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Arquipelago de Origem:
Baía (Brasil)
Data da Peça:
1722-00-00
Data de Publicação:
30/06/2020
Autor:
Vários
Chegada ao Arquipélago:
2020-06-30
Proprietário da Peça:
Exército Brasileiro
Proprietário da Imagem:
II Seminário Internacional, Fortalezas Brasileiras
Autor da Imagem:
II Seminário Internacional, Fortalezas Brasileiras
Guarita do forte de São Diogo da Bahia, 1722 (c.), São Salvador da Bahia, Brasil

Categorias
    Descrição
    Guarita do forte de São Diogo
    Estância de Francisco de Frias de Mesquita (c. 1578- c. 1654), de 1603 a 1634, foi reformulada em meia-bateria a partir de 1704, estando pronto em setembro de 1722.
    Prospeto do II Seminário Internacional, Fortalezas Brasileiras, Rio de Janeiro, 3 a 5 de dezembro de 2019.
    Praça Azevedo Fernandes, Barra de Salvador da Bahia, Brasil.

    O Forte de São Diogo localiza-se na Praça Azevedo Fernandes, no bairro da Barra, em Salvador, capital do estado brasileiro da Bahia. Ergue-se na base do Morro de Santo António, ao lado direito da praia do Porto da Barra, local onde anteriormente existiu o Castelo do Pereira. O Forte de São Diogo visava impedir, com o apoio do Forte de Santa Maria, o desembarque de qualquer inimigo naquele acesso ao sul da cidade do Salvador, então capital do Estado do Brasil. Era uma estância do arquiteto Francisco de Frias de Mesquita (c. 1578-c. 1654), de 1603 a 1634, mandada levantar pelo governador Diogo Luís de Oliveira (c. 1570-c. 1640), conde de Miranda, governador entre 1626 e 1635, em 1629 e logo artilhado com 5 “peças de mediano calibre”, que foi reformulada em meia-bateria em 1694, mas obras só iniciadas a partir de 1704, estando pronto em setembro de 1722.
    A cidade de São Salvador da Baía (1549) foi planeada numa estratégia global, política e administrativa, para ser sede de um governo central. A fundação da cidade contou com planos prévios de localização e várias hipóteses de construções. O mestre das obras reais Luís Dias partiu de Lisboa com “regimento”, “amostras e modelos” da nova cidade e, depois de acabada a muralha, “arrumou a cidade dela dentro, arruando-a por boa ordem com as casas cobertas de palha” (Tratado Descritivo do Brasil, 1587, pág. 134. Cit. Arq. Renata Malcher de Araújo, “Engenharia Militar e Urbanismo”, in História das Fortificações Portuguesas no Mundo, Alfa, Lisboa, 1989, p. 259).