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Arquipelago de Origem:
Santa Maria Maior (Funchal)
Data da Peça:
2017-05-24
Data de Publicação:
11/11/2020
Autor:
Vários
Chegada ao Arquipélago:
2020-11-11
Proprietário da Peça:
GR/SRTC/DRC
Proprietário da Imagem:
DRC
Autor da Imagem:
DRC
Vista aérea da fortaleza de Santiago, 2017, Funchal, ilha da Madeira

Categorias
    Descrição
    Vista aérea da fortaleza de Santiago
    Campanha de obras de Jerónimo Jorge, 1611 (c.), ampliação de Francisco Tossi Columbina (atr.), 1756 (c.), Paulo Dias de Almeida, 1825 (c.) e António Pedro de Azevedo, 1850 (c.).
    Fotografia aérea de 24 de maio 2017.
    Depois Museu de Arte Contemporânea do Funchal.
    Santa Maria Maior, Funchal, ilha da Madeira.

    Cronologia:
    1523, 6 Março - resposta de D. João III a um pedido da Câmara do Funchal para se fortificarem os arrifes de Santa Catarina e do Corpo Santo; 1611 - reativação das obras nos muros das muralhas do Funchal no Cabo do Calhau com o mestre das obras reais Jerónimo Jorge e filhos e início das fundações de uma fortaleza para encerrar aquela defesa; 1612 - pedido de nomeação do capitão Domingos Rodrigues para a nova fortaleza, sinal de se encontrar quase pronta; 1614 - data do primitivo portão da fortaleza; 1620 - residência na fortaleza do capitão Paulo Pereira da Silva; 1623 - final da primitiva construção; 1642, Novembro - construção de uma guarita e da "casa dos artilheiros"; 1654 - representação da fortaleza na planta do engenheiro Bartolomeu João que dirigira as obras por morte do pai a partir de 1618; 1767 - reconstrução de Santiago sob ordens do governador José Correia de Sá e o engenheiro Francisco Tossi Columbina (?), conforme lápide na nova porta: Esta fortaleza foi novamente acrescentada sendo governador e capitão general desta Ilha José Correia de Sá e para a mesma fortaleza mandou vir de Londres cinquenta peças de artilharia com todos os seus reparos no ano de 1767; 1801, Julho a Agosto - ocupação das forças inglesas; 1803 / 1804 - alojamento no forte dos desalojados do aluvião de 9 de Outubro; c. 1820 - construção da "casa do comandante" fora de muralhas e construção da parada N.; 1824, Setembro - projeto de construção de um molhe em Santiago pelo brigadeiro Francisco António Raposo e tenente coronel Paulo Dias de Almeida; 1828 - utilização da fortaleza como prisão dos constitucionais; 1840 - utilização como quartel de instrução de artilharia de 2ª linha; 1863 - ampliação da "casa do comando" e construção da parada O. e da "casa da guarda"; 1877, Maio - reorganização das forças de artilharia com comando em Santiago; 1901, 24 Jun. - receção oferecida ao rei D. Carlos com montagem de uma enorme tenda na bateria média na então Companhia nº 3 de Artilharia de Guarnição; 1911 - criação do Grupo de Artilharia de Montanha com sede em Santiago; 1922 - criação do Grupo de Defesa Móvel com sede em Santiago; 1930 - construção das instalações de oficiais e sargentos na bateria baixa O., frente ao mar e de um coberto sobre o caminho da guarda; 1940, 26 setembro - publicação de Decreto nº 30 762, no DG, 1.ª série, n.º 225, determinando a classificação do Forte de Santiago como Imóvel de Interesse Público; 01 novembro - publicação do Decreto nº 30 838, DG, 1.ª série, n.º 254, suspendendo o decreto n.º 30 762, de 26 de setembro do mesmo ano, relativamente à classificação de imóveis de propriedade particular; 1945 - criação do Grupo de Artilharia contra Aeronaves com sede em Santiago; 1947 - saída do comando contra aeronaves para São Martinho; 1970 - criação do Grupo de artilharia de Guarnição nº 2 com sede em São Martinho e com uma secção de salvas em Santiago; 1970 - desativação da bateria de salvas permanente do GAG 2; 1974 - instalação da Liga dos Combatentes; 1975 - instalação do Esquadrão de Lanceiros do Funchal; 1992, Maio - saída da forças do Esquadrão de Lanceiros do Funchal para São Martinho (Comando-Chefe) e entrega do forte ao Governo Regional; 17 julho - assinatura do protocolo de entrega, perante o 1º Ministro, Dr. Aníbal Cavaco Silva, assinado pelo Ministro da Defesa e Presidente do Governo Regional da Madeira.