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Arquipelago de Origem:
Funchal
Data da Peça:
1938-05-05
Data de Publicação:
29/07/2020
Autor:
Paulo Sá Braz
Chegada ao Arquipélago:
2020-07-29
Proprietário da Peça:
ARM
Proprietário da Imagem:
Helena Perneta
Autor da Imagem:
Helena Perneta
O “cravatório” para os Tuberculosos, caricatura da recolha de donativos do Dr. João de Almada e do Dr. Agostinho Cardoso, Paulo Sá Braz, Re-nhau-Nhau, 5 de maio de 1938, ilha da Madeira.

Categorias
    Descrição
    O “cravatório” para os Tuberculosos
    Caricatura da recolha de donativos para a construção do futuro dispensário Dr. Agostinho Cardoso e do sanatório Dr. João de Almada.
    Dr. João de Almada (1874-1942), vestido de escuteiro e o genro, Dr. Agostinho Cardoso (1908-1979) travestido de senhora do ANT
    Caricatura de Paulo Sá Braz (1919-2003)
    Re-Nhau-Nhau, direção de Gonçalves Preto (1907-1971) e edição de João Miguel, Funchal, 5 de maio de 1938, última página, ilha da Madeira.

    Faz-se também alusão à adoção de medidas preventivas, sugeridas pelo Dr. João de Almada, a proibir o «escarro» nas ruas, para prevenir a propagação dos bacilos da tuberculose, sob o risco de coima até vinte escudos. Pub. Helena Paula Freitas Perneta, A Madeira e os Alemães, 1917-1939: O discurso na imprensa madeirense, dissertação de Mestrado em Ciências da Cultura orientada por Paulo Miguel Rodrigues e Anne Martina Emonts, apresentada na Universidade da Madeira, Funchal, em setembro de 2011, p. 151. João Francisco de Almada (Santana, 9 jul. 1874; Funchal, 14 jul. 1942), médico fundador do sanatório antituberculoso, a que o genro, Dr. Agostinho Cardoso (1908-1979), depois deu seguimento e projeção. Era filho de João Francisco de Almada e de D. Maria Emília Cardoso. Agostinho Gabriel de Jesus Cardoso (Funchal, 10 jul. 1908-16 dez. 1979). Médico, político e jornalista, era filho do tenente Domingos Cardoso (1878-1974), fundador da "sopa dos pobres", vindo a casar com D. Maria Prado Almada (25 jul. 1912-3 abr. 2005), filha do médico Dr. Francisco de Almada (1874-1942). Médico pneumologista de franco renome, iniciou a sua carreira no Funchal em 1933, desempenhando depois uma série de lugares políticos e administrativos em diversas áreas, sendo uma das figuras incontornáveis da vida madeirense dos meados do século XX. Vice-presidente e presidente da União Nacional local, seria deputado nas legislaturas de 1962-65, 1966-69 e 1970-73.