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Arquipelago de Origem:
Madeira (Região Autónoma)
Data da Peça:
2007-00-00
Data de Publicação:
29/01/2021
Autor:
Horácio Bento de Gouveia
Chegada ao Arquipélago:
2021-01-29
Proprietário da Peça:
Maria de Fátima Gouveia Soares
Proprietário da Imagem:
Maria de Fátima Gouveia Soares
Autor da Imagem:
Maria de Fátima Gouveia Soares
Horácio Bento de Gouveia, Escritos 2 (1930-1939), prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa, Funchal, 2007, ilha da Madeira.

Categorias
    Descrição
    Horácio Bento de Gouveia, Escritos 2 (1930-1939)
    (1901-1983)
    Investigação e Recolha de Textos por Maria de Fátima Gouveia Soares. Escritos 2, com prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa.
    Vila Nova de Famalicão, Edições Cão Menor, 2007, Portugal.

    Colectânea de textos de um dos maiores autores madeirenses, que dá nome a um prémio literário e a uma casa-museu, e que viu recentemente o seu busto ser descerrado no Funchal. O autor conviveu com Agustina Bessa Luís e Aquilino Ribeiro, entre outros. A obra tem prefácio do Prof. Marcelo Rebelo de Sousa. Eu considero Horácio Bento de Gouveia um bom escritor de crónicas, um Sterne das Ilhas, perplexo diante duns olhos pretos como Sterne foi diante do sorriso de uma luveira. Boémio nas suas próprias memórias, é conduzido por essa impertinência romântica, tão britânica quanto própria do estudante exilado da sua paisagem marítima... ...É um bom selvagem, esse respirar do coração tremendamente inconstante e inacabado. A obra de Horácio de Gouveia é obra dum coração inacabado.
    Horácio de Ornelas
    Bento de Gouveia (Ponta Delgada, Solar do Ladrilho, 5 set. 1901; Funchal, 23 maio 1983). Filho de Francisco Bento de Gouveia e de Firmina Matilde de Ornelas Bento de Gouveia, foi aluno na Escola do Pico, no Liceu do Funchal e na Faculdade de Letras de Lisboa, onde se licenciou em Ciências Históricas e Geográficas, no ano 1930. Foi professor em diversos Liceus de Lisboa, entre eles o de Gil Vicente, e no Liceu Nacional do Funchal, depois de Jaime Moniz, deixando uma vasta obra inspirada nos usos e costumes regionais, através da sua atividade jornalística, com colaboração em múltiplos jornais e na produção literária, o que o tornou numa das figuras incontornáveis da cultura do Estado Novo na Madeira. Em agosto de 1980, foi homenageado pela Câmara Municipal do Funchal, com a atribuição da Medalha de Ouro da Cidade, a que seguiu, em outubro do mesmo ano, a Câmara Municipal de São Vicente, atribuindo-lhe também uma medalha e colocando uma lápide no Solar do Ladrilho (casa onde nasceu e posteriormente veio a ser adaptada para Casa-Museu, em Ponta Delgada, pelos herdeiros, em 1986), sendo o seu nome dado à antiga escola preparatória da Cruz de Carvalho do Funchal, acima do Hospital regional.