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Arquipelago de Origem:
Santarém
Data da Peça:
2025-09-30
Data de Publicação:
Autor:
Vítor Serrão
Chegada ao Arquipélago:
2025-10-09
Proprietário da Peça:
Vítor Serrão
Proprietário da Imagem:
Vítor Serrão
Autor da Imagem:
Vítor Serrão
Vítor Serrão em casa, Vale de Santarém, setembro de 2025, Portugal

Categorias
    Descrição
    Vítor Serrão em casa e no meio dos livros
    (
    28 dez. 1952-).
    Casa que foi do pai, professor doutor Joaquim Veríssimo Serrão (1925-2020)
    Fotografia de 30 de setembro de 2025.
    Vale de Santarém, Portugal

    Vitor Serrão (28 dez. 1952-) é uma referência no campo da História da Arte em Portugal. Doutorado pela Universidade de Coimbra, é Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e coordenador do Instituto de História da Arte e da sua Revista Artis. Especializou-se no estudo da pintura portuguesa renascentista, maneirista e barroca, bem como em Teoria da Arte e no campo da salvaguarda do Património. É autor de uma numerosa bibliografia nestes domínios. É também membro da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais e do Conselho Redatorial do Archivo Español de Arte. No âmbito da sua obra recebeu o Prémio Nacional José de Figueiredo da Academia Nacional de Belas-Artes pelo livro "O Maneirismo e o Estatuto Social dos Pintores Portugueses", o Prémio APOM pelo melhor catálogo de 1995, com a publicação "A Pintura Maneirista em Portugal – arte no tempo de Camões", e o Prémio Nacional Gulbenkian de História de Arte pela obra "Josefa de Óbidos e o Tempo Barroco".

    Coimbra, 6 de fevereiro de 2020, Portugal

    Vitor Serrão (28 dez. 1952-) é uma referência no campo da História da Arte em Portugal. Doutorado pela Universidade de Coimbra, é Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e coordenador do Instituto de História da Arte e da sua Revista Artis. Especializou-se no estudo da pintura portuguesa renascentista, maneirista e barroca, bem como em Teoria da Arte e no campo da salvaguarda do Património. É autor de uma numerosa bibliografia nestes domínios. É também membro da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais e do Conselho Redatorial do Archivo Español de Arte. No âmbito da sua obra recebeu o Prémio Nacional José de Figueiredo da Academia Nacional de Belas-Artes pelo livro "O Maneirismo e o Estatuto Social dos Pintores Portugueses", o Prémio APOM pelo melhor catálogo de 1995, com a publicação "A Pintura Maneirista em Portugal – arte no tempo de Camões", e o Prémio Nacional Gulbenkian de História de Arte pela obra "Josefa de Óbidos e o Tempo Barroco".