). Bacharel em Contabilidade pelo Instituto Comercial de Lisboa (ICL) e licenciado em Gestão, pela UMa, tinha entrado para o exército em 1973, no Curso de Oficiais Milicianos, em Mafra. Participou no 25 de abril na EPAM, quartel que ocupou a RTP. Acompanhou a “descolonização” do protetorado de Cabinda. Foi professor durante 43 anos na Escola Secundária […]
Rosto de “Memórias” de Manuel João Batista Rosa, fevereiro de 2021, Funchal, ilha da Madeira.
Rosto das Memórias de Manuel João Batista Rosa, (1952-2025) A consciência política, o 25 de abril na EPAM e a “descolonização” de Cabinda Lisboa, projeto Foco, 2021, Portugal Manuel Rosa (Santana, 1952; Funchal, 25 nov. 2022). Bacharel em Contabilidade pelo Instituto Comercial de Lisboa (ICL) e licenciado em Gestão, pela UMa, tinha entrado para o exército em 1973, no Curso de Oficiais Milicianos, em Mafra. Participou no 25 de abril na EPAM, quartel que ocupou a RTP. Acompanhou a “descolonização” do protetorado de Cabinda. Foi professor durante 43 anos na Escola Secundária Francisco Franco onde se aposentou, em 2018. Memórias é […]
Manuel João Batista Rosa na apresentação de Memórias, fevereiro de 2021, Funchal, ilha da Madeira.
Memórias, Manuel João Batista Rosa, Lisboa, projeto Foco, 2021, Portugal
Manuel João Batista Rosa, Memórias (1952-2025) A consciência política, o 25 de abril na EPAM e a “descolonização” de Cabinda Lisboa, projeto Foco, 2021, Portugal Manuel Rosa (Santana, 1952; Funchal, 25 nov. 2022). Bacharel em Contabilidade pelo Instituto Comercial de Lisboa (ICL) e licenciado em Gestão, pela UMa, tinha entrado para o exército em 1973, no Curso de Oficiais Milicianos, em Mafra. Participou no 25 de abril na EPAM, quartel que ocupou a RTP. Acompanhou a “descolonização” do protetorado de Cabinda. Foi professor durante 43 anos na Escola Secundária Francisco Franco onde se aposentou, em 2018. Memórias é uma narrativa pessoal, […]
Francisco Fanhais, Zeca Afonso e José Mário Branco, Quando a Cantiga era uma Arma, capa da revista Visão História, Lisboa, 7 de novembro de 2023, Portugal
Quando a Cantiga era uma Arma, capa da revista Visão História, Francisco Fanhais (1941-), Zeca Afonso (1929-1987) e José Mário Branco (1942-2019), Lisboa, 7 de novembro de 2023, Portugal Em 1973, José Mário Branco (1942-2019) compôs A cantiga é uma arma. Começa assim: “A cantiga é uma arma / Eu não sabia / Tudo depende da bala / E da pontaria”. A palavra cantada pode mover multidões e, entre as linhas de cada partitura, há muitas mensagens que se podem passar. Embora seja impossível dar como certa a relação simbiótica entre a música de intervenção portuguesa e o 25 de […]
Estação Zootécnica do Porto Moniz, 1956, Porto Moniz, , ilha da Madeira.
Estação Zootécnica do Porto Moniz. Estação Zootécnica da Madeira Dr. Carlos Dória (EZM) (1923-1999) Projeto da antiga Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal, 1956. Infraestrutura que agrega 36 hectares, junto ao espaço onde tradicionalmente é realizada a Feira Agropecuária do Porto Moniz. Porto Moniz, ilha da Madeira A história da Estação Zootécnica da Madeira Dr. Carlos Dória (EZM) começou a ser escrita a 22 de novembro de 1956, num terreno com cerca de 38 hectares, no concelho do Porto Moniz, com a ideia de criar um núcleo de recria de reprodutores da espécie bovina. Durante os primeiros anos realizaram-se, […]
V Feira do Livro de Santa Cruz, Promenade dos Reis Magos, 22 a 26 de abril de 2026, Caniço, Santa Cruz, ilha da Madeira.
V Feira do Livro de Santa Cruz. A imprensa e o livro: A mais bela invenção do Mundo Promenade dos Reis Magos, 22 a 26 de abril de 2026, Caniço, Santa Cruz, ilha da Madeira.
Dr. Emanuel Rodrigues, Funchal, 2015, ilha da Madeira.
Dr. Emanuel Rodrigues (1943-2019) Fotografia de Rui Marote, Funchal, 2015. Ilha da Madeira. Emanuel do Nascimento dos Santos Rodrigues (Machico, 25 dez. 1943; 18 ago. 2019). Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, tinha sido professor do Liceu e da Escola Industrial. Viria a ser eleito em 1975 para a Assembleia da República e sucessivamente nas eleições seguintes, quer para a da República, quer para a Assembleia Regional, optando pela segunda, onde foi o primeiro presidente, em 1976. Viria a ser mandatário regional da primeira candidatura do general Ramalho Eanes, retirando-se depois, em 1984, da vida política e dedicando-se à […]
Padre Martins Júnior de Cristina Carvalho, texto e Rafaela Rodrigues, ilustração, coleção Vidas (Des)Conhecidas, Cadmus, Funchal, março de 2025, ilha da Madeira.
Cristina Carvalho, texto e Rafaela Rodrigues, ilustração, Padre Martins Júnior Coleção Vidas (Des)Conhecidas, Cadmus, Funchal, março de 2025, ilha da Madeira. Na antiga vila de Machico nasceu José Martins Júnior, conhecido por Padre Martins. De criança astuta e sonhadora, ascendeu a jovem seminarista. Nos saraus, por si organizados, refinou e incutiu a graça da música, do teatro, do folclore e da poesia aos habitantes da Madeira e Porto Santo. Em África, desafiou a guerra com um vibrante acordeão ao peito. Privou com Zeca Afonso em tertúlias intelectuais que culminavam em cantorias. Na paróquia da Ribeira Seca, após o 25 de […]
José Mário Branco no mural “A Cantiga é Uma Arma” da dupla Ruído, Frederico Draw e Alma, Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024, Machico, ilha da Madeira
José Mário Branco (1942-2019) Pormenor do mural A Cantiga é Uma Arma, homenagem ao padre Martins Júnior (1938-2025) Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-) Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024 Machico, ilha da Madeira Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresenta o projeto “Murais de Liberdade”, que visa criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de […]
Alma e Frederico Draw na inauguração de “A Cantiga é Uma Arma”, Casa da Música de Machico, 6 de setembro de 2024, Machico, ilha da Madeira
Inauguração de A Cantiga é Uma Arma Homenagem ao padre Martins Júnior (1938-2025) Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-) . Casa da Música de Machico, 6 de setembro de 2024 Machico, ilha da Madeira Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresenta o projeto “Murais de Liberdade”, que visa criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas […]
Inauguração de A Cantiga é Uma Arma, mural da dupla Ruído, Frederico Draw e Alma, Casa da Música de Machico, 6 de setembro de 2024, Machico, ilha da Madeira
A Cantiga é Uma Arma Homenagem ao padre Martins Júnior (1938-2025) Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-) com Lino Bernardo Calaça Martins e Ricardo Franco, presidente da câmara municipal de Machico. Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024 Machico, ilha da Madeira Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresenta o projeto “Murais de Liberdade”, que visa criar uma série de 14 murais em diferentes […]
A Cantiga é Uma Arma, mural da dupla Ruído, Frederico Draw e Alma, Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024, Machico, ilha da Madeira
A Cantiga é Uma Arma Homenagem ao padre Martins Júnior (1938-2025) Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-) Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024 Machico, ilha da Madeira Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresenta o projeto “Murais de Liberdade”, que visa criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas marcantes relacionados com […]
A Cantiga é Uma Arma, mural da dupla Ruído, Frederico Draw e Alma, Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024, Machico, ilha da Madeira
A Cantiga é Uma Arma Homenagem ao padre Martins Júnior (1938-2025) Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-) Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024 Machico, ilha da Madeira Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresenta o projeto “Murais de Liberdade”, que visa criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas marcantes relacionados com […]
A Cantiga é Uma Arma, mural da dupla Ruído, Frederico Draw e Alma, Casa da Música de Machico, 6 de setembro de 2024, Machico, ilha da Madeira
A Cantiga é Uma Arma Homenagem ao padre Martins Júnior (1938-2025) Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-) Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024 Machico, ilha da Madeira Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresenta o projeto “Murais de Liberdade”, que visa criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas marcantes relacionados com […]
A Cantiga é Uma Arma, mural da dupla Ruído, Frederico Draw e Alma, Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024, Machico, ilha da Madeira
A Cantiga é Uma Arma Homenagem ao padre Martins Júnior (1938-2025) Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-) Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024 Machico, ilha da Madeira Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresenta o projeto “Murais de Liberdade”, que visa criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas marcantes relacionados com […]
