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Arquipelago de Origem:
São Pedro (Funchal)
Data da Peça:
2021-09-28
Data de Publicação:
18/11/2021
Autor:
Vários
Chegada ao Arquipélago:
2021-11-18
Proprietário da Peça:
Vários
Proprietário da Imagem:
MASF/CMFF
Autor da Imagem:
MASF/CMFF
O Património Cultura Tradicional Madeirense, através da Iconografia de Época, auditório da Casa-Museu Dr. Frederico de Freitas, 28 de setembro de 2021, Funchal, ilha da Madeira

Categorias
    Descrição
    O Património Cultura Tradicional Madeirense, através da Iconografia de Época.
    Ciclo de atividades sobra a exposição D’Uma Estampa Antiga. Desenhos de Alfredo Miguéis para a Avenida do Mar, cartões de Alfredo Miguéis (1883-1943), 1942, execução da Fábrica Constança, 1944, exposição com curadoria de Martinho Mendes, Museu de Arte Sacra do Funchal, 26.06 a 21.08. 2021.
    Auditório da Casa-Museu Dr. Frederico de Freitas, 28 de setembro de 2021.
    Calçada de Santa Clara, Funchal, ilha da Madeira.

    Pretendeu-se, com esta exposição, proporcionar aos visitantes, especialmente aos residentes, uma revisitação de memórias e vivências da antiga “Avenida do Mar”, a partir dos desenhos de Alfredo Miguéis, tema que remete para o enquadramento urbanístico da cidade do Funchal, na sua especial relação com o mar.
    Alfredo Vital Miguéis (Funchal, 23 abr. 1883; idem, 10 jun. 1943). Filho de Joaquim Francisco Miguéis e de Elisa Sara Aguiar Miguéis, frequentou a Escola Industrial do Funchal, matriculando-se na Academia Real de Belas-Artes, onde completou o curso de Pintura Histórica em 1911, tendo sido discípulo de Columbano Bordalo Pinheiro (1857-1929). Em 1911 participou com alguns óleos numa exposição na Sociedade Nacional de Belas Artes, satirizados por Francisco Valença (1882-1962), com texto de Carlos Simões, em A Sátira, revista humorística de caricaturas, ano 1, nº 4, Lisboa, 1 de junho de 1911. No ano seguinte, 1912, no entanto, recebeu o prémio do legado Visconde de Valmor, para pensionista no estrangeiro, seguindo para Madrid e Paris, vindo a participar entre muitas outras, na célebre Exposição dos Modernistas de Lisboa de 1923. Professor da Escola Industrial do Funchal, era na altura do seu falecimento vogal da vereação camarária e tendo deixado o corpo principal da sua obra à Câmara do Funchal, que veio depois a perder-se totalmente num incêndio na área da torre do palácio de São Pedro.