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Arquipelago de Origem:
Lisboa (cidade)
Data da Peça:
1770-00-00
Data de Publicação:
13/07/2020
Autor:
Vários
Chegada ao Arquipélago:
2020-07-13
Proprietário da Peça:
Câmara Municipal de Lisboa
Proprietário da Imagem:
Privado
Autor da Imagem:
Privado
Palácio da Rosa, reconstrução de 1770 (c.), Lisboa, Portugal

Categorias
    Descrição
    Palácio da Rosa.
    Reconstrução de 1770 (c.) e seguintes.
    Fotografia de 2015.
    Largo da Rosa, Lisboa, Portugal.

    O Palácio da Rosa nasceu a partir da habitação autorizada em 16 dez. 1393 pela câmara de Lisboa a Afonso Anes Nogueira, casado com Joana Vaz de Almada, filha de Vasco Lourenço de Almada, cavaleiro, alcaide-mor e morador na dita cidade, para derrubar uns "pardieiros" e fechar as ruas junto à igreja de São Lourenço para fazer umas casas e um edifício, "por que a dita cidade seria mais honrada". Destruído na sua quase totalidade pelo Terramoto, foi reedificado no Século XVIII, entrando no chamado morgado de S. Lourenço, cuja igreja foi levantada a partir de 1258 a 1271, e que entra, por casamento, para a casa dos Marqueses de Ponte de Lima e mais tarde, também por casamento, entra para os bens dos marqueses de Castelo Melhor, daí igualmente ter sido conhecido por "Palácio dos Marqueses de Ponte de Lima e dos Castelo-Melhor". Entre 1927 e 1942 era seu proprietário e morador, o escritor e poeta, Afonso Lopes Vieira (91878-1946) e, depois de adquirido pela câmara de Lisboa, por 1960, passou a sede da Academia Portuguesa da História, mas de onde saiu depois para o palácio Pancas-Palha e, depois, para o Palácio dos Lilases, na Alameda das Linhas de Torres.