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Arquipelago de Origem:
Funchal
Data da Peça:
1938-00-00
Data de Publicação:
20/01/2023
Autor:
William Edward Clode
Chegada ao Arquipélago:
2023-01-20
Proprietário da Peça:
Privado
Proprietário da Imagem:
Privado
Autor da Imagem:
Privado e Alfredo Miguéis
Quadros Vicentinos, Dr. William Edward Clode, Funchal, 1938, ilha da Madeira

Categorias
    Descrição
    Dr. William Edward Clode, Quadros Vicentinos, Funchal, 1938, ilha da Madeira.
    Capa com "Bom Samaritano", desenho de Alfredo Miguéis (1883-1943), 1938.

    Dr. William Edward Clode (Funchal, 13 set. 1900; idem, 3 out. 1980). Filho de Archibard George Clode e de Maria Francelina Crawford do Nascimento Clode, frequentou o liceu do Funchal e a Universidade de Coimbra, onde se licenciou em Medicina em 1925, casando no Funchal no ano seguinte com Maria Carolina Dória Monteiro. Foi vice-presidente e vogal da Câmara do Funchal entre 1932 e 1940, sendo um dos fundadores da Sociedade de Concertos da Madeira e da Academia de Música e Belas-Artes da Madeira.
    Alfredo Vital Miguéis (Funchal, 23 abr. 1883; idem, 10 jun. 1943). Filho de Joaquim Francisco Miguéis e de Elisa Sara Aguiar Miguéis, frequentou a Escola Industrial do Funchal, matriculando-se na Academia Real de Belas-Artes, onde completou o curso de Pintura Histórica em 1911, tendo sido discípulo de Columbano Bordalo Pinheiro (1857-1929). Em 1911 participou com alguns óleos numa exposição na Sociedade Nacional de Belas Artes, satirizados por Francisco Valença (1882-1962), com texto de Carlos Simões, em A Sátira, revista humorística de caricaturas, ano 1, nº 4, Lisboa, 1 de junho de 1911. No ano seguinte, 1912, no entanto, recebeu o prémio do legado Visconde de Valmor, para pensionista no estrangeiro, seguindo para Madrid e Paris, vindo a participar entre muitas outras, na célebre Exposição dos Modernistas de Lisboa de 1923. Professor da Escola Industrial do Funchal, era na altura do seu falecimento vogal da vereação camarária e tendo deixado o corpo principal da sua obra à Câmara do Funchal, a mesma veio a perder-se totalmente num incêndio na área da torre do palácio de São Pedro, pouco tempo depois.