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Arquipelago de Origem:
Baía (Brasil)
Data da Peça:
1764-00-00
Data de Publicação:
26/09/2020
Autor:
José António Caldas
Chegada ao Arquipélago:
2020-09-26
Proprietário da Peça:
AHU
Proprietário da Imagem:
BNP
Autor da Imagem:
BNP
Planta e alçado do forte de São Diogo da Bahia, José António Caldas, 1764, São Salvador da Bahia, BA, Brasil

Categorias
    Descrição
    Planta e Fachada do Forte de S. Diogo.
    Desenho aguarelado de José António Caldas (Salvador, 1725-idem, 31 out. 1782), 1764.
    Planta nº 7: Cartas topográficas contem as plantas e prospetos das fortalezas que defendem a cidade da Bahia de Todos os Santos e seu recôncavo por mar e terra, 1764 (c.).
    Copiado por Jozé Ramos de Souza, escala ca. 1:270 determinada com o valor calculado 8,10 cm correspondente a 100 palmos portugueses", 36,9 x 21,7 em folha de 41,6 x 26,4 cm.
    Arquivo Histórico Ultramarino, imagem BNP/Purl, 0014, t24-C-R0300, Portugal.
    São Diogo da Bahia, São Salvador da Bahia, BA, Brasil.

    O Forte de São Diogo localiza-se na Praça Azevedo Fernandes, no bairro da Barra, em Salvador, capital do estado brasileiro da Bahia. Ergue-se na base do Morro de Santo António, ao lado direito da praia do Porto da Barra, local onde anteriormente existiu o Castelo do Pereira. O Forte de São Diogo visava impedir, com o apoio do Forte de Santa Maria, o desembarque de qualquer inimigo naquele acesso ao sul da cidade do Salvador, então capital do Estado do Brasil. Era uma estância do arquiteto Francisco de Frias de Mesquita (c. 1578-c. 1654), de 1603 a 1634, mandada levantar pelo governador Diogo Luís de Oliveira (c. 1570-c. 1640), conde de Miranda, governador entre 1626 e 1635, em 1629 e logo artilhado com 5 “peças de mediano calibre”, que foi reformulada em meia-bateria em 1694, mas obras só iniciadas a partir de 1704, estando pronto em setembro de 1722.
    A cidade de São Salvador da Baía (1549) foi planeada numa estratégia global, política e administrativa, para ser sede de um governo central. A fundação da cidade contou com planos prévios de localização e várias hipóteses de construções. O mestre das obras reais Luís Dias partiu de Lisboa com “regimento”, “amostras e modelos” da nova cidade e, depois de acabada a muralha, “arrumou a cidade dela dentro, arruando-a por boa ordem com as casas cobertas de palha” (Tratado Descritivo do Brasil, 1587, pág. 134. Cit. Arq. Renata Malcher de Araújo, “Engenharia Militar e Urbanismo”, in História das Fortificações Portuguesas no Mundo, Alfa, Lisboa, 1989, p. 259).