A Cantiga é Uma Arma, mural da dupla Ruído, Frederico Draw e Alma, Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024, Machico, ilha da Madeira
A Cantiga é Uma Arma Homenagem ao padre Martins Júnior (1938-2025) Mural da dupla Ruído, dos artistas Frederico Draw, Frederico Soares Campos (1988-) e Alma, Rodrigo Guinea Gonçalves (1984-) Casa da Música de Machico, 5 de setembro de 2024 Machico, ilha da Madeira Para celebrar o 50.º aniversário do 25 de Abril de 1974, marco histórico da democratização de Portugal, a dupla Ruído, com o apoio do Turismo de Portugal, apresenta o projeto “Murais de Liberdade”, que visa criar uma série de 14 murais em diferentes cidades do país, ao longo do ano de 2024, representando temas marcantes relacionados com […]
‘Machico, terra de Abril’ promove reflexão sobre a Revolução, Centro Cívico Cultural e Social da Ribeira Seca, 23 de abril de 2026, Machico, ilha da Madeira
‘Machico, terra de Abril’ promove reflexão sobre a Revolução Sob a imagem do padre Martins Júnior (1938-2025) Comemorações dos 52 anos do 25 de Abril no concelho, promovidas pela Câmara Municipal e que tiveram início no dia 17 de abril de 2026. Testemunhos de Diamantino Alturas, Assunção Bacanhim e Bernardo Martins Centro Cívico Cultural e Social da Ribeira Seca, 23 de abril de 2026 Machico, ilha da Madeira Lino Bernardo Calaça Martins (Machico, ) é doutor em Ilhas Atlânticas: História, Património e Quadro Jurídico-Institucional pela Universidade da Madeira (2023). Mestre em Estudos Regionais e Locais pela Faculdade de Artes e […]
Mês das Almas, novembro de 2025, núcleo da memória do antigo convento de Santo André, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Mês das Almas, Novembro de 2025. Cartaz do núcleo da memória do antigo convento de Santo André. Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O convento de Santo André foi fundado por Diogo Vaz Carreiro no antigo lugar dos Ermitães, só recebendo aprovação de edificação por bula de 1 de maio de 1585. As obras teriam sido iniciadas em 1567, falecendo Diogo Vaz Carreiro a 14 de outubro de 1581. A viúva veio ainda a acabar a inicial edificação por 1583. O Convento foi entretanto objecto de profunda remodelação entre os meados do século XVII e os […]
Sala dos Mártires de Lisboa, óleos sobre madeira de oficina portuguesa, 1525 (c.), Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Sala dos Mártires de Lisboa. Óleos sobre madeira de oficina portuguesa, 1525 (c.). Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado. Igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. A pintura portuguesa do início do século XVI foi essencialmente religiosa, na tradição do que se vinha fazendo desde os meados da centúria anterior. Portugal, ao contrário do que acontecia noutros centros europeus, não deu importância de maior à temática laica, nomeadamente à mitologia clássica. Seria necessário esperar algumas décadas para que este fenómeno, com grande representatividade na Itália, na Flandres e nos Países […]
Vitrina dos marfins orientais, oficinas de Goa, do Ceilão e outras, 1550 (c.) e seguintes, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Vitrina dos marfins orientais. Oficinas de Goa, do Ceilão e outras, 1550 (c.) e seguintes. Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado. Igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O colégio jesuíta de Ponta Delgada, da evocação de Todos os Santos, foi fundado em janeiro de 1591 por três religiosos do colégio de Angra, em terrenos cedidos por João Lopes Henriques, vindo tomar posse do mesmo terreno o padre Fernão Guerreiro, natural de Almodôvar, no Alentejo. As obras, como residência dos padres do colégio de Angra, começaram precariamente em 1 de […]
Fachada do antigo convento de Santo André, campanha de reforma de de 1762 e seguintes, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Fachada do antigo convento de Santo André. Campanha de reforma de de 1762, data que aparece no portal da cerca (?) Grande reabilitação de 1818 a 1820 (c.) e seguintes. Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O convento de Santo André foi fundado por Diogo Vaz Carreiro no antigo lugar dos Ermitães, só recebendo aprovação de edificação por bula de 1 de maio de 1585. As obras teriam sido iniciadas em 1567, falecendo Diogo Vaz Carreiro a 14 de outubro de 1581. A viúva veio ainda a acabar a inicial edificação por 1583. O Convento foi […]
Interior da igreja do antigo convento de Santo André, reposição de 1818 a 1820 (c.) e seguintes, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Interior da igreja do antigo convento de Santo André. Campanha de reforma e reabilitação de 1818 a 1820 (c.) e seguintes. Reposição de elementos, por certo, anteriores. Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O convento de Santo André foi fundado por Diogo Vaz Carreiro no antigo lugar dos Ermitães, só recebendo aprovação de edificação por bula de 1 de maio de 1585. As obras teriam sido iniciadas em 1567, falecendo Diogo Vaz Carreiro a 14 de outubro de 1581. A viúva veio ainda a acabar a inicial edificação por 1583. O Convento foi entretanto objecto de […]
Armário paramenteiro da sacristia da igreja do antigo convento de Santo André, reposição de 1818 a 1820 (c.) e seguintes, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Armário paramenteiro da sacristia da igreja do antigo convento de Santo André. Campanha de reforma e reabilitação de 1818 a 1820 (c.) e seguintes. Reposição de elementos, por certo, anteriores. Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O convento de Santo André foi fundado por Diogo Vaz Carreiro no antigo lugar dos Ermitães, só recebendo aprovação de edificação por bula de 1 de maio de 1585. As obras teriam sido iniciadas em 1567, falecendo Diogo Vaz Carreiro a 14 de outubro de 1581. A viúva veio ainda a acabar a inicial edificação por 1583. O Convento foi […]
Grade do palratório e roda do antigo convento de Santo André, reforma de 1818 a 1820 (c.) e seguintes, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Grade do palratório e roda do antigo convento de Santo André. Campanha de reforma e reabilitação de 1818 a 1820 (c.) e seguintes. Cadeira de rodas com assento de palhinha de 1860 (c.) Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O convento de Santo André foi fundado por Diogo Vaz Carreiro no antigo lugar dos Ermitães, só recebendo aprovação de edificação por bula de 1 de maio de 1585. As obras teriam sido iniciadas em 1567, falecendo Diogo Vaz Carreiro a 14 de outubro de 1581. A viúva veio ainda a acabar a inicial edificação por 1583. […]
Braços do cadeiral do coro do antigo convento de Santo André, 1650 (c.) e seguintes, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Braços do cadeiral do coro do antigo convento de Santo André. Elementos de épocas várias com reposição por 1650 (c.) e seguintes. Campanha de reforma e reabilitação de 1818 a 1820 (c.) e seguintes. Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O convento de Santo André foi fundado por Diogo Vaz Carreiro no antigo lugar dos Ermitães, só recebendo aprovação de edificação por bula de 1 de maio de 1585. As obras teriam sido iniciadas em 1567, falecendo Diogo Vaz Carreiro a 14 de outubro de 1581. A viúva veio ainda a acabar a inicial edificação por […]
Coro do antigo convento de Santo André, reforma de 1818 a 1820 (c.), Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Coro do antigo convento de Santo André. Elementos de épocas várias com campanha de reforma e reabilitação de 1818 a 1820 (c.) e seguintes. Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O convento de Santo André foi fundado por Diogo Vaz Carreiro no antigo lugar dos Ermitães, só recebendo aprovação de edificação por bula de 1 de maio de 1585. As obras teriam sido iniciadas em 1567, falecendo Diogo Vaz Carreiro a 14 de outubro de 1581. A viúva veio ainda a acabar a inicial edificação por 1583. O Convento foi entretanto objecto de profunda remodelação entre […]
Painéis de azulejos mudéjares, oficinas de Sevilha (atr.), 1520 (c.), núcleo do convento de Santo André, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Painéis de azulejos mudéjares. Oficinas de Sevilha (atr.), 1520 (c.) Andar sobre os claustro do convento de Santo André, campanha de 1650 (c.) e seguintes. Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O convento de Santo André foi fundado por Diogo Vaz Carreiro no antigo lugar dos Ermitães, só recebendo aprovação de edificação por bula de 1 de maio de 1585. As obras teriam sido iniciadas em 1567, falecendo Diogo Vaz Carreiro a 14 de outubro de 1581. A viúva veio ainda a acabar a inicial edificação por 1583. O Convento foi entretanto objecto de profunda remodelação […]
Milagre das Águas de São Francisco Xavier, óleo de autor anónimo, 1680 (c.), Museu de Marinha, Lisboa, Portugal.
