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Arquipelago de Origem:
São Martinho (Funchal)
Data da Peça:
2022-07-06
Data de Publicação:
17/07/2022
Autor:
Quinta Magnólia, Centro Cultural
Chegada ao Arquipélago:
2022-07-17
Proprietário da Peça:
Quinta Magnólia, Centro Cultural
Proprietário da Imagem:
Rui Carita
Autor da Imagem:
Rui Carita
Placards da Quinta Magnólia, 2022, Rua do Pita, Quinta Magnólia, Centro Cultural, Funchal, ilha da Madeira

Categorias
    Descrição
    Placards da Quinta Magnólia.
    Reforma de 2020 (c.) e seguintes.
    Antigo Clube Inglês, British Country Club, meados de 60, inícios de 70.
    Fotografia de 6 de julho de 2022.
    Inauguração da exposição Travessias de Guilherme Parente (1940-) com curadoria de Ana Isabel Portugal
    Rua do Dr. Pita, Quinta Magnólia, Centro Cultural, Funchal, ilha da Madeira.

    Residência no Funchal de John Howard March, inglês, mas cônsul norte-americano em 1853 e sócio da firma John Hayward & March, que procedeu à sua construção por 1850 e que também possuía residência no Santo da Serra, a Quinta das Ameixieiras. Em 1895 a quinta é adquirida por Herbert Watney, médico britânico, que amplia os seus limites até ao vale fronteiriço do Ribeiro Seco. Com a colaboração de um jardineiro paisagista inglês, o jardim foi alargado e enriquecido com uma extensa diversidade de árvores e plantas. Na década de 1930 a quinta é novamente vendida, nascendo o British Country Club, com o advento de uma crescente “burguesia heterogénea” britânica na ilha da Madeira e as suas relações com a restante burguesia local, altura em que as quintas madeirenses se tornam espaços de estatutos sociais próprios, de negócio e de poder, de lazer e de ócio. Nesta fase foi preservada a diversidade botânica, mas foram introduzidas infraestruturas e equipamentos desportivos. Entre 1934 e 1974 são organizados vários campeonatos de ténis e de natação, tornando o espaço incontornável no meio social funchalense. A 1 de maio de 1981 a quinta, entretanto, adquirida pela Região Autónoma da Madeira, abre pela primeira vez ao público e, após novas obras de reabilitação, a 2 de julho de 2020, abre como Quinta Magnólia, Centro Cultural.
    Entretanto, em 1854, Roberto Brayman, britânico, administrador da casa de comércio do cônsul dos Estados Unidos, John Howard Marsh, arrenda nos Ilhéus uma casa (com cavalariça, jardim, horta, e tendo ainda direito a 24 horas de água da Levada dos Piornais), ao morgado António João da Silva Barreto, por um período de cinco anos e pelo preço de 400.000 réis cada ano (ARM, Notários, 3396, fl. 84 v.)