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Arquipelago de Origem:
Egipto
Data da Peça:
3000-00-00
Data de Publicação:
21/10/2021
Autor:
Artista da Época prédinastica do Egipto Antigo
Chegada ao Arquipélago:
2021-10-21
Proprietário da Peça:
Museu Egípcio do Cairo, Egipto
Proprietário da Imagem:
Privado
Autor da Imagem:
Privado
Paleta do rei Narmer, bandeja de cosméticos., 3000 a.C., Museu Egípcio do Cairo, Egito

Categorias
    Descrição
    Paleta do rei Narmer
    Narmer Palette.
    Bandeja de cosméticos.
    Esteatite esculpida, 3000 a.C.
    Museu Egípcio do Cairo, Egipto.
    Fotografia da exposição em Barcelona e Madrid, Faraón, Rey de Egipto, de 2018 e 2019, custeada pela Fundação CaixaForum e a colaboração do British Museum, através da cedência de peças.

    Paleta comemorativa de uma vitória do rei Narmer ou Menes contra os Núbios, mas cuja escrita ainda não foi totalmente decifrada. A paleta de Narmer, verdadeira cédula de nascimento do Egipto, marca já o futuro, mas também evoca o passado. Os tempos pré-dinásticos da cultura de Nagada (c. 4000-3000 a. C.) estão patentes não só no objeto em si, na sua forma e no material, iras igualmente na arma que o rei exibe. Afinal, a peça, colocada como oferta votiva num santuário, é herdeira das placas pré-dinásticas onde já se notava um insistente pendor pelas formas simétricas, e a arma, que virá a ser um dos símbolos faraónicos, é a velha maça dos caçadores neolíticos. O chefe tribal tornou-se rei. As duas coroas que usa apresentam-no como rei do Alto e do Baixo Egipto (nesu-biti), como senhor das Duas Terras (neb Taui), a pera assimila-o à divindade, a cauda de touro faz dele o terror dos inimigos e o reprodutor viril, os ceptos atestam a sua realeza, os súbditos diminuem-se perante ele, os inimigos humilham-se. O falcão está presente: é Hórus, protetor da realeza, e dado que o rei se apresenta como Hórus vivo, ele também é o falcão.