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Arquipelago de Origem:
Freguesia da Sé (Funchal)
Data da Peça:
1878-00-00
Data de Publicação:
18/08/2020
Autor:
Não identificado
Chegada ao Arquipélago:
2020-08-18
Proprietário da Peça:
José Maria Cordeiro de Sousa
Proprietário da Imagem:
José Maria Cordeiro de Sousa
Autor da Imagem:
Hemeroteca Digital
Janela da casa dita de Cristóvão Colombo no Funchal, pub. in Revista de Arqueologia, Tomo 2, direção de J.-M. Cordeiro de Sousa, Lisboa, 1934-1936, p. 285, Portugal

Categorias
    Descrição
    Janela da casa dita de Cristóvão Colombo no Funchal
    Janela da Casa de Colombo, antes de apeada
    (Fotografia da coleção do Director da Revista)
    A legenda está errada, pois a fotografia é já de uma remontagem numa arrecadação e foi encomendada pelo Dr. Romano de Santa Clara Gomes (1869-1949), a partir de outra anterior.
    O original é da Photographia-Museu Vicentes, Funchal (chapa 28.447), 2 de maio de 1906, desconhecendo-se a data da anterior, mas posterior a 1877, quando o conjunto foi demolido.
    Pub. Visconde do Porto da Cruz, “A Estada de Cristovam Colombo na Madeira”, Lisboa, 24 de abril de 1936, In Revista de Arqueologia, Tomo 2, direção de J.-M. Cordeiro de Sousa (1886-1968), Lisboa, 1934-1936, p. 285, Portugal.

    Fotografia também pub. in “As escavações nas antigas casas de João Esmeraldo”, in Islenha, n.º 5, revista de temas culturais das sociedades insulares atlânticas, direção de Nelson Veríssimo, Drac, Funchal, Jul. – Dez. 1989, p. 35. Alfredo António de Castro Teles de Meneses de Vasconcelos de Bettencourt de Freitas Branco (1890-1962), como se nomeava, nasceu a 1 de janeiro de 1890, no Funchal, onde veio a falecer a 28 de fevereiro de 1962. Era filho de Luís Vicente de Freitas Branco e de Ana Augusta de Castro Leal Freitas Branco. Usava o título de 1.º visconde do Porto da Cruz, que teria sido dado a um seu antepassado, Valentim de Freitas Leal Moniz Teles de Meneses Vasconcelos (1790-1879) ilustre representante da família Leal, do Porto da Cruz, bisavô materno de Alfredo de Freitas Branco, que não obstante, recusara tal titulo, logo que nunca o usou, título autorizado por D. Manuel II (1890-1932), no exílio, em abril de 1921, mas informação somente do intitulado visconde e reconhecido depois somente pelo Conselho da Nobreza em 1949. Casou-se com Beatriz Manuela Tavares de Almeida Carvalho, de quem teve cinco filhos; Silvano José de Freitas Branco (1925-2013), seu filho, viria a usar o título 2.º visconde do Porto da Cruz.