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Arquipelago de Origem:
Évora
Data da Peça:
1764-00-00 00:00:00
Data de Publicação:
20130219
Autor:
Não identificado
Chegada ao Arquipélago:
2013-02-19 00:00:00
Proprietário da Peça:
São Francisco de Évora
Proprietário da Imagem:
Privado
Autor da Imagem:
Privado
Órgão da igreja do antigo convento de São Francisco, 1764 (c.), Évora, Portugal.

Categorias
  • Arquitectura religiosa
    • Convento e recolhimento
    • Igreja
  • Artes Decorativas
    • Talha
  • Escultura
    • Madeira
  • Fotografia / imagem
    • Costumes
    • Interiores
  • Grupos e instrumentos Musicais
    • Órgão
  • Personalidades
    • Escultores e entalhadores
    • Músicos e compositores
Descrição
Órgão da igreja de São Francisco de Évora.
Talha dourada e policromada, 1764 (c.)
Fotografia de 16 de Junho de 2008.
Largo de São Francisco ou do Mercado.
Évora, Portugal.

A igreja de São Francisco em Évora é de arquitetura gótico-manuelina, mas que aproveitou, pontualmente, alguns elementos da construção anterior. Reconstruída entre 1480 e 1510 pelos mestres de pedraria Martim Lourenço e Pero de Trilho e decorada pelos pintores régios Francisco Henriques, Jorge Afonso e Garcia Fernandes, está intimamente ligada aos acontecimentos históricos que marcaram o período de expansão marítima de Portugal. Isso fica patente nos símbolos da monumental nave de abóbada ogival: a cruz da Ordem de Cristo e os emblemas dos reis fundadores, D. João II e D. Manuel I. Restaurada na segunda metade do século XIX e, igualmente, nos meados do XX, apresenta alguns pormenores marcadamente neo-manuelinos, a que não serão estranhas as mãos de Cinatti e outros.
Cronologia:
1224 - fundação, segundo crónicas Ordem de São Francisco; 1250, 27 jul. - 1ª referência documental em que João Esteves e Maria Martins, sua esposa, doam aos frades terras na zona da Corredoura; 1250, set. - João Pelágio Cordura e sua esposa Mayor de Guimarães doam aos frades 1 lagar e 1 terra junto à Porta de Alconchel; 1265, 21 jul. - bula de Clemente IV dando licença aos frades para terem altares portáteis, poderem celebrar com as portas fechadas em época de interditos e isenção do pagamento da Quarta parte do que recebem em testamento, privilégio confirmado pelo Papa Benedito XI; séc. 14 - construção Claustro, sob responsabilidade do mestre João de Alcobaça, a expensas de D. Fernando Afonso de Morais; 1336, 5 jan. - casamento do Infante D. Pedro na igreja; 1345 - casamento da infanta D. Maria, filha de D. Pedro I na igreja; 1363, 30 maio - Rodrigo Ayres institui por testamento capela na igreja, deixando-lhe muitos bens e rendimentos; 1387, 15 maio - D. João I faz saber aos frades que ninguém pode pousar no convento à exceção do rei, rainha e infantes de Portugal; 1401 - Maria Anes Louzeira, sua mãe e Bartolomeu Gil, instituem 2 capelas na igreja; séc. 15 - D. Brites Soares, esposa de Diogo de Mendonça, institui 1 capela na igreja e faz testamento a favor dos frades, deixando-lhes várias propriedades; 1423, 10 abr. - D. João I manda que se cumpram todas as honras, privilégios e cartas concedidas aos frades pelos Papas; séc. 15 - instalação de D. Afonso V e sua corte no complexo conventual, sendo esta a génese do Paço Real; 1470, 4 jan. - bula de Alexandre IV, concede aos frades isenção pagamento da porção canónica relativa aos bens que lhes são deixados em testamento; séc. 15, déc. 70 - com o apoio de D. Afonso V, provável início reconstrução igreja conventual entretanto em ruína; 1481 - desde o reinado D. João II a Capela do Paço Real funciona na abside da igreja; 1490 - casamento do príncipe