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Arquipelago de Origem:
Ponta do Pargo
Data da Peça:
2017-09-03
Data de Publicação:
16/01/2023
Autor:
Oficina de Braga (?)
Chegada ao Arquipélago:
2023-01-16
Proprietário da Peça:
Paróquia de São Pedro da Ponta do Pargo
Proprietário da Imagem:
Gilberto Garrido
Autor da Imagem:
Gilberto Garrido
Santo António da igreja matriz de São Pedro da Ponta do Pargo, festa de setembro de 2017, Ponta do Pargo, Calheta, ilha da Madeira

Categorias
    Descrição
    Santo António da igreja matriz de São Pedro da Ponta do Pargo.
    Festa dos Tabuleiros de Santo António.
    Alvenaria mista, 1687 (c.), 1851 e seguintes.
    Fotografia de Gilberto Garrido, 3 de setembro de 2017.
    Ponta do Pargo, Calheta, ilha da Madeira

    Cronologia:
    1560, 4 mar. - alvará régio de acrescentamento ao vigário de um moio de trigo e ¼ de vinho, sobre os 11$300 réis que tinha de sua 1.ª criação, com obrigação das missas dos sábados pelas almas dos Infantes; 1574, 12 mar. - carta régia da mercê anual de 4$000 réis para a fábrica da Igreja; 1577, 1 mar. - alvará régio de acrescentamento de 1$700 réis ao vigário sobre os 11$300 réis, um moio de trigo e ¼ de vinho que já tinha, dado contar a freguesia 46 fogos, com obrigação de ensinar doutrina aos seus fregueses; 1581, 9 jul. - alvará régio de acrescentamento de 5$000 réis, sobre os 20$000 que já tinha passando a ter 25$000; 1589, 30 jan. - alvará régio de acrescentamento de 30 alqueires de trigo e ¼ de vinho para despesas de sacristia e 3$000 réis das missas dos Infantes; 1609, 20 jul. - ordem do Conselho da Fazenda para se arrematar a obras da nova igreja, projetada por Jerónimo Jorge, orçada em 2:231$600 réis com o desconto de 60$000 réis do valor da pedra da igreja velha; 1687, 12 dez.; mandado do Conselho da Fazenda para nova reconstrução da igreja, tomando a empreitada os mestres carpinteiros Salvador Lopes e Manuel dos Santos e os mestres pedreiros João de Almeida e João Rodrigues; 1764, 27 out. e 23 nov. - ordem do Conselho da Fazenda para se darem ao vigário, sob fiança, 490$960 réis para ornamentos; 1765, 4 fev. e 5 jun. - ordem do Conselho da Fazenda para se darem ao vigário sob fiança, 150$000 réis para um sino de 4 arrobas, descontando o sino velho; 1766, 20 maio e 1767, 11 jul. - ordem do Conselho da Fazenda para se pôr em lanços a obra do retábulo, tribuna e camarim; 1768, 3 jun. e 2 ago - nova ordem do Conselho da Fazenda para se pôr a lanços a obra do retábulo, camarim e tribuna, orçamentada pelo mestre das obras reais em 6:030$000, que mesmo descendo 600$000 não obteve colocação, pelo que devia ir novamente à praça; 1835 - vinculação da paróquia ao novo concelho do Porto do Moniz; 1849 - supressão do concelho do Porto do Moniz e reintegração no da Calheta; 1851 - reedificação parcial da Igreja, despendendo-se 1:700$000 réis; 1855 - restauro do concelho do Porto do Moniz e reinstalação da Ponta do Pargo; 1871, 26 jul. - lei desanexando-o do Porto do Moniz e reinstalação na Calheta; 1950 / 1951 - campanha de obras na Igreja, com execução das telas pelo pintor António Gouveia e construção do adro.