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Arquipelago de Origem:
Santa Maria Maior (Funchal)
Data da Peça:
1938-00-00 00:00:00
Data de Publicação:
28/01/2020
Autor:
Arq. Edmundo Tavares
Chegada ao Arquipélago:
2020-01-28
Proprietário da Peça:
Câmara Municipal de Funchal
Proprietário da Imagem:
Câmara Municipal de Funchal
Autor da Imagem:
Câmara Municipal de Funchal
Projeto para o Mercado dos Lavradores, Edmundo Tavares, 1938, Funchal, ilha da Madeira

Categorias
  • Arquitectura Civil
    • Equipamento urbano e rural
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    • Desenho / aguarela
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Descrição
Projeto do Novo Mercado Municipal do Funchal.
Desenho nº 6, Alçado Principal ao Largo dos Lavradores
.
Desenho sobre papel, escala 1/100.
Arq. Edmundo Tavares (1892-1983), Arqtº. D. E. B. A. Lisboa (DRG), 1938.
Arquivo da Câmara Municipal do Funchal, ilha da Madeira.

O Mercado dos Lavradores foi projetado pelo arquiteto Edmundo Tavares (Oeiras, 8 nov. 1892-Lisboa, 9 abr. 1983) em 1938 e inaugurado a 24 nov. 1940, pelo Dr. Augusto da Silva Branco Camacho (1907-1991), natural da Ponta do Sol, servindo de governador civil, na vigência da presidência da câmara do Funchal do Dr. Fernão Ornelas (1908-1978), presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal do Funchal de 12 jan. 1935 a 22 out. 1946, encontrando-se presente o presidente da Junta Geral, Dr. João Abel de Freitas (1893-1948), o tenente-coronel Francisco Silvestre Varela (1883-1969), governador militar e o cónego magistral Manuel Francisco Camacho (1877-1970).
Edmundo Tavares (Oeiras, 8 nov. 1892-Lisboa, 9 abr. 1983) Arquiteto e professor, foi discípulo de José Luís Monteiro (1848-1942), fez o curso da Escola de Belas Artes de Lisboa entre 1903 e 1913, expondo na SNBA, em 1915, projetos de Casas de Estilização Portuguesa, tendo sido premiado com várias medalhas de bronze e prata, e no final do curso, com o prémio da mais alta classificação de todos os cursos lecionados naquela escola. Foi quarto premiado, com o escultor Maximiano Alves (1888-1954), no concurso para o monumento ao Marquês de Pombal (1913); para os edifícios dos Paços do Concelho de Guimarães e do Porto (1916); galardoado com o prémio do concurso de pensionistas arquitetos no estrangeiro do legado Valmor em Paris (1919) e Roma (1922); terceiro premiado no concurso para a construção do Liceu Dr. Júlio Henriques, em Coimbra (1930).
Foi arquiteto da Câmara de Lisboa desde 1914, passando pelo Funchal, entre 1932 e 1939, e da Figueira da Foz, a partir desse ano de 1939, mas trabalhando, sempre, paralelamente, na atividade liberal, pelo que alguns dos projetos do Funchal se encontram fora das datas de estadia na Madeira.