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Arquipelago de Origem:
Bijagós
Data da Peça:
1994-00-00
Data de Publicação:
08/05/2021
Autor:
Escultor Bidyogo, Bidjogo ou Bijagó
Chegada ao Arquipélago:
2021-05-08
Proprietário da Peça:
Santuário da tabanca de Bruce, em Bubaque
Proprietário da Imagem:
Eva Kipp
Autor da Imagem:
Eva Kipp
O Irã Grande e banco sagrado no santuário da tabanca de Bruce, ilha de Bubaque, fotografia de Eva Kipp, 1994, grupo Bidyogo, Bidjogo ou Bijagó, arquipélago dos Bijagós, Guiné-Bissau

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    Descrição
    O Irã Grande e banco sagrado no santuário da tabanca de Bruce, em Bubaque, rodeado de objectos sagrados.
    À esquerda está o Irã de Mão do régulo.
    Pub. por Eva Kipp, 1994, in Senegândia, Boletim Cultural da Guiné-Bissau e regiões vizinhas, online, “Guiné-Bissau: aspectos da vida de um povo” (5/15), 21 de agosto de 2005
    Grupo Bidyogo, Bidjogo ou Bijagó, arquipélago dos Bijagós, Guiné-Bissau.

    Objeto cultual, de que o mais antigo recolhido parece ser o da Museu da Sociedade de Geografia de Lisboa, de 1880 (c.), que contém energia sagrada e ao qual toda a aldeia presta homenagem. Aparece também referido como o “Remédio do Espírito”, que serve de intermediário entre os vivos e os seus antepassados. Os Irãs Grandes, chamados Irãs do Chão, são os mais poderosos da tabanca. Para além da forma humana, eles podem assumir outras formas. Em princípio, os Irãs Grandes devem estar na chamada «baloba dos defuntos», que é o santuário das mulheres; mas, devido aos frequentes roubos das representações, atualmente esses Irãs são colocados nas casas dos régulos, onde estão em maior segurança.