Milagre das Águas de São Francisco Xavier. (1506-1552) Óleo sobre tela, . Autor anónimo, 1680 (c.). Milagre de São Francisco Xavier (1506-1552) em que transformou a água salgada em água doce, tendo saído de Macau na carraca Santa Cruz com destino ao Japão, Trata-se de uma representação presente em quase todos os colégios dos jesuítas, como no do Funchal, mandada pintar pelo reitor em 1665. Um dos interesses destas pinturas é a representação na nau, assim como dos contentores para recolher a água, muitas vezes cerâmicas e porcelanas chinesas dessa época. Museu de Marinha, complexo dos Jerónimos, Belém, Lisboa, Portugal.
Embaixada de São Francisco Xavier à Corte do Rei do Bungo, no Japão, óleo de Bento Coelho da Silveira, 1670 a 1675, colégio jesuíta de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Embaixada de São Francisco Xavier à Corte do Rei do Bungo, no Japão. Óleo sobre tela, 187 x 243 cm. Bento Coelho da Silveira (1617-1708), 1670 a 1675. Igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos de Ponta Delgada. Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado (MCMD5709), Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O colégio jesuíta de Ponta Delgada, da evocação de Todos os Santos, foi fundado em Janeiro de 1591 por três religiosos do colégio de Angra, em terrenos cedidos por João Lopes Henriques, vindo tomar posse do mesmo terreno o padre Fernão Guerreiro, natural de Almodôvar, […]
Milagre das Águas de São Francisco Xavier, óleo de Bento Coelho da Silveira, 1670 a 1675, colégio jesuíta de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Milagre das Águas de São Francisco Xavier. Óleo sobre tela, 187 x 243 cm. Bento Coelho da Silveira (1617-1708), 1670 a 1675. Milagre de São Francisco Xavier em que transformou a água salgada em água doce e pintura presente em quase todos os colégios dos jesuítas, como do Funchal, mandada pintar pelo reitor em 1665. Um dos interesses destas pinturas é a representação na nau, assim como dos contentores para recolher a água, quase sempre cerâmicas e porcelanas chinesas dessa época, como aqui, com potes de oficina da dinastia Qing (1644-1912), período Kangxi (1622-1722), 1670 (c.) Igreja do colégio jesuíta […]
Pormenor de Cristo no Túmulo, óleo de Joaquim Vitorino Ribeiro, Paris, 1879, igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Pormenor do Cristo Morto ou Cristo no Túmulo Óleo de Joaquim Vitorino Ribeiro (1849-1928), Paris, 1879 Altar lateral da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado, igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Obra que esteve exposta em Paris no Salon de 1879, recebendo boa crítica, o que levou o Autor a executar nova versão ainda nesse ano, então, o Mártir Cristão e que se encontra hoje no Museu Nacional Soares dos Reis, do Porto. Adquirida no 𝘚𝘢𝘭𝘰𝘯 𝘥𝘦 𝘗𝘢𝘳𝘪𝘴 em 𝟭𝟴𝟳𝟵 pelo […]
Cristo no Túmulo, óleo de Joaquim Vitorino Ribeiro, Paris, 1879, igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Cristo Morto ou Cristo no Túmulo Óleo de Joaquim Vitorino Ribeiro (1849-1928), Paris, 1879 Altar lateral da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado, igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Obra que esteve exposta em Paris no Salon de 1879, recebendo boa crítica, o que levou o Autor a executar nova versão ainda nesse ano, então, o Mártir Cristão e que se encontra hoje no Museu Nacional Soares dos Reis, do Porto. Adquirida no 𝘚𝘢𝘭𝘰𝘯 𝘥𝘦 𝘗𝘢𝘳𝘪𝘴 em 𝟭𝟴𝟳𝟵 pelo 2.º 𝘝𝘪𝘴𝘤𝘰𝘯𝘥𝘦 […]
Cristo no Túmulo, óleo de Joaquim Vitorino Ribeiro, Paris, 1879, igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Cristo Morto ou Cristo no Túmulo Óleo de Joaquim Vitorino Ribeiro (1849-1928), Paris, 1879 Altar lateral da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado, igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Obra que esteve exposta em Paris no Salon de 1879, recebendo boa crítica, o que levou o Autor a executar nova versão ainda nesse ano, então, o Mártir Cristão e que se encontra hoje no Museu Nacional Soares dos Reis, do Porto. Adquirida no 𝘚𝘢𝘭𝘰𝘯 𝘥𝘦 𝘗𝘢𝘳𝘪𝘴 em 𝟭𝟴𝟳𝟵 pelo 2.º 𝘝𝘪𝘴𝘤𝘰𝘯𝘥𝘦 […]
Retábulo de Nossa Senhora da Assunção, 1690 (c.) e Cristo no Túmulo de Joaquim Vitorino Ribeiro, Paris, 1879, igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Retábulo de Nossa Senhora da Assunção com os Santos Padres da Companhia. Óleo sobre tela, 264 x 192 cm. de oficina açoriana, 1690 (c.). Cristo Morto ou Cristo no Túmulo de Joaquim Vitorino Ribeiro (1849-1928), Paris, 1879 Obra que esteve exposta em Paris no Salon de 1879, recebendo boa crítica, o que levou o Autor a executar nova versão ainda nesse ano, então, o Mártir Cristão e que se encontra hoje no Museu Nacional Soares dos Reis, do Porto. Adquirida no 𝘚𝘢𝘭𝘰𝘯 𝘥𝘦 𝘗𝘢𝘳𝘪𝘴 em 𝟭𝟴𝟳𝟵 pelo 2.º 𝘝𝘪𝘴𝘤𝘰𝘯𝘥𝘦 𝘥𝘢𝘴 𝘓𝘢𝘳𝘢𝘯𝘫𝘦𝘪𝘳𝘢𝘴, Manuel de Medeiros Costa Araújo e Albuquerque, esta pintura […]
Anjo ceroferário da capela-mor da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, reforma de 1740 (c.), Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Anjo ceroferário da capela-mor da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos. Anjo tocheiro. Madeira entalhada e policromada, 247 cm. Oficina açoriana (?), 1740 (c.). Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado. Igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O colégio jesuíta de Ponta Delgada, da evocação de Todos os Santos, foi fundado em janeiro de 1591 por três religiosos do colégio de Angra, em terrenos cedidos por João Lopes Henriques, vindo tomar posse do mesmo terreno o padre Fernão Guerreiro, natural de Almodôvar, no Alentejo. As obras, como residência […]
Interior da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, reforma de 1740 (c.) e seguintes, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores
Interior da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos. Talha de oficina açoriana, 1740 (c.). Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado. Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O colégio jesuíta de Ponta Delgada, da evocação de Todos os Santos, foi fundado em janeiro de 1591 por três religiosos do colégio de Angra, em terrenos cedidos por João Lopes Henriques, vindo tomar posse do mesmo terreno o padre Fernão Guerreiro, natural de Almodôvar, no Alentejo. As obras, como residência dos padres do colégio de Angra, começaram precariamente em 1 de novembro de 1592 e estariam sumariamente acabadas […]
Interior da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, reforma de 1740 (c.) e seguintes, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores
