Image
Arquipelago de Origem:
Funchal
Data da Peça:
1915-05-09
Data de Publicação:
03/09/2020
Autor:
Ramon Rodrigues
Chegada ao Arquipélago:
2020-09-03
Proprietário da Peça:
BNP
Proprietário da Imagem:
BNP
Autor da Imagem:
BNP
Notícia sobre a nova comissão da Junta Agrícola da Madeira do general Norberto Jaime Teles, pub. O Realista, n.º 2, direção de Ramon Honorato Correia Rodrigues, Funchal, 9 de maio de 1915, ilha da Madeira

Categorias
    Descrição

    Notícia sobre a nova comissão da Junta Agrícola da Madeira do General Norberto Jaime Telles
    Norberto Jaime Teles (1852-1936), pai do Dr. Alexandre da Cunha Teles (1891-1936)
    Pub. in O Realista, n.º 2, direção de Ramon Rodrigues (1889-c.1965), Funchal, 9 de maio de 1915.
    Biblioteca Nacional de Portugal (cota 1814107), Lisboa, Portugal

    O Realista iniciou a sua publicação no dia 2 de maio de 1915 e foi suspenso nesse mesmo mês, devido ao golpe das Espadas de Pimenta de Castro. Nesta primeira série, Ramon Honorato Correa Rodrigues (1889-c 1965) era diretor e editor, e administrador Abílio Teodoro Melim. O semanário reapareceu, com uma segunda série, a 27 de dezembro de 1917 (n.º 4) e, a partir do primeiro número da segunda série passou a ser o órgão dos Integralistas na Madeira. O semanário teve, assim, duas séries: passando a direção d’ O Realista, a partir da segunda série, para Alfredo de Freitas Branco (1890-1962), depois Visconde do Porto da Cruz, que era também redator principal e editor. Os textos assinados naquele periódico, entre 02-05-1915 e 21-02-1918, foram quatro (três como Alfredo de Freitas Branco e um como A. de F.B) e refletiam os seus ideais monárquicos e integralistas. As instalações da redação localizavam-se na Rua Bela de S. Tiago, 19 e era composto, impresso e administrado na Rua Nova de S. Pedro, 16 e 18. A 2.ª série (nº 4), a partir de 27 de dezembro de 1917, tinha o mesmo administrador, Abílio Teodoro Melim, era composto e impresso nas oficinas do jornal O Progresso, na Rua de Júlio da Silva Carvalho, n.º 11. A redação e administração situavam-se na Rua do Conde Carvalhal n.º 10 e era propriedade da projetada Empresa de Publicações Integralistas. O último número (n.º 12) saiu a 21 de fevereiro de 1918. (CF. Sílvia Gomes, Memória e promoção cultural madeirense na obra do Visconde do Porto da Cruz, dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Gestão Cultural na Universidade da Madeira, orientação do professor doutor Paulo Miguel Fagundes de Freitas Rodrigues, Funchal, 2013, pp. 130 e 192).