Image
Arquipelago de Origem:
Algarve
Data da Peça:
2003-00-00
Data de Publicação:
08/01/2022
Autor:
René Bértholo
Chegada ao Arquipélago:
2022-01-08
Proprietário da Peça:
Privado
Proprietário da Imagem:
Cabral Moncada Leilões 2021
Autor da Imagem:
Cabral Moncada Leilões, 2021
O Dono das Torres, óleo de René Bertholo, 2003, Algarve, Portugal

Categorias
    Descrição
    O Dono das Torres.
    Óleo sobre tela, 130 x 81 cm.
    René Bertholo (1935-2005), 2003
    Exposições: entre outras, Galeria Fernando Santos, Porto, 2003; Publicações: René Bértholo, Galeria Fernando Santos, texto de João Miguel Fernandes Jorge especificamente sobre esta obra, 2003, capa do livro e pág. 7.
    Cabral Moncada Leilões
    , 5, 6 e 7 jul. 2021, lote 76, avaliado em 8.000 a 16.000 euros.
    Coleção particular, Lisboa, Portugal.

    René Bértholo (1935-2005), pintor português de uma família de origem francesa, casou-se em outubro de 1956 com Lourdes Castro (1930-), com quem viajou nesse ano até Munique, na Alemanha, onde estiveram cerca de um ano, tendo feito exposições com Costa Pinheiro (1932-2015) e Gonçalo Duarte (1935-1986). Regressaram a Portugal por algum tempo e no Inverno de 1958 fixaram-se em Paris, onde foram recebidos por Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992) e Arpad Szenes (1897-1985), que naquela cidade recebiam e orientavam os artistas portugueses, parte dos quais bolseiros da Fundação Gulbenkian. Naquela cidade René Bértholo criou um dispositivo de serigrafia, que permitiu a edição da revista KWY, fundada por si e por Lourdes Castro, em 1958, ainda em Munique, relacionada com o grupo do mesmo nome, formado pelo casal e pelos artistas Costa Pinheiro, Gonçalo Duarte, José Escada (1939-1980), João Vieira (1934-2009), Jan Voss (1936-) e Christo Vladimirov Javacheff (1935-2020). A revista KWY, 12 números realizados em Paris, entre 1958 e 1963, em colaboração com René Bertholo, nunca teve mais de 300 exemplares, incluiu, pontualmente, outros nomes convidados para cada edição. A ligação com Lourdes Castro durou até 1983, quando a mesma se fixou no Funchal com Manuel Zimbro (1944-2003), que tinha sido assistente de realização de ambos em Paris.