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Arquipelago de Origem:
Freguesia da Sé (Funchal)
Data da Peça:
1875-00-00
Data de Publicação:
18/08/2020
Autor:
Não identificado
Chegada ao Arquipélago:
2020-08-18
Proprietário da Peça:
José Maria Cordeiro de Sousa
Proprietário da Imagem:
José Maria Cordeiro de Sousa
Autor da Imagem:
Hemeroteca Digital
Sala grande com lareira da casa dita de Cristóvão Colombo no Funchal, pub. in Revista de Arqueologia, Tomo 2, direção de J.-M. Cordeiro de Sousa, Lisboa, 1934-1936, p. 285, Portugal

Categorias
    Descrição
    Sala grande com lareira da casa dita de Cristóvão Colombo no Funchal
    Casa de Colombo, Interior
    (Fotografia da coleção do Director da Revista)
    Original da Photographia-Museu Vicentes, 1875 (c.) tendo o edifício sido demolido em 1877.
    Pub. Visconde do Porto da Cruz, “A Estada de Cristovam Colombo na Madeira”, Lisboa, 24 de abril de 1936, In Revista de Arqueologia, Tomo 2, direção de J.-M. Cordeiro de Sousa (1886-1968), Lisboa, 1934-1936, p. 285, Portugal.

    Fotografia também pub. in “As escavações nas antigas casas de João Esmeraldo”, in Islenha, n.º 5, revista de temas culturais das sociedades insulares atlânticas, direção de Nelson Veríssimo, Drac, Funchal, Jul. – Dez. 1989, p. 35. Alfredo António de Castro Teles de Meneses de Vasconcelos de Bettencourt de Freitas Branco (1890-1962), como se nomeava, nasceu a 1 de janeiro de 1890, no Funchal, onde veio a falecer a 28 de fevereiro de 1962. Era filho de Luís Vicente de Freitas Branco e de Ana Augusta de Castro Leal Freitas Branco. Usava o título de 1.º visconde do Porto da Cruz, que teria sido dado a um seu antepassado, Valentim de Freitas Leal Moniz Teles de Meneses Vasconcelos (1790-1879) ilustre representante da família Leal, do Porto da Cruz, bisavô materno de Alfredo de Freitas Branco, que não obstante, recusara tal titulo, logo que nunca o usou, título autorizado por D. Manuel II (1890-1932), no exílio, em abril de 1921, mas informação somente do intitulado visconde e reconhecido depois somente pelo Conselho da Nobreza em 1949. Casou-se com Beatriz Manuela Tavares de Almeida Carvalho, de quem teve cinco filhos; Silvano José de Freitas Branco (1925-2013), seu filho, viria a usar o título 2.º visconde do Porto da Cruz.