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Arquipelago de Origem:
Kalba
Data da Peça:
2020-01-18
Data de Publicação:
11/04/2020
Autor:
The Portuguese Archaeological Mission at Kalba (Sharjah, U.A.E.)
Chegada ao Arquipélago:
2020-04-11
Proprietário da Peça:
Emirado de Sharjah
Proprietário da Imagem:
Kamyar Kamyab/The Portuguese Archaeological Mission at Kalba (Sharjah, U.A.E.)
Autor da Imagem:
Kamyar Kamyab
Preparação da fotografia final de grupo do campo de trabalho da fortaleza de Khor Kalba 2020, antiga Quelba, 18 de janeiro de 2020, Sharjah, Emirados Árabes Unidos

Categorias
    Descrição

    Preparação da fotografia final de grupo do campo de trabalho da fortaleza de Khor Kalba, antiga Quelba.
    Fotografia de Kamyar Kamyab por drone de 18 de janeiro de 2020.
    Campanha de arqueologia do IAP de 2020 na antiga fortaleza de Al Qasimi em Khor Kalba, antiga Quelba, The Portuguese Archaeological Mission at Kalba (Sharjah, U.A.E.), 2020.
    Khor Kalba, emirado de Sharjah, Emirados Árabes Unidos.


    A fortaleza de Quelba, hoje Khor Kalba, foi tomada por Gaspar Leite em março de 1624, por determinação de Rui Freire, altura em que era defendida por um mouro de grande fama na área, Qasimi, ancestral do atual emir de Sharjah, para tentar manter o acesso ao golfo de Ormuz, tal como fizera levantar pouco antes Corfação e então justificado pela conquista da ilha de Ormuz em maio de 1622. A fortaleza de Quelba era quadrada, com quatro baluartes, nos cantos e um dos quais mais alto e complexo, a defender a porta norte e uma estrutura habitacional. Cada lanço de muralha teria 55 a 57 metros (26 braças) e era feita "à maneira dos mouros", como refere Bocarro e Herédia. A muralha à volta da povoação ainda tinha mais dois baluartes e um outro, a defender a praia, sendo a guarnição de um capitão lascarim com 30 soldados, o que importava em 195$0840 réis por ano. Teria sido abandonada poucos anos depois, nas duas décadas seguintes, pois que em 1648 existe tratado de paz entre os portugueses e os sheiks árabes, embora as relações comerciais, por certo se tenham mantido na área.
    A campanha de escavações arqueológicas começou a ser preparada em 2012, tendo havido uma visita ao local em finais de janeiro de 2016 e processando-se os trabalhos um ano depois.