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Arquipelago de Origem:
Portugal
Data da Peça:
1964-00-00
Data de Publicação:
08/09/2021
Autor:
António Aragão e Herberto Helder
Chegada ao Arquipélago:
2021-09-08
Proprietário da Peça:
Privado
Proprietário da Imagem:
Ilídio Ribeiro
Autor da Imagem:
Privado
Poesia Experimental, capa do número 1, organização de António Aragão e Herberto Helder, Lisboa, António Aragão, 1964, Portugal

Categorias
    Descrição
    Poesia Experimental.
    Caderno antológico número 1, organização de António Aragão e Herberto Helder.
    Cadernos de Hoje, capa de Ilídio Ribeiro.
    Lisboa, edição de António Aragão, 1964, Portugal

    Inclui separata “Roma nce de iza mor fismo e poema fragmentário”, de António Aragão (1921-2008). Autores representados: António Aragão, António Barahona da Fonseca (1939-), António Ramos Rosa (1924-2013), E. M. de Melo e Castro (1932-2020), Herberto Helder (1930-2015), Salette Tavares (1922-2004). Antologia com Luís de Camões (c. 1524-1580), Ângelo de Lima (1872-1921), Mário Cesariny de Vasconcelos (1923-2006), Emilio Villa (1914-2003), Quirinus Kuhlmann (1651-1689)
    António Manuel de Sousa Aragão Mendes Correia (São Vicente, ilha da Madeira, 22 set. 1921; Funchal, 11 ago. 2008). Filho de Henrique Agostinho Aragão Mendes Correia e de Maria José de Sousa, frequentou o Liceu Jaime Moniz, a Escola Superior de Belas Artes e licenciou-se em Ciências Históricas-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo, em 1960, estagiado em Paris e Roma, onde frequentou ateliers de restauro. Em 1946, António Aragão ganhara o 2º prémio dos Jogos Florais da Madeira com o poema: "Presentemente", tendo depois integrado com outros autores o grupo português de poesia experimental, a partir da década de 60 e, desde muito novo, se dedicou também à pintura. Desde 1972 e até à década de 80 foi diretor do Arquivo Regional da Madeira, anteriormente designado Arquivo Distrital do Funchal, fazendo também parte da comissão diretiva do Museu da Quinta das Cruzes e sido professor da cadeira de História da Arte na Academia de Música e Belas-Artes da Madeira, mas o que deve ter sido pontual. Deixou interessante obra pública escultórica na Madeira e no Porto Santo, ilustrou a obra Canhenhos da Ilha, de Horácio Bento Gouveia (1901-1983), 1966 e deixou ainda obra historiográfica, com especial referência para o Funchal.