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Arquipelago de Origem:
Lisboa (cidade)
Data da Peça:
Data de Publicação:
18/12/2013
Autor:
Maria Antónia Pinto de Matos e Alexandra Curvelo
Chegada ao Arquipélago:
2020-02-20
Proprietário da Peça:
Museu Nacional do Azulejo
Proprietário da Imagem:
Museu Nacional do Azulejo
Autor da Imagem:
Museu Nacional do Azulejo
ILHAS PARADISIACAS

Categorias
  • Artes Decorativas
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Descrição
O Exótico nunca está em casa? A China na faiança e no azulejo portugueses (séculos XVII-XVIII).
Catálogo de exposição no Museu Nacional do Azulejo, 18 dezembro 2013 a 30 junho 2014, coordenação geral de Maria Antónia Pinto de Matos, textos Alexandra Curvelo, Lisboa, 2013, Portugal.

Em 1513, há mais de 500 anos, Jorge Álvares tornava-se o primeiro português a pisar a China. Desembarcou no Sul e com ele outros mercadores. O comércio que então se estabeleceu trouxe até à Europa a porcelana chinesa, a seda e os chás. Portugal tornou-se assim na porta de entrada de um novo mundo exótico.
É uma parte desse meio milénio de trocas de influências entre Ocidente e Oriente que foi revelada na exposição temporária "'O Exótico nunca está em casa?' A China na faiança e no azulejo portugueses (séculos XVII-XVIII)", do Museu Nacional do Azulejo, para assinalar os 500 anos dos contactos luso-chineses. O termo exótico, que na origem significa algo que vem de fora, «está associado, num primeiro momento, à capacidade de nos deixarmos maravilhar e fascinar por outra realidade, e só existe quando é descoberto», como explicou então a diretora do museu, Maria Antónia Pinto de Matos.