Image
Arquipelago de Origem:
Funchal
Data da Peça:
1990-00-00
Data de Publicação:
11/07/2021
Autor:
Não identificado
Chegada ao Arquipélago:
2021-07-11
Proprietário da Peça:
Blog BMFunchal
Proprietário da Imagem:
Blog BMFunchal
Autor da Imagem:
Blog BMFunchal
Luís Marino, Luís Gomes da Silva, Funchal, 1990 (c.), ilha da Madeira

Categorias
    Descrição
    Luís Marino, nome literário ou pseudónimo de Luís Gomes da Silva
    (1909-1996)
    Fotografia de 1990 (c.)
    Funchal, ilha da Madeira.

    Luís Marino, nome literário ou pseudónimo de Luís Gomes da Silva (1909-1996), nasceu na freguesia da Sé, Funchal, a 3 de março de 1909, filho de António Gomes da Silva e de D. Júlia dos Santos Silva. De 1924 a 1969 foi empregado na Indústria dos Bordados da Madeira, mas esteve sempre ligado ao jornalismo, escrevendo inicialmente para o semanário O fixe, e, posteriormente, foi secretário e depois redator do semanário A Madeira nova (1932-1935). Colaborou com os periódicos: A Voz da Madeira; Comércio do Funchal; Eco do Funchal; A Ilha; O Povo; O Jornal; Re-Nhau-Nhau; O Bombeiro; Diário da Madeira; Almanaque Madeirense entre outros. Em 1938 foi laureado com Menção Honrosa no Concurso de Quadras Populares, organizados pela revista Cultura e Recreio, de Lisboa. Em 1941-42 obteve três Menções Honrosas nos Jogos Florais da Madeira, organizados pelo jornal Eco do Funchal. Em 1946 repetiu a proeza, desta feita nos Jogos Florais organizados pelo “Ateneu Comercial do Funchal”, com “O Pobre e o Rico”, depois editado em 1961. Em 1950 e 1960 recebeu Menção Honrosa e Primeiro Prémio nos Jogos Florais dos Açores, promovidos pelo “Clube Asas do Atlântico”, poemas que foram radiodifundidos pela Emissora de Santa Maria. Em 1951 ganhou o primeiro prémio nos Jogos Florais de Portugal, promovidos pela “Propaganda Turística Portuguesa” de Lisboa, versos que foram declamados por João Villaret (1913-1961). Foi homenageado no dia 2 de outubro de 1984 pela Secretaria Regional do Turismo e Cultura, mas o seu estado de saúde não lhe permitiu estar presente, pelo que foi o prémio entregue à sua esposa Maria José de Freitas Silva.  Faleceu a 12 de julho de 1996, segundo a sua Certidão de Óbito e foi sepultado no Cemitério de São Martinho dois dias após. O seu nome figura no livro Dicionário de Escritores e Artistas Portugueses Contemporâneos (Blog BMFunchal).