Image
Arquipelago de Origem:
Rio Grande do Norte (Brasil)
Data da Peça:
1612-00-00
Data de Publicação:
24/09/2020
Autor:
Diogo de Campos Moreno
Chegada ao Arquipélago:
2020-09-24
Proprietário da Peça:
IAN/TT
Proprietário da Imagem:
IAN/TT
Autor da Imagem:
IAN/TT
Planta do Fortaleza dos Reis Magos, Diogo de Campos Moreno, 1612, Natal, Rio Grande do Norte, RN, Brasil

Categorias
    Descrição
    Rio Grande, fortaleza dos Reis
    Planta da fortaleza dos Reis Magos.
    Desenho a sépia de Diogo de Campos Moreno (1566-1616), 1612.
    Livro que dá Razão ao Estado do Brasil, de 1612, versão da Torre do Tombo.
    Natal, Rio Grande do Norte, RN, Brasil

    A primeira construção deve-se ao padre jesuíta valenciano Gaspar de Samperes (c. 1560-1635), que acompanhara a viagem de Flores Valdez, como ajudante do engenheiro Bautista Antonelli (1547-1616), estando no Rio de Janeiro em 1582 e que, regressado à Europa, entraria para a Companhia de Jesus. Regressando ao Brasil, integrou o colégio jesuíta de Pernambuco, onde fez um primeiro projeto para a célebre Fortaleza dos Reis Magos, segundo a tradição, iniciado a 6 de janeiro de 1598, mas que não era então mais que uma estacada de pau-a-pique, embora pouco tempo depois já com guarnição militar e de que conhecemos desenho de Diogo de Campos Moreno (1566-1617), no Livro que dá Razão ao Estado do Brasil, de 1612, hoje na Torre do Tombo. O padre Samperes, entretanto, viria a ser preso pelos holandeses e desterrado para Cartagena das Índias, onde viria a falecer em 1635. Entretanto, já o forte teria tido outra reformulação, por 1612 ou pouco depois, redesenhado por Francisco de Frias de Mesquita (c.1578-c.1645), decididamente, a partir de 1614. Com a ocupação holandesa passaria a ser o castelo Ceulen, como o pintou várias vezes Frans Post (1612-1680). Nos anos seguintes voltaria a ter obras, mas mantendo o mesmo desenho de Francisco de Frias. Cif. Nestor dos Santos Lima, “Sobre a Fortaleza dos Reis Magos”, in Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, Natal, 1948-1950, vol. XLV-XLVII, pp. 5-20; Ib., Hélio Galvão, História da Barra do Rio Grande, Rio de Janeiro, MEC/Conselho Federal de Cultura,1979; e outros