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Arquipelago de Origem:
Ponta do Pargo
Data da Peça:
1851-00-00
Data de Publicação:
16/01/2023
Autor:
Vários
Chegada ao Arquipélago:
2023-01-16
Proprietário da Peça:
Paróquia de São Pedro da Ponta do Pargo
Proprietário da Imagem:
Gilberto Garrido
Autor da Imagem:
Gilberto Garrido
Retábulo-mor da igreja matriz de São Pedro da Ponta do Pargo, reforma de 1851, Ponta do Pargo, Calheta, ilha da Madeira

Categorias
    Descrição
    Retábulo-mor da igreja matriz de São Pedro da Ponta do Pargo.
    Festa dos Tabuleiros de Santo António.
    Alvenaria mista, 1687 (c.), 1851 e seguintes.
    Fotografia de Gilberto Garrido, 3 de setembro de 2017.
    Ponta do Pargo, Calheta, ilha da Madeira

    Cronologia:
    1560, 4 mar. - alvará régio de acrescentamento ao vigário de um moio de trigo e ¼ de vinho, sobre os 11$300 réis que tinha de sua 1.ª criação, com obrigação das missas dos sábados pelas almas dos Infantes; 1574, 12 mar. - carta régia da mercê anual de 4$000 réis para a fábrica da Igreja; 1577, 1 mar. - alvará régio de acrescentamento de 1$700 réis ao vigário sobre os 11$300 réis, um moio de trigo e ¼ de vinho que já tinha, dado contar a freguesia 46 fogos, com obrigação de ensinar doutrina aos seus fregueses; 1581, 9 jul. - alvará régio de acrescentamento de 5$000 réis, sobre os 20$000 que já tinha passando a ter 25$000; 1589, 30 jan. - alvará régio de acrescentamento de 30 alqueires de trigo e ¼ de vinho para despesas de sacristia e 3$000 réis das missas dos Infantes; 1609, 20 jul. - ordem do Conselho da Fazenda para se arrematar a obras da nova igreja, projetada por Jerónimo Jorge, orçada em 2:231$600 réis com o desconto de 60$000 réis do valor da pedra da igreja velha; 1687, 12 dez.; mandado do Conselho da Fazenda para nova reconstrução da igreja, tomando a empreitada os mestres carpinteiros Salvador Lopes e Manuel dos Santos e os mestres pedreiros João de Almeida e João Rodrigues; 1764, 27 out. e 23 nov. - ordem do Conselho da Fazenda para se darem ao vigário, sob fiança, 490$960 réis para ornamentos; 1765, 4 fev. e 5 jun. - ordem do Conselho da Fazenda para se darem ao vigário sob fiança, 150$000 réis para um sino de 4 arrobas, descontando o sino velho; 1766, 20 maio e 1767, 11 jul. - ordem do Conselho da Fazenda para se pôr em lanços a obra do retábulo, tribuna e camarim; 1768, 3 jun. e 2 ago - nova ordem do Conselho da Fazenda para se pôr a lanços a obra do retábulo, camarim e tribuna, orçamentada pelo mestre das obras reais em 6:030$000, que mesmo descendo 600$000 não obteve colocação, pelo que devia ir novamente à praça; 1835 - vinculação da paróquia ao novo concelho do Porto do Moniz; 1849 - supressão do concelho do Porto do Moniz e reintegração no da Calheta; 1851 - reedificação parcial da Igreja, despendendo-se 1:700$000 réis; 1855 - restauro do concelho do Porto do Moniz e reinstalação da Ponta do Pargo; 1871, 26 jul. - lei desanexando-o do Porto do Moniz e reinstalação na Calheta; 1950 / 1951 - campanha de obras na Igreja, com execução das telas pelo pintor António Gouveia e construção do adro.