Interior da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos. Talha de oficina açoriana, 1740 (c.). Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado. Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O colégio jesuíta de Ponta Delgada, da evocação de Todos os Santos, foi fundado em janeiro de 1591 por três religiosos do colégio de Angra, em terrenos cedidos por João Lopes Henriques, vindo tomar posse do mesmo terreno o padre Fernão Guerreiro, natural de Almodôvar, no Alentejo. As obras, como residência dos padres do colégio de Angra, começaram precariamente em 1 de novembro de 1592 e estariam sumariamente acabadas […]
Sacristia da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, reforma de 1740 (c.) e seguintes, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Sacristia da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos. Mobiliário de oficina açoriana, 1740 (c.) e seguintes. Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado. Igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O colégio jesuíta de Ponta Delgada, da evocação de Todos os Santos, foi fundado em janeiro de 1591 por três religiosos do colégio de Angra, em terrenos cedidos por João Lopes Henriques, vindo tomar posse do mesmo terreno o padre Fernão Guerreiro, natural de Almodôvar, no Alentejo. As obras, como residência dos padres do colégio de Angra, começaram precariamente […]
Retábulo de Nossa Senhora da Assunção com os Santos Padres da Companhia, óleo de oficina açoriana, 1690 (c.), igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Retábulo de Nossa Senhora da Assunção com os Santos Padres da Companhia. Oficina açoriana, 1690 (c.). Óleo sobre tela, 264 x 192 cm. Altar lateral da igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado. Igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O colégio jesuíta de Ponta Delgada, da evocação de Todos os Santos, foi fundado em janeiro de 1591 por três religiosos do colégio de Angra, em terrenos cedidos por João Lopes Henriques, vindo tomar posse do mesmo terreno o padre Fernão Guerreiro, natural […]
Nossa Senhora do Rosário, oficina luso-flamenga ou flamenga, 1530 (c.), Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Nossa Senhora do Rosário. Madeira entalhada e policromada, 132 cm. Oficina luso-flamenga ou flamenga, 1530 (c.) Proveniente da coleção do poeta, dramaturgo e etnógrafo Dr. Armando Córtes Rodrigues (1891-1971) Nas paredes a vida de São Francisco Xavier (1506-1552) em óleos de Bento Coelho da Silveira (1617-1708), 1670 a 1675. Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado, igreja do colégio jesuíta de Todos os Santos, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O colégio jesuíta de Ponta Delgada, da evocação de Todos os Santos, foi fundado em janeiro de 1591 por três religiosos do colégio de Angra, em terrenos cedidos […]
Nossa Senhora do Rosário, oficina flamenga ou luso-portuguesa, 1530 (c.), Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Nossa Senhora do Rosário. Madeira entalhada, estofada e policromada, 133,5 cm. Oficina flamenga ou portuguesa de inspiração flamenga (atr.), 1530 (c.) Proveniente da coleção do poeta, dramaturgo e etnógrafo Dr. Armando Córtes Rodrigues (1891-1971) Núcleo da igreja jesuíta de Todos os Santos do colégio de Ponta Delgada Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
São Miguel, gesso de Numídico Bessone, 1940, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
São Miguel, arcanjo. Gesso, 280 x 120 cm. Numídico Bessone (1913-1985), 1940. Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. O bronze, entretanto, encomendado pela Câmara Municipal de Ponta Delgada, só foi inaugurado a 29 de setembro de 1955.
Bom Pastor, oficina de Goa, 1650 (c.), Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Bom Pastor. Marfim, alt. 66,5 cm. Oficina de Goa. Século XVII, 1650 (c.). Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Grande Bom Pastor, encimado pela figura de Deus Pai, com os galhos da Árvore da Vida originais, o que é raro. No andar inferior Santa Maria Madalena, sentada numa posição bastante oriental; no andar intermédio, uma figura orando, com um livro ao lado e, no andar superior, Nossa Senhora e São José. Bibliografia: António e Margarida Teves de Oliveira, Imaginária em marfim na ilha de São Miguel, catálogo de exposição organizada no Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, […]
Mulher com cesto de adivinhação, escultor Luba de Angola (atr.), 1890 (c.), Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel.
Mulher com cesto de adivinhação. Madeira entalhada e patinada. Escultor Luba da Lunda de Angola (atr.), atelier do Mestre Mulongo (atr.), 1890 (c.). Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel Os séculos XVIII e XIX testemunharam uma florescente tradição escultórica Luba e Lunda, entre a atual área do Katanga do Congo e a Lunda de Angola, desenvolvida para identificar e glorificar o rei, os chefes e os oficiais titulados que constituíam a complexa hierarquia de liderança dentro do império Luba. Como muitos povos africanos, os Luba consideram seus reis como divinos, dotados de poderes sobrenaturais que podem influenciar […]
Cadeira de soba Tchokwe, Angola, 1890 (c.), Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores
Cadeira de soba Tchokwe Chokwe Chief’s Chair, chitwamo ca mangu or njunga Madeira entalhada e patinada, com tampo em pele, 115 x 47 x 44 cm. Dada como recolhida pelo almirante Craveiro Lopes, final do século XIX, 1890 (c.) Infelizmente, os dados que possuímos para a família Craveiro Lopes são para vários oficiais generais do Exército, ao longo de 3 ou 4 gerações, mas não da Armada Museu Carlos Machado (Inv. 15005), Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores. Cadeira com espaldar rematado por travessa com quatro mukixis com máscaras Cikunza, patrono da mukanda e máscaras Cihongo, do ancestral masculino […]
Máscara Mwana-Pwo, escultor Tshokwe de Angola, 1950 (c.), coleção privada da Lagoa, Portugal.
Máscara Mwana Pwo. Madeira entalhada e patinada com toucado de rede. Escultor Tshokwe de Angola, 1950 (c.) Fotografia de João Carita, Lagoa de Albufeira, 4 de abril de 2026 Coleção de Hélder Carita, Lagoa, Portugal O rosto desta máscara Mwana Pwo é ornamentado com a representação das tatuagens ou escarificações mais tradicionais dos tchokwe. É possível observar na região da testa da máscara o cingelyengelye, entrelaçado cruciforme de extremidades triangulares e que na sua forma mais comum lembra a cruz de Malta. Encontrado tanto em pingentes, como em tatuagens e escarificações, o cingelyengelye é o símbolo identitário mais conhecido dos […]
Fiadeira dos Açores, óleo de Domingos Rebelo, 1918, coleção particular, Portugal.
Mulher a fiar Óleo sobre tela, 90 x 70 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1918. Vendido na Cabral Moncada Leilões, Lisboa, 28 maio 2018, lote 250, avaliado entre €2,000 – €3,000, vendido por €2,700.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu da Cidade de Lisboa). […]
Moinho flamengo dos Açores, óleo de Domingos Rebelo, 1920, coleção particular, Portugal.
