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Arquipelago de Origem:
Calheta (Madeira)
Data da Peça:
2025-02-08
Data de Publicação:
02/08/2026
Autor:
João Filipe Pestana
Chegada ao Arquipélago:
2026-08-02
Proprietário da Peça:
Diário de Notícias do Funchal
Proprietário da Imagem:
DN
Autor da Imagem:
DN
João Filipe Pestana, “Conselho científico lança bases para história da diáspora e museu digital”, in Diário de Notícias, Funchal, 8 fev. 2025, p. 9, ilha da Madeira.

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    Descrição
    Conselho científico lança bases para história da diáspora e museu digital”, reportagem de João Filipe Pestana, in Diário de Notícias, Funchal, 8 fev. 2025, p. 9.

    O Centro das Comunidades Madeirenses foi fundado em 1977 na dependência da Presidência do Governo Regional, no sentido de apoiar a dinamização do movimento associativo da Madeira no mundo, a promoção do destino turístico junto das comunidades madeirenses e o acompanhamento às de imigrantes residentes na Região. Em 1989, já sob a tutela da Secretaria Regional do Turismo, Cultura e, então, também Emigração, passa a designar-se Centro das Comunidades Madeirenses e muda as suas instalações para a Vila Passos. Em 1993, o Centro das Comunidades Madeirenses passa para a tutela da Secretaria Regional dos Assuntos Parlamentares e Comunicação, em 1997, para a tutela da Secretaria Regional dos Recursos Humanos, em 2011, para a Secretaria Regional da Cultura, Turismo e Transportes, em 2015, para a Secretaria Regional dos Assuntos Parlamentares e Europeus e, em 2017, para a Secretaria Regional de Educação, demonstrando a especial apetência dos quadros políticos regionais sobre esta área. Data, entretanto, dos primeiros anos do presente século, a associação do termo Diáspora e Global ao fenómeno da emigração madeirense, tal como depois, na década de 20, muito especialmente, uma outra dimensão cultural, agora associada à música e aos instrumentos musicais levados por essas comunidades. Deve-se às primeiras comunidades madeirenses que se instalaram no Hawai, em 1879, a introdução do depois célebre Ukulele, que na década de 50 e 60 do séc. XX aparece a ser tocado por artistas da projeção internacional de Elvis Presley (1935-1977) ou Marilyn Monroe (1926-1962). No entanto, só nestes últimos anos e com a projeção conseguida para os cordofones madeirenses se voltou a promover a origem do ukulele, trazendo mesmo à Madeira elementos daquele longínquo arquipélago do Oceano Pacífico.
    Seguindo as notícias distribuídas à comunicação social, o destaque passou a ser dado ao termo diáspora, identificando-se, por exemplo, o grupo de trabalho criado em outubro de 2024, na Calheta, como visando produzir um “estudo global sobre a diáspora”, que iria constituir um museu digital e museu que poderia vir a ocupar depois a Vila Passos, no Funchal. Em julho de 2026, por exemplo, foram nomeados dois novos membros para o conselho consultivo das comunidades, designados, simplesmente, como “Conselheiros da Diáspora”, designação que passou também a prevalecer em Portugal e que passou igualmente em Lisboa a denominar o anterior conselho das comunidades, cuja sede foi inaugurada em cascais, a 22 de outubro de 2022.  Bibliog.: FERREIRA, Roberto, “Eugênio Perrigil e Paulo Ferreira são os dois novos conselheiros da Diáspora”, Diário de Notícias, Funchal, 23 jul. 2026, p. 3; PESTANA, João Filipe, “Estudo global sobre a diáspora culminará na criação de um Museu da Emigração Madeirense”, Ibidem, 14 out. 2024, pp. 32-33; Id., “Historiador Jim Tranquada vem dar conferência ao aCORDE’25”, Ibd., 28 jan. 2025, p. 33; Ibd., “Conselho científico lança bases para história da diáspora e museu digital”, Ibd., 8 fev. 2025;