Invertebrados da Madeira, 2020, entrada do DEM 4, ilha da Madeira.
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Invertebrados da Madeira, 2020, entrada do DEM 4, ilha da Madeira.
Da esquerda para a direita e de cima para baixo: Fasciola gigantea (filo Platyhelminthes) (fotografia de Dora Pombo), Pratylenchus sp. (filo Nematoda) (fotografia de António Aguiar), Dendrobaena sp. (filo Annelida) (fotografia de Dora Aguin Pombo), Oniscus asellus (filo Arthropoda, subfilo Crustacea) (fotografia de António Aguiar), Cylindroiulus sp. (filo Arthropoda, subfilo Myriapoda) (fotografia de António Aguiar) e Lithobius sp. (filo Arthropoda, subfilo Myriapoda) (fotografia de António Aguiar).
As classificações biológicas agrupam os seres vivos em categorias taxonómicas, sendo as principais o reino, filo, classe, ordem, família, género e espécie. No entanto, com frequência, dizemos que o reino animal se divide em vertebrados e invertebrados. Estes termos de conveniência fazem referência à presença ou ausência de vértebras, mas não representam verdadeiros grupos taxonómicos. Taxonomicamente os vertebrados incluem-se no filo dos cordados (Chordata) e os invertebrados agrupam-se num número incerto de filos, que pode variar entre 24 e 39, dependendo das classificações utilizadas. Os invertebrados são os mais numerosos e correspondem a 95 % de todas as espécies conhecidas. A maior parte dos invertebrados pertencem a apenas oito filos, e muitos são exclusivamente marinhos, embora alguns tenham colonizado o ambiente terrestre com maior ou menor sucesso. Na Madeira são conhecidos oito filos terrestres de invertebrados: os tardígrados, os nemertinos, os acantocéfalos, os platelmintes, os nemátodes, os anélidos, os artrópodes e os moluscos. Quanto ao número de espécies, os cinco últimos são os mais importantes. Excetuando os artrópodes e os moluscos, os restantes filos têm sido pouco estudados, restringindo-se o seu estudo essencialmente à ilha da Madeira.