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Arquipelago de Origem:
Londres
Data da Peça:
1935-00-00
Data de Publicação:
04/05/2022
Autor:
Reginald Greenville Eves
Chegada ao Arquipélago:
2022-05-04
Proprietário da Peça:
National Portrait Gallery
Proprietário da Imagem:
Wiki Commons
Autor da Imagem:
Reginald Greenville Eves/Wiki Commons
Lord John Rushworth Jellicoe, óleo de Reginald Greenville Eves, Londres, 1935, Inglaterra

Categorias
    Descrição
    Lord John Rushworth Jellicoe
    (1859-1935)
    Óleo sobre tela, 60,3 x 49,5 cm.
    Reginald Greenville Eves (1876-1941), 1935.
    National Portrait Gallery (LPG 2792), Londres, Inglaterra
    Almirante que havia sido governador da Nova Zelândia, autor das primeiras informações sobre o The Country Club do Funchal publicadas no Morning Post de Londres e transcritas no Diário de Notícias, Funchal, 2 de abril de 1932.
    Depois Clube Inglês e Quinta Magnólia, Centro Cultural, freguesia de São Martinho, Rua Dr. Pita, Funchal, ilha da Madeira.

    Residência no Funchal de John Howard March (c. 1880-c. 1865), cônsul norte-americano em dezembro de 1816 e sócio da firma John Hayward & March, que procedeu à sua construção por 1850 e que também possuía residência no Santo da Serra, a Quinta das Ameixeiras. Em 1895 a quinta é adquirida por Herbert Watney (1843-1932), médico britânico, que amplia os seus limites até ao vale fronteiriço do Ribeiro Seco. Com a colaboração de um jardineiro paisagista inglês, o jardim foi alargado e enriquecido com uma extensa diversidade de árvores e plantas. Na década de 1930 a quinta é novamente vendida, nascendo o British Country Club, em 1931, com o advento de uma crescente “burguesia heterogénea” britânica na ilha da Madeira e as suas relações com a restante burguesia local, altura em que as quintas madeirenses se tornam espaços de estatutos sociais próprios, de negócio e de poder, de lazer e de ócio. Nesta fase foi preservada a diversidade botânica, mas foram introduzidas infraestruturas e equipamentos desportivos. Entre 1934 e 1974 são organizados vários campeonatos de ténis. A 1 de maio de 1981 a quinta, entretanto, adquirida pela Região Autónoma da Madeira, abre pela primeira vez ao público e, após novas obras de reabilitação, a 2 de julho de 2019, abre como Quinta Magnólia, Centro Cultural.