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Arquipelago de Origem:
Pico
Data da Peça:
1990-00-00 00:00:00
Data de Publicação:
25/07/2022
Autor:
Não identificado
Chegada ao Arquipélago:
2022-07-25
Proprietário da Peça:
Câmara Municipal da Madalena do Pico
Proprietário da Imagem:
Câmara Municipal da Madalena do Pico
Autor da Imagem:
Câmara Municipal da Madalena do Pico
Homenagem ao Dr. Urbano Prudêncio da Silva, Madalena do Pico, 1990 (c.), ilha do Pico, Açores

Categorias
    Descrição
    Homenagem ao Dr. Urbano Prudêncio da Silva
    (1862-1941)
    Levantamento bibliográfico do governador Ernesto Florêncio da Cunha (1890-1980), ao qual, como secretário-geral do governo civil do Funchal, Urbano Prudêncio da Silva deu posse em 1927.
    Madalena do Pico, ilha do Pico, Açores.

    Ernesto Florêncio da Cunha (1890-1980). Nascido no Funchal no seio de uma família ligada ao Ensino e à vida militar, cursou o liceu do Funchal e seguiu a carreira militar, cursando, simultaneamente a Escola do Exército e o Instituto Superior Técnico, onde se formou em Engenharia Civil. Como capitão de Artilharia e engenheiro, aceitaria a requisição civil da Ditadura Militar para chefiar a repartição técnica da Câmara Municipal do Funchal e, a 6 de maio de 1927, foi nomeado governador civil do Funchal, tomando posse no dia seguinte.
    O seu governo foi ensombrado pelo decreto que determinou a entrega do Palácio da Junta Geral e seus anexos à Comissão Diocesana do Funchal e o contrato para a construção do molhe de cais do porto do Funchal com a firma “Fumasil Company Limited”, que se conseguiu anular. Estava em Lisboa em janeiro de 1928, altura em que deve ter apresentado o pedido de demissão, confirmado a 16 de fevereiro desse ano, regressando à carreira militar e desenvolvendo depois a sua atividade à frente do Comando da Artilharia de Costa, em Paço de Arcos e na Escola do Exército, onde chegou a catedrático. Faleceu em Paço de Arcos, onde se fixara havia 52 anos, a 27 de março de 1980. O engenheiro Florêncio Cunha tomou posse em São Lourenço dada pelo secretário-geral, o açoriano Urbano Prudêncio da Silva (1862-1941), que elogiou o empossado, dotado do perfil ideal para o lugar “e que, felizmente, ainda não foi «queimado» pela política. Por todos esses motivos, estava certíssimo de que não sofreria mais uma desilusão” (Diário de Notícias, Funchal, 8 maio 1927, p. 1).