D. Afonso de Portugal na igreja; 1495 / 1508 - execução retábulo primevo da Capela-mor pelo pintor Francisco Henriques e entalhador Olivier de Gand, por encomenda de D. Manuel I, que incluiria 16 painéis figurando a Eucaristia, Santos Franciscanos, Cenas da vida da Virgem e Episódios da Paixão de Cristo; 1499 - Fundação Irmandade Misericórdia na Capela de São Joãozinho; 1502 - Alvará de recebedor das obras a Álvaro Velho; 1507 / 1524 - campanha obras manuelina sob alçada do mestre Martim Lourenço; 1508 - adorno dos altares colaterais por encomenda de D. Manuel; encomenda régia dos vitrais da Capela-mor a Francisco Henriques; 1509 - Avaliação da obra do retábulo grande da capela-mor, coro, cadeiras e outras obras de marcenaria; 1511 - Colocação das vidraças na capela-mor; 1513 / 1520 - construção do dormitório por Afonso Pires e Rodrigo Álvares; séc. 16 - construção, a N. do Claustro, de galeria coberta de acesso às tribunas reais da nave e do braço S. do transepto; 3º quartel - Irmandade da Misericórdia transfere-se para atual igreja; 1517, 17 jul. - Bula de Leão X em que a comunidade da Regra Claustral passa à Observância da Seráfica Província dos Algarves, e o convento a ser designado nas crónicas por Convento de Oiro, dedicando-se ao ensino da Teologia, Moral e Humanidades; 1524 / 1531 - Diogo de Arruda dirige campanha de obras; 1531 / 1547 - Francisco de Arruda substitui o irmão, Diogo de Arruda no cargo de mestre de obras da comarca do Alentejo, dos Paços reais de São Francisco e medidor das obras; 1535, c. - construção das tribunas existentes no alçado S. da Capela-mor atribuíveis a Nicolau Chanterene; 1536, 22 out. - leitura na igreja da instituição do Tribunal do Santo Ofício; 1540, c. - pinturas do Altar de Nossa Senhora da Conceição, na Capela-mor, atribuídas aos Mestres de Ferreirim, Cristóvão de Figueiredo e Garcia Fernandes; 1548 / 1556 - campanha obras de Diogo de Torralva nos Paços de São Francisco; 1575 - montagem do políptico da oficina eborense de Francisco João, representando a Paixão de Cristo, no braço S. do transepto, a fim de servir de culto à capela tumular de Francisco Borges de Figueiredo e esposa, D. Filipa de Andrade; 1588 - instituição Irmandade de Santo António pelo comissário provincial Frei António de Lisboa, possuindo altar privilegiado à entrada da Casa dos Ossos; 1616 - aquisição imagem de São Bento para entronizar a Capela Nossa Senhora do Amparo; séc. 17, inícios - execução teto e revestimento azulejar da Capela de Santo António; 1629 - execução de arca tumular dos presumíveis fundadores do convento, a mando de Manuel Rodrigues do Vale, síndico geral da Ordem 3ª, a qual é colocada na Sala do Capítulo; séc. 17 - construção do cadeiral dos frades na Capela-mor; instituição da Capela dos Ossos; 1690, c. - construção Altar Capela de Santa Luzia; 1708 - a arca dos presumíveis fundadores do convento é trasladada para a Capela dos Ossos; séc. 18, 1º quartel - revestimento azulejar da Sala da Ordem 3ª; 1725, c. - construção altar talha dourada Sala da Ordem 3ª; séc. 18, 2º quartel - edificação dependências Confraria da Ordem 3ª; reforma capela braço N. transepto, incluindo construção do atual retábulo e molduras de pintura e janelas, em talha dourada, e o revestimento azulejar, provavelmente da oficina lisboeta da família Oliveira Bernardes; séc. 18 - revestimento azulejar Capela Batismal; séc. 18, 1ª metade - ampliação dependências da Ordem 3ª junto ao alçado N. da igreja, absorvendo o volume exterior do braço N. do transepto e tendo comunicação exterior para o lado do Celeiro Comum e da Capela de São Joãozinho; 1750 - já