Image
Arquipelago de Origem:
Londres
Data da Peça:
1750-00-00
Data de Publicação:
30/05/2024
Autor:
Gravador inglês
Chegada ao Arquipélago:
2024-05-30
Proprietário da Peça:
Privado
Proprietário da Imagem:
Privado
Autor da Imagem:
Privado
Joseph, King of Portugal, gravura inglesa, Londres, 1750 a 1777 (c.), Inglaterra

Categorias
    Descrição
    Joseph, King of Portugal.
    D. José I (6 jun. 1714-24 fev. 1777)
    Gravura inglesa, 14,5 x 10 cm.; 35 x 30,5 cm.
    Londres, 1750 a 1777 (c.)
    Illustration for the Universal Magazine, Printed for J Hinton at the King's Arms, Newgate Street
    Informações que constavam do original, mas foram cortadas.
    John Hinton (act. 1745-1781), assumiu a direção Universal Magazine em 1748.
    Coleção particular.

    D. José I (Lisboa, 6 jun. 1714; idem, 24 fev. 1777), filho de D. João V (1689-1750) e de D. Maria Ana de Áustria (1683-1754), foi o 25º rei de Portugal, tendo casado, entretanto, com D. Mariana Vitória de Bourbon (1718-1781), filha de Filipe V (1683-1746) e da segunda mulher, Isabel Farnésio (1692-1766), numa célebre manobra diplomática ibérica, conhecida como a Troca das Princesas, a 19 jan. 1729, embora, oficialmente, o casamento tivesse ocorrido, por procuração, 2 anos antes. O seu reinado, entre os anos de 1750 e 1777, foi marcado pela crise económica resultante da concorrência das potências coloniais e da redução da exploração do ouro brasileiro, tal como do terramoto de 1 de novembro de 1755, em Lisboa. Seguiu a política geral do seu pai D. João V no tocante à neutralidade face aos conflitos europeus e de que é exemplo, apesar da forte pressão da França e da Inglaterra, a não participação oficial e ativa portuguesa na Guerra dos Sete Anos (1756-1763). Reforçou o absolutismo monárquico através de medidas radicais contra aqueles que se opunham ao reforço do poder régio: expulsou e confiscou os bens dos Jesuítas e mandou prender alguns fidalgos, entre os quais os Távora, acusados de tentativa de assassinato do rei. Foi seu primeiro-ministro Sebastião José de Carvalho e Melo (1699-1782), conde de Oeiras (1759) e marquês de Pombal (1769), logo indicado pelo embaixador D. Luís da Cunha (1662-1749) ao príncipe D. José, em 1749.