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Arquipelago de Origem:
Brasil
Data da Peça:
2008-01-22
Data de Publicação:
31/10/2020
Autor:
Correios do Brasil
Chegada ao Arquipélago:
2020-10-31
Proprietário da Peça:
Privado
Proprietário da Imagem:
Correios do Brasil
Autor da Imagem:
Correios do Brasil
Macro postal dos 200 Anos da Chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, retrato do príncipe regente D. João, selo de 22 de janeiro de 2008, Brasil

Categorias
    Descrição
    Macro postal e selo dos 200 Anos da Chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil.
    Retrato do príncipe regente D. João (1767-1826), depois D. João VI.
    Emissão de 22 de janeiro de 2008, Brasil

    O príncipe regente D. João (1767-1826) e a Corte Portuguesa partiram de Lisboa a 29 de novembro de 1807, envolvendo a armada 62 embarcações e tendo esta leva inicial cerca de 15 000 pessoas. Chegaram a Salvador em 22 de janeiro de 1808, transladando-se depois, a 8 de março de 1808, para o Rio de Janeiro, não havendo memória da transladação de uma corte europeia para os Trópicos. Não chegava ao Rio como foragido ou exilado, mas como soberano de pleno direito e em solo seu. E, entre os seus súbditos, mas no Hemisfério Sul, resguardaria a dinastia das humilhações a que Napoleão (1769-1821) submeteu tantas outras, manteria a integridade do território de Portugal e conservaria as suas possessões no resto do mundo.
    João VI de Portugal (Lisboa, 13 maio 1767; idem, 10 mar. 1826) era o segundo filho de D. Maria I e de seu tio, o rei D. Pedro III. Tornou-se herdeiro da coroa portuguesa por morte de seu irmão mais velho D. José II, a 11 set. 1788 e passando a regente, dados os distúrbios mentais da mãe, a 10 fev. 1792, mas só passando a assinar como tal, a partir de 15 jul. 1799, face à irreversibilidade da doença da rainha. Casara em 1785 com a prima, Carlota Joaquina de Bourbon (1775-1830), então com 10 anos de idade, consumando-se o casamento a partir de 1790, sendo pai dos infantes D. Pedro e D. Miguel, para além de 6 infantas. Em nov. 1807 tomou a decisão de transferir a corte portuguesa para o Brasil, vindo a instalar-se no Rio de Janeiro, onde veio a ser aclamado rei, a 20 mar. 1818, embora a mãe houvesse morrido dois anos antes, a 20 mar. 1816. Regressaria a Lisboa em abr. 1821, para assinar a Constituição, deixando no Rio de Janeiro o infante D. Pedro, como regente, que a 7 set. 1822 declara a independência do Brasil.