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Arquipelago de Origem:
Freguesia da Sé (Funchal)
Data da Peça:
2021-06-26
Data de Publicação:
18/11/2021
Autor:
Martinho Mendes e outros
Chegada ao Arquipélago:
2021-11-18
Proprietário da Peça:
Museu de Arte Sacra do Funchal
Proprietário da Imagem:
Museu de Arte Sacra do Funchal
Autor da Imagem:
Museu de Arte Sacra do Funchal
Inauguração da exposição D’Uma Estampa Antiga. Desenhos de Alfredo Miguéis para a Avenida do Mar, 1942, em exposição no Museu de Arte Sacra do Funchal, 29 de junho de 2021, ilha da Madeira

Categorias
    Descrição
    Inauguração da exposição D’Uma Estampa Antiga. Desenhos de Alfredo Miguéis para a Avenida do Mar.
    Cartões de Alfredo Miguéis (1883-1943), 1942, execução da Fábrica Constança, 1944.
    Curadoria de Martinho Mendes com o Dr. José Manuel Rodrigues, presidente da Assembleia Legislativa Regional.
    Museu de Arte Sacra do Funchal, 26.06 a 21.08. 2021.
    Rua do Bispo, Funchal, ilha da Madeira.

    Pretendeu-se, com esta exposição, proporcionar aos visitantes, especialmente aos residentes, uma revisitação de memórias e vivências da antiga “Avenida do Mar”, a partir dos desenhos de Alfredo Miguéis, tema que remete para o enquadramento urbanístico da cidade do Funchal, na sua especial relação com o mar.
    Alfredo Vital Miguéis (Funchal, 23 abr. 1883; idem, 10 jun. 1943). Filho de Joaquim Francisco Miguéis e de Elisa Sara Aguiar Miguéis, frequentou a Escola Industrial do Funchal, matriculando-se na Academia Real de Belas-Artes, onde completou o curso de Pintura Histórica em 1911, tendo sido discípulo de Columbano Bordalo Pinheiro (1857-1929). Em 1911 participou com alguns óleos numa exposição na Sociedade Nacional de Belas Artes, satirizados por Francisco Valença (1882-1962), com texto de Carlos Simões, em A Sátira, revista humorística de caricaturas, ano 1, nº 4, Lisboa, 1 de junho de 1911. No ano seguinte, 1912, no entanto, recebeu o prémio do legado Visconde de Valmor, para pensionista no estrangeiro, seguindo para Madrid e Paris, vindo a participar entre muitas outras, na célebre Exposição dos Modernistas de Lisboa de 1923. Professor da Escola Industrial do Funchal, era na altura do seu falecimento vogal da vereação camarária e tendo deixado o corpo principal da sua obra à Câmara do Funchal, que veio depois a perder-se totalmente num incêndio na área da torre do palácio de São Pedro.