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Arquipelago de Origem:
Amadora
Data da Peça:
2019-10-10
Data de Publicação:
14/11/2020
Autor:
Câmara Municipal da Amadora
Chegada ao Arquipélago:
2020-11-14
Proprietário da Peça:
Câmara Municipal da Amadora
Proprietário da Imagem:
Câmara Municipal da Amadora
Autor da Imagem:
Câmara Municipal da Amadora
Operário & Artista. Ruy Gameiro pára. A Obra não, exposição na Casa Roque Gameiro, 10 de outubro de 2019 a 30 de agosto de 2020, Câmara Municipal da Amadora, Portugal.

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    Descrição

    Operário & Artista. Ruy Gameiro pára. A Obra não.
    Exposição de homenagem a Ruy Roque Gameiro (1906-1935), Casa Roque Gameiro, 10 de outubro de 2019 a 30 de agosto de 2020.
    Câmara Municipal da Amadora, Portugal.


    Ruy Roque Gameiro (Amadora, 27 fev. 1906; estrada de Sintra, 18 ago. 1935). Filho do mestre aguarelista Alfredo Roque Gameiro (1864-1935), da larga descendência, por vezes assumida como a “tribo dos pincéis”, quase todos igualmente depois artistas de renome, cursou a Escola de Belas Artes de Lisboa, onde foi aluno laureado e, ao acabar o curso, destacou-se logo na primeira exposição a que concorreu, tendo-lhe sido adquirido, para o Museu Nacional de Arte Contemporânea, o busto do pintor José Tagarro (1901-1931), prematuramente falecido. São obras suas, além de vários bustos, o Monumento aos Mortos da Grande Guerra, em Abrantes, 1930, o primeiro monumento em Portugal a ser fundido em cimento, outro similar, para Lourenço Marques, hoje Maputo, em 1931 e com o arquiteto Veloso Reis (1899-1985), obra entregue em 1935 e inaugurada a 11 de novembro desse ano, a estátua de D. João II, para a Câmara Municipal de Lisboa, e as figuras de cavaleiros orando, que faziam parte do projeto para o Monumento ao Infante D. Henrique, a ser levantado em Sagres. Faleceu, com 29 anos de idade, num desastre de automóvel, que vitimou ao mesmo tempo a sua mulher Maria Helena Castelo Branco, com quem casara em 1933.