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Arquipelago de Origem:
Arco da Calheta
Data da Peça:
1744-00-00
Data de Publicação:
08/09/2020
Autor:
Vários
Chegada ao Arquipélago:
2020-09-08
Proprietário da Peça:
Paróquia do Arco da Calheta
Proprietário da Imagem:
Gualdino G.
Autor da Imagem:
Gualdino G.
Igreja matriz de São Brás do Arco da Calheta, reconstrução de 1744 a 1754, Arco da Calheta, ilha da Madeira

Categorias
    Descrição

    Igreja matriz de São Brás do Arco da Calheta.
    Projeto de Diogo Filipe Garcês, campanha de 1744 a 1754 (c.) e seguintes
    Fotografia de Gualdino G., 23 de maio de 2018.
    Rua Padre José Eduardo Faria, Arco da Calheta, ilha da Madeira.


    Cronologia:
    1493 - intenção de Brás Ferreira de fundar uma capela de São Brás, manifestada no seu testamento; 1520 e 1523 - novo testamento, então de João Fernandes do Arco, igualmente se intitulando fundador da capela; 1527, 9 Abr. - falecimento de João Fernandes do Arco, enterrado na capela de São Brás, com uma lápide que rezava Aqui jaz João Fernandes e Beatriz de Abreu sua mulher, que foram os primeiros fundadores deste Arco; 1550 a 1560 - retábulo de São Brás e Doadores, Brás Ferreira e Mécia Vaz, da oficina do Mestre de Abrantes (provavelmente Gregório Lopes, filho); 1572, 18 Jun. - alvará régio autorizando a criação de beneficiado curado com as atribuições de vigário, com um vencimento anual de 13$000 réis; 10 Jul. - acrescentamento do ordenado para 11$000 réis e a nomeação de frei Pedro Delgado como primeiro pároco; 1589, 20 Abr. - novo alvará acrescentando ao ordenado meio moio de trigo e um quarto de pipa de vinho; 1676, 28 Dezembro - alvará autorizando D. Frei António Teles, prelado diocesano, a criar um curato na freguesia do Arco da Calheta com o ordenado anual de 12$000 réis, um moio de trigo e uma pipa de vinho, pagos pelo terceiro beneficiado supérfluo de Câmara de Lobos; provável construção da igreja na sequência do alvará e quando passou a ter capelão privativo, pois os moradores desta zona, que antes cumpriam as obrigações religiosas na Calheta, passaram a ir à Igreja de São Brás, 1720 - primeira descrição sumária da igreja e da freguesia por Henrique Henriques de Noronha in Memórias Seculares e Eclesiásticas; 1744, 30 Out. - mandado do Conselho da Fazenda de 9:350$00 para a reedificação do edifício da igreja, segundo projeto de Diogo Filipe Garcês, que foi arrematado por Cristóvão Gomes; 1754, Dez. - conclusão das obras da igreja nova; 1755, 1 Jan. - bênção solene do novo edifício; 1830 - construção da torre, altura em que moveu a inicial pia batismal, hoje no Museu de Arte Sacra do Funchal; 1931 - data assinalada nas pinturas da sacristia, atribuíveis a Luís Bernes ou por J. Z. N. "Cirilho"; 1950 - data no pavimento do adro. (Ficha a partir da dos MNs. de Sofia Santos, 2000)