inaugurada, pela Irmandade de Penitência da Ordem 3ª, a capela braço N. transepto; 1755 - ruína do campanário; 1755 / 1758 - restauro telhados e cobertura da cabeceira a expensas da comunidade, por 219612 réis; 1758 - termine reformulação altares colaterais Capela-mor; séc. 18, meados - construção retábulo Capela de Santo António; 1764 - aquisição do órgão por 67.800; séc. 18, 3º quartel - construção retábulo Capela de Nossa Senhora da Guia, sacrificando parte da cobertura manuelina da mesma; construção retábulo Capela de Santa Maria da Graça, obstruindo porta de acesso ao Claustro; construção retábulo Capela-mor, ordenada pelo cónego António de Landim Sande, implicando a desmontagem do altar manuelino; 1773 - sagração do novo retábulo da Capela-mor; 1776 - pintura teto Sala da Ordem 3ª; séc. 18, finais 3º quartel - readornamento tímpano do altar da Sala da Ordem 3ª; 1777 - execução portas do pórtico principal da igreja, durante o governo do guardião Fr. Pedro de Nossa Senhora Caiado; 1782 - a Capela-mor é descrita como tendo "duas sanefas das portas colaterais à mesma imitação com a talha toda doirada, tem mais todos os espaldares das cadeiras guisados doze quadros que enchem em si os mesmos com os santos e santas da ordem cujas molduras são todas doiradas"; na Capela-mor e nos altares da igreja são referidas várias imagens; referência ao Altar dos Terceiros; a "Casa dos Ossos" encontrava-se sob a responsabilidade do devoto António José, morador na R. dos Mercadores; no convento residem 45 religiosos; referidas várias obras: alargamento e cobertura em abóbada do corredor que vai para a Sacristia e Coro, e abertura de 3 janelas com vidros para iluminação do mesmo; estucamento Capela-mor com fingidos de pedra branca, azul no arco triunfal, mísulas e "pernas de aranha", amarela nas cimalhas e pilastras, com capitéis e pregos a dourado; douramento da moldura espaldares cadeiral, cadeiras do Coro e 2 sanefas das portas colaterais; restauro entalhamento dos espaldares, a que faltavam peças; conserto telhado da "casa dos foles" e mudança do "lavatório do lugar antigo para dentro da sacristia em a qual se alargarão as janelas pondo-lhe novas vidraças de vidros modernos"; conserto de algerozes e 2 vidraças na igreja, telhado enfermaria, de algumas celas e palheiro; sagração do "altar maior"; António de Landim Sande manda fazer e oferece à comunidade 2 cancelos de ferro, lavrados, para as portas colaterais das grades do cruzeiro da igreja; o oratório e a imagem padroeira da Capela de Santa Maria da Graça são doados pelo benfeitor José Ferreira, que os adquiriu em Lisboa por 256000 réis, sendo colocados no retábulo respetivo; 1783 - no convento residem 51 religiosos; douramento espaldares do Coro e de 1 tarja grande que se fez para a varanda do órgão; aprofundamento do nicho com a imagem da Senhora Mãe dos Homens, na capela do mesmo nome, abrindo-se para tal uma parede; na Capela de Nossa Senhora do Rosário, estucamento, com apainelados, e feitura do retábulo de alvenaria, todo targeado, fingindo pedras azuis, amarelas e vermelhas, com soco e 4 colunas; obras na Capela de São Diogo, fronteira à de Nossa Senhora do Rosário; conserto canos que vão da portaria para a fonte do Claustro, telhados do dormitório da enfermaria e casa da mesma, estucado do dormitório dos Pregadores, 4 foles do órgão, o qual levou 6 dias de trabalho custando 4.320 réis, incluindo o material, a saber, peliças, uma grade, pergaminho travessas e pregos; Landim Sande manda estofar de novo a imagem de São Jorge, adornando-a de 1 chapéu guarnecido de galões de ouro fino; o benfeitor José Ferreira, manda fazer 