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Arquipelago de Origem:
Santa Cruz (Madeira)
Data da Peça:
2020-04-08
Data de Publicação:
03/10/2026
Autor:
Casa da Cultura de Santa Cruz
Chegada ao Arquipélago:
2026-10-03
Proprietário da Peça:
Casa da Cultura de Santa Cruz
Proprietário da Imagem:
Casa da Cultura de Santa Cruz
Autor da Imagem:
Casa da Cultura de Santa Cruz
O Feiticeiro da Calheta, a primeira Festa da Vindima e a origem do Bailinho da Madeira, apresentação na Casa da Cultura de Santa Cruz, Quinta do Revoredo 8 de abril de 2020, ilha da Madeira.

Categorias
    Descrição
    O Feiticeiro da Calheta, a primeira Festa da Vindima e a origem do Bailinho da Madeira.
    João Gomes de Sousa (1895-1974), criador do Bailinho da Madeira depois popularizado por Maximiano de Sousa (Max) (1918-1980)
    Apresentação na Casa da Cultura de Santa Cruz, Quinta do Revoredo 8 de abril de 2020, ilha da Madeira.

    João Gomes de Sousa (Calheta, Lombo do Atouguia, 30 nov. 1895; Idem, Lombo do Brasil, 8 jul. 1974), nascido a 30 de novembro de 1895 numa família numerosa e pobre, nunca foi à escola e viveu sem saber ler nem escrever. Apesar disso, foi um poeta popular importante, dotado de agudeza de espírito, de poder de observação e de memória invulgar. Desde muito cedo, compunha versos que depois eram passados à escrita por um amigo e, mais tarde, pela sua única filha, Maria de Jesus, fruto de um 2.º casamento. Agricultor de profissão e animador repentista dos arraiais madeirenses e do folclore do Arco da Calheta, o Feiticeiro da Calheta compôs versos para participar no concurso da primeira festa das vindimas realizada na cidade do Funchal, em 1938, na qual ganhou o primeiro prémio. Foi então o autor da génese da letra e música do depois famoso Bailinho da Madeira, que se tornou um ex-libris da ilha e que integra o conjunto das Sete Maravilhas da Cultura Popular de Portugal, desde setembro de 2020.