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Arquipelago de Origem:
Índia
Data da Peça:
1600-00-00 00:00:00
Data de Publicação:
20200111
Autor:
Oficina indiana
Chegada ao Arquipélago:
2020-01-11 00:00:00
Proprietário da Peça:
Louvre Abu Dhabi
Proprietário da Imagem:
Rui Carita
Autor da Imagem:
Rui Carita
Punhal dagger real com figuras míticas indianas, Índia, Mysore ou Madurai, 1600 a 1645 (c.), Louvre Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos

Categorias
  • Armamento e fardamento militares
    • Armamento ligeiro
  • Escultura
    • Marfim
  • Fotografia / imagem
    • Costumes
    • Interiores
  • Heráldica, emblemática e numismática
    • Real
  • Personalidades
    • Escultores e entalhadores
    • Vice-reis, governadores e capitães
Descrição
Punhal dagger real com figuras míticas indianas.
Aço e marfim esculpido.
Mysore ou Madurai, Índia, 1600 a 1645 (c.)
Fotografia de 3 de janeiro de 2020.
A realidade enobrecida, Louvre Abu Dhabi, Ilha Saadiyat, emirado de Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos.

O Louvre Abu Dhabi foi inaugurado a 8 de novembro de 2017 pretendendo ser um museu global. O projeto do museu, anunciado há uma década, em 2007, resultou de um acordo intergovernamental de características inéditas: o emirado pagará 525 milhões de dólares pelo direito a poder usar o nome do Louvre durante 30 anos e seis meses, desembolsando mais 747 milhões (num total de 1093 milhões de euros) pelo empréstimo, por dez anos, de 300 obras de arte de diversos museus franceses, incluindo peças tão icónicas como o célebre Retrato de Mulher (La Belle Ferronière) de Leonardo da Vinci (1452-1519), Napoleão Cruzando os Alpes, de Jacques-Louis David (1748-1825), um auto-retrato de Van Gogh (1853-1890), O Tocador de Pífaro, de Edouard Manet (1832-1883), ou Natureza Morta com Magnólia, de Henri-Émile Benoît Matisse (1869-1954). A França comprometeu-se ainda a oferecer assistência técnica e a colaborar durante 15 anos no programa de exposições temporárias do novo museu. O Louvre Abu Dhabi, entretanto, tem vindo a adquirir, desde que o projeto foi lançado, um significativo conjunto de obras para a sua coleção permanente, de uma valiosa Virgem com o Menino de Giovanni Bellini (1430-1516), produzida entre 1480 e 1485, passando pela Escada de Jacob (c. 1665) de Bartolomé Esteban Perez Murillo (1617-1682) e por diversas obras de pintores oitocentistas, como Ingres ou Manet, até, por exemplo, um banco de madeira do decorador e desenhador de mobiliário Pierre Legrain (1889-1929). Em 2017 e para este acervo, foi adquirido o Salvador do Mundo de Leonardo, por 450,3 milhões de dólares, o mais alto preço atingido por uma pintura.