1 imagem nova da Senhora Mãe dos Homens, com c. de 9 palmos de altura, colocada na capela do mesmo nome e para a qual se fez um nicho novo, em talha dourada; colocação imagens de São Francisco e de São Domingos de Gusmão, adquiridas em Lisboa por 132.000 rs, nas mísulas laterais retábulo-mor; séc. 18, último quartel - execução retábulo Capela Sagrado Coração de Jesus, antiga Capela de São Jorge; 1808 - saque pelas tropas francesas, perdendo-se grande parte do espólio de ourivesaria, paramentaria e escultura; 1810 - execução pintura teto abobadado Capela dos Ossos; 1834 - extinção do convento e subsequente abandono; a imagem do Senhor Jesus dos Passos é transportada para a Sé; 1837 - a Ordem 3ª solicita, com êxito, que lhe sejam entregues as chaves da igreja, alegando possuir ali a sua capela e sala de reuniões e por querer encarregar-se da Capela dos Ossos e cuidar do culto do Senhor dos Passos, cuja imagem é novamente trazida para esta capela; a maqueta em madeira da capela-mor da Sé ( então na Igreja da Graça ) terá sido transportada para a igreja e mais tarde adaptada para este altar; 1838 - o edifício é posto à venda em hasta pública com exceção da igreja e espaços ligados ao culto, nomeadamente as dependências da Ordem 3ª, Capela do Senhor dos Passos e Capela dos Ossos; o Reino cede parte do imóvel à Câmara Municipal que instala no antigo refeitório manuelino o Tribunal Judicial da Comarca e transforma a Sala do Capítulo em sala de audiências; 1839 - obras de reparação na Casa do Capítulo ( então sala de audiências ) pelo Município; 1840 - com a reforma da divisão das freguesias de Évora, a sede paroquial da freguesia de São Pedro passa para a Igreja de São Francisco; 1859 - encontrando-se a igreja em muito mau estado, por iniciativa e empenho do pároco Rev. Teles, é criada 1 comissão destinada a salvar o imóvel da ruína e a recolher fundos e apoios para o seu restauro; 1860 - afinação e conserto do órgão pelo artista José Ricardo; 1860 / 1862 - resultante da atividade da Comissão, da qual Cinatti era consultor, decorre campanha de obras na igreja, sob a direção do arquiteto inglês John Bouvie Júnior: o campanário primitivo é substituído pela torre sineira atual; 1861 - o diretor geral das obras públicas visita a obra em curso; registam-se imperfeições várias no acabamento dos trabalhos e repasses na cobertura da igreja; 1862 - com donativos do Governo e o provento de nova coleta efetuada pela Comissão, inicia-se nova fase de trabalhos na igreja: pavimentação com ladrilhos, à exceção da Capela-mor que foi assoalhada, estucamento das paredes e restauro das imagens; execução tela Batismo de Cristo, pelo pintor João Maria Silveira, existente na Capela Batismal, autor também do restauro da maioria das imagens escultóricas; colocação atual altar Capela de São José, proveniente da Igreja da Graça, onde tinha substituído o primitivo, datado de 1650; estucamento Capela Santos Cosme e Damião, reproduzindo modelos de estilo rococó; 1865, 25 jun. - cedidas à Câmara de Évora as partes restantes da cerca do convento, bastante arruinadas, para fins de utilidade pública; a igreja é desafrontada de construções várias para se abrir uma praça; 1870 - demolição estrutura que marcava o términus do Aqueduto da Água de Prata, erigido diante da fachada da igreja; persistem alguns dos vitrais executados por Francisco Henriques; 1874 - Caetano Almeida Câmara Manoel, 1º eng. distrital, encarregue de fazer projeto para a construção de 1 edifício para o tribunal judicial da comarca de Évora, nos terrenos do extinto convento, onde se encontravam construções a este pertencentes; 