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Arquipelago de Origem:
Santarém
Data da Peça:
1934-00-00
Data de Publicação:
03/11/2025
Autor:
Jaime Martins Barata
Chegada ao Arquipélago:
2025-11-03
Proprietário da Peça:
Museu de Aguarela Roque Gameiro, Minde
Proprietário da Imagem:
Museu de Aguarela Roque Gameiro, Minde
Autor da Imagem:
Museu de Aguarela Roque Gameiro, Minde
Na pedreira do Zé Manel, aguarela de Jaime Martins Barata, 1934, Museu de Aguarela Roque Gameiro, Minde, Alcanena, Portugal

Categorias
    Descrição
    Na pedreira do Zé Manel.
    Aguarela sobre papel, 53 x 73 cm.
    Jaime Martins Barata (1899-1970), 1934.
    Museu de Aguarela Roque Gameiro (1864-1935), Minde, Alcanena, Santarém, Portugal

    Jaime Martins Barata (Marvão, 7 mar. 1899-Lisboa, Campolide, 15 maio 1970). Órfão de pai bastante cedo, em 1904, a mãe, professora de instrução primária em Alpalhão, reconhecendo as suas especiais capacidades para o desenho, em 1910, consegue fixar-se com ele em Lisboa. Em breve, por 1920, o seu trabalho artístico começa a ser reconhecido, começando por trabalhar no ensino, onde entra em 1921, então com o também professor José Leitão de Barros (1896-1967) e, casando, em 5 de janeiro de 1926, com Maria Emília Roque Gameiro (1901-1996), também artista plástica e conhecida como Mámia ou Mamia, filha de Alfredo Roque Gameiro (1864-1935), integra a chamada Tribo dos Pincéis, ou seja, a família Roque Gameiro. Desenvolveu, entretanto, uma obra notável como pintor, ilustrador, medalhista, assim como, muito especialmente, como autor de selos. Em 1947, quando foi nomeado, inclusivamente, Consultor Artístico dos CTT, data em deixou a carreira de professor do liceu definitivamente. Não sendo um historiador profissional, Martins Barata interessou-se ainda pela investigação sobre os navios portugueses da transição do século XIV para o século XV, onde deixou um importante trabalho gráfico de investigação.