Image
Arquipelago de Origem:
Lisboa (cidade)
Data da Peça:
1911-10-05
Data de Publicação:
08/10/2020
Autor:
Emmerico Nunes
Chegada ao Arquipélago:
2020-10-08
Proprietário da Peça:
Fundação Mário Soares
Proprietário da Imagem:
Fundação Mário Soares/Casa Comum
Autor da Imagem:
Fundação Mário Soares/Casa Comum
Verso do bilhete-postal A Maria da Fonte não é mulher para graças!..., bilhete-postal de Emmerico Nunes, 1911, Lisboa, Portugal

Categorias
    Descrição
    Verso do bilhete-postal A Maria da Fonte não é mulher para graças!...
    5 de Outubro de 1910-1911
    Bilhete-postal de Emmerico Nunes (1888-1968), 5 de outubro de 1911, Lisboa, Portugal
    Caricatura alusiva ao primeiro aniversário da República PortuguesaImpresso, 9 x 13,8 cm.
    Enviado por Lobato, de Gondomar, a 9 de março de 1913, para Jacinto Correia em Vila Nova de Gaia
    Antiga coleção Rui Filipe Cruz, espólio Professor António Pedro Vicente, Casa Comum, pasta: 09022.001.089. Primeiro aniversário da República
    Fundação Mário Soares, Lisboa, Portugal

    Emmérico Nunes, Emmérico Hartwich Jacinto Nunes (1888-1968). Pintor e ilustrador contemporâneo filho de pai português e mãe alemã, que foi discípulo de Ernesto Condeixa (1858-1933), em Portugal e Fernand Cormon (1845-1924) e Jean-Paul Laurens (1838-1921), em Paris, fixando-se na Alemanha, onde se encontrava, com o início da I Grande Guerra e a conselho do embaixador Sidónio Pais (1872-1918), subsistindo, assim na Alemanha, uma parte da sua então revolucionária obra. Distinguiu-se na pintura de paisagens, marinhas, retratos e dedicou-se igualmente à ilustração do Estado Novo, num outro contexto, aos desenhos humorísticos e aguarelas de grande qualidade. Encontra-se representado no Museu do Chiado, Câmara Municipal de Lisboa e em várias coleções particulares. Uma parte importante da sua obras veio a ficar na revista alemã Meggendorfer Blätter (1888-1944), Munique, com a qual e em 1911, quando ali residia, assinou um contrato de exclusividade, mantendo ali a sua colaboração, embora regressasse a Portugal em 1918. Parte desse espolio, na ordem dos 500 desenhos, que se julgava perdido, foi apresentada na exposição A Obra Perdida de Emmerico Nunes, realizada no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, de 19 abr. 2013 a 7 jul. 2013, em Lisboa.