1880, 16 dez. - colocação gradeamento férreo diante fachada igreja e do atual mercado; 1884 - elaboração relatório inspeção ao estado conservação do templo pelo eng. Adriano Augusto da Silva Monteiro, chefe 1ª Secção da Direção das Obras Públicas, distrito de Évora; 1892 - Governo autoriza Município a vender as partes restantes do espaço da cerca, incluindo as construções; a S. da igreja, é deixada uma larga faixa de terreno para construção estruturas indispensáveis à estabilidade do templo, alojamentos para serviços da paróquia e para abertura de 1 rua; 1893 - Câmara Municipal delibera venda, em hasta pública, por 401000réis, de parte das construções conventuais, em avançado estado de ruína, ao Dr. Francisco Fragoso de Barahona, na condição deste reconstruir o exterior da Capela Ossos, os suportes de alvenaria e cantaria da igreja e edificações contíguas, de modo a garantir a sua estabilidade e conservação; 1894 - agravamento das fendas na fachada da igreja e da ruína do Claustro; Francisco Barahona propõe compra e restauro das ruínas conventuais; reparação zona Sacristia, para suporte Torre Sineira que havia provocado fendas na estrutura e esmagamento colunelo de 1 das janelas do coro; o mesmo manifesta desejo em restaurar o Claustro, o que não vem a acontecer; 1895 - após assinatura da escritura de compra, Francisco Barahona patrocina empreitada para o restauro da igreja, levada a cabo pelos mestres Olímpio de Mira Coelho e José Maria da Costa; demolição construções conventuais subsistentes, à exceção de parte do Claustro, Sala do Capítulo, Capela dos Ossos e alguns anexos e construção do casario hoje existente nas ruas da República, 24 Julho e Lg. 1º de Maio; remodelação Sacristia; arranjo Capela do Senhor dos Passos na Casa do Capítulo e reforço apoios torre sineira; séc. 19 - montagem do atual Altar da Capela de São Bento; séc. 19, finais - estucamento Capela dos Santos Mártires de Marrocos; colocação retábulo do Calvário no braço S. do transepto, proveniente da Igreja da Graça; Séc. 19, finais / Séc. 20, inícios - apeamento de algumas arcarias do Claustro, então arruinado, as quais são levadas para o Museu Regional; 1912 - colocação do atual altar da Capela dos Ossos, proveniente do Convento do Paraíso, por iniciativa do Pároco António Jacinto da Cunha; 1937 - início restauro DGEMN dirigido por Humberto Reis e F. Vaz Martins; 1960, década de - restauro DGEMN: reintegração arcarias claustro; 1969 - danos provocados pelo sismo; 1978 - sobre porta acesso ao claustro a partir do braço S. do transepto existia tábua quinhentista, representando Nossa Senhora velando o menino; as pinturas do retábulo da capela-mor encontram-se dispersas pelos Museus de Arte Antiga, em Lisboa, Regional de Évora e Casa dos Patudos, em Alpiarça; as imagens de São Pedro e de Santo André Avelino, encontrava-se em represas laterais do mesmo; 1995 - ruína parte superior altar-mor e consequente aumento índice de infiltrações águas pluviais; 1996 - derrocada Estalagem Cavalo, frente alçado E. capela-mor, provocando substancial alteração condições de equilíbrio e ambientais da igreja; 1997 / 1998 - devido a fortes chuvadas, reveladas pinturas murais, encobertas por várias camadas de cal, em anexo alçado N. igreja; 1998 - elaboração relatório do LNEC para a DGEMN sobre as anomalias verificadas na Igreja; 2003 - queda vitral fachada principal; Novembro - elaboração da Carta de Risco da abóbada pela DGEMN; 2004, 19 abr. - abertura concurso pela DGEMN - DREMS obras de conservação de coberturas. (elementos MNs Manuel Branco 1993 / Rosário Gordalina 1997 / Ana Pagará e Rosário Gordalina 2002)