Moinho flamengo dos Açores Óleo sobre tela, 66 x 94 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1920. Vendido na Cabral Moncada Leilões, Lisboa, 14 set. 2018, lote 311, avaliado entre €3,500 – €5,250, vendido por €3,500.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu da Cidade de […]
Assinatura da “Natureza morta com abóbora”, óleo de Domingos Rebelo, 1927, São Miguel, Açores.
Assinatura da Natureza morta com abóbora Óleo sobre tela, 80 x 102,5 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1927. Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 6 jul. 2021, lote 185, avaliado entre €4,000 – €6,000, vendido por €4,000.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho […]
Natureza morta com abóbora, óleo de Domingos Rebelo, 1927, São Miguel, Açores.
Natureza morta com abóbora Óleo sobre tela, 80 x 102,5 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1927. Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 6 jul. 2021, lote 185, avaliado entre €4,000 – €6,000, vendido por €4,000.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu […]
Trabalho agrícola, óleo de Domingos Rebelo, 1924 (c.), São Miguel, Açores.
Trabalho agrícola. Óleo sobre tela, 129,5 x 140 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1924 (c.). Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 6 jul. 2021, lote 247, avaliado entre €2,600 – €3,600, vendido por €5,500.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu da […]
Trabalho agrícola, óleo de Domingos Rebelo, 1924 (c.), São Miguel, Açores.
Trabalho agrícola. Óleo sobre tela, 129,5 x 140 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1924 (c.). Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 6 jul. 2021, lote 247, avaliado entre €2,600 – €3,600, vendido por €5,500.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu da […]
Verso da moldura da paisagem campestre, óleo de Domingos Rebelo, França (?), 1912 (c.), Portugal.
Verso da moldura da Paisagem campestre França (?) Óleo sobre papel colado em tela, 25,5 x 23,5 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1911 (c.). Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 15 dez. 2025, lote 289, avaliado entre €800 – €1,600, vendido por €3,000.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que […]
Paisagem campestre, óleo de Domingos Rebelo, França (?), 1912 (c.), Portugal.
Paisagem campestre. França (?) Óleo sobre papel colado em tela, 25,5 x 23,5 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1912 (c.). Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 15 dez. 2025, lote 289, avaliado entre €800 – €1,600, vendido por €3,000.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois […]
Assinatura do projeto de mural para retábulo “Via Veritas et Vita”, óleo e técnica mista de Domingos Rebelo, 1954, Portugal
Assinatura do projeto de mural para retábulo “Via Veritas et Vita” Óleo e técnica mista sobre tela, 445 x 410 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1954. Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 29 maio 2023, lote 289, avaliado entre €5,000 – €10,000, vendido por €9,000.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho […]
Pormenor do Calvário do projeto de mural para retábulo “Via Veritas et Vita”, óleo e técnica mista de Domingos Rebelo, 1954, Portugal
Pormenor do Calvário do projeto de mural para retábulo “Via Veritas et Vita” Óleo e técnica mista sobre tela, 445 x 410 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1954. Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 29 maio 2023, lote 289, avaliado entre €5,000 – €10,000, vendido por €9,000.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e […]
Pormenor do projeto de mural para retábulo “Via Veritas et Vita”, óleo e técnica mista de Domingos Rebelo, 1954, Portugal
Pormenor do projeto de mural para retábulo “Via Veritas et Vita” Óleo e técnica mista sobre tela, 445 x 410 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1954. Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 29 maio 2023, lote 289, avaliado entre €5,000 – €10,000, vendido por €9,000.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho […]
Projeto de mural para retábulo “Via Veritas et Vita”, óleo e técnica mista de Domingos Rebelo, 1954, Portugal
Projeto de mural para retábulo “Via Veritas et Vita” Óleo e técnica mista sobre tela, 445 x 410 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1954. Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 29 maio 2023, lote 289, avaliado entre €5,000 – €10,000, vendido por €9,000.00. Coleção particular. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que […]
Título das “Velhas a rezar junto ao altar”, óleo de Domingos Rebelo, São Miguel, 1919, Açores
Título das Velhas a rezar junto ao altar Óleo sobre tela, 116 x 156 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1919. Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 19 jul. 2022, lote 121, avaliad0 entre €3,000 – €6,000, vendido por €3,200.00. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos […]
Assinatura das “Velhas a rezar junto ao altar”, óleo de Domingos Rebelo, São Miguel, 1919, Açores
Assinatura das Velhas a rezar junto ao altar Óleo sobre tela, 116 x 156 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1919. Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 19 jul. 2022, lote 121, avaliad0 entre €3,000 – €6,000, vendido por €3,200.00. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos […]
Velhas a rezar junto ao altar, óleo de Domingos Rebelo, São Miguel, 1919, Açores
Velhas a rezar junto ao altar Óleo sobre tela, 116 x 156 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), 1919. Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 19 jul. 2022, lote 121, avaliad0 entre €3,000 – €6,000, vendido por €3,200.00. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois […]
Assinatura de “Pensões do Senhor Santo Cristo”, óleo de Domingos Rebelo, 1940 (c.), ilha de São Miguel, Açores.
Pensões do Senhor Santo Cristo Assinatura de óleo sobre tela, 168 x 310 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), ilha de São Miguel, 1940 (c.). Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 19 jul. 2022, lote 577, avaliad0 entre €3,000 – €6,000, vendido por €7,000.00. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho […]
Pormenor de “Pensões do Senhor Santo Cristo”, óleo de Domingos Rebelo, 1940 (c.), ilha de São Miguel, Açores.
Pensões do Senhor Santo Cristo Pormenor de óleo sobre tela, 168 x 310 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), ilha de São Miguel, 1940 (c.). Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 19 jul. 2022, lote 577, avaliad0 entre €3,000 – €6,000, vendido por €7,000.00. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho […]
Pormenor de “Pensões do Senhor Santo Cristo”, óleo de Domingos Rebelo, 1940 (c.), ilha de São Miguel, Açores.
Pensões do Senhor Santo Cristo Pormenor de óleo sobre tela, 168 x 310 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), ilha de São Miguel, 1940 (c.). Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 19 jul. 2022, lote 577, avaliad0 entre €3,000 – €6,000, vendido por €7,000.00. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho […]
Pensões do Senhor Santo Cristo, óleo de Domingos Rebelo, 1940 (c.), ilha de São Miguel, Açores.
Pensões do Senhor Santo Cristo Óleo sobre tela, 168 x 310 cm. Domingos Rebelo (1891-1975), ilha de São Miguel, 1940 (c.). Vendido em leilão no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 19 jul. 2022, lote 577, avaliad0 entre €3,000 – €6,000, vendido por €7,000.00. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou […]
Pescador da praia dos Mosteiros, óleo de Domingos Rebelo, ilha de São Miguel, 1924, coleção particular dos Açores.
Pescador da praia dos Mosteiros Óleo sobre madeira Domingos Rebelo (1891-1975), ilha de São Miguel, 1924. Coleção particular dos Açores. Domingos Maria Xavier Rebelo (Ponta Delgada, 3 dez. 1891; Lisboa, 11 jan. 1975), oriundo de uma família de parcos recursos, filho de um guarda-fiscal e com mais 3 irmãos. foi incentivado a seguir a carreira de pintor por Artur Viçoso May (1869-1936), então diretor da Escola de Artes e Ofícios Velho Cabral, que retratou muitos anos depois (1925, trabalho no Museu da Cidade de Lisboa). Com apenas 15 anos, partiu para Paris, tendo os estudos sido custeados por Duarte de […]
Santa Catarina e Marina Forum, José António Paradela, 1990 e seguintes, Funchal, ilha da Madeira
Capela de Santa Catarina e Marina Forum. Reformas de 1680 (c.) e do Arq. José António Paradela (1937-2023), 1990 e seguintes. Fotografia de 2025. Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira. José António Bóia Paradela (Ílhavo, 30 out. 1937-idem, 21 fev. 2023), serralheiro civil e embarcadiço na pesca do bacalhau até aos 18 anos, foi depois arquiteto e bolseiro da Gulbenkian, assinando por vezes os seus textos como Ábio de Lápara, tendo trabalhado na Madeira onde foi coordenador do Plano de Ordenamento Territorial da Região Autónoma da Madeira (POTRAM), tendo sido autor da reformulação do Four Views Baía, antigo Hotel […]
Sports Bar Restaurante, instalação de 2018 (c.) sobre prédio de 1620 (c.) com baluarte oeste de São Lourenço, Rua das Fontes, Funchal, ilha da Madeira.
The Factory Sports Bar Restaurante e baluarte oeste da fortaleza e palácio de São Lourenço Reformulação de 2020 (c.) sobre prédio de 1620 (c.). Baluarte com campanha de obras de Mateus Fernandes (III) (c. 1520-1597), 1572 (c.) e ampliação para palácio de António Vila Vicêncio (c. 1720-1796), 1795 (c.). Fotografia de Paulo Santos Perneta/Wiky, 9 de agosto de 2019. Calçada de São Lourenço e Rua das Fontes, Funchal, ilha da Madeira. A antiga Rua das Fontes junto à fortaleza de São Lourenço e as respetivas fontes de João Dinis, obra referida pela primeira vez em 1490, quando ali procedia a […]
Sports Bar Restaurante, instalação de 2018 (c.) sobre prédio de 1620 (c.), Rua das Fontes, Funchal, ilha da Madeira.
Sports Bar Restaurante Reformulação de 2020 (c.) sobre prédio de 1620 (c.). Fotografia de 2025. Calçada de São Lourenço e Rua das Fontes, Funchal, ilha da Madeira. A antiga Rua das Fontes junto à fortaleza de São Lourenço e as respetivas fontes de João Dinis, obra referidas pela primeira vez em 1490, quando ali procedia a obras o pedreiro Garcia Fernandes, que rebocava também então os novos paços do concelho do Funchal, na sua reformulação de cerca de 1930, foram colocadas a descoberto após a aluvião de 20 de fevereiro de 2010, encontrando-se nos meses seguintes em trabalhos de reposição. […]
Casa do Turista, reforma de 1950 (c.), Rua das Fontes, Funchal, ilha da Madeira.
Casa do Turista The Famous Shop Casa fundada por Augustin Ramos (1905-16 maio 1986). Reformulação de 1950 (c.). Fotografia de 2025. Rua Conselheiro José Silvestre Ribeiro e Rua das Fontes, Funchal, ilha da Madeira. A antiga Rua das Fontes junto à fortaleza de São Lourenço e as respetivas fontes de João Dinis, obra referida pela primeira vez em 1490, quando ali procedia a obras o pedreiro Garcia Fernandes, que rebocava então os novos paços do concelho do Funchal, na sua reformulação de cerca de 1930, foram colocadas a descoberto após a aluvião de 20 de fevereiro de 2010, encontrando-se nos […]
Largo dos Cafés, 2025, Avenida António José de Almeida, Funchal, ilha da Madeira
Largo dos Cafés Café Funchal e Café Apolo. Fotografia de 2025, Antiga avenida António José de Almeida, Funchal, ilha da Madeira O Largo dos Cafés Funchal, Apolo e Coral, foi, nos finais do século XX, verdadeiramente o centro social da cidade, sendo então apelidado de Triângulo das Bermudas, largo onde diariamente caia toda a população.
Cidade, óleo de Vieira da Silva, 1950 (c.), Kunsthaus de Zurique, Suíça.
Cidade. Óleo sobre tela. Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992), 1950 (c.). Fotografia de Paulo Morais-Alexandre, 2026. Kunsthaus de Zurique, Suíça. Maria Helena Vieira da Silva (Lisboa, 13 jun. 1908; Paris, 6 mar. 1992). Filha do embaixador Marcos Vieira da Silva, ficou órfã de pai aos três anos, tendo sido educada pela mãe em casa do avô materno, José Joaquim da Silva Graça, diretor do jornal O Século. Tendo mostrado interesse, desde muito pequena, pela pintura e pela música começou a estudar pintura, a partir de 1919, com Emília Santos Braga e Armando Lucena, e em 1924, frequenta as aulas […]
Fontanário do Tribunal do Funchal, projeto do Arq. Januário Godinho de Almeida, 1962, Funchal, ilha da Madeira
Fontanário do Tribunal do Funchal. Cantaria cinzenta e vermelha de Cabo Girão esculpidas. Projeto do Arq. Januário Godinho de Almeida (1910-1990) e escultura de António Duarte (1912-1998), 1960 a 1962. Fotografia de 2020. Tribunal do Funchal, Rua Marquês do Funchal, ilha da Madeira. O Ante-projecto, a aguarela e guache sobre papel, de Januário Godinho de Almeida (1910-1990), data de 1946, mas reformulado depois em 1960 e inaugurado em 17 de julho de 1962. Pub., entre outros, por José Manuel de Sainz-Trueva e Nelson Veríssimo, Esculturas da Região Autónoma da Madeira. Inventário, DRAC, Funchal, 1996, p. 275.
Centro Cívico de Santa Maria Maior, 2020, Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira
Centro Cívico de Santa Maria Maior. Núcleo Museológico de Arte Popular do Grupo Folclórico e Etnográfico da Boa Nova Centro Cívico de Santa Maria Maior, Rua das Murteiras, 25 B, Funchal, ilha da Madeira A 20 de dezembro de 2023, por iniciativa do Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova, foi aqui apresentado do Museu Virtual dos Embutidos da Madeira, no Auditório do Centro Cívico de Santa Maria Maior. “Este projecto nasce após as publicações das duas obras ‘Os Grandes Mestres Marceneiros-embutidores da Ilha da Madeira – Escola Industrial António de Augusto Aguiar‘, editadas em 2021 e 2022, pela Associação: […]
Marina Forum, José António Paradela, 1990 e seguintes, Funchal, ilha da Madeira
Marina Forum. Reforma do Arq. José António Paradela (1937-2023), 1990 e seguintes. Fotografia de 2025. Avenida Arriaga e Rua Conselheiro José Silvestre Ribeiro, Funchal, ilha da Madeira. José António Bóia Paradela (Ílhavo, 30 out. 1937-idem, 21 fev. 2023), serralheiro civil e embarcadiço na pesca do bacalhau até aos 18 anos, foi depois arquiteto e bolseiro da Gulbenkian, assinando por vezes os seus textos como Ábio de Lápara, tendo trabalhado na Madeira onde foi coordenador do Plano de Ordenamento Territorial da Região Autónoma da Madeira (POTRAM), tendo sido autor da reformulação do Four Views Baía, antigo Hotel São João, que recebeu […]
Edifício Arriaga, 2020, Praça interior da ACIF, Funchal, ilha da Madeira.
Edifício Arriaga. Antigo edifício do Hotel Voga e outros Fotografia de Madeira Legacy, 2025. Praça interior da ACIF, Funchal, ilha da Madeira. Edifício Arriaga que absorveu, entre outros, o antigo Hotel Voga, que já fora reposto entre 1942 e 1945.
Edifício Arriaga e Loja do Cidadão, 2020, Avenida Arriaga, Funchal, ilha da Madeira.
Edifício Arriaga e Loja do Cidadão. Antigo edifício do Hotel Voga Fotografia de Madeira Legacy, 2025. Avenida Arriaga e Rua Conselheiro José Silvestre Ribeiro, Funchal, ilha da Madeira. Edifício Arriaga que absorveu, entre outros, o antigo Hotel Voga, que já fora reposto entre 1942 e 1945.
Edifício Arriaga e Loja do Cidadão, 2020, Avenida Arriaga, Funchal, ilha da Madeira.
Edifício da Loja do Cidadão. Edifício Arriaga Fotografia de Madeira Legacy, 2025. Avenida Arriaga, Funchal, ilha da Madeira. Edifício Arriaga que absorveu também o antigo Hotel Voga, que já fora reposto entre 1942 e 1945.
Edifício Arriaga e Loja do Cidadão, 2026, Avenida Arriaga, Funchal, ilha da Madeira.
Edifício da Loja do Cidadão. Antigo edifício do Hotel Voga Fotografia de Rui Marote, 2026. Avenida Arriaga e Rua Conselheiro José Silvestre Ribeiro, Funchal, ilha da Madeira. Edifício Arriaga que absorveu o antigo Hotel Voga, que já fora reposto entre 1942 e 1945.
Antiga Casa da Luz, Museu de Eletricidade, arquiteto Chorão Ramalho, 1956 e João Francisco Caires, 1997, Funchal, ilha da Madeira.
Antiga Casa da Luz, Museu de Eletricidade Projeto inicial de Raul Chorão Ramalho (1914-2002), 1956, com projeto de reabilitação do arquiteto João Francisco Caires, Atelier Caires, 1997 (c.). Com monumento à Autonomia de Ricardo Velosa (1946-), 1987, para aqui transferido em maio de 1990. Empresa de Eletricidade da Madeira. Fotografia de 2026. Praça da Autonomia e Avenida do Mar, Funchal, ilha da Madeira. A estátua da Autonomia, conhecida como Cicciolina (Ilona Anna Staller, Budapeste, 1951-), bronze, 5,8 metros (c.), foi inaugurada junto ao aeroporto de Santa Catarina, em Santa Cruz, a 1 de julho de 1987, foi transferida para o […]
Cartaz da Procissão do Voto de São Tiago Menor com óleo de Rui Carita, 2026, Câmara Municipal do Funchal, ilha da Madeira.
Cartaz da Procissão do Voto de São Tiago Menor, 2026 Funchal, 1 de maio de 2026 Santiago Menor, padroeiro do Funchal, pintura a óleo por monotipia, 100 x 70 cm.; Rui Carita (1946-), 1987. Sala da Assembleia Municipal do Funchal. Câmara Municipal do Funchal, ilha da Madeira. Cronologia do Voto: 1521, 7 mar. – grande surto de peste no Funchal, que chega a levar ao abandono parcial da cidade; 11 jun. – auto do voto da cidade em que saiu por sortes como padroeiro Santiago Menor; 1523, 24 jan. – renovação voto da cidade a Santiago Menor; 21 jan. – […]
Pote de porcelana Ming com garças, China, 1550 (c.), Museu Nacional Soares dos Reis, Porto, Portugal
Pote Ming com garças. Porcelana com decoração azul e branca, China, dinastia Ming (1368-1644), período Jiajing (1522-1567), 1550 (c.) Museu Nacional Soares dos Reis, Porto, Portugal. Este é um de dois grandes potes da dinastia Ming (1368-1644), do período Jiajing (1522-1567), pertencentes ao grande núcleo de porcelanas, que constitui um terço da coleção de cerâmica no MNSR. Entre as peças mais antigas, salientam-se os potes atrás referidos, vários pratos e uma taça também do século XVI. A China é uma civilização antiga cuja cerâmica é amplamente reconhecida. A proto-porcelana surgiu na China há cerca de 3.500 anos, na dinastia Shang […]
Conjunto de pratos de serviço de decoração azul e branco, dita Quatro Estações ou Fitzhugh, Guangzhou (Cantão), 1800 (c.), China
Conjunto de pratos de serviço de decoração azul e branco, dita Quatro Estações ou Fitzhugh. Porcelana azul e branca chinesa dita Companhia das Índias, de exportação para o mercado europeu e norte-americano, decoração a azul sob vidrado branco, tendo ao centro medalhão, ladeado por quatro conjuntos vegetalistas com rolos de papel e aba com friso de elementos vegetalistas. Oficina da dinastia Qing (1644-1912), período Qianlong (1735-1796) e Jiaqing (1796-1820), 1786 a 1820 (c.). Sessão de leilão do Palácio Correio Velho de 2026, Lisboa, Portugal. Serviço em porcelana branca chinesa de exportação geralmente designada por Companhia das Índias, de exportação para […]
Par de arrecadas de Odemira, 600 a. C. (c.), Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa, Portugal.
Par de arredadas de Odemira, Beja. Ouro, 46 mm. diâmetro x 6 mm, comp.; 10,52 gr. Odemira, Beja, 600 a. C. (c.), já da Idade do Ferro. Coleção de Ourivesaria Arcaica do Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa, Portugal. Pub. por Virgílio Correia, Rui Parreira e Armando Coelho Ferreira da Silva, Ourivesaria Arcaica em Portugal – O Brilho do Poder, Lisboa, CTTs, 2013, Portugal. As chamadas arrecadas de Odemira devem datar do século VIII a. C. ao século VI a. C., enquadrando-se no chamado Período Orientalizante, com uma estrutura de ouro laminado, repuxado e soldado. As técnicas da filigrana e do […]
Pulseira de Cantonha, Guimarães, 800 a. C. (c.), Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa, Portugal.
Bracelete de ouro. Ouro, 350; comp. 65; larg. 5 mm. Peso – 145 g. Pulseira de Cantonha, Guimarães, 800 a. C. (c.) Coleção de Ourivesaria Arcaica (Au 193) do Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa, Portugal. Pub. por Virgílio Correia, Rui Parreira e Armando Coelho Ferreira da Silva, Ourivesaria Arcaica em Portugal – O Brilho do Poder, Lisboa, CTTs, 2013, Portugal Esta obra das coleções de ourivesaria arcaica portuguesa, de autoria repartida entre o Dr. Virgílio Correia (1888-1944), o Dr. Rui Parreira (1954-) e o professor Dr. Armando Coelho Ferreira da Silva (1943-), diz respeito ao estudo de conservação e restauro das obras […]
Pulseira de Cantonha, Guimarães, 800 a. C. (c.), Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa, Portugal.
Bracelete de ouro. Ouro, 350; comp. 65; larg. 5 mm. Peso – 145 g. Pulseira de Cantonha, Guimarães, 800 a. C. (c.) Coleção de Ourivesaria Arcaica (Au 193) do Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa, Portugal. Pub. por Virgílio Correia, Rui Parreira e Armando Coelho Ferreira da Silva, Ourivesaria Arcaica em Portugal – O Brilho do Poder, Lisboa, CTTs, 2013, Portugal Esta obra das coleções de ourivesaria arcaica portuguesa, de autoria repartida entre o Dr. Virgílio Correia (1888-1944), o Dr. Rui Parreira (1954-) e o professor Dr. Armando Coelho Ferreira da Silva (1943-), diz respeito ao estudo de conservação e restauro das obras […]
Pulseira de Cantonha, Guimarães, 800 a. C. (c.), Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa, Portugal.
Bracelete de ouro. Ouro, 350; comp. 65; larg. 5 mm. Peso – 145 g. Pulseira de Cantonha, Guimarães, 800 a. C. (c.) Coleção de Ourivesaria Arcaica (Au 193) do Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa, Portugal. Pub. por Virgílio Correia, Rui Parreira e Armando Coelho Ferreira da Silva, Ourivesaria Arcaica em Portugal – O Brilho do Poder, Lisboa, CTTs, 2013, Portugal Esta obra das coleções de ourivesaria arcaica portuguesa, de autoria repartida entre o Dr. Virgílio Correia (1888-1944), o Dr. Rui Parreira (1954-) e o professor Dr. Armando Coelho Ferreira da Silva (1943-), diz respeito ao estudo de conservação e restauro das obras […]
Edifícios do Arquivo Regional, Biblioteca Pública da Madeira e Piscinas, fotografia de 2022 (c.), Penteada, São Roque, Funchal, ilha da Madeira.
Edifícios do Arquivo Regional, Biblioteca Pública da Madeira e Piscinas. Com igreja de São José de São Roque. Fotografia por drone de 2022 (c.). Penteada, São Roque, Funchal, ilha da Madeira.
Vilão na Levada do Curral e Castelejo, fotografia de Álvaro Nascimento Figueira, 1930 (c.), Freguesia de Santo António, Funchal, ilha da Madeira.
Vilão na Levada do Curral e Castelejo. Reposição de 1930 a 1950, conforme inscrições. Fotografia de Álvaro Nascimento Figueira (1885-1967), Foto Figueiras, 1930 (c.). Museu de Fotografia da Madeira, Atelier Vicente’s, PHF 107, em depósito no ABM Freguesia de Santo António, Funchal, ilha da Madeira Levada do Curral e Castelejo ou Nova do Curral e Castelejo ou de Santo Amaro. Madre antiga: Ribeira do Curral das Freiras ou dos Socorridos (520 mts) – Fim: Sítio do Avista Navios, São Martinho (220 mts) – 15 km.; Madre actual: Ribeira da Lapa (325 mts) – Fim: Sítio do Avista Navios, São Martinho (220 mts) […]
“Pingueiras” da Levada do Curral e Castelejo, fotografia de José Lemos Silva, 2026, Freguesia de Santo António, Funchal, ilha da Madeira
“Pingueiras” da Levada do Curral e Castelejo. Reposição de 1930 a 1950, conforme inscrições. Fotografia de José Lemos Silva, 2026, Freguesia de Santo António, Funchal, ilha da Madeira Levada do Curral e Castelejo ou Nova do Curral e Castelejo ou de Santo Amaro. Madre antiga: Ribeira do Curral das Freiras ou dos Socorridos (520 mts) – Fim: Sítio do Avista Navios, São Martinho (220 mts) – 15 km.; Madre actual: Ribeira da Lapa (325 mts) – Fim: Sítio do Avista Navios, São Martinho (220 mts) – 7 km.
Ourivesaria Arcaica em Portugal, O brilho do poder, Virgílio Correia, Rui Parreira e Armando Coelho Ferreira da Silva, Lisboa, CTTs, 2013, Portugal
Virgílio Correia, Rui Parreira e Armando Coelho Ferreira da Silva, Ourivesaria Arcaica em Portugal – O Brilho do Poder, Lisboa, CTTs, 2013, Portugal Esta obra, de autoria repartida entre o Dr. Virgílio Correia (1888-1944), o Dr. Rui Parreira (1954-) e o professor Dr. Armando Coelho Ferreira da Silva (1943-), diz respeito ao estudo de conservação e restauro das coleções de ourivesaria arcaica portuguesa que são Tesouro Nacional. Destacam-se os braceletes, as arrecadas e os torques executados com técnicas de decoração de uma riqueza e detalhe, que o transformam, sem qualquer dúvida, num dos melhores tesouros mundiais de ourivesaria de qualquer época.
Ourivesaria Portuguesa nas colecções particulares, Reynaldo dos Santos e Irene Quilhó, Vol. II, 1.ª edição, Lisboa, 1959, Portugal
Reynaldo dos Santos (1880-1970) e Irene Quilhó (1916-2004), Ourivesaria Portuguesa nas colecções particulares, vol. II, 1.ª edição, Lisboa, 1959, Gomil e salva seiscentista, cerca de 1650, da Fundação Ricardo Espírito Santo. Dr. Reynaldo dos Santos (Vila Franca de Xira, 3 dez. 1880 – Lisboa, 6 maio 1970). Médico e cirurgião, investigador e historiador de arte, tendo presidido à Academia Nacional de Belas-Artes e existindo escultura sua de Francisco Franco (1885-1955), de 1950 (c.), em gesso e em bronze, no museu do Funchal. A Academia de Belas-Artes foi criada a 25 out. 1836, por decreto da rainha D. Maria II (1836-40), […]
Ourivesaria Portuguesa nas colecções particulares, Reynaldo dos Santos e Irene Quilhó, 1.ª edição, Lisboa, 1959, Portugal
Família, terracota pintada de Ernesto Canto da Maya, 1930 (c.), coleção particular, Lisboa, Portugal.
Família (costas) Terracota pintada, 42 x 20 x 26 cm. Canto da Maya (Ernesto do Canto Faria e Maia, 1890-1981), Épreuve retouchée par l’artiste, prova de artista, 1930 (c.). Um outro exemplar desta Família de Ernesto Canto da Maya encontra-se no Núcleo do Recolhimento de Santa Bárbara do Museu Carlos Machado, tendo aparecido outro exemplar no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 29 de maio de 2023, lote 197, avaliada em €10,000 – €20,000 e vendida por €17,000.00 e ainda voltaria a aparecer outro, na mesma leiloeira, leilão de 9 março de 2026, lote 258, com a mesma avaliação e vendido por […]
Família, terracota pintada de Ernesto Canto da Maya, 1930 (c.), coleção particular, Lisboa, Portugal.
Família, Terracota pintada, 42 x 20 x 26 cm. Canto da Maya (Ernesto do Canto Faria e Maia, 1890-1981), Épreuve retouchée par l’artiste, prova de artista, 1930 (c.). Um outro exemplar desta Família de Ernesto Canto da Maya encontra-se no Núcleo do Recolhimento de Santa Bárbara do Museu Carlos Machado, tendo aparecido outro exemplar no Palácio do Correio Velho, Lisboa, 29 de maio de 2023, lote 197, avaliada em €10,000 – €20,000 e vendida por €17,000.00 e ainda voltaria a aparecer outro, na mesma leiloeira, leilão de 9 março de 2026, lote 258, com a mesma avaliação e vendido por €10,000.00. […]
O beijo, terracota pintada de Ernesto do Canto da Maya, 1934 (c.), coleção privada, Portugal
O Beijo. Baiser Terracota pintada, 38,5 x 39 x 16 cm. Ernesto do Canto da Maya (1890-1981), 1934 (c.) Existe versão semelhante em que o homem não apresenta barba, no Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores e, ligeiramente diferente, com o homem com barba e o braço da mulher ligeiramente levantado, 95 x 80 x 55 cm., hoje no Museu Soares dos Reis (343 Esc), Porto, Portugal, adquirida pelo Estado em 2000 no leilão do Palácio do Correio Velho, Lisboa, 11 a 19 dez. 2000. Leilão do Palácio Correio Velho, Lisboa, 12 dez. 2022, lote 225, […]
Adão e Eva, terracota pintada Ernesto Canto da Maya, 1929-1939, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, ilha de São Miguel, Açores.
Adão e Eva. Terracota pintada, 167 cm. Ernesto do Canto Faria e Maia (1890-1981), 1929-1939. Trabalho que foi realizado para integrar uma fonte de jardim do arquiteto paisagista Paul Andrieu e que foi exibida no Salão de Outono de Paris em 1929. A obra que marca um ponto alto da maturidade do escultor, foi em 1935 adquirida pelo Estado francês e permaneceu no Museu de Jeu de Paume até 1947. O exemplar do Museu Nacional de Arte Contemporânea (Inv. 918) foi adquirido em 1939 pelo Estado ao Autor e desconhecendo-se a data da versão dos Açores. Fotografia de 2019. Núcleo […]
A Mulher da Serpente, cerâmica pintada de Canto da Maya, 1930 a 1940, Museu Nacional do Azulejo, Lisboa, Portugal
La Femme au Serpent Cerâmica pintada, 44 x 17 x 36,5 cm. Canto da Maya (1890-1981), versão de 1930 ou 1940 de original de 1923. Figura feminina sobre base oval, sentada sobre si, com a perna esquerda fletida, unindo os braços junto ao peito. Nas mãos, abertas em concha, uma maçã e, por entre as pernas e com a cabeça junto ao ventre, uma serpente. O cabelo é apanhado junto à cabeça e cobre as orelhas sob a forma de vírgulas invertidas. Existe também versão na Gulbenkian, em poliéster, do Centro de Arte Moderna (Inv. 81E883) que participou em exposições […]
