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Arquipelago de Origem:
Ajuda
Data da Peça:
1760-00-00
Data de Publicação:
12/08/2022
Autor:
Oficina de Lisboa
Chegada ao Arquipélago:
2022-08-12
Proprietário da Peça:
Palácio Nacional da Ajuda
Proprietário da Imagem:
Glória Shizaka
Autor da Imagem:
Glória Shizaka
Panos de porta com as armas dos marqueses de Valença sobre as dos marqueses de Távora, reforma de 1760 (c.), Sala dos Reposteiros, Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa, Portugal.

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    Descrição
    Panos de porta com as armas dos marqueses de Valença sobre as dos marqueses de Távora.
    Pano de veludo vermelho bordado, parte a fio de ouro, 1730 a 1750 (c.) com reforma de 1760 (c.)
    Fotografia de Glória Shizaka, 2012
    Sala dos Reposteiros, Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa, Portugal

    Conjunto de 9 panos de porta que pertenceram aos marqueses de Távora, de que só um sobreviveu com as armas originais, tendo os restantes recebido por cima as armas dos Bragança ou dos Portugal, provavelmente, dos Marqueses de Valença, pois que a Casa de Bragança já usava somente as de Portugal e a Casa Cadaval, com armas semelhantes, como duques, não deixariam ficar o coronel de nobreza de marquês. Pano de veludo vermelho, com uma cercadura bordada a fio de ouro, tendo no centro, encimado pela coroa de marquês, No original, o escudo apresenta cinco faixas azuis ondeadas, um golfinho no meio, e em volta a legenda latina “QUAES CUNQUE FINDIT”. O golfinho, muito apreciado pelos navegantes romanos, era o símbolo da salvação e da segurança. Por outro lado, a divisa latina queria dizer, à letra, “seja o que for, abrimos”, por outras palavras “para nós não existem obstáculos”. (José Norton, "A sombra dos Távoras" in "Pena do que não escrevi", blogue de 23 de